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genelypse

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  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/post1256881.html#p1256881
  1. Opa muito bom José, chama lá no whats que a gente troca uma ideia melhor sobre a viagem. 74 99973-6927
  2. Que massa mano, não sei quanto tempo vou demorar pra chegar no Sul, mas se tiver perto na época a gente marca de fazer um trecho junto. 074 999736927
  3. Se a gente sincronizar direitinho pode ser que dê pra gente se encontrar em Minas, já que um dos meus objetivos é fazer a estrada real vou passar por lá. Acho que é o lugar mais próximo daí.
  4. Se eu fosse acho que não sairia mesmo kkkkkkk. Mas como sou só um mero imigrante acho que consigo he-he. Valeu pela energia positiva. Boa sorte pra ti tbm.
  5. Legal cara, só essa data que pra mim não tem como. Só posso sair no fim do ano. Não sei se vou até o extremo sul do continente, a princípio o único trecho que tenho definido é o que vai daqui até minas, pegando a estrada real até Paraty.
  6. Olá galera do fórum, já estou há um bom tempo amadurecendo a ideia de fazer uma grande viagem de bike e acho que chegou a hora, se tudo der certo em janeiro eu vou. A princípio sairei da Bahia pra ficar cerca de um ano na estrada, penso em acampar a maioria das noites, me virar com o mínimo de dinheiro... Tentar trocar trabalho por hospedagem, usando couchsurfing, workaway. Enfim, sair experimentando o mundo mesmo, explorando as alternativas da vida. Pra mim será uma jornada de auto-descoberta. Se tiver alguém na mesma vibe vamos trocar uma ideia pra ver se dá certo de compartilharmos a viagem ou apenas algum trecho que seja.
  7. Obrigado pelo feed cara, estou pensando em fazer essa trilha Capão-Lençóis em junho, tomara que eu não me perca kkkk. Muito massa essa sua aventura, mesmo quando as coisas não dão certo às vezes só o que vimos no caminho, o que aprendemos em situações adversas já faz tudo valer muito a pena.
  8. Obrigado pelo elogio cara, fico feliz que meu relato tenha te ajudado um pouco. Quato às perguntas q me mandou, eu recomendo esse roteiro que eu fiz mesmo, só que como já começou a chover recomendo que você vá no cachoeirão, não fui nele porque lá me falaram que estava seco e não valia a pena. Compre um mapa ou se tiver leve um gps. Quanto aos gastos, fiquei impressionado, gastei bem pouco. Tirando a parte de transporte que vai variar dependendo de onde vc mora, gastei exatamente R$ 527,00. Isso é contando todos os meus gastos do momento em que cheguei na cidade de Palmeiras até a hora que saí. Ainda poderia ter gasto menos, já que paguei quarentão no jantar em todas as casas que fiquei no vale. Ainda assim, acho que saiu bem barato gastar 500 pilas numa semana super intensa daquela.
  9. Olá amigos do Mochileiros, no começo do ano - janeiro de 2017 - resolvi fazer uma viagem solo pro Vale do Pati na Chapada Diamantina, no último dia, conversando com um casal que também usou o fórum pra se preparar, resolvi que faria um relato pra postar aqui, seria uma forma de agradecer pelas muitas informações que tirei deste fórum pra passar uma semana incrível. Como já existem outros posts muito bons explicando as trilhas pro vale, eu vou falar bem pouco desta parte, neste relato vou focar na minha percepção sobre a aventura, o que senti e o que achei de toda a experiência... Ainda assim vou colocar algumas informações sobre preços, fotos e algumas dicas de roteiro pra quem pretende conhecer. Então vamos lá, pra começar você pode estar se perguntando o motivo do "desregulado" no título. Isso surgiu de uma brincadeira durante uma conversa logo no primeiro dia, numa pausa para descanso minha falta de preparo entrou em pauta. Após constatar que eu estava com praticamente nenhum equipamento apropriado pra trekking, vim sozinho, com nada mais que um mapa pra me orientar, sem experiência e preparo físico pra um desafio deste tamanho, o guia de um grupo olhou pra mim e falou: "Meu irmãozinho, tu tá todo desregulado". Além de engraçado, achei o termo perfeito pra me definir nessa viagem he-he. Quero deixar claro que meu intuito aqui não é incentivar ninguém a ser irresponsável. Minha intenção com este relato é mostrar que quase todas as desculpas que você possa encontrar não passam disso mesmo, são só desculpas esfarrapadas que encontramos pra nos conformar e não sair da inércia diante de uma tarefa ou sonho difícil de realizar. Se você está afim de conhecer este lugar incrível e tem encontrado dificuldades, cola aqui que eu vou te mostrar que com um pouquinho de coragem, um pouquinho de conhecimento, um pouquinho de dinheiro e muita atitude positiva você pode não só conhecer, mas também aproveitar, curtir e sair muito satisfeito do Vale do Pati. Minha passagem pelo vale durou 7 dias, fui embora quando achei que tinha feito tudo o que queria fazer. Se o primeiro mandamento do mochileiro desregulado é ter atitude positiva, o segundo é viajar com tempo. Não consigo me imaginar realmente desfrutando a viagem se estivesse com o prazo definido e apertado, também por isso nem me preocupei em procurar um guia, prezo muito pela liberdade de mudar os planos, pela flexibilidade. Além do mais, nem tinha grana pra pensar em contratar um mesmo... Comecei e terminei a jornada no povoado Bomba na Vila do Capão, não vou entrar em detalhes nesta parte porque embora seja simples é muito diferente pra cada um, preços e prazos vão variar bastante dependendo de onde você mora. Se não estiver de carro você só precisará pegar um ônibus pra cidade de Palmeiras e pegar uma van pro Capão (R$ 15,00), as vans saem da rodoviária mesmo, é só perguntar os horários lá que todo mundo sabe. Quando chegar na vila pegue um moto táxi pro Bomba (R$ 15,00) e o motoqueiro te deixará bem no início da trilha. Aqui a aventura começa de verdade, o primeiro trecho já é uma subida complicada para os despreparados, com muito peso ou com mochilas impróprias. Poucos minutos depois já conheci a primeira figura da viajem, um colombiano que ficou zuando minha camisa da Argentina, me disse que morou por lá um ano e que não gostou tanto do povo argentino, elogiou bastante o Brasil e falou que brasileiros e colombianos são irmãos. Me disse ainda que havia morado no Vale do Pati durante 2 meses e que a trilha é linda. Depois de mais de uma hora, já no final da subida, encontrei um pessoal descansando e pegando água num córrego, entre eles, um goiano -que já estava há um mês viajando de carona pelo Brasil- e duas argentinas que faziam a trilha também sem guia me convidaram pra juntar-me a eles. Passando do córrego a trilha vai entrar nos Gerais do Vieira, é um trecho bem tranquilo, o terreno é plano e você verá morros e serras até não querer mais, aqui é só se atentar pra pegar o caminho que segue à direita, beirando a Serra do Candombá. Pela esquerda é o caminho que vai entrar no Vale do Pati pela Cachoeira do Calixto -que foi o caminho que peguei pra voltar. Seguindo a trilha da direita, após andar por algumas horas a gente passa por alguns "córregozinhos", num deles -segundo ou terceiro se não me engano- vai ter uma trilha saindo pra direita, indo reto na direção da serra, essa é a trilha mais tradicional e que leva à famosa subida do quebra-bunda, passando direto no córrego dá pra perceber a trilha desviando um pouco pra esquerda e em poucos minutos uma bifurcação bem evidente, pegando à esquerda nessa bifurcação, rapidinho você chegará no Rancho dos Vaqueiros, um ponto de apoio que todos usam pra se refrescar, descansar e pegar água, à direita é a trilha das mulas, um dos caminhos pra chegar no Pati. Geralmente a galera fica alguns minutos descansando e comendo no rancho e logo segue pro Pati, acho que uma opção bem válida é acampar ali mesmo. Tem um bom poço de água gelada, árvores frutíferas, lugar pra cozinhar... Eu já estava bem cansado e preferi ficar acampado no rancho saindo cedo no outro dia rumo ao vale, assim dá pra chegar antes de 11:00 e evitar o sol forte no coco. Além do mais, é um lugar bem agradável pra acampar, uma salvação pra quem estiver sem pernas pra andar mais 3 ou 4 horas, pra mim foi uma experiência muito diferente, acampei sozinho lá, o último grupo que passou foi embora umas 16:00, daí em diante fiquei só com meus pensamentos e o kobo pra aproveitar uma leitura em paz. O guia do último grupo me disse pra tomar cuidado que aquele era um território de onça, não foi muito bom ele plantar essa ideia na minha mente, no começo da noite fiquei meio apreensivo e podia jurar que ouvi uma rugindo he-he. Depois que peguei no sono a noite foi bem tranquila, acordei cedo, comi e deixei o território dos felinos pra trás haha. Saindo do rancho a gente volta pro córregozinho pra pegar a trilha que segue pro quebra-bunda, existe ainda a possibilidade de pegar a trilha das mulas que é mais curta e mais fácil, porém, pelo visual menos atraente acho que é uma das menos utilizadas. Por falta de pernas foi essa a trilha que peguei, você entra nela pegando a direita naquela bifurcação poucos minutos antes do rancho. Achei o caminho bem tranquilo, a trilha é bem marcada e tem ótimas referências pra se orientar, caso escolha este caminho basta se certificar que a serra do candombá está a sua direita e que o morro branco está bem na sua frente. Seguindo assim, pode ir na fé que uma hora você chega no Pati. Chegando no vale, tem algumas casas de nativos pra se hospedar, banhar, comer... O preço é praticamento o mesmo pra todas e a estrutura pra falar a verdade é muito boa, há opções de cama (R$ 35,00), isolante (R$ 25,00) e camping (R$ 20,00), tem ainda a diária completa com jantar, hospedagem e café da manhã (R$ 110,00). Todas as casas em que fiquei possuem pequenos mercadinhos onde se encontra uma boa variedade de produtos. O jantar (R$ 40,00) estava ótimo em todas as casas e os pães (R$ 1,00) são maravilhosos. Fiquei bastante impressionado ao ver tanta coisa boa num lugar onde tudo que chega vai de mula. A primeira casa que fiquei foi a igrejinha, é a que fica mais próxima pra quem vem do Capão pela trilha das mulas ou pra quem desce a rampa - caminho usado por quem vem do Capão pelos gerais do rio preto ou de Guiné. Na igrejinha tirei um dia de descanso, foi onde reencontrei um grupo que conheci no rancho, comi um escondidinho de soja no jantar que estava ótimo, curti um som da hora que tocaram à noite e conheci um casal de mineiros dos quais me despedi algumas vezes durante a viagem e incrivelmente acabava reencontrando depois, foi assim até no dia de ir embora kkk. Essas felizes coincidências que às vezes acontecem deixam a experiência ainda mais gratificante. No dia seguinte levantei acampamento e segui para a cachoeira dos funis, que na verdade é um complexo de cachoeiras, a gente passa por várias quedas d'água de vários tamanhos até chegar na principal. Fica há uns 40 minutos de caminhada da igrejinha e chegando no rio o caminho fica muito divertido, precisa passar pelo leito, por rochas, trechos íngremes, subir e descer árvores... Aproveitei que estava um dia de pouco movimento e passei a manhã de boa na cachoeira, o barulho constante da água caindo me enche de paz, é perfeito pra ler, pensar, escrever e refletir, deve ser muito bom pra meditar também. À tarde segui pra casa do Agnaldo, é uma casa mais simples que a igrejinha mas igualmente aconchegante, inclusive foi a que mais gostei, o rio Pati passa bem na frente, a Dona Patrícia é muito gente boa e uma ótima cozinheira, o Mingau que é gato da casa é extremamente folgado, Agnaldo e Seu Miguel contam muitas histórias ao redor da fogueira durante a noite, além de tudo isso, é a casa que fica mais perto do morro do castelo, uma das atrações obrigatórias pra quem visita o Vale do Pati. Tudo isso me fez tomar a feliz decisão de ficar dois dias nessa casa, lugar onde passei ótimos momentos, conheci algumas pessoas, reencontrei as argentinas e o goiano que me acompanharam até o rancho no primeiro dia, também reencontrei meus amigos de minas, de quebra ainda tive a oportunidade de curtir o "forró da lua cheia", como foi carinhosamente apelidado o forró que teve lá perto, na casa de Raquel, que é mãe do Agnaldo. Até pensei em não ir e passar a noite descansando já que iria pro castelo no dia seguinte, mas aí pensei: Quantas vezes na vida a gente tem a chance de estar no Vale do Pati no mesmo dia em que duas bandas passavam por lá e resolveram se juntar pra fazer um som? Tudo iluminado pela lua cheia que saía lentamente de trás do morro do castelo? Com pessoas de várias partes do Brasil e até de outro país? Mesmo não sendo um fã de forró, não tinha como deixar essa passar... O dia seguinte começou nublado e com temperatura bem amena, clima perfeito pra subir o morro do castelo, a trilha começa bem perto da casa do Seu Agnaldo e é basicamente subida, pode subir sem dó que uma hora você vai parar na entrada de uma gruta, ela é bem curta, mas é preciso levar uma lanterna para atravessá-la. Saindo da gruta tem mais um pouco de subida, mas agora precisa meio que escalar umas rochas grandes, nada complicado, parte bem divertida até. Em poucos minutos cheguei no mirante, a paisagem é realmente muito bonita, destaque pra visão da cachoeira do calixto, lá de cima também dá pra ter uma boa noção da topografia do vale. Também imagino que assistir o pôr do sol dali seja incrível. Passei a manhã no morro e à tarde fiquei de boa na casa de Seu Agnaldo, relaxei bastante na água gelada do rio e fiquei descansado pro dia seguinte. O próximo dia foi o que saí da casa de Agnaldo rumo à prefeitura, que é cuidada pelo Jaílson, irmão do Agnaldo. Lá encontrei novamente o casal de minas que conheci na igrejinha. O principal destaque da prefeitura é a visão do morro do castelo de frente, impressionante! Tem um poço bem perto também, que aliás é um banho muito bom, água geladinha... Cheguei na prefeitura de manhã e à tarde fiquei no poço da árvore, como sugeri antes, é um lugar bem agradável. O Jaílson é muito hospitaleiro, no fim da tarde ficamos prosando na varanda com a vista do castelo no horizonte e à noite quase morri de tanto comer, a comida estava boa demais. Antes de dormir ainda passei alguns minutos olhando pro céu estrelado, como não há poluição luminosa lá as estrelas estavam bem destacadas, principalmente a constelação de orion. Belíssimo céu noturno, pena eu não ter uma câmera com qualidade para fotos de paisagens assim, dessa vez ficou registrado apenas na mente mesmo. No dia seguinte levantei cedo e segui pra cachoeira do calixto, só de pensar que quase desisti de passar por lá pra voltar pelo Guiné me dá calafrios. Se for no Pati não deixe de passar um dia nesta cachoeira, se precisar, adapte o roteiro, se estiver muito cansado fique descansando o quanto for preciso pra ir, pra mim foi o ponto mais alto da viagem, vale muito a pena. O plano inicial era passar o dia curtindo a cachoeira e no final da tarde seguir pro córrego do sebo, uma hora de caminhada adiante. Ainda bem que mudei de ideia lá, além da cachoeira imponente e do clima super agradável de mata atlântica, contemplei o que pra mim foi a vista mais incrível da viagem... Um pouco depois do pôr do sol, antes de ficar completamente escuro os vagalumes começam seu show. Lembro perfeitamente do momento, lá estava eu, sentado tomando um leite quente com café e atrás de mim tinha o barulho constante de água caindo da cachoeira, à frente dava pra ver o contorno dos morros, as estrelas começavam a aparecer e à esquerda vi um show de luzes verdes piscando, tinha bem pouca claridade, então só dava pra ver os contornos das árvores altas e as luzes piscando. Me veio à mente imagens de histórias encantadas, me lembrou uma daquelas florestas escuras, com elfos, fadas e outros seres imaginários que vemos em produções cinematográficas por aí... Após uma noite um pouco desconfortável - quando fui armar minha barraca os melhores locais já estavam ocupados - saí assim que acordei rumo ao Capão novamente, confesso que fiquei preocupado, pois o sofrimento que passei uma semana antes ao fazer um caminho tão grande ainda estava bem fresco na memória. Bom, não havia tempo pra deixar a insegurança tomar conta de mim, ainda mais ali perto do final. Além do mais, ninguém poderia fazer o caminho por mim mesmo, eu teria que encarar de qualquer jeito. Coincidentemente a camisa do último dia acabou sendo a mesma do primeiro, e lá fui eu, um maluco com a camisa da Argentina pegando sozinho um caminho completamente desconhecido, nos primeiros minutos encontrei um grupo bem alto astral chegando na cachoeira, conversamos um pouco e segui adiante. Pouco mais a frente passei pelo córrego do sebo e falei com um pessoal que estava acampado lá. Depois disso, acho que fiz o maior percurso sozinho de toda a viagem, não vi mais ninguém até chegar na toca do gaúcho onde parei pra almoçar. Neste trecho tive bastante tempo pra refletir sobre toda a minha aventura, pensei nas pessoas que conheci, nas coisas que aprendi, nos perrengues que passei... Também me surpreendi com meu desempenho físico neste último dia, cheguei no Capão e ainda tinha energia pra bastante coisa, incrível como nosso corpo se adapta rapidamente. No fim, o saldo foi super positivo, fiquei muitíssimo satisfeito porque conheci ótimas pessoas, aprendi a me virar em situações adversas, a reconhecer meus limites e principalmente a lidar com eles. Depois de tudo isso, sinto que posso realizar muitas coisas que eu nem imaginava ser capaz, descobri que tenho a capacidade de me manter calmo mesmo quando seria perfeitamente normal perder a cabeça e que é possível curtir uma viagem dessas sozinho. Sempre quis visitar o Pati, mas sempre esbarrava na falta de gente pra ir junto, por n motivos sempre dava uma zica pra alguém, quando apareceu essa oportunidade resolvi ir sozinho mesmo e ver no que dava... Fui muito feliz nessa escolha, pois saí bem satisfeito e senti que fiz tudo o que queria fazer, que não deixei nada inacabado... Trouxe comigo só boas memórias, a saudade e a certeza que um dia voltarei ao Vale do Pati pra mais uma grande aventura, pra mais um tempo curtindo paz absoluta e paisagens maravilhosas... PS: Ainda reencontrei o casal de Minas que conheci lá no começo, entraram na mesma van que eu no dia de ir embora, nem se fosse combinado tinha acontecido isso kkkkk.
  10. Belíssimos relatos, fiquei com muita vontade de conhecer. Espero ir o quanto antes.
  11. Muito bom o relato, as fotos estão ótimas também. Assim que puder com certeza irei fazer um passeio em Pirinópolis.
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