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JAQUETOR4

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Sobre JAQUETOR4

  • Data de Nascimento 14-07-1989

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bolívia, Peru, Chile, Argentina, Paraguai...
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/de-praia-mole-ao-caravaggio-em-1-dia-t112137.html
    http://www.mochileiros.com/caparao-ninguem-me-avisou-da-pirambeira-t112135.html
    http://www.mochileiros.com/estradas-eu-vou-t112130.html
  • Ocupação
    Arquiteta viajante
  1. Viagem com os Pets - Rumo à Paraty-RJ Há muito tempo venho tentando convencer minha mãe e meu padrasto a viajarem, mas os dois nunca aceitavam minhas investidas! Até que um belo dia de agosto desse ano, minha mãe esboçou uma possibilidade... Então, de uma semana para outra, resolvemos partir para mais uma aventura, e dessa vez, teríamos bastante companhia!!! Decidimos que seria uma boa escolha levá-los para Paraty, no Rio de Janeiro, que dispensa comentários, agrandando a todos os gostos. 13/08/2015 – 1º DIA Depois de muita correria para acertarmos tudo que tínhamos que providenciar, partimos rumo ao Rio de Janeiro, às 22:30 horas do dia 13/08/2015. Mas não fomos só nós quatro! Minha avó também nos acompanhou, e além dela, mais duas figurinhas foram com a gente: Amy e Raick, nossos fiéis cãopanheiros!! Fomos então em cinco, meio apertadinhos nos bancos (claro), e os dois foram nas caixinhas para transporte, no porta-malas. No início, foi só chororô, mas com o tempo, Amy dormiu, e só acordava quando parávamos. Raick, no entanto, chorou a viagem toda, chegou a fugir da caixinha e machucou até o olho de tanto desespero... kkkk. Fizemos várias paradas para que eles pudessem fazer suas necessidades e darem uma esticadinha, cheirar o mundo, etc... 14/08/2015 – 2º DIA Alan. Chegamos à capital fluminense por volta das 08:30 do dia 14/08. Estávamos cansados, pois a viagem foi um pouco desgastante - especialmente quando pegamos um engarrafamento sinistro na ponte Rio-Niterói, daqueles para nunca mais se reclamar do trânsito de Vitória. A ideia era fazermos durante o dia alguns passeios clichês, como visitar o Cristo Redentor, Bondinho, Maracanã, Zoológico, etc... Devido ao cansaço do pessoal, sobretudo dos que foram apertados no banco de trás e também nosso, que dirigimos cerca de 10 horas durante a noite, parte desse roteiro sofreu modificações. Bem, estávamos com dois amiguinhos caninos e alguns desses passeios se tornariam inviáveis com eles. Sendo assim, previamente, havíamos contratado o serviço de Pet Sitter com um casal, a Malu e o Lucas, no qual recomendamos tranquilamente. Marcamos com eles no entorno da Arena Maracanã. O Lucas nos recebeu e disse que o local onde ficariam era em Jacarepaguá, há 40 min de ônibus dali. Como ele teria que levar duas caixinhas de transporte, imaginamos que não seria agradável ou tranquilo e propusemos levá-lo de carro até la. Aproveitamos o caminho para apreciarmos a beleza da cidade. Na volta, encontramos com a Cristina e a dona Dulce (que haviam ficado nas proximidades do Maracanã, para que levássemos o Lucas de carro até Jacarepaguá) e então partimos, finalmente, para nosso primeiro passeio: O Jardim Zoológico RioZoo, localizado no bairro São Cristóvão, no Parque da Quinta da Boa Vista. Já havíamos visitado o Zoo em outra oportunidade e quisemos levar o pessoal para conhecê-lo. Atualmente mais caro, o Zoológico não nos causou o encantamento da outra visita, não pelo preço, mas pelas condições... Soubemos de alguns animais que tinham morrido, outros estavam doentes e alguns nitidamente tristes. Já comentei o que penso sobre Zoos, quando visitamos o Zoo Park da Montanha, em Marechal Floriano, nosso estado. No caso do ZooRio, sentimos um aperto no coração, em determinados momentos... Não se pode negar que o local explora demais o turismo, vendendo produtos de diversos tipos, fotos logo na entrada, pratinhos, pelúcias e tudo o mais. Mas, sobretudo para crianças, é diversão garantida. Há muita variedade de animais, o local é bem estruturado e grande, contando com área de lazer, banheiros, lojas e restaurantes. É possível visitar diversas alas, como a dos primatas, grandes felinos, aves, répteis, dentre outros... São diversos exemplares de espécimes de todos os cantos do mundo, de toda sorte de ecossistemas. Todos são fascinantes... Após a visitação, aproveitamos para almoçar ali mesmo, no restaurante do Zoo. De barriga cheia e ainda cansados pela viagem, o melhor cenário seria caçar um local para dormir... Mas não, juntamos as coisas e partimos para nosso próximo destino: O Cristo Redentor. Não há símbolo ou cartão-postal mais famoso que o Cristo Redentor, "de braços abertos sobre a Guanabara"... Nunca havíamos subido até o alto do Corcovado para conhecê-lo e seria essa a oportunidade tão esperada. Percorremos a Cidade Maravilhosa, enfrentando o caótico trânsito metropolitano e contemplando as belezas cariocas... Passamos pela Lagoa Rodrigo de Freitas, cruzamos o famoso Túnel Rebouças e seguimos para a subida até o alto do Corcovado. Estacionamos o carro ali e compramos os bilhetes de Van, em frente ao hotel Paineiras. As Vans saem a todo momento e mesmo em baixa temporada, era possível avistar diversos turistas, brasileiros ou não, perambulando pra lá e pra cá. Na verdade, não existe baixa temporada para turismo no Rio de Janeiro. Na subida, após o desembarque da Van, enfrentamos uma pequena fila e pegamos o elevador, que se seguiu por uma escada rolante, para então, finalmente, alcançarmos o topo, onde situa-se o monumento. O espaço lá em cima é extremamente disputado... impossível não esbarrar em alguém ou atrapalhar alguns dos milhares de selfies... Eventualmente você poderá ser xingado em espanhol, inglês ou mandarim também. Existem até monitores que pedem em três idiomas para o povo ceder espaço na escada, onde as pessoas se amontoam em busca da foto perfeita (e clichê também). O Cristo Redentor é realmente magnífico, figurando como um dos monumentos mais interessantes do mundo. Mas convenhamos que somos bombardeados o tempo todo com sua imagem nos veículos de comunicação, o que faz com que não nos surpreendamos tanto assim ao avistá-lo de perto. De fato, o ponto forte dessa visita é a contemplação da Cidade Maravilhosa, sendo possível observar pontos importantes da capital, como a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Pão de Açúcar e até mesmo o imponente Maracanã. Dali, em meio ao congestionamento de turistas, fomos presenteados com uma vista estonteante da metrópole carioca. Inesquecível e recompensador! Após a visita, descemos rumo ao pátio, onde uma fila de Vans já aguardava os turistas. Vale ressaltar que os motoristas dessas vans são realmente bem treinados, pois o percurso é íngreme, repleto de curvas e a estrada é estreita, servindo para subida e descida. Ou seja, os caras fazem manobras bem loucas, dividindo espaço com outros motoristas igualmente loucos. Fomos até o carro e seguimos o caminho de volta, sendo que passaríamos novamente em Jacarepaguá, para pegarmos nossos parceiros peludos. Lá, após os agradecimentos, as desculpas pelo comportamento inadequado de nossos filhos caninos e as despedidas, partimos da capital fluminense, finalmente. O cansaço era tanto que o pessoal não animou de ir turistar em outros pontos marcantes da cidade... Então fomos, rumo ao sul do estado! Saímos do centro do Rio mais ou menos às 17:00 e rumamos para Volta Redonda, num desvio meio louco com o objetivo de pegarmos a chave da casa que alugamos em Paraty, nosso principal destino na viagem. Após pegarmos (novamente) um trânsito pesadíssimo, na saída da capital, chegamos na famosa Cidade do Aço, às 21:30. Pegamos a bendita chave, pagamos uma parte do aluguel e sem demora voltamos à estrada, novamente. Dali em diante o percurso foi tranquilo, sem engarrafamentos (nós merecíamos, depois de tudo né?!)... Chegamos a Vila Residencial de Mambucaba, em Paraty, depois de meia noite. Por tratar-se de um local bem pacato, às margens da Rod. Governador Mário Covas (BR-101), na altura do km 537 , e já estando bem escuro, ficamos meio perdidos em achar a casa. Depois de algumas idas e vindas nas estradas de chão, finalmente achamos o local. A surpresa não foi boa. O local não tinha muro e já nos preocupamos de cara em relação aos cães ficarem soltos... A casa também não estava conservada, com problemas na rede elétrica e certa sujeira. Mas todos estavam tão cansados que rapidamente ajeitamos as coisas e capotamos, inclusive os dogs, para só no outro dia decidirmos o que fazer. 15/08/2015 – 3º DIA Depois de uma bela noite de sono e com energia renovada, ajeitamos as coisas e logo cedo partimos para o centro de Paraty, onde tomaríamos o café da manhã. Após o desjejum, rumamos para o cais da cidade com o intuito de conseguirmos um passeio de barco que aceitasse levar os cachorros... Opções de embarcações é que não faltam, cada um com seu estilo, capacidade de transporte, etc. Por sorte, conseguimos um passeio em um barco estilo familiar, que foi reservado apenas para nós (que chique, né?!) e que aceitava transportar nossos amiguinhos... Detalhe: pela quantidade de horas que marcamos, o preço saiu em conta, dentro do planejado. Perfeito!! O barco reservado foi o "Bendecido por Dios", do marinheiro Budi (9-9981-6052), no qual indicamos pela qualidade do serviço oferecido. Saímos do cais lá pelas 10:30 e o passeio duraria cerca de 5 horas, ou seja, a previsão é que voltássemos por volta de 15:30. Nossa primeira parada foi na Praia de Jurumirim, onde soltamos Amy e Raik para correr pela areia, enquanto tomávamos um banho... Dali partimos para a Praia da Lula. No caminho é possível contemplar a beleza das ilhas, animais marinhos, a belíssima cor do mar, sentir o vento no rosto... uma sensação ímpar. Conversando com o marinheiro, soubemos que diversas ilhas dali são privadas, pertencendo, inclusive, à grandes empresários de marcas multinacionais famosas no Brasil. Fiquei matutando sobre o fato de uma pessoa possuir uma ilha inteira só pra ela... De fato, a desigualdade é uma das características mais cruéis em nosso país. Seguimos em frente, com destino incerto e ansiosos para a próxima beleza que avistaríamos... Ficamos meio receosos de como seria a reação dos cachorros, afinal tratava-se de uma nova experiência para eles. Mas deu tudo certo e nossos amiguinhos se comportaram super bem, aproveitando para ganhar um ventinho fresco nos pelos... Depois da Praia da Lula, fizemos nossa primeira parada para mergulho. Eu estava ansioso para mergulhar em um local mais fundo, com águas frias e claras. Pulei ao mar junto com Marcelo e nos refrescamos durante um tempinho, em volta do barco! Dali fomos para a Praia do Baré, onde aproveitamos para tomar mais banho de mar e descansar um pouco em baixo de umas árvores localizadas em frente a uma propriedade privada, no qual nosso guia tratou de pedir que não entrássemos lá... Lá por volta de 13:00 partimos para um restaurante, em uma das ilhas, para almoçarmos. O local só é acessível de barco, possuindo um píer para que chegássemos até o estabelecimento. Por sinal, trata-se de um lugar muito agradável e aconchegante. Ali comemos porção de Lula à dorê, iscas de peixe, arroz, salada... Humm.. Delícia!! O visual dali é incrível! Saímos dali de barriga cheia e partimos para a próxima parada, na Ilha do Mantimento... Após mais um pouco de banho de mar, rumamos para nosso último destino no passeio: a Praia do Bom Jardim, sem dúvidas uma das mais belas, senão a mais bela de todo o trajeto. Aproveitamos para nos refrescar novamente e contemplar a beleza dessa praia deserta, repleta de mata preservada e com um casarão ao fundo, indicando que é particular. Amy e Raick ficaram no barco dessa vez, para que não se molhassem, já que seria nossa última parada e ninguém queria cheiro de cachorro molhado na volta... kkkk Como combinado, voltamos ao pier por volta das 15:30... Nem precisa dizer como o passeio foi magnífico... Cristina, dona Dulce e Marcelo, que ainda não tinham feito esse tipo de entretenimento, gostaram muito e prometeram voltar com o resto da galera... Voltamos ao centro histórico de Paraty e a ideia era comprarmos comida, mantimentos e algumas coisinhas úteis para nossa volta para a "casa", na Prainha de Mambucaba. Enquanto andávamos pela cidade, em busca de um supermercado ou peixaria (que são facilmente encontradas, por sinal), aproveitamos para turistar, tirar algumas fotos e ver o movimento. Amy aproveitou para latir para alguns cidadãos, é claro. O calçamento com pedras irregulares das ruas de Paraty, conhecido como Pé-de-Moleque, é resultado de um passado econômico associado aos ciclos do ouro e do café, que contribuíram para o desenvolvimento da região. Essa característica acaba por gerar um ar rústico, tornando-se uma das marcas registradas da cidade. Outro fato importante e super interessante é o sistema de alagamento pelas marés. Sim, em Paraty, também apelidada de "Veneza Brasileira", houve um planejamento para que o seu centro histórico pudesse receber a maré, o que resulta numa espécie de limpeza natural das ruas. O centro histórico de Paraty é muito interessante. De arquitetura marcante, repleto de igrejas e construções em estilo colonial. Um exemplo importante é a Igreja de Santa Rita, de influência jesuítica e figurando como o principal cartão postal da cidade. Voltamos para a Prainha de Mambucaba por volta das 17:00. Jantamos, ajeitamos a casa, descansamos um pouco para então voltarmos ao centro de Paraty. Já que visitaríamos novamente o centro, porém à noite, deixamos os cachorros em casa (dentro da casa, aliás, já que não havia muros... ) juntamente com a dona Dulce, que preferiu ficar para descansar depois de um dia agitado. A vida noturna em Paraty é bem agitada, talvez até mais movimentada que durante o dia. Centenas de turistas transitam pelas ruas, sejam em busca de atrações culturais, como artistas que são facilmente encontrados, seja em busca de barzinhos, dentre outras coisas. Um fato, digamos que negativo, foi o apagão que na ocasião deixou a cidade num breu total, enquanto transitávamos. Não nos sentimos tão inseguros por isso, mas de fato foi desagradável, devido à demora no retorno da energia e o prejuízo para nosso passeio. Depois de umas voltas, algumas pequenas comprinhas e uns lanchinhos, voltamos para casa, para dormirmos e recarregarmos energia para o próximo dia. 16/08/2015 – 4º DIA No domingo de manhã, ajeitamos as coisas e nos preparamos para mais um passeio. Dessa vez o objetivo era atravessar a fronteira do Rio de Janeiro, com destino a São Paulo, rumo ao Aquário de Ubatuba. Novamente tivemos que deixar os cães em casa para então partirmos, por volta das 09:20. O trajeto é muito bonito, com estrada bem pavimentada e trânsito tranquilo, combinado com um visual exuberante da Mata Atlântica, margeando um litoral de cor azul turquesa subindo e descendo a Serra do Mar. A cidade de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, é repleta de boas atrações, sobretudo belas praias, para todos os gostos. Além disso, é possível fazer passeios de escuna, semelhantes ao que fizemos em Paraty, visitando diversas ilhas, praticando mergulho, etc. Na parte urbana, por exemplo, encontra-se a Praia de Itaguá, com calçadão perfeito para uma caminhada tranquila com a família, além de ser margeada por quiosques, restaurantes chiques, bares, etc. Infelizmente, ainda que bela, é imprópria para banho. Uma grande opção da cidade, que nos fez visitá-la inclusive, é o Aquário de Ubatuba. Situa-se nas proximidades da foz do Rio Tavares, na rua Guarani, mais famosa do local, em frente à praia de Itaguá. Em nossa opinião, o local, embora muito interessante, é meio caro. Mas como fomos à cidade com o objetivo de visitar o Aquário, acabamos pagando, mesmo com uma pitada de reclamação, rsrs. O estabelecimento foi fundado em 1996, a partir de uma iniciativa privada de um grupo de oceanólogos interessados em divulgar conhecimento a cerca da importância da preservação do meio ambiente marinho e a riqueza de sua biodiversidade. O aquário, de fato, é muito interessante. Assim que cruzamos a roleta e adentramos no percurso que leva aos diferentes tanques, já fomos ambientados com uma musiquinha marinha de fundo. Lá dentro é possível visualizar, além, obviamente, dos próprios animais, quadros informativos relacionados aos diferentes ecossistemas aquáticos. Ainda assim, o mais divertido de tudo é poder presenciar a diversidade de espécies, desde moluscos, crustáceos, variedades de peixes, anfíbios, e até mesmo cavalos-marinhos, tubarões, arraias, jacarés e pinguins, etc. Em cada stand, era possível obter informações sobre a espécie, o seu habitat, e conhecimentos diversos. Um fato interessante é que o local foi o primeiro a montar um Aquário de Águas-Vivas no Brasil. Muito bacana! Além disso, o Aquário é pioneiro ao introduzir o conceito de tanque de toque, onde podemos, de fato, encostar em algumas espécies - após higienizar as mãos e com acompanhamento de um responsável, é claro. Na ocasião pudemos tocar em algumas estrelas-do-mar e pasmem, em ouriços-do-mar!!! O local que mais atraiu a atenção do público, especialmente as crianças, foi o tanque dos Pinguins-de-Magalhães. Ali, além de podermos visualizar o balé desses animais magníficos que nadavam para lá para cá, em sincronia, foi possível aprender um pouco sobre as diferentes espécies e até mesmo quebrar alguns mitos (o principal deles é achar que essas aves adorariam viver dentro de nosso freezer). O momento mais agitado foi quando as tratadoras convidaram algumas crianças para ajudar na alimentação dos pinguins, jogando peixinhos para eles. Foi uma euforia só - por parte da gurizada e dos animais, é claro! Outro local muito maneiro é o tanque dos tubarões e arraias! Trata-se de um dos maiores tanques marinhos do Brasil, com 80 mil litros d'água. Ali é possível observar exemplares de Tubarões-Lixa, Tubarão Mangona e Raias Ticonha. Finalizando nosso passeio, entramos no Museu da Vida Marinha. Ali é possível conhecer um pouco mais sobre os ecossistemas e espécies aquáticas através de cartazes informativos, fósseis, ossos, réplicas, exemplares taxidermizados, etc. Além disso, é possível observar espécies de animais que foram mortos devido à poluição, emissão de lixo em ambientes marinhos e toda ação irresponsável por parte da sociedade. Aula de conscientização ambiental na prática. Visitar o Aquário de Ubatuba foi uma experiência muito bacana, tanto pela visualização de espécies aquáticas, quanto pelo conhecimento adquirido em relação aos ecossistemas marinhos e a necessidade de preservação. Recomendamos! Saindo dali, decidimos parar para almoçar perto da orla. Ledo engano! O local é muito agradável, confortável, bonito e tudo o mais... Mas quando pegamos o menu, já cheios de fome, eis a surpresa: Preços exorbitantes! Ficamos com vergonha de sairmos sem comer nada e pedimos uma casquinha de camarão - que por sinal custou o olho da cara! kkkk... Ainda assim, valeu a pena! Experimentamos algo novo e o atendimento foi bacana. A dona do estabelecimento reconheceu nosso sotaque e logo disse que conhecia algumas regiões de nosso estado, e que inclusive compra alguns produtos para o restaurante em terras capixabas. Saímos dali (com a intenção de almoçar de verdade quando chegássemos em casa, rsrs) e voltamos direto para a Prainha de Mambucaba, para reencontramos nossos amigos caninos! Antes, passamos no centro de Paraty com a intenção de comprar algumas coisas para o almoço, mas os estabelecimentos estavam fechados (era domingo, afinal). Então voltamos para a casa, recebemos a festa de Amy e Raick, almoçamos e aproveitamos para descansar um pouco. De tardinha, fomos até a Praia de Mambucaba e levamos os cachorros para dar uma corridinha na areia... Aproveitei para tomar banho de mar. Ficamos pouco tempo, tomamos um sorvete nas redondezas e voltamos para a última noite de sono, pois no dia seguinte partiríamos de volta para nossa terra! 17/08/2015 – 5º DIA Combinamos de acordar bem cedinho, para curtirmos o nascer do Sol e aproveitar bem os as últimas horas de nossa viagem. A experiência de observar o Sol surgindo no horizonte é sempre marcante. Nessa ocasião, então, foi perfeita a sensação. Voltamos para a casa, ajeitamos as coisas e por volta das 09:00 partimos. Pegamos o caminho rumo à Volta Redonda, onde devolveríamos a chave do imóvel e pagaríamos a última parte do aluguel, para só então irmos de fato para o Espírito Santo. Saindo de Volta Redonda, decidimos pegar um caminho que não passasse pela capital carioca, com o intuito claro de fugirmos do trânsito caótico da metrópole. Passamos pelo Oeste do Rio de Janeiro, margeando a divisa com Minas Gerais. Almoçamos uns pratos feitos em um restaurante simples, em Vassouras-RJ, e com as barrigas realmente cheias, seguimos, passando por Três Rios-RJ e Sapucaia-RJ, tudo isso contornando o importante Rio Paraíba do Sul. A ideia era ao menos cruzarmos a fronteira com Minas Gerais, uma vez que Marcelo nunca tinha visitado o estado. Paramos numa lanchonete à beira da estrada, em Estrela Dalva-MG para que os cachorros pudessem dar uma relaxada e para que comêssemos alguma coisa. No caso, lanchamos pão com linguiça, refri, café, água, etc. Dali seguimos estrada e só fomos parar novamente num posto de combustível, em Bom Jesus do Norte-ES. Esticamos as pernas, os dogs passearam um pouco e então fomos em frente. Já era noite e fizemos a última parada em Guarapari-ES, para depois seguirmos viagem definitivamente. Chegamos em Serra-ES por volta das 22:00, bem cansados, é claro. Deixamos o pessoal em seus respectivos lares e fomos direto para casa. Nem ajeitamos nada, tomamos banho e cama! Apenas no outro dia haveria tempo para recordar como foi proveitosa a viagem e já começar a sentir aquele gostinho de quero mais. Para ver mais fotos, informações e outras viagens, clique nos links abaixo: http://estradaseuvou.com.br/ - Endereço do site. https://www.facebook.com/estradaeuvou?ref=aymt_homepage_panel - Facebook http://estradaseuvou.com.br/?page_id=1701 - Passeio ao Rio com os Pets. http://estradaseuvou.com.br/?page_id=303 - Viagem Pela América do Sul. http://estradaseuvou.com.br/?page_id=428 - Caparaó.
  2. Galera, mudamos nosso site de endereço. Quem quiser ler sobre essa história (e muitas outras), entre no link abaixo: http://estradaseuvou.com.br/?page_id=303 Valeu!!!!
  3. Alan. Aproveitando a semana de férias escolares e também de aniversários, decidimos conhecer um grande atrativo de nosso estado, localizado no município de Marechal Floriano: O Zoo Park da Montanha – primeiro zoológico do Espírito Santo. Mais uma vez contamos com a presença de nossa companheira de passeios, Yasmim, que assim como a Jaqueline, havia comemorado o aniversário, no dia 14/07 (terça-feira). Saímos de casa lá pelas 11h00min e fomos buscar a Yasmim… Após um papo rápido e piadas sobre termos “ganho na mega-sena” (já que passeamos direto), partimos rumo à região turística de Montanhas Capixabas. Como chegamos em Marechal Floriano no horário de almoço e nossas barrigas já esboçavam aquele ronquinho típico de fome, decidimos parar no centro da cidade para comermos e só depois seguirmos para o Zoo. Após o almoço e uma paradinha na Estação Ferroviária da cidade, partimos… Aqui um ponto importante: o trajeto até o Zoológico pode gerar certa confusão, caso o visitante estiver desatento… Seguindo pela BR-262 alguns minutos após o centro de Marechal Floriano, no km 49, haverá uma placa indicando a entrada em meio a postos de combustível. Dali é só seguir uns 800 metros em uma estradinha estreita, razoavelmente esburacada e logo logo se verá o portal do Zoo. O Zoo Park da Montanha localiza-se no Sítio da Vovó, Estrada do Rio Fundo, Barra do Rio Fundo – Marechal Floriano. Está aberto todos os dias, de 09h00min as 17h00min, com valores que giram em torno de R$30,00 inteira (para adultos) e valor promocional de R$20,00. O Local dispõe, além das atrações óbvias, de lanchonete, área de lazer e pousada. O primeiro Zoológico do Espírito Santo foi inaugurado no segundo semestre de 2012 e aos poucos vai ganhando notoriedade, angariando visitantes e fundos para se melhor estruturar. Aliás, os valores de entrada estão salgadinhos, convenhamos… Quando fomos ao Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, em 2012, pagamos R$5,00 por pessoa. Ok, nosso Zoo está crescendo sem ajuda governamental e patrocínios, segundo indicam, e precisam meter essa facadinha se quiserem se manter e aumentar ainda mais.. rsrs Já planejávamos visitar o Zoo Park há algum tempo, mas sempre aparecia um imprevisto… Minha irmã o visitou por esses dias e nos indicou com muito ânimo. A vontade, então, só aumentou. Como o mês de Julho é repleto de aniversários na família, tínhamos o pretexto perfeito para fazer a bendita visita. Sou suspeito para falar desse tipo de passeio. Os animais são uma de minhas paixões e cresci assistindo inúmeros documentários da National Geographic, imaginando safáris na África e visitas em Zoológicos… Me lembro que certa vez, quando criança, questionei minha mãe sobre visitarmos um Zoo, mas ela negou, dizendo que não havia coisa desse tipo no Espírito Santo. Me disse ainda que, quando eu tinha cerca de 1 aninho, fizemos uma visita no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, sua terra natal. Obviamente, não me recordo, então sempre ficou essa vontade… Agora imagina como me senti, visitando um Zoológico em meu próprio estado… um verdadeiro pinto no lixo.. Confesso que a ideia de um Zoológico sempre me traz uma reflexão a respeito do encarceramento de animais selvagens, o estilo “semi-domesticado”, sobre a qualidade vida que esses levam e de sua utilização como objetos de contemplação humana, em estilo “espetáculo circense”… Obviamente, também penso no outro lado da moeda: Zoológicos podem atuar de maneira relevante na questão da educação ambiental, podendo aproveitar-se do fascínio que muitos de nós temos pelos animais, sobretudo as crianças, para ensinar sobre a questão da preservação e respeito à todas formas de vida. Além disso, muitos dos animais alocados nos Zoos, como no caso do Zoo Park da Montanha, são provenientes de circos, resgatados por órgãos ambientais e não possuem condições de serem soltos na natureza. Recebendo todos os cuidados de profissionais, como tratadores, biólogos e veterinários, possuem mais chances de sobrevivência. Sobre esse assunto, recomendo a leitura desse texto: “É Correto manter animais dentro do Zoológico?”, e também desse: “Zoológicos são prisões”. Enfim, voltando à questão de nossa visita… O local é muito agradável, aconchegante e organizado e com certeza, recomendamos! Você pode seguir uma trilha logo pela direita da portaria e se adentrar num mundo de pássaros… Ali há um viveiro muito interessante. São aves relativamente soltas, cantando, gritando, comendo, desfilando e fazendo as necessidades em visitantes distraídos.. kkk.. Sem dúvidas, trata-se de uma das áreas mais legais do Zoo… A variedade de cores e sons impressiona… …Diversas aves, todas belíssimas e algumas até dóceis. Ali é possível avistar aves exóticas, tucanos, araras, papagaios, pavões, além de jabutis, todos convivendo e embelezando o espaço… No mesmo local, porém cercado por vidros e/ou em espaços próprios, é possível contemplar animais como avestruzes, lhamas, veados e um belíssimo Lobo-Guará (que é fêmea, por sinal), animal típico do Cerrado e ameaçado de extinção. Saindo do viveiro de aves, seguimos em frente… É possível admirar no Zoo um exemplar de Waterbuck, uma espécie de antílope, encontrado sobretudo na África Subsaariana. Mas, ao menos para mim, uma das maiores atrações do Zoo, sem dúvidas, atende pelo nome de Tainá: A Onça-Pintada. A onça-pintada é considerada o maior felino das Américas e um dos maiores do mundo, sendo distribuída pela América Latina, sobretudo no Brasil, em áreas de Mata Atlântica e Floresta Amazônica, mas também aparecendo em regiões abertas, como o Pantanal e Cerrado. Esse belíssimo animal sempre gerou admiração e habitou o imaginário da muitas pessoas – comigo, nem se fala. A representante do Zoo Park da Montanha veio de Manaus, do zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS). Por ter participado do 3° filme da série Tainá, em 2011, recebeu esse nome. Com a chegada do tratador, Tainá ficou toda manhosa, deitando, rolando, parecendo um gatinho mesmo… Mas não nos esqueçamos que trata-se de um dos maiores predadores do mundo – ela chegou a ficar em posição de ataque enquanto um garotinho mimado e chato reclamava com a mãe sobre ela não fazer nada demais… Affs… Enfim, foi muito bom saber que o vidro que nos separava era bem resistente.. rsrs. Logo ao lado, é possível encontrar outro felino muito interessante, distribuído em várias regiões da América, mas ameaçado em territórios de Mata Atlântica: a Jaguatirica. Considerado o terceiro maior felino das Américas, atrás apenas da Onça-pintada e da Puma. Saindo dali, subimos uma pequena rampa e já avistamos de longe, meio que ignorando pacas, pequenas aves e outros animais, o imponente rei das selvas: o Leão, batizado de Sansão. Para falar a verdade, antes de entrarmos no Zoo já é possível ouvir os esturros do Leão. A ansiedade para se alcançar o cercado dele acaba ficando ainda maior… Segundo nos contaram e lemos pela internet, Sansão era um Leão resgatado de um circo, oriundo do município de Passa Tempo, região centro-sul de Minas Gerais. É preciso reiterar que de acordo com a Lei estadual 21.159/14, é proibida “a apresentação, a manutenção e a utilização de animais silvestres ou domésticos, nativos ou exóticos, em espetáculos circenses”. De acordo com relatos, ele era mantido em uma jaula muito pequena, o que obviamente é caracterizado como maus tratos. O Zoo Park da Montanha solicitou ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) receber o Leão, oferecendo espaço e estrutura apropriada. Quando chegamos ao seu espaço, ele se mostrava bem agitado, dando voltas exageradamente repetidas (movimento que é fruto do treinamento circense). O local também é o mais fedido do parque… Uma catinga de mijo bem forte.. kkk Seguindo em frente, partimos para o espaço dos macacos, que nos receberam com muita curiosidade… O Zoo conta com cerca de 500 animais, de inúmeras espécies e oriundos de diversas partes do mundo. Cada um com sua beleza e importância para o equilíbrio ecológico… Os felinos de grande porte são os que mais impressionam. Não apenas pelo tamanho e beleza, mas por se tratarem de grandes predadores, no qual só poderemos vê-los, assim de perto e com certa segurança, nesse ambiente. O casal de tigres-de-bengala presentes no Zoo são atrações imperdíveis. Grandes, fortes, belíssimos e imponentes. Sua preservação é de extrema importância, uma vez que restam poucos no mundo. Outro animal interessante de ser contemplado é a Harpia. Uma das maiores aves de rapina do mundo, que assusta pelo tamanho e imponência, além de ser muito bela. A visita ao Zoo Park nos proporcionou momentos enriquecedores, não apenas pela contemplação da beleza animal, ou pela constatação óbvia de quão perfeita é a natureza, mas também pela paz e tranquilidade que o local inspira… Vale muito a pena e com certeza pretendemos voltar! Veja mais relatos em: https://estradaseuvou.wordpress.com/seguindo-em-frente/america-do-sul/roteiros/do-atlantico-ao-pacifico-6-paises-em-16-dias/ https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/museus-chocolates-trens-e-corpos/ https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/rota-do-caparao/
  4. Que bom que curtiu!!! Continue nos acompanhando pelo Facebook, se quiser!!!
  5. Desbravando o litoral norte do ES!! O feriado mais esperado do ano tinha começado, mas não tínhamos dinheiro para fazer uma viagem longa. Como não queríamos ficar sem fazer nada, decidimos sair para conhecer mais alguns lugares do nosso estado. Como na quinta-feira (dia 04/06/2015) já tínhamos ido para a Pedra Azul, localizada na Região Montanhas Capixabas, decidimos que, no sábado, partiríamos para a Região do Verde e das Águas, que fica no nordeste do Espírito Santo. Dessa vez, convidamos Yasmin e Mariana, minhas primas, para nos acompanhar. Saímos às 06:30 horas, e fomos buscá-las em suas casas. Nossa primeira parada foi em Ibiraçu (primeira cidade da Região do Verde e das Águas, saindo de Vitória, pela BR-101 Norte), na tentativa de conhecermos o Mosteiro Zen Budista. Na hora, descobrimos que para visitarmos, teríamos que fazer um agendamento prévio. Como não conseguimos visitá-lo, seguimos viagem para Linhares. Assim como todos os outros percursos que existem no estado, esse também apresenta lindas paisagens, formadas por morros, plantações, rios, lagoas, pontes… Ao chegarmos em Linhares, passamos em um supermercado para nos abastecer com besteiras que nos sustentariam durante o dia!! Refrigerante, pão, patê, chips, chocolate! Nada de saudável!! rsrs Nossa primeira parada turística em Linhares, foi na Lagoa Juparanã, que é a maior em volume de água do Brasil, e a segunda em extensão territorial. Ficamos lá por algum tempo, tirando fotos e contemplando a paisagem. Depois de visitarmos a Lagoa, seguimos viagem para a Reserva Natural da Vale, localizada na mesma cidade, mas já na divisa com o município de Sooretama. Antes mesmo de chegarmos ao local, já podíamos avistar o adensamento da Mata Atlântica. Recebemos algumas instruções na entrada do parque, de como proceder com o carro e que era necessário procurar alguém da administração para saber o que podíamos fazer. Entramos no parque, estacionamos o veículo e fomos conversar com um funcionário da reserva, que já veio nos atender, de prontidão. Ele nos orientou dizendo que podíamos andar pela região próxima à recepção, e depois , se quiséssemos, poderíamos ir até a parte do hotel, para conhecermos as instalações, e as atrações que ficam próximas ao local. Pois bem… fomos andar nos arredores da recepção, e como tínhamos entendido que tinha uma trilha que podíamos fazer sozinhos, fomos procurar a entrada da bendita. Sempre pensando na orientação de nunca pisar em folhas secas, para não termos surpresas com cobras. Logo na entrada, tem uma lagoa muito bonita, com uns barquinhos cenográficos e umas flores muito bonitas. Ficamos ali tirando umas fotos e depois “caímos no limbo”. Entramos numa estrada, procurando a trilha… andamos, andamos, andamos… e de tanto andar, chegamos a área onde fica o hotel. Quando perguntamos a um funcionário sobre a trilha, ele disse que não existe uma que podemos fazer sozinhos, porque tem que ter acompanhamento (por causa de cobra, onça, anta…). Então, ele nos disse para irmos conhecer o viveiro de mudas e depois voltarmos por uma estrada mais curta para a recepção. Assim fizemos. Quando chegamos novamente à entrada, fomos conhecer uma exposição que tem no início do parque. O local faz uma breve apresentação sobre a empresa, a reserva e a fauna e flora presente no local. Saímos do parque sem fazer a trilha, pois a mesma começaria às 15:00 horas, mas como nosso intuito era chegar a Itaúnas, não poderíamos esperar. Seguimos viagem para nosso destino final, e chegamos ao Parque, que faz parte do Patrimônio Natural da Humanidade, às 15:25 horas. Já entramos no Parque Estadual subindo as famosas dunas (que dão nome ao local), seguindo em direção à praia. Entretanto, em minha humilde opinião, a praia não é o cenário mais bonito dali. Voltamos, então, para as dunas, e partimos em uma “expedição”. Conforme a tarde ia caindo, o cenário ia ficando mais e mais fascinante. O pôr do sol ia mudando a cor da areia e nos proporcionando belíssimos visuais. Ficamos ali por um tempo, suficiente para vermos diversas espécies de pássaros, incluindo uma família de Pica-paus do Campo. Depois de conhecermos as Dunas, voltamos para a portaria do Parque, para visitarmos a exposição com objetos encontrados no local e alguns animais empalhados, além de fotos da última família a deixar a região. Saímos do Parque e fomos conhecer a praia de Riacho Doce. Longe… Tão longe, que quando chegamos já era noite. E não deu para ver a beleza do lugar. Pelo menos pegamos um belo pôr do sol na estrada. Voltamos para casa, saindo de Riacho Doce às 18:00 horas, e chegamos em casa 22;40 horas. Foi um dia muito proveitoso, com belas paisagens para serem guardadas na memória e divididas com quem quiser ver!!! VEJA TABELA DE GASTOS EM: http://wp.me/P5IENh-hp VEJA MAIS VIAGENS E PASSEIOS EM: http://wp.me/P5IENh-4T http://wp.me/P5IENh-dQ http://wp.me/P5IENh-g6 http://wp.me/P5IENh-6U http://wp.me/P5IENh-64 CURTAM NOSSA PÁGINA: https://www.facebook.com/estradaeuvou?ref=aymt_homepage_panel Obrigada!!!!
  6. Pedra Azul é logo ali… Alan. O feriadão de Corpus Christi (04 de Junho) chegou e junto veio a vontade/necessidade de embarcar em mais uma aventura… O orçamento apertado, contudo, não nos permitiu sonhar tão alto. Decidimos, portanto, realizar um passeio mais perto e em conta (mais do que já estamos acostumados a fazer). Juntamente com Yasmim (prima da Jaqueline), embarcamos rumo à BR-262, com direção à Pedra Azul, na região turística de Montanhas Capixabas. O trajeto dura em média uma hora e meia e o gasto com combustível seria baixo… Saímos de casa por volta de 12h20min, compramos uns lanchinhos no supermercado e fomos buscar a Yasmim. Em sua casa almoçamos e então partimos, lá pelas 13h00min. O percurso é bem tranquilo e a subida para a região serrana nos permite perceber as mudanças nas paisagens e na temperatura, claramente… O friozinho e o zumbido nos ouvidos começa a ser sentido assim que saímos de Viana para Domingos Martins. Nossa primeira parada foi na Pousada Vista Linda, em Domingos Martins, à beira da BR-262. Embora trata-se de uma área particular, é permitido a entrada no mirante de forma gratuita, para que os visitantes possam apreciar as belezas das serras capixabas e quem sabe, consumir algo na lanchonete e restaurantes locais. Além da vista realmente linda, o local possui um pequeno lago artificial com carpas, ponte… Há também no local estacionamento, área de playground, chalés, restaurantes e cafés. Ainda é possível observar a Mata Atlântica, relativamente preservada, e curtir um clima agradável. Após comprarmos uns chocolates e palha italiana, seguimos... Lá por volta de 15h30min, chegamos à nossa segunda parada: A Casa da Bica, município de Marechal Floriano. Trata-se de um estabelecimento bem aconchegante no km 69 da BR-262, bem às margens da rodovia. Ali é possível apreciar a beleza da Cachoeira da Bica (que dá nome ao local), beber água fresca e pura do córrego, além de observar o moinho de fubá e comer alguns quitutes no restaurante, que é bem organizado, por sinal. Ficamos ali durante um tempinho e então partimos para o próximo e último destino. Por volta das 16h00min chegamos à entrada do Parque Estadual da Pedra Azul. O Parque, que se localiza na divisa do município de Domingos Martins e de Vargem Alta, foi criado em 1991 com o intuito de proteger a biodiversidade da região, a mata atlântica, a fauna e, sobretudo, o maciço de Granito e Gnaisse que dá nome à área: a Pedra Azul. Sem dúvidas, trata-se de uma das estruturas rochosas mais belas e interessantes do estado e também do Brasil. Parada obrigatória para qualquer turista que vier ou passar por terras capixabas! O Parque possui estacionamento, lanchonetes, hotéis, chalés, centro de atendimento ao turista e visitas gratuitas e guiadas por monitores do IEMA (Instituto Estadual do Meio Ambiente), que devem ser agendadas no mínimo um dia antes. É possível alcançar cachoeiras, piscinas naturais, percorrendo diversas trilhas que levam a diferentes pontos do Parque e que, consequentemente, proporcionam diferentes vistas e experiências aos aventureiros. Nosso objetivo era percorrer alguma dessas trilhas, contudo, como não agendamos com antecedência (pois o telefone disponibilizado na internet não funcionava), acabamos por não conseguir tal feito. Ainda assim, fomos… Vai que cola! Chegando ao Parque, fomos ao centro de atendimento ao turista e lá recebemos a informação de que poderíamos entrar até certo ponto, estacionar e então percorrer mais uns 800 metros de trilha, até o centro de visitantes. Assim fizemos. A trilha é bem tranquila e agradável. Em pouco tempo alcançamos o centro de visitantes, que possui um portal, bebedouro, banheiro, local para os visitantes descansarem das caminhadas e é guardada por funcionários do IEMA, bem aos pés da Pedra Azul. Ali é possível visitar um pequeno museu que guarda alguns animais empalhados. Mas demos sorte de receber a visita de um casal de Seriemas… Além disso, pudemos contemplar uma flora belíssima… Após um dos monitores contar uma lenda interessante sobre a formação da Pedra Azul e a Pedra do Lagarto, iniciamos o caminho de volta.. E fomos presenteados com um belo pôr do sol, finalizando assim nosso passeio… Veja mais: https://estradaseuvou.wordpress.com/seguindo-em-frente/america-do-sul/roteiros/do-atlantico-ao-pacifico-6-paises-em-16-dias/ https://estradaseuvou.wordpress.com/seguindo-em-frente/america-do-sul/paises/brasil-2/roteiros/costa-do-descobrimento-bahia-brasil/ https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/rota-do-caparao/ https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/de-praia-mole-ao-caravaggio-em-1-dia/ https://www.facebook.com/estradaeuvou?ref=aymt_homepage_panel
  7. Realmente marciogsantos2!!! O que não faltou foi perrengue... mas já voltamos pra casa querendo mais... Viajar é tudo de bom!!! Valeu por ler nosso "pequeno relato".
  8. hlirajunior, foi uma aventura em tanto!!! Valeu muito a pena!!! Eu ainda quero ir ao sul da Bolívia, no Salar, mas pretendo passar pelo norte do Chile para chegar lá!! Rsrsrs
  9. A ideia de viajar pelo continente sul americano nasceu uns 3 meses antes do fato (Outubro, de 2014). Sim, meio em cima da hora, ainda mais tratando-se da proporção que seria (e foi) essa jornada. Nesse curto período, nos preparamos através do engajamento na pesquisa e leitura de sites especializados, blogs de viagem e experiências dos milhares de viajantes brasileiros que volta e meia embarcam nessas andanças pelo continente... Daí foi preparar documentações, como passaportes e cartões de crédito internacional, certificados de vacinação da Anvisa, dinheiro, papeladas, além, é claro, dos equipamentos e tralhas que levaríamos. Preparamos também o carro e convencemos uns amigos a comprar essa ideia (não foi tão fácil assim..)! Mas por que apenas 3 meses de Planejamento? Era necessário tanta correria? Entendemos que para várias coisas na vida é preciso um pouco de "impulsividade corajosa"... A ideia é simples: Não vamos pensar por muito tempo para não surgir, eventualmente, os entraves que geralmente impedem de acontecer o que desejamos. Basicamente, planejar uma viagem dessa por 1 ano, por exemplo, daria tempo suficiente para que nossos parentes, preocupados, nos compelissem a desistir. Obviamente, o drama rolou solto... Nos falaram dos perigos, da nossa falta de experiência dirigindo e/ou saindo por aí, etc. Mas o desejo era mais forte! E venceu... Então fomos!!! Mais ou menos as 08h36min, do 1º dia de 2015, saímos de nossa casa, em Serra-ES, a fim de embarcar na viagem mais louca e incrível de nossas vidas!! Aqui vamos contar essa aventura. As belezas que vimos e fotografamos (ou não); As pessoas que conhecemos, chatas e legais... Os perrengues (não foram poucos). O enriquecimento cultural, civil e humano que absorvemos... inigualável! Eu não consegui postar o relato todo aqui porque tem muitas fotos e ficou todo desordenado!! Acessem o link para conferirem o relato completo, com foto e tabela de gastos: http://wp.me/P5IENh-4T Obrigada!!!!
  10. A ideia de viajar pelo continente sul americano nasceu uns 3 meses antes do fato (Outubro, de 2014). Sim, meio em cima da hora, ainda mais tratando-se da proporção que seria (e foi) essa jornada. Nesse curto período, nos preparamos através do engajamento na pesquisa e leitura de sites especializados, blogs de viagem e experiências dos milhares de viajantes brasileiros que volta e meia embarcam nessas andanças pelo continente... Daí foi preparar documentações, como passaportes e cartões de crédito internacional, certificados de vacinação da Anvisa, dinheiro, papeladas, além, é claro, dos equipamentos e tralhas que levaríamos. Preparamos também o carro e convencemos uns amigos a comprar essa ideia (não foi tão fácil assim..)! Mas por que apenas 3 meses de Planejamento? Era necessário tanta correria? Entendemos que para várias coisas na vida é preciso um pouco de "impulsividade corajosa"... A ideia é simples: Não vamos pensar por muito tempo para não surgir, eventualmente, os entraves que geralmente impedem de acontecer o que desejamos. Basicamente, planejar uma viagem dessa por 1 ano, por exemplo, daria tempo suficiente para que nossos parentes, preocupados, nos compelissem a desistir. Obviamente, o drama rolou solto... Nos falaram dos perigos, da nossa falta de experiência dirigindo e/ou saindo por aí, etc. Mas o desejo era mais forte! E venceu... Então fomos!!! Mais ou menos as 08h36min, do 1º dia de 2015, saímos de nossa casa, em Serra-ES, a fim de embarcar na viagem mais louca e incrível de nossas vidas!! Aqui vamos contar essa aventura. As belezas que vimos e fotografamos (ou não); As pessoas que conhecemos, chatas e legais... Os perrengues (não foram poucos). O enriquecimento cultural, civil e humano que absorvemos... inigualável! Eu não consegui postar o relato todo aqui porque tem muitas fotos e ficou todo desordenado!! Acessem o link para conferirem o relato completo, com foto e tabela de gastos: http://estradaseuvou.com.br/?page_id=303 Obrigada!!!! ....
  11. De Praia Mole ao Caravaggio em 1 dia! Jaqueline. A proximidade do mar com a região serrana permite a fácil locomoção entre essas duas áreas distintas do estado. Para quem não tem muito tempo, mas deseja conhecer um pouco do ES, essa é uma ótima opção. O feriado da Semana Santa nos possibilitou fazer o passeio ilustrado no mapa acima. Como não tínhamos condições para fazer uma viagem prolongada, decidimos dar umas voltas por perto mesmo. Mas isso não quer dizer que tenha sido menos interessante. Na parte da manhã resolvemos ir a praia passear com a Amy e chamamos a Aline e o Stark para nos acompanhar. Fomos a Praia Mole, um local rústico, com vegetação preservada e uma bela vista para Praia de Carapebus, ambas localizadas em Serra, cidade onde moramos. Gostamos muito de ir a Praia Mole por ser um local pouco frequentado por banhistas, onde podemos deixar nossos cachorros mais livres para brincar. Claro que mantemos sempre a atenção em relação a higiene e as pessoas que estão transitando no local, para que não haja nenhum transtorno. O melhor horário para visitar o local é na parte da manhã, de preferência até as 10:00 horas. Nesse horário ainda é possível ver as piscinas naturais, que se formam nos corais, cheias de peixes coloridos e outros seres marinhos, como ouriços e pequenos crustáceos, além das formações rochosas compostas de materiais sedimentares, que integram o cenário bucólico da região. Após o almoço, partimos para a cidade de Santa Teresa, localizada na Região dos Imigrantes, situada há 72 quilômetros do Aeroporto de Vitória. No local é possível visitar parque ecológico, museu e reserva florestal, além de apreciar a ótima culinária e os traços culturais italianos bem preservados. Nosso passeio terminou com a bela vista da rampa de vôo livre Amauri Fernandes, situada no Caravaggio, com 915 m de altitude. A estrada até o topo não é asfaltada, mas não impossibilita o trânsito com um carro 1.0. O local fica aberto até as 17:00 horas. Nossos gastos com o passeio do fim de semana foram baixíssimos, e muito bem aproveitados. https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/de-praia-mole-ao-caravaggio-em-1-dia/ https://www.facebook.com/estradaeuvou?ref=hl
  12. Nesse fim de semana de feriado prolongado, resolvemos partir para mais uma de nossas aventuras!!! O Pico da Bandeira!!! Como já tínhamos ido pelo lado de Minas Gerais, resolvemos subir pelo lado do Espírito Santo agora!!! Dessa vez, foi tudo diferente! Estamos mais rechonchudos, fomos com nosso próprio carro, fomos com amigos que nunca foram, o céu estava sem nenhuma nuvem a noite!!! Estava tudo lindo climaticamente falando!!! Saímos de Serra/ES às 03:40 da manhã de sábado. Fomos com o intuito de ir parando no meio do caminho para tirar fotos!! E vou confessar... Valeu muito a pena! Nossa primeira parada foi em Conceição do Castelo, na Rota das Montanhas Capixabas. Cidade pacata que tem como atrativo o agroturismo. Partimos de Conceição do Castelo e paramos em Muniz Freire, já na Rota do Caparaó, para tomarmos café. Sentamos numa mesinha da Praça Central e claro chamamos a atenção por isso!! Depois de Muniz Freire, partimos para Alegre, outra cidade que compõe a Rota do Caparaó. E onde está o nosso primeiro grande atrativo a ser visitado. A Cachoeira da Fumaça. Essa cachoeira é linda!!! Vai se revelando em meio a mata atlântica preservada!!! E o melhor, o acesso não é complicado, dá para ir de carro 1.0, e a entrada é gratuita. Sua fauna e flora é bastante diversificada e nos enche os olhos com suas cores. Depois da Cachoeira da Fumaça fomos direto para o ponto principal do nosso passeio: O Parque Nacional do Caparaó. O céu estava claro, o friozinho estava maravilhoso!!!!! Chegamos ao Acampamento Macieira às 15:30 horas e às 01:18 de domingo começamos a subir para o Pico da Bandeira. A subida pelo lado do ES é muito mais íngreme do que a do lado de Minas Gerais. No começo não tanto, mas quanto mais você sobe, mais a beira do precipício você fica! Eu já tinha começado a passar mal no início da trilha, vomitei, tive dor, mas resolvi continuar! Mas uma coisa muito maior que isso quase me parou!! O Medo de altura, ou de cair do penhasco... sei lá!! No fim da subida, chegando ao Pico do Calçado. eu travei no meio de um paredão. Quando eu olhei para frente, tinha que atravessar uma pirambeira, como se fosse uma aranha! Não queria ir de jeito nenhum!! Depois de uns 10 minutos, meu marido me convenceu!! era só atravessar a bendita que já estávamos no paraíso!!! E era lindo!!!!!!!!!!!! Lindo!!! Lindo!!! Eu digo... Se EU, que morri de medo, consegui chegar... qualquer um, que não tenha labirintite ou vertigem... pode ir!!! (Dessa vez não chegamos ao Pico da Bandeira. Fomos só até o Pico do Calçado, mas a beleza é igual!!) https://estradaseuvou.wordpress.com/nossa-terra/roteiros/rota-do-caparao/
  13. JAQUETOR4

    ESTRADAS EU VOU

    Ei Galera!!! Bom dia! Eu e meu marido criamos um blog para relatar nossas viagens... tanto pelo estado onde moramos (ES), quanto por outros países e estados por onde passamos. Nesse blog nós damos dicas de lugares e de preparo de documentação e outras coisas... além de relações de gastos em R$, o que é muito difícil de achar. O intuito do blog é, principalmente, estimular a galera que não tem muito dinheiro e fica desanimado pensando que vai gastar muito. Nossas viagens são de carro 1.0, que mesmo a 4900 m de altitude, aguentou o tranco como qualquer 4x4!!! Entra lá galera: https://estradaseuvou.wordpress.com/ https://www.facebook.com/estradaeuvou Valeu!!!!!!
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