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Vira lata

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  1. Parabéns pela viagem fantástica, pelo espírito aventureiro e por compartilhar esta experiência única conosco. Há muitas dicas valiosas no texto. Fiquei lembrando dos 25 km na saída de Montes Claros a que você se referiu, não sei se melhorou algo, mas aquilo é surreal, andei ali, de carro, à noite, sob chuva, sobre o sem-número de buracos, com caminhões vindo na contramão, isso depois de dirigir 900 km. Abraço e que venham novas viagens!!
  2. Já fiz uma viagem de carro destas na doideira de SP a Chapada Diamantina, tudo programado no dia anterior...kkk Mas ir à Bolívia de carro não é para amadores kkk, parabéns pelo espírito aventureiro. Quem sabe eu me animo para fazer uma dessas! É complicado abastecer na Bolívia? Já ouvi dizer que alguns postos não abastecem carro com placa estrangeira, mas que cholas vendem combustível em garrafa pet na estrada. Outra questão de que falam são as várias paradas de policiais a procura de irregularidades no carro. Conferem essas informações? Narra o restante desta viagem aí, brother! Abraços!
  3. 08/12/16 – Templo Budista na cidade de Três Coroas. Segue a última parte do relato desta viagem. Neste dia, pela manhã, visitamos o Mundo dos Sapatos, uma loja ao lado do Mundo à Vapor. Encontrei alguns sapatos de fabricação do Sul por um bom preço lá. Almoçamos num restaurante chamado Empório da Colônia, buffet livre por R$ 24,90, perto do Kilo e Kilo. Comida simples, mas estava boa, com grelhados. Após o almoço, tocamos para Três Coroas para visitar o Templo Budista. No caminho há um pedágio de R$ 5,90, por isso, reserve uns trocados. Em Três Coroas, seguindo a sinalização, saímos da estrada e seguimos por uma estradinha, subindo um morro. A estradinha é estreita e quase toda asfaltada, com exceção do final, ainda assim é possível percorrê-la sem problemas. Na entrada do Templo, é necessário desligar o carro, tocar o interfone e conversar com a atendente, esta que lhe pergunta quantas pessoas estão no veículo. A atendente informa, também, que é proibido fumar na área do templo. Não nos foi cobrada a entrada. Após a entrada, o visitante é dirigido para uma sala de vídeo, onde é exibido um filme curto sobre o espaço. Há dois templos, porém, em um deles só é permitido o acesso aos finais de semana. No que visitamos, antes de se adentrar nele, é necessário retirar os sapatos. Fotos são proibidas no interior dele Abaixo, fotografia do templo visitado. Há duas Casas de Rodas de Orações, uma delas fechada para o público. Cada casa possui 31 rodas de orações preenchidas com mantras de vários Budas, ao girarem, as bênçãos dessas orações são irradiadas. Há 8 estupas, que são representações da mente iluminada. Cada estupa representa uma passagem da vida do Buda. Elas estavam em restauração no momento da nossa visita. No loca, há também um espaço para as esculturas das Taras, que se encontram na fotografia abaixo: Abaixo, Buda Akshobia, um dos Budas da meditação. Há um interessante restaurante tibetano, próximo ao local da rodovia de que saímos para acessar a estradinha que conduz ao templo, mas não almoçamos nele. À noite, jantamos novamente no Sushi El Barco, compra realizado no Laçador de Ofertas. Em Gramado, na loja da galeria 2727, compramos mais alguns alfajores e bocaditos no quiosque da loja Mukli, são deliciosos. Abastecemos em Canela, no Posto Ipiranga, R$ 4,04 o litro da gasolina. Na manhã seguinte, após o café, pegamos a estrada de volta para São Paulo, novamente com parada em Balneário Camboriú, para descanso. A viagem de volta foi uma aventura, com muita chuva na rodovia. Em SC, um caminhão tombou na BR e a estrada ficou com mais de 50 km de lentidão. Escapamos por uma estradinha que desembocou no litoral do Paraná. O retorno para casa atrasou um pouco, mas são coisas que fazem parte de uma viagem de carro. Abraços e até a próxima!
  4. ROTEIRO Viagem realizada no início de janeiro deste ano, de carro, de São Paulo ao Parque Estadual de Ibitipoca, em Minas Gerais. Foram três dias e meio de viagem, incluindo os deslocamentos. Na volta, paramos em Caxambu e também em São Lourenço, onde visitamos os Parques das Águas (ambas as cidades têm um Parque das Águas). Rodei, com carro de passeio, ao todo, perto de 1000 km, contando ida, volta e locomoções dentro das cidades que mencionei) TRAJETO IDA Demoramos cerca de 8 horas para percorrer os cerca de 480 km de distância, uma vez que chovia bastante no dia. Fizemos, ainda, mais de uma pausa para comer e abastecer na rodovia. Chegamos à noite, pois saímos de São Paulo por volta das 14h00. Fizemos o caminho via Ayrton Senna/Carvalho Pinto/Dutra/Cachoeira Paulista/sentido Caxambu/sentido Juiz de Fora, alcançando o município de Lima Duarte. De Lima Duarte, percorremos a estrada de terra de 23 km que liga o centro do referido município à Vila de Ibitipoca. Essa estrada que liga Lima Duarte a Ibitipoca, no início, é de terra, em condições razoavelmente boas. Depois, a estrada se torna mais esburacada, sendo que em alguns trechos é impossível escapar dos buracos, o que exige paciência para trafegar vagarosamente. Há um trecho de cerca de 7 km no qual a estrada torna-se boa, com pedras assentadas no chão. Depois desse trecho, numa parte de asfalto esburacado, ela volta a ficar ruim. Por fim, outro trecho bom com pedras assentadas no chão. Resumindo, é óbvio que com um 4 x 4 o visitante faz o percurso mais rapidamente, porém, com carro de passeio, igualmente você fará o caminho sem muitas dificuldades, bastando ir com calma por conta dos buracos. À noite, a atenção deve ser redobrada, sobretudo com os buracos no canto da estrada. Só há posto de combustível em Lima Duarte, onde a gasolina estava acima de R$ 4,00 o litro. HOSPEDAGEM Ficamos no chalé Nativo, com lareira, frigobar, TV, café da manhã e local para estacionar o carro, por R$ 140,00 a diária para o casal. Há chalés com hidromassagem, cujo preço é mais caro, mas optamos pelo mais simples que havia disponível. Nada a reclamar, chuveiro esquentou, o chalé é limpo e o café da manhã é ótimo, com frutas, pães e bolos. Para quem vem da rodovia, ao entrar na Vila de Ibitipoca, depara-se com alguns restaurantes, como o Tailandês, do lado direito. Seguindo em frente, você se depara com uma rua que pode ser chamada de principal em razão dos vários estabelecimentos, como restaurantes, padarias, lanchonete, mercadinho. Então, depois do restaurante e Pizzaria Serra Nostra, entra à esquerda e sobe uma rua (se você, em vez de entrar à esquerda, seguir reto, sairá no caminho para o Parque de Ibitipoca), chegando-se a uma parte mais alta da vila, numa rua menos agitada, mas onde também há alguns restaurantes e pousadas. Percorrendo-a, passa-se pela Unidade Básica de Saúde, para logo depois pegar uma subida à direita, bem íngreme e estreita, até alcançar o chalé Nativo. Não fiz o trajeto a pé, mas deve dar uns 10 minutos do Chalé à rua principal (descida), mas um pouco mais que isso no sentido contrário, da rua principal ao chalé, em razão de tratar-se de subida. De carro, o chalé é uma boa opção, mas se eu estivesse a pé, estudaria outras opções de hospedagem, até porque gosto de explorar a parte mais movimentada da vila à noite, momento que já se está cansado em razão dos passeios realizados. ALIMENTAÇÃO: Na Vila de Ibitipoca, há várias opções. No Restaurante e Pizzaria Serra Nostra, uma pizza grande de 8 pedaços custa cerca de R$ 51,00, como é o caso da de queijo minas, parmesão e manjericão. A cerveja artesanal Rio Preto Red Ale custa R$ 20,00, enquanto que uma porção de pão de alho, custa R$ 12,00. Há caldo de abóbora com carne seca e abóbora com gorgonzola também, por R$ 18,00 cada. Eles também servem a pizza em tamanhos menores. Gostei da pizza, mas dificilmente eu não gostaria de algo com a fome e o cansaço que eu estava. Fui lá no dia que cheguei, era dia da semana e 00h30 ainda estava aberto. No Restaurante Cleusa’s o prato para duas pessoas custa cerca de R$ 70,00, como o filé suíno, acompanhado por arroz com alho poró, salada e farofa de pinhão. Porções são servidas no local. Logo abaixo do Cleusa’s há um local que faz lanches, cujos preços são abaixo de R$ 10,00, e quem comeu, aprovou, pode ser uma opção barata à noite. Há opções de almoço em conta também, me indicaram restaurantes cujo preço era R$ 13,00, mas em razão dos passeios, eu nunca estava no horário certo. Mais abaixo do Cleusa’s, há uma espécie de pátio de alimentação, acho que se chama Portal da Serra, onde há vários restaurantes, pizza na pedra, chopp (Brauhaus), cachaça artesanal, artesanato, música ao vivo. Lá fica um pub que costuma abrir após as 22h00. Em frente ao Serra Nostra, há um lugar para quem gosta de cerveja, o ibit beer, que vende a cerveja artesanal da região. Cada cerveja custa R$ 12,00, gostei bastante da munich. Prove o pão de canela, é uma iguaria típica da região. Restaurante no Parque Estadual de Ibitipoca. Lá há banheiros do lado externo. Há uma lanchonete também, onde um salgado, como o kibe e a coxinha de mandioca custam R$ 6,00, mesmo preço da cerveja em lata. o gatorade custa R$ 7,00. O self-service, R$ 25,00, a água, R$ 3,00. Não almocei lá, só comi um sanduíche de queijo quente e uma coxinha no outro dia, pois estava com mais sede que fome. DICA SOBRE O CAMPING NO INTERIOR DO PARQUE: um visitante que estava no camping me informou que, na intenção de realizar uma reserva, telefonou inúmeras vezes ao parque sem sucesso. Porém, ao enviar um e-mail com a quantidade de pessoas e veículos, responderam apenas “confirmado”. Ele disse que não conseguiu outros contatos com o parque, mas que ao chegar na data informada, a reserva estava correta. Ele disse que pagou R$ 40,00 por pessoa, mas pelo veículo foram pagas duas diárias de estacionamento. Na estrada que sobe para o parque, cerca de 1 km antes da portaria, há um camping que foi bem elogiado pelas pessoas que estavam nele, e que é mais barato do que o do parque, segundo me informaram. VISITA AO PARQUE: 1º DIA no Parque Estadual de Ibitipoca. Cheguei por volta das 09h00 no parque, horário em que não havia mais vagas no estacionamento dele. Então, como todos fazem, estacionamos o veículo do lado de fora, na lateral da estradinha que acessa ao Parque. O estacionamento custa R$ 20,00, porém as 08h00 já estava lotado, segundo os funcionários. A pousada serve café da manhã a partir das 08h00, ou seja, quando se inicia o café, o estacionamento já está lotado, o que não é nenhum prejuízo, pois ninguém vai fuçar no seu carro naquele lugar. A única questão é que o visitante que estaciona do lado de fora anda pouco mais de 1 km a mais do que quem estacionou no parque. Nos dias em que a cidade está muito lotada, algumas pousadas servem café mais cedo, pelo que ouvi falar. Ficamos em dias úteis e mesmo assim a lotação do parque chegou perto de 800 pessoas pelo que um funcionário me disse, mas é início de janeiro. Pegamos sol nos dois dias no parque, com o cair da tarde, muitas nuvens no céu, mas só choveu no início da noite. O ingresso custa R$ 10,00 por pessoa. Optamos pela trilha da Janela do Céu, de 16 km (ida e volta). A trilha é aberta, com trechos de subida. Levamos 1,5 litro de água por pessoa e foi pouco. Faltando 4 km para acabar a trilha eu já estava sem água e com sede, portanto recomendo levar pelo menos 2 litros por pessoa. Não se esqueçam de protetor solar e repelente também. A trilha tem algumas subidas consideráveis, nas quais, quando olhamos para trás, nos deparamos com uma bela paisagem. Passamos pelo Cruzeiro, um local de peregrinação, com uma bela vista do parque, onde todos param não só para fotografias, como também para um descanso rápido. Passamos, ainda, pela lombada, um mirante de onde se tem uma bela visão das montanhas. Em seguida, a Gruta dos Três Arcos. Não entramos na Gruta dos Moreiras. Por fim, chegamos a Janela do Céu, o acesso é estruturado, por escada, que desemboca, à esquerda, num mirante, e à direita, no leito do rio, onde há um poço. É possível chegar próximo à Janela, pelas pedras, pelo canto do poço, tranquilamente. Há uma placa, uns três metros antes do precipício, alertando que não se deve ultrapassar aquele ponto, o que é ignorado pela maioria das pessoas, haja vista as inúmeras fotos dos visitantes sentados na beira do precipício. Segundo um guarda do parque, uma menina escorregou no precipício no ano passado, mas por sorte caiu dentro de uma piscina natural, após 35 metros de queda, de forma que foi resgatada por helicóptero e não se machucou muito. Digo sorte, pois se não me engano o local tem 100 metros de altura. A espaço da janela é estreito e sempre há muitas pessoas por lá. Voltando para a trilha, após um bom trecho de subida, chegamos a Cachoeirinha. Avistei-a parcialmente de cima, vi que deveria ser muito bonita a visão lá de baixo, do poço dela, mas, com o sol na cuca e já meio sem pernas, resolvi não descer. Depois, me arrependi bastante de não ter descido, pois todos me disseram que a cachoeirinha, do poço, além de ser um ótimo local para refrescar-se, talvez seja o ponto mais bonito de todo o parque. Abaixo, fotografia da paisagem observada da trilha, após uma subida posterior a entrada para Cachoeirinha Voltei pela trilha que passa pela entrada para o Pico do Pião, porém um guarda me disse que era interessante fazê-lo pela manhã, pois já havia muitas nuvens no céu, além do tempo que já não tínhamos o suficiente. Mais abaixo, entrei na Gruta do Monjolinho, ótimo lugar para refrescar-se após longa caminhada em trilha seca. Mais abaixo, alcançamos a entrada para o Lago dos Espelhos, mas o deixamos para o dia seguinte. Passamos ainda pela Prainha e depois alcançamos o restaurante. Cheguei ali com muita sede, minha água (1,5) havia acabado fazia tempo. Não sei se a água do Parque é apropriada para ingestão, em alguns pontos vi que ela é amarelada, devido à decomposição de matéria orgânica, já em outros pontos sempre há um sem-número de pessoas se banhando, o que também torna a água não muito adequada para o consumo. Um funcionário do parque me disse que onde água seria mais apropriada para o consumo seria na queda d’água do Lago dos Espelhos, pois seria oriunda de uma nascente. Não confirmei a informação, pois fiquei com medo de ter um piriri e estragar a viagem...rs. Ressalto que em alguns poços é necessário ter cautela com as partes mais escuras, pois há locais que mudam a profundidade conforme o volume das águas do rio. Se a pessoa não souber nadar, vale a cautela redobrada. É o caso do poço visualizado debaixo do mirante do Pião, um funcionário do Parque, de lá do mirante, disse que há pontos que chegam a 7 metros de profundidade quando a cachoeira está muito forte, pois sua força retira areia do fundo do poço, então você pode estar andando no raso e de repente cair num buraco. Neste dia, pra lá de faminto, jantamos no Cleusa’s, que fica na rua principal do Vilarejo. Optamos por um filé suíno, acompanhado de farofa de pinhão e arroz com alho poró, por R$ 70,00 o prato para duas pessoas. Tomamos, ainda, uma cerveja artesanal de malte de trigo chamada Rio Preto, por R$ 20,00. 2º DIA no Parque. Estava mais lotado que no dia anterior, talvez por que nos aproximávamos da sexta-feira. Chegamos também por volta das 09h00, sendo que dessa vez estacionamos mais longe do parque que no dia anterior, pois já havia mais carros estacionados no local no mesmo horário. Neste dia, fizemos o chamado Circuito das Águas. Do lado do restaurante, há dois caminhos, um que conduz a prainha e outro que conduz à Ponte de Pedra e também à Cachoeira dos Macacos. Optamos por começar pela Ponte de Pedra. A trilha passa ao lado do leito do rio, inclusive, é possível caminhar em alguns trechos pelo leito do rio. Na parte interna da Ponte de Pedra, há uma formação por dentro da qual passa o leito do rio. É possível caminhar pelas pedras e até subir num ponto mais alto do lado do qual passa o rio, mais abaixo. É muito bonito o lugar, foi um dos que mais gostei do parque. Em seguida, passamos pelo Mirante do Pião (não confundir com o Pico do Pião, este que está bem longe dali), que é no caminho para a Cachoeira dos Macacos, esta última com um poço ótimo para banho. Então, subimos sentido Prainha, sendo que, após o Lago das Miragens, este também muito bom para banho, parte do percurso fizemos pelo leito do rio e não pela trilha. A Prainha é recomendada para crianças, pois se trata de um poço de água bem raso. Ao lado dela, há entrada para o Mirante dos Paredões. Um caminho que passa sobre a Prainha e que desemboca em um mirante. De volta a Prainha, após um trecho de subida na trilha, já nos deparamos com o caminho, à esquerda, do Lago dos Espelhos, dali são cerca de 500 metros até o Lado citado. Antes de se chegar nele, há entrada, à esquerda, para a Ducha e para o Lago Negro. A Ducha é uma queda de água parecida com uma ducha, mas não é possível se banhar nela. Adiante, está o Lago Negro, que como o próprio nome já diz, é bem escuro. Esse lago é fundo em todos os seus pontos, só recomendado para quem sabe nadar. Vi que algumas pessoas percorrem do Lago Negro, pelo leito do rio, até a Prainha, mas não fiz esse percurso, há pedras escorregadias e você se molhará todo no trajeto, a turma que fez isso estava de sunga e sem mochila. Eu tinha a intenção de fazer o Pico do Pião neste dia, seguindo na trilha acima após a entrada do Lago dos Espelhos, mas eu já não teria tempo nem pernas para isso. O belíssimo circuito das Águas é para um dia todo de passeio, pois há vários lugares que pedem uma parada para fotografia ou para descanso. Apenas com dois dias inteiros para visitação ao parque, deixamos de fora do nosso roteiro o Pico do Pião, bem como a Gruta do Pião e a Gruta dos Viajantes que estão no caminho dele. O ideal são três dias para conhecer o parque por inteiro. No dia seguinte, pegamos a estrada de volta para São Paulo, mas passamos ainda em duas cidades: Caxambu e São Lourenço. Caxambu: almoçamos num restaurante por quilo próximo ao parque das Águas. Na frente do parque há muitas lojas de artesanato. O ingresso custa R$ 5,00. O Parque é enorme e muito bonito, mas está com a manutenção atrasada. Nota-se o mato pedindo para ser aparado em determinados locais. Já as famosas fontes, cada uma com um tipo de água indicado para um tipo de problema, necessitam de alguns reparos e pintura também em sua estrutura. A notícia boa é que o teleférico está funcionando normalmente, parece que foi reinaugurado. Já a pescaria e o pedalinho não estão funcionando, há placa dizendo que estão em manutenção. O parque é muito bonito e tem uma importância histórica, vale a visita. Próximo a ele, há lojas de queijos e doces mineiros, difícil não querer levar algo para casa. São Lourenço: após a visita a Caxambu, rodamos cerca de 27 km e alcançamos São Lourenço. Fomos direto ao Parque da Águas, cuja entrada é R$ 10,00. O Parque é bem estruturado e disponibiliza várias opções de lazer. Até barcoterapia vi por lá. Há lanchonete e artesanato dentro dele. Vale a visita. Ainda rodamos um pouco pelas ruas nas cercanias do parque, onde há várias lojas e restaurantes. Parei nas lojas de doces e queijos para dar uma sapeada e levei um canastra para casa, muito bom, come-se muito bem nestas cidades de Minas Gerais. De lá, no final da tarde, voltamos para a rodovia e retornamos para SP.
  5. 07/12/16 – Parque da Ferradura, Lago Negro. A intenção era ter visitado o Parque da Ferradura junto com o Parque do Caracol, uma vez que este último está situado no caminho daquele, o que não foi possível, pois conforme já narrei, encontrei o parque da Ferradura fechado numa segunda-feira. Pagamos R$ 12,00 pela entrada no Parque. Nele há estacionamento, assim como restaurante de comida por quilo, cujo preço é R$ 44,00. Próximo ao restaurante, há uma trilha curta que leva ao mirante Vale da Ferradura, a imagem mais famosa do parque. Há playground e churrasqueira também perto do restaurante. Próximo ao primeiro, há um segundo mirante, também de fácil acesso. Nas placas que identificam as trilhas, consta o tempo necessário para atingir um determinado local. A trilha mais complicada e demorada é a que desemboca na base da cascata, a mesma que é observada de longe no mirante do vale da Ferradura, na placa consta o tempo de 55 minutos para percorrê-la. Recomendo levar repelente para fazer essa trilha, além de bastante água e lanche. Usar bota de trilha também ajuda. A descida dessa trilha é íngreme, havendo alguns pontos com corda para auxiliar o visitante. Após uns 40 minutos de descida, há uma placa na trilha informando que faltam 17 minutos para a cascata. Neste ponto há uma outra placa indicando um caminho alternativo à portaria, de 60 minutos. Os 17 minutos de descida também foram um pouco cansativos, ainda mais para um sujeito meio sedentário como eu. Por fim, encontramos a cascata no final da trilha. Após mais de 1 hora de caminhada em terreno com certa dificuldade, é muito bom se refrescar nas águas da cascata. É possível subir nas pedras também, de onde é possível fazer belas fotos. Ficamos cerca de 40 minutos ali, comemos um lanche e fizemos algumas fotografias. Após a cascata ainda há um pequeno trecho de trilha que leva a um trecho de corredeira. O retorno, por se tratar de subida, é mais cansativo, portanto, quando chegamos no ponto onde há o mencionado caminho alternativo de 60 minutos, resolvemos pegá-lo em vez de fazer o caminho da ida. Esse caminho escolhido é uma trilha mais aberta, com alguns trechos de subida, mas muito mais fácil, o detalhe é que ela exige que você ande mais do que no caminho da ida. A trilha da volta desemboca na casa do guarda do parque, na estrada, a 1 km do estacionamento, segundo uma placa. Exaustos, almoçamos no restaurante do parque. No fundo, considerando minha forma física que não é lá aquelas coisas, não seria recomendável fazer o parque do Caracol e o Parque da ferradura no mesmo dia, ou seja, o programado que deu errado, no final, deu certo, pois associei a visita ao parque da Ferradura, mais cansativo, com o Lado Negro, que é bem tranquilo. No mesmo dia, por volta das 15h00, fomos ao Lago Negro. A entrada é gratuita, inclusive não há cerca entre o local e a rua. Há lanchonete no parque. O passeio de pedalinho custa R$ 20,00 no cisne para 2 pessoas, já o barco pirata que comporta três pessoas, custa R$ 30,00, ambos para 20 minutos de passeio. Ao redor do Lago Negro há um caminho circular, bastante florido, muito bonito. Havia uma banda tocando folk e rock no dia que fui. A Alemanha Encantada é quase em frente ao Lago Negro, mas não consegui visitá-la, pois fechou antes de sairmos do lago. O horário normal de fechamento da Alemanha Encantada é às 18h00, mas às quartas-feiras o local fecha mais cedo. De lá, voltamos para o hotel. Próximo a ele, de forma que era possível ir a pé, na Avenida Osvaldo Aranha, Canela, descobrimos, à noite, o The Beer, um boteco que serve cerveja artesanal. Tomamos algumas por lá, foi muito bom.
  6. 06/12/16 - Pinheiro multissecular, Bento Gonçalves (Casa Valduga e Cave de Pedra) Dia de sol destinado para uma visita de um dia “bate-volta” à cidade de Bento Gonçalves. De Canela até o referido destino são cerca de 120 km. A estrada é bem sinalizada, mas por via das dúvidas lancei mão do aplicativo de celular waze. No caminho, aproveitamos para visitar o Pinheiro Mutissecular, pois, conforme narrei, quando visitamos Nova Petrópolis em outro dia, a travessa da rodovia utilizada para acessá-lo estava interditada. A entrada é sinalizada, fica próxima a um radar. Seguimos de carro até o momento em que a pista termina, e você se depara com uma placa anunciando o pinheiro de 1000 anos de idade. A partir dali é necessário seguir a pé por uma passagem lateral, que desemboca no local onde está o pinheiro. Ele é realmente gigantesco. Ficamos pouco tempo ali, pois praticamente fomos expulsos pelos insetos que nos atacavam. Portanto, recomendo repelente para os que ficarem curiosos de visitar o pinheiro multissecular. Voltando a rodovia, seguimos rumo a Bento Gonçalves. Logo na entrada da cidade, próximo da igreja, almocei num restaurante por quilo de que gostei bastante, com sobremesa à vontade, chama-se Bene Mangiare, paguei menos de R$ 40,00 pelo quilo. De lá, voltamos para a rodovia e seguimos a rota do vinho, a Casa Valduga seria nossa primeira parada. Não agendamos a visitação, ao chegarmos na recepção com esse intento, disseram que a visitação começaria em poucos minutos, intervalo no qual se somou a nós outros três casais. A guia que nos recebeu foi a Karen, ela que, além de divertida, é formada em enologia e nos apresentou muitas informações sobre o assunto. Preliminarmente, um vídeo é exibido sobre a Casa Valduga. Em seguida, a guia nos conduz pelo interior da vinícola, apresentando informações sobre a história da família que fundou o local, além de outras curiosidades sobre o vinho. Visitamos o local aonde o vinho é armazenado e também as videiras. Foram cinco experimentações, sendo de 2 espumantes e de 3 vinhos. No final da visita, já do balcão da loja, experimentei mais uns 3 vinhos. Havia conhaque também, dois tipos, o pessoal que nos acompanhou na visita gostou bastante do mais envelhecido, mas não os experimentei. Já adianto que não sou especialista em vinho, mas gostei do Terroir, merlot (2013) e também do mundvs, cabernet sauvignon, 2010, este que é produzido no Valle del Maipo, Chile. Findada a visita, seguimos em direção a loja de geléias da Casa Valduga, a Casa Madeira, aproximadamente a 1,5 km da vinícola de mesmo nome. Nela há experimentação de geleias e de suco de uva. Há vários tipos de geléia, inclusive orgânicas. Fiquei na vontade de experimentar a cerveja leopoldina, a cerveja da Casa Valduga. Apesar de haver essa cerveja na loja de geléias, deixei para comprá-la numa possível visita a loja de fábrica, porém, na volta, me deparei com ela fechada. Quanto a cerveja Leopoldina, infelizmente não a encontrei em Gramado, ficando só na vontade mesmo. Normalmente, cada cidade tem sua cerveja, a Edelbrau, de Nova Petrópolis, também não encontrei em Gramado, sorte que havia comprado algumas na loja de fábrica. Aproveitando, ressalto que das cervejas Edelbrau só não gostei da IPA, as demais eu aprovei. Voltando ao vinho, após a Casa Madeira, com tempo disponível para mais uma vinícola, fomos a Cave de Pedra, instalada num castelo. Na loja, informaram-nos que a visitação poderia ser inicializada em poucos minutos, sem agendamento. Não me recordo bem do nome do guia que se apresentou para nós, mas acredito que seja Alessandro, um jovem estudante de enologia, muito atencioso e focado em satisfazer os visitantes. Ele nos levou a vários espaços do castelo, como o salão que é alugado para festas, a torre, o local de armazenamento, além de comentar sobre várias curiosidades, seja a respeito do local, seja a respeito do vinho. Também conhecemos um espaço de videiras destinado à visitação. Foram cinco experimentações, salvo engano...rs. O caminho de volta foi um pouco demorado, pois a rodovia apresentava pontos de parada para manutenção, uma vez que se trata na maior parte de pista de mão dupla. À noite, compramos no site laçador de ofertas um combinado para casal no restaurante japonês El Barco por R$ 75,00, não me lembro da quantidade de peças mas foi o suficiente para satisfazer ao casal. Havia chopp e suco de uva integral, optei por este último. Esqueci-me de informar: paguei R$ 40,00 pela visita à Casa Valduga e R$ 30,00 pela visita à Cave de Pedra, já incluídas as experimentações que citei. Ambas valeram a pena.
  7. Belíssimas fotos! Quantos dias você precisou para a visitação de todos esses lugares? Abraço!
  8. Parabéns, belo relato, assim como as fotografias. Estou de olho na Chapada das Mesas há um tempo, está na minha lista. Será que seria muito complicado encaixar Lençóis Maranhenses, este que já conheço mas quero voltar a visitar, e Chapada das Mesas no mesmo roteiro?
  9. 05/12/16 – Parque do Caracol, Castelinho do Caracol, Parque dos Paredões, Parque do Pinheiro Grosso, Parque Vale dos Dinossauros Como o dia estava ensolarado, decidimos por visitar os Parques da Ferradura e do Caracol, uma vez que o segundo fica no caminho do primeiro. De Canela, pegamos a RS 466, conhecida como Estrada do Caracol, no sentido do Parque da Ferradura, trajeto bem sinalizado. Nesta rodovia há vários pontos turísticos, como o Parque do Pinheiro Grosso, o Parque Vale dos Dinossauros, o Parque Terra Mágica Florybal, o Mundo Gelado, o Teleférico e a Churrascaria Garfo e Bombacha. Seguimos rumo ao Parque da Ferradura situado no final da estrada. Interessante ressaltar que, num ponto da estrada em que ela já se tornou de terra, você se depara com várias placas. Uma delas indica o Parque dos Paredões à esquerda, enquanto outras duas indicam o Parque da Ferradura à direita e o Parque Vale dos Cânions, também à direita. Não verificamos o funcionamento do Parque da Ferradura, ou seja, só descobrimos que ele estava fechado quando chegamos na entrada dele, ressalta-se que era uma segunda-feira. Então, voltamos pela estrada de terra até a bifurcação onde estão as placas de que falei acima. Sobre o Parque Vale dos Cânions, um funcionário do Parque da Ferradura nos disse que está temporariamente fechado. Por já estarmos ali, resolvemos visitar o Parque dos Paredões. Para isso, pegamos a estradinha no caminho contrário ao do Parque da Ferradura. Bem ruinzinho o caminho, inclusive, meu protetor de cárter reclamou algumas vezes. O ingresso custou 10 pratas, cobrado, na portaria, pela única pessoa que avistei no lugar. Ele nos deu as instruções: seguir de carro por uma estradinha que a frente se divide, sendo que cada caminho leva a um mirante, tratando-se do mirante do cânion e do mirante do vale. Ambos você chega de carro até certo ponto e depois caminha mais um pouco a pé. Sinceramente, a visão é até bonita, mas você encontrará paisagens parecidas, mas muito mais bonitas, no Parque da Ferradura, por exemplo, que é ali do lado. Vou anexar algumas fotos para que cada um tire suas próprias conclusões. De volta a estrada, sentido Canela, o próximo ponto de parada foi o Parque do Caracol, cujo ingresso custou R$ 18. Há estacionamento e lanchonete, com restaurante, mas não posso opinar, pois não almocei ali. O parque oferece diferentes trilhas ecológicas. A cachoeira, que fica perto do observatório, sem dúvida é o principal atrativo. O observatório, cujo ingresso custa R$ 12,00, é uma espécie de torre com elevador que conduz ao observatório por meio do qual é possível visualizar o parque em 180 graus. Dele, a visão mais interessante é sem dúvida a cachoeira. O Teleférico cuja entrada fica na rodovia também é avistado do observatório. Uma informação importante aos visitantes é sobre a famosa escadaria de 730 degraus, a da perna bamba, que desemboca na parte de baixo da cascata: está fechada para manutenção. As trilhas ecológicas são bonitas, há mirantes no caminho de onde é possível avistar as corredeiras. De volta a estrada, visitamos ainda o Parque do Pinheiro Grosso, cuja entrada é R$ 6,00. Ao lado da entrada, num salão, há fotos e explicações sobre pinheiros, além de fotos que contam parte da histórica da cidade de Canela. Caminhando um pouco, você já se depara com uma ponte de madeira que conduz ao principal personagem do parque, o Pinheiro de 700 anos de idade, ao redor do qual há uma cerca que impede os visitantes de se aproximarem dele, uma forma de protegê-lo. No caminho que citei há também duas entradas para trilhas que cortam o bosque. A entrada de uma das trilhas desemboca na entrada da segunda trilha, o caminho é relativamente curto e não há nada de mais para se ver nele. Enfim, essa trilha vale a pena somente se você quiser um contato maior com a natureza do parque. Já fora desse parque, do outro lado da rodovia, praticamente na frente do Parque do Pinheiro Grosso, é possível avistar o Parque Terra Mágica Florybal e também o Parque Vale dos Dinossauros. O ingresso para o segundo faz parte daquele pacote de 5 atrações que compramos no site laçador de ofertas por R$ 120,00, razão pela qual resolvemos o visitar. Realmente a aquisição desse pacote é vantajosa, pois o ingresso integral, na porta do parque, custa R$ 50,00. No local há estacionamento e uma recepção onde você aguarda um pouco o ônibus circular que transporta os visitantes do parque até o ponto onde estão as atrações. Realmente seria muito cansativo fazer o trajeto a pé, sendo imprescindível o ônibus. Os dinossauros são de fibra, sendo que alguns são animados, ou seja, mexem a calda e a cabeça. Há uma placa com explicações ao lado de cada dinossauro, como nome, tamanho, época que viveu etc. É um passeio interessante para crianças, sobretudo para a molecada que é apaixonada por dinossauros. Não visitei o Parque Florybal, situado ao lado do Parque Vale dos Dinossauros, mas pela sapeada que dei, o ingresso integral, na portaria, custa R$ 60,00. O Parque Florybal, pelo que percebi, é uma espécie de Parque Vale dos Dinossauros, só que com mais personagens e temas. Ainda na RS 466, visitamos o Castelinho do Caracol. Este é um casarão, de dois pavimentos, construído por imigrantes alemães, com móveis e decoração da época. A entrada custa R$ 10,00. Nos cômodos há placas com explicações sobre a vida na época em que o casarão foi utilizado pela família como moradia. Tudo nele está muito conservado, tornando-se uma viagem no tempo a visita. Na cozinha, que também pode ser visitada, são feitos o apfelstrudel e o chá de maça. O cheiro é convidativo. Pedi os dois, o primeiro custa R$ 25,00, enquanto o segundo, R$ 7,00. O apfelstrudel de lá é um pouco diferente dos que já havia provado, a massa dele se esfarela e se mistura com o recheio de maça. A torta é acompanhada por nata ou sorvete, sendo este a minha opção. O preço é meio salgado, mas tanto o chá quanto a torta são deliciosos. No espaço onde estão as mesas, na parede, há vários relógios cucos alemães, alguns movidos à corda, outros, à pilha. São bonitos e caros, uma vez que são artesanais e importados. No mesmo dia ainda fomos ao centro de Gramado, onde andamos um pouco e, no Centro de Informações Turísticas, situado na esquina da Av. Borges de Medeiros com a Av. das Hortênsias, recebemos um mapa turístico de Gramado.
  10. Parabéns pelo relato! A Chapada Diamantina é realmente sensacional. E como é cordial o povo que mora por lá! Estive em abril de 2015, sendo que viajei de carro de SP até à Chapada em carro de passeio, uma aventura sem tamanho pelas rodovias esburacadas kkkk. Cheguei a todos os pontos turísticos sem guia, com ajuda de um mapa turístico que comprei creio que que em Mucugê. Era muito explicativo mesmo. É claro que você sempre fica em dúvida sobre uma coisa ou outra, restando perguntar para os moradores da região. Há várias cachoeiras que não visitei, com trilhas longas e que necessitam de guia. Ainda quero voltar e fazê-las. O guia Orlando é bem experiente nessas trilhas. Também não fui na Gruta Lapa Doce, só fui na da Torrinha, imensa e com formações bem peculiares. A Cachoeira do Buracão é realmente sensacional, toda aquela natureza imensa na sua frente, você fica defronte a ela pasmado. E atravessar a Chapada de carro pela BR que a corta de ponta a ponta é realmente uma experiência única.
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