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marinaw.

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Sobre marinaw.

  • Data de Nascimento 01-07-1995

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    Estudante de oceanografia

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  1. Galera, queria uma ajudinha : D Tenho uma mochila de 50 L da quechua, essas de viagem mesmo, mas to querendo uma cargueira descente. To sofrendo com espaço, apesar de achar ela confortável e já ter usado para acampar, é muito pequena. Para acampar mais de uma noite não rola. As cargueiras de 50 L são maiores que esses mochilões convencionais de viagem ou não muda muita coisa? E também, podem recomendar cargueiras boas de 60 L (até uns 500 reais kkk) ? Pesquisei algumas marcas como a nautika e a guepardo, mas vi muita reclamação das cargueiras =( Valeuu! = ]
  2. Fico feliz em ajudar! : D Esse valor foi só nas passagens sim (no caso foi mais ou menos 250 na ida e 250 na volta), acredito que vá aumentar um pouco por agora (acho eu que o peso aumentou, eu consegui na época 0,21 centavos pra 1 peso). Sobre o ônibus, não sei se existe uma linha direta de Asuncion a Salta, acho que não, mas lembro que o menino que me hospedou em Corrientes falou que o pessoal ia de Asuncion a Corrientes, e aí de Corrientes a Salta (e tem ônibus todos os dias aí ). Dá uma olhada nessa empresa http://www.lavelozdelnorte.com.ar/ Boa viagem ! Obrigado pelas informaçoes. Achei onibus de Corrientes a Salta, farei isso. :) Victor, corrigindo uma coisa só que lembrei, se você partir de Asuncion, vá a Resistência e não a Corrientes (pq aí não precisa atravessar a ponte haha), tinha esquecido disso. E procura a passagem de Resistência a Salta, ctza que tem =)
  3. Fico feliz em ajudar! : D Esse valor foi só nas passagens sim (no caso foi mais ou menos 250 na ida e 250 na volta), acredito que vá aumentar um pouco por agora (acho eu que o peso aumentou, eu consegui na época 0,21 centavos pra 1 peso). Sobre o ônibus, não sei se existe uma linha direta de Asuncion a Salta, acho que não, mas lembro que o menino que me hospedou em Corrientes falou que o pessoal ia de Asuncion a Corrientes, e aí de Corrientes a Salta (e tem ônibus todos os dias aí ). Dá uma olhada nessa empresa http://www.lavelozdelnorte.com.ar/ Boa viagem !
  4. Oi Fernando! Que legal que decidiram ir pro norte Não vão se arrepender! Então, eu fui de ônibus a viagem inteira sim, mas eu saí de um lugar bem estratégico, que é na divisa com a Argentina/Santa Catarina (tenho família na região, aí tudo ficou mais fácil). Eu fiz a rota saindo de Bernardo de Irigoyen (divisa) até Posadas, pela empresa crucero del norte, aí depois fui de Posadas a Corrientes (tem várias empresas que fazem o trajeto, como a crucero del norte, rio uruguay, flechabus). De Corrientes até o norte tem várias empresas também (aí você deve escolher o primeiro destino: se quer ir direto para Salta, ou se quer ir primeiro para Jujuy). Se você escolher Salta, blz, tem ônibus direto. Se escolher ir pra Jujuy antes, não tem ônibus direto (corrientes-jujuy), aí você precisa descer em General Guemes e trocar de ônibus novamente (é importante essa dica de descer em Guemes porque eu comprei a passagem para Salta e queria ir antes para Jujuy = gastei mais e desci antes). Na época ida e volta foi mais ou menos 500 reais (contei tudo, trocando de ônibus 4 vezes ida e 4 na volta), o peso estava a 0,21 centavos Não sei qual a cotação hoje, mas acredito que esteja um pouco mais. O que eu te indico: Como eu escrevi, o lugar que comecei a rota era bem estratégico, não gastei nada saindo de "longe" (tipo eu moro no litoral de SC, não gastei nada para ir até a fronteira). Não sei de onde vocês pretendem sair, mas acredito que não valerá a pena começar por Bernardo de Irigoyen, por exemplo. O que você pode fazer é começar por Foz do Iguaçu, a crucero del norte se não me engano faz o trajeto FOZ-POSADAS. Aí você pode entrar na página das empresas, todas tem o preço das passagens, e calcular o quanto você vai gastar saindo da sua cidade até o destino final. Depois pode comparar isso com passagem de avião até Buenos Aires + ônibus até Salta/Jujuy. Essa é uma opção, é trabalhoso fazer isso, mas vale a pena comparar! Conheci muitos Argentinos que foram de ônibus desde Buenos Aires até o norte, não sei de preços, mas no site das empresas deve ter , sei que dá para ir O negócio é pesquisar!! Eu não sabia nada de empresas, rotas e afins quando fui, foi tudo no "achômetro" mesmo, sei que valeu muito a pena ($$$), muito mais do que ter ido de avião! Espero ter ajudado um pouco Aproveitem muito a viagem e esse lugar maravilhoso que é o norte da AR!
  5. Nara, fico feliz em ter ajudado : D. Então, sobre os calçados, eu levei uma bota de caminhada, que acho indispensável pra fazer esses tours e tal, e levei chinelo também. Aí pra caminhada na cidade, eu não tinha levado nada = ( jumenta total auahauau. Não levaria alpargata, pelo simples fato de que se você caminhar muuito elas machucam o pé, então um tênis normalzinho resolveria esse problema, são bem mais confortáveis! Eu tive que comprar um lá.
  6. 13º dia: Volta a San Salvador de Jujuy, para o ap. da minha amiga (como ela foi passar o final de semana na casa do amigo, voltamos juntas de carona com o outro amigo haha) 14º dia: Aldea Luna Um dos motivos pelo qual escolhi ir para o norte foi fazer um voluntariado em uma fazenda orgânica. Conheci a Aldea Luna na internet, no achometro mesmo, e decidi que iria passar uma semana lá. A Aldea fica em uma região do interior de San Salvador de Jujuy. Para chegar lá, peguei um busão as 6 da manhã. Deixei algumas coisas na casa da minha amiga e parti para a Aldea. Para quem quiser saber mais, aqui está o site: http://www.aldealuna.com.ar/ . Aceitam voluntários em qualquer época! -> Chegando no ponto, há uma caminhada de 3 km até chegar na Aldea propriamente dita. É um lugar lindo, e basicamente ajudei nas tarefas diárias, cuidando das plantações ( tentei salvar muitos tomates, juro ) pela manhã..e tem a tarde livre. Para o restante do dia, há cachoeiras e caminhadas para fazer. Paguei pela comida e ganhei a hospedagem, junto com outros voluntários. A família, donos da reserva natural, é maravilhosa! Passei bons momentos com todos. Fiquei 6 dias no total : )) 19º dia: Volta para a cidade (San S.) O quase perrengue: Quase porque fui salva pela carona amiga . Para começar, quase fui atacada por cachorros..aí tava um calor do c.., e eu decidi trocar de roupa no meio do mato mesmo. Aí par a minha alegria, quando cheguei ao ponto, o busão demorou umas 2 horas para passar...sofri..... e começou a chover e esfriar...sofri again.... e aí quando finalmente passou, não entrava mais nem uma mosca. Sério, tava lotado, mas lotado MESMO. Uma senhora gritou que estava vindo outro ônibus, e eu muito inocente acreditei . A verdade é que não havia outro. E só caí na realidade quando a mulher e o homem que foram também enganados, assim como yo, me avisaram. Aí a mulher perguntou se eu queria ir andando até a cidade..eu sem opção, aceitei (ok, 18 km)..fui..E não passou um santo carro por sei lá, uma hora pelo menos. Aí, até que apareceu um amigo do homem que estava com a gente, e conseguimos carona todos comemoram. Fica a dica: não haverá outro ônibus. Fiquei mais uns dias em San Salvador de Jujuy, entre praças, museus e longas caminhadas. 24º dia: Salta - Hospedagem: Hostel Salta por Siempre. Valor: R$ 30. Foi o mais caro, porém é muito, mas muito limpo e lindo. Café da manhã é incluso. A localização não é muito boa, um pouco longe das principais atrações, mas vale a pena. Em Salta não fiquei muito tempo, visitei poucos lugares. O teleférico (paguei uns 50 pesos para subir e desci a pé), alguns parques, feirinhas e o centro. 25º/26º dia: Cafayate -> Cafayate fica a umas 3 horas de Salta. Fiquei uma noite e dois dias, deu para conhecer o que queria. Há várias empresas que fazem a rota. -> Hospedagem: Hostel Lo de Chichi. R$ 21. Não tão lindo quanto os outros, mas é bem aceitável, inclui café também. Fica ao lado do ponto de parada do ônibus flechabus e tem uma localização boa. -> O que visitei: Museu do vinho, vinhedos Vasija Secreta (grátis) e El Esteco (tem que pagar uma taxa, não lembro quanto, e tem horários específicos para visita), rolê pela cidade e excursão para a Quebrada de las Conchas (120 pesos). 27º/28º dia: Salta , mais rolês pela cidade com os amigos do hostel. 29º/30º dia: Volta para o Brasil. - Salta > Corrientes > Posadas > Fronteira = 28 horas entre busão e espera em rodoviárias. É isso..quem quiser informações mais detalhadas sobre horários, gastos e afins, só mandar uma mensagem ) Valeuu : D
  7. Oi galera! Deixo aqui o relato da viagem que fiz em janeiro desse ano ao norte da Argentina, do dia 9 até o dia 30. Não lembro muito bem a ordem dos dias em cada local, mas vou tentar organizar. Fui sozinha, me hospedei em hostels e usei o couchsurfing. Posso dizer que foi a melhor coisa que fiz na vida até agora! Foi incrível, tudo! A região é muuito segura, mas claro, todo o cuidado é pouco rs. -> Rota: Iniciei na cidade de Bernardo de Irigoyen, na Argentina, faz divisa com o estado de SC. Ficou assim: Bernardo de Irigoyen até > Posadas > Corrientes > Salta > San Salvador de Jujuy. -> Empresas de ônibus: Crucero del Norte de Bernardo de Irigoyen até Posadas; Rio Uruguay de Posadas até Corrientes (há várias, escolhi esta pelo horário); Flecha Bus de Corrientes até Salta (também há outras opções, a maioria com o mesmo preço). No site dessas empresas podem encontrar preços e horários. No total gastei 500 reais (ida para a Argentina e volta para o Brasil). Não comprei nada antecipado, tudo na hora. 1º/2º dia: Corrientes -> Hospedagem: por couchsurf, casa de um argentino muito querido, me recebeu super bem com seus amigos e família. - > O que visitei: O amigo que me hospedou me levou de moto para conhecer os principais lugares de Corrientes, como o Teatro oficial de Vera; a"praia" do rio Paraná; alguns parques, centro da cidade e igrejas antigas. Uma das coisas que mais achei massa da cidade foi que em uma casinha de turismo em uma das pracinhas é possível pegar uma bicicleta emprestada, é só deixar um documento -> No dia seguinte me despedi dos amigos e parti para San Salvador de Jujuy. Conheci um senhor no busão que me avisou que parar ir a San S. eu deveria descer em uma cidade antes de Salta, e aí trocar de ônibus, já que não iria parar em Salta direto. Então, para quem decidir ir para San Salvador e não a Salta, compre uma passagem de Corrientes até General Guemes, e de lá até San S (não há direto Corrientes > S. Salvador). 3/4º dia: San Salvador de Jujuy -> Hospedagem: por couchsurf, dessa vez na casa de uma argentina. Muito bem recebida novamente, me deixou bem a vontade, um anjo de pessoa! -> Em San Salvador não há muito para ver... não é uma cidade bonita, mas gostei mesmo assim. Comi o melhor sorvete da minha vida (SIM, VOCÊS PRECISAM IR AO PINGUINO, é tipo obrigação pra quem ama sorvete); conheci alguns parques com a amiga que me hospedou e dei algumas andadas por lá. O plano era seguir viagem para a Quebrada de Humahuaca nos próximos dias. 5º dia: Quebrada de Humahuaca (Tilcara) Na Quebrada de Humahuaca, uma estratégia boa se está viajando de ônibus é escolher uma cidade "base" para ficar, e fazer bate-volta para as outras. A escolhida foi Tilcara, A amiga que me hospedou descobriu que um amigo iria para Tilcara de carro, e este amigo tem uma casa lá. Consegui uma carona e uma hospedagem grátis : DD porém, como boa pessoa que sou, já tinha reservado hostel, e resolvi ficar uns dias lá também. -> Hospedagem: La Albahaca Hostel. Suuuper indico! É bem limpinho, tem um café da manhã simples, mas bom e incluso. Foi o mais barato que encontrei na época, R$ 25 (em baixa temporada é mais barato). 6º dia: Bate e volta a Purmamarca O primeiro dia dormi na casa do amigo da amiga (rs). Aí com os amigos dele fomos a Purmamarca. -> O que visitei: Salinas Grandes (excursão, acho que foram uns 120 pesos); camino de los colorados (caminhada leve, entre várias montanhas com cores incríveis, tem que fazer!); cerro de las siete colores, no meio da cidade. Purmamarca é uma cidade bem charmosinha e pequena, tinha viajantes por todos os lados. A passagem de busão desde Tilcara custou 2 pesos. 7º dia: Tilcara No hostel conheci um pessoal muito gente boa, a maioria argentinos. -> Visitei com essa galera o Pucará de Tilcara ( ruínas de um antigo povoado da região), passeio bem interessante, tem um guia que vai explicando como funcionavam as coisas. Há também no Pucará um jardim de cactos, e uma das coisas que mais achei legal foi a pedra campana (não deixem de procurá-la no jardim). A tarde, fizemos um trekking para as Cuevas de Waira (leve, com guia, chega até duas cavernas, uns 100 pesos), valeu muuuito a pena, tudo é incrível, o caminho, as cavernas, e o guia é super querido (Javier, quem quiser tenho o contato), conta várias histórias sobre a pachamama -> A cidade de Tilcara roubou meu ! Parada obrigatória, achei a melhor cidade da Quebrada para ficar, sem dúvidas. 8º dia: Bate e volta a Humahuaca -> No dia seguinte fomos a cidade de Humahuaca, com destino ao cerro de los catorce colores.Tilcara foi a cidade do coração, mas o lugar mais especia que já estive foi esse cerro, é inexplicável o que é esse lugar. Ou vai, ou vai, sem opção de não ir. Parece um quadro colocado no meio da natureza, me senti em outro universo. Para chegar nesse lugar necessário ir de carro, e tem algumas excursões que ficam na ponte de humahuaca (só perguntar que vão saber te explicar aonde é a ponte) e se não me engano paguei uns 100 pesos. Depois que voltamos, rolê básico pela cidade, visita ao monumento da liberdade, feirinhas e várias lojas de produtos bolivianos. 9º dia: Bate e volta Lagunas de Yala e Maimará - Passeio com os amigos da amiga. Fomos as lagunas de Yala. É um lugar legal , mas é necessário ter carro, creio que não há excursões para lá, e também não é nada de "mais", são algumas lagoas (as mais bonitas privadas, não é permitido a entrada) e o visual é bem parecido com as montanhas do Brasil. A tarde paramos em Maimará, para ver a Paleta del Pintor. 10º dia: Tilcara Pela manhã fiz um trekking com uma mulher que conheci no hostel até a Garganta del Diablo (caminhada de 4 km). É muito bonito, e no final há uma cachoeira. Cobram 10 pesos para a entrada. Depois parti do hostel e me hospedei na casa do amigo da amiga e passei o final de semana aproveitando o "asado" argentino e a belíssima Tilcara [ Continua ]
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