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Walterpa

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  1. Mike (e outros colegas), deixe-me tentar entender. Sou correntista da Caixa. Devo utilizar o mesmo cartão que utilizo para fazer saques (e débitos) no Brasil para sacar dinheiro em países estrangeiros? Como funciona isso? Quais bancos aceitam o cartão da Caixa no exterior? Grato desde já pela ajuda.
  2. Também curti muito, Luka. Agradeço pela leitura, que bom que gostou! É um local, na minha opinião, que merece tanta atenção (se não mais) quanto a famosa trina Santiago-Valpo-Viña. Você já visitou todos esses países da sua assinatura?
  3. Olá! Dois dias é pouco tempo se depender apenas de transporte público e caronas, mas de carro dá pra fazer bastante coisa. Fiquei um pouco afastado do vilarejo principal, então não consegui avaliar direito a disponibilidade de hospedagem, mas acredito que encontre uma pousada numa boa. No hostel onde fiquei havia alguns montanhistas praticando escaladas na montannha ao fundo da hospedaria, ao que parece eles residem ali pela região mesmo e fazem isso frequentemente. Vale salientar que, apesar de ser uma região montanhosa, os picos não são muito elevados - eles chamam a região de 'pré-co
  4. Walterpa

    Cajón del Maipo

    Rodrigo, sem dúvida você pode descer em San Jose estando no micro-onibus que vai até San Gabriel. Veja o mapa abaixo que dá para entender melhor a região. Em relação ao táxi, não utilizei, mas acredito ser mais provável conseguir um em San Jose do que em San Gabriel, que é um vilarejo bem pequeno.
  5. [ÚLTIMA PARTE] Após a tentativa 'na trave' do dia anterior, desta vez não teria erro: é hoje que visito o Monumento Nacional El Morado! Acordei pelas 8h, tomei um café reforçado servido pela dona Nadia e fui novamente à rodovia atrás de uma carona. E é óbvio que a tremenda sorte do dia anterior não poderia se repetir... Demorou um pouco mais para que alguém parasse, neste caso um senhor em uma caminhonete. Muito sério, de poucas palavras, morava em Santiago e se deslocava todos os dias até a região para trabalhar. Me levou até a localidade de San Alfonso, cerca de metade do caminho ou até
  6. Após a sessão de fotos na manhã linda em Embalse El Yeso, regressamos rumo à Santiago porque o amigo Ídalo, professor, ainda teria que lecionar à tarde, enquanto eu e Agustín estávamos apenas curtindo férias... Me despedi dos rapazes esperando revê-los, e minha carona terminou na bifurcação entre o Camino Al Embalse e o CAmino Al Volcan. Há um restaurante nesse local, onde almocei e prontamente voltei à estrada para pedir uma carona até Banos Morales. A sorte continuava ao meu lado: em menos de cinco minutos um caminhoneiro parou e ofereceu carona, pois ia passar pelo local. Era o meu dia! Rum
  7. Na quinta-feira, acordei cedo (reparem que nessa época o dia só nasce às 8h30), tomei um café reforçado e me fui à rua para tentar uma carona à localidade de Banos Morales. Em menos de cinco minutos, uma sorte incrível: parou um carro com dois caras, um santiaguino e um mexicano, que estavam indo para Embalse El Yeso passsar a manhã! Conversamos, todos da mesma faixa etária e interesses, pareceu até que havíamos combinado previamente de tão certo que deu. O mexicano, que era médico, estava de férias na casa do chileno, professor de matemática. Conheceram-se na copa do mundo de 2014 e assim sur
  8. Neste mês estive durante 12 dias no Chile, mais precisamente em Santiago e arredores. De modo que as visitas à capital, Valparaíso e Viña del Mar dispensam comentários, vou relatar aqui minha estadia de quatro dias na região chamada de Cajón del Maipo, destino muito desejado e nem tão visitado por ainda apresentar um certo nível de dificuldade no acesso. Na noite anterior à ida fiquei hospedado no Hostel Urbano Providencia, situado no bairro de mesmo nome, próximo às estações Parque Bustamante e Santa Isabel da linha 5 do metrô. Recomendo muito tanto o bairro - que é lindíssimo! - quanto o
  9. Rumei pela Calle Palma, que apesar a principal rua do centro da cidade é até bem modesta, pequena. Passei pelos pontos principais e alguns outros não tão movimentados. Queria ir ao Cabildo, mas bem em frente fica uma favela e tinha uma galerinha sinistra circulando por ali de olho nos turistas distraídos. Desisti. Uma das quadras da Plaza Independencia, que dá acesso ao Cabildo e Catedral, apesar de ser um dos pontos principais da cidade estava com várias malocas erguidas bem no seu centro. Um horror. Muito artesanato sendo vendido pot todos os cantos, predominantemente por indígenas que ficam
  10. 4º dia: Asunción, a feia A segunda-feira, véspera de feriado no BR, amanheceu nublada e chuvosa. Depois de um café da manhã bem servido, para os padrões dos hostels, o pessoal resolveu ficar (adivinhem!) teclando em seus equipos eletrônicos. A dona do hostel, muito simpática, me comentou que era comum chover durante um período do dia e abrir sol no outro. Ou seja, muito provavelmente o sol apareceria à tarde. Resolvi pegar os mapas e dicas de viagem para traçar um roteiro para a tarde, começando pelo centro histórico, dando uma volta de barco pelo Rio Paraguay e, se desse tempo, visitando o P
  11. 3°dia: plano novamente furado e Asuncion Acordei cedo, fui falar com a rapaziada da AX e comentaram que não havia um grupo sufciente para fazer a aventura em Tobati naquele dia. Com a negativa, liguei novamente para os proprietários da Eco Reserva Mbatovi, na cidade de Paraguari, os quais talvez tenham sido os menos amigáveis da minha estada no país. Todas as três vezes me 'sugeriram' usar um automóvel para chegar à reserva e usaram respostas protocolares, maquinais. As três vezes tive que lhes reinformar que estava de turista, usando transporte coletivo e não tinha carro, então só faltou
  12. [EDITADO EM 22/04] Bem, esqueci de mencionar algumas coisas no primeiro post, visto que escrevi no celular ainda no hostel em Asuncion, em uma manhâ chuvosa. A partir do momento em que aceitei ficar na casa do amigo paraguaio, de modo que não era necessário ir até Asunción, ele sugeriu fazermos um pequeno tour pelas cercanias. Passamos por Areguá sem entrar na cidade; vimos o lago Ypacaray a partir de um balneário na cidade homônima; passamos por Luque onde são fanáticos por um clube de futebol local, que tem as mesmas cores do Boca Juniors (e também pintam as paredes de amarelo e azul); f
  13. [EDITADO EM 22/04] Dando retorno de minha viagem ao Paraguai, pois me sinto na obrigação moral de retribuir as preciosas informações que retirei daqui. Como surgiu a ideia de ir ao Paraguai: vontade de conhecer a América Latina, começando pelos paises mais próximos e depois estendendo as distancias. Além, é claro, de ter apenas quatro dias do feriado. Objetivos: melhorar a compreensão e fluência de espanhol; conhecer a cultura local; testar meios de baratear as viagens; fazer contato com outros mochileiros. Roteiro programado: chegar sexta à tarde, recorrer um pouco do centro d
  14. Alguem sabe informar se há ônibus das cidades de Tobati ou San Bernardino até Paraguari? Valores e horários ou algum site para pesquisar?
  15. Pessoal, criei um grupo no fb para divulgar eventos de aventura no RS e viagens em geral. Me procurem no fb (Walter Andrade - [email protected]) que adiciono todos os interessados!
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