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jusenos

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Sobre jusenos

  • Data de Nascimento 09-12-1984
  1. Oi, Lusmell Ótimo relato, parabéns! Mas me ajuda em uma coisa, o ônibus que vc foi para o parque argentino foi aquele de 5,00 que sai do Brasil? Pq qndo fui peguei um ônibus na Argentina pro parque e foi algo em torno de 40,00 ida e volta. Agora estou com uma prima indo para Foz no final desse mês e estou ajudando elas com dicas e tal. Poderia de informar melhor a respeito desse ônibus. Obrigada
  2. Olha, fui de ônibus do ponto perto da ponte da amizade até o templo, e o ônibus que leva até lá demora um pouco a passar.... E é uma boa viagem. Do aeroporto até lá deve demorar mais, pq é pro outro lado... E o ideal é pegar o ônibus q deixa lá msm, pq se descer na avenida principal, vai andar uns 30 minutos até o templo
  3. Parabéns pela viagem e relato, Thais! Acompanhando tudo aqui, e morrendo de rir dos perrengues de vocês... Já pensando em programar uma viagem dessa! Estou aguardando o restante do relato!
  4. Boa noite, Helô! Não sei o que está acontecendo, mas não estou recebendo notificações deste post, me desculpa. Só agora vi sua pergunta... Então, não conheço não... Já fez sua viagem? Posso te ensinar a chegar na rodoviária e pegar o ônibus pra Arraial.
  5. Planejando a viagem Estava querendo aproveitar um feriado de 3 dias para conhecer algum lugar com minha mãe que tivesse um baixo custo e que fosse próximo ao Rio de Janeiro. Depois de algumas pesquisas, optamos por Curitiba. Passagem aérea Compramos a passagem pela Gol e pagamos R$ 199,50 cada uma pela ida e volta, numa promoção que conseguimos. E ainda parcelamos esse valor em 6x s/juros. Depois uma amiga da minha mãe quis ir conosco também e comprou a mesma passagem de ida e volta por R$ 275,00. Hospedagem Havia reservado um quarto triplo no Hotel Nacional Inn Torres, com café da manhã incluso, por R$ 558,45 para as 3 diárias, mas no valor não estava inclusa a taxa de 10% de serviço, então o total das 3 diárias ficaria por R$ 614,30, ou R$ 204,76 para cada uma de nós. Mas depois cismei de procurar um hotel que não cobrasse a taxa de serviço e alterei a reserva para o Hostel Roma. Pagamos R$ 450,00 pelas 3 diárias com café também, uma diferença de apenas R$ 50,00 para cada uma. Pesquisei os preços para esse hostel através do Trivago e o menor preço que encontrei foi pelo site Expedia. Uma observação importante: o hostel só aceita o pagamento em dinheiro, no momento do check-in. O Hostel Roma tem uma boa localização, fica a apenas alguns passos do Shopping Estação e a uns 15 minutos de caminhada até a Rodoferroviária, ou apenas 2 pontos de ônibus, para os mais preguiçosos. O café da manhã é bem simples, mas o suficiente pra começar o dia com a energia necessária. Tivemos um pequeno problema que foi facilmente resolvido. Depois do check-in, fomos até o nosso quarto. Assim que entramos percebi que não era o que minha mãe e nossa amiga Shirley esperavam. Na verdade, também não era o que eu esperava, pq fiz a reserva de um quarto triplo, amplo, com uma cama de casal e uma de solteiro. E o quarto que recebemos era minúsculo e com 2 beliches. Na mesma hora retornei até a recepção informando que não era o quarto que eu havia reservado e prontamente nos alocaram no quarto correto. Ah, os quartos não tem aquecedor, ar-condicionado e nem frigobar. Apenas um ventilador de mesa. O chuveiro do nosso quarto esquentava muuuuuito bem, apesar de ser elétrico. O hostel disponibiliza um bebedouro com água gelada e natural para os hóspedes. Hostel Roma Endereço: Rua Barão de Rio Branco, 805 – Centro – Curitiba – PR Tel: (41) 3224-2117 http://www.hostelroma.com.br Bate-volta à Morretes Depois de muita pesquisa sobre essa viagem, achamos que a melhor opção era ir de trem e voltar de ônibus. A viagem de trem pela Serra do Mar é linda demais, porém bem demorada e bem mais cara que a de ônibus. A ida no trem durou em torno de 3h e pouco, pq a velocidade máxima que o trem faz é 40km/h, pra podermos apreciar a paisagem e tal, o que é bem legal, mas na minha humilde opinião, é bom fazer o trajeto apenas uma vez, não perder tanto tempo na volta, economizar um bocado e ainda ter mais flexibilidade no horário, pois a volta de trem é às 3:00h da tarde. Pagamos R$ 108, cada uma, na passagem de ida do trem, classe turística. O valor pode ser parcelado em até 6x sem juros. Compramos a passagem antecipada, através de contato pelo site. Eles te enviam um formulário pra ser preenchido, onde vc escolhe como vai pagar, depósito/transferência bancária ou cartão de crédito. Se quiséssemos voltar no trem, pagaríamos mais R$ 85,00 cada uma na classe turística. Gostamos dessa classe, pois tem poltronas confortáveis, guia turístico e temos direito a um pequeno lanche (1 bebida – água ou refri e uns míseros biscoitinhos... hehehe) Mais informações sobres valores, pacotes e classes do trem no site da Serra Verde Express http://www.serraverdeexpress.com.br A Viação Graciosa faz o trajeto da viagem de ônibus, tanto pra ida quanto pra volta. Os horários e preços podem ser consultados através do site http://www.viacaograciosa.com.br Existe um trajeto mais rápido, que vai pela rodovia, e um outro pouco mais demorado que vai pela Estrada da Graciosa. Uma viagem com bastante curva. Os valores da passagem de ônibus são mais atrativos, pagamos R$ 19,56. Mas o ônibus que pegamos na volta não tinha ar-condicionado, e tava um calor cão... hehehe.. mas o trem tb não tem ar, as janelas vão abertas! Ainda existem também vans que fazem o trajeto, parece que custa em torno de R$ 30,00, mas não consegui pegar maiores informações. Clima (meados de outubro) Então, fiz a minha mala com uma semana de antecedência da viagem. Quando consultei a previsão do tempo, estava entre 12ᵒ e 22ᵒ e com previsão de chuva, então levei praticamente só roupa de frio (lê-se: essa temperatura para cariocas, como eu, é quase um frio polar). Quando chegamos na sexta-feira à noite, o tempo estava friozinho (pra carioca), em torno de 15ᵒ. No dia seguinte fez um tempo bem fresquinho, passei o dia só com uma blusa de manga comprida. Mas nos outros dias depois, foi só calor de rachar! Um sol danado de lindo e um calor enorme pra quem estava quase que sem roupa fresca na mala. Chuva? Frio polar? Não vi.... Nos dias quentes, as noites eram frescas. O ventilador do hostel foi o suficiente para nós. Relato: 14/10/2016 – Sexta-feira: Viajamos depois do trabalho, nosso voo era às 21:20h. A trajeto do avião entre Rio e Curitiba é bem rápido. Acho que do momento da decolagem até o pouso foi menos de 1:30 de viagem. Já no aeroporto de Curitiba, após pegar as malas, pedi um Uber até o nosso hotel que fica na rua em frente ao Shopping Estação. O valor total da corrida foi de R$ 33,12 (11,04 para cada uma). Como estávamos em 3, usar o Uber foi econômico para nós. Existe uma linha de ônibus executivo que faz o transporte do aeroporto para alguns pontos da cidade de Curitiba. O ônibus custa R$ 13,00 e os horários e pontos de parada podem ser consultados no site: http://www.aeroportoexecutivo.com.br/ Chegamos no hostel por volta da meia-noite. Nos instalamos em nosso quarto e fui até a recepção comprar uma água, pois ainda não tinha visto o bebedouro. Paguei R$ 4,00 na garrafa de 1,5l. Depois fomos de banho e cama, pq no dia seguinte nossa viagem ia começar de verdade! Gastos do dia: Uber para Aeroporto do Rio – R$ 30,27 (10,09 para cada) – trajeto de 35 minutos Lanche no Aeroporto Rio – R$ 9,00 (Folheado + refrigerante – Café Paleta) Uber do Aeroporto Curitiba até o Hostel – R$ 33,12 (11,04 para cada) – trajeto 28 minutos Hostel Roma – 3 diárias – R$ 450,00 (150,00 para cada) – pagamento somente em dinheiro Água de 1,5l no Hostel – R$ 4,00 15/10/2016 – Sábado: A Shirley tem uma amiga que mora em Curitiba, então ela tirou o dia de sábado para nos levar em alguns pontos turísticos da cidade. Como ela tem carro, não gastamos com transporte nesse dia. A Sônia foi nos buscar no hostel às 10:50h. O primeiro lugar que visitamos foi a Catedral Metropolitana de Curitiba, na Praça Tiradentes. De lá fomos até o Relógio das Flores, ao lado de uma pracinha com alguns mendigos. Depois partimos para a Ópera de Arame, um teatro/casa de show com sua linda arquitetura. Ficamos com muita vontade de assistir um show lá. A bilheteria estava fechada (parece que só abre no final da tarde nos dias que tem algum evento), então pegamos informação com a atendente do café. Ela nos passou a programação, mas não tinha certeza dos valores do ingresso. Disse que eram vendidos através do Disk-Ingresso. Ficamos interessados em assistir um tributo ao Elvis, que ia rolar no domingo à noite. No final do dia, fomos ao Shopping Muller verificar o valor do ingresso, mas estava R$ 160,00 o ingresso mais barato e desistimos. Quando saímos da Ópera de Arame demos de cara com uma lojinha que vende Licor de Merda. É isso mesmo, o nome da bebida é licor de merda. É uma bebida portuguesa à base de leite, baunilha, cacau, frutas cítricas e canela. A garrafa do licor custa R$ 250,00 se eu não me engano. Tomei uma dose no valor de R$ 15,00, e daí a gente ganha o copinho e um adesivo da loja. A fome começou a bater e a Sônia nos levou para almoçar no restaurante Madalosso, no bairro Santa Felicidade. Vamos falar do Madalosso. O estacionamento do restaurante é imenso, quando olhei a fachada do restaurante, aquela imensidão e lindeza toda, logo pensei “to fu.... vou pagar os olhos da cara”. Parece que o restaurante é o maior da América Latina, tem capacidade para muitas mil pessoas e é dividido em vários salões com nomes de países. Até então não tinha noção do que nos aguardava. O buffet é liberado, eles vão passando e oferecendo as opções, e quando você menos espera, a mesa está cheia de comida. E que comida!!! Uau... Típico em comida italiana, comemos massas maravilhosas, frango, carne, polenta... Nós achamos a comida maravilhosa. No final de tudo, saiu a R$ 57,53 por pessoa, preço já com a bebida e o serviço. O buffet custa R$ 46,00. Não é valor que mochileiro gosta de pagar, mas pelo padrão do local e pela comida oferecida, achei que foi muito bem pago! Aqui no Rio de Janeiro, jamais conseguiria comer tão bem pagando isso. Com a barriga bem cheia e satisfeitíssima, saímos do Madalosso e fomos até a Adega Durigan, outra sugestão da Sônia, ainda em Santa Felicidade e perto do Madalosso. Lá degustamos uns vinhos muito gostosos (vou logo avisando que não entendo nada de vinhos, gosto mesmo é dos que são docinhos... mas a Shirley adora e entende bem, e ela provou, então é isso que importa... rs). Trouxe alguns para dar de presente e minha mãe trouxe um espumante para ela. Achei os preços bem legais. Eles também vendem frios e doces. Depois fomos para o Museu Oscar Niemayer, mais conhecido como Museu do Olho, por conta do seu formato. Pagamos R$ 12,00 para entrar no museu. Algumas obras apreendidas na operação Lava-Jato estão expostas lá, e tivemos o prazer de conhecer. O museu é bem grande, bonito e tem muitas exposições. Se tiver mais tempo, vale visitar com calma, pois tem muita coisa pra se ver. Mas eu ainda queria ir no Parque Tinguí, visitar o Memorial Ucraniano, pois seria o único dia que poderia ir, pois o memorial não abre às segundas e no domingo íamos para Morretes. Então apressamos a visita ao museu. Mas a Sônia confundiu os memoriais e achou que eu queria ir no Polonês, que fica no Bosque do Papa e nos levou até lá. Claro que não fiquei chateada com ela, já estava sendo tão gentil. Mas também valeu a pena, o Bosque é muito bonito e agradável. De lá, partimos ainda para o cartão postal de Curitiba, o Jardim Botânico. Chegamos já no final da tarde e ainda com a noite chegando, o lugar é incrível de lindo. Andamos por lá, fomos na estufa, mas pelo horário o Jardim das Sensações não estava mais aberto. Depois a Sônia nos levou para jantar no Restarurante Peixinho. Mas gente, vou falar, não sei quantos quilos engordei em Curitiba, pq comi muito. Pedimos um filé de tilápia acompanhado de arroz branco, salada e polenta frita. Mas que comida maravilhosa e muito bem servida. Estávamos em 6 e pedimos 3 porções desse prato... comemos até não aguentar mais e ainda sobrou uma boa quantidade de comida. Mais um lugar que recomendo ir comer. A comida com bebida e serviço ficou em R$ 40,00 por pessoa. Depois voltamos para o hotel e fomos dormir. Gastos do dia: Licor de Merda (dose + copinho) – R$ 15,00 Almoço Madalosso (buffet + refrigerante + serviço) – R$ 57,53 por pessoa Adega Durigan – Vinho Seco R$ 25,00 / Vinho suave R$ 14,00 / Espumante R$ 29,00 Museu do Olho (entrada) – R$ 12,00 Janta Peixinho (comida + refrigerante + serviço) – R$ 40,00 por pessoa Restaurante Madalosso Av Manoel Ribas, 5875 - Santa Felicidade, Curitiba Restaurante Pexinho Rua Frei Orlando, 690 - Jardim Social, Curitiba 16/10/2016 – Domingo: Dia reservado para o passeio até Morretes, por conta disso acordamos bem cedo, a partida do trem é as 8:15h da matina. A rodoferroviária ficava a uma caminhada de uns 20 minutos do hostel, mas foi bem tranquilo. Saímos por volta de 7:30h. Como já tínhamos comprado a passagem do trem através de contato por e-mail, tínhamos que retirar a passagem na loja da Serra Verde que tem na rodoferroviária. Não tinha fila pra pegar a passagem, só uma fila pro trem, que tava andando rápido. O vagão e lugar no trem são marcados. Nosso vagão era o primeiro e nossa guia era muito bacana e animada. Vagão com poltronas bem confortáveis. A viagem só começa a ficar interessante depois de quase 1h, pq o início é mto zona urbana e tal. Mas quando entramos na Serra do Mar, toda a espera faz vale a pena. É uma viagem lindíssima e a guia vai informando tudinho sobre o trajeto, até os lados da janela que devemos olhar nos momentos certos. Chegamos em Morretes por volta de 11:30h e partimos logo para a Rodoviária para comprarmos a passassem de volta do ônibus. Uma caminhada de 15 minutos até lá. Como a Shirley enjoa em Serra, compramos a volta pela rodovia mesmo, fora que a duração da viagem é um pouco menor. Pegamos a volta de 14:45h, pq Morretes é uma cidade bem pequena, mas acho que a volta num horário um pouco mais tarde deixa tudo menos corrido. Fomos para a zona gastronômica da cidade, em busca de um local para comermos o tal Barreado, prato típico local. Uma carne que cozinha durante 24h. Paramos no restaurante Casa do Rio/My House, pois vimos o selo do TripAdvisor. Um ótimo restaurante, serviço excelente. O tal do barreado tava bem gostoso e tal, tempero bom, mas achei uma comida normal. O restaurante tem uma vista panorâmica para um rio bem bonito que corta a cidade. E ainda disponibiliza um deckzinho para apreciar a bela paisagem local. Depois do almoço demos uma rápida volta na cidade, vimos algumas lojinhas de artesanato e nos apressamos para pegar o ônibus de volta para Curitiba. Apesar do grande calor no ônibus, dormi praticamente a viagem inteira, torno de 1:30h, então não vi como é o trajeto. Rs De volta ao hostel, eu e Shirley fomos até o Shopping Estação para conhecer o Museu Ferroviário, e mamys preferiu ficar descansando. Um museu pequeno, mas bem legal, pois eles preservaram uma parte original da antiga estação de trem. A noite fomos até o apartamento da Sônia e comemos uma pizza. Gastos do dia: Trem para Morretes – R$ 108,00 para cada Ônibus volta Curitiba – R$ 19,56 para cada Almoço Morretes – Casa do Rio – R$ 51,40 para cada 17/10/2016 – Segunda-Feira: Nosso voo de volta era às 18:05, então tínhamos até o início da tarde para conhecer um pouco mais de Curitiba. Saímos cedo do hotel com a intenção de visitar alguns parques da cidade. Fizemos tudo de Uber, pq apesar de Curitiba ter um conhecido sistema de ônibus, nas falaram que nem sempre é tão simples se locomover através dele, pode ser um pouco demorado e não tínhamos muito tempo a perder. Fomos primeiro ao Parque Tanguá. O motorista do Uber nos informou que o parque era pequeno e rápido de conhecer, cerca de 10 a 15 minutos, e disse até que, se quiséssemos, ele ficaria nos esperando para prosseguir a outro lugar depois. Preferimos liberá-lo para podermos conhecer com calma. Quando vimos o parque, de fato achamos bem pequeno e nos arrependemos de tê-lo dispensado. O lugar tinha uma vista bonita e tal, mas não estávamos conformadas que era só aquilo. Então a Shirley resolveu se informar e descobrimos que o parque não era só aquilo. Descemos uma ladeira pela lateral do parque por uns 15 minutos e uma bela surpresa nos esperava. Um lugar lindo de morrer, e olha que e nem percorremos todo o caminho do local. Depois subimos devagar e chamamos um novo Uber. A ideia, dessa vez, era ir até o Parque Tinguí. O motorista do Uber nos levou até lá, mas não paramos, pq ele disse que havia um outro parque, o Barigui, que era mais bonito e muito mais frequentado e tal, e acabamos decidindo ir pra lá. De fato era um local muito bonito, cheio de patos e capivaras gigantes, mas ficamos com a sensação que deveríamos ter ficado mesmo no Tinguí, mas já estávamos no Barigui e não teríamos mais muito tempo para voltar lá. Entramos num barzinho do Barigui e tomamos uma cerva gelada, apreciamos um pouco da paisagem e já voltamos para o Hostel. Fizemos o check-out, deixamos nossas coisas no hotel mesmo e fomos até o Shopping Estação almoçar. Paramos numa rede de fast-food de comida japonesa, chamada Wiki Maki. Depois voltamos ao hotel para pegar nossas coisas, pegar outro Uber e partir para o aeroporto, pois nosso feriado e nossa passagem por Curitiba se aproximava do fim, infelizmente. Gastos do dia: Uber Hostel para Parque Tangua – R$ 22,97 (7,65 para cada) – trajeto de 28 min Uber Parque Tangue p/ Tingui e depois Barigui – R$ 28,94 (9,65 para cada) – trajeto de 32 min Cerveja – R$ 13,00 Uber Parqui Barigui para Hostel – R$ 17,03 (5,67 para cada) – trajeto de 22 min Almoço – R$ 35,75 para cada Uber Hostel para Aeroporto – R$ 38,96 (12,99 para cada - preço dinâmico 1.4x) – trajeto de 25 min
  6. Estive no Paraguai há 10 dias e não encontrei a marca por lá. Comprei uma SJCam 4000 WiFi, mas não gostei muito dela. Na vdd nunca usei uma máquina desse tipo. Então tive uma certa dificuldade em bater selfie, pois não tem controle de bater foto à distância. A Xiaomi tem algum controle do tipo, ou é mesmo programando uma self-timer? Estou muito tentada a comprar uma Xiaomi, mas tenho medo de ser taxada... Você não foi?? Obrigada!!! Estivemos na mesma época então, fui no feriado e tb não encontrei a camera lá Na Xiaomi Yi há três opções para bater o selfie: timer, pelo controle bluetooth(comprado a parte) e pelo app no celular. Eu utilizava bastante o app no celular, pois conseguia enquadrar bem a foto antes de bater olhando pelo celular. A minha eu havia comprado na OLX, mas a pessoa que comprou na internet me disse que havia pago 60 reais de imposto. Talvez compense pegar de algum vendendor no mercado livre, se somar imposto e tudo mais os valores ficam parecidos, tem algumas novas na faixa de 500 reais. É, ainda estou tentada a comprá-la... Estou de olho na 4k, que tá saindo por quase 1.300 no mercado livre... Mas to achando muito dinheiro... hehehehe Mas obrigada pela ajuda... Foi muito bom ter mais informações de um usuário sobre a Xiaomi. Abraços.
  7. Achei que foram muitas milhas mesmo! Mas que bom que pode queimá-las sem dó... Voltarei a Foz também, mas ainda não sei quando.... é um destino maravilhoso!
  8. Olha, de cabeça não vou lembrar de todos, então peguei do descritivo que me enviaram na época (maio). Esses valores são de baixa temporada, portanto mais baratos: Flutuação no aquário natural - 170,00 Flutuação no rio da prata - 204,00 Flutuação na lagoa misteriosa - 130,00 Fazenda boca da onça - 183,00 Rapel e flutuação no abismo anhumas - 760,00 Gruta do lago azul - 45,00 Fazenda rio do peixe - 178,00 Fazenda São Francisco no Pantanal - 250,00 +/- (não encontrei o valor) Alguns passeios incluem almoço (como rio da prata + lagoa misteriosa e as fazendas). O transporte é a parte (usei transporte compartilhado, um onibus ou van que passa nos hoteis buscando o pessoal). Os passeios podem aumentar se quiser fazer mais atividades, como mergulho na lagoa misteriosa ou rapel na fazenda boca da onça, por exemplo. É uma viagem que dá pra vc gastar muito ou pouco, depende do que vc planeja. Eu sonhava em ir no abismo e quis muito ir pro Pantanal, então isso encareceu um pouco mais, mas tem gente que vai e não gasta tanto, então vai de você. Tem muitos outros passeios e outros valores, mas esses são os que eu fiz. Espero ter ajudado Então, Bonito ainda é um dos meus sonhos de consumo! Ajudou muito sim.... Mas por enquanto esse destino ainda vai ficar na minha lisitnha de desejos... Muito obrigada! Juliana
  9. Elaine, Desculpe a demora na resposta, mas não tinha visto seu comentário. Então, me conte... gostou do hostel? Espero que sim e espero que minha avaliação sobre o local tenha sido realmente útil para você. Abraços, Juliana
  10. Estive no Paraguai há 10 dias e não encontrei a marca por lá. Comprei uma SJCam 4000 WiFi, mas não gostei muito dela. Na vdd nunca usei uma máquina desse tipo. Então tive uma certa dificuldade em bater selfie, pois não tem controle de bater foto à distância. A Xiaomi tem algum controle do tipo, ou é mesmo programando uma self-timer? Estou muito tentada a comprar uma Xiaomi, mas tenho medo de ser taxada... Você não foi?? Obrigada!!!
  11. Desculpe a pergunta, mas onde você mora que pagou tão caro na passagem pra Foz? Fui agora em novembro também e gastei 4125 milhas + R$ 270,00. Ah, e com toda razão, o lado argentino é muito mais bonito. Inclusive a cidade de Puerto Iguazu, onde eu e minha amiga resolvemos nos hospedar por uns dias.... Se soubéssemos que era mais bonitinha e mais animada que Foz, teríamos passado mais tempo lá.
  12. Uau! Parabéns pelo relato e pela viagem. Tudo muito detalhado, e muito bem relatado. Com certeza uma grande ajuda para os viajantes em busca de informações. Vc disse que usou a câmera Xiaomi Yi. A câmera é boa? Estou pensando em compra uma no lugar de oma GoPro. Se puder me passar informações sobre a qualidade da câmera, onde vc comprou e quanto que pagou, ficarei muito agradecida.
  13. Oi, Mariana! Você poderia informar o valor que pagou para cada passeio? Me ajudaria muito, pois estou planejando uma viagem para Bonito, mas gostaria de ter ideia dos gastos. Obrigada.
  14. Iniciei no mundo das viagens bem recentemente, e cada vez estou pegando mais gosto. Comecei com destinos internacionais, mas nosso país tem tantas belezas naturais e, às vezes, tão perto de nós. Moro no Rio de Janeiro, porém sempre que vou para a região dos lagos, é para ficar na casa de parentes e tal, nunca tinha ido explorar nada. Dessa vez resolvi me dar de presente de aniversário um fim-de-semana no paraíso que é Arraial do Cabo. Por ser uma cidade bem pequena, dois dias foram suficientes para se conhecer bastante coisa e desfrutar de tanta beleza num só lugar! Hospedagem: Arraial não tem hospedagem das mais baratas, mas existem hostels acessíveis. Como fui viajar com o namorado, pesquisei no Booking.com um hostel com quarto privativo, o banheiro poderia ser compartilhado mesmo. Logo de cara o mais barato que achei estava avaliado como “FABULOSO”, Books Rehab Hostel. Pagamos R$ 300,00 por duas diárias. Mas olha, podemos assinar embaixo dessa avaliação dos hóspedes. O hostel realmente é fabuloso! Alex e Bruno, os anfitriões, são muito receptivos e amáveis. Nos fazem sentir totalmente em casa. A impressão que dá é que você está na casa de amigos, passando uns dias. Geralmente eles reúnem todos os hóspedes para refeições coletivas, e todos dividem o valor do que foi gasto no mercado. O café-da-manhã já está incluso na diária. A localização é muito boa, fizemos praticamente tudo a pé! Eu super indico e recomendo para quem gosta de lugares simples e aconchegantes. Da próxima vez que for a Arraial, ficarei por lá, com toda certeza do mundo! Books Rehab Hostel Rua Marcílio Dias, 388 - Macedônia, Arraial do Cabo - RJ, 28930-000 Telefone: (22) 2622-1520 Alex: (21) 98197-5775 Bruno: (21) 97650-0738 Gastos 2 diárias de quarto duplo com banheiro compartilhado e café incluso - R$ 300,00 Deslocamento: Fomos de carro, e de minha casa até o hostel, foram 153km pela Rodovia Amaral Peixoto. Fomos por lá para economizar com o pedágio, que pela Via Lagos é caro, além do que queria passar em Praia Seca também. A viagem durou em torno de 3h, isso pq não pegamos engarrafamento. Acontece que a Amaral Peixoto é uma estrada muito ruim para se viajar de noite, falta iluminação e sinalização, por isso tive que dirigir devagar e com cautela. O trecho que liga Praia Seca até Arraial do Cabo também não está em muito boas condições, fora que tem muitos quebra-molas e tudo isso nos fez perder um pouco de tempo. Na volta pegamos a Via Lagos, 165km até em casa, bem sinalizada e sem buracos no asfalto. Isso tudo é muito bem cobrado pelo pedágio pago. Ainda tem um outro pedágio no trecho da Manilha. Também fizemos em torno de 3h a volta, mas pq paramos um pouco no meio do caminho e pegamos muuuita chuva num trecho da viagem, tivemos que reduzir bastante a velocidade, pq não se enxergava quase nada, de tanta chuva que caiu. Em Arraial fizemos quase tudo a pé, só utilizamos o carro para irmos para o Pontal do Atalaia. Nessa hora ter um carro off-road é a melhor opção, o que não é o meu caso... Hehehehe... Tem uma parte da estrada que é bem ruim, ainda mais que tinha caído um temporal durante a madrugada, então eram muitos buracos, lama e enormes poças num bom trecho do percurso, que é todo de barro. Se prepare para essa emoção!!! Meu carro é um tanto econômico, então gastei por volta de meio tanque na viagem toda. Gastos Gasolina: por volta de 25 litros Pedágios: Ida -> Ponte-Rio Niterói: R$ 3,80 Volta -> Via Lagos: R$ 17,20 Manilha: R$ 3,80 11/12/2015 (1º dia): Chegando e nos instalando Chegamos ao hostel por volta de 01:00h da manhã, fomos muito bem recebidos pelo Bruno, um argentino gente boa toda vida. Nos mostrou nosso quarto e disse que poderíamos ficar a vontade para utilizar qualquer coisa das partes comuns do hostel. Eles tem dois notebooks a disposição de todos na sala. Além de TV, muitos livros, e até violões. A decoração é de uma casa de praia, mas é tudo bem organizado e limpo. Como estávamos bem cansados, fomos logo dormir. 12/12/2015 (2ª dia): Passeio de barco e praias Antes da viagem, já tinha pesquisado a respeito de passeios de barco. O Alex havia me passado o contato do Valter, do saveiro Don Juan, o melhor no TripAdvisor. Eu queria muito conhecer a tal da gruta azul que tinha visto por fotos nas pesquisas que fiz, mas me informaram que hoje em dia não é permitido que os barcos entrem na gruta, só podemos ver por fora, infelizmente. O valor do passeio no Don Juan é R$ 60,00, dura em torno de 3h e meia e está incluso água e refrigerante. O barco tem um bar a bordo, onde é vendido espetinhos de carne, frango, salsichão, queijo coalho e cerveja. A capacidade da embarcação é de até 57 passageiros e as partidas ocorrem às 10h da manhã (essas informações me foram passadas através do whatsapp). Porém como chegamos muito cansados no dia anterior, fomos dormir e esquecemos de colocar o despertador. Resultado: perdemos a hora do Don Juan. Pedi uma ajuda ao Bruno, que nos forneceu um mapa de Arraial e nos ensinou como fazer para chegar em vários locais, inclusive na Praia do Anjos, onde são vendidos os passeios de barco. Nos deu uma dica valiosa também: “Vocês vão encontrar passeios no valor de R$ 45 a R$ 60, mas não façam os mais baratos! Os bons mesmo são os de R$ 60,00”. Valiosa dica, pena que não seguimos! Ah, além do valor do passeio, é necessário pagar uma taxa de embarque no cais, de R$ 5,00, que não tem a ver com a agência que faz o passeio, é a parte. Ao chegarmos na Praia do Anjos, nem 10 min de caminhada do hostel, fomos logo abordados por um vendedor da empresa “Big Brother”, oferecendo o passeio, dizendo que estavam com um barco pronto para partir, nos informando que o valor era de R$ 60,00, que é tabelado e blá, blá, blá! Pedimos pra ver a embarcação, se tinha alguma comodidade e tal. Ele disse que nos levaria para ver o barco e que serviam água e refri por conta. E, mesmo sem pedirmos, já começou a oferecer um desconto. Disse que faria a R$ 50,00 pra cada um, e que além disso iria fazer o pagamento da nossa taxa no cais, que conseguiria um desconto na taxa, pagando somente R$ 3,00 e que no final o passeio sairia a R$ 47,00 pra cada um de nós. Acabamos fechando, sem nem mesmo olhar a embarcação. Aguardamos só um pouco até irmos para o barco, que tava longe de ser bonitinho. Enfim, já estávamos com pulseirinha e tudo, resolvemos encarar! O roteiro de todos os passeios é o mesmo: Ilha do Farol, com parada de 40min, passando pela Pedra do Gorila, Gruta Azul, Fenda da Aparição, mais uma parada nas Prainhas do Pontal do Atalaia e por último, Praia do Forno. Entramos no barco, e fomos abordados por duas gringas fotógrafas, informando que iriam fotografar a todos e sem compromisso, porém no final elas perguntam se vamos querer as fotos e claro que é pago. Mas não quis e nem me interessei em saber o valor. Uns 15 minutos de passeio e já é possível ver a impressionante troca da cor do mar. Ele muda de azul para um verde lindo e impressionante. Nesse ponto já estávamos bem próximos à Ilha do Farol, e dava pra avistar uma faixa de areia branquinha, muito verde em volta e aquele mar verde e límpido! Um cenário espetacular. Nossa embarcação parou próxima a outras que por lá já estavam e ficamos aguardando para descer naquele paraíso. Até que recebemos o seguinte aviso da tripulação: “Essa praia é monitorada pela marinha, e só pode receber 240 pessoas de cada vez, com um tempo limitado de 40min por grupo. Porém tem 6 embarcações na nossa frente e o tempo de espera será de até mais que 1h para vocês poderem descer. Temos duas opções: ou aguardamos para vocês descerem ou damos logo continuidade ao passeio”. Até aí tudo bem, mas resolvi perguntar se teríamos esse acréscimo do tempo da espera no resto do passeio, e eles nos informaram que não. Já comecei a ficar bem chateada com isso, fora que não tinha um serviço de bordo descente, para servirem água e refrigerante, tínhamos que ficar pedindo. Algumas pessoas tentaram argumentar que isso não era justo, que não tínhamos culpa por ter que aguardar, mas no final das contas não teve jeito, acabamos tendo que seguir com o passeio, com a promessa que eles estenderiam o tempo nas outras paradas. Fizemos o roteiro e paramos nas Prainhas. Outra praia linda! Calma, água cristalina, areia branquíssima. Mais um paraíso de Arraial. Ficamos um tempo por lá, mergulhamos e estreei o saco estanque que havia comprado para minha máquina digital, já que não tenho uma GoPro. Foi aprovado! Consegui tirar boas fotos e fazer filmes embaixo d’água. Não embaçou e nem ficou nada turvo. Pena que não vimos muitos sinais de vida marinha próximo de onde estávamos. Tínhamos levado máscara e snorkel também, mas infelizmente não conseguimos registrar nada. Depois de um tempo nos chamaram para voltar ao barco e seguir para o último destino. A Praia do Forno, outra preciosidade! No caminho avistamos muitas tartarugas no mar, um espetáculo da natureza! Em Arraial as águas são hiper-geladas, mas não no Forno. Uma delícia. No barco nos informaram que da Praia do Forno existe uma trilha rápida e fácil até a Praia dos Anjos, e que poderíamos optar por voltar no barco ou ficarmos por lá, encerrando o passeio e retornando pela trilha. Como não descemos da Ilha do Farol e ficamos pouco tempo nas Prainhas, eu e Marcello resolvemos ficar no Forno e voltar depois pela trilha, assim poderíamos almoçar e passar o resto do dia na praia, além de nos livrar daquela furada de passeio com o “Big Brother”. Foi uma ótima ideia, menos por pensarmos em almoçar por lá, pois é tudo muito caro. Acabamos pedindo apenas um petisco de carne seca com aipim, que junto de uma garrafinha de guaraviton, nos custou R$ 63,00. Os pratos de comida não saiam por menos de R$ 100,00. No cardápio até constava um prato executivo por vinte e alguma coisa, mas eles não tinham, é óbvio! Curtimos mais um pouco da praia e quando deu umas 17h resolvemos partir, pois tínhamos planos de ir no hostel, tomar uma chuveirada e irmos até a Praia Grande observar o pôr-do-sol, segundo indicação do Bruno. Ah, pegamos a tal trilha que liga a Praia do Forno à Praia doa Anjos. Realmente é uma trilha rápida e curta, só um pouco cansativa. Mas dá pra encarar de boa! No caminho até o hostel passei por algumas agências de mergulho para pegar informações sobre o batismo, que eu estava com ideia de fazer no dia seguinte, mas não fechei nada. Os preços estavam todos iguais, R$ 210,00, com fotos. Seguimos nossos planos e fomos assistir o pôr-do-sol. Como o sol já estava baixo e estava ventando bastante na Praia Grande, deu até pra sentir um pouquinho de frio. Ah, fui molhar meu pé na água. Socorro!!!! Parecia um iceberg, muito gelada mesmo, voltei correndo para areia. Vimos o sol se pondo atrás de uma nuvem... hehehe... e logo voltamos ao hostel. No caminho, cruzamos com o Bruno na rua e ele nos perguntou se gostaríamos de participar de um churrasquinho que eles fariam para a janta, onde todos os participantes dividiriam as despesas, que no total fiocu R$ 18,00 por pessoa. Muito legal essa ideia, pois aproxima os hóspedes fazendo interagem uns com os outros. Depois de não seguir a dica do Bruno para o passeio de barco, resolvi ver com ele se tinha alguma indicação de confiança para o batismo do mergulho. E lá no churrasco tinha um amigo dele que é instrutor de mergulho. Ele me passou o valor de R$ 170,00 no dinheiro ou débito, R$ 190,00 no crédito e as fotos deveriam ser pagas diretamente com a fotógrafa, R$ 60,00. No final saiu um pouco mais caro, porém depois de ter feito um passeio de barco ruim, não quis deixar de seguir uma indicação. Preenchi um formulário padrão de risco e agendei o batismo para o dia seguinte de manhã. O instrutor, Emiliano, outro argentino gente boa e vizinho do hostel, ficou de passar lá no domingo, no horário marcado para seguirmos até a agência. Os mergulhos são marcados num horário cedo, então se for fazer, o ideal é fechar com a agência no dia anterior. Saveiro Don Juan Escritório: (22)2622-5471 (Horário Comercial) Nextel/Whatsapp: (22)97401-6200 ID: 35*8*22774 Email: [email protected] Site: http://www.donjuantour.com.br Gastos: Passeio de barco: R$ 47,00 (p/pessoa) Petisco na praia: R$ 63,00 Jantar compartilhado no hostel: R$ 18,00 (p/pessoa) Água e Açaí de 700ml na Praia do Forte: R$ 11,50 13/12/2015 (3º dia): Batismo de mergulho, novas amizades e retorno para casa Emiliano chegou na hora marcada e fomos até a agência. Lá assistimos a um vídeo falando a respeito do curso, onde são passadas umas instruções e tal. Depois pediram para nos encaminharmos até o cais e efetuar o pagamento da taxa de embarque de R$ 5,00 (a mesma do passeio de barco), e ficamos um bom tempo aguardando até prepararem todos os equipamentos no barco e chegarem todas as pessoas que tinham agendado o mergulho. Existem dois pontos para mergulho, e são escolhidos no dia pela equipe, levando em consideração alguns fatores climáticos. No barco recebemos mais instruções até chegarmos onde iríamos mergulhar. Cada pessoa que vai mergulhar é acompanhada individualmente por um instrutor, o tempo de mergulho é de 30 a 40 minutos e numa profundidade máxima de até 10m, e no valor que pagamos já está incluso todo o equipamento necessário, além de um lanchinho, pois ficaríamos muitas horas por lá, provavelmente até às 16h. É bom até levar alguma coisa na bolsa para comer. Mas acabou que nem provei do lanchinho, pois como conheci uma menina paraense, A Bruna, de férias no RJ e que estava com pressa de voltar, pois ainda ia pegar um ônibus no final da tarde de volta para o rio. Informaram a ela que se conseguissem um outro barco voltando antes, pediram para levá-la de volta. Sabendo dessa possibilidade, pedi pra voltar cedo também, se possível. Pois depois do mergulho não teria muito o que fazer por lá até a hora do barco voltar. Sendo assim nos botaram para mergulhar primeiro. Aquele medinho, frio na barriga e pronto, devidamente equipada, pulei na água! Ainda na superfície, Emiliano me passou as últimas instruções e pediu pra treinar a respiração com o cilindro antes de descermos. Quando estava mais segura, nosso mergulho começou! Sentia dor no ouvido, avisava ao Emiliano através do sinais que nos foram ensinados, e ele, pacientemente, foi conseguindo fazer passar aquele desconforto! Tinha chovido muito durante a madrugada e o tempo estava um tanto nublado, então a água não estava tão límpida. Mas ainda assim é tudo muito lindo. Não vi tanta diversidade marinha, acho que por conta do temporal que caiu na madruga, mas ainda assim a experiência valeu muito a pena. A Bruna conseguiu ver tartaruga e até cavalo marinho. Uma pena que não vi. Depois que nosso tempo acabou, nos informaram que teria um outro barco voltando em pouco tempo e poderíamos pegar uma carona nele. E assim feito. Por volta de 12:30h já estávamos de volta no cais da Praia dos Anjos. Eu e Bruna marcamos de encontrar as amigas dela e o Marcello na orla, para podermos almoçar. Paramos no quiosque da Dona Jurema, que estava com preços muito bons de almoço executivo, paguei R$ 23,00 pela comida, que estava bem gostosinha, e refrigerante. De lá fomos todos até o hostel pegar o carro para irmos até as Prainhas do Pontal do Atalaia. Como já disse antes, o caminho é sofrido, é bom ter muito cuidado com o carro. Mas todo sofrimento para se chegar lá, vale a pena. Outro paraíso de Arraial! O Bruno até tinha me dito que tem um bom atalho pra quem vai a pé, mas não experimentamos. Cheguei na praia e resolvi relaxar, pq tinha acordado cedo e ainda pegaria estrada a noite. Deitei na areia e tirei um bom de um cochilo. Quando foi lá pelas 17h, levantamos acampamento e fomos fechar nossa estadia no hostel. Já tinha até combinado coma Bruna que daria carona para ela e as amigas até o Rio. Antes de ir embora ainda demos um outro pulo na Praia Grande, para mostrar o pôr-do-sol às meninas, que não tinham ido nessa praia. Apreciamos essa lindeza por um tempo, comemos uma pizza gostosinha num restaurante de frente pra praia e o sonho acabou. Voltamos para o Rio! Aqquaworld - Mergulhos Endereço: Av. Gov. Leonel de Moura Brizola, Arraial do Cabo - RJ, 28930-000 Telefone: (22) 2622-2217 Gastos: Batismo de mergulho: R$ 170,00 Fotos do batismo: R$ 60,00 Almoço na Praia dos Anjos: R$ 23,00 Acaí de 700ml na Praia do Forte: R$ 9,00
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