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dhandrade

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Sobre dhandrade

  • Data de Nascimento 25-10-1990

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  • Ocupação
    Viajante =D

Outras informações

  1. Olá! Sairei de SP dia 17/10, mas chegarei em Paraty dia 18/10. Como vou chegar muito cedo(04:00 ou 05:00), quero achar uma galera que fará alguma trilha(ou qualquer coisa) no começo do dia. Se vc já achou um pessoal que anima em fazer algo nessa data, por favor, me chama tbm!!! 😁😁😁
  2. Blz, véi? Acho bom você comprar esses passeios com antecedência porque dezembro é mês de alta temporada lá por causa do natal, que é um dos charmes da cidade. Boa viagem, cara!
  3. dhandrade

    Ushuaia

    Tudo bem, Débora? Eu indico o Hostel La Posta pelo melhor custo/benefício, mas infelizmente não há vagas para março do ano que vem. Porém, fique atenta para ver se eles liberam algum quarto por qualquer que seja o motivo. Olha, eu não falaria isso se o hostel não possuísse camas bem confortáveis, banheiros muito limpos e um café da manhã bem servido. Também dou créditos a estrutura, a organização e aos staffs que são bem prestativos. O único ponto fraco dessa hospedagem é a distância que ela fica do centro porque são 20 minutos de caminhada. Mas já te digo que não há nada para fazer no centro, exceto visitar o museu e passar no mercado rsrs. De qualquer maneira, tente entrar em contato com eles por que vale a pena. E o mais importante, tenha uma boa viagem!
  4. [t1]Conclusão[/t1] Gasto Total: R$9000,00 Ônibus pegos: Um monte. Situação física: Perdi uns kilos e zoei a perna. Israelenses encontrados: 1 em cada poste ehauehauheua. Satisfeito? Sim. Conselho pra quem tá pensando em fazer algo parecido: Pare de pensar e vá viajar! Depois você dá um jeito. Se quiser saber mais sobre os valores, dá uma olhada lá no blog O Tal do Viajante Ou pergunte aqui no post que eu tento ajudar. =D
  5. [t1]A viagem de volta do sujeito manco[/t1] -Perna doendo PARA CARALEOOOO! -"Resolvo este xabu quando chegar em casa" pensei. -Ando mancando até a rodoviária. -5 minutos de caminhada virou 15 euaheuhaehauh. -Subo no busão que nem velho. -Parto pra Rio Gallegos -5 horas de viagem. -Apreciava as últimas paisagens patagônicas. -Alguns monumentos sobre as Malvinas. -Chego. -Era cedo. -Não tinha comprado a passagem aérea. -A hora é agora! -Plane or bus? -Novamente o avião saia mais em conta. -Pedi Wi-Fi de uma das revendas da rodoviária. -"Gracias". -Comprei a passagem. -O vôo saia às 09:00 do dia seguinte. -Dinheiro estava curto. -Ainda tinha que comprer mais alguns presentes. -Então... -VOU DORMIR NO AEROPORTO. -Hostels não estava com um preço camarada. -Nunca dormir em aeroporto. -Hora de "perder a virgindade" euaeuahuehauhea. -Racho um táxi com um casal de europeu. -Chego no aeroporto e vou comer algo. -Manco. -Compro a passagem de ônibus para São Paulo. -Esqueça a idéia de comprar no terminal -Ainda era 14:00. -Agora vem o teste de paciência. -....... -........ -......... -Anoitece -Durmo. Dia seguinte: -Acordo. -QUERO ARRANCAR MINHA PERNAAAA!!!!!! -........ -HORA DO EMBARQUE! -Ufa! -Vôo de 3 horinhas. -Chego em BsAs. -Pego um táxi ro terminal Retiro. -Vou mancando até a banca da JBL Turismo. -Retiro o bilhete pro dia seguinte. -Dica: não comprem passagem pro Brasil neste terminal. -É caro demais! -Comprem online pelo site da operadora. -Tem que ser brasileira. -Usei o Guichê Virtual. -Vambora pro hostel. -Não foi no Milhouse. -Foi num outro que nem lembro o nome. -Mas tive problema com a reserva. -Daí me indicaram um tal de "Lime Hostel". -Era mais caro. -Mas estava de saco cheio de andar. -Bora ficar nesse mesmo. -Pior hostel que fiquei durante a viagem. -Daqueles que tem café da manhã regrado... -...banheiros tão sujo que você sai do banho mais podre ainda. -Evitem este lugar. -Bom. -Bora comprar presentes pra famíla na calle Florida. -Andando beemmmmm devagaaaaar..... -Tudo certo... -Na volta me deparo com uma manifestação apoiando a ex-presidente. -No dia seguinte seria a posse do Macri. -Mas não sabia. -Chego no hostel e durmo. Dia seguinte -Bora bora bora... -Infelizmente estava chegando ao fim. -Olho pela janela e vejo um monte de policiais. -Era a posse do novo presidente. -Mas não tinha me tocado ainda. -Enfim... -Busão saia às 12:00 -A PERNA TODA FUDIDA!!!!! -Pego metrô até a estação Retiro. -Chegando lá... -Percebo... -Que... -Esqueci minha jaqueta o hostel. -Olha o vacilo!!! -Tinha tempo de sobra. -Então é só voltar lá e buscar. -Era rápido. -Assim fui. -... -Desembarco na estação Av. de Mayo. -Vejo uma multidão. -E fico sabendo que naquele dia seria a tal posse. -Não dava pra atravessar a avenida. -As autoridades bloquearam. -Tento encontrar alguma maneira de atravessá-la. -Não acho. -O hostel ficava do outro lado. -Bom... -Seguinte. -Melhor perder a jaqueta do que o busão. -O prejuizo seria bem maior. -Volto pra estação. -Não estavam deixando o pessoal entrar. -Tentei entrar a força pra entender melhor o que se passava. -Mas acabei sendo convidado a me retirar de lá. -Eles tinham fechado. -... -Olha... -Estava com dinheiro contado. -Eram 11:00. -Já não tinha mais perna... -Pra mim aquela linha do metrô estava toda bloqueada... -AEEE!!! -VAMO BATE PALMA, VAI!!! -ME FUDI!!!!!! -OPA! OPA! OLHA LÁ! -CABÔ COM A VIAGEM. -VAI FICAR PRESO NA ARGENTINA! -VAI DORMIR NA RUA! -TUDO POR CAUSA DE UMA JAQUETA!!!!! -TAQUIPARIU, EIN! -UOOOOOUUUUUUHHH!!!!! -Ok... -Vejo um táxi. -Já tinha passageiro. -Chego nele e pergunto "SENHORA! NÃO QUER RACHAR O TÁXI NÃO!" -Mas perguntei no melhor estilo portunhol. -"SEÑORA! QUIERES DIVIDIR EL TAXI?" -A moça olhando aquele sujeito barbudo e manco. -Parecendo um mendigo. -Balançou o dedo e fechou o vidro. -MAIS UMA VEZ!!! -AEEEEEEE!!!!! -Calma... -Ando mais um pouco. -Vejo outra estação da mesma linha. -"Deve estar fechado" pensei. -Chego mais perto. -E vejo um letreiro. -Nele dizia que apenas a estação Av. de Mayo estava interditada. -A linha funcionava normalmente. -Amigo... -Foi o momento mais feliz da minha viagem. -Tão bonito quanto as cataratas do Iguaçu... -...e tão incrível quanto a Patagônia.... -...foi aquele letreiro e sua mensagem alí descrita. -A esperança de voltar para casa reaparece. -Sigo viagem. -Desço na estação Retiro. -Lentamente eu ando até o terminal. -Faço o que tenho que fazer. -Vou para a plataforma. -Busão chega. -Subo na bagaça. -Seriam 2 dias até SP. -Com a perna doendo euaheuhauheau. -E o ônibus segue viagem. -Acabo conhecendo 2 brasileiras que estudam em BsAs e um argentino que mora no Rio. -Gente finas! -Assim a viagem não foi puro tédio. -Anoitece. -Durmo. Next day: -Passo por POA. -Lembro do Free Walk e da Bomba Royal. -Depois veio Floripa. -Logo lembrei das amizades feitas aqui. -Voltarei para ilha em breve. -Em Joinville recordei da chuva parando quando ia pra São Francisco do Sul. -E a viagem de volta prosseguia. -Anoitece e durmo. Dia seguinte: -Acordei cedo. -Já tinha chegado em SP. -Era só alguns minutos até o terminal Tietê. -Home, Sweet Home.
  6. [t1]As Fodásticas Torres del Paine[/t1] -Bom. -Foi a pior viagem de ônibus da minha vida. -Tecni Austral... -Não comprem passagem dessa operadora. -Ônibus sujo e com direito a remixes horríveis de djs chilenos. -Chega de reclamar. -Chego em Punta Arenas. -E vejo se tem outro saindo hoje para Puerto Natales. -Nada... -Bom... -NÃO TINHA RESERVADO HOSTEL!!! -Entrei no primeiro café -Ativo o wi-fi e começo a procurar. -Encontro um agora que não lembro o nome. -Vou até lá. -A recepção não foi das melhores. -Por isso não fiquei alí. -No meio do caminho encontro uns israelenses que estavam no busão. -E pergunto se ele acharam um hostel. -Me falaram dum tal de hostel Patagonia. -E o preço estava muito bom. -Bora lá. -Hostel feio. -Mas não podia gastar muito. -Volto pra rodoviária e compro a passagem pro dia seguinte. -Voltei pro hostel. -Conheci mais israelenses e de quebra jantei com eles. -Durmo. -Amanhã eu saia dessa birosca. Dia seguinte: -Mais 3 horas de viagem. -Chego em Natales. -Cidade bem menor do que Punta Arenas. -Ainda na rodoviária compro a passagem para o Parque Nacional Torres del Paine. -Vou pro hostel. -Agora eu tinha reservado. -Hostel, mercado. -Mercado, hostel. -Enrolo e durmo. Next Day: -O grande dia. -Acordo cedo e vou pra rodoviária. -2 horas até o parque. -Chegando lá você é obrigado a ver um vídeo educativo. -Depois pego um translado. -Desço ponto de partida da trilha do mirante. -Inicio a caminhada. -O "Sr. Sensação" aqui esqueceu de recarregar a câmera. -Então decidi guardar o restante da bateria pro final. -O jeito foi usar o celular. -Sorry, folks... -Não vou entrar em detalhes pra não virar spoiler. -As fotos já falam por si só. -Agora pensa numa trilha pesadinha? -Tipo. -Nada de obstáculos difíceis. -So é longa mesmo eauheuaheuhauehau. -Tem uma parada chamada "Refugio Chileno". -Parei ali pra comer um pão. -Pão que comprei em Ushuaia. -Passei um cream cheese que tinha misturado com patê. -Hmmmmm...... -........ -Melhor do que passar fome.... -Sigo a trilha. -A água já tinha acabado. -Havia uns pequenos córregos no caminho. -Mas fiquei com receio de beber dalí. -Não havia ninguem pra dizer que era seguro. -Bora subir com sede mesmo. -Tem um trecho que na teoria são 45 minutos de subida. -Na prática se leva mais euaheuahuehaueha. -Era o trecho final. -Sede... -Sede..... -Tá quase lá, champz! -Sobe... -E.... -A recompensa.... -AEEEEEEEE!!!!!1111onze1111!!!! -Bora dar um mergullho ali na lagoa? -E ainda matar a sede? -A ida é garantida. -Só a ida. -Queria ficar mais tempo, mas.... -O busão sai às 19:00. -Então eu trilho tudo de novo. -Chego onde tinham os mini córregos. -Vejo um funcionário do parque. -"Posso beber água daqui?" i ask. -"Pode". -... -Enchi meu squeeze. -Água gelada!!!! -Cara... -Que delícia de água.... -Enchi mais uma vez e sigo de volta. -Quase no final eu caio. -Faço força com a perna esquerda pra diminuir o impacto. -Lembra de quando eu caí em São Francisco do Sul? -Então... -O corpo estava quente e não sentia tanta dor. -Cheguei no ponto de partida. -Peguei o translado de volta. -Peguei o ônibus. -O corpo começa a esfriar. -Começo a sentir dor. -Vai se intensificando conforme o tempo. -Chego em Natales. -Não consigo andar normalmente. -PUTA MERDA!!! FUDEU!!! -Sorte que foi meu ultimo passeio. -Ando mancando até o hostel. -Deveria ter aplicado uma compressa de gelo. -Mas nem pensei nisso. -Anta. -Enfim... -Passo um gelol, tomo um dorflex. -Durmo Dia seguinte: -Iria pegar um ônibus pra Rio Gallegos no dia seguinte. -De lá pegar um vôo pra BsAs -Depois um busão pra São Paulo. -Aproveitei o dia pra comprar a passagem. -Enrolo o resto do dia. -Com a perna doendo pacas! -"Anoitece" -Durmo. -Iniciaria minha jornada de volta para casa.
  7. [t1]Ushuaia. A realização de um sonho[/t1] -O título não é brincadeira não. -Quem lembra daquele programa "O conquistador do fim do mundo"? -Ficava imaginando onde era o "fim do mundo". -Quando moleque, também pensava que Patagônia fosse um estado ou país. -Fui crescendo e fomentando a vontade de visitar o lugar. -E ali estava eu. -NO DO FIM DO MUNDO!!!! -CAR%¨&*!!! -Era verão. -Mas não naquela parte. -Sou acostumado com clima quente e úmido. -Sofri ehauehauheuaheuhauheuah. -Saindo do aeroporto só tinha táxi. -Não tem jeito. -Tudo alí é na base de remi, táxi ou translado. -Enfim. -Pego um até o hostel. -Hostel La Posta. -Nada do que reclamar. -Toalha e sabonete incluso na tarifa. -Conheço um sortudo que ia pra Antártica na faixa. -Porque o cara conhecia o dono de uma embarcação. -Já eu... -Tô afim pagar $5000,00 não! -Depois de caminhar 20 minutos do hostel. -Chego no centro. -Não espere por uma cidade bonita. -O que manda aqui é a beleza natural do lugar. -Fico na dúvida se compro alguma roupa ou calçado impermeável. -Mas deixo pra lá. -Vou me virar com o que tenho. -Ando um pouco pelo lugar. -Passo no mercado. -Na volta acabo errando o caminho 2 vezes uehauheuaheuaueha. -Chego no hostel. -Conheço uma australiana que disse estar proibida de entrar no Brasil por avião. -Disse que foi por causa de umas "maracutaias" que ela fez. -Outro trambiqueiro... -Enfim... -Combinamos de ir até o Bar Ramos. -Lá iamos encontrar um suiço e tomar cerveja. -Almoço foi um macarrão "meia boca" que eu cozinhei. -Anoitece. -Bora pro bar. -Véi. -O percurso inteiro reclamei do frio. -Chegamos... -Ufa... -Aqui o tomei a melhor cerveja da viagem. -Cape Horn. -Uma Pale Ale que desceu bonito no frio. -Depois de umas conversas vazamos. -Lá vai eu passar frio de novo. -Chego no hostel, banho e cama. -Foi a primeira vez que escrevi "banho" no relato. -Eu tomava banho todo dia viu, pessoal... Dia seguinte: -Hoje é dia de visitar o Parque Nacional Tierra del Fuego. -Consigo encontrar um pessoal que também iria. -Rachamos o táxi e todo mundo saiu feliz. -Chego na entrada do parque. -Nesse dia estava previnido. -3 calças(segunda pele, jeans e poliester) -FOI [email protected]# PRA [email protected]#$ CAMINHAR EM TERRENO INGREME. -2 camisetas(segunda pele e manga comprida) -1 jaqueta -Gorro -Bota não impermeável. -Daquelas que custam 200 reais no shopping, sabe? -Faço a trilha do do Rio Pipo. -Mais de 2 quilômetros tanto na ida quanto na vota. -OLHA! -Pausa pro lanche na volta. -Era pão com cream cheese euaheuahuehaehah. -Agora é hora de andar beeemmmmm! -Bora fazer a trilha costeira. -Era uma paisagem mais foda do que a outra. -Vontade construir um chalé e viver por ali. -O barulho que reinava era das árvores se contorcendo por causa do vento. -É comum ver várias árvores caídas por conta disso. -Portanto que não caíssem na minha cabeça... -Animais. -Foram 8 km de trilha mais 1,7km até restaurante pra pegar o translado. -Chegando lá tinha um grupo de israelenses esperando a van. -Tipo. -Nunca vi tanto israelense em minha vida. -Desde Buenos Aires até o final da viagem. -Esse povo saia do bueiro, do poste... -Sei lá... -A van chega. -O motorista leva a gente pro final da Ruta 40. -A partir daqui não tem mais estrada. -Definitivamente o fim do mundo. -Voltamos. -"Anoitece". -Entre aspas porque só fica escuro a partir das 23:00 -Às 22:00 o céu ta claro ainda. -Janto. -Durmo. Dia seguinte -Nesse dia iria conhecer o Glaciar Martial. -Deu 12:00 e fui. -Chamo um remi(um tipo de táxi com valor fixo) pra me deixar na entrada. -Marco um horário pra ele vir me buscar. -Bora subir o glaciar. -Primeira vez que tocava na neve. -Não dava pra usar os teleféricos. -Só funcionam na época de ski acho. -Então continuo subindo. -Com aquele mesmo kit de roupas. -Havia um certo cuidado em meus passos ao caminhar na neve. -Era gelo puro. -Mamãe... -Levei uns tombos. -Mas nada demais. -Hora de voltar. -Tinha combinado em ir no museu do presídio com uma galera. -Na volta eu vejo um maluco descendo correndo. -Confesso que esperei pelo pior. -Ia ser engraçado pacas se ele caisse. -Mas enfim... -Depois uns suiços me contaram que é melhor descer correndo. -Ok. -Pego o remi e vou pro centro. -Caminho até o museu. -Entro e consigo pegar o tour ainda no começo. -Encontro as professoras argentinas. -Me explicaram melhor algumas coisas. -Não entendia muito bem o guia. -Logo chega o que me chamou mais atenção. -A réplica do farol do fim do mundo. -Com algumas partes originais. -O farol é descrito em livro de Julio Verne. -E acho demais "As vinte mil légua submarinas". -Whatever... -Prosseguindo. -É, meu amigo... -Ushuaia nada mais era do que um centro de detenção no passado. -Chega. -Bora voltar. -Passamos no mercado porque elas queriam fazer um tal de "zapallitos". -Me ofereci a ajudar na comprar, mas disseram que não precisava. -Mais uma vez os hermanos me surpreenderam. -Voltamos. -Bora provar esse negócio. -Não é que bom? -Ok. -Hora de dormir. Next day: -Só fui no centro comprar passagem pra Punta Arenas. -E comprar uns souvenirs. -Vai achando que acabei por aqui. -Só que o mr. beleza aqui poderia ter economizado se tivese prestado atenção nos intinerários. -Acabei ficando mais esse dia por que o ônibus mais barato só saia no dia seguinte. -Aproveito o resto do dia pra atualizar o blog. -Anoitece. -Durmo. -Amanhã parto pra Punta Arenas.
  8. [t1]Hola BsAs!!![/t1] -Cara. -A balsa tava cheia. -Enfim... -Cheguei. -A doca fica no meio duma quebrada. -Não sabia que ônibus pegar. -Abro o Google Maps e tento localizar a estação de metrô mais próxima. -Vou andando. -Se acontecer qualquer merda comigo a culpa é minha. -Não pesquisei melhor porque não não quis. -Mas na verdade eu curto me aventurar assim. -Só não aprendi a pegar carona ainda. -Ando... -Ando... -Resolvo perguntar como chego na Avenida de Mayo. -Dizem pra eu pegar tal ônibus. -Blz. -Transporte chega. -Mas... -Não sabia que pra andar coletivos precisava ter uma espécie de bilhete único. -O motorista deve ter sacado que eu era turista e deixou e viajar. -Mas precisava saber melhor sobre isto. -E também queria dar um jeito de pagar a taxa. -Pergunto pros passageiros sobre o tal bilhete. -Eis que uma tia deixa eu passar o dela em troca do valor da passagem. -E mais uma vez a recepção hermana me surpreende. -Que assim fique claro que ninguem te quer mal ali. -Agora se você aprontar vai ter que aguentar as consequencias. -Enfim... -Pro hostel. -Milhouse. -Metade dos usuários daqui devem conhecer. -Então nem vou entrar em detalhes. -Almoço ali mesmo, reservo um lugar pro churrasco da noite e compro o passeio de bicicleta. -Deixo minhas coisas e vou dar um rolê pela Recoleta. -Olha, olha... -Que cidade dahora, véi! -Confesso que começou a bater saudades de SP. -Depois de andar por 2 horas tive que voltar. -TEM CHURRASCO! -Não chegou ao nível doque eu comi em Montevidéu. -Até porque alí não era uma churrascaria. -Mas estava muito bom. -Sono. -Volto. -Deito. -Chega um pessoal do quarto -E insistem pra que eu vá pra festinha no outro hostel. -Ok. -Não sou chegado em muvuca. -Mas não foi ruim. -Deu pra conhecer uma galera bacana. -Volto. -Durmo. Next day: -Hora de fazer o câmbio na Florida. -Fui, voltei vivo e com todo o meu dinheiro. -Durante a viagem todo mundo falava dessa tal rua. -"Cuidado" ou "Olhe pra ver se não tem ninguem te seguindo" -Cara. -Relaxa... -Fica de boa. -Pergunte pra algum hóspede onde ele fez câmbio. -E vá direto pra lá. -Lá também é um point legal pra compras. -E cheio de gente. -Volto. -Hoje dia de pedalar, dude. -Que bom que o café da manhã do hostel é caprichado. -Sigo pro outro hostel. -O organizador já estava esperando. -Escolho fazer o tour pela parte sul da cidade. -O mano levou o pessoal lá pra filial deles. -Pegamos a bike e ganhamos um Ades. -Nice. -Pedalamos. -As fotos estão ruins pq tive que tirar com o celular. -O guia insistiu para que não levássemos câmeras. -Disse que em La Boca é meio tenso. -Ok. -E assim seguimos... -Passamos onde estariam os corpos das vítimas da ditadura... -Calle Defensa, uma praça que esqueci o nome... -La Bombonera e Caminito. -Pausa pro alfajor. -Ando um pouco pelo local. -Depois pedalamos até Puerto Madero e Casa Rosada. -Teve uma aulinha de história. -E pedalamos de volta. -Valeu a pena. -Mesmo. -Conhecer a cidade de bike é outra pegada. -Caso não estejam no Milhouse, mas querem fazer o mesmo passeio procure por BA Bikes no google. -Lá tem endereço, preços e tals. -Volto. -Tinha esquecido de conferir as notas. -Será que me passaram a perna no câmbio? -Era dinheiro falso? -A consciência pesava. -Fui conferir... -Tipo... -Tinha 6 mil pesos em notas de 100 pesos. -E nenhuma nota era falsa. -UFA.... -Só não faça câmbio com taxista. -Já ouvi história de gente perdendo muito dinheiro com troco falso. -Tudo tranquilo... -Agora só resta saber como irei pra Ushuaia -Ônibus ou Avião? -Deixo isso pra amanhã. -Anoitece. -Durmo. Dia seguinte: -Passei o dia inteiro pesquisando preço de passagens e tals. -Até que encontrei uma promoção na decolar.com. -Vôo pra Ushuaia saindo às 04:00 do dia seguinte por R$801,00. -Mais barato que ônibus. -Pesquisei no Rome2Rio e fui até o terminal Retiro pra ver. -E nada. -Avião saia mais em conta. -Então bora. -Espero anoitecer. -Bebo a ultima cerveja com uma galera brazuka. -E pego o ArBus. -Te deixa na porta do aeroporto por 30 pesos. -Lembre-se de comprar o bilhete no quiosque da Av. 9 de Julio. -Espero o horário de embarque. -E vôo até Ushuaia.
  9. [t1]Colonia del Sacramento[/t1] -A estrada até lá ficou bonita no meio do percurso. -Cheia de palmeiras em volta. -Chego e sigo pro hostel. -Nem foi necessário transporte. -Chego no hostel, deixo as coisas lá... -...pego a câmera e vou caminhar. -Mas antes acabo conhecendo um australiano que morou ilegalmente no Brasil por uns tempos. -Éééééé, meu amigo. -Vai achando que país de primeiro mundo não tem "trambiqueiro". -E descobri que não é tão fácil gringo entrar no Brasil. -No primeiro dia não fiz quase nada. -Volto. -Tomo um mate com um dos donos do hostel. -Enrolo. -Anoitece. -Fui visitar o centro histórico. -Fica bem legal de noite. -Deu até pra "ver" um pouco Buenos Aires. -Volto. -Durmo. -Ouço um "quebra-pau" lá de fora. Dia seguinte -Pergunto o que houve ontem de noite. -Disseram que foi na balada que acabou de ser inaugurada. -Que "pé-frio", ein! -Bora pro centro histórico de dia. -Mas antes... -Pausa pra um chibitos. -Lanchão caprichado com churrasco. -Ok. -Se tu curte museus, lá é assim... -Todos ficam praticamente um do lado do outro. -Vá no museu municipal e compre um ingresso. -Com este ingresso você visita todos os outros. -Só funciona desta maneira. -Relaxa. -É muito barato. -Apenas o museu naval que não faz parte da promoção. -Enfim... -Museu Municipal e Museu Português eram os únicos que me interessavam. -Fui pro farol. -Barato demais, também. -Se tu for claustrofóbico fique longe dali euaheuaheha. -Não tem mais nada pra fazer.... -Volto. -Enrolo. -Anoitece... -Mofo... -Durmo. -Amanhã pego a balsa pra Buenos Aires.
  10. [t1]Cruzando a fronteira para as terras hermanas[/t1] -Depois daquela soneca. -Chego na capital hermana. -Porém... -Tinha esquecido o endereço do hostel. -EEEEEEEERRRR.... -TAQUIPARIU, EIN! -A bateria do celular estava no bico do corvo. -Fiquei que nem louco no terminal procurando sinal de Wi-Fi. -E nada. -Seguinte. -Sabia o busão que tinha que pegar. -Então vai pro ponto e começa a perguntar onde fica o hostel Caballo Loco. -Simple, hun? -Encontrei um gringo tentando achar o hostel dele no celular e perguntei se ele poderia achar o meu. -"Sim, claro" -Mas não conseguiu. -Entro no ônibus. -Me dirijo ao primeiro sujeito com um celular na mão. -"Moça. Pode tentar localizar um hostel pelo seu celular?" -Ela procurou. -Chegou uma tia do lado e começou a ajudar também. -Mas não estava entendendo onde tinha que descer. -Antes de fazer eu cara de "tapado" uma outra tia disse pra descer no mesmo ponto que ela. -E assim foi. -Desci e ela me orientou. -Não imaginava uma recepção dessa por parte dos hermanos. -Bateu uma sensação legal. -Chego cedo no hostel. -Sou informado que daqui a pouco terá um Free-Walk. -Ótimo. -No meio tempo chega um brasileiro que está ali à uns dois dias. -Combinamos de ir no Free-Walk. -Simbora. -"Tava" curtindo pra caramba a cidade. -Do outro lado da rua havia uma lojinha do marasmo. -Tô de boa. -Na praça a galera se reunia e depois começamos o passeio. -Os guias deram uma parada pro pessoal conhecer melhor os arredores. -15 minutos. -Mas. -Eu e o Felipe(brasileiro que encontrei no hostel) fomos no banco. -Daí paravamos pra olhar uns negócios e tals. -E esquecemos do tour. -Eita... -Só que ele presumiu que o pessoal estaria no Mercado del Pueblo. -"Então bora lá" i said. -Chegando lá a guia começou a zoar com o nosso atrazo heaheaheuha. -Faz parte. -Nos levaram para a Rambla(orla) e depois pro mercado. -Fim do passeio. -Bora voltar. -"Tava" com uma fome... -"Bora comer um churras?" i aksed -"Bora" -Restaurante El Fogon -Peço um entrecot com fritas. -Meu amigo... -OS FILHOS DA PUTA SABEM FAZER CHURRASCO!!! -CARALHO!!!!! -NEM VOU CENSURAR. -Só de lembar já deu mó larica aqui. -Mano... -Enfim... -Bora pro hostel. -Acabo conhecendo uma francesa que estava em Ushuaia uns dias atrás. -Já pergunto como é que é lá. -Logo chega dois brasileiros que acabaram de voltar de lá. -E assim tiro mais dúvidas.... -Aquele lugar tá me chamando. -Anoitece. -Fomos pra um pub. -Volto. -Vivo uehauehauheuahe. -Tinha ouvido falar também de que Montevidéu era perigosa... -Quem fala isso deve sair com um medalhão de ouro no pescoço no meio duma quebrada... -...achando que nanda vai acontecer uehauehuaheuauehau. -Durmo. Next day -Eles alugam bikes. -Bora pedalar. -Tem uma orla dahora pra isso. -Saimos cedo. -Vai eu, o brasileiro e a francesa. -Pedalamos.... -Mano... -Pedalamos para caraleo! -Pausa pro quitute num restaurante foda. -Mas por ser foda e caro pedimos quitute eauheuaheuhaueh. -E continuamos pedalando. -Tava frio. -Quando o vento diminuia o sol ardia. -Senão... -As praias de lá são feias. -Minha opinião. -Não fui pra Punta ou Cabo Polonio ainda. -Mas Montevidéu carece de praias bonitas. -Era quase 17:00. -Agora é só voltar. -Chegando no hostel aparece mais um francês no quarto. -Mas este era daqueles europeus retardados. -Espécie em extinção, saca? euaheuaheuaheu -O cara tinha umas histórias legais e dizia que era tudo verdade. -Enfim... -Se tá falando... -Pelo menos fizemos uma vaquinha pra janta. -E todo mundo saiu feliz por ter economizado. -Não deixo mais francês fazer macarrão. -Fica papado e gruda tudo na panela euahuehauheuahe. -Durmo.
  11. [t1]Porto Alegre[/t1] -E assim desci a serra. -Parecia que eu estava indo pro litoral. -Chego em POA. -O pessoal estava dizendo que a cidade estava perigosa e tals... -Veremos. -Pego o busão. -Desço perto do hostel. -Brick Hostel. -Excelente. -Arrumo a cama, me organizo. -Mercadinho. -Os paulistas que encontrei em Gramado chegam. -Ali conheci um belga que trabalhava no lugar. -Gente fina. -Anoitece. -Eu, Ricardo e Hugo saímos pra beber. -E ver se iremos morrer, ser assaltados ou qualquer coisa do tipo. -Primeiro um churrasquinho de gato pra forrar o estômago. -Daí andamos... -...andamos... -...achamos um bar da Dado Beer. -Eu já tinha ouvido falar dessa breja. -Mas pros caras foi uma puta nostalgia. -Bebemos e vazamos. -Já era quase 01:00 AM. -Voltamos vivos, sem nenhum arranhão e com a carteira. -Durmo. Dia seguinte -Era dia de Free Walk no centro. -Bora lá. -Chalé da Praça XV. -Fácil de chegar. -Mas cheguei bem cedo. -Enfim... -O tour se incia na praça. -Depois passa pelo Mercado, Galeria Chaves -...antiga estação de bonde, em frente a catedral... -...Praça da Alfândega, Comando Militar do Sul... -...e a Casa de Cultura Mario Quintana -Recomendo a qualquer cidadão que pisar em POA. -Os guias são gente boa e entendem bem da história. -Também te aconselham a comer uma Bomba Royal no Mercado. -Vai por mim, vale a pena. -Principalmente se o tempo estiver quente. -Que era o meu caso. -Volto e descanso. -Fui dar um rolê na Praça Farroupilha. -Volto e depois junta eu, os paulistas e um alemão pra ir numa churrascaria de baixo custo. -Até que não foi ruim não. -Estou no point do churrasco no Brasil. -Depois fiquei mofando o resto do dia e durmi. Next Day -Meu ônibus para Montevidéu saia à 17:30. -O pessoal do hostel deixou eu ficar por lá até às 15:00 -Ufa. -Aproveito e participo da vaquinha do almoço. -R$10,00 -Economizei pacas. -Sobre o alemão que conheci ali... -O cara veio pro Brasil com a idéia de praticar capoeira. -Me contou que lá o esporte não é muito praticado e pouco dvulgado. -Curioso, não? -Enfim... -Dou tchau pro pessoal e parto pra rodoviária. -Chegaria em Montevidéu no dia seguinte.
  12. [t1]Gramado/Canela e um pouco da serra gaúcha[/t1] -Já estava de saco cheio de praia. -Depois duma viagem de sei lá quantas horas. -Não me lembro... -Chego em Canela. -Nem fud$%¨#! que vou me hospedar em Gramado. -Caro! -Desembarco e sigo pro hostel. -Vou deixar bem claro... -SE FOR PRA CANELA SE HOSPEDE NO HOSTEL 142!!! -Melhor custo/benefício da região. -Staff excelente. -E a qualidade do hostel, meu amigo.... -Deixo minhas coisas. -Dou um pulo no mercado e volto. -Fiquei sabendo que tem uma cervejaria do mesmo mestre cervejeiro da Coruja. -Cervejaria do Farol. -E que eles tem um bar no local e tals. -Buscam vc no hostel e te trazem sem custo algum. -Conheci dois caras de Porto Alegre que estavam afim de ir também. -Fechou!!! -Pedi para ligarem e marcar um horário para a van nos buscar. -Nesse meio tempo também reservei um translado pra me levar para os canyons. -Eu "namorava" Cambará do Sul e os canyons pela net. -Sério. -Enfim. -É noite. -O translado chega. -VAMBORA! -O ambiente é legalzinho. -Mas a cerveja(minha opinião) deixou a desejar. -Há paladares e paladares. -Talvez você goste, talvez não. -Dá um pulo lá e experimenta. -Já estava morto. -Volto e durmo. Next Day: -Hoje é dia de ir pro Parque do Caracol. -Mas antes café da manhã. -Não tem no hostel. -Bora procurar um lugar barato. -Na rua paralela tem uma lanchonete. -10 reais se come um sanduba + suco. -Volto. -Me arrumo e vou pro ponto de ônibus. -ATENÇÃO! -Se informe sobre o intinerário dos ônibus. -Peguei o que passava às 12:00. -Chego no parque. -Dou um pulo no mirante. -Vejo o cartão postal do parque. -Queria ver de perto. -Então... -Hora de trilhas! -Desço uma escadaria com uns 800 e poucos degrais. -E eis a recompensa. -Subo a escadaria. -Tem umas áreas de descanso no meio do percurso. -Em seguida fiz a trilha que dá no moinho velho. -Todas elas são curtas e fáceis. -Agora bora pra Trilha do Silêncio. -Só ouvia o barulho do rio. -Bem legal. -No meio percurso o caminho se dividia. -Fui pra direita. -Me deparo com uma casa que parecia estar abandonada. -Fiquei cabreiro e voltei. -Peguei o caminho da esquerda. -Me deparei com a mesma casa. -F¨#$-se! Vou entrar! -O que vai acontecer? Me doparem e arrancar meus orgãos? -No fim era só um museu do parque... -Lamentável, ein... -No final você anda mais um pouco e já está de volta na entrada do parque. -Hora de ir. -Mas... -O ônibus de volta só passava às 18:00. -Ainda era 15:00. -Vish... -Tentei pegar carona. -Sem sucesso. -Lembrei que o dono do hostel tinha oferecido carona até o parque por 5 conto. -Consegui ligar e pedir pra ele me buscar. -Menos mal. -Volto. -Aproveito o dia pra mexer no blog. -Anoitece. -Faço nada. -Durmo. Dia seguinte: -O passeio pros canyons tinha sido remarcado pro dia seguinte. -Então fui andar pela cidade de Canela. -E a noite iria pra Gramado. -A cidade já estava decorada pro natal. -O que chama atenção em Canela é a igreja. -Além de ser gigante, tem um conjunto de luzes que fica mudando de cor. -Cidadezinha bonita e organizada. -Bora comer o doce principal dessa região. -Chocolate, man! -Passei na loja Florybal. -Relaxa que você não precisa pagar 50 reais num tabletinho. -Comprei uma caixinha humilde com 10 bombons de 1 real cada. -Tem pra todos os bolsos. -Ali fiquei sabendo que você pode visitar a fábrica deles de graça. -Mas isso vai ficar pra próxima. -Anoitece. -Bora pra Gramado. -Será que a cidade estava bonita? -Andei. -Andei. -Andei. -Pausa pra comer um "Xis". -Voltei. -Dormi. Dia seguinte: -É hoje! -Acorda e bora pros canyons, maluco! -Cheguei no Parque Nacional de Aparados da Serra. -No canyon do Itaimbezinho. -Teve uma breve explicação sobre o lugar. -De lá seguiram eu e mais 3 pessoas que vieram juntas. -Fizemos a trilha do vértice para ver a cascata. -Não atravessem a cerca. -Mas se atravessarem vão ter uma vista do ca$%¨! -Seguimos de volta e fomos fazer a trilha do cotovelo. -6km de trilha. -Parte dela numa mata fechada cheia de mosquitos. -Eis que... -OLHA ISSO... -O pessoal que estava comigo pediu arrego. -Não completaram a trilha até o final. -Eu disse "tchau" e segui o percurso. -Valeu cada passo. -Na próxima vez quero visitar o canyon Fortaleza. -E segue a trilha de volta. -Pego o translado. -Aquela sonequinha... -Chego no hostel. -Conheço dois caras aqui de sampa. -Ricardo e Hugo. -Não é dupla de sertanejo. -O Ricardo tem um hostel no Sumaré. -Vila Rock Hostel. -Falo pra eles sobre os canyons -E depois combinamos de nos encontrar lá em Porto Alegre. -Anoitece. -Durmo. -No dia seguinte partiria pra POA. -Gramado e Canela deixou saudades.
  13. [t1]Floripa - The Island of Magic[/t1] -Desembarco na ilha da magia. -Ilha da magia? Vish.... -Mas não foi nada disso kkkk. -Estava a um tempo afastado de cidade grande. -Senti aquele "feels". -Só quem mora em cidade grande à muito tempo... -...e está cansado de viver no lugar sabe como é. -Mas logo passou. -Pago 2x o valor do ônibus. -R$3,20 cada. -Porque entrei no terminal errado. -Que vacilo! -Enfim... -Chego no hostel. -Na Lagoa da Conceição. -Não é a toa que o pessoal recomenda este place de Floripa. -Resumindo... -...fiz o básico, fui caminhar e tirar fotos. -Voltei e dormi. Next day -Tinha ouvido falar dum bairro... -...um bairro chamado Ribeirão da Ilha. -E que lá além de ser um lugar histórico... -...também tinha um restaurante de ostras e outras culinária locais. -Ok. -Bora lá. -Cheguei cedo pra car#$%@. -Daí fiquei andando por alí até dar 12:00. -Fome. -Pensei em comer no Ostradamus. -Fachada bonita, com azuleijos portugueses na lateral. -Fui pesquisar os preços na net. -Por#@! É caro, man! -Só que tinha outro do lado chamado Muqueca da Ilha. -"Vai ser este mesmo" pensei. -Interior rústico com umas quinquilharias. -Curti, curti... -Peço 2 empanadas de ostra. -Nunca tinha comido ostra. -Demorou um pouco, mas... -... malandro.... -...foi o prato mais gostoso que comi nessa viagem toda. -R$6,50 cada. -Muqueca da Ilha! Remember. -Bom... hora de ir pra Barra da Lagoa. -Tinha prometido a um pescador que ia dar um pulo lá no barco dele. -Conheci o mano vindo pra Floripa. -Cheguei lá e a conversa rendeu. -O cara tinha história pra contar. -Gente boa pra car!$%¨*! -Quem estiver lendo e mora por aí manda um "salve" pro seu Cecílio. -Parti pro hostel. -Esperei anoitecer e fui tirar umas fotos. -Volto e durmo. Dia seguinte: -Acordo e vou pra outro hostel. -Motivo? -Tive uma experiência desagradável no primeiro dia. -Mas não vou ficar reclamando. -Não construí o relato pra isso. -Depois de caminhar por quase uma hora pq achei que peguei um atalho.... -...chego. -Na hora eu vejo que fiz um bom negócio. -Hostel Da Terra. -Custava 30 reais a diária. -Ficaria só mais uma noite. -Os caras vendiam cervejas próprias. -Ambiente no estilo "roots". -Enfim... -"O que vou fazer hoje?" pensei. -Passeio de escuna. -Sério? -É. -Ok... -10 reais por uma voltinha na lagoa. -Chega. -Vambora. -O resto do dia fiquei trocando idéia com os hóspedes e o staff. Dia seguinte -Acordo. -Eis que conheço um fotógrafo aqui de Sampa chamado Álvaro. -Gente finíssima! -Me ensinou até uns macetes de fotografia. -Hora de conhecer o centro de Floripa. -Pego carona com o fotógrafo. -Desço na frente do terminal rodoviário... -...e vou caminhar. -Não esperava que a tal ilha da magia tivesse um centro tão legal. -Deu vontade de morar alí. -"Mas é cidade grande e..." -Fo%@-se! É Floripa. -Aproveito a carona de volta. -Bebo uma IPA do hostel. -Arrumo as coisas e vazo! -Saio de ultima hora. -Chego no terminal da lagoa e vejo 2 busão indo embora. -AEEEEE!!! -Vai perder o rodoviário! -Daí mais uma vez peço carona pro meu amigo Álvaro. -Tudo certo. -Chego na rodoviário e pego o ônibus pra Canela - RS.
  14. [t1]Bombinhas[/t1] -5 ônibus foram pegos para chegar até aqui. -Nunca andei tanto de busão na minha vida. -Pensa numa cidade bonita. -Na época estava passando por reformas. -Não vi problema. -Meu hostel ficava de frente com a Praia de Bombinhas. -Aproveitei o dia pra descansar, comprar comida e atualizar o blog. -Lá as coisas são caras. -Mas caro a ponto de você morrer de fome? -Naaah. -Só saber economizar. -Achei um mercado mais em conta. -Durmo. No outro dia: -Acordo cedo. -Tempo nublado. -Parto para a Praia das 4 Ilhas. -Faço uma trilha por alí. -Na volta eu troco idéia com um casal de argentinos. -Consigo convencer eles a visitarem São Francisco do Sul. -Voltando pro hostel vejo um self-service. -16,00 pra vc encher seu prato. -Supimpa. -Tiro umas fotos da Praia de Bombinhas. -Parto pra praia da Sepultura. -Que de sepultura não tem nada. -Mas tem trilha. -Amo trilhas. -Bora lá. -Trilha fácil. -Tinha lama em algumas partes. -Depois de uns 40 minutos, eis a recompensa: -Fico um tempo alí na rocha. -Levanto e ando mais 40 minutos de volta. -Ali do lado ficava a praia Recanto dos Padres. -Dei um pulo alí. -Fui pro hostel. -Vesti a roupa de banho. -Fui pra Praia de Bombinhas again. -Pensem num mar calmo. -Sem água-vivas. -Não estava lotada. -Ninguem roubou meu chinelo. -Tudo certo. -Volto, olho o blog e durmo. -Chega de Bombinhas. -Partiu Floripa!
  15. [t1]São Francisco do Sul[/t1] -12 horas de viagem. -Choveu pra por$% again! -Chego en Joinville. -A chuva para. -O povo dizia que chovia à 40 dias sem parar. -Good for me! -Bora pegar o busão pra São Francisco do Sul. -Mais 1 hora de viagem. -Chego na ilha e pego outro ônibus. -Desço, passo na farmácia e vou pro hostel. -Único hostel do lugar. -Haviam placas indicando como chegar. -Sou o únco hóspede. -Entre os staffs estava um carioca ex-paraquedista do exército. -Agora mora lá, trabalha de salva-vidas e fuma uns chongs. -Gente boa pra [email protected]#$%! -Arrumo minhas coisas. -Alugo uma bike por 2 reais o dia. -OH YEAH! Two reais! -Não era das melhores, mas por este preço... -Vou ao mercado. -Volto, troco uma idéia com a dona do lugar. -O TEMPO ABRIU! -O sol não estava ardido. -Simbora pedalar! -Fazia tempo que não pedalava. -Mas quando se aprende nunca esquece. -Praia pra mim era só Guarujá e Mongaguá. -Tinha descido a serra apenas 3 vezes na vida. -Então São Francisco foi fo#@ por isso. -Cidade pequena. -Aves em todos os cantos. -UMA BELEZA NATURAL FUD#[email protected]! -ESSE É O LUGAR COM AS PRAIAS MAIS BELAS QUE JÁ VI! -FALO MESMO. -Antes de me atacarem, lembrem-se do que eu disse o que era praia para mim. -Fui na praia Enseada, do Molhe, Prainha e Praia Grande. -As 3 últimas foram as melhores, mas a do Molhe... -Chego na Enseada. -Daí vou eu querendo procurar lugar pra foto. -Vejo umas rochas e penso "over there". -Cheguei numa parte que tive que pular de um lado pro outro. -É só pegar impulso e GO! -Should be easy. -E foi. -Tirando o fato que ao aterrissar... -...senti uma "fisgada" na perna. -Fiquei alí sentado esperando a dor passar. -PARABÉNS!!! -QUASE FU#$% A VIAGEM POR CAUSA DESSA PERNA DE MOÇA! -A dor passa e sigo pedalando pra praia do Molhe. -Depois Prainha. -And then, Praia Grande. -Bora voltar. -Compro um dorflex e gelol. -Chego no hostel. -Passo o "bereguenatis" na perna. -Atualizo o blog, janto e durmo. Next Day: -Bora pro centro histórico, maluco. -É só pegar o busão que demora uma eternidade pra passar. -Era muito longe pra ir pedalando. -Enfim... tinha chegado. -A terceira cidade mais velha do Brasil. -Foto aqui e foto alí. -Centrinho bacana. -Procuro o serviço de informação ao turista. -A guia me dá umas dicas e umas aulas de história. -Alí do lado tem uma trilhinha. -Se sobe num morro onde dá pra ter uma visão legal da cidade. -Encontra umas lesmas gigantes no caminho. -Desço e vou comer algo num self service. -30 reais. -Cara... comi uma muqueca de peixe dahora. -E fazia dias que não comia arroz. -Desceu bonito. -Teve até canjica de sobremesa. -Bora pro Museu do Mar. -R$5,00 -Olha. Se tu for aficionado por barcos... ...no mesmo nível do pessoal que adora carros. -Vá. -Senão. -Sei lá... It's up to you. -Eu não era. -Não foi tão surpreendente assim, mas... -... alí fiquei sabendo sobre um tal de Amyr Klink. [email protected] respeito por esse cara. -Cruzou o oceano atlântico num barco a remo. -Deu uma volta pela Antartica. -E fez outras expedições incríveis. -Vou me indo. -No alto de um morro fica o antigo hospital. -Chama muita atenção. -Mas estava fechado para visitas. -No problem. -Fui conhecer o museu da cidade. -Não lembro o preço, mas não chega à 10 reais. -Volto pro centro e ando mais um pouco. -Por hoje chega. -As atrações já haviam fechado. -Volto pro hostel, atualizo o blog e durmo. -No dia seguinte eu partia pra Bombinhas.
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