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carlos.alberto1

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Tudo que carlos.alberto1 postou

  1. 18° a 21° Depois de 20 dias na estrada rodando por 5 paises deu uma sensação muito chegar de volta no Brasil. Apesar de termos comido muitas comidas boas já tava com saudade do nosso tempero. Em Foz do Iguaçu fomos apenas nas Cataratas e na Cidade del Leste comprar algumas. Foi lá que estourei todo o orçamento da viagem. Fomos cedo nas Cataratas e a tarde nas compras. Nós não sabíamos que as lojas fechavam as 15 e acabamos deixando para comprar no outro dia cedo. Depois das compras já pegamos a estrada para Goiânia. Na entrada de Goiás peguei um asfalto que com certeza foi o pior de t
  2. Que bacana, fiz mais ou menos todos estes locais que você quase que nos mesmos dias. Acho que ate esse bloqueio eu também peguei. O que eu passei era uma vila entre Puno no Peru e Desaguadeiro na Bolívia que o pessoal local colocou um poste no meio da rodovia. Mas como estava de carro eu dei uma volta maior. Quero ler depois como foi o resto da sua viagem.
  3. 17° dia O plano para hoje era posarmos em Assunção no Paraguai, mas resolvemos ir direto para Foz do Iguaçu e aproveitar um dia a mais lá. A cidade de Resistencia era muito bacana e "perdemos" quase uma hora passeando nela antes de pegarmos a estrada. Um problema que eu já tinha visto alguns viajantes reclamarem e que eu ainda não tinha passado eram os problema com policiais corruptos. Na Bolívia teve alguns que eu tive a impressão que queriam uma grana, mas não insistiram, mas no meu último dia antes de voltar para o Brasil eu já estava tenso toda vez que via um carro de polícia. O
  4. Olá, eu não cheguei a fazer os passeios no Atacama, eu apenas passei por ele, mas peguei esse folder em uma das muitas agências de turismo em San Pedro do Atacam, valores são em pesos chilenos.
  5. Olá, é isso mesmo e em reais. Hoje paguei 15.35 pesos argentinos pelo litro da gasolina comum em uma rodovia próximo da fronteira com o Paraguai, dá mais ou menos uns R$ 5,10. Uma coisa muita boa que descobi por acaso foi que nos postos Shell eles aceitam real brasileiro com um valor de 4.10 pesos para cada real. A melhor cotação que eu tinha visto em casas de cambio foi 3.15. Mesmo a gasolina deles sendo um pouco mais cara, ainda compensa muito, pela qualidade e cotação. Quanto aos outros paises que eu passei o preço médio foram esses (em reais): Peru 2,80 Bolivia 3,50 Chile 3
  6. 16° dia Antes de sair de Salta ainda fomos na mesma confeitaria no centro da cidade que tomamos café no dia anterior. Aproveitamos para trocar mais reais por pesos. Tudo estava muito caro na Argentina e acabámos gastando bem mais que esperávamos aqui. A gasolina está quase 5 reais o litro. Iamos posar em uma cidadizha menor mas resolvemos andar uns 150 km a mais e ficar em Resistencia que é bem maior. Saímos umas 10 e pouco. Tinha pouco trânsito e tirando alguns trechos de obras o caminho estava bom. De Salta até Resistencia so tenho 3 coisas para dizer: - Haviam 2 pedágios - Muito
  7. 15° dia Hoje ficamos o dia todo em Salta. Acabamos ficando nos passeios na própria cidade. Além das praças e alguns museus, sem dúvida o principal ponto da cidade é o teleférico. É legal mas não chega a ser fantástico. Tem uma vista bacana e lá em cima alguns lugares para tirar foto. Anoite voltaremos para praça principal da cidade para jantar e conhecer um pouco mais da cidade.
  8. 14° dia Um surpresa muito boa foi Antofagasta, tinha visto na internet que era uma cidade bonita mas de longe foi a mais bacana que passei em toda a viagem. Tirando alguns pontos sujos em algumas praias tudo é muito limpo e bem cuidado. Passeamos pelos boulevares, praças, pela orla, alugamos bicicletas para conhecer a cidade e anoite fomos em umas rua com vários bares. O nosso plano inicial era possar em San Pedro do Atacama, mas resolvemos ir direto para Salta na Argentina. Para isso iamos sair bem cedo, porém com a farra no Chile só acordamos as 9:30 e conseguimos pegar a estrada a
  9. 13° dia Antes de sair de Uyuni para Antofagasta ainda visitamos o cemitério de trens sem nem pensar no perrenge que iamos passar. A estrada da cidade para a fronteira eles ainda não começaram a pavimentar, então ela esta muito melhor que o trecho aonde as maquinas já começaram a trabalhar. Consegui manter uma média de 80 a 100 km/h. Gastámos umas 2 horas e meia até a fronteira mesmo parando para tirar foto dos vulcões e dos laginhos congelados. Na saída da Bolívia foi rápido e tranquilo, mas quando fomos entrar no Chile descobrimos que a polícia da aduana estava de greve. Ficamos das 13 até
  10. 12° dia Logo cedo quando estavamos saindo de Oruro descobri que paguei um monte de pedágio sem necessidade, era apenas mostrar o comprovante do primeiro. Outra problema com dinheiro era na hora de abastecer. Eu sabia que para estrangeiros a gasolina era mais cara, mas havia lido que era 30% a mais do valor da bomba. No posto que passei ontem me cobraram 100% a mais. Hoje quando fui abastecer me cobraram 120% a mais, quando reclamei, o frentista disse que podia fazer por 50% a mais, foi ai que vi a malandragem. Em relação a estrada perfeita que pegamos ontem, acabou antes de sair de Orur
  11. Não é pessoal não, eu até tinha colocado tudo que havia preparado para essa viagem em um outro tópico. Estou viajando em um Celta Life 1.0 Até agora não tive nenhum problema, mas quero ver como vai ser no atacama. Por segurança fiz uma ótima revisão e o melhor seguro que eu achei em relação de extensão para Mercosul.
  12. 12° dia O plano era levantar as 7 para tomar café e sair, mas as 6 já estava acordado e pronto de tão ansioso com a ida para a Bolívia. Acabei tendo uma surpresa boa, na saída do Peru e na entrada da Bolívia foi tudo incrivelmente rápido. Entre tirar fotocópias, trocar dinheiro e tramites de saída e entrada não foram 40 minutos. Novamente confirmei que as cotações para troca de moeda são sempre melhores nessas divisas. O problema do dia foi um que não tinha nada há ver com minhas preocupações. Quando faltava menos de 40 km para Desaguadeiro havia um protesto de uns moradores locais com
  13. 11° dia Depois de uma semana no Peru começamos nossa despedida. Logo cedo uma van nos esperava na porta do hotel para visitar as ilhas flutuantes do Uros. Em nosso grupo eram apenas 3 casais. Apesar de alguns comentários que li sobre esse passeio eu achei fascinante. Adorei o lago e também as ilhas e seus moradores. Gastamos cerca de 100 soles com os transportes um passeio de barco nativo mais umas lembrancinhas. O resto do dia fomos conhecer um pouco de Puno e comprar algumas coisas. Amanhã cedo iremos para Bolívia. Vamos passar rápido por La Paz e seguir para Oruro. Apesar de ter p
  14. 10° dia Estava planejado de sairmos cedo para Puno mas resolvemos almoçar em Cusco antes de sair. O caminho foi 99% do trecho muito tranquilo. Belas paisagens, ótimas estradas, pouco transito. O que justifica os três pedágios no caminho. Paramos varias vezes para lanchar, tomar suco, sorvete ou comprar água ou Inka Cola nas pequenas vilas que passamos. Muita coisa gostosa e barata. Quando deu umas 17 horas já faltava menos de 45 km para Puno e pensamos que chegaríamos umas 17:30, quando caímos no verdadeiro inferno na terra: Juliarca. Uma cidade estranha que parece que começou a ser toda
  15. 8° dia Depois do problema com Machu Pichu chegamos em Cusco e fomos fazer turismo na cidade. Havíamos comprado o boleto para o roteiro turístico completo em Ollantaytambo e hoje já fomos direto visitar os museus, monumentos e ruínas em Cusco. Ficamos mas nos locais básicos mesmo. Por sorte havia uma festa anual acontecendo da praça das armas e deu um plus no passeio. Duas coisas que me impressionaram foram o Centro de Cultura Qosqo com um show de danças folclóricas e os restaurantes da cidade. Hoje fiz praticamente três almoços. Um detalhe que me incomodou bastante foi o trânsito em Cus
  16. Eu já tinha lido um pouco dos relatos deste tópico. Tem muita dica bacana mesmo mas amanhã já vou sair para Puno. Mas não estou tão chateado por não ter ido em Machu Pichu.
  17. 7° dia Como havia comentado, não deu certo para irmos para Machu Pichu então fomos visitar os outros centros arqueológicos. O primeiro foi o de Ollantaytambo, lá decidimos comprar o carne turístico completo, com 16 pontos valido por 10 dias. Nos dois tínhamos carteira de estudante mas só aceitaram a dela por conta da idade (menos de 25). Saiu po 200 soles (130 + 70), o outro mais básico tinha menos locais, so valia por 2 dias e saia por 130 soles os dois. O sitio ficava a uns 200 metros do hotel que estávamos, o passei foi incrível e o local é fantástico. Hoje de manhã partirmos para Cus
  18. 5° dia Levantamos cedo para conhecer um pouco de Puerto Maldonado antes de irmos para Ollantaytambo. A cidade não tem muitos pontos turísticos, fomos apenas na ponte e tiramos algumas fotos. Uma coisa legal foi andar nos tuc tuc ou motocar, são muito ágeis e baratos, pegamos 4 e pagamos 9 soles. Novamente subestimei um trecho curto e cheguei muito tarde no destino. Eram quase 10 quando pegamos a estrada e logo começou uma chuva fina, até umas 12 horas andamos bem devagar por conta de vários vilarejos, a tarde começamos a subir as cordilheiras e haviam muitos trechos em obra. Mas nem recl
  19. 5° dia Por ser um trecho um pouco mais curto acabamos enrolando muito para sair de Rio Branco, já era quase 11 da manhã, e chegando super tarde em Puerto Maldonado, era umas 22 horas. Ainda tivemos alguns contra tempos como andar 50 km para o lado errado (aff) e enrolarmos para passar organizarmos os documentos na aduana. Eu estava mais preocupado sobre esses documentos mas até que foi tranquilo. Da liberação pessoal só foi preciso o RG em bom estado e com uma foto recente, para o carro era ele estar no nome de algum dos passageiros. A estrada no Brasil também não ajudou, muitos bura
  20. 4° dia Antes de sairmos de sairmos de Porto Velho ainda deu tempo de visitar o mirante do Rio Madeira mais a praça dos trens da antiga ferrovia e também o mercado municipal. Partimos em direção a Rio Branco umas 10 e pouco da manhã, foi um trecho curto com pouquíssimo movimento e boas estradas na maior parte do tempo (acabei passando forte em uma panela). A paisagem é incrível, com a floresta amazonica, longos trechos ao lado da represa de Jirau e do Rio Madeira (ao lado mesmo, tem lugar que o asfalto fica a menos de um palmo da água, o que complica viajar aqui na temporada das chuvas) e te
  21. 3° dia Hoje chegamos em Porto Velho, um trecho bem longo mas com ótimas estradas (exceto por alguns poucos trechos). Eu que não conhecia, fiquei maravilhado com a primeira vista da Amazonia (foto). Conseguimos conhecer um pouco da cidade ontem e amanhã vamos conhecer o restante antes de partirmos para Rio Branco. Um contra tempo foi com a coisa menos previsível possível, o micro sd do meu celular pifou. Nele estavam todos meus mapas para a viagem e as fotos que já havia tirado.
  22. 2° dia Hoje chegamos até Novo Lacerda. Apesar de pista simples quase o tempo todo deu pra andar bastante. Até próximo de Cuiaba havia um tráfego muito pesado de caminhões, mas depois foi tranquilo. Mesmo dirigindo e sem lugar pra estacionar pra tirar uma foto mais bacana ainda deu pra aproveitar a paisagem das serras.
  23. Olá a todos, vou relatandando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado. Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected] 1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um ho
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