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Cheila Anja

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Sobre Cheila Anja

  • Data de Nascimento 13-09-1986

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    Brasil - Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia.
    Colômbia - Catagena e San Andrés.
    Bolívia - Santa Cruz de La Sierra, Sucre, Uyuni, La Paz
    Tailândia - Bangkok, Ayutthaya, Chiang Mai, Krabi, Ao Nang, Phi Phi Island
    Indonésia - Bali
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    Africa do Sul
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  1. Obrigada Rocha! E concordo contigo, adorei o Uruguai, é um lugar encantador!
  2. Oiiii! Fico muito feliz que tenha gostado! O valor total esta no artigo no blog, é só clicar ali no final do texto que ele vai te redirecionar para o meu site e lá tem o restante do artigo e também todos os gastos. Você fica 1 ou 2 dias em Cusco antes de ir pra Aguas Calientes? Se sim, não precisa comprar antes não, compra lá mesmo.
  3. O Uruguai nunca esteve no topo da minha lista de lugares para conhecer, mas recentemente todas as pessoas que foram para lá que eu conheço, voltaram falando muito bem do país e dando dicas de o que fazer no Uruguai, e isso instiga a tua curiosidade, não instiga? Pois bem, era hora de conhecer esse lugar tão pertinho do Brasil, e ainda assim, pouco conhecido pelos brasileiros. Dessa vez levei mais 3 amigas comigo, duas delas era a primeira viagem internacional, o que torna a viagem ainda mais mágica, pois poder experienciar isso com elas torna tudo mais especial. Nesse artigo você vai ler: Dia 01 – O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia e Puerta de la Cuidadela em Montevideo Dia 02 – O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo, Cervejaria Artesanal Mastra e Jantar com Show de tango no El Milongon em Montevideo Dia 03 – O que fazer no Uruguai: Monumento Los Dedos, Museu Casapueplo e Puerto em Punta del Este Dia 04 – O que fazer no Uruguai: Bar Facal com show de tango e degustação de vinho no My Suites Hotel & Wine bar em Montevideo Dia 05 – O que fazer no Uruguai: Compras em Montevideo e viagem de volta ao Brasil Quanto custa viajar para o Uruguai? Onde de hospedar em Montevideo no Uruguai? Onde comprar os passeios do Uruguai? Dia 01 – O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia e Puerta de la Cuidadela em Montevideo Saímos do aeroporto de Curitiba e a viagem foi rápida e tranquila, uma hora de voo até o aeroporto de Porto Alegre, onde fizemos uma conexão rápida, e depois mais uma hora até o aeroporto de Montevideo, chegamos as 14h. No aeroporto de Montevideo chamamos um UBER para ir até o hotel, não trocamos dinheiro no aeroporto já que não precisaríamos para o táxi e a cotação estava muito ruim, gastamos 15 reais cada uma no UBER. Em Montevideo ficamos no My Suites Hotel & Wine Bar e foi a melhor coisa que fizemos, a localização é perfeita, o hotel é lindo e moderno e a equipe do hotel é excepcional. Assim que chegamos no hotel, nos informamos onde poderíamos trocar dinheiro, e ganhamos um cupom para trocar em uma casa de cambio ali perto, pois por estarmos hospedadas no hotel conseguiríamos um preço melhor. Fomos para o quarto deixar a malas, o quarto era enorme e as camas muito confortáveis, depois saímos para explorar Montevideo, primeiro fomos a casa de cambio trocar dinheiro, antes fomos em mais duas para ver a cotação e realmente a casa de cambio recomendada pelo hotel era a melhor cotação, o nome da casa de cambio é La Favorita. Dinheiro trocado, almoçamos em uma padaria ali perto do hotel chamada Café Martinez e fomos para a Plaza Independencia, que é um dos pontos turísticos de Montevideo, a praça é linda e muito bem cuidada, vimos também a Puerta de la Cuidadela e assistimos o pôr-do-sol na orla próximo a praça, depois de jantar retornamos para o hotel para descansar e recuperar as energias para o dia seguinte. O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Plaza Independencia O que fazer no Uruguai: Puerta de la Ciudadela O que fazer no Uruguai: Pôr-do-sol na orla O que fazer no Uruguai: Pôr-do-sol na orla Dia 02 – O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo, Cervejaria Artesanal Mastra e Jantar com Show de tango no El Milongon em Montevideo Acordamos cedo, tomamos café no hotel e saímos para ver o Letreiro de Montevideo, fomos a pé pela orla e encontramos muitas pessoas pelo caminho fazendo exercícios, o letreiro é próximo ao hotel e bem fácil de encontrar, é só seguir a beira-mar, você também pode jogar no Maps por Letrero Montevideo que ele vai encontrar, ou mesmo pedindo informações para as pessoas, foi o que fizemos e funciona muito bem. Como fomos de manhã o letreiro estava um pouco escuro, pois os prédios cobriam o sol, mesmo assim as fotos ficaram lindas, mas fica a dica, o melhor horário é a tarde. Eu consegui uma foto ótima pulando no letreiro, mas não recomendo que o façam, pois custou a unha do dedão do pé dessa blogueira maluquinha aqui, cai de mal jeito, na hora não vi que tinha machucado tanto, só vi ao chegar no hotel quando tirei o tênis e a meia estava cheia de sangue e o dedo preto, mas por sorte a unha só começou a cair já no Brasil e já está nascendo novamente. Depois de ver o letreiro e andar pelos arredores, fomos na COT comprar as passagens para Punta Del Este para o dia seguinte, fomos almoçar no Mercado Agrícola no El Horno de Juan que tem a melhor pizza de Montevideo e aproveitamos para tomar um chopp da Cervejaria Mastra que tinha bem em frente ao restaurante. Próximo ao Mercado Agrícola fica o Palácio Legislativo, a construção é estilo neoclássico grego e as colunas e fachadas são de mármore provindo da Grécia, é um dos edifícios mais imponentes do país, fomos conferir e realmente é incrível! Voltamos para o hotel para tomar um banho e nos arrumar para o tour da tarde pela fábrica da Cervejaria Artesanal Mastra, quando nosso transporte chegou, ficamos encantadas, carro novo e muito confortável, logo estávamos na cervejaria. Foi meu primeiro tour por uma cervejaria, nunca tinha visto uma por dentro e adorei como a cerveja é fabricada, eles explicam direitinho e nos mostram cada detalhe do processamento, desde como a cerveja é feita, até o engarrafamento. Depois do tour tem a degustação das cervejas artesanais, provamos umas 8, uma mais gostosa que a outra, foi muito difícil escolher a minha preferida. Não é difícil imaginar como saímos alegres de lá, certo? Contratamos esse tour pela Daytours4u, no Uruguai é a Uruguai4u, é possível comprar o passeio ainda aqui do Brasil e pagar no cartão de crédito, rápido e fácil. Muito bom já sair aqui do Brasil com os passeios comprados, assim ao chegar lá a única preocupação que eu tinha era me divertir. Clique aqui para comprar esse passeio na Uruguai4u. Depois do tour pela Cervejaria Mastra, nosso chofer nos deixou no hotel, onde relaxamos um pouco e fomos nos arrumar para o Jantar com Show de tango no El Milongon. Esse passeio também foi adquirido pela Daytours4u ainda aqui do Brasil e com certeza foi um dos passeios que eu mais gostei no Uruguai. O El Milongon é enorme e muito bonito, a decoração é elegante e as mesas são postas com muito requinte. Começamos a noite com um médio y medio, uma bebida típica do Uruguai, doce demais para o meu gosto, em seguida pedimos um vinho delicioso. As bebidas estavam inclusas no passeio e eram liberadas a noite toda, junto com o jantar. Logo nos pediram quais as preferências para a entrada, fomos de sopa para abrir o apetite, depois o prato principal, me perdoem pois não me recordo o nome em espanhol, mas era delicioso, parecido com um rocambole com carne moída, as meninas foram de filé e legumes. Eram 8 opções de prato e todos davam água na boca. Assim que acabamos de jantar começou o show e foi emocionante. Mesmo a casa não estando cheia, pois fomos na baixa temporada, os artistas se apresentaram com o coração, os trajes e coreografias foram impecáveis, se apresentaram como se estivem na frente de uma multidão de pessoas e com o mesmo entusiasmo. Eu adorei cada uma das apresentações, nunca tinha ido em um show de tango antes e foi incrível, além do tango também tinha candomblé e dança folclórica. Enquanto assistimos ao show nos foi servida a sobremesa, e enquanto terminamos nossa segunda garrafa de vinho o show ia terminando, foi uma experiência incrível e uma noite cheia de cultura no Uruguai! Para comprar o tour no El Milongon pela Daytours4u, clique aqui. Depois do jantar com show, pegamos um táxi e fomos para o Bar Fun Fun, mas perdemos a viagem, pois já estava fechando, infelizmente na baixa temporada não tem muita vida noturna em Montevideo durante a semana, ouvimos dizer que a agitação começa na sexta, mas infelizmente não ficamos até a sexta para comprovar. O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo O que fazer no Uruguai: Letreiro Montevideo O que fazer no Uruguai: Palácio Legislativo O que fazer no Uruguai: Palácio Legislativo O que fazer no Uruguai: Montevideo O que fazer no Uruguai: Montevideo O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: El Milongon O que fazer no Uruguai: Cerveza Mastra O que fazer no Uruguai: Montevideo Dia 03 – O que fazer no Uruguai: Monumento Los Dedos, Museu Casapueplo e Puerto em Punta del Este Acordamos cedo e fomos tomar café, o dia seria em Punta del Este, não contratamos o tour de um dia por agências, resolvemos ir por conta própria, tem um ônibus que sai de hora em hora pela COT. Chamamos um UBER, como estávamos em 4 para dividir, o UBER acabava sendo mais barato que o transporte publico em Montevideo, mas caso você esteja sozinho fomos conferir o transporte público, é barato e funciona bem. Para continuar lendo o artigo inteiro clique aqui ou acesse o blog em: https://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-no-uruguai-relato-de-viagem-com-gastos-dicas-de-passeios-restaurantes-hoteis-locomocao-e-cultura/
  4. Pensando em viajar para a América do Sul? Já sabe o que fazer no Peru? Vou contar para vocês como foi a minha viagem de 9 dias pelo Peru, com os gastos diários e o total que gastei na viagem toda, dicas de passeios, restaurantes, hotéis, locomoção e cultura. Enfim, vou fazer um resumão completinho sobre o Peru e a minha aventura por lá. O Peru tem sido meu sonho desde que eu consigo me lembrar de querer algo com muita força, além de Machu Picchu, que é a razão pela qual a maioria das pessoas visita o país, o que mais me encantava os olhos ficava mais ao norte, na cidade pouco conhecida e de difícil acesso de Huaraz. Não me pergunte “Porque Huaraz?” apenas continue lendo esse relato e descubra por si mesmo. E não dava para esperar mais, eu estava decidida que iria para o Peru e que iria sozinha, porém por uma jogada de mestre do destino, era véspera do dia das mulheres e eu pensei comigo mesma, porque não convidar algumas mulheres que sonham também em conhecer o Peru, mas na maioria das vezes não tem companhia ou oportunidade de ir para irem comigo? Assim nasceu a minha primeira expedição. No dia das mulheres eu postei nas minhas redes sociais (Instagram & Facebook) que estava indo para o Peru e que gostaria de levar mais 5 mulheres comigo, diferente dos pacotes prontos por agências, seria uma viagem diferente, seria um mochilão, uma viagem por conta própria e com o nosso próprio esforço, eu iria mostrar para elas um pouquinho do meu mundo e mostrar também o meu jeito favorito de viajar, com a mochila nas costas. Eu recebi muitas mensagens, confesso que fiquei surpresa, não tinha muita noção da dimensão de pessoas que fazem parte das minhas redes sociais, pessoas que conheciam o meu trabalho, o blog, que queriam viajar comigo e que adoravam as minhas aventuras pelo mundo. Fiquei muito feliz, no mesmo dia já fechei com as meninas, acabei cedendo em levar uma a mais porque tinha uma delas que queria levar uma amiga, hoje penso que foi uma ótima decisão, pois, essa mulher a mais acabou sendo uma ótima companhia na viagem. Fechamos em 6 e mais eu, e no dia seguinte já estavam todas com as passagens compradas, 7 mulheres prontas para a viagem dos sonhos. Tinha uma fila de espera enorme caso alguma desistisse, decidi fazer um grupo pequeno por ser minha primeira expedição, mas quem ficou de fora dessa, terá oportunidade em outras expedições que sairão ainda esse ano. O meu roteiro ficou apertadinho, mas acho que foi o ideal para 9 dias e com muito o que fazer no Peru, vamos conferir? [ O que fazer no Peru – Roteiro de 9 dias Dia 01 – O que fazer no Peru em Cusco: Plaza de Armas, Basílica Catedral de Cusco e Centro Artesanal de Cuzco Dia 02 – O que fazer no Peru em Cusco / Aguas Calientes: Transporte para Águas Calientes + trilha Dia 03 – O que fazer no Peru em Aguas Calientes: Machu Picchu Dia 04 – O que fazer no Peru em Cusco: Humantay Lake Dia 05 – O que fazer no Peru em Lima: Miraflores Dia 06 – O que fazer no Peru em Huaraz: Aclimatação Dia 07 – O que fazer no Peru em Huaraz: Glacial Pastoruri Dia 08 – O que fazer no Peru em Huaraz: Laguna 69 Dia 09 – O que fazer no Peru em Lima: Retorno ao Brasil Dia 01 – O que fazer no Peru: A chegada em Cusco e a compra dos passeios do Peru Nosso voo foi cansativo, saímos de Curitiba com a LATAM e fizemos uma conexão longa em São Paulo, praticamente um pernoite no aeroporto, pegamos o voo cedinho, e tomamos o melhor café da manhã que já tive em um avião, uma delícia! Deu até um animo, voamos para Lima onde teria outra conexão, curta dessa vez. O que fazer no Peru: café da manhã no avião da LATAM Em Lima fomos direto o banheiro e depois para a área de conexão, a atendente em SP comentou que pegaríamos as malas apenas em Cusco, que era nosso destino final, mas não foi o que aconteceu, tínhamos que retirar as malas em Lima e despachar novamente para Cusco, e não sabíamos disso! Por sorte do destino, quando estávamos indo para a área de conexão, olhamos para o lado no aeroporto de Lima e vimos nossas malas em um canto no chão! O que fazer no Peru: hora de embarcar para o Peru Claro que reconhecemos na hora aquele monte de mochilão coloridos, fomos até lá pega-las e depois fomos procurar o local para despachar da LATAM, tínhamos que fazer isso e ir para o embarque em tempo recorde ou perderíamos o voo. Deu tudo certo, tinha começado a aventura pelo Peru finalmente, e já começou com perrengue correndo pelo aeroporto de Lima. O que fazer no Peru: conectada com a easysim4u Já sai conectada aqui do Brasil, recebi o chip da easysim4u em casa e cheguei no Peru já com a internet funcionando, fiz um artigo explicando tudo, clica aqui para ver. Chegamos no aeroporto de Cusco e já fomos recebidas com folha de coca grátis na entrada do aeroporto, era hora de aclimatar para os próximos dias, por sorte nenhuma das meninas teve problemas com a altitude. Trocamos pouquinho dinheiro, apenas para o táxi. Lembrem de nunca trocar dinheiro no aeroporto, é sempre a pior cotação, no aeroporto de Cusco estava 0,77 soles cada real! Na saída pegamos um taxi van por 40 soles para 5 pessoas e fomos para o hotel. Para entrar no Peru é recomendado a vacina da febre amarela. Fiz um artigo explicando onde fazer e como emitir o certificado internacional, clique aqui para ver. Em Cusco ficamos hospedadas no Atlantis Hostal, assim que chegamos já fomos recebidas com um delicioso chá de coca cortesia. O hotel é simples, mas é uma graça e fica próximo a Praza de Armas, ruim apenas para voltar para o hotel da Praza porque tem uma subida, mas fomos e voltamos várias vezes e não chegou a ser um problema. Tinha chá de coca e folhas de coca disponíveis o tempo todo e o café da manhã era simples, mas gostoso. Tomamos o nosso chá, deixamos as malas e já saímos andando para a Praza de Armas, infelizmente chegamos em Cusco já era final de tarde e não deu para ver muita coisa, mas já deu para ter uma ideia que a cidade é antiga e é uma graça. Fomos conhecer a Praza de Armas e fomos trocar dinheiro, conseguimos a melhor cotação em 0,87 (R$ 500,00 deu 435 soles). Depois disso fomos fechar os passeios em Cusco, precisávamos fechar a van para Machu Picchu (mais abaixo eu explico melhor sobre a van) e também a Laguna Humantay. Fechamos com a Sap Adventure os dois, conseguimos fechar a van ida e volta por 70 soles cada (sem alimentação, se você quiser incluir o almoço são mais 15 soles) e fechamos o Humantay por 90 soles cada (completo com transporte, guia, alimentação e entrada do parque). O que fazer no Peru: Praza de Armas em Cusco Agora sim, tínhamos feito as coisas importantes, era hora de comer! Fomos no Jack’s Cafe que era bem próximo ao hotel e eu já tinha ouvido falar que a comida era ótima, não teve erro! Comida deliciosa, preço meio salgado, mas valeu a pena, paguei 31 soles em um prato enorme de comida (era uma carne com vegetais e purê de batata, as meninas pegaram lasanha com salada pelo mesmo preço) e uma água. O que fazer no Peru: comida deliciosa no Jack’s Cafe em Cusco Depois de comer fomos fazer compras nas lojinhas de bugigangas e roupas, por sorte a maioria das lojas ficavam abertas até tarde da noite. Comprei um poncho e um cachecol (foi tudo que gastei com compras a viagem toda, sou econômica, né?). As meninas se endividaram, tinha muita coisa linda! E as vendedoras faziam tudo para nos agradar, até nos vestiram como peruanas para tirarmos fotos. Saímos felizes da loja e fomos para o hotel descansar porque tínhamos que acordar cedinho para Machu Picchu. O que fazer no Peru: as peruanas (ou pelo menos os trajes) Gostou das dicas com o que fazer no Peru do primeiro dia? Vamos para o próximo! Dia 02 – O que fazer no Peru: A maneira mais barata de conhecer Machu Picchu no Peru No dia anterior a recepção do hotel já tinha nos pedido que hora queríamos que servissem o café da manhã, porque sairíamos cedo para Machu Picchu. Já deixamos pronta uma mochila de ataque com o que precisaríamos para 2 dias e arrumamos o mochilão para deixar no hotel, eles têm um deposito onde poderíamos deixar para ir a Aguas Calientes, (a noite que dormimos em Aguas Calientes, não deixamos pago o hotel em Cusco). Quer viajar para o exterior e não sabe nada de inglês? Ensino alguns truques e dicas no meu e-book gratuito de inglês para viagens e mostro como viajar para o exterior sem falar inglês. Clique aqui para baixar. Escolhemos essa maneira para ir para Machu Picchu por ser a mais econômica, pegaríamos uma van que nos pega na porta do hotel e nos leva até a hidrelétrica, a partir da hidrelétrica iriamos a pé em uma trilha de 12km de extensão. Basicamente seguiríamos os trilhos do trem, no final dessa trilha está a cidadezinha de Aguas Calientes, ponto de saída para quem vai para Machu Picchu, onde passaríamos a noite para então no dia seguinte seguir rumo a Machu Picchu. Tomamos nosso café da manhã no hotel e preparamos um sanduíche para o almoço. Com 10 minutos de atraso chegou a moça da Sap Adventure, ela nos levou até o ponto de encontro em um táxi (2 táxis na verdade, pagos pela Sap Adventure) para onde sairia a van, parece que a van era grande demais para chegar até o hotel. O que fazer no Peru: hora de embarcar na van para Machu Picchu Entramos na van e partimos rumo a aventura, já ao entrar na van tomei um dramin, já fui avisada que teria muita curva e que seria circulando um precipício quase a viagem toda. Foi emocionante! E realmente as curvas fazem algumas pessoas passarem mal, graças ao dramin, para mim foi muito tranquila a viagem. O que fazer no Peru: entrada para Machu Picchu Fizemos uma parada de 20 minutos em um local estratégico para o café da manhã (para quem quiser, é claro) como tínhamos tomado um café reforçado no hotel, ficamos só admirando a paisagem e tirando algumas fotos. Logo estávamos de volta na estrada rumo a Machu Picchu, a van contata com Wi-Fi grátis e pegava muito bem em algumas partes do caminho. O que fazer no Peru: primeira parada da van para Machu Picchu Paramos mais uma vez para quem quisesse comprar água e snacks ou usar o banheiro, depois disso só paramos para o almoço em um restaurante, como levamos nossos sanduíches, comemos na van mesmo. Depois disso faltava meia hora até a hidrelétrica. Levou cerca de 6 horas para chegar a hidrelétrica, onde a van nos deixaria para seguirmos a pé. As vans chegam praticamente ao mesmo tempo na hidrelétrica de todas as agências de Cusco, ou seja, você vai encontrar muita gente fazendo a trilha, não se preocupe caso esteja viajando(a) sozinho, a trilha é bem tranquila e lotada de pessoas. O que fazer no Peru: primeira plaquinha para Machu Picchu Assim que chegamos na hidrelétrica as 14:30 da tarde, descemos da van, passamos repelente (item importantíssimo para a trilha de Machu Picchu, tem muitos insetos), protetor solar e seguimos a pé para Aguas Calientes, primeiro você preenche uma ficha em uma barraca para registrar que está fazendo a trilha, apenas seu nome, de onde é e documento. Depois disso você já vê os trens, onde começa a trilha, não tem erro. Logo no começo da trilha próximo aos trilhos vai ter uma plaquinha escrito Machu Picchu e uma flecha, siga a flecha, você sai dos trilhos e sobe um morro até dar em outros trilhos, e então começa a segui-los. A trilha é linda e calma, tiramos algumas fotos pelo caminho, tem uma ponte por onde o trem passa que fica linda nas fotos, não vá pelos trilhos nessa ponte, tem uma passarela no lado. O que fazer no Peru: ponte na trilha da hidrelétrica para Machu Picchu Meu problema foi que como só levei uma mochila de ataque para a trilha, e além de água e lanche para a trilha, eu tinha que levar uma muda de roupa para Machu Picchu e equipamentos fotográficos. Ou seja, a mochila estava bem pesada, apesar de ser pequena, não cabia mais nada. Então, decidi ir com uma bota mais arrumada de cano mais longo e que combinava com tudo, a bota é ótima é da Timberland, porém ela ainda não estava devidamente amaciada para uma trilha longa, claro que a trilha era tranquila, mas são 12km andando e eu não pensei nisso, ou seja, fez bolhas e machucou os pés, mas as fotos de Machu Picchu ficaram incríveis com aquela bota. No final acabei não me arrependendo, mas dica a dica, se tivesse machucado mais um pouquinho, teria comprometido o restante da viagem, eu deveria ter ido com a minha bota velha de guerra que tem uns 7 anos e nunca fez uma bolha no pé! O que fazer no Peru: caminho da trilha da hidrelétrica para Machu Picchu Quase no final da trilha você vai ser uma placa enorme avisando para não continuar pelos trilhos e uma fecha apontando para um caminho ao lado, siga pelo caminho do lado, pois se você continuar pelos trilhos você terá que passar por um túnel e nesse túnel caso passe algum trem na hora, não tem espaço para você e o trem, ou seja, pode ser fatal. Preste atenção nessa placa, eu a achei bem visível, porém teve duas meninas com a gente que estavam mais atrás e não viram, acabaram passando pelo túnel, por sorte não teve trem nesse momento, encontramos elas no final, já em Aguas Calientes. O que fazer no Peru: quando você ver essa placa, estará quase lá! Finalmente chegamos em Aguas Calientes ou Machu Picchu Pueblo como é chamada por lá, já no final da tarde, a cidade é bem pequena, fomos para o hotel deixar as coisas para depois ir jantar. Em Aguas Calientes ficamos no hotel Hanaqpacha Inn, o hotel é uma graça e tem um café da manhã delicioso. Depois de deixar as coisas no hotel, fomos comprar o ticket do ônibus para Machu Picchu para o dia seguinte, custou 78 soles (custa 12 dólares somente a ida ou somente a volta, eu comprei ida e volta). Fomos jantar em uma pizzaria, tomamos cerveja e comemoramos a chegada, depois fomos andar, conhecer o vilarejo e ganhamos drinks grátis em um barzinho, a cidade dorme cedo e nós deveríamos dormir também, pois íamos acordar cedinho para pegar o primeiro ônibus para Machu Picchu. Voltamos para o hotel, arrumamos a mochila (daria para deixar no hotel a mochila, porém como só fomos com uma mochila pequena de ataque resolvemos subir com ela para depois não ter que voltar no hotel), depois de um banho, fomos dormir e sonhar com o dia seguinte. O que fazer no Peru: Aguas Calientes ou Machu Picchu Pueblo Gostou das dicas com o que fazer no Peru do segundo dia? Vamos para o próximo! Dia 03 – O que fazer no Peru: Um dia incrível em Machu Picchu, Peru Desde que eu me conheço por gente que sonho com Machu Picchu e poder realizar esse sonho e ao lado de pessoas incríveis, foi indescritível. Quando fomos dormir no dia anterior estava chuviscando e ouvimos que estava chovendo em Aguas Calientes há 3 dias, claro que estávamos preocupadas em chegar lá em cima e não conseguir ver nada ou pegar chuva, mas sabe aquela sorte nossa de viajante? Eu tenho, muita sorte nas viagens, e sempre consigo dias lindos de sol, nessa viagem não foi diferente. Acordamos as 5 horas da manhã, tomamos café e fomos pegar o ônibus, a fila já estava gigante e pensamos que iria demorar bastante, mas não, foi bem rápido, eles só enchem os ônibus e sobem, não esperam dar horário para ter que sair. A viagem de ônibus é bem rápida e faz você pensar que esse deve ser provavelmente o ônibus mais caro do mundo, pela distância que te leva e o valor que você paga, mas para quem veio andando no dia anterior 12km e teria que andar mais 12km para voltar, depois de andar mais ainda para conhecer Machu Picchu, estava bem pago e sem reclamações. Chegamos lá e já estava lotado de gente, o dia ainda estava escuro e frio, a entrada foi rápida apesar da quantidade de pessoas (o primeiro ônibus para Machu Picchu sai as 5:30 então não adianta querer subir as 4 da manhã, e Machu Picchu só abre as 6h). O que fazer no Peru: amanheceu em Machu Picchu Chegamos antes do sol nascer e foi a hora perfeita, depois que entramos começamos a subir para apreciar aquela paisagem, foi quando o sol resolveu aparecer para nos abençoar e nos mostrar que sonhar vale sim a pena. Quando o sol nasceu, começou a iluminar lentamente Machu Picchu, pedaço por pedaço, até iluminar completamente. Foi lindo, tudo melhorou, as fotos, a nossa alegria, a dor nos pés sumiu e nosso corpo se revigorou, como mágica. O que fazer no Peru: Sol nascendo e iluminando Machu Picchu Ouvimos guias comentando que tivemos muita sorte, porque foi o dia mais lindo do ano. Sorte? Não! Respondi para eles – É Deus! Agradeci, agradeci e agradeci novamente por aquele momento, por tudo, até pelas bolhas nos pés, que me levaram aquele lugar. Chegar lá com o esforço do teu próprio corpo, é impagável. Por isso algum dia ainda quero voltar para fazer a trilha Salkantay, são 4 a 5 dias caminhando até Machu Picchu, que vai de neve à selva amazônica peruana, passando por riachos, vales, picos nevados e paisagens de tirar o folego, são 70km de trilha a mais de 4mil metros de altitude, já pensou qual a sensação no momento em que você chegar a Machu Picchu? Eu já, e quero essa sensação. O que fazer no Peru: dia de sol e gratidão em Machu Picchu Decidimos pernoitar em Aguas Calientes porque além de irmos de van e trilha até lá, que é a forma mais econômica de conhecer Machu Picchu, queríamos entrar em Machu Picchu antes da muvuca começar quando chegam os turistas de Ollantaytambo e Cusco de trem. E foi a melhor coisa que fiz! Claro que Machu Picchu estava cheio já mesmo quando fomos no primeiro horário, mas tinha bem menos gente que o restante do dia, Machu Picchu vazio você não pegará jamais, não se iluda com isso, então tente apenas ir quando a multidão é menor, se você não pernoitar em Aguas Calientes, não terá esse privilégio. Lembre-se também de comprar o seu ingresso para Machu Picchu antecipado no site oficial, o preço é tabelado, mesmo valor no site e por agências em Cusco e compre apenas do site oficial, tem outros sites que vendem o ingresso também, mas o valor é quase o dobro. Paguei 168 reais no site oficial, já incluído o IOF. Machu Picchu é sensacional e nossa visita a esse lugar sagrado foi incrível. Enquanto contempla aquele lugar, desencane de entender ou de saber as coisas, as evidencias de que os incas eram avançados em astronomia, agricultura, engenharia e logística estão por toda parte em Cusco e no Vale Sagrado, mas acredite a beleza extraordinária de Machu Picchu eleva a civilização inca a outro patamar. Você vai entender quando estiver lá olhando para tudo aquilo, apenas respire, abra os olhos e o coração. O que fazer no Peru: Machu Picchu Nós fomos sem guia, não precisa contratar antecipado, tem aos montes oferecendo os serviços na porta de entrada de Machu Picchu, e não acredite se algum falar que é obrigatório. Se dispuser de dinheiro sobrando, contrate um para entender melhor. Nós optamos por ir vendo e descobrindo por nós mesmas, claro que li muito sobre Machu Picchu antes de ir, então tinha bastante noção antes de chegar lá. O que fazer no Peru: pézinhos no precipício em Machu Picchu Depois de andar bastante e se deslumbrar com cada paisagem linda em Machu Picchu, tirar milhares de fotos e guardar esse lugar especial no coração, revolvemos voltar para almoçar, era 10h30 da manhã, na saída carimbamos o passaporte com o carimbo de Machu Picchu, se você está saindo fica a sua esquerda. Esperamos na fila para pegar o ônibus, foi rapidinho e logo estávamos em Aguas Calientes, encontramos um restaurante para almoçar e descansar um pouco antes da trilha de 12km para voltar para a hidrelétrica onde a nossa van estaria nos esperando as 14:30. Antes de começar a trilha de volta, compramos um cadeado para colocar na ponte em Aguas Calientes, todas colocamos o dedo no cadeado e desejamos de todo o coração por mais viagens como essa. O que fazer no Peru: cadeado na ponte em Aguas Calientes Saímos de Aguas Calientes e começamos a trilha rumo a hidrelétrica, o caminho foi bem tranquilo e os pés doíam menos que no dia anterior, já que o corpo estava quente ainda de andar em Machu Picchu, depois de 12km de trilha pelos trilhos, chegamos no hidrelétrica e logo nossa van chegou. Depois de 6h de viagem estávamos em Cusco, a van nos deixou na Praza de Armas e resolvemos ir de taxi para o hotel, estávamos cansadas, era noite e tínhamos que acordar as 4h da manhã no outro dia para mais uma trilha. Um taxista chegou e falou que conseguia levar nos 7 no carro, pensei que fosse uma van, mas não, era um carro e 3 teriam que ir na porta mala, que não tinha a parte de cima, não era fechado, era só sentar. As meninas adoram a ideia que fazer algo maluco assim, teve disputa para ver quem ia no porta malas e foi gargalhadas o caminho inteiro até que fomos paradas por uma policial, o taxista conversou com ela, e nós conversamos com ela também, dizíamos que não queríamos nos separar e que não foi culpa do taxista, mas ela queria os documentos dele, e ele estava enrolando, até que entregou, estava com os documentos vencidos. A policial deu uma bronca dele, mas deixou passar e deixou que ele nos levasse até o nosso hotel. Que loucura! Foi para fechar o dia com chave de ouro. Chegamos no hotel exaustas (o mesmo hotel que ficamos o primeiro dia, Atlantis Hostal), depois de um longo banho, ninguém conseguiu sair para jantar, comemos snacks e dormimos, pois, tínhamos que acordar em 4 horas. Gostou das dicas com o que fazer no Peru do terceiro dia? Vamos para o próximo! Dia 04 – O que fazer no Peru: Uma das paisagens mais lindas da vida: Humantay Lake, Cusco, Peru Acordamos cedinho e o café já estava na mesa só para gente, tomamos chá de coca, comemos e pontualmente as 4h nossa van chegou. Passou em outros hotéis pegar mais pessoas e quando a van estava completa o guia se apresentou e disse que poderíamos descansar por mais uma hora e meia até o momento que pararíamos para o café da manhã. Todo mundo dormiu, o guia nos acordou quando chegamos em uma espécie de restaurante, foi incrível ver aquela mesa preparada com tanto capricho para gente, parecia que estávamos na casa deles mesmo e eles estavam dividindo um pouquinho da cultura peruana com a gente. O café estava delicioso, primeiro foi servido panqueca e depois pão com geleia e frutas, um chá de coca quentinho para a altitude e logo estávamos de volta na estrada. O que fazer no Peru: café da manhã no passeio de Humantay Lake no Peru Mais 2 horas de viagem e chegamos no parque onde começaríamos a trilha, o guia explicou que ali era ponto de encontra para quem faz a trilha Salkantay, a Lagoa Humantay faz parte dessa trilha, é um dos belíssimos atrativos da mais linda e desafiante rota até Machu Picchu. O que fazer no Peru: o começo da trilha para Humantay Lake O passeio bate e volta de Cusco para a Laguna Salkantay foi aberto a apenas 8 meses, antes para ver esse lago você só conseguia se fizesse a trilha Salkantay que são 70km de trilha e dura em média de 4 a 5 dias e como eu tinha poucos dias no Peru, faze-lo seria impossível se não tivesse aberto o passeio bate e volta. O passeio dura um dia inteiro, sai as 4h da manhã, leva 4hs de van para chegar, em média 2h de trilha e mais 4h de van para voltar, te deixa no hotel no final do dia. Na entrada do parque tem banheiros, e você consegue ver muitas barracas de gente acampando. Era hora de começar a trilha, o guia falou que a maioria das pessoas leva em torno de 2h para chegar até o topo por causa da altitude e também nos pediu para encontrar alguma pedra que gostássemos e levar que ao final da trilha teria um agradecimento com ela. A Carol e eu ficamos na frente, e as meninas mais atrás, caso você não consiga subir, eles alugam cavalos para te ajudar, vai uma pessoa na frente puxando e você em cima do cavalo. Apenas uma precisou usar o cavalo para subir, as outras conseguiram chegar lá com seu próprio esforço. O que fazer no Peru: começando a trilha para Humantay Lake Eu achei a trilha bem tranquila e não tive problemas em nenhum momento, parava as vezes para tirar fotos, mas não o tempo suficiente para o corpo esfriar. As meninas tiveram problemas para respirar, mas nada grave, o guia ia junto e te dava uma espécie de essência para ajudar na respiração, também tinha oxigênio com ele caso alguém precisasse, mas ninguém precisou. O que fazer no Peru: o caminho pela trilha para Humantay Lake Chegamos lá em cima depois de 40 minutos de trilha e o guia estava orgulhoso da gente, nós adoramos o guia, ele era simpático e estava sempre pronto para ajudar. Ao chegar lá em cima meu coração disparou mais forte, não sei se era a altitude ou a sensação de ter visto um dos lugares mais lindos da vida. Que paisagem sensacional! O Lago era de um verde esmeralda transparente incrível e as montanhas nevadas ao fundo davam um contraste todo especial. O que fazer no Peru: Humantay Lake O que fazer no Peru: Humantay Lake Assim que chegamos o guia no reuniu, pediu para nos sentarmos em uma roda e contou um pouco para a gente daquele lugar, pediu para colocarmos uma folha de coca embaixo da pedra que trouxemos na trilha como agradecimento a mãe terra, pediu para fecharmos os olhos e meditar que ele iria fazer uma oração. Foi de arrepiar! A oração era em kechua, ele falava em kechua e depois traduzia para a gente, foi emocionante entrar um pouquinho na cultura linda do Peru. O que fazer no Peru: Humantay Lake O que fazer no Peru: Humantay Lake O que fazer no Peru: galera da van em Humantay Lake Depois disso fomos tirar algumas fotos e comtemplar aquele lugar surreal, e começamos a descer novamente para a van, a descida foi rápida e tranquila e logo estávamos todos prontos para ir embora na van. Depois de 2h de viagem paramos para o almoço, de entrada tinha sopa e depois comida típica do Peru, com suco e até sobremesa, tudo estava uma delícia! A viagem de volta a Cusco foi de descanso e gratidão. O que fazer no Peru: entrada do almoço do passeio de Humantay Lake O que fazer no Peru: almoço do passeio de Humantay Lake Chegamos em Cusco no final da tarde, depois de descansar um pouco e banho, era hora de sair para jantar, fizemos uma pequena despedida de solteira para a Jessica, ela linda com uma coroa de noiva e a gente com balões e flores andando pelas ruas de Cusco, ela ganhava presentes e as mulheres a abraçavam e parabenizaram, foi muito divertido. Paramos no restaurante Limo para provar o melhor ceviche de Cusco, fizemos o pedido e já pedimos um Pisco Sour bebida típica do Peru para comemorar o sucesso do dia, assim que tomamos o pisco já ficamos alegrinhas, com o esforço do dia e estomago vazio é esse o resultado, comemos nosso ceviche, que estava maravilhoso por sinal (era obrigação estar maravilhoso pelo preço que cobram), o atendimento no restaurante foi impecável também, mas o Nimo é aquele restaurante chique que só da para ir um dia da viagem, saímos de lá 96 soles mais pobres. Fomos com nossos balões e flores conhecer a noite de Cusco, em todos os bares que passávamos ofereciam drink grátis se a gente entrasse, nos sentimos princesas com os bares disputando a gente, paramos em um que estava bem animado. Tomei 2 drinks, um pisco e 1 mojito, nos divertimos muito, eu e uma das meninas acabamos indo embora cedo, mas as outras ficaram por lá aproveitando a noite de Cusco. Eu estava cansada e no outro dia ainda tinha voo para Lima, peguei um taxi e voltei para o hotel, dormi feito um anjo. Está gostando do relato? Para ler o restante do relato e se encantar com as minhas aventuras no Peru, acesso o blog no link: https://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-no-peru-relato-de-viagem-com-gastos-dicas-de-passeios-restaurantes-hoteis-locomocao-e-cultura/ Continue lendo em: https://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-no-peru-relato-de-viagem-com-gastos-dicas-de-passeios-restaurantes-hoteis-locomocao-e-cultura/
  5. Pensando em ir para a África do Sul? Já sabe o que fazer lá? Vou contar para vocês como foi a minha viagem de 17 dias pela África do Sul, com os gastos diários o total que gastei na viagem toda, dicas de passeios, restaurantes, hotéis, locomoção, cultura, enfim vou fazer um resumão completinho sobre a África do Sul e a minha aventura por lá. Desde criança ouvi falar da África, mas não de uma forma boa. Pelo contrário, quando eu não comia toda a comida do prato na escola ou em casa, eu escutava frases do tipo “Não vai comer tudo? Não sabe que as crianças na África passam fome?” então eu imediatamente terminava de comer toda a comida do prato, pois não queria ser a responsável pela fome das crianças na África. Foi com essa ideia da África que eu cresci, a África era um continente pobre onde as pessoas estavam morrendo de fome e só. Quando comecei a entender melhor e com a ajuda da internet. Pesquisei sobre esse continente, eu não queria acreditar que era só isso. Fiquei deslumbrada com o que vi, como a África era maravilhosa! Se eu vi que realmente as crianças passavam fome? Claro que sim, assim como em qualquer lugar tem crianças passando fome, inclusive no país em que vivemos, mas o que eu descobri foi muito além disso, essa realidade era a única coisa que eu sabia da África e foi o que acreditei por muito tempo. Hoje eu quero contar para vocês um pouquinho desse meu sonho de criança de conhecer esse lugar incrível e contar como foi a minha viagem para lá, também quero mostrar como eu estou grata por ter ido atrás e descoberto que a vida vai muito além do que as pessoas nos contam ou ensinam e o mundo está aí para ser vivido! A África do Sul foi o meu primeiro país na África e tenho plena certeza que será o primeiro de muitos, pois quero conhecer cada pedacinho desse continente incrível. Confira como era o nosso roteiro inicial por esse país incrível: Mochilão África do Sul 2018 – Roadtrip Dia 1: O que fazer na África do Sul: Londrina -> São Paulo -> Joanesburgo Dia 2: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo – Arts on Main. Pata Pata Restaurant e festa de ano novo do hostel no rooftop. Dia 3: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Museu do Apartheid, Visita ao Soweto, Nelson Mandela Square, Berço da Humanidade – Cradle of Humankind, Montecasino. Dia 4: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Dirigir até o Paul Kruger Gate – Rest Camp Skukuza no Kruger National Park. Safári Guiado Sunset. Dia 5: O que fazer na África do Sul: Safári por conta própria. Ver o amanhecer no Lake Panic Hide Dia 6: O que fazer na África do Sul: Dirigir até Joanesburgo e voo para Durban. Dia 7: O que fazer na África do Sul: Durban – Temple of Understanding (Hare Krishna Temple). Atirar-se no maior swing do mundo, dentro do Moses Mabhida Stadium. Praia. Dia 8: O que fazer na África do Sul: Port Elizabeth. Praia. Shark Rock Pier. Kings Beach. Dia 9: O que fazer na África do Sul: Jeffreys Bay – Praia Dolphin Beach/Supertubes. Fazer compras: outlets e lojas de fábrica: Billabong, Quicksilver, Element, Rip Curl entre outras. Dia 10: O que fazer na África do Sul: Stormsriver. Maior Bungee Jump de uma ponte do planeta. Tsitsikamma National Park. Dia 11: O que fazer na África do Sul: Mossel Bay com parada em Plettenberg Bay (Lookout Rocks) e Knysna (The Heads – east head view point). Sandboard na Dragon Dune. Santos Beach. Cape St Blaize Cave. Dia 12: O que fazer na África do Sul: Dirigir até Cape Town com parada em Cape Agulhas. Dia 13: O que fazer na África do Sul: Dirigir pela Garden Route – Camps Bay. Chapman’s Peak. Boulders Beach. Cape of Good Hope. Dia 14: O que fazer na África do Sul: Table Mountain. Waterfront. Dia 15: O que fazer na África do Sul: LionHead. Kirstenbosch. Long Street. Dia 16: O que fazer na África do Sul: Ilha Robben e voo para Brasil. Dia 17: O que fazer na África do Sul: Voo SP > Londrina. Me acompanha nessa aventura e saiba o que fazer na África do Sul! No final do artigo vou deixar todos os valores que gastamos nessa viagem e também os sites para comprar os passeios e tours online. Vamos lá! Dia 1: O que fazer na África do Sul: Londrina > São Paulo > Joanesburgo Saímos às 7 horas da manhã de Londrina no Paraná de ônibus em direção a São Paulo, almoçamos na estrada e como a viagem é longa, assistimos vários episódios do Grey’s Anatomy no celular para passar o tempo. Chegamos na rodoviária de São Paulo e pegamos um Uber para o aeroporto, não teríamos tempo para esperar o busão. Lanchinho rápido no aeroporto e fomos para o embarque. Nosso voo saiu às 19:45 e logo foi servido o jantar, só comi e dormi feito um bebê, ainda cansada da viagem de ônibus, acordei na conexão em Luanda na Angola, onde aproveitamos para escovar os dentes e passar aquele lencinho umedecido maroto, já que banho não iria ter no dia, praticamente todas as mulheres do avião tiveram a mesma ideia, fila no banheiro com lencinhos na mão. Já aviso para sempre levarem esses lencinhos na bagagem de mão para quando encontrarem banheiros em aeroportos como o de Luanda, precário e sem papel higiênico, assim estarão preparadas. Voamos de TAAG aproveitando uma promoção de passagens para a África do Sul, com ida para Joanesburgo e volta por Cidade do Cabo (Cape Town). Pagamos R$ 1600,00 cada um pela passagem, isso viajando para ano novo. Não temos reclamações sobre a cia aérea, é simples, mas atende a todos os requisitos. A conexão em Luanda era de 2:30 de duração e foi tranquila, passageiros em transito não precisam de visto, único problema era que só tinha uma pessoa para atender a todos os passageiros de conexão, ele que olhava no monitor enquanto as malas de mão passavam e ele que revistava quando apitava em vermelho as pessoas, deu até dó do coitado, mas mesmo assim foi relativamente rápido e logo estávamos embarcando para Joanesburgo. Durante o voo de Luanda a Joanesburgo, almoçamos, assistimos filmes e tentamos nos manter ocupados e acordados para nos acostumar com o novo fuso horário de 4 horas de diferença do Brasil. Chegamos em Joanesburgo as 13:45 e agora sim a aventura começa. Dia 2: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo – Réveillon No aeroporto comprei um chip de internet para o celular, trocamos um pouquinho de dólares por rends (moeda da África do Sul) para emergências, pois pretendíamos trocar mais em uma casa de câmbio, a cotação do aeroporto era horrível, como é sempre em qualquer aeroporto, depois fomos procurar a companhia que alugamos o carro, fizemos tudo online ainda do Brasil, inclusive o pagamento, então foi só chegar, retirar e pronto, estávamos motorizados e dirigindo pela primeira vez na mão inglesa e com câmbio manual. Era cômico ver o Fernando ligar o limpador toda vez que queria dar seta! Mas fiquem tranquilos que chegamos vivos ao hostel, ele pegou o jeito rapidinho. Em Joanesburgo ficamos hospedados no Curiocity Backpackers. Quando comecei pesquisar o que fazer na África do Sul, Joanesburgo na verdade, só entrou no roteiro porque é a porta de entrada para quem quer fazer o safári no Kruger Park e também porque é por onde chegam os voos mais baratos do Brasil, não era um lugar que eu tinha desejo de conhecer, mas já que estávamos em Joanesburgo ou Joburg, como é carinhosamente chamada por lá, e era ano novo, tínhamos que aproveitar, certo? Chegamos no hostel já era final de tarde, só tomamos um banho e fomos jantar. Jantamos no restaurante Pata Pata, fomos a pé, fica a 2 quadras do hostel, o restaurante é bom, mas achei muito caro, R$ 108,40 para duas pessoas (sim, preço em reais e não em rends), e o pior é que um prato dava para duas pessoas comerem tranquilamente, mas eles não deixavam pedir só um prato para duas pessoas, pedimos dois pratos e veio comida para umas 8 pessoas, claro que não conseguimos comer nem metade, por sorte veio um senhorzinho e disse que estava com fome, se poderíamos dar-lhe um pouco de comida, falamos que não iriamos comer mais e se ele não se importava pediríamos para embrulhar e dar para ele, ele falou que seria a melhor comida que ele comeria em muito tempo e ficou muito grato, então fizemos isso e vimos ele sair contente de lá. Uma coisa que vimos na África do Sul, foi a desigualdade, tem pessoas que tem muito dinheiro e pessoas que passam fome literalmente, claro que isso existe em todo lugar, mas o que eu quero dizer é que lá não existe meio termo ou classe média, ou você tem bastante ou não tem nada. Dirigindo pela África do Sul vimos muitas e muitas favelas, em todo lugar, não é em apenas um lugar isolado, é em todo lugar, isso que passamos apenas pela rota mais turística, mas conversando com pessoas que moram lá, nos contaram que nas rotas menos turísticas é bem pior. Também ainda existe muita rixa por causa do preconceito racial, mas tem melhorado a cada dia, e como eles mesmo dizem por lá, eles têm certeza que as gerações futuras jamais vão passar por isso, vai ser apenas uma lembrança de um passado distante. Depois de ter deixado o rim lá para pagar a conta do restaurante, fomos para o hostel dar uma dormidinha antes do ano novo. Dessa vez colocamos 15 despertadores para não acordar só no outro dia como aconteceu na nossa viagem da Tailândia, acordamos com a insistência do despertador. Os meninos que estavam no quarto com a gente já tinham saído, pegamos um quarto misto para 8 pessoas. Depois de nos arrumarmos, fomos para uma festinha, que ficava a meia quadra do hostel, a festa era do hostel mesmo com entrada gratuita, só que era em um rooftop com vista para a cidade toda e churrasquinho de graça. O Fernando e eu éramos os únicos de roupa branca na festa de ano novo, acho que lá não tem esse negocio igual tem aqui que a cor da roupa atrai o que você deseja no ano. Eu também não acredito nisso não, mas no Brasil é tradição, então nos acostumamos a vestir branco no ano novo. Na festa estavam todos com roupas coloridas, felizes dançando, a dança deles é diferente da nossa, é lindo de ver e difícil de fazer igual. Os drinks também eram diferentes, era uma mistura de tudo que existe alcoólico e algo muito doce junto, tomei dois e já estava alegre. De lá conseguimos ver os fogos e comemoramos juntos a chegada de um novo ano em nossas vidas. Conhecemos um casal e mais 2 rapazes na festa, eles vieram conversar com a gente e foi amizade instantânea, logo eles estavam convidando a gente para ir em outra festa com eles, que iriam tentar passar a gente sem termos que pagar, a festa era próxima dali e iriamos todos a pé. E não é que deu certo? Eles falaram “façam como a gente, só nos sigam, vocês têm cara de gente fina, nem vão conferir as entradas”. Eles já tinham entrado na festa, antes de ir para o rooftop, então tinham um carimbo no braço, colocaram a gente no meio da fila e entraram dançando, só seguimos eles dançando e entramos tranquilamente. A festa era eletrônica e foi incrível, em um lugar chamado Che Argentine Grill. Eu me senti uma princesa nessa festa, ou melhor durante a viagem toda, mas principalmente nessa festa, recebi muitos elogios, as meninas no banheiro elogiavam meu cabelo, minha roupa, meu corpo, minha tatuagem, tudo! O povo querido demais nessa África do Sul, massagearam o meu ego sem pedir nada em troca, só um sorriso bastava. Resultado da festa? Fomos dormir muito tarde e acordamos quase uma hora da tarde do outro dia, ok tínhamos perdido a manhã, então agora era correr para aproveitar a tarde do nosso último dia em Joanesburgo. Curiocity Backpackers Rooftop Dia 3: O que fazer na África do Sul: Joanesburgo: Museu do Apartheid, Visita ao Soweto, Nelson Mandela Square Fomos conhecer a Mandela Square onde tem a famosa estatua do Nelson Mandela, aproveitamos para almoçar por lá, almoçamos no Rocomamas e que delicia de comida! A comida da África do Sul é muito parecida com a nossa, inclusive os temperos, é só um pouquinho mais apimentada, eu adorei. Depois de nos perder no shopping da Mandela Square, sim nos perdemos literalmente dentro do shopping, gente do interior quando vai para a cidade grande dá nisso. Depois de andar muito, conseguimos sair na porta onde tínhamos deixado o carro no estacionamento. Fomos em direção ao Museu do Apartheid, que na verdade era a única coisa que eu realmente queria fazer em Joanesburgo, mas o que a gente esqueceu? Era dia primeiro de janeiro, ou seja, feriado. E claro que o museu não abria no feriado, fiquei bem chateada e tudo que consegui foi tirar uma foto do lado de fora. Antes de ir para a África do Sul e ao pesquisar o que fazer na África do Sul eu li em algum lugar que se sua viagem para Joanesburgo é curta, você sairá daqui satisfeito, apenas conhecendo o Museu do Apartheid. Eu vi que as consequências desse regime fazem parte do dia-a-dia dos sul-africanos, principalmente em Joanesburgo e eu queria muito conhecer o museu, pois tenho certeza que seria uma imersão na história do país, diferente do que passou na mídia sobre o Apartheid lá eu teria acesso aos detalhes desse regime que existia até bem pouco tempo atrás, mas infelizmente por ser feriado não consegui visitar o museu. Saímos de lá tristes, mas tudo bem, a viagem estava só começando e tinha muito o que fazer na África do Sul. Mas fica a dica, quando for pesquisar o que fazer na África do Sul e ao fazer o seu roteiro, tenha cuidado para deixar o Museu do Apartheid em um dia que seja feriado. Fomos para o Soweto que é considerado o maior bairro do mundo (com mais de 3 milhões de habitantes). Mais conhecido por ser uma favela, o Soweto é a área urbana com a maior concentração de negros em Joanesburgo e também carrega um peso histórico muito grande, é um dos principais símbolos da história da África do Sul e do Apartheid, o regime de segregação racial instituído na década de 20 e que se estendeu até 1994. Foi residência, inclusive de Nelson Mandela. O Soweto cresceu muito na década de 50, com mais negros se mudando para lá, já que não podiam mais ficar nas áreas para brancos designadas pelo governo. Rodamos um pouco pelo bairro e fomos conhecer a Orlando Towers, famoso ponto para saltos de bungee jump, mas é claro que estava fechado, mesmo assim a vista de fora era ótima. Na estrada para as torres encontramos algumas crianças que pediam para nós tirar fotos delas, as crianças adoram fotos e tem os sorrisos mais gostosos da vida! O Soweto com certeza merece estar na sua lista de o que fazer na África do Sul. Era final de tarde quando lembramos que tínhamos que trocar dinheiro e comprar suprimentos para o safári do dia seguinte. Por ser feriado, praticamente tudo na cidade estava fechado, inclusive as casas de câmbio e mercados, rodamos, rodamos e não encontramos nada aberto, então voltamos para o hostel para tomar banho e ir jantar. Lembramos de um mercadinho que vimos no dia anterior, a duas quadras do hostel e resolvemos dar uma ultima chance e tentar encontrar um mercado aberto, e não era que estava aberto? Infelizmente era mais uma conveniência, e não tinha quase nada, pensávamos em comprar comida para fazer nos dois dias de safári e cozinhar no bungalow, mas não tinha nada, então compramos biscoitos, suco e água. Ao sair perguntei para o atendente no caixa se ele sabia de algum lugar onde poderíamos trocar dinheiro, ele disse que tinha uma pessoa e chamou um rapaz que veio falar com a gente, o rapaz disse que trocaria para a gente, a cotação era ruim, mas realmente precisávamos de dinheiro vivo, pois sairíamos ainda na madrugada para o safári e ouvimos dos locais para não viajar sem dinheiro, pois normalmente policiais faziam blitz e só deixavam passar com um suborninho. Um exemplo era você passar por uma placa com limite de velocidade de 100 e logo depois encontrar uma de 80 e a 50 metros depois dessa placa de 80 os policiais medindo a velocidade, claro que iriamos respeitar os limites de velocidade enquanto dirigíamos para o Kruguer Park, mesmo assim resolvemos não arriscar. Trocamos 200 dólares por rends e fomos jantar. Jantamos no Revo Revo a uma quadra do hostel, um macarrão ótimo. Depois de tomar uma cerveja na temperatura ambiente (sim, cerveja gelada não existe na África do Sul, eles dizem que é gelada, mas não é, cerveja gelada só no Brasil mesmo. Mais tarde descobrimos que o chopp era gelado, depois disso só tomamos chopp) fomos para o hostel arrumar as mochilas e descansar porque íamos dirigir para o Kruger Park antes do sol nascer. Queríamos ter feito o Cradle of Humankind (Berço da Humanidade) em Joanesburgo, mas como o nosso tempo era limitado acabou não dando tempo, mas deixamos essa sugestão para vocês de mais uma coisa de o que fazer na África do Sul. O Cradle of Humankind é um parque considerado Patrimônio Mundial da Unesco por abrigar milhares de fósseis de ancestrais do homem. O lugar tem cavernas, fósseis de hominídeos de milhões de anos atrás e é um passeio bem interessante para conhecer melhor a evolução do homem. Além disso também escrevi um artigo com mais opções de o que fazer em Joanesburgo, clique aqui para ler. Joanesburgo Mandela Square Mandela Square Museu do Apartheid Orlando Towers – Soweto Dia 04: O que fazer na África do Sul: Acampamento Skukuza – Safári no Kruger Park Acordamos as 6 da manhã, fizemos check out, sincronizamos o gps do celular rumo ao Kruger Park, abastemos o carro e partimos rumo ao tão esperado safári na África. A estrada é bem tranquila e demoramos 5 horas para chegar, isso parando para tomar café no caminho e parando em um mercadinho para tentar comprar comida para os dois dias de safári, porem também não tinha nada, compramos frutas e um tipo de sopa. Ao chegar no portão de entrada do parque descemos do carro e fomos na recepção, como tínhamos comprado tudo pela internet, foi rapidinho, só preenchemos uma ficha e fomos liberados para entrar. Quando comecei a pesquisar o que fazer na África do Sul, fiquei impressionada como fazer um safári era caro, até descobrir que eu poderia fazer um safári por conta própria, sem pacotes. Não se preocupe que eu fiz um artigo inteirinho ensinando como fazer um safári por conta própria no Kruger Park e também mostrando todos os sites que eu usei, clique aqui para ler. Para chegar no Skukuza Camp, onde ficava nosso bungalow, foi bem fácil, foi só seguir as placas pelo caminho, do portão de entrada até o acampamento demora mais 20 minutos, mas não se preocupe, você não vai ver o tempo passar, pois assim que entra no parque você já começa a ver os animais. Assim que você entra no portão do Kruger Park, você já se sente aventureiro, começa a olhar para todos os lados para ver se avista algum animal, e logo nos primeiros metros já vimos o primeiro animal da viagem, as impalas, são quase sempre quem faz as honras da casa, tem mais de 110 mil impalas no Kruger Park. Logo depois vimos muitos javalis, imaginem a minha emoção ao ver o Pumba pessoalmente! E ainda antes de chegar no acampamento tivemos que parar o carro e esperar uma família de elefantes que estava atravessando a rua, foi lindo demais ver o nosso primeiro Big Five. Assim que chegamos no Skukuza Camp fizemos check-in e fomos para o nosso bungalow, era um charme, quase consegui me sentir morando na natureza selvagem, quase né, porque o ar-condicionado entregava o jogo. A nossa primeira opção era as tendas, mas quando fizemos a reserva online as tendas estavam todas lotadas, então optamos pelo bungalow, e não nos arrependemos, é um pouquinho mais caro, mas compensa pelo conformo e praticidade. Como tínhamos tomado café da manhã tarde, estávamos sem fome, então comemos frutas, descansamos um pouco, fomos conhecer as outras áreas do acampamento. O Skukuza é um dos únicos acampamentos que tem wi-fi, mas o único lugar que pega é no restaurante, também tem posto de gasolina, caixa eletrônico, mercado, loja de souvenires e piscina. Contratamos ainda aqui no Brasil um safári guiado que saia as 16:30, pegava o por do sol e voltava as 7:30, os carros saem do lado da recepção, deixamos nosso carro lá e fomos embarcar no carro do safári. Recomendamos que vocês peguem pelo menos um safári guiado, porque os guias já sabem onde ir para ver muitos animais e eles se comunicam entre os carros sempre que avistam algum dos Big Five. Ao contrario do que muitos pensam os Big Five não são os maiores animais da África, se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. São eles: leão, elefante, búfalo-africano, leopardo e rinoceronte. Choveu um pouquinho a tarde, mas durante o passeio do safári não, o tempo estava nublado e começou a esfriar. Mas logo todos esqueceram o frio, assim que começou a aparecer os primeiros animais. As primeiras foram as zebras, era chuva de câmeras para tirar fotos a cada parada do carro, depois as girafas, macacos, e quando vimos muitos carros parados na rua, tínhamos certeza que era um Big Five, e estávamos certos, todos estavam olhando o Leopardo, que dormia na copa de uma arvore distante. Rolou uma inveja da menina que estava do nosso lado com uma lente de câmera que parecia uma arma de tão grande, ela conseguia capturar todos os detalhes, que a gente não enxergava só com os olhos, a minha lente não tinha o zoom tão longe, cada foto ela mostrava para a gente e ficávamos maravilhados. Mais a frente vimos mais um Big Five, os rinocerontes, lindos e gigantes e estavam pertinho do carro. Continuamos e vimos mais zebras, mais girafas, muitos elefantes, hienas, impalas, antílope, eram muitos animais! Assim que escureceu o guia teve auxilio de lanternas no carro que refletiam nos olhos dos animais, estávamos atrás dos leões. Infelizmente não conseguimos ver nem os leões e nem os búfalos para fechar os 5 Big Five, mas calma que ainda tinha o dia seguinte inteiro para tentarmos ver esses e muitos outros animais. Era hora de voltar para o acampamento, assim que chegamos vimos que nosso carro estava trancado no estacionamento, não tinha como tira-lo, pois, tinha carros dos lados e atrás. E adivinha? Não carros não eram das pessoas que foram fazer o safári com a gente, eram de funcionários do parque e que só voltariam ali no outro dia pela manhã. Ou seja: estávamos a pé até o dia seguinte! Imaginem o meu desespero, tudo bem que não deveria ter leões dentro do acampamento (pelo menos eu espero), mas e os outros animais? As cercas não eram tão altas, macacos podiam pular tranquilamente, e durante o dia os portões do acampamento ficavam abertos, ou seja, qualquer animal poderia ter entrado. Eu comecei a imaginar mil jeitos de morrer devorada, mas não tinha outra alternativa, teríamos que ir para o nosso bungalow a pé e a noite. Apenas com a lanterna do celular acesa, começamos a andar e eu tentei pensar em 50 assuntos diferentes para não pensar nos barulhos sinistros de animais que eu ouvia, andando o mais rápido possível conseguimos chegar sãs e salvos no nosso quarto. O Skukuza é enorme, demoramos uns 10 minutos andando para chegar no quarto, e não eu não iria até o restaurante ou mercado que ficava no lado oposto, nem que tivesse que dormir com fome. Por sorte tínhamos uma sopa de macarrão que compramos antes de ir, então fizemos aquilo mesmo, porém como não almoçamos direito eu continuei com fome, comi fruta, biscoitos e tudo que trouxemos. Depois que estávamos alimentados e que passou o susto, um banho e uma ótima noite de descanso era só o que faltava no dia. Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Kruger Park Dia 5: O que fazer na África do Sul: Safári por conta própria no Kruger Park O Fernando foi pegar o carro e fomos tomar café no restaurante do acampamento, uma delícia de café da manhã, tem várias opções de escolha. Depois disso era hora de começar a aventura, de fazer o safári com o nosso próprio carro e sozinhos! Ainda dentro do acampamento vimos 2 javalis, dentro do acampamento! Lembrar que eu estava andando a pé no escuro pelo acampamento no dia anterior me deu um frio na espinha. Também vimos várias placas para ter cuidado com os babuínos que ficavam pelo Skukuza. Logo que saímos do acampamento tivemos que esperar uma tartaruga atravessar a rua, e logo em seguida um macaco. Começamos o dia bem! Mais a frente vimos 2 carros de safári e fomos lá conferir, era um Big Five! Uma manada de búfalos, lindos e majestosos! O mais perigoso dos Big Five. Demos a volta para tentar vê-los mais próximos e conseguimos, ficaram pertinho do carro e tiramos milhares de fotos deles. Continuamos e vimos elefantes, e mais elefantes e muitos outros elefantes. Elefantes foram os animais que mais vimos, e toda a vez eles nos encantavam. Já tivemos uma experiência com os elefantes na nossa viagem para a Tailândia, mas os elefantes da África eram diferentes, eram muito mais selvagens e na minha opinião eram mais bonitos também. Continuei o relato com todos os gastos, dicas de passeios, restaurantes, hotéis, locomoção, cultura local e mais no blog! Clique aqui para ver http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-na-africa-do-sul/ Qualquer dúvida que tenha restado é só perguntar! Bora viajar gente? No blog também disponibilizo uma planilha gratuita para planejamento de custos de viagem! http://oquefazer.blog.br/planilha-gratis-para-planejamento-de-custos-de-viagem/ Finalizo com mais algumas fotos da viagem Espero que gostem do relato, continue lendo no blog que tá completinho http://oquefazer.blog.br/o-que-fazer-na-africa-do-sul/
  6. Obrigada Bruno! 15 dias eu ficaria só na Tailândia, tem muuuuuito lugar foda pra conhecer! Boa viagem!
  7. Porque discorda? Na verdade eu concordo contigo kkkk Recomendo o passeio a todos que tenham disposição e algum preparo físico. Teve um casal que começou subir com a gente e desistiram antes da metade do caminho porque não estavam preparados para o nível de dificuldade. Eu faria de novo sem pensar duas vezes
  8. Desculpa a demora, Cheila. É que eu já comprei. Depois que me toquei desse "pequeno" detalhe... Não se preocupa não, acho que da tempo sim
  9. Oi Vivi! Eu fui com um mochila de apenas 30L Foi tranquilo em todos os voos. Aqui o vídeo:
  10. 2h30? Nossa... tenho que ver isso direitinho então É difícil prever né, não tem voo interno mais tarde?
  11. Isso! Aí seria 4 horas aproximadamente de folga. E você foi no ano novo, né? As filas deviam estar maiores nessa época... será? Verdade Luma, cheguei dia 28 de dezembro em Bangkok. Que vontade de voltar já kkk
  12. Ah espera, além das 2 horas e 45 você ainda deixou mais uma hora antes do próximo voo? Totaliza 3:45 no aeroporto? Então da sim! Achei que era o total 2:45. Vai na fé
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