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fernanda alves de oliveira

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  1. Passamos pelas cidades: > Augusto de Lima > Joaquim Felício > Retiro > Curumataí > Vau > Teixeira > Santa Bárbara Das Águas Claras > Tiririca > Cana Brava > Corinto > Santo Hipólito > Monjolos > Rodeador > Conselheiro Mata O Norte de Minas é encantador pelas suas belezas naturais. Passamos por parte da Estrada Real, o Circuito dos Diamantes e ainda tivemos o gostinho de admirar mesmo que de longe os vales da Serra do Cabral. A vegetação que foi um dos pontos que me deixou deslumbrada, Cerrado (que está me encantando profundamente), Mata Atlântica (que já conheço bastante, por ter rodado muito pelo sul de Minas) e Caatinga. A e água, nossa água, brota por todos os cantos, em todo lugar você consegue avistar uma queda d'água e tem várias nascentes na região o que me deixa emocionada. Dia 25/02 Saímos de BH bem cedo (3:00 dá madruga), sentido Augusto de Lima onde fica a entrada do Parque da Serra do Cabral. Chegando lá começou nosso carnaval, fomos para Joaquim Felício conhecido como Terra dos cristais, conhecemos a cachoeira do boqueirão na Rose (não paga pela visitação) e a Lagoa dos Cristais (não paga pela visitação), que por sinal é linda. Seguimos para Curumatai, lá tomamos um banho de cachoeira (Cachoeira de Curumataí não PG) acampamos a caminho para a cachoeira com a permissão do Flaviano, , casa ao lado dá catraca. O trato foi simples, não deixamos sujeira e claro não se provoca incêndio e em troca não se paga para acampar. Bem neste dia aconteceu um infortúnio, a noite quando fomos tomar banho na cachoeira fui picada por uma abelha e sou alérgica... Ainda bem que foi só uma, tive um mau estar mas nada demais, por isso sempre que ocorrer camping todo cuidado é pouco, fica a dica... [attachment=0]IMG_20170225_054414911.jpg[/attachment] Nascer do Sol na BR [attachment=4]FB_IMG_1488559452196.jpg[/attachment] [attachment=1]IMG_20170225_081326016.jpg[/attachment] Cachoeira do Boqueirão [attachment=2]IMG_20170225_102721590.jpg[/attachment] [attachment=3]FB_IMG_1488559433847.jpg[/attachment] Lagoa dos Cristais [attachment=5]IMG_20170226_074626878.jpg[/attachment] Camping 26/02 Saímos de Curumataí e no caminho encontramos uma ponte sobre o rio Preto, onde muitos vão se banhar. Conversando com o pessoal nos informaram que tinha uma cachoeira no rio, fomos a procura dela. Conhecemos o João que se ofereceu para nos levar lá na cachoeira, porém tinha que passar em propriedade particular uma mais perto e outra mais longe, mas não tinha ninguém em nenhuma das duas. Ele foi muito solícito e se ofereceu para nos guiar e optou por nos levar onde era mais longe, mas porque conhecia mais o dono dá propriedade. Não consegui percorrer todo o percurso pois exigia muito das duas mãos e estava com uma doendo então fiquei no meio do caminho com uma amiga e meu namorado foi até a cachoeira. Como ainda estávamos longe de um PS estava segurando a onda já que não deu febre e foi mais a dor, mas a este ponto já estava muito inchado o que começou a preocupar. Seguimos para Santa Bárbara das Águas Claras. Tivemos uma surpresa, em feriado (carnaval), não permitem a entrada de visitante a não ser que tenha reserva. Decepção, atrasou a viagem... Mas enfim, fica para uma próxima oportunidade, lá queríamos conhecer Cascatinha do Buriti e Cachoeira dá Usina. Seguimos viagem com intensão de arrumar um lugar para passar a noite o mais rápido possível, meu braço estava inchando e começou a me preocupar... Chegamos então no Rancho Beira Rio, passamos por uma estrada de terra de Augusto de Lima até lá, a estrada não está boa, muito cascalho, toda hora sentimos uma pedra agredindo o fundo do carro que por sinal foi muito guerreiro. Para a nossa tristeza este Rancho é muito frequentado, tinha várias barracas, famílias barulhentas passando o carnaval, mas como estávamos longe de tudo não tínhamos outra opção para passar a noite e o tempo estava fechado demais logo começaria a chover, montamos acampamento e a chuva caiu. Pagamos 2,00 por pessoa e 15,00 por barraca para passar a noite. [attachment=6]IMG_20170226_113038.jpg[/attachment] Cachoeira do Rio Preto [attachment=7]FB_IMG_1488559372422.jpg[/attachment] Rio Preto [attachment=8]IMG_20170226_205917109.jpg[/attachment] Camping [attachment=9]IMG_20170226_222509058.jpg[/attachment] Banho de Rio a Noite [attachment=10]IMG_20170227_074425859.jpg[/attachment] Janela  27/02 Acordamos, comemos levantamos acampamento e fomos tomar aquele banho maravilhoso de rio. Saímos do Beira Rio com a intenção de chegar em Corinto, precisava ir a um pronto atendimento para ver esta mão... Tivemos que sair do nosso caminho e isso nos atrasou mais um pouco  mas precisava de um antialérgico não estava mais aguentando. De Corinto fomos em direção a Santo Hipólito passamos pela ponte sobre o Rio das Velhas, são 97 m de extensão, mesmo poluído, é lindo de se ver. Seguimos em direção a Monjolos e encontramos um lugar bacana para dormir, a beira do Rio Pardinho, nesta noite choveu muito (importante saber a respeito da previsão para não ser pego de surpresa, nós já sabíamos desta possibilidade, então foi tranquilo)... Porém não pagamos nem um tostão e não estava cheio o que possibilitou uma noite maravilhosa, sem músicas e gente conversando alto, me senti maravilhada, fica ao lado da ponte a caminho de Conselheiro Mata. [attachment=13]IMG_20170227_154245517.jpg[/attachment] Ponto Sobre o Rio das Velhas [attachment=11]FB_IMG_1488559337430.jpg[/attachment] Rio Pardinho [attachment=12]FB_IMG_1488559324860.jpg[/attachment] Camping [attachment=14]IMG_20170228_062324997.jpg[/attachment] A Janela mais linda dá Viagem 28/02 Acordamos cedo, pois era o último dia. Seguimos a caminho de Roteador e ficamos sabendo de uma cachoeira no caminho a do Palmito, procuramos sem sucesso, encontramos só o rio (não sabemos o nome) e como estávamos sem tempo e queria muito conhecer o Telesforo desistimos e seguimos. Chegamos ao nosso último destino, o caminho para o Telésforo, depois que entra para a propriedade, estava ruim por causa da chuva, um atoleiro enorme a uns 2 km para chegar na cachoeira, não era bom arriscar passar com o carro ali viu, então tivemos que deixar o carro e conseguimos uma carona de um fazendeiro que estava ajudando a desatolar alguns carros que passaram por lá e não tiveram muito sucesso. Não pagamos para visitar a cachoeira, por estava uma loucura kkkkk todos ajudando a todos irem embora e carro de passeio estava atolando mesmo. Mas é linda, ficamos pouco tempo porque o carnaval estava acabando e ainda tínhamos que seguir a viagem de volta para casa. [attachment=15]FB_IMG_1488559318216.jpg[/attachment] [attachment=16]IMG_20170228_100335306.jpg[/attachment] [attachment=17]FB_IMG_1488559400811.jpg[/attachment] [attachment=18]FB_IMG_1488559310026.jpg[/attachment] Telésforo [attachment=20]IMG_20170228_123003576.jpg[/attachment] Telésforo [attachment=21]IMG_20170228_082244728.jpg[/attachment] Companhias mais que maravilhosas!!! Fiquei apaixonada pelo Norte de Minas, vamos voltar muitas e muitas vezes ainda porque não conhecemos nem 1/4 do que gostaríamos, mas como o tempo foi curto então fizemos mais uma viagem de reconhecimento e já estamos bolando outros roteiro para voltar a esta região maravilhosa!!!! Informações de gastos, ficou aproximadamente 200,00 para cada, fomos em três, levamos comida, não pagamos por dois camping então o que ficou mais caro mesmo foi a gasolina. Rodamos aproximadamente 800 km.
  2. Tudo bem Mochileiros, Estou aqui para compartilhar a minha "pequena" experiência primeiro em Salvador e depois na Chapada Diamantina com meu namorado Quithos que me apresentou a esta maravilha, como carona em uma Moto Bros 150cc. Foi maravilhoso, uma experiência super nova de camping "selvagem" e melhor uma experiência super econômica para quem tem "CORAGEM E VONTADE", como diz o Quithos. Dia 28/04: Saí em um vôo do Aeroporto de Confins próximo a BH, tirei apenas 15 dias de férias e o Quithos ainda estava longe em Fortaleza, então resolvi passar por Salvador antes de encontrá-lo na Chapada, bem férias afinal foi feita para " viajar" né, então iniciei minha viagem sozinha também, mesmo que por pouco tempo. O vôo saiu às 23:30 e cheguei no aeroporto de Salvador às 1:30 da madruga. No aeroporto de Salvador tinham vários táxis aguardando uma corrida, mas estavam cobrando 140,00 reais para levar até o centro histórico, achei caro e falei que ia ficar no aeroporto mesmo e sair pela manhã em um ônibus, mas a todo momento aparecia alguém oferendo um desconto até que chegou a 60,00 reais então fui. Não fiz reserva, então neste meio tempo, enquanto negociava o preço do transporte já liguei no hostel Óh Meu Rei (que recomendo muito) e vi se ainda tinha vaga e se podia entrar este horário, sem problemas. Dia 29/04: Cheguei no hostel quase 3 da madruga e já fui direto dormir, deixei para fazer a ficha pela manhã antes de dar uma caminhada pelo Centro Histórico. A diária do hostel foi 30,00 com café da manhã e a localização é excelente da janela do quarto que fiquei se via o largo do Pelourinho. Fiquei em um quarto compartilhado para 10 pessoas. Fui muito bem recebida no hostel, me senti mesmo em casa, agradeço a Andrea Motta e a Lili Arantes pela recepção, preocupação e dicas e com certeza quando voltar em Salvador, voltarei a me hospedar no Óh Meu Rei. Acordei bem cedo, fiz a ficha e sai para conhecer Salvador. Peguei um mapinha ao lado do Elevador Lacerda. Com isso em um dia, caminhei de 8 da manhã até às 17:30 da tarde e conheci: > Fiquei no Hostel Óh Meu Rei - Ladeira do Carmo > Pestana Convento do Carmo Hotel - a opção mais luxuosa de hospedagem do Centro Histórico, e eu claro só passei na frente né kkkkkkkkk > Largo do Carmo, Escola Municipal e a Igreja do Santíssimo Sacramento da Rua do Passo, subindo a escadaria ao lado do Hostel da quase em frente a igreja. > Igreja do Carmo > Largo do Pelourinho e Ladeira do Pelourinho > Fundação Casa de Jorge Amado > Ladeira da Ordem Terceira de São Francisco > Igreja de São Francisco, não entrei, mas me falaram que seu interior todinho é coberto com lâminas de ouro > Capoeira e cerveja no Mercado Modelo para o almoço > Elevador Lacerda > Cruz tombada, Memorial das Baianas na Praça da Sé > Catedral Basílica de Salvador > Avistei por cima e por baixo da Bahia de Todos os Santos > Forte São Marcelo que vi só de longe > Igreja e Ordem de São Domingos > Enfim, andei muito pela parte baixa e pela parte alta Dia 30/04: Não podia sair de Salvador sem pegar uma praia né, então acordei cedinho e entrei em um ônibus na Praça da Sé em direção as Praias Farol da Barra e Porto da Barra e por lá passei o dia, o céu estava nublado e choveu, mas consegui aproveitar bastante o dia, próximo ao meio do dia o sol apareceu, mas o tempo nublado não atrapalhou em nada, muito menos a chuva que foi rápida. Dia 01/05: Acordei madruguei, peguei um táxi até a rodoviária já com a passagem para Lençois comprada no dia anterior pelo site ClickBus, o ônibus sairia de Salvador às 7 horas e chegaria em Lençois aproximadamente às 13:10. Cheguei em Lençóis às 13:30, como não estava conseguindo falar com meu namorado fui dar uma volta por Lençois e ver o que tinha para fazer por lá. Como não sabia se iamos ficar por lá não procurei um lugarzinho barato o que nos atrasou para ver o pôr do sol, mas acabei indo no Serrano e Salão de Areias que dava para ir caminhando com a mochila nas costas, pois tinha pouco tempo e a caminhada era leve e curta, tomei um banho e voltei para ver se meu namorado tinha chegado e lá estava ele, apressado kkkk, acabei perdendo a hora e já eram 16 horas, mas ele não tinha chegado a muito tempo. Procuramos um lugar para dormir e partimos para ver se dava tempo de pegar o Pôr do sol no morro do Pai Inácio, infelizmente não deu tempo então ficamos com meia vista. A noite ele falou que não ia sair para comer e que tinha aprendido a fazer cuscuz, até comprou a cuscuzeira, então comemos cuscuz e dormimos. Dia 02/05: Acordamos cedo e assim começou a minha saga de CARONEIRA NA BROS. Saímos de Lençois e fomos para Iraquara (67 km) e conheci o Rio Pratinha - 30 reais por pessoa. Depois Morro do pai Inácio sem pôr do sol- 6 reais por pessoa. Então seguimos para Nova Redenção (127 km) e acampamos na Praia da Peruca - Rio Paraguaçu - minha primeira noite em um balneário, AMEI, meu primeiro banho de rio a noite e a água estava quentinha, comemos cuscuz com arroz e dormimos em barraca. Neste dia foi tranquilo andar na garupa, pois estava deslumbrada, tudo era novo, adrelina a mil e a vista pelo caminho é maravilhosa, pegamos estrada de terra, mas mesmo na garupa estava sentindo o prazer do vento no rosto e sem contar que é muito melhor para observar a paisagem, não tinha a atenção na estrada só no "todo" que estava percorrendo e natureza por lá é deslumbrante. Na minha última viagem fui sozinha e dirigindo, Quithos não pode ir, não tive nenhuma companhia, então observei pouco a paisagem, adoro dirigir, mas tinha que prestar atenção na estrada e sozinha a atenção triplica, então o que mais estou apreciando é a liberdade de me desconectar da estrada e focar em não deixar nenhum detalhe do caminho passar, serras, vegetação, animais, o sertão estou de olho em tudo e de moto tudo parece ficar mais perto, mais nítido é lindo!!! Dia 03/05: Levantamos acampamento e partimos para conhecer o Poço Azul em Nova Redenção - 30 reais por pessoa. O tempo estava nublado, mas a paisagem não foi prejudicada por isso, só o vento que aumentou um pouco renfrescando o calor que diga se passagem, mesmo com o tempo nublado estava pegando kkk. Andei com blusa de manga comprida para não me queimar e ficar ardendo. Adentrando o Poço Azul fiquei ENCANTADA, a flutuação moderada lá é permitida sem agitar a água, nossa é indescritível, chegamos cedo e fomos os primeiros, geralmente cada grupo tem 20 minutos para apreciar aquela maravilha, mas como fomos os primeiros nos deixaram ficar até o próximo grupo chegar, com isso ficamos aproximadamente 1 hora flutuando no poço, a água estava um pouco fria, mas me esqueci disso rapidinho, era tanto o que observar e apreciar que não deu tempo de sentir a água fria. Ao sair do Poço Azul, comemos um pastelão e fomos em direção a Andraí (30 Km sendo uns 12 de estrada bem ruim), durante o caminho quase caímos, ainda bem que ficamos no quase, paramos no Rio Garapa, localizado no município de Andaraí, há 5km do centro da cidade, enquanto Quithos fazia o almoço fui explorar o local e cheguei até as cachoeiras do Garapa, lá consegui uma massagem 0800 perfeita em um dos poços a água caia forte, mas não ao ponto de machucar e sim de relaxar, é revigorante e perfeito. Acampamos no Balneário Paraguaçu, com direito a banho no rio, mas desta vez a água estava mais fria. Já estávamos dormindo quando ouvimos um barulho e Quithos foi ver o que era, neste momento fique com receio e medo, já era 00:30, para meu alívio era a polícia da chapada, fizeram uma revista completa em nossa barraca e nas coisas que estavam próxima como mantimento e outros, sempre com educação, depois foram com o meu namorado até a moto para continuar a revista, arrumei as coisas mais ou menos e fiquei esperando ele voltar, a revista na moto demorou porque tinha alforge e baú para abrir, fomos dormir por volta de 2 da manhã, não consegui dormir até ele voltar para a barraca. Dia 4/5: Dormimos pouco e acordamos cedo e partimos para o Pantanal Bahiano - Fazenda Marimbus - 20 reais - em Andaraí. O passeio de barco foi ótimo e conseguimos observar vários pássaros, perguntávamos sobre tudo para não deixar nada passar e ainda tomamos um belo banho. Logo depois partimos para Igatu a cidade de pedra conhecida como a "Machu Picchu baiana". Pegamos a primeira entrada para Igatu que é a mais complicada pois foi difícil subir a estrada de estrada de pedra, teve momentos em que desci da moto e subi a pé, os morros são íngremes e chegam a escorregar um pouco então para melhor controle da moto descia kkkkkkkkk, eita que está Bros é muito guerreira. Passamos rapidamente por Igatu, pois queriamos chegar em Mucugê e tentar conhecer algo lá perto, então andamos um pouco e partimos. Infelizmente chegamos tarde em Mucugê então procuramos uma pousada e resolvemos tirar o resto da tarde para o Quithos revisar a moto e descansar, a noite saímos para conhecer o cemitério Bizantino. É lindo e a noite, holofotes iluminam o cemitério. Dia 5/5: Depois de ter descansado no dia anterior, acordamos cedo e partimos para Ibicoara que estava a mais de 2 horas de Mucugê. Assim que chegamos na cidade passamos pela ACVIB - Associação dos condutores de visitantes de Ibicoara olhamos o preço para ir na Cachoeira do Buracão e seguimos, até passamos em uma segunda opção, mas resolvemos voltar e contratar a primeira, foi muito bem recebida lá e isso pesou bastante, os preços são os mesmo então sabe quando o "santo bate". Fomos conduzidos pelo Juba conhecido como Juba, pessoa maravilhosa (no final do relato deixo o contato dele). Seguimos e passamos pelo Mirante campo redondo, avistamos a Serra do Sincorá, isso a caminho para o Buracão, mas eis que a moto estava dando uns "pepininhos" e depois de termos andado uns kms, tipo meio do caminho a moto parou de vez, no meio do "nada", então depois que Quithos olhou tudo e não descobriu o problema tivemos que abortar a ida ao Buracão neste dia. Mas o Juba foi sensacional, me levou para a lanchonete da sua esposa e depois com uma corda voltou para ajudar o Quithos, é ele conseguiu rebocar a moto com uma corda e outra Bros 150, podem acreditar, em estrada de terra e com vários morros no meio do caminho eles conseguiram. Bem depois que a moto estava arrumada no final da tarde, para não perdemos o dia totalmente Juba nos levou Rio Preto para tomarmos um banho e descarregar as energias negativas do dia. Este atrativo não é muito conhecido e Juba fez questão de nos apresentar, tá vendo é o GUIA kkkkk Como se já não tivesse feito muito Juba e sua esposa Maria Rosa, ajudou mais ainda nos acolhendo dando pouso e comida, ficamos muito agradecidos por tudo que fizeram por nós, por isso que a intuição é maravilhosa, será que outro guia faria o mesmo por nós? Sempre siga sua intuição quando o "santo" não bater não insista... Estava super ansiosa por conhecer a Cachoeira do Buracão, pois todas as pessoas que conhecíamos e conversávamos perguntava ao Quithos "já levou ela no Buracão? ", ou falava "leva ela no Buracão, ela não pode ir embora sem conhecer"... Então estou esperando ver o Buracão desde o primeiro dia de viagem, mas ficou para o outro dia. Dia 6/5: Saímos cedo para ir de encontro a Cachoeira do Buracão, muito "areião" no caminho e tivemos que atravessar o Rio Mucugezinho com as motos, então se tiver chovendo pode ser que o rio não dê passagem. Por ali correm 3 rios: jibóia, riachão das pedras e mucugezinho que se encontram. Conheci a caminho do Buracão: Canela de ema, Xique-xique que é um cacto nativo do Nordeste rico em fibras, comemos um frutinha que não me recordo o nome agora, Poço Manso, Cachoeira das Orquídeas, Chapéu de Lampião ou Cogumelo, Cachoeira Recanto Verde. Chegando na Pedra dos Frouxos você decide se quer continuar ou não, kkkkkkkkk, porque a partir deste momento é só pela água, entrando no Poço da Gameleira passa pelo cânion e lá está, esplendorosa, deslumbrante, mística, enigmática, nossa sem palavras para a Cachoeira do Buracão, cada um tem que ir e sentir, esta é a palavra, experiência única! !!!!! Depois de ficar um bom tempo lá, continuamos a seguir viagem, agora preocupados com a volta para casa... Seguindo viagem rumo a Rio de Contas, passando por Jussiape. Andamos muito tempo a noite, mas tudo bem, nada de pânico, estrada complica e em grande parte ruim, muitos desafios... mas vencemos, chegamos a Rio de Contas por volta de 22 horas ufa, passamos pela cidade, parou e comemos algo, mas ficar por lá estava caro, então decidimos contei uar batendo chão mesmo a noite até que chegamos em Livramento de Nossa Senhora de Brumado, onde dormimos. Dia 7/5: Voltando para BH: Acordamos cedo e Quithos foi olhar um barulho na moto, então saímos de Livramento de Nossa Senhora para seguir viagem rumo a BH um pouquinho tarde... Por volta das 10 da manhã. Paramos para almoçar as 13 e por volta das 16 horas o jogo de tração "corrente" arrebentou quando estávamos passando em Piraí BA, Deus é grande sorte demais, estávamos em baixa velocidade e melhor ainda, estávamos passando em frente ao Tiago Motos, que trocou a corrente e seguimos caminho com o intuito de pousar ainda hoje em Espinosa, mas no meio do caminho o suporte deu problema kkkkk é sorte demais... mas conseguimos hegar até um posto em Uradi que é conhecido por sua água, que é a melhor da região. Como estava tarde decidimos passar a noite no posto, enquanto dois caminhoneiros o senhor e Valdivino e o Deivison ajudavam o Quithos com o baú eu tomei banho, o senhor Vldivino tinha muitas histórias, conversamos bastante os 4 e o Deivison ofereceu o baú do caminhão para dormimos, nossa muito agradecida novamente, de madrugada fez um frio do cão, vento muito, iamos congelar se tivéssemos dormido só na barraca. .. eu "morri" de frio dentro do baú imagina fora... Dia 8/5: Este foi o dia mais pesado de CARONEIRA, roda os muito parando a,gumes vezes, foi o único dia que pedi para parar pois estava tenso, depois do almoço o sono bateu, parece que a bateria (minha) estava a arriando. .. o sonho da Chapada Diamantina tinha chegado ao final e a dura realidade estava batendo, tinha que estar em BH dia 10 para trabalhar kkkkkkkkk, pedi para parar tomei um energético, por que não tomo café e precisava acordar, durante o resto do caminho cantei muito para ficar acordada, trilha de Raul, Cazuza, Barão, Camisa de Vênus, Engenheiros e tudo mais de bom que ia lembrando eu cantava, pois quem canta seus males espantam e não dorme na garupa kkkkk, teve momentos em que o Quithos me perguntou o que havia falado, mas eu respondia que estava apenas cantando, a e sempre me lembrava de perguntar como ele estava, porque o sono não bateu só em mim. Enfim chegamos em BH aproximadamente às 22 horas, e eu estava realizada mais uma vez. Em todo momento na garupa, tentei esquecer as partes ruins, pois não podia deixar nada daquela paisagem exuberante passar batido, amarrei o celular na mão e tirei várias fotos e ainda fiz vídeos... Foi uma super experiência e também super econômica, isso me motivou ainda mais a incluir a carteira de moto e quem sabe para a próxima viagem não irei na minha "magrela", o Quithos foi guerreiro demais, pilotou tranquilamente, com responsabilidade e me apresentou o máximo que conseguiu da Chapada, estou infinitamente agradecida a ele pela companhia, compreensão e carinho! - Mais informações sobre a Chapada Diamantina: http://www.chapadadiamantinabahia.com http://www.chapadadiamantina.com.br http://bahia.com.br/atracao/praia-da-peruca/ http://m.feriasbrasil.com.br/ba/chapadadiamantina/pocoazul.cfm https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Igatu http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/br-ba-mucuge http://m.feriasbrasil.com.br/ba/chapadadiamantina/cachoeiradoburacao.cfm - Mais informações sobre ser garupa: http://viagemdemoto.com/dicas-para-viagens/3165-dicas-mulheres-viagem-garupa-moto Contato do Guia de Ibicoara que nos levou ao Buracão:
  3. Oi pessoal, sou de BH e estou programando encontrar uma pessoa na chapada no início de maio, vocês podem me falar como chego lá de uma maneira mais barata? Pode ser ônibus pois chegando lá vou rodar na garupa mesmo preciso só chegar na chapada tipo, lençóis ou Brumado... Como chegar de BH até lá? Não tem ônibus direto né, preciso que fique o mais barato possível, obrigada!!!
  4. Frederico kkkk desculpa... tive problemas para comer tinha o relato e depois me esqueci. .. bem mas no 4 dia conheci o Complexo que tem o poço do coração e o Complexo da Ponte mas já estava muito cansada para ficar andando kkkk então no quinto dia fui mesmo conhecer a cidade parei em uns dois barzinhos tomei uma cerveja e comemorei, Carrancas é lindo, super acolhedora e tranquila para andar sozinha fiquei apaixonada com o lugar e pretendo voltar em uma próxima oportunidade. Bem descansei Pq no 5 dia tb peguei estrada para passar o final de semana em Tiradentes estava tendo uma feira de cerveja demais lá, aproveitei para encontrar uma amiga e tomar uma com companhia!!!!
  5. Mas se quer conhecer todo o Complexo é legal, pois para Guatambu não tem trilha e é bem no meio do mato mesmo mas as vezes se baixar um mapa e usar a wikiloc talvez fique fácil. É legal um Gui tb para entrar na racha da Zilda ou pelo menos uma companhia que tem a manha para atravessar para o outro lado sozinho eu achei bem difícil com ajuda a pedra escorrega, mas chegar lá é fácil em frente a Cachu dos anjos... Não conheci a da onça :l ficou para uma próxima oportunidade mas fiz o Complexo 1 e 2 da Zilda em 1 dia.
  6. Oi Frederico, bom quando fui dei a maior sorte... chegando no Complexo da Zilda encontrei com uma galera que conheci nas trilhas anteriores e eles estavam com guia então acompanhei... mas não é necessário Guia para conhecer a Cachu da Zilda e da proa
  7. Quando fui em Carrancas fiquei na pousada Senna, como estava sozinha e não estava com muita grana lá foi o melhor preço e o café da manhã é ótimo e farto. Entrei em contato pelo e-mail [email protected] - super simples e só usei para dormir... fica bem perto da praça da cidade e fácil acesso para todas as saídas.
  8. Fechando as férias com chave de ouro em Carrancas MG Primeiro dia - 15/09/15 Saída de BH as 10 da manhã Passei por dois pedagio de 1,60 cada Caminho 381 - passando por: Betim, Itaguara, Carmópolis de Minas, Santo Antônio do Amparo, Bom Sucesso, Ibiturana, Nazareno, Itutinga e enfim Carrancas. As paisagens durante a viagem foram lindas e teve um trecho que estava em obra e isso me atrasou um pouco. Mas indo tranquilo com 4 horas se chega em Carrancas. Chegada na pousada Senna as 14:10 Fiz meu chek-in, vi o quarto, descarreguei a mala e fui desesperadamente procurar um lugar para almoçar estava morta de fome, em todo o caminho só comi uma banana. Almoço no restaurante Adobe - Rei fa Truta - achei muito caro, mas estava com muita fome e já estava no horário dos restaurantes pararem de servir então comi por ali mesmo!!!! Quando almocei já era quase 15 horas. Depois do almoço sentei na praça um pouco para fazer o kilo e admirar o quanto estava vazio o lugar, que paz!!!! Depois de 1 hora descansando fui procurar a cachoeira mais próxima, me indicaram na pousada mesmo a cachoeira do Moinho e para lá fui. Uma caminha leve de 2 horas, subindo acompanhando as quedas, na entrada tem uma placa informando que seria 5 reais por pessoa, mas não havia ninguém para receber então entrei e fui caminhar!!! Simples assim. Kkkkkkkk Cheguei na pousada novamente às 18:30 e já guardei o carro. Estava morta de cansaço, tomei um banho e não animei sair mais. Fiquei em meus aposentos assistindo filme usando o wifi do local e conversando com minha família, desta maneira dar notícias sobre o passeio fica bem mais barato!!!!! Amanhã tem mais... a programação é Complexo da Fumaça e Esmeraldas. Segundo dia: Acordei cedo às 7:00, a pousada ia começar a servir o café às 7:30. Durante a noite ouvi movimento mas como estava cansada logo dormi. Li na net em outros relatos que o sino da igreja (que toca a toda hora) atrapalharia um pouco o sono, mas vou ser sincera não ouvi o sino badalar nem uma vez sequer... acredito que foi o cansaço kkkkkkkkkkkkk Às 8 sai para tomar café que estava divino o que mais gostei hum TUDO, o pão de queijo estava maravilhoso, o suco, as rosquinhas e as frutas.... tudo simples mas muito gostoso, sei que se chama café da manhã mas é isso mesmo não tomo café e por incrível que pareça, sou muito bem humorada kkkkkkkkkkkkkk Depois do café caprichado fui me arrumar para as caminhadas do dia, logo sai para encontrar o Complexo da Fumaça. Na pousada me falaram para pegar a estrada que vai para Luminária e assim eu fiz... primeiro claro programei isso no GPS kkkkkk e fui seguindo para Luminária. Seguindo a rua 8 de dezembro em Carrancas chega no final e começa uma estradinha de terra muito boa que é a estrada que vai para Luminária pode acreditar... esta é a mesma estrada que vai para os complexos da fumaça, Esmeraldas e ainda para a Estação de Carrancas. O caminho é bem sinalizado não tem como errar. Primeiro chega no Complexo da Fumaça. Na Fumaça fiquei de 9:30 até 11:30, como a água lá é imprópria para banho só caminhei mesmo... e fui subindo, subindo, escalando pedras até que cheguei em um mirante a vista lá de cima é linda... passei por 4 grandes quedas. A trilha da Fumaça na minha opinião é bem leve para esforço físico, mas deve ter MUITA atenção se quiser subir as pedras até o mirante. Aí fica mais pesado e os locais para descer as pedras são muito parecidos, meio que me perdi e fiquei uns 10 minutos para encontrar a pedra que subi... kkkkkkkkkkk mas nada que parar na sombra e ver as fotos não ajude. Minha tática é tiro fotos dos lugares que subi aí fica fácil de encontrar onde devo descer ~ Muito lindo o lugar mas queria mesmo entrar na água, sabe sentir a energia do lugar na pele, então segui para o Complexo da Esmeralda, para isso é só voltar pela estrada da Fumaça e seguir a estrada de terra indo para a Estação. Logo aparecerão placas informando sobre o Complexo da Esmeralda. O Complexo da Esmeralda é em propriedade particular e não cobram entrada. Logo na porteira um senhor acenou falando que podia entrar com o carro, como vi uma porteira parei o carro... Já estava descendo e acenou falando para eu entrar então fui entrando né. A trilha é de dificuldade média para esforço físico, mas IMPOSSÍVEL de se perder e de não encontrar as cachoeiras e poços. Isso porque é tudo sinalizado com placas indicando os nomes e o caminho, achei demais, deviam fazer isso na Zilda... pelo o que falaram lá é o maior complexo e o mais difícil de fazer sozinho Encontrei muita gente no caminho, na subida tem várias placas como Poço Louva-a-Deus, Poço Três Irmãos, Poço Beija-Flor e várias placas pelo caminho indicando a Cachoeira da Esmeralda que é a maior atração do local e realmente é lindo, a água é super gelada, perdi o fôlego quando entrei que foi de uma vez para não desistir kkkkkkkkkk mas ao atravessar é possível receber uma maravilhosa massagem da água que desce e acredite esta água é morninha, isso porque ela desce pelas pedras que o sol esquentou então a queda fica morninha, é só parar em baixo dela e receber aquela massagem maravilhosa!!!!!!! Subindo pelo lado direito da Esmeralda é possível encontrar mais poços, mas neste caminho é bom ter atenção porque é por onde a água desce então tem locais que escorregam muito, mas é tranquilo e tem muitos lugares que são secos para pisar... Bem depois de toda esta caminhada que foi de 12 até 15:30. Parei no Bar e Restaurante Esmeralda para enfim almoçar, não estavam servindo almoço então pedi meia porção de bife de boi a palito e meia porção de batata frita, me dei o direito ainda de tomar duas Brahmas latão ficando tudo em 32 reais. Lá aceita cartão no débito, somente no débito mas já ajuda né Fiquei um tempinho descansando e degustando a minha refeição e bateu aquele cansaço kkkkkkkkkkkk putz depois de andar isso tudo e ainda era 16:10 muito tarde para encarar outro Complexo e muito cedo para ir para a pousada, então decidi ir na estação que fica a uns 6 km da Esmeralda. Amanhã tem mais a programação é Complexo da Zilda, vou com a cara e com a coragem sem guia porque estão cobrando caro para ir lá. Terceiro dia: Hoje com a cara e a coragem fui para o Complexo da Zilda, me informaram que era só subir a rua do banco do Brasil a esquerda da igreja até o final, mas não tem erro o caminho é bem sinalizado com placas. Assim que a rua (pedra) acaba, começa a estrada de terra que por sinal está muito ruim, não sei se porque choveu muito na semana anterior, mas em outros relatos vi que realmente era ruim. Tem placas informando o caminho então não tem como se perder. Este foi o dia da sorte, chegando lá na porta da Zilda 1, encontrei com pessoas que já havia conhecido nos dias anteriores, eles estavam juntos e com um guia. A não deu outra perguntei ao guia quanto era para acompanhar eles e ele me falou que o pacote se fecha na agência, mas que se eu quisesse seguir eles que poderia ficar a vontade então fui. Acabou que fiz a Zilda 1 e 2 0800. Bem deixando a sorte de lado, na Zilda 1 a primeira cachu que se encontra é a do Índio que é bonita mas pequena, atravessamos ela e continuamos seguindo por um paredão de pedras, neste é bom ter atenção porque escorrega um pouco. Assim que termina o paredão segue um pouco a trilha e já chega na cascata da Zilda, onde o povo fala que tem uma prainha... É linda e também tem umas quedas que dá para sentar em baixo e receber uma deliciosa massagem!!!!! Se consegue admirar a cachoeira por todos os lados, inclusive por cima. Nestas duas ia ser tranquilo ir sozinha!!!! A partir daí é interessante um guia. Seguimos pela trilha na margem esquerda do rio até chegar em um mirante que é do Poço da Proa, tem este nome por causa da pedra que parece a proa de um navio. Atravessamos e continuamos, passamos agora não me lembro muito bem a ordem na Gruta da Zilda e no poço do Guatambu. Mas para isso entramos no mato, não tem trilha e a dificuldade das escaladas aumentaram muito (condicionamento físico é importante), a partir daí seguimos subindo por entre pedras, barro, raízes, tudo escorregava e sobe e desce. No final passamos na Lapa da Zilda, que é uma parede de pedra com desenhos rupestres antigos. Obs. : para entrar na Zilda 1 me falaram que pagaria 3 reais se fosse feriado ou final de semana, bem não sei porque não tinha ninguém no local, até o restaurante estava fechado. Dica leva algo para comer para o caso de não encontrar.nada lá perto aberto... eu só comi fruta o dia todo mas sustentou... Seguimos para a Racha da Zilda... que seria na programação do guia a Zilda 2. Na entrada é cobrado 10 reais por pessoa... a cachoeira que vimos é chamada de cachoeira dos anjos, que é muito bonita mas a sensação mesmo é entrar no poço sonrizal e com a ajuda de uma corda atravessar a Racha da Zilda e ver o que espera do outro lado... Depois descobri que ainda tem a cachoeira da Onça e o poço do sapo nos quais não fomos. Na trilha não tem segredo, chegando na cachoeira dos Anjos é só atravessar e continuar seguindo nas pedras a direita. O sonrizal é um poço lindo, parece um ofurô porque borbulha kkkkkkkk mas a água é gelada. Como estava de penetra no grupo esperei todos irem, o guia só leva dois de cada vez... e fui observando como todos subiam para atravessar a Racha a dificuldade é extrema, é necessário fazer muita força com o braço segurando a corda, muita força com a perna subindo a pedra contra a correnteza que te empurra para o lado contrário e ainda dar sorte para não escorregar, os lados que são de apoio para subir escorregam muito, chegou a minha vez, peguei um colete emprestado, sei nadar muito bem mas com o nível de dificuldade alto preferi não arriscar, vai que no poço sonrizal eu afundo... sei lá né, depois de colocar o colete pulei no poço (modo de falar fui quase de gatinho lá pra dentro), segurei a corda e fui pela direita do Poço, pela esquerda a correnteza é muito forte e é perigoso não conseguir voltar para o outro lado... apoiei um pé em cada lado como se fizesse uma abertura... ai começou a sessão de escorrega, foram duas vezes mas em uma minha canela ralou na pedra não doeu na hora a adrenalina estava a 1000. Com dificuldade atravessei a Racha e fomos nadando até o final, neste momento se vê um paredão de pedra de uns 30 metros de altura, não sei a profundidade porque o colete não deixa afundar, no final forma os cânions estreitos, passando por eles tem uma fenda, por ela podemos ver a cachoeira maravilhosa... para voltar é mais fácil a correnteza ajuda, para ir é mais difícil porque é literalmente nadar contra a correnteza... Mas pela Racha valeu cada canto no meu corpo que está doendo... Depois da Racha fomos para o Escorregador que não tem segredo é paga 3 reais para entrar, sempre tem gente para receber o dindin igual lá na Racha da Zilda... Foi a hora de relaxar e virar criança novamente delicioso escorregar ali, mas já estava muito cansada e com muita fome então despedi dos meus colegas de trip e fui embora super feliz e satisfeita por ter conhecido algo tão maravilhoso e inexplicável - fica a dica os guias não são baratos mas vale a pena pagar, eu que dei muita sorte mesmo... mas acreditem vale a pena pagar. Amanhã tem mais. Em andamento...
  9. Obrigada Cristiano mas me hospedei no Senna cheguei tem quase duas horas!!!!! Estava almoçando e já me encantei com o lugar estou agora ansiosa pelas cachu !!
  10. Pessoal estou pensando em ir para carrancas ainda este mês. .. Como não terei companhia estou indo sozinha... para vocês que conhecem as trilhas são tranquilas para fazer sem companhia? A cidade é tranquila para ir conhecer sem companhia? Para o complexo da Zilda é mesmo necessário guia se for podem me indicar algum?
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