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Fraga Dudu

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Tudo que Fraga Dudu postou

  1. Cara, perdão pela demora em responder. Não tinha mais entrado no site Infelizmente com o dólar nas alturas essa brincadeira toda não sai muito barata, mas VALE DEMAIS! Boas viagens, velho. Abraço!
  2. HAHAHAHAHAHA... Cara que afude! Isso é demais! Simplesmente rodou milhares de kms sozinho pelos states numa minivan DEMAIS! Meu primeiro mochilão também foi sozinho e pros States, mas fui pra costa leste. Ano passado fiz uma trip parecida com a tua com meus irmãos. Até postei o relato aqui. Foi demais também! Sucesso brother!
  3. Baita relato cara! Promete ser dos bons. Em uma semana estarei partindo e estou com duvida se levo um par de tênis extra além da bota. O que tu me diz? Achou essencial? Valeu!
  4. Cara, estou h[a uma semana do come;o da trip e com a duvida, levo um tenis extra (alem das botas)? Achei, a principio, q era imprescindivel, mas como vi que tu nao levou e mais algum pessoal de outros relatos tambem nao.. pairou a duvida. Valeu!
  5. Cara, muito bom o relato! Parabéns! Sabe me dizer se nesses campings eles alugam barraca ou algum abrigo pra quem não tem?
  6. Fala ae, Guto! Cara, que relato foda! Me diverti demais lendo To indo agora em Julho com mais 4 amigos para praticamente os mesmos lugares, porém farei o caminho inverso. Começaremos de Santiago. A trilha salkantay não estava nos planos, pela falta de tempo. Porém, lendo o teu relato e alguns outros sobre a trilha, ta me dando vontade de mudar os planos, cortar uns lugares e fazer essa trilha. Quero tua opinião: pra fazer a trilha eu teria que tirar a isla del sol e diminuir um dia de La Paz (tiraria o passeio ao Chalcataya). Achas que vale a pena? Valeu pela força e parabéns pelo relato!
  7. Oi! Muito bom o relato. Estarei no Chile com mais 4 amigos agora em Julho e estamos procurando um lugar para esquiar. Tu sabes dizer se la tem local para esquiar? É possível fazer um bate volta chegando a tardinha em Santiago? Valeu
  8. Cara, que relato TOP! Acompanhei teu relato desde o início e a precisão e riqueza das informações é incrível! Parabéns! Velho, farei uma trip com meus amigos agora em Julho pelos mesmos 3 países, porém com um roteiro diferente, já que começaremos de Santiago, Chile. O que eu quero saber é o seguinte: teremos 2 dias e 3 noites no Atacama, mas a grana é curta. Não podemos gastar mais que 100 dólares em passeios. Contando que faremos o salar de Uyuni, quais passeios tu indicaria? Sai mais em conta fecharmos tudo em uma única agência? obs. falei do passeio do Salar porque eu vi que que tem alguns passeios em SPA que são para lagunas e como ja veremos algumas durante o passeio do salar achei que poderia ser meio repetitivo. O que achas? Valeeeu pela ajuda, brother!
  9. 21 e 22 – Grand Canyon Saimos de Vegas no dia 21 à tarde rumo à Williams, cidade que nós ficamos para ir ao Grand Canyon. Foram cerca de 5 horas de viagem. Estrada boa, paisagem bacana, chegamos em Willians, que seria a nossa cidade base para irmos ao Grand Canyon. Reservamos dois dias do hotel porque achamos que, devido à distância, precisaríamos dormir duas noites na cidade porque não agüentaríamos. Fato é que chegando lá nos bateu o arrependimento, pois queríamos trocar de 2 para uma noite e aproveitar mais uma em VEGAS . Não deu certo. Eu já tinha reservado pelo hoteis.com e se cancelássemos perderíamos o dinheiro. Ja ía esquecendo... No caminho pro Grand Canyon nós paramos na Hoover Dam, uma represa muito grande que fica no trajeto de quem vai pro GC. Demos uma volta por lá, paramos por uns minutos, tiramos umas fotos e partimos. Sobre Willians: a vibe da cidade é de filme! Como chegamos à noite e estávamos cansados, a gente se ajeitou no quarto do hotel, que era bem simples, e dormiu porque no outro dia acordaríamos bem cedo. Mas já adianto, a cidade é muito tri! Tem uma ruazinha principal com várias lojinhas e placas da route 66, porque esta cidade faz parte da route 66 e tem um clima mais de interior, que nem se vê nos filmes americanos. Eu curti demais! Falando em route 66, eu esqueci de mencionar que no caminho de Vegas ao Grand Canyon tu passa pela route 66. Bom, acordamos no dia 22 lá pelas 8:00 e pegamos a estrada pro Grand Canyon, que fica à uma hora da cidade que estávamos. Graças a Deus, chegamos lá, pois o cansaço era demais e eu e meu irmão que revezamos a direção não aguentavamos no volante sem dormir. O negócio tava feio No Grand Canyon existem tres linhas de ônibus que circulam pelo parque e fazem paradas em mirantes. Nos interessamos em pegar a principal (que eu não lembro agora qual é a cor) e fomos parando nos mirantes. Melhor do que tentar descrever as paisagens, deixarei com vocês algumas fotos. Incrível! Lá dentro do Grand Canyon tem alguns restaurantes, não muitos, mas caros. Eles também não vendem garrafa de água normal, só umas garrafinhas dessas de acrílico personalizadas que tu pode comprar e encher de água em uns bebedouros que tem ao longo das rotas. Curiosidades pra quem pretende ir pra lá e ficar mais tempo: a cidade onde fica o Grand Canyon é a Tusayan, que fica à 10 km da entrada do parque. Lá os restaurantes, até os de rede, são caros. Ex. combo do M, que é em torno de 8 dolares, lá estava uns U$ 12. Lá no Grand Canyon eu sei que tem um (ou mais) hotel dentro e uns passeios diferenciados, mas todos devem ser reservados com muitos meses de antecedência. Desta forma, se tu pretendes fazer algum destes passeios, se programe com antecedência. Enfim, ficamos dentro do Grand Canyon de 4 à 5 horas e voltamos pra Williams. O nosso estilo de passeio é mais rápido, digamos que a gente admira, tira fotos e vai pra próxima. Tem gente que fica mais tempo, mas eu achei suficiente essa quantidade de tempo. Desta forma, aí vai a dica, É POSSÍVEL um bate e volta de Vegas. Veja bem, eu disse é possível, não é o ideal. Tendo em vista que a gente curtiu a cidade, nós voltamos e demos uma banda por Williams, fomos no mercado que tinha do lado nosso hotel, que a gente adorou. Tinha comida pronta e era tudo muito barato. Mais um dia lá e a gente fazia o cartão de fidelidade deles 23.07 – Volta Grand Canyon para ultima dia em Vegas Levantamos cedão porque queríamos fazer algumas coisas ainda em Vegas, no nosso utlima dia de trip. Compramos um cafézão no nosso mercado do coração e pegamos a estrada. A volta foi mais rápida que a ida. Acho que voltamos em cerca de 4 horas. Fomos direto pro Walmart, pois queríamos comprar raquetes de tênis. Compramos nossas raquetes por menos de U$ 20,00 . Muito barato! Aqui no Brasil as mesmas custam cerca de R$ 300,00 e acreditem, tinha mais baratas. Nossa passada no Walmart rendeu muito mais do que as raquetes, compramos mais umas bugigangas e fomos passear mais. Nesse dia ainda fomos no Madame Tussauds, que fica no Venetian (não achei tudo isso. O de NY é bem maior e mais legal) e também fomos conhecer a fomosa “Old Vegas”, the Freemont Street. Por favor, não vá em Vegas sem ir na Freemont Street, é DEMAAAAIS! Lá que tu vai ver aquilo que tu imagina de Vegas. Digo isso porque lá tu vê tanta bizarrice, gente louca, gente cantando, dançando, stripers tirando foto com crianças, gente pelada, cassinos, mágicos e tudo mais que tu pode imaginar. Nós andamos pela rua e nos divertimos demais, foi muito engraçado! Vale muito ir lá! Essa região fica um pouco afastada da Strip, mas nada demais. Acredito que uns 10 minutos de carro. Lá que tem os grandes antigos hoteis de Vegas, pois foi lá que Vegas começou. Na próxima vez que eu for à Vegas eu quero dormir lá uma noite, pelo menos. Pra terminar, fomos no famoso Heart Attack (fica mais pro final da Freemont Street), aquele restaurante que se tu não come todo o sanduíche, que é gigantesco, tu apanha das “enfermeiras” (garçonetes). Vale DEMAIS a experiencia! Na verdade é uma atração, pois eles te vestem com aquelas roupas de hospital, as enfermeiras vem te atender, quando alguém não come e apanha, todo mundo para pra ver. É muito engraçado! Vale muito a pena ir lá! Terminamos nosso dia fazendo check in no nosso ultimo hotel, o Stratosphere, e subimos no alto da torre, onde pudemos ver Vegas lá do alto. Foi demais! Infelizmente nós não conseguimos pegar os brinquedos que ficam lá em cima abertos, pois eles fecham às 23:00, mas deu pra curtir a vista e fazer um minuto de reflexão e gratidão pela quantidade de coisas boas que nós tínhamos vivido naquela viagem. Agora era hora de ajeitar a tralha e partir pro aeroporto pra começar a jornada de volta pro Brasil gratos por uma trip iraada e que nós nunca mais esqueceremos.
  10. 18, 19, 20, 21 e 23 – LAS VEGAS Então, em relação à Vegas eu não me recordo muito bem da ordem dos acontecimentos, mas resumirei tudo o que fizemos nos quase 5 dias inteiros que tivemos lá (e que, já adianto, não foram suficientes). Muita gente acha que Vegas é só loucura, bebedeira, prostitutas, drogas, festas loucas, etc. Sim, tem tudo isso em Vegas, da mesma forma que tem várias coisas românticas, para crianças, idosos, enfim, Vegas tem tudo para todos os gostos. Não foi a minha primeira vez na cidade, mas foi a segunda que eu me apaixonei por ela. Tudo que tu pensar em fazer, dá um Google que tu vai achar em Vegas. Restaurantes de renomados chefes, hotéis de luxo por preços acessíveis, a maior roda gigante do mundo, cantores mundialmente consagrados (da ultima vez que eu fui a Mariah Carey estava cantando lá), centenas de shows, muita arte (de todos os tipos) na rua, compras (melhor que florida, pra mim), enfim, Vegas tem TUDO! Quando converso com algumas pessoas sobre Vegas eu ainda sinto que existe aquele preconceito, paradigma, em relação à Vegas, como sendo uma cidade que só tem promiscuidade (me senti uma vó de 70 anos falando isso – ), o que não é. Mas então vamos aos fatos: nós nos hospedamos em três hotéis durante a nossa passagem por Vegas: New York New York, SLS e Stratosphere. Passamos a maior parte dos dias no New York, que é um hotel muito bom, mas não é dos mais sofisticados. Ele tem um ótimo custo benefício, mas queríamos passar uma noite em um hotel top, então reservamos do Brasil este primeiro hotel e deixamos para reservar lá um segundo que deveria ser mais luxuoso. Acontece que, era final de viagem, já tínhamos gastado uma grana preta e como estava muito corrido nem conseguiríamos aproveitar o hotel direito. Aí escolhemos um simples mesmo para passarmos a ultima noite antes de irmos ao Grand Canyon e na volta do Grand Canyon – noite antecedente ao vôo de volta pro Brasil, reservamos o Stratosphere, pois queríamos subir no observatório e em sendo hospede não precisa pagar. Sobre os hotéis: hospede-se em um hotel na Strip. O melhor deles foi o New York New York, o SLS é na Strip, porém bastante afastado de onde acontece tudo. Quanto ao Stratosphere, vale muito subir no alto da torre. A vista é incrível! Também existe um restaurante lá chamado “Top of the world”, que é giratório e tem vista para a Strip e demais pontos da cidade. Nós não fomos, pois é caro e achamos que, naquele momento, para nós, não valia o investimento. Resumindo o que fazer em Vegas, eu diria para visitarem os hotéis durante o dia, sendo, pra mim, os principais (começando em ordem pela extremidade norte da avenida): Stratosphere – não pelo hotel em si, mas para subir na torre e a possibilidade de andar nos brinquedos super radicais que tem lá em cima. Winn e Encore – são dois hotéis, mas do mesmo dono. Ficam um ao lado do outro e tem uma arquitetura bem parecida. Muito modernos e luxuosos, estes hoteis são imperdíveis! Treasure Island – não é dos mais sofisticados, mas está em um ponto bem cental da Strip. À noite tem um showzinho de piratas que da pra ver da rua mesmo. The Mirage – ao lado do TI, ele é mais sofisticado, tem um espetáculo permanente do cirque de solei e também tem um show à noite na parte externa do hotel que da pra ver da rua mesmo. The Venetian – hotel super luxuoso que vale MUITO a visita. Imita Veneza na Itália, tendo um céu fake, gôndolas que passeiam dentro e fora do hotel pelos seus canais. Caesars Palace – um luxuoso hotel clássico de Vegas. Quem nunca assistiu "Se Beber não case", faça isso antes de ir à Vegas. Este é o hotel onde os personagens alugam aquela super suíte (que nem existe na verdade – hehe). O hotel tem uma pegada Gregoriana e é muito bonito. Tem esculturas, lojas de grife, um shopping, muitos restaurantes. Enfim, vale muito a visita! Paris – o hotel imita Paris e tem, inclusive, uma torre Eiffel, onde tu pode subir no topo e ter uma vista bem legal de Vegas e, se tiver grana, almoçar ou jantar no restaurante que fica no topo da torre. A decoração do hotel é muito bonita também. Vale a pena gastar um tempinho lá. The Cosmopolitan – um dos mais chiques de Vegas, este hotel não é temático, mas é muito bonito! Vale a pena dar uma passada por dentro enquanto estiver caminhando na Strip, pois ele é super bem localizado e tem uma decoração super luxuosa dentro. Bellagio – outro clássico hotel de luxo em Vegas. O hotel é muito bonito, destacando o jardim japonês que eles mudam de decoração o tempo todo. Vale muito a pena passar um tempo neste hotel. New Yor New York – hotel que imita as ruas de NY. O hotel tem bom custo benefício e vale a pena a visita. Tem um bar de duelo de pianos e a decoração dele é muito bacana dentro. Quem nunca foi à Nyc poderá ter um gostinho lá. Vale MUITO a pena andar na montanha russa do hotel (sim, o hotel tem uma montanha russa animal). MGM – já foi considerado o maior hotel do mundo, já teve leões expostos, mas hoje é “apenas” mais um dos gigantes hoteis de Vegas que, se houver um tempo, vale a pena a visita pela imponência que tem. Veja bem, estes não são todos os hotéis da Strip, mas são, na minha opinião, os mais legais para visitar. Eu poderia escrever mais sobre cada hotel, mas o post já ta gigante e existem blogs que dão várias informações. Informe-se antes de ir à Vegas. Vale muito a pena, pois em algum destes hotéis pode ter um restaurante, uma loja, um espetáculo que tu gostaria muito de ir. Sobre o cirque, nós fomos no show dos Beatles. Minha opinião: é muito bonito, mas é uma grana que, se tu não é fã dos Beatles, pode investir em outra coisa ou até mesmo outro espetáculo. Se quiser comprar ingressos mais baratos, além da ticketsfortonight que tem várias lojas em toda a extensão da Strip, procure o Consierge do seu hotel. Comprei os nossos no Ny Ny e saiu mais barato que na tickets :'> Sobre restaurantes: não fomos em nenhum chique, mas comemos em um italiano muito bom que fica no Caesars, no Buffet do TI e no Shack Shack (que é um lanche, mas é muuito bom). Os buffets merecem um destaque. Não é comum, nos EUA, existirem retaurantes ao estilo Buffet livre, como chamamos aqui. Mas Vegas tem vários Então escolha um deles e aproveite. É tudo incluso no preço pago, que varia de U$ 15,00 à muitos dólares, dependendo do Buffet escolhido. A maioria deles serve culinária dos quatro cantos do mundo e bebida à vontade. Sobre alugar carro ou não: primeira vez que eu fui, não aluguei. Desta ultima, sim. Primeira vez era inverno e a segunda verão. A decisão de alugar carro ou não é bem pessoal e decorrente de alguns fatores. Irás com pessoas mais velhas, sem preparo físico, crianças ou com algum problema de saúde¿ Então, alugue um carro. Agora, se tu ta indo em galera, não te importa de caminhar e quer economizar, não precisa locar. A strip, principal avenida de Vegas, é bem extensa – quase 7 km. Contando que tu irá caminhar bastante já dentro dos hotéis visitando, pode ter certeza que tu ficarás BASTANTE cansado. Mas sempre tem a opção de taxi e, porque não, limousine! Primeira vez que eu fui eu andei e foi bem barato. Demos uns pilas pro motorista e o cara deu uma volta com a gente em uma limousine. É muito massa! Vale muito a experiência pra quem nunca andou. Compras: Outlet North. É o que eu fui e dizem que é o melhor. Encontrei, nas duas vezes coisas mais baratas que em Miami, inclusive. Só que o tax é mais alto lá. Tem também um mall em frente ao hotel Encore que vale a visita. Enfim, gurizada, eu poderia escrever mais paginas e paginas aqui sobre Vegas, mas já to ficando cansado e como a idéia aqui é relato vou parar por aqui. Se alguém precisar de mais alguma informação é só chamar. Próximo e ultimo capítulo Grand Canyon e ultimas horas em Vegas antes de voltar pro Brasil.
  11. Caraaa, que coincidência! Foi o mesmo sim! (com a diferença que compramos as cadeiras à kms de distância do campo - Valeu, cara. Abraço!
  12. Fala aí Emanuel! Cara, farei exatamente o teu roteiro em Julho com uns amigos.. só que teremos 22 dias. Me diz uma coisa, como tu foste de Santigo à SPA? Vi que de bus demora uma eternidade, mas as passagens de avião tão caríssimas também... Se puder dar a dica, te agradeço. E ai amigo, blz? Cara infelizmente tem que ser dessa forma mesmo. Há outra parte da viagem que o avião é BEM caro, da Bolívia ao Peru. Nesse caso opção é ir nas companhias de viagem(há MUITAS em la paz) e ir de busão mesmo. Pega uma viagem meio tarde+noite pra não perder muito e chegar no Peru na madrugada, dormir um pouco e sair. São 15h de viagem mas peguei um busão MUITO bom, com paradas boas e etc. Chegando em casa passo tudo direitinho e outras dicas pra deixar por aqui também. 22 dias está um bom tempo. A minha foi absurdamente corrida mas curti DEMAIS cara. Não deixei de fazer trilhas, ir nas nights, beber e comer muito bem. A melhor dica por enquanto é: Não deixe de sair por causa de cansaço de jeito nenhum, mesmo que vá sozinho haha Massa, velho! Vou aguardar teu relato aqui pra ler também! Valeu!
  13. 17.07 – San Diego to VEGAAAS Era dia de irmos pra Vegas e, muito embora estivéssemos muito empolgados, o cansaço pegava cada vez mais. Neste dia, antes ainda de sairmos de SD, decidimos ir no Balboa Park que é um parque gigantesco que tem lá. Tem até um zoológico super famoso e tal. Chegamos no parque, vimos a imensidão que era e, motivados pelo calor que estava e o cansaço que já sentíamos aquela hora da manhã, demos uma volta de 2 minutos com o carro e partimos . Olha, sinceramente eu não me arrependo de termos feito isso. Tinhamos uma viagem de umas 5 horas pela frente pelo deserto e então decidimos ir logo. Como já era meio dia, decidimos ir no In-And-Out Burguer, que é uma rede famosa de burguers que tem la na California. O lanche deles é demaaais. É a mesma idéia que Mc e estas outras redes do gênero, mas é muito mais gostoso. O sanduíche parece menos gorduroso e as french fries vem com um molho muito bom. Almoçamos lá e seguimos. No caminho pra Vegas existe um lugar chamado “Calico Ghost Town”, que é tipo uma cidade cenográfica, do velho oeste. Tinha visto na internet e pareceu bem legal, então estávamos nos programando pra visitar Calico. Foi quando, uma meia hora antes de chegarmos em Calico, nos deparamos com um mega Outlet e, pra variar, entramos e ficamos umas duas horas o que nos fez perder a visita em Calico Ghost Town. But, anyway, valeu a pena! Foi o melhor outlet da viagem. Era grande, mas estava bem vazio. Também, no meio do deserto... mas foi ótimo, porque os atendentes da loja davam atenção e achamos ótimos preços lá e de quebra assistimos a um baita por do sol do estacionamento do outlet :'> Feitas as compras, continuamos a viagem e decidimos, mesmo que de noite, ir em Calico. Bom, o que encontramos foi uma estrada sinistra que nos levou à um lugar mais sinistro ainda todo escuro.. Tiramos uma foto rápida com o fantasma de Calico e seguimos viagem rumo à Vegas. Depois de quase 3 horas mais de estrada, finalmente chegamos na CRAZY VEGAS. Fizemos o check in no nosso hotel, New York New York, e depois do êxtase de chegar em Vegas fomos dormir, umas 3 da matina, na melhor cama do melhor quarto que tivemos na trip!
  14. 16.07 – Praias de San Diego Visitamos as parias de SD. La jolla, mission beach, ocean beach, pacific beach… as tres ultimas são uma do lado da outra. Estavamos procurando uma praia pro meu irmão surfar, mas as ondas não estavam muito boas. Ele surfou em uma dessas praias que eu falei. Uma coisa muito legal que fizemos neste dia foi ir na Wave House, um bar na beira da praia que tem ondas artificiais pra surfar. A principio eu não animei muito ir porque eu não surfo e vi a galera detonando naquela onda artificial, que era grande e forte. Mas levado pelo espírito californiano, me fui pro surf com meu irmão . Valeu muito a pena! Muito embora eu não tenha surfado em pé, deitado já foi emocionante o bastante pra eu cair uns tombos muito loucos . Não lembro bem quanto custa, mas foi de 50 à 100 doletas. Depois disso voltamos pro nosso hostel. À noite nós fomos numa região bem famosa de SD que é o Gaslamp. É uma região bem bohemia e ficava 5 minutos a pé do nosso hostel. Tem vários pubs, festas, restaurantes.. enfim, é uma região que bomba, a galera vai toda pra lá. Jantamos em algum pub e voltamos pro hostel.
  15. 15.07 – LA to San Diego Acordamos, não tão cedo, e rumamos pra SD. No caminho paramos em umas praias de surf, que agora eu não lembro o nome, pro meu irmão comprar um long e depois paramos em Hantington Beach, que é outra praia de surf, onde tem uns campeonatos de surf e onde tem o museu do surf e etc. Enfim, a vibe da cidadezinha é muito bacana, bem voltada pro surf, uma pegada bem Californiana. Seguimos em direção à SD e conseguimos chegar a tempo de apreciar mais um por do sol incrível em Sunset Cliffs, San Diego. Lindo demais! Vale muito a pena. Depois fomos pra o nosso hostel que fica bem no centro de SD. Sobre o hostel, ficamos no Lucky hostel. O staff do hostel era legal, as vzs tinha até janta grátis , mas não valeu a pena. Apesar da localização ser muito central, o quarto que ficamos era muuitooo barulhento e a cortina era um pano. Ou seja, tu ouve o barulho da rua o tempo todo e no momento que amanhece o sol racha dentro do quarto também . Chega um ponto da viagem que tu já ta mais cansado, este é um ponto importante que deve ser considerado na hora de escolher um hotel ou hostel.
  16. 14.07 – Warner Bros Studios Vip tour, Beverly Hills, letreiro Hollywood, Grifth Observattory e Hollywood. Este dia foi sensacional. Começamos com o tour na WB que compramos e agendamos pela internet, em torno de U$ 50,00. Quanto ao tour, vale muito a pena. Se tu és super fã de seriados então, aí é imperdível. Pra resumir, o tour leva em torno de 2 horas, mostra os locais onde foram filmados filmes super famosos e aonde são filmadas várias sérias atuais, como Pretty Little Liars, The Big Beng Theory, Mike and Moly e outras. A nossa grande espera era pra ver o cenário de friends, que eles preservaram e permitem que os convidados entrem e tirem fotos. Tudo ia bem e a ansiedade de nós 3 por ver o cenário do friends só aumentava. Nós curtimos muito o seriado! Até que passado algum tempo eu fui ao nossa guia e perguntei que horas iríamos ver o cenário de friends, foi quando ele me olhou e disse: “infelizmente está fechado. Estamos mudando o cenário de lugar e reabrirá daqui uma semana.” Nossa reação de decepção foi instantânea e a partir daí mal conseguimos curtir o restante do passeio. Foi quando que, no final do passeio, o guia me olhou e disse: “Vocês são muito fãs de friends? Então venham aqui e esperem uns minutos”. Foi quando, meus amigos, tudo muito camufladamente, veio tipo uma gerente de lá e nos levou num carrinho de golfe pra o novo local do cenário de friends, que ainda não estava sendo liberada a visitação, mas eles abriram uma exceção pra gente Bah, a gente piro de felicidade. Ganhamos um tour “privado” no cenário de friends. Enfim, foi demais! Tiramos varias fotos e curtimos demais o momento. Passado este episódio de sentimentos de tristeza e máxima felicidade, e partimos para nossa próxima atração: letreiro de Hollywood. Na real antes fomos naquele shopping aberto “The Groove” acho que é este o nome e almoçamos tipo numa feira que tinha lá onde achamos comida brasileira !!! Tem um endereço que tu tira umas fotos muito tops do letreiro de Hollywood. É só colocar na internet que tu acha. Circulamos por Beverly Hills, na Rodeo Drive, fomos em algumas casas de famosos que pegamos o endereço na internet (it´s boolshit. Não da pra ver nada, muros altíssimos em todas), mas a região é muito bonita, vale a pena o passeio. Depois fomos ao Griffith observatory, que é bem bonito, e assistimos um por do sol lindo, vendo LA do alto. Foi top! Terminamos o nosso dia na Hollywood Blvd, onde assistimos um show que tava rolando num shopping enorme que tem lá, depois andamos pela rua e terminamos a noite comendo em um restaurante de esportes que tem bem no final da rua, muuito massa. Muita gente se desilude com essa parte de LA e eu digo uma coisa. Curti bastante! É uma rua bacana, com vários luminosos (lembra um pouco Vegas. Um pouco), tem o teatro do Oscar que passa completamente despercebido, as estrelas dos artistas no chão, mas a vibe é massa. Vale a pena. Voltamos pro hotel já era mais de meia noite passada. O dia foi corrido, mas foi top!
  17. Fala aí Emanuel! Cara, farei exatamente o teu roteiro em Julho com uns amigos.. só que teremos 22 dias. Me diz uma coisa, como tu foste de Santigo à SPA? Vi que de bus demora uma eternidade, mas as passagens de avião tão caríssimas também... Se puder dar a dica, te agradeço.
  18. 13.07 – Six Flags Este próximo dia foi de Six Flags. O parque é incrível. Pra quem já foi pros parques da Disney e Universal, não tem nada a ver, a pegada é outra. Não é todo organizado como os parques da Disney e os brinquedos são em sua grande maioria montanhas russas, tendo desde as mais fracas até as mais radicais. Como era alta temporada nós pegamos o parque lotado e muita fila pra ir nos brinquedos. Conseguimos ir em umas 7 ou 8 montanhas russas o dia todo, mas ainda assim valeu muita a experiência.
  19. Fala aí, Lu! Parabéns pelo relato. Ta com cara que será dos bons Farei em Julho, com uns amigos, praticamente o mesmo roteiro e estamos nessa duvida da grana. Nossa ideia é fazer bem ao estilo mochilão mesmo, poupando o máximo de grana possível, então minha pergunta é se estes 3 mil quinhentos e poucos reais que tu gastou foi pra comprar tudo durante a trip (passeios, hospedagem, locomoção, etc). Também gostaria de saber se vale mais a pena levar o dinheiro em reais ou dolar (contando que o dolar esta acima de 4 pila). Valeeeu!
  20. Oi Magali! Desculpa a demora em responder... fazia meses que não entrava aqui. É o seguinte, o restante do relato eu ainda não terminei Acabei deixando de lado com a correria, mas prometo que eu darei continuidade. Fica ligada aí! Valeu.
  21. 12.07 – Malibu, Santa Monica e Venice Beach Pela manhã acordamos cedo e seguimos em direção à Malibu. Ainda tinha umas 3 horas de estrada pela frente mas estávamos em férias, a estrada era bonita e tudo era festa . Chegamos em Malibu e fomos até o píer, tiramos umas fotos e seguimos em direção à Venice Beach. Não chegamos a procurar as mansões porque não teríamos tempo. Chegamos em Venice e depois de algum tempo (quase meia hora – era domingo) tentando estacionar, nós conseguimos e fomos curtir o lugar. Venice é a praia mais louca que eu já conheci. Sabe aquele teu amigo alternativo? Então, se sentiria o mais normal dos seres humanos. A galera lá é mucho loca. Tinha gente de tudo quanto é jeito. Os fortões treinando nas academias ao ar livre, os chegados numa weed (a grande maioria kkk) se deleitando nos Green Doctors que ficam na boardwalk, os rockeiros, os skatistas fazendo manobras incriveis na pista de skate enorme que tem la e os turistas Curtimos aquela vibe por um tempo, compramos aquelas camisetas “thing 1, thing 2, thing 3”, é... bem turistas! Compramos óculos de sol por 7 dolares :'> e ficamos por la curtindo aquela vibe. No meio da tarde fomos pra Santa Monica, que fica do lado, mas é bem mais organizada. Santa Monica tem aquele ar mais hollywodiano, com uma extensa faixa de areia, casinhas de salva vidas e uma bela vista do píer, tipo cena de filme. O píer de Santa Monica é demais. Milhares de pessoas passeando em meio aos famosos restaurantes, lojinhas, artistas de rua e um parque de diversões que fica em cima do píer. A vibe é inexplicável, só estando la pra saber. Assitimos o por do sol ali do píer e foi mais um dos pores do sol incríveis que nós tivemos a oportunidade de presenciar na Califórnia. O sol parecia que estava na nossa frente, gigante, alaranjado, refletindo nas águas geladas do pacifico em meio a um monte de loucos (pois com aquela temperatura da água + vento não pode ser normal estar la) tomando banho de mar. Baita experiência que guardaremos pra sempre conosco. À noite seguimos em direção ao nosso hotel que ficava em Glendale, região metropolitana de LA, 15 minutos do centro de LA. Pegamos uma tranqueirinha no transito e por isso demoramos quase 1 hora pra chegar no hotel.
  22. 11.07 – Pacific Coast Highway Pela manhã fomos no famoso aquário de monterey. Chegamos no horário que abre (se eu não me engano umas 9:30) e ficamos umas 2 horas por la. Realmente o aquário é muito bonito e vale a pena ir. A entrada foi U$ 35 pra nós, estudantes. Saimos dali e pegamos a estrada em direção à 17 mile drive em Carmel. Nos decepcionamos. Acho que devido ao fato de já termos vistos paisagens lindas no caminho até ali (mesmo ainda não tendo chegado ao ponto alto da estrada, a Big Sur) e tendo lido muitos comentários falando que a estrada era muito linda e etc., acabamos criando uma expectativa muito grande. Não achamos que valeu a pena. Não pelo valor, que foi de U$ 10 o carro, mas porque não encontramos nenhuma paisagem que fosse mais bonita do que as que já tínhamos visto ou que veríamos ainda a frente. Meus irmãos inclusive dormiram . Saindo de lá seguimos em direção à Big Sur. Infelizmente não deu tempo de passearemos pela cidade de Carmel, pois comprometeria nosso roteiro. Pegamos um pouquinho de congestionamento na estrada, logo que saímos da 17 mile drive, mas logo já liberou. Em poucos minutos já percebemos que começava o famoso trecho da Big Sur, que seria a parte com as paisagens mais bonitas. Ainda no ínicio da estrada nós paramos pra almoçar no restaurante The Rock Point. Eu havia lido sobre ele em um relato, mas se eu não tivesse não teríamos parado, porque da estrada não da pra ver direito o restaurante, tem que andar um pouquinho por uma estrada. Foi simplesmente DEMAIS! Uma das melhores coisas que fizemos naquele dia. O restaurante tinha uma vista incrível pra mar. É lindo demais. Vale muito a pena! É um pouco mais caro, nada demais também, paguei U$ 18 em uma caesar salad com frango, mas a vista era impagável. Depois de almoçarmos com aquela vista incrível, tinha tipo umas espreguiçadeiras de madeira com vista pro mar. Ficamos la tomando nosso glass of water for free e apreciando aquela vista incrível do oceano pacífico. Saimos dali renovados daquela energia incrível daquele lugar e seguimos para a parte famosa da big sur. Foram diversas paradas e todas incríveis. A dica é: pare sempre que tu ver outros carros parados, ou sempre que tu tiveres oportunidade, pois a paisagem será sempre muito bonita. Passando o trecho das pontes, uns 60 km a frente, mais ou menos, terá o Julia Pffeifer Burns State Park e um pouco antes terá o Julia Pffeifer Beach. Depois de bater cabeça pra achar a entrada do Julia Pfeifer Beach, nós encontramos, mas não pudemos entrar na praia pq estava lotada Uma espécie de “guardinha” estava impedindo todos os carros de entrarem na praia porque não havia mais espaço, estava lotada! Saimos dali e seguimos em direção ao Julia Pffeifer Burns State Park que é onde tem aquela cachoeira que encontra com o mar. Ainda em relação à praia, a entrada é realmente bem escondida. Quando tu avistares uma discreta placa na estrada escrito “Caution, Narrow Road” tu tem que dobrar naquela rua e ali é a entrada para a praia. Alguns km a frente nós chegamos no Julia Pfeifer Park. Estacionamos na estrada, então não precisamos pagar a entrada do parque. Andamos por uns 10 minutos até chegar na cachoeira. O mirante onde se pode chegar pra olhar a paisagem é um pouco distante e não dá pra ir até a praia onde tem a cachoeira. Eu imagino que eles não deixam ninguém ir até a praia pra preserva-la. Sabe aquelas imagens de plano de tela do Windows? Entao, a paisagem daquela cachoeira caindo no mar consegue ser ainda mais bonita. Ficamos por la admirando, tirando umas fotos e seguimos viagem. Andamos mais vários km pela estrada que continuava com lindas vistas do pacifico até que, perto do por do sol, nós paramos em San Simeon, na beira da estrada mesmo, e olhamos os elefantes marinhos que ficam ali na beira da praia. Ficamos uns segundos la e logo já voltamos pro carro, pois ventava muito! Neste dia nós tambem não tínhamos lugar certo para dormir e decidimos andar até onde desse. No caminho paramos em mais um outlet (não lembro onde) e fizemos mais umas compras. Jantamos num mc que tinha no outlet, pois já era umas 10 p.m e seguimos viagem até onde conseguimos chegar, pois o outro dia seria para aproveitar as praias de LA. Os motéis de beira de estrada nas cidades mais conhecidas não estavam muito baratos, então decidimos andar até onde desse e dormirmos em alguma cidade menor onde, teoricamente, teria hospedagem mais barata. Foi então que, quase 1 da manhã, nós entramos em uma das cidades, chamada Buellton, que ficam no meio da rota e fomos procurar um motel. Nesta noite nos dormimos no lugar mais filme de terror que nós já estivemos. Parecia aqueles motéis de filme de terror que um sereal killer entra matando todo mundo. E pra melhorar o nosso quarto era o ultimo, la nos fundos do motel . Fomos dormir, se borrando de medo, rezando pra acordar sãos e salvos no outro dia.
  23. 10.07 – Ultimo dia em SF e PCH Ultimo dia amanheceu com aquele sol radiante, dia ótimo pra explorar a cidade, mas era dia de pegar a estrada e começar a descer em direção ao sul. Mas, ainda pela manhã, fizemos check out no hostel, deixamos as malas ali e fomos conhecer a chinatown que deu uns 15, 20 minutos a pé do nosso hostel. Voltamos e fomos pegar o carro na locadora que ficava bem perto do hostel. Chegamos na locadora e para nossa surpresa não tinha nenhum carro da categoria que havíamos alugado. Perdemos um bom tempo resolvendo este pepino, até que a sra. Atendente me ofereceu um jeep. No começo não curtimos muito a idéia, mas depois adoramos e achamos o máximo curtir nossa Road trip que ainda estava só no inicio toda de jeep . Pegamos o carro e fomos em direção à Alamo Square tirar foto das painted ladies, aproveitamos pra falar por skype com nossos pais, direto da praça, pois, pasmem, tem wifi aberto em toda a cidade e na praça tava bombando. Lagarteamos um pouco ali naquele sol bacana, admirando as casinhas vitorianas, terminamos de falar com nossos pais e fomos almoçar/jantar (já era umas 4 da tarde). Ainda antes de almoçarmos passamos no bairro Castro, que é conhecido por ter uma comunidade gay muito forte. De fato, o bairro é todo colorido, cheio de sex shops bem pornográficas e uma galera bem alternativa. Perdemos uns minutos por la e então, mortos de fome, decidimos que queríamos ir no Whole Foods que antes havíamos passado por um e não rolou comer nele, mas curtimos demais. É um mercado, que tem em todo lugar, de comida orgânica e ele funciona como mercado e restaurante, pois tem um Buffet que tu serve e pesa no caixa e pode comer dentro do mercado mesmo numas mesinhas. Adoramos demais, pois alem das saladas orgânicas (curtimos junk food, mas também curtimos uma alimentação mais saudável) tinha um monte de opções de pratos quentes, como: arroz, frango assado, até feijão e carne de panela tinha! Almoçamos ali, morremos de felicidade em estarmos comendo uma comida de verdade e fomos embora de barriga cheia. :'> De barriga cheia, pegamos a estrada e começamos a descer pela rota mais linda que eu já estive, a Pacific Coast Highway. Antes da viagem eu pesquisei muito sobre tudo. Sou daqueles que a viagem começa desde o planejamento e eu curto demais fazer isso. Então eu já tinha pegado varias dicas sobre as paradas a fazer na estrada e etc. Decidimos dedicar dois dias inteiros para a estrada, incluindo as paradas que faríamos por ela e então, neste primeiro dia, fizemos nossa primeira parada em Half Moon Bay, a cidade surf onde tem a famosa onda Mavericks. Meu irmão é surfista e se empolgou em conhecer o local onde fica a onda. Só o local mesmo, porque a onda só tem no período do inverno. Chegamos na cidade, cerca de uns 40 minutos depois que havíamos saído de SF e procuramos pela tal da Mavericks. Depois de pedirmos algumas informações fomos ao tal local. Aquilo tava muito estranho, porque eu achei que fosse ser num lugar muito mais movimentado, cheio de placas indicando, mas não. Estacionamos num final de mundo e fomos caminhando em direção à um lugar que era uma espécie de camping, lagoa, fazenda, enfim, tudo menos praia de surfista. Deu quase uma meia hora de caminhada, perguntei umas duas vezes, pras únicas duas almas viventes que eu encontrei no meio do caminho, se aquele ali era o caminho da Mavericks mesmo e eles afirmaram que sim. Seguimos e chegamos ao local, que parecia mais uma lagoa, mas tinha uma placa avisando algo sobre ondas perigosas. Tiramos a foto e vazamos. Valeu pra dizermos que estivemos ali, muito embora não tenhamos visto nem uma marolinha sequer Dali, fomos em direção à um hotel, chamado Ritz Carlton, que achamos em um blog que dizia que tinha entrada livre e era muito bonito, à beira de um penhasco no mar. Valeu demais! O local era lindo demais! Chegamos, entramos, ninguém nos perguntou nada, estacionamos e começamos a andar pelo gramado mais bonito que eu já vi na vida que ficava num penhasco com o mar embaixo. Que paisagem! E um pouco mais ao longe avistava-se o prédio principal do hotel, também muito bonito. Contemplamos a beleza do lugar por uns minutos, tiramos umas fotos pra brincar com nossos parentes que estávamos dormindo ali e continuamos na estrada. Importantissimo ressaltar que nesta altura já tínhamos vistas belíssimas da estrada, que costeia o pacifico te proporcionando vistas incríveis do mar e de outras belezas naturais mais. Logo depois desta primeira parada, ainda em Half Moon Bay, paramos no Pigeon Point Lighthouse hostel que fica num antigo farol, um dos mais antigos dos EUA, com vista pro mar. Li uns relatos de que é demais ficar uma noite neste hostel, pois eles tem um hot tube com vista pro oceano, mas não tinha mais vaga e nós precisavamos seguir viagem. Mas vale muito a parada pra contemplar a natureza ali. Passamos ainda em Santa Cruz porque meu irmão queria ir na loa de fabrica de surf da Rip Curl, mas já estava fechada (Fechava as 5 p.m) já aproveitamos e fomos conhecer o píer da cidade que tem um parque de diversão e é bem bonito, só que estava LOTADO, impossível de estacionar. Decidimos seguir viagem, até mesmo porque ainda tínhamos bastante chão até chegarmos em Monterrey onde planejavamos dormir. Este dia e o próximo foram os únicos dias que eu já não havia reservado hotel devido a imprecisão de onde pararíamos para dormir. Chegamos em Monterey já era umas 10 da noite, encontramos um motel, que se eu não me engano foi 140 dolares a diária para duas camas de casal e atendeu as necessidades. Vale ressaltar que como viajamos na alta temporada pegamos preços mais altos, sendo que estes motéis de estrada em baixa temporada chegam a custar metade do preço. Procuramos um MC, nosso restaurante oficial da viagem, como sempre miramos no dollar menu e fizemos os nosso pedidos, finalizando o primeiro dia da PCH com um fino jantar de nuggets, burguers e french fries no estacionamento do mc, pq no horário só funcionava o drive thru :'> .
  24. 09.07 – San Francisco / 3º dia Este dia foi dedicado ao fomoso passeio de cable car, lombard street, fisherman´s wharf e alcatraz prision. Ainda no inicio do dia, na porta do hostel, houve uma situação constrangedora entre meu irmão e um homeless. Sim, San Francisco tem MUITOS homeless, nunca vi nada igual. Enfim, meu irmão começou a filmar um homeless q fazia gestos obscenos à minha irmã – com intuito de dar risada – só que o homeless não curtiu muito e partiu pra cima do meu irmão. Quase deu fight. Meu irmão, que não entendia uma palavra ficou me olhando e eu comecei a gritar com o homeless pra ele parar se não eu ia chamar a policia . Foi cômico, mas poderia ter dado algum stress maior. Então, se algum deles vier te incomodar por algum motivo, apenas ignore e siga andando. Superado o momento de tensão vivido logo na primeira hora da manhã, fomos à Union, de onde sai o cable car, esperamos na fila por uma hora até que conseguimos pegar o bonde. Pra dar uma variada, chovia , mas a vibe ainda assim foi incrível. Fomos em pé do lado esquerdo do bondinho, passamos por chinatown e alguns ouros lugares, até que chegamos na lombard street, nossa primeira parada. Muito bonita, florida e bem sinuosa. Fazendo jus ao titulo de rua mais sinuosa do mundo. Seguimos by feet à Ghiradelli, fabrica de chocolates famosa, demos uma rodada por la e logo ali já estava o Fisherman´s wraf. O local é muito legal, tem vários restaurantes famosos e muitos lugares com bom preço pra comprar souvenir. Perdemos algum tempo ali e fomos em direção ao píer 39, o dos leões marinhos, que só estava representado por um, alone e fedorento. Almoçamos no Hard Rock, que é top, mas caro. Curtimos a vibe do píer, que é bem bacana, um ar daqueles filmes antigos americanos de piers e passado um tempo começamos a nos dirigir pro píer de onde saía o ferry pro Alcatraz, que era uns 500 metros pra frente. Chegamos meia hora antes do barco sair, conforme requerido, e la estava a fila sendo formada, naquele chuvisqueiro desgraçado que não nos largava. Não demorou muito e la estávamos nós no lugar que já foi considerado o maior presídio de segurança máxima dos EUA. O passeio foi muito legal. Ele é todo guiado por um áudio guia onde tu podes escolher que seja em português, conhece a historia do lugar que é incrível e tem vistas muito bonitas da cidade a partir da ilha. Pegamos o ultimo ferry de volta pra SF e voltamos pro hostel. Comemos num barzinho que vendia pizza bem perto do hostel. A maior pizza que eu já vi. Não vencemos toda.
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