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  1. Boa noite, Se fosse na região sul eu poderia indicar algum lugar, mas de qualquer modo vale uma regra geral. Ficando em casa vc não vai encontrar nada. O negócio é sair em busca. Por exemplo, vá até um pousada rural ou um restaurante de turismo rural e fale com os proprietários, garçons, pessoas que vc encontrar no caminho. Uma opção de acampamento ou trilha no mato virá naturalmente. Com o tempo vc irá descobrindo os proprietários das terras da região para pedir autorização. O pessoal rural costuma ser hospitaleiro, mas muitos são desconfiados por causa dos furtos de gado, equipamentos agrícolas, madeiras ou até mesmo caça ilegal. É preciso saber conversar, ganhando a confiança aos poucos. Às vezes é preciso conversar mais de uma vez em ocasiões diferentes até sentir o momento para pedir autorização. Fazendo isso nunca ganhei um não até hoje.
  2. Boa tarde! Então... Morei em POA durante toda a vida e apesar de gostar dessas atividades sempre tive dificuldade em encontrar lugares para trilhas, ainda mais, no RS. Faz poucos anos que me mudei para o interior do sul de SC, no pé da serra, e descobri um novo horizonte de opções. Há muito potencial nessa região que ainda não é explorado. São lugares que ficam 3 ou 4 horas de Porto Alegre. Se tiver interesse nessa região posso ajudar com algumas dicas.
  3. Mais notícias sobre a reforma da estrada do Corvo Branco na RBS de SC hoje (04/05/2015) http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/rbs-noticias/videos/t/edicoes/v/revitalizacao-da-serra-do-corvo-branco-deve-demorar-ainda-mais-depois-de-queda-de-barreira/4155550/
  4. Para conhecimento de todos... estrada do corvo branco está intransitável desde 24/04/2015. Grande desabamento de pedra e terra, acredito ser possível ainda ir até o corte na rocha
  5. Verdade, valeu por corrigir a observação. Já percebi que a bússola do etrex 20 fica indisponível quando não há sinal de gps, enquanto a do etrex 30 continua funcionando.
  6. A empresa encarregada da reforma da estrada do Corvo Branco abandonou a obra por questões financeiras e ambientais. Sem manutenção essa estrada se degrada mais a cada dia até ficar intransitável. O acesso até o rio canoas é aceitável para carros de passeio. Depois aconselhável só um 4x4. Sem carro é bem complicado. Quase todas as atrações são longes do centro. Se conseguir alugar um carro ou contratar os serviços de um guia com carro é o melhor negócio. Táxi é inviável (ainda mais que em cidade pequena esse serviço é muito mais caro que em cidade grande), por exemplo, uma corrida até o topo do morro da igreja não sairia por menos do que R$ 100. Dica: em urubici há muitos lugares únicos para conhecer que não são divulgados e poucas pessoas conhcem. O jeito é correr atrás de informações.
  7. Tem a conhecida isola bella no lago maggiore. Lago alpino a 1 hora de milão. Para chegar até a isola bella é preciso fazer um rápido passeio de barco que sai das cidadezinhas de Stresa, Verbania, Bavero ou Arona. Nesta ilha há um palácio e belos jatdins para conhecer. Joga no google: lago maggiore isola bella italia
  8. Apenas lembrando que o etrex 20 também possui glonass e bússola eletrônica, ao menos a versão que tenho em mãos. N sei dizer se alguma versão mais antiga n tinha essas funções.
  9. Mapas de ruas, estradas e afins... (Tracksource) http://www.tracksource.org.br/desenv/tabela_mapsets.php Mapa topográfico (MoGeo Topo BR) http://www.mogeo.com.br/mapas/ Quanto à questão de imagens por satélites optei por comprar o serviço da BirdsEye da Garmin para editar no sistema BaseCamp da Garmin. Algumas regiões estão com imagens bastante nítidas, mas não é todo lugar que é assim. Vc vai gastar cerca de U$ 30.00 pelo serviço (taxa anual).
  10. Se quiser, tente seguir as orientações dese link: http://www.ehow.com.br/cabo-madeira-facas-como_227742/ Eu já troquei um cabo de uma tramontina velha para brincar seguindo essas dicas e ficou relativamente decente.
  11. Uma opção que foge do comum e registra belas paisagens é conhecer o pé da serra em Orleans no bairro 3 barras, inclusive, pode-se avistar a pedra furada de baixo junto com as chamadas pirâmides.
  12. Vamos ajudar !!!! Abaixo assinado: https://secure.avaaz.org/po/petition/Sra_Izabella_Teixeira_Ministra_do_Meio_Ambiente_retirar_as_restricoes_para_caminhadas_no_Parque_Nacional_de_Sao_JoaquimS/?nOOJgbb CONHECER PARA PRESERVAR (comunidade do Facebook) A região da Serra Catarinense foi palco de inúmeras histórias que se transcorreram na paisagem de matas, nascentes e campos naturais de altitude, desde os tempos do Brasil Colônia. Na segunda metade do século XX, o agrônomo joaquinense João Rodrigues de Mattos idealizou a criação de uma área a ser preservada pelas suas condições especiais. Assim, nasceu o Parque Nacional de São Joaquim, pelo decreto n.º 50.922, de 6 de julho de 1961, assinado pelo presidente Jânio Quadros. Desde então, a concretização dessa Unidade de Conservação de Proteção Integral tem passado pelos trâmites das mudanças de leis e governos, pelo processo da efetiva regularização fundiária junto aos antigos proprietários e pela necessidade de se tornar uma área pública preservada e valorizada pela população em geral. As unidades de conservação do Brasil são regularizadas pela lei 9.985/2000 (SNUC), sendo que, a partir dela, toda unidade de conservação deve ter o que conhecemos por Plano de Manejo, ou seja, um documento próprio, sujeito a revisões periódicas, baseado em estudos específicos, que ordena as atividades permitidas dentro de cada unidade. Segundo a lei, a partir da criação da unidade, o Instituto Chico Mendes – ICMBio, órgão responsável pela gestão das unidades de conservação brasileiras, tem um prazo de até 5 anos para a publicação do plano de manejo. A lei afirma que, os parques nacionais tem a função de preservar e, além disso, de servir para a pesquisa e visitação pública. Sem o plano de manejo, essas últimas funções ficariam impossibilitadas. O PN São Joaquim não possui Plano de Manejo, apesar dos 53 anos passados de sua criação. Mas a visitação pública nessa área vem ocorrendo espontaneamente desde antes da sua criação, intensificando-se nos últimos 10 anos. Não podemos esquecer da pressão da sociedade civil junto ao ICMBio para que seu plano de manejo fosse elaborado. A última gestão do parque conquistou muitas vitórias na regularização da visitação. Entendendo o turismo espontâneo que ocorria nas áreas do parque e a necessidade real da região em fomentar o turismo sustentável, inclusive com incentivos do governo estadual (Planejamento Estratégico/2013), essa gestão, com base legal, preparou condutores do parque e, na sequência, tendo em vista a morosidade da criação do Plano de Manejo, ordenou a visitação, aprovando com o ICMBio, a Portaria n.º 85 de 25 de julho de 2012, válida até a publicação do seu plano de manejo. Nesse ínterim, criou-se um projeto de construção de mirante e centro de visitantes que ordenaria, com segurança, a subida ao Morro da Igreja para a contemplação da Pedra Furada, principal ponto turístico da região. O parque ganhou forma, organização e aliados do turismo sustentável e, nesse período, tornou-se o quarto parque nacional mais visitado do Brasil. Nos últimos meses, o ICMBio modificou algumas gestões internas e posturas. Isso refletiu na suspensão das atividades de ecoturismo (contemplação, caminhada, ciclismo, cavalgada, vôo livre e outras) no PN São Joaquim com a justificativa que, sem o Plano de Manejo, essas atividades poderiam causar impactos ambientais. Porém, é sabido que as atividades de ecoturismo autorizadas pela Portaria eram permitidas a pessoas que solicitavam autorização para fazerem as caminhadas de forma autônoma, desde que comprovassem capacidade de segurança e conhecimento (montanhistas, por exemplo), ou eram acompanhadas dos condutores, preparados em curso e munidos de carteiras com validade, que auxiliavam na preservação das áreas do parque pois, além de possibilitarem uma visitação pública controlada, ordenada e sustentável, denunciavam qualquer irregularidade percebida à administração da unidade. Encaramos essas mudanças como um retrocesso, pois, mesmo que proibida, a visitação espontânea ocorrerá sem o acompanhamento dos condutores, como já ocorria em anos passados antes do ordenamento. Como a visitação será controlada? Como vamos fomentar a sustentabilidade na região, sem que a população tenha acesso à área destinada a isso? As mudanças ocorreram pela ausência do Plano de Manejo e o Ecoturismo na região foi suspenso. Pedimos pela manutenção da Portaria que ordenou o turismo na região, tornando-o sustentável; pela elaboração do Plano de Manejo; pelas atividades de ecoturismo no PN São Joaquim; e pela construção do mirante e centro de visitantes. O uso público ordenado do PN São Joaquim possibilitará ao visitante conhecer as belezas, formas e dinâmicas da nossa natureza, sensibilizando-o, dessa forma, a render-se a favor da preservação do ambiente, que é de todos os seres.
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