Ir para conteúdo

Hélio Jr1502432675

Colaboradores
  • Total de itens

    334
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Hélio Jr1502432675 postou

  1. Olá Ronaldo, o valor do camping nas casas de apoio é R$20 por pessoa. Isto é, se você fechasse o pacote com janta + camping + café da manhã sairia por R$100.
  2. deve ser coisa de 2 ou 3km, não é tão longe. é um trajeto bem perigoso, tem que tomar cuidado pra não levar uma chifrada do gado que pasta por lá
  3. Fala Dérien! Então, pra quem é assíduo nas trilhas e montanhas, recomendo adquirir um GPS. Utilizo um da Garmin e foi uma das melhores aquisições que fiz. Daí basta baixar o arquivo , colocar ele no GPS e ir pra trilha. Mas também dá pra navegar pelo smartphone, daí tem que baixar o aplicativo do Wikiloc (a versão completa é paga, mas é mixaria). Ele utiliza o GPS do smartphone, então não precisa de sinal de telefone nem de internet. Deve funcionar nos mesmos moldes que o Strava. Não sei bem ao certo como é utilizar o aplicativo pelo smartphone, mas o feedback é positivo. O ponto negativo é que a bateria do smartphone não tem a mesma autonomia da de um GPS, então tem que ficar atento a esses detalhes caso queira encarar uma trilha mais longa e também pensar em fontes alternativas de energia.
  4. Tive o mesmo problema com as duas Finisterre que tenho, felizmente a Vento ofereceu a ressola do segundo par, que tinha 10 meses de uso e menos de 18 meses de fabricação. Fora esse problema que parece ser crônico, é uma bota que considero muito confortável e bem aderente.
  5. Pessoal, vou deixar um ligeiro review sobre duas marcas/modelos que tenho usado. Para que conheçam um pouco do meu perfil, sou montanhista assíduo, nos últimos 10 meses fiz na média 4 trilhas por mês, incluindo aí travessias longas, com mais de 30km. Ou seja, as botas foram bem exigidas. VENTO/Finisterre: Estou no meu segundo par. São botas super confortáveis, meus pés seguem intactos mesmo após 3 dias de caminhada e mais de 50km de trilhas, e com ótima aderência. A princípio são impermeáveis, mas depois de um tempo passa a ser resistente à água. Como ponto negativo, cabe frisar que os dois pares que utilizei apresentaram uma trinca no solado, sendo que a segunda bota teve este problema após 10 meses de uso. Felizmente fui prontamente atendido pela Vento e fizeram a ressola do segundo par. O @fabiomon disse na penúltima página do fórum que a Vento mudou o solado, resta saber se este problema vai persistir. O preço é intermediário, não é barato nem caro demais, com sorte você encontra por menos de R$350. MARLUVAS/Premier Plus: Estou no meu primeiro par, com pouco mais de 2 meses de uso. Tenho usado mais no dia-a-dia, mas também fiz duas trilhas pesadas com ela. É uma bota com ótimo custo-benefício, já que é bem confortável para os pés e impermeável (pelo menos a princípio). O preço é convidativo, comprei a minha por menos de R$230. Até então, o único ponto negativo que consegui avaliar foi a falta de aderência da bota em superfícies pouco aderentes. Pode parecer contraditório, mas uma bota tem que passar estabilidade mesmo naqueles locais "instáveis", com superfícies muito inclinadas, rochas com limo e superfícies inclinadas com uma fina camada de areia por cima. Indico as duas marcas, mas acredito que a Marluvas tem um custo-benefício superior a grande parte do mercado.
  6. Não sei se tem ônibus direto, mas com certeza de Alto Paraíso deve ter algum transporte até a vila. Quando fui fiquei em camping, na época R$20/pessoa/dia. Tem um post com dicas de hospedagem de lá.
  7. Compartilhando aqui novamente, aquele que considero (modéstia a parte), um dos guias mais completos da Chapada Diamantina, com foco na região do Parque Nacional. Estão listados diversos atrativos, agrupados por município a qual pertencem, seguidos de uma breve descrição do local e da trilha, além de uma foto autoral. Pode ajudar quem está com dúvidas em relação a roteiros e também quem deseja conhecer um pouco mais sobre o que a Chapada tem a oferecer. > http://caminhosdomato.blogspot.com/2017/09/guia-chapada-diamantina.html
  8. Michell, Alto Paraíso tem alguns atrativos, mas pra quem vai sem carro nem nada acredito que São Jorge seja a melhor opção. Além das trilhas gratuitas do Parque Nacional, a pé dá pra conhecer o Vale da Lua e o Mirante da Janela. Dependendo você pode descolar uma carona para o Segredo, já que é preciso passar por São Jorge pra chegar lá. E também uma lotação ou carona pra Almécegas/São Bento. Cavalcante é fora de cogitação. As cachoeiras mais próximas ainda são longes pra ir a pé. Sobre agência, as opções são muitas, tem que ver se cabe no bolso. Se não tiver outras pessoas pra dividir o carro é uma grana violenta.
  9. Fiz a travessia no último sábado (12/5/18) e retorno com alguns detalhes. Antes de iniciar, reitero o que disse no comentário anterior. No montanhismo aprendi que a gente deve aproveitar as facilidades dos terrenos. Uma dessas facilidades é sair do lugar mais alto pro mais baixo. Então, decidi iniciar pelo Capão (que está na faixa dos 900m de altitude, contra 400m de Lençois). Fiz a trilha bem leve, somente com uma mochila de 20L e uma garrafinha de água, não pesando mais de 5kg no total. Sobre a logística, saí de Lençois na sexta a noite, pegando o carro da Rápido Federal até Palmeiras (pouco mais de R$10, o ônibus chegou 19:41 em Lençois e gastou cerca de 50 minutos de viagem). O movimento estava bem fraco por lá, como eu esperava, então decidi ficar na cidade mesmo e pegar a van na manhã seguinte para o Capão, o que seria mais em conta. Fiquei num lugarzinho de frente ao terminal rodoviário, o responsável cobrou R$30 pela dormida. Na madrugada seguinte saí de lá beirando as 05:00, pois me disseram que no sábado o ônibus chega mais cedo (e por consequência, a van sai mais cedo). Ledo engano, o ônibus chegou um pouco antes das 06:00 e uns 15 minutos depois a van saiu. A van só sai depois que o ônibus chega, a passagem até o Capão custa R$15. Para adiantar a caminhada, já que não teria nada pra fazer no centro do Capão, desembarquei nos Campos, na rua que dá acesso à Fumaça. Comecei a caminhada pouco depois das 7, não havia ninguém na ACV-VC. Cheguei no mirante cerca de 1h30 depois, como esperado, não havia ninguém por lá nem no caminho. Depois de uns 40 minutos apreciando a vista, já que o tempo estava muito bom, dei continuidade à travessia. O trecho entre a Fumaça e a entrada no Córrego Verde tem 2.2km de extensão e gastei exatamente 1 hora neste deslocamento. A trilha pelo gerais da Fumaça é discreta, com alguns pontos confusos. Boa parte da caminhada se dá por lajeados, então, às vezes, não é tão simples "encontrar a saída". E existem algumas bifurcações importantes neste trajeto, uma que leva de volta ao Capão e outra que vai no sentido do mirante frontal da Fumaça e da cachoeira do Palmital. Mesmo fazendo uso do GPS, navego sempre no visual, o que me fez tomar algumas decisões erradas nessas bifurcações rs. Navegando corretamente este trajeto leva de 30 a 50 minutos (em ritmo bom e sem descanso). Uma ferramenta que eu abri mão um pouco antes de sair pra trilha e que fez falta: FACÃO. No caminho pelo gerais da Fumaça tinha alguns pontos com troncos caídos e arbustos com espinhos tomando conta da trilha. Um facão resolveria facilmente esses problemas. Recomendo levar. No início do Córrego Verde muitas árvores caídas também. A caminhada se desenvolve pelo leito do córrego e, em grande parte, por trilhas marginais. Em pouco menos de 20 minutos deixo o Córrego Verde e entro no Córrego Branco, numa confluência de córregos. Do entroncamento foram mais 15 minutos até o topo da cachoeira do 21 (ou XXI), ora pulando pedra, ora por trilhas marginais. Como na semana anterior à travessia deu uma estiada aqui na Chapada, imaginava ver pouca ou nenhuma água no 21. Bom, tinha pouquíssima água caindo (pingando). Foi um pouco complicado encontrar a descida. Lembrando do relato, sabia que seria à direita de quem desce, mas onde? Depois de explorar um pouco, segui um caminho discreto margeando o paredão à direita de quem desce, alguns metros antes da queda. Descida acentuada e de dificuldade moderada até o poço do 21. A escada da foto do relato já não existe mais, somente uma parte dela, que serve como apoio. Chegando a parte baixa, fiz uma parada de quase 30 minutos e tomei uma ducha no córrego ao lado da cachoeira. Do 21 até a Fundão são menos de 500 metros e gastei 15 minutos. A trilha segue pelo leito do córrego, nas proximidades dos grandes poços sempre há trilhas marginais. Não fui até o topo da Fundão, visualizei uma trilha que saía à direita do leito e entrei nela, logo estava descendo pelo capão de mata em direção a parte baixa. Às 11:59 cheguei no poço da cachoeira do Fundão. Depois de 1h20 de lanche, descanso, ducha e sol, dei continuidade. Do Fundão até a confluência com o Rio Ribeirão segui, na maior parte do tempo, pelo leito do córrego. O córrego corre "engrunado", por baixo das pedras na maior parte do tempo, então a dificuldade de ir pelo leito é somente com as pedras escorregadias. Não sei se era minha bota (estava utilizando uma diferente da que utilizo normalmente), mas por diversas vezes meu pé derrapava nas pedras. Estava bastante escorregadio, mesmo com o tempo seco. São aproximadamente 3.2km da cachoeira do Fundão até o Rio Ribeirão, a saída do cânion, e gastei 53 minutos neste trajeto. Interessante dizer que o cânion do Fundão e 21 tem uns trechos bem escuros, com árvores fechando quase que completamente a passagem da luz, então tive a sensação de que estava mais tarde. Chegando ao Rio Ribeirão, é preciso cruzá-lo e seguir rio acima por uma trilha discreta na outra margem. Depois de um pouco mais de 230 metros, próximo a um totem, é preciso deixar a margem do Ribeirão para começar a subir a Serra do Grisante. É uma subida chata até o entroncamento com a Trilha das Mulas, com alguns pontos confusos. São 940m desde a chegada ao Rio Ribeirão até a Trilha das Mulas (outra variante da travessia Capão x Lençois). Chegando à Trilha das Mulas, não há dificuldades marcantes até Lençois. Basta ter atenção nas poucas bifurcações existentes no caminho. Depois da passagem pela Serra do Grisante, a trilha segue, basicamente, em declive até o fim. Este trecho final, que é comum à Trilha das Mulas possui 5.5km até a rua principal de Lençois, percorridos em 1h40 (contando com uma parada longa). Finalizando: a travessia Capão x Lençois pela cachoeira do 21 e Fundão é a alternativa mais curta e menos percorrida. Ao todo são 19.7km (dados do GPS, não é 100% confiável mas é próximo disso), iniciando a contagem na ACV-VC e finalizando o trajeto no Portal de Lençois, na rua principal. Trajeto tranquilo de ser feito em um dia para pessoas com condicionamento físico razoável e experiência no montanhismo. Ao todo foram 9 horas e 23 minutos de atividade. Descontando as paradas prolongadas (mirante da Fumaça, 21, Fundão e Serra Grisante), foram cerca de 6 horas e 30 minutos de caminhada, o que dá uma média de 3km/h. Reitero: o trajeto foi feito com pouquíssimo peso e no sentido em que predominam as descidas. Com cargueira e/ou no sentido contrário, com certeza o tempo gasto é maior, além do desgaste físico também ser bem maior. Como o terreno é bastante irregular, principalmente nos 5.8km entre a entrada no Córrego Verde e a saída do Rio Ribeirão, considero que fazer no modo light é bem mais proveitoso. Dificuldade técnica da trilha: alta. Esforço físico empregado: alto
  10. @Pedro_rs ainda não fiz, queria um tempo melhor pra conseguir pegar a XXI com água, talvez amanhã. hehe E minha ideia é fazer no sentido "contrário", aliás, não vejo muito sentido nessas travessias entre Lençois e Capão quase sempre começarem pelo lado mais baixo (Lençois). Como pretendo fazer em um dia apenas, preciso aproveitar as facilidades do terreno. Fazendo essa travessia eu volto pra dar mais detalhes! Bons ventos!
  11. Este post não é um relato de viagem, trata-se um roteiro de trekking fruto das minhas experiências no interior do vale. Como nem todos tem tempo e/ou dinheiro pra passar vários dias no interior do Pati, segue a sugestão de um roteiro "completo" - com todos os principais atrativos - que pode ser feito em 3 noites - um feriadão qualquer! Este trekking pode ser feito com a presença de um guia local ou de forma autônoma. Não há OBRIGATORIEDADE de contratar guia, tampouco não é obrigatório ficar nos pontos de apoio. QUEM PODE FAZER? Qualquer pessoa com um mínimo de condicionamento físico. Embora não seja uma trilha altamente exigente, é necessária alguma condição física para percorrer distâncias razoáveis (+10km) por trilhas em dias consecutivos. QUANDO FAZER? Qualquer época do ano, na Chapada não é comum chover por vários dias seguidos sem parar. Pesquise a previsão do tempo antes. Se puder, faça este trekking após um período de chuvas na região, assim contemplará o Cachoeirão a todo vapor. ONDE INICIAR? Como a ideia é encurtar as distâncias para aproveitar o máximo, a sugestão é começar nas entradas mais próximas ao Vale do Pati, que são: Trilha dos Aleixos e Beco do Guiné. Ambas entradas estão nas proximidades do povoado de Guiné, pertencente ao município de Mucugê. O caminho pela Trilha dos Aleixos é 1km mais curto que o do Beco do Guiné (distância do início até o Mirante do Pati). Se a opção do primeiro dia for o Cachoeirão, a trilha dos Aleixos é cerca de 2.5km mais curta. Para reduzir as distâncias de carro, sugiro da seguinte maneira: quem vem de Lençois ou Palmeiras, comece pelo Beco do Guiné; quem sai de Ibicoara, Andaraí ou Mucugê, comece pela Trilha dos Aleixos. 1º DIA: GUINÉ X IGREJINHA: 8km Dia de entrada no Vale, seja pela Trilha dos Aleixos ou pelo Beco do Guiné. Quem sobe pelos Aleixos tem a opção de banho no Rio3h Preto após 4km de caminhada. Quem vem pelo Beco também passa pelo Rio Preto, mas em um local diferente. Adiante terá o Mirante do Pati, com visual clásssico do Vale. Descida pela Rampa do Pati e chegada à Igrejinha (casa de João Calixto). Tempo de movimento: cerca de 3h, descontando as paradas. Pernoite: Igrejinha como apoio (pensão ou camping) ou seguir a trilha em direção ao Rio Pati (Cachoeira dos Funis) até um descampado próximo ao rio. 2º DIA: IGREJINHA X PREFEITURA: 11km (Funis e Castelo/Morro Branco) Saída da Igrejinha para o Rio Pati, pelo Cemitério. Na chegada ao leito do rio, a trilha segue pelas margens e, em alguns trechos, pelo leito. Neste ponto o Rio Pati possui diversas quedas, formando alguns poços interessantes para banho. A queda principal, que também forma um bom poço para banho, é conhecida como Cachoeira dos Funis, está a cerca de 40 minutos da Igrejinha (1.8km). Depois de aproveitar o rio, seguir descendo até encontrar a trilha de saída para casa de Sr. Wilson, onde finaliza a caminhada pelo leito. Após a casa de Sr. Wilson tomar um atalho à esquerda, para interceptar a trilha do Castelo. Caso esteja com cargueira, pode optar por escondê-la em algum canto, antes de iniciar a subida, ou deixá-la na casa de Sr. Wilson ou de Agnaldo. A subida é bem acentuada e pode ser escorregadia, caso tenha chovido recentemente, possui cerca de 2km. Entre Funis e topo do Castelo são aproximadamente 2h de caminhada. Castelo x Prefeitura também são cerca de 2h. Tempo de movimento: cerca de 5h, descontando as paradas. Pernoite: sugiro na Prefeitura (Casa de Jailson), para adiantar o dia seguinte. Porém são muitas as opções no caminho: Agnaldo, Dona Leia, Dona Raquel, João e André. Para camping natural sugiro uma área do outro lado do Rio Pati, próximo a Prefeitura. 3º PREFEITURA X SR EDUARDO (CASA DO CACHOEIRÃO): 15km (Cachoeira do Calixto e Poço da Árvore) Saída da Prefeitura para a Mata do Calixto, atravessando o Rio Pati. São aproximadamente 4.5km (2h) até a Cachoeira do Calixto. Fazer o trajeto sem as cargueiras, deixando guardada na Prefeitura. Se a pernoite anterior for na casa de Agnaldo, pode seguir pela trilha da margem esquerda do Rio Pati (não passa na Prefeitura), deixando as mochilas escondidas no acesso à mata do Calixto. No retorno da Cachoeira do Calixto, passagem pela Prefeitura. Cerca de 1km após a Prefeitura está o Poço da Árvore, que é um opcional no trajeto. Tempo de movimento: cerca de 6h30, descontando as paradas. Pernoite: sugiro na casa de Sr. Eduardo, onde o filho Domingos toma conta. Para camping natural, sugiro uma área após a Casa de Seu Eduardo, próxima ao ao Rio Cachoeirão. 4º SR EDUARDO X GUINÉ: 20km (Cachoeirão por baixo e por cima) Saída da casa de Sr. Eduardo sentido os poços do Cachoeirão, trilha com duração aproximada de 1h. Se estiver com cargueira, deixe ela no entroncamento com a trilha da fenda do Cachoeirão. O acesso aos poços é bem irregular e será mais difícil transportando uma cargueira. Sol no poço até o início da tarde, porém sugiro a saída do local até, no máximo, 12:00. No retorno do poço, subir pela trilha da fenda, que, apesar do nome, não possui tanta dificuldade técnica. São 2 a 3 horas de subida até o topo do Cachoeirão, onde será possível contemplar a vista da 4ª cachoeira mais alta do Brasil e nadar em um pocinho em meio a mata. Deixando o Cachoeirão, a trilha segue pelos gerais até iniciar a descida da Serra do Esbarrancado. São 10km até o final dos Aleixos e 12km até o fim do Beco do Guiné. Sugiro sair do topo até às 15h, para não trlhar no escuro. Tempo de movimento: aproximadamente 7h, descontando as paradas. Último dia de trekking, caso queira optar por mais uma pernoite, a opção é o topo do Cachoeirão ou em algum ponto viável do gerais. CONSIDERAÇÕES: Desta forma, o trekking proposto tem aproximadamente 55km. Sugiro fazer neste sentido pois, na maior parte do tempo, a caminhada terá o relevo favorável. Dos atrativos conhecidos do Vale do Pati, o único não contemplado neste roteiro é o cânion do Guariba, que fica próximo a Casa de Joia, na saída para Andaraí.Alguns locais possuem mercadinho (Igrejinha e Prefeitura), onde é possível comprar alguns produtos básicos. Preços bem superiores ao de mercado, cabe frisar. Se possível, utilize calçados impermeáveis, de preferência botas. Leve o mínimo de peso possível nas cargueiras.
  12. 1. Lençois é a cidade mais turística da Chapada, é onde concentram as agências e guias. Entretanto, todas as cidades e localidades da região centro-norte do Parque Nacional da Chapada Diamantina possuem infraestrutura decente (Andaraí, Lençois, Mucugê e Palmeiras). 2. A) Morro do Pai Inácio e Pratinha dá pra fazer em um mesmo dia tranquilamente. Guardar um dia só pra conhecer um dos dois é uma perda de tempo. Minha sugestão para 1 dia é esse roteiro clássico: Poço do Diabo, Pratinha e por do sol no Morro do Pai Inácio. Para esses 3 atrativos, o ideal é pernoitar na noite anterior em Lençois. Você precisa chegar ao Pai Inácio até as 17:00, a subida leva em torno de 15 minutos. B) Poço Azul fica mais próximo de Andaraí e Mucugê, se possível sugiro pernoite em uma dessas cidades. Você pode conciliar essa visita com o Poço Encantado. Como virá em feriado, pode ser que esses locais estejam bem movimentados e você tenha que aguardar algumas horas na fila, já que o acesso se dá por grupos. C) Se continuar com essa chuva boa aqui na Chapada, recomendo fazer a trilha da Fumaça por cima, considerada a segunda maior cachoeira do Brasil. Para tanto, recomendo pernoite em Palmeiras ou Vale do Capão, pois é uma trilha boa de se iniciar na parte da manhã. Se eu fosse você, depois de pegar o por do sol no Pai Inácio iria para o Capão, que é um lugar bem interessante. No dia seguinte faria a Fumaça por cima pela manhã e na parte da tarde ficaria de boa na cachoeira do Riachinho (que estará bem movimentada rs). D) Essas sugestões são bem turísticas. Se você for uma adepta do montanhismo ou gostar de fazer trilhas, independente da dificuldade ou distância, minhas recomendações são diferentes. Tem muita coisa imperdível aqui na Chapada, mas nem todas são fáceis de chegar. 3. Nenhuma indicação específica, mas todas as cidades possuem um hostel, em Andaraí tem a Donana.
  13. @felipenedo veja logo as grandes locadoras, tipo a localiza que tem agência em Palmas.
  14. Pessoas, atualizei o guia da Chapada Diamantina. São breves descrições de vários atrativos e link para os tracklogs. > https://caminhosdomato.blogspot.com.br/2017/09/guia-chapada-diamantina.html Agora já temos: ANDARAÍ: Cachoeira Três Barras, Cristais, Ramalho, Samuel, Caldeirão do Roncador, Invernada, Bom Jardim, Roncadeira, Herculano, Rosinha, Papiaca, Cachoeirão e Rampa do Caim. IBICOARA: Buracão IRAQUARA: Pratinha e Trilha Boiadeira ITAETÊ: Cachoeira Encantada e Poço Encantado LENÇOIS: Cachoeira do Mosquito, Sossego, Capivari, Poção e Mixila MUCUGÊ: Cachoeira do Córrego de Pedras, Andorinhas, Funil, Matinha, Fumacinha por cima e Mirante da Rampa do Paty NOVA REDENÇÃO: Poço Azul PALMEIRAS: Cachoeira da Fumaça, Poço do Gavião, Riachinho, Águas Claras, Morrão e Morro do Pai Inácio.
  15. @AlanaCarmo de Conquista não tem ônibus direto pra Lençois, mas é super simples de chegar: Estando em Conquista, você pode pegar os ônibus das empresas Novo Horizonte ou EMTRAM com destino a Seabra. Horários somente ligando na empresa, alguns ônibus vem de outros lugares então não tem horário muito certo. Embarcando para Seabra, você vai descer no distrito de Tanquinho, que fica a 20km de Lençois, próximo ao aeroporto. Lá em Tanquinho é tranquilo arrumar táxi para Lençois e o preço é em conta.
  16. @mbonamico o problema é que Gandu é muito fora de mão, então restam duas opções: ir pra Feira ou pra Conquista. Como Conquista fica mais próximo de Ibicoara e Mucugê, é o que vale mais a pena. Em VDC você pode pegar um ônibus da empresa EMTRAM ou Novo Horizonte com destino a Seabra ou Bonito (ambos fazem a rota pela rodovia BA-142). Existem algumas linhas que entram em Ibicoara, se este for seu destino tem que ficar atento quanto a isso. Lembrando que os atrativos de Ibicoara são bem distantes do centro da cidade, então se você não tiver como se deslocar por lá nem $$$ é uma viagem perdida. Neste caso recomendo Mucugê, pois tem muita coisa próxima ao centro que dá pra fazer a pé.
  17. Atualizando: A primeira parte pode ser feita em veículo 4x4, motos (mototáxi) ou a pé, é o trecho entre Lençois e a comunidade Capivara, trajeto feito pela Estrada Velha entre Lençois e Andaraí (também conhecida por Trilha do Garimpo ou Trilha do Roncador). Este trecho tem aprox. 8km. O segundo trecho é a subida da Serra do Bode, começa em aclive suave após as casas e, depois de passar por umas área de garimpo, começa uma subida fortíssima. Quase no fim da subida há uma toca de garimpeiro à esquerda da trilha. Depois da toca a subida ameniza e logo a trilha desemboca em um rego de garimpo, por onde corria a água para lavar o cascalho. Neste ponto a caminhada é super tranquila, trecho plano, sem irregularidades até passar bem rente ao Córrego Piçarras. Depois do Córrego Piçarras, a trilha segue em aclive suave, adiante há uma bifurcação: à esquerda é o caminho mais curto para Poção ou Mixila, à direita é o caminho recomendado para quem deseja ir à cachoeira do Capivari. Independente do caminho a ser seguido, logo na sequência chega-se a um outro rego de garimpo. Para quem deseja ir para o Capivari, basta seguir à direita neste rego de garimpo. Terá uma área de acampamento à esquerda do rego, bem sombreada. Continuando pela trilha, tem mais uma bifurcação adiante: à direita o caminho continua pelo alto da serra e leva a algum lugar que não conheço rs; descendo à esquerda a trilha desemboca no leito do Rio Capivari logo mais, bem no topo da cachoeira. Para descer ao poço é preciso caminhar paralelamente ao topo, seguindo para margem esquerda do rio, terá um caminho batido em meio ao capim. A trilha de acesso ao posto é bem acentuada, com alguns degraus. Depois de chegar ao leito do rio, basta subir pelas pedras até encontrar o poço. No topo tem uma pequena área de camping, que cabe uma barraca pequena. Para continuar a trilha em direção ao Poção ou Mixila, basta retornar pelo mesmo caminho e continuar direto pelo rego de garimpo que existe após a bifurcação. Outra opção é subir direto pelo leito do rio até o Poção, mas não considero uma vantagem. De volta ao rego, a trilha continua bem batida, passando por umas manilhas utilizadas para conduzir a água do garimpo. Segue em ligeiro declive, agora com ampla visão para o cânion do Rio Capivari. No final da descida, é preciso cruzar um riachinho bem minguado (caso não esteja seco). São duas as opções: descer à direita, para sair direto no Poção; ou seguir mais à esquerda e subir por uma trilha em meio à vegetação que vai direto para o Mixila e que também passa em algumas áreas de camping, acima do Poção. Saindo no Poção (parte baixa), para acessar o topo e continuar pela trilha basta subir pelo lado direito da cachoeira. Depois das áreas de camping, a trilha segue à esquerda do Rio Capivari, por um rego de garimpo. Adiante a trilha desemboca no leito do rio, por onde é preciso continuar pulando pedrinhas. O cânion vai estreitando e chega-se a um local onde só é possível continuar nadando. Depois de atravessar o poço, é preciso subir por uma pequena queda d'água. Acima dela segue-se por um lajeado e, logo depois, é preciso cruzar mais um poço nadando. Depois do poço basta seguir rio acima, ora por lajeados, ora pulando pedras. Quase chegando no Mixila é preciso subir por outra cachoeirinha, para acessar o poço. > Dá pra fazer em um dia, especialmente se o trajeto Lençois x Capivara NÃO for feito a pé. Além disso, não recomendo fazer o ataque à cachoeira Capivari na ida, somente na volta se estiver com tempo sobrando, da mesma forma para o Poção. Comece O MAIS CEDO POSSÍVEL, ou terminará a trilha a noite. > Indo direto pro Mixila, são aproximadamente 6km entre a comunidade Capivara e a área de acampamento acima do Poção. Em ritmo bom e leve, acredito que este trajeto possa ser feito em 2h, até 2h30. Entre a área de acampamento e a cachoeira são aproximadamente 2.5km, gastei 1h10 (tenho um bom ritmo e sou bom em pular pedras rs). Considerando pequenas pausas para descanso, são cerca de 4h para chegar. Por mais que seja uma cachoeira belíssima, é duro passar muito tempo no Mixila. rs. Sol diretamente no poço somente em algumas épocas do ano e a água é fria (frio é diferente de gelado rs). A volta pode ser um pouco mais rápida pelo terreno favorável, levando cerca de 3h40 para retornar a comunidade Capivara (mantendo um bom ritmo). Ou seja, acredito que para fazer em um dia, em ritmo bom (condicionamento físico é essencial), são cerca de 9h de atividade. > A vantagem de fazer em dois dias é o tempo maior pra poder conhecer os locais sem correria, o que possibilita conhecer a cachoeira do Capivari (que é muito bonita também) e aproveitar o Poção. Também possibilita chegar bem cedo no Mixila no dia seguinte, pegando sol no local (pelo menos batendo na cachoeira). > É necessário saber nadar para chegar na cachoeira. Para os que não sabem nadar, recomendo levar colete. Existem dois poços onde só é possível atravessar nadando. Aproximadamente 20 metros de natação no primeiro e 10 no segundo.
  18. Ótimo relato, Duda, até o momento foi o mais detalhado que encontrei. Bem que me disseram que a Cachoeira do XXI tem essa peculiaridade: pra ter água tem que chover exatamente no vale onde ela está. Como lá se vão mais de 5 anos desde a postagem, nem sei se vc frequenta o fórum mais, não sei se terei a resposta. Gostaria de saber, entretanto, se a trilha é bem demarcada, dentro do possível. Principalmente no trecho de gerais entre a Fumaça por cima e a entrada no vale do XXI.
  19. Ah sim, compreendi. Então, sobre os atrativos foram boas escolhas, os principais estão aí. Mantenho minhas orientação sobre as trilhas no parque nacional, fazer uma em cada dia, combinando com outros atrativos mais tranquilos na parte da tarde. E incluir a Cachoeira do Cordovil (próximo a Almécegas).
  20. Blog atualizado, com mais atrativos da Chapada Diamantina: https://caminhosdomato.blogspot.com.br/2017/09/guia-chapada-diamantina.html Até agora temos os seguintes atrativos: ANDARAÍ: - Cachoeira do Ramalho e Rodador do Rio Baiano; - Rampa do Caim - Cachoeira da Rosinha, Papiaca (Segredo) e Poço da Judite - Cachoeira Três Barras e Cristais - Caldeirões do Roncador - Cachoeira da Roncadeira - Cachoeirão por cima - Cachoeira do Zé Bocório e Três Barras II IBICOARA: - Cachoeira do Buracão ITAETÊ: - Cachoeira Encantada - Poço Encantado LENÇOIS: - Cachoeira do Mosquito MUCUGÊ: - Cachoeira do Córrego de Pedras - Cachoeira do Funil e Andorinhas - Cachoeira da Fumacinha por cima - Mirante da Rampa do Pati NOVA REDENÇÃO: - Poço Azul PALMEIRAS: - Cachoeira da Fumaça por cima - Poço do Gavião - Cachoeira do Riachinho - Morro do Pai Inácio - Monte Tabor (Morrão) - Águas Claras IRAQUARA: - Fazenda Pratinha Travessias Andaraí x Lençois; Mucugê x Andaraí; Aleixos x Andaraí (Vale do Pati); Capão x Lençois (Trilha das Mulas)
  21. Sobre o roteiro: não entendi muito bem, pois tem mais atrativos que dias disponíveis rs. O dia de Macaquinhos é só Macaquinhos, se colocar outra coisa pra fazer vai ficar corrido. Vocês tem o costume de fazer trilhas? Porque fazer todos os atrativos do Parque de uma só vez é puxado e não sobra muito tempo pra aproveitar. Sugiro que façam em dias separados. Fazendo desta forma, dá pra fazer a trilha do Mirante da Janela ou Vale da Lua na sequência. Entre Alto Paraíso e São Jorge sugiro a cachoeira do Cordovil. Talvez dê pra fazer antes das Almécegas. Sobre alimentação: São Jorge tem muita opção, pra todos os gostos. Alto Paraíso tem uns lugares bem caros na avenida principal, mas tem um restaurante bem honesto próximo a rodoviária, bem mais em conta. Cavalcante preparei minha própria comida, mas a cidade tem algumas opções também. Porém bem menos se comparada a SJ e AP.
  22. Pessoas, acidentes (fatais, inclusive) ocorrem com a companhia de um guia ou não. A questão é: você tem experiência em caminhadas longas? Tem noção de cartografia e sabe se localizar? Uma caminhada longa envolve estudo, é preciso conhecer o trajeto, as rotas de fuga, alternativas, etc. Não ache que, só porque leu um relato, está apto a realizar uma travessia dessa magnitude. Se quiser fazer sem guia, estude a rota, prepare-se e faça. Tem vários aplicativos disponíveis que facilitam a navegação, porém fique totalmente dependente dessas tecnologias. Sobre a trilha, vou tentar atualizar algumas informações com base na minha experiência morando aqui na Chapada Diamantina. AS VIDAS DE ENTRADA PARA O PATI: Como o autor do tópico informou, o Vale do Pati possui diversas entradas, das mais batidas às mais alternativas possíveis. A "principal" é via Capão, pelo Gerais do Rio Preto. O fato de ser "principal" é pelo fluxo de pessoas que passam por lá, mas todas as trilhas possuem uma beleza singular. VIA CAPÃO: Do Bomba ao Mirante da Rampa pelo Gerais do Rio Preto são aprox. 18km. Do mirante você pode optar por descer a zona de Dona Raquel, seguir para a Igrejinha ou Cachoeirão por cima (+7km, camping ao natural). Do Bomba ao Pati pela Trilha das Mulas são aprox. 16km até a Igrejinha. Do Bom ao Pati pela Mata do Calixto são aprox. 21km até a Prefeitura, há pontos de camping ao natural pela rota. VIA MUCUGÊ: Pelo município de Mucugê, são 3 acessos para o Pati. O trajeto mais curto para o Pati é pela Trilha dos Aleixos, são aprox. 5km até o Mirante da Rampa. O visual é bem interessante, principalmente no trecho sobre o gerais. Pelo Beco do Guiné a dificuldade é parecida e o acesso é um pouco mais longo, com cerca de 6km de extensão. Um dos trajetos mais longos é pela trilha que acompanha o Gerais do Rio Preto, que sai das proximidades do AABB de Mucugê. São 30km até o Cachoeirão por cima ou 32km até o Mirante da Rampa. É uma trilha pouco frequentada e sem pontos de apoio, indicada para quem gosta de caminhadas autônomas de longa distância. Existem locais para acampar pelo percurso. VIA ANDARAÍ: Andaraí também possui 3 acessos para o Pati. O mais tradicional é via Ladeira do Império, são aproximadamente 13km entre Andaraí e a Casa de Seu Joia, no Pati de baixo. Os outros acessos são alternativos, via Igatu ou Rio Paraguaçu. Saindo da casa de Joia, não cruze o rio Pati, continue pela trilha na margem direita. Adiante será preciso andar pelo leito do Rio Pati. No encontro com o Rio Paraguaçu, são duas opções: subir a serra até a Rampa do Caim, para sair em Igatu, ou continuar descendo pelo rio, até chegar no Poço da Donana, na ponte sobre o Rio Paraguaçu, a 4km de Andaraí. Como se não bastasse somente esses acessos, existem outras vias muito mais alternativas, que passam por trilhas de garimpeiros e leito de rio. Para quem quer ficar no básico, as opções são: via Capão (qualquer uma), Beco do Guiné, Trilha dos Aleixos ou Ladeira do Império. HOSPEDAGEM E ALIMENTAÇÃO NO VALE: Atualmente, quase todos os moradores do Vale trabalham com hospedagem. Algumas casas (a maioria) oferecem o serviço de pensão completa (janta + cama + café da manhã). Se não me falha a memória, somente André e João, filhos de Dona Raquel, não trabalham dessa forma. Eles não oferecem alimentação, mas cedem a cozinha para os vistantes. Por conta disso o preço deles é um pouco mais em conta. A pensão completa hoje está em R$120 por pessoa (janeiro/2018). Se optar por acampar, dá pra reduzir um pouco este valor. Desconto é difícil, a não ser que você passe vários dias na mesma casa, aí é justo pedir um desconto. E, claro, tem a opção de pagar somente o camping. Para quem quer fazer forma totalmente autônoma, pode optar por acampar em alguns pontos no decorrer da travessia. Não há problema. Mas, PELAMOR, tenha bom senso! Utilize áreas já existentes e não deixe lixo para trás. Pode parecer estranho, mas não tem coleta de lixo dentro do Vale (rs). NÃO HÁ SERVIÇO DE ALMOÇO. Muito provavelmente os visitantes estarão na trilha neste horário, por isso as casas não oferecem almoço. Leve um lanche para o dia. Nos feriados, principalmente Ano Novo, Carnaval e São João, as casas lotam. Para conseguir um quarto somente com sorte ou agendando com antecedência. Indo com o guia, normalmente ele fará isso. Indo sem guia, arrume o contato de alguém do Vale e mande uma mensagem via WhatsApp. Dentro do Vale não tem internet ou sinal de celular, mas uma vez por semana uma parte do pessoal sai do Vale para buscar mantimentos em Guiné ou Andaraí. Guiné não tem sinal de telefone, então se for agendar com alguém do Pati de cima, terá que ser via Wpp. Se for agendar com alguém do Pati de baixo (Joia, Eduardo/Domingos, Antônio), pode ser que consiga falar pelo telefone, se eles estiverem em Andaraí, caso contrário: Wpp. Normalmente, o Pati de baixo é mais tranquilo que o Pati de cima, os visitantes preferem ficar naquele miolo ondem mora Dona Raquel, Lea e Agnaldo. Finalizando: Se fizer o Pati de forma totalmente autônoma, você não terá gasto nenhum dentro do Vale, a não ser que queira ficar na casa de algum dos moradores. Utilizar da pensão completa tem a vantagem de caminhar com pouquíssimo peso (somente roupas, lanche para o dia e acessórios). Se estiver fazendo "fora de época" e quiser pensão completa, não precisa se preocupar. Basta chegar na casa de algum morador e conversar. Mas não chegue muito tarde na casa, para que eles tenham tempo de preparar a janta. Pode ser que na baixa temporada alguns moradores estejam fora do Vale, mas sempre terá alguém por lá.
  23. de lençois pra palmeiras/capão é fácil. tem o rápido federal que faz esse trajeto, basta checar os horários. de palmeiras ao capão é tranquilo, descendo do ônibus alguém vai oferecer esse transfer. pra mucugê não é tão fácil assim, vc tem que sair de lençois e ir pra tanquinho (fácil), e de lá pegar algum ônibus que passa por mucugê. tem as empresas emtram e novo horizonte que tem linhas para barra da estiva/conquista/etc. os horários são incertos, mas passam sempre na parte da manhã.
  24. sobre quantos dias ficar em cada lugar, depende do que você quer fazer... principais passeios é uma coisa muita ampla... estou construindo um guia simples com os atrativos da chapada que já visitei, talvez possa te ajudar nessa questão: https://caminhosdomato.blogspot.com.br/2017/09/guia-chapada-diamantina.html
×
×
  • Criar Novo...