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carolpierre

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Tudo que carolpierre postou

  1. Poxaa, tempo ótimo!!! Fazer correndo nao é pra qualquer um!!! Muito bom mesmo! Linda trilha né?! Aconselho fazer com mais calma pra pegar o por do sol no Açu e o nascer do sol no Sino! Vale a pena demais! Se for com mais tempo em abril me chama que vou com voces!!!
  2. COnseguiu fazer, Felipe? Se quiser marcar durante esse ano, topo ir contigo!! Me fala!!
  3. Pelo que entendi, pode sim! Te sugiro telefonar para a portaria do parque para ter certeza! Boa sorte!!!
  4. Esse tipo de trip é o melhor que tem ahhahaa a la roots! Entao! Vi dois lugares para área pra camping: um na propriedade dos Venâncios, onde fica a Cascata dos Venâncios que falei no relato. Lá tem banheiro, área pra montar a barraca, churrasqueira .. é bem organizado .. Dentro dos parques acredito não ser permitido. Outro lugar que vi áreas para camping foi em alguns locais do centrinho de Cambará!! Te falar pra dar uma olhada na net sobre! Boa sorte!!!
  5. Que bom que gostou!!! Volta lá sim, que o passeio só vai estar completo quando voce observar a grandeza do Fortaleza (até rimou hahaha)! Espero que de sorte e assim como eu, nao pegue neblina e tenha um super visual!!!
  6. Deibe, acredito que a propria Canion Turismo de Cambará consiga fazer o translado para você! Eles me pegaram em Porto Alegre, Gramado é mais perto ainda.. para eles é facil pegar você lá! Acho super valido voce trocar uma ideia com eles. O site é esse aqui: http://www.canionturismo.com.br/ Estou louca para conhecer Gramado e Canela .. depois poste as dicas! Bom passeio!
  7. Olá! Eu fui de forma não tão econômica.. acredito ter gastado em torno de R$3,5 mil golpes no total (incluindo a passagem aérea Rio-Porto Alegre e Porto Alegre-Rio) .. mas tem como fazer esse passeio de forma mais barata (e mais cara também) .. os passeios variam entre R$140 - R$210, depende do passeio que você fizer e do número de pessoas que vão fazer o passeio. As refeições ficaram entre R$35 - R$ 50, também depende do local .. eu fiquei em hotel, o que acabou deixando minha conta mais cara.. mas tem a opção de hostels , pousadas e chalés mais em conta, o que contribui mt para que o passeio fique mais barato! Acho que é isso! ((: PS: Vale a pena demais!
  8. ~~~ Antes de que você comece a leitura, vou logo avisando que o relato está enorme, porém, como senti falta de relatos assim sobre Cambará do Sul quando estava me organizando para a trip (e como adoro escrever ahhaha) segue minha versão! ~~~ Estávamos na metade de dezembro e eu e meu namorado ainda não tínhamos um destino para passar uma semana de férias no início de janeiro. Sabíamos que seria uma ecotrip e várias cidades vieram a cabeça, desde Aiuruoca-MG até Bonito-MS. Todos pareciam lindos, mas dado o pouco tempo que teríamos para pesquisar e fechar o destino, acabamos decidindo por Cambará do Sul-RS. Destino escolhido, foi hora de fechar as datas .. ida: 04-01-17, retorno: 10-01-17. Para comprar os passeios que faríamos lá, contamos com a agência local Cânion Turismo – super recomendo –, que nos deu todo apoio e informações necessárias para a viagem, desde uma breve descrição dos passeios até recomendações do que levar na mala. Dia 04-01-17 – Ida: Foram 10h de viagem entre deslocamentos, esperas, paradinhas para lanches, até conseguirmos chegar ao Cambará EcoHotel. Moramos na região serrana do Rio de Janeiro e até o Galeão foram praticamente 1h30 de estrada. Depois, 2h de voo, de Galeão a Porto Alegre. A agência que contratamos se responsabilizou pelo transfer do aeroporto até o hotel, o que nos poupou qualquer preocupação nesse sentido. Foram 250km até chegar a Cambará, que levaram 3h30 para ser percorrido – a estrada tem condições razoáveis, mas a subida da serra com curvas sinuosas em uma estrada não muito boa, além de muita muita muita (eu já disse muita?) chuva, o que fez o trajeto parecer muito longo. Quando chegamos ao centro de Cambará do Sul, passamos pela agência Cânion, para um briefing do roteiro, e acabamos contratando mais passeios para fazer a temporada valer mais a pena ainda. Fomos para o hotel, jantamos no Restaurante do Lago, onde fomos muuuuuuito bem recebidos (esse restaurante fica ao lado do EcoHotel) e dormimos. Dia 05-01-17 – Cânion Fortaleza: As 8h, o guia veio nos buscar em uma Duster da própria CânionTurismo. Foram 23 km percorridos em quase 1h em estrada parcialmente asfaltada, porém ainda com trechos bem pedregosos de Cambará do Sul até a entrada do Parque Nacional da Serra Geral - esse parque funciona diariamente, porém sem infraestrutura e as trilhas não são muito bem sinalizadas. A trilha nesse cânion é realizada em suas bordas, e é necessário tomar cuidado pois não há proteções, e uma queda de 900m de altura não é recomendável a ninguém. Até o mirante são 1,5 km de caminhada leve, e no topo, é possível observar praticamente 95% do cânion e em dias claros é possível ver parte da planície catarinense e parte do litoral gaúcho. Claro que é necessário ter sorte com a neblina. Indo no inverno é mais fácil ter a visibilidade total que o mirante apresenta, porém, no verão, a formação de neblinas ocorre de forma imprevisível e nunca é garantido conseguir ter o visual. Demos sorte, pois fomos em um dia que ventava muito, mas muito mesmo, de forma a não ser possível ficar em pé. Porém o vento foi essencial para que a neblina não fosse formada. No início, confesso que o nome Fortaleza não fez nenhum sentido para mim, até eu ver a configuração do terreno, talhado de forma a lembrar as muralhas de um grande forte, com suas pontes e torres. Além dos Cânions, essa trilha possibilita duas outras atrações: a linda cachoeira do Tigre Preto e a famosa Pedra do Segredo. Depois do mirante, fomos então até a Pedra do Segredo. Para tal é necessário tirar os calçados e atravessar o Rio do Tigre Preto (que não tem tigre e nem é preto), e essa travessia só foi possível porque o volume de água e força da correnteza estiverem tranquilos. Atravessamos e pudemos ver a linda cachoeira, além de, no final da caminhada, conseguirmos avistar a Pedra do Segredo (e não vou contar qual é o segredo! Hahaha). Almoçamos no Galpão Costaneira uma comida maravilhosa, muito bem temperada e com direito a sobremesas liberadas!! Adoro!!! Depois do passeio maravilhoso, e da barriguinha cheia veio ela, a chuva, tão frequente nessa época em regiões serranas. Dia 06-01-17 – Circuito das Águas: Neste dia, o passeio era apenas às 14h. Entao aproveitamos para fazer uma trilha ecológica dentro do Cambará EcoHotel – sim, o hotel tem trilhas e mirantes. Andamos uns 2 km para começar bem o dia. Depois, rolou um almoço delicioso na Galeteria O Casarão (super recomendo o caldinho de feijão – vai ser o melhor caldinho de feijão da sua vida, sério!!! – detalhe: eles aceitam cartão, mas só a função débito). Às 14h, o guia Tio Zé veio nos buscar de Land Rover – absolutamente recomendado, pois a condição da estrada é péssima e o trajeto prevê a travessia de rios. O circuito das águas tem, no total, cerca de 120 km de extensão. Fomos ao município vizinho Jaquirana. Primeira atração do trajeto: Cascatas dos Venâncios, quatro quedas maravilhosas com um volume de água fabuloso – propriedade particular com banheiros (inclusive com duchas), área de churrasqueiras, camping e banhos nas piscinas naturais do Rio Tainhas. Depois, seguimos na estrada até um ponto que ela literalmente segue a letra S por dentro do Rio Tainhas – que não conseguimos ver, pois o rio estava bem cheio mesmo. A proposta era atravessar esse rio com a LR, mas o nível da água estiva no limite dos sinalizadores de condução que ficam pelo caminho. Tivemos que contornar e vimos uma linda queda que fica a direita do Passo do S .. pudemos observá-la apenas de cima. Linda vista! Atravessamos alguns rios que estavam baixos pelo caminho, bem divertido!! Depois, a ultima atração foi o Passo da Ilha, que de novo, não conseguimos atravessar devido ao nível de água, mas mesmo sem realizar essas duas travessias, conseguimos todos os visuais que o circuito oferece! Depois foi hora de voltar a Cambará! A duração do passeio foi aproximadamente umas 4h. Dia 07-01-17 – Cânion Itaimbezinho e Passeio de Bote: Acordamos sabendo que o dia seria cheio. Às 8h30 saímos para começar a trilha sobre o cânion mais famoso de Cambará e do Brasil, o Cânion Itaimbezinho, no Parque Nacional Aparados de Serra. Curiosidade: O nome foi dado pelos índios e significa pedra afiada em tupi-guarani. Percorremos de van os 22 km de Cambará até o parque – o que foi horrível, porque a estrada estava péssima! A ida e a volta foram partes bem chatas porque ficou muito longo e demorado, além de desconfortável para os passageiros. As trilhas desse parque são leves, solo plano, e o visual é lindo! As trilhas são: Trilha do Vértice (700 m ida, 700 m volta) e Trilha do Cotovelo (3 km ida, 3 km volta). Eu sou uma apaixonada por trilhas – se tiver um morro para subir e quanto mais obstáculos, melhor. Não foi bem este o caso, já que o caminho é bem sinalizado e quase todo em linha reta. O que compensa muito muito muito nessa trilha é o visual, com pinheiros nativos e rochas avermelhadas em toda extensão. Existem vários pontos de observação pelo caminho, onde é possível observar as paredes do cânion e várias quedas, entre elas a cascata Andorinhas. Lá de cima, é possível observar um rio bem longe, Rio do Boi, onde foi a nossa aventura do dia seguinte, dentro das paredes do cânion!! Voltamos para o EcoHotel, porém não deu tempo de almoçar, devoramos as geleias de mocotó e barrinhas de cereais que tínhamos levado e seguimos as 15h para o passeio de bote. Depois de percorrer 6 km em um van, encontramos o ponto de entrada no Rio Camisas.. o passeio – que não é um rafting, e sim um floating –, consistiu na descida de 4km dentro deste rio e levou, aproximadamente 2h. Maravilhoso. No início do passeio começou a chover, mas a chuva não durou muito .. logo abriu um solzinho para nos acompanhar no trajeto. Vegetação nativa, alguns trechos com adrenalina, duas áreas para dar um mergulho, além do bom humor do guia Josemar! Bom demais! Sem dúvidas, um dos melhores passeios dessa trip! Não tem muito o que dizer sobre ele, apenas que o visual é incrível e é um daqueles passeios que a gente fica bobo de como a natureza é fenomenal! Super super super recomendo! Dia 08-01-17 – Trilha do Rio do Boi: Enfim chegou o dia do passeio mais puxado e desafiador da nossa trip. Saímos as 8h com destino a Praia Grande-SC, onde a trilha do Rio do Boi começa. Mais uma vez, péssimas estradas e não, não coloque seu carro de passeio para fazer o trajeto. Fomos num Jipe Toyota Bandeirante que pulava tanto, mas tanto! O solo é muito pedregoso, com grandes valas! São 40 km de Cambará do Sul e a estrada que liga Cambará até essa cidade catarinense é muito ruim! Mas muito ruim mesmo! Você vai ver como esses 40 km ficam longos, juro que não estou exagerando! A Trilha do Rio do Boi é feita dentro da fenda do Cânion Itambezinho e corresponde a parte baixa do Parque Nacional Aparados da Serra. Chegando lá, hora de começar nossa aventura de dia inteiro. Essa trilha é um bate e volta pesado de 15 km de extensão, considerada de alto grau de dificuldade. A maior parte da caminhada é feita nas pedras que margeiam o rio e cobrem seu leito. Há ainda necessidade constante de atravessar o rio e em alguns pontos a profundidade de água chegou a altura da cintura, sem falar na força da correnteza de alguns trechos, condições exigem bastante mobilidade física. Levamos 7h para concluir esse passeio. Ah, vale lembrar que para realizar essa trilha é necessário levar um documento de identidade e é obrigatório o acompanhamento de um guia. É necessário usar polainas nas canelas, pois os primeiros 4 km da trilha são percorridos mata fechada e há grandes chances de ver cobras, pincipalmente Jararacas. Também a possibilidade de você não ver a cobra, e acabar pisando nela – sim, eu pisei , mas tudo ocorreu de forma bem tranquila . A partir daí o caminho segue pelo leito do Rio do Boi, por cima das muitas pedras do leito do rio e que dificultam, e muito, a jornada. Foram 9 travessias realizadas pelo rio, e nessas horas, o grupo dava as mãos, para que a corrente permitisse alcançar o equilíbrio e vencer a força do rio. Essa trilha é linda demais da conta e possui inúmeras cascatas e diversas piscinas naturais escondidas entre os paredões gigantescos do famoso Cânion Itaimbezinho. Nadamos em duas delas! O banho nas águas geladas fez valer a pena todo o esforço da caminhada. A sensação de estar dentro de um Cânion, com aqueles paredões de 750 m de altura é surreal, e é nessas horas que a gente percebe o poder da natureza, e se sente umas formiguinhas diante da grandeza dos paredões rochosos. Essa é uma das trilhas mais lindas que já fiz na vida!!!! Ah, se você ainda está na dúvida se você vai molhar os tênis, sim você vai! Então leve um calçado e roupas extras para encarar o longo e enjoado trajeto para casa, cansado, e talvez com dor – meu caso, porque meu pescoço estava me matando – mas pelo menos sequinho. Dia 09-01-17 – Trilha do Rio Malacara: Depois de estarmos mortos com farofa por causa da Trilha do Rio do Boi, foi hora de encarar nosso último passeio, a trilha do rio Malacara! Malacara também é um cânion enorme, porém a parte alta é propriedade particular e o acesso estava proibido quando fomos. Por isso fizemos apenas a parte baixa. Saímos as 8h numa VW Parati, e pegamos o mesmo trajeto para Praia Grande! Prometo que não vou mais falar mal da estrada (chega de mimimi ), mas por incrível que pareça, esse foi o carro mais confortável! Muito macio! Super recomendo escolher uma Parati para passear por Cambará! Te poupa dores no pescoço! Sabíamos que essa trilha é bem mais leve que a rio do boi – apenas 4h de caminhada em mata e também em pedras – e então encaramos! Hora de vestir a polaina, sim também tem cobras – vimos uma Jararaca dormindo enroladinha na pedra, linda linda! Não precisa de guia, mas é super aconselhável ir com um. A caminhada é semi-moderada, para não dizer leve e alguém me xingar depois! As primeiras travessias são feitas em água bem rasa, e na parte mais funda do trajeto, você molha seu joelho, se você for baixinho .. O ponto máximo da trilha é a Piscina Natural do Malacara, linda linda! E dá pra apenas tomar banho ou dar vários mergulhos. Quando vai chegando perto da Piscina, a trilha fica um pouco mais difícil por ter pedras maiores, mas nada assustador e dura pouquinho tempo. Rapidinho a recompensa vem! Depois dessa aventura light, porém linda, retornamos para Cambará. O almoço nessa cidade é só servido até às 15h e como retornamos às 16h para o centro, nos contentamos com um pão pizza e um misto quente na padaria! A noite, voltamos a jantar na Galeteria O Casarão – claro, fechar a viagem com chave de ouro!!!! O céu este dia em Cambará estava lindo lindo lindo demais da conta! Que cidade apaixonante! Dia 10-01-17 – Retorno: Depois de um café da manhã maravilhoso no EcoHotel, Deixamos a cidade .. 10h de viagem estavam nos aguardando novamente. Ficou o gostinho de quero mais! Essa viagem nos rendeu momentos maravilhosos, fotos lindas, amigos incríveis! Cambará do Sul é realmente muito lindo e apaixonante! Vale a pena demais conhecer e ficar um tempinho. Aproveitamos muito bem o passeio. Inesquecível. Se você está em dúvidas de ir ou não, de todo meu coração dou o conselho: se joga! Você não vai se arrepender!!!
  9. Oii Vf! Acabei de voltar da travessia.. acabei indo sábado novamente .. dessa vez dormi por lá! Então, o frio está toleravel, a temperatura mais baixa que peguei lá durante a madrugada foi 1ºC! Levei alguns agasalhos e fiquei bem! Só não esqueece de levar alguma coisa pra proteger o rosto (nariz, bochechas) .. na hora do nascer/por do sol vai precisar! Espero que vc tenha sorte com o tempo! Eu peguei um tempo aberto apesar do frio! Essa segunda vez que estive la foi linda demais!
  10. Fiz a travessia em um dia só .. meu relato ta aqui: travessia-petropolis-x-teresopolis-em-um-dia-t128028.html
  11. Pelo que entendi, sim! O abrigo é aberto para quem acampa utilizar banheiros e cozinha, pelo menos antes da reforma do Abrigo do Açu era assim. Depois da uma olhadinha lá no site, pra ter certeza, Marcio!
  12. Hahahah pelo visto foram dois dias que renderam muitas historias. Nao cheguei a ir em Portais de Hercules tbm não.. esse trecho desvia do caminho da travessia e como teríamos que descer ainda aquele dia mesmo, não fomos. Tenho que ir la tb, inclusive! Serra Fina ta na lista de desejos hein! Dependendo da epoca super animo! Quando vc vai?
  13. Oi Higor! Sim, voltei domingo a noite. Se pegar um tempo bom, tranquilo de pegar BR e estradinha de terra, dá pra curtir em um fds sim. Sai de Petropolis 5h da manha de sabado. 8h30 estava tomando café em Lima Duarte! No domingo, chegamos a noitinha em casa! So eh bom ter em mente que não da pra fazer os tres trajetos em um fds nao, a nao ser que faca rapido.. agora pra poder curtir, com calma, o aconselhavel eh 1 dia por trajeto.. Mas nao fica com duvida nao! Ibitipoca vale a pena demais!!!! *-* Fui duas vezes e to louca pela terceira ja!
  14. Ta bem Marcus, pode chamar la no wpp, mais facil! Pois eh, Douglas.. com cargueira fica bem mais complicado.. essa travessia eh extensa pra caramba. Imagino o sofrimento, chegar a barragem e andar mais 3km aquele momento que você já não aguenta mais e ta andando so no automatico mesmo hahaha Poxa chuva?! Conseguiu pegar tempo aberto la em cima do Sino? Pensa em voltar? Se for, pode chamar que volto tb! (:
  15. Oii Marcus! Então, eu estou lá no grupo do wpp e tudo, mas não conseguirei ir, pelos dias. Segunda, terça e quarta.. me quebra lá no trabalho. Tava tentando pegar uns dias de recesso, mas o momento não tá favorável. Se quiserem dicas ou conversar sobre o trajeto, só me falar.. agora ir mesmo, terá que ficar pra uma próxima, um final de semana, férias, feriado.. Vocês vão adorar a travessia.. só venham preparados para o frio, que nessa madrugada aqui na cidade fez 3.3°C!..
  16. Travessia Petrópolis x Teresópolis em 1 dia! Não vou narrar muito sobre os atrativos do percurso, porque isso já tem vários relatos por ai, sem falar que você terá a oportunidade de vislumbrar esse visual único que a travessia Petro x Tere proporciona quando passar por lá.. vou tentar me ater aos eventos que são menos narrados a respeito desse caminho. Começou com a proposta de fazermos um bate e volta nos castelos do Açu, no Parque Nacional Serra dos Órgãos – Sede Petrópolis. Rapidamente a ideia evolui para fazermos os 33 km da travessia em apenas um dia. Uma pessoa sem juízo nenhum sugeriu a loucura, e ainda encontrou mais três que topassem a empreitada. O melhor da travessia de um dia, é que você consegue ir com uma mochila de ataque. O cansaço do final do dia foi pela extensão percorrida, e não pelo peso da cargueira. Fizemos a compra do ingresso pela internet, no site do parque (http://www.parnaso.tur.br/), afinal a bilheteria do parque abre às 8h e nossa intenção era começar a jornada às 6h. É legal dizer que pra quem está interessado em fazer a travessia em um dia, compra-se o ingresso referente à alta montanha no parque, ou seja, utilizar o link para caminhada de Bate e Volta Açu. A taxa referente à travessia foi de R$24 e mais um acréscimo de R$2.40 para outras taxas do site. Total: R$26.40. O pagamento é feito via PagSeguro e é necessário imprimir e levar para entrar no parque a aprovação do pagamento que você recebe no email, além de um arquivo pdf que o site dispõe chamado de Termo de Resposabilidade e outro denominado Normas. SEM ESSES ARQUIVOS A ENTRADA NO PARQUE NÃO É PERMITIDA (para compras de ingressos online). De posse dos ingressos, era só esperar o sábado chegar. No sábado o dia começou bem cedinho. Pequei em não ter tomado um café da manhã reforçado, mas não queria me atrasar. Enchi a mochila de comes e bebes e fui. Começamos a subir às 6h30, e lá fomos nós. Os primeiros 7km são os mais dificieis da travessia, pois a subida é forte nesse trecho inicial, e ainda passa por um trecho enjoadinho de subir, denominado Isabeloca, bem íngreme e cansativo - Curiosidade: esse nome foi dado por causa da princesa Isabel, que supostamente, visitava o local. Os Castelos do Açu possuem uma beleza de tirar o fôlego. Ainda faltava muito caminho pela frente. Lanchamos e continuamos nossa trajetória. Foi nessa hora que o tempo ameaçou a fechar, o que nos desanimou um pouco porque perderíamos todo o visual da cadeia de montanhas de Terê. Graças a Deus a preocupação não durou muito tempo. As nuvens apenas nos enganaram mesmo. O próximo objetivo era o Sino. 8 km de onde estávamos até lá. Essa parte do caminho exige certa habilidade técnica para ser percorrida, por causa das descidas em paredões bem inclinados e subidas pesadas. O ideal para esse trecho é que o tempo esteja aberto, pois com névoa fica fácil perder a direção da trilha. Inclusive existem vários vários vários (já disse vários?!) totens espalhados pelo caminho, que ajudam demais na caminhada, além das setas no chão (amarelas, para quem vai de Petrópolis para Teresópolis e branca, para quem faz o caminho contrário). É nessa parte do caminho que tem a descida do Vale do Cristal, onde é necessário descer como se fosse Papai Noel descendo uma chaminé e também é onde tem o Elevador, uma escada de ferro com cerca de 50 metros de altura, que exige habilidade e equilíbrio, além de disposição e força no braço. É também entre o Açu e o Sino que se encontra o famoso Cavalinho, uma pedra na vertical onde para passar é necessário montá-la, como quem monta na garupa de um cavalo. O agravante é o abismo que há abaixo da pedra, que assusta um pouco a quem tem medo de altura. Finalmente chega-se a Pedra do Sino, onde é possível ter um lindo visual de 360° da região montanhosa que rodeia o local. Essa Pedra é a pedra mais alta da Serra dos Órgãos e o visual ali de cima, foto nenhuma é capaz de mostrar com fidelidade. É lindo demais, é arrebatador. Um dos visuais mais lindos que pude vislumbrar nessa vida como trilheira. A descida do Sino é bem enjoadinha, pois é em zigue-zague e por vezes, deu aquela sensação de: “não estou saindo do lugar.” São 12 km nessa brincadeira, com as pernas já supercansadas, e só na luz das lanternas, pois o sol estava se pondo quando começamos a descida. Concluídas as 13h de travessia (sim, isso mesmo, 13 horas andando andando andandooooo ), chegamos a barragem, onde estava um amigo nos esperando de carro para fazer o resgaste. Foi um momento lindo.. tiveram momentos que pareciam que a travessia não ia acabar. No domingo, pós-trilha, eu não era ninguém. Foi dia de descansar. A travessia foi extremamente incrível, e cansativa na mesma proporção. Quero logo fazer de novo, mas agora em mais dias, pra conseguir ver o nascer e por do sol. Mas vale a pena demais o desafio de um dia, pela superação, pra conhecer o caminho, pra ir leve e só curtir mesmo.
  17. Oii galerinha! Então, resolvi narrar minha aventura do ultimo final de semana: Parque de Ibitipoca! Sobre o trajeto: Moro em Petrópolis-RJ. Sai de casa as 5h de sábado. O trajeto Petrópolis x Juiz de Fora é super tranquilo, estrada ótima. Dois pedágios ida, dois volta, R$11.20 cada um. A estrada Juiz de Fora x Lima Duarte não é tão boa quanto a primeira, mas não chega a ser ruim não. Lima Duarte x Ibitipoca é o trecho mais chatinho. A maior parte é em estrada de terra (aproximadamente 27 km). Choveu no dia anterior a minha ida e no dia da volta.. conclusão: muita lama no caminho. Fui de carro 1.0, um celtinha. As subidas são semi-ingremes, não são tão dificeis de fazer, e o trecho que era considerado o pior, hoje tem uma espécie de asfalto, facilitando o deslocamento. Acredito que o maior problema não foi o torque do carro pra subir.. ele aguentou bem, embora tenha exigido um pouco de habilidade do motorista.. a grande dificuldade é a altura do carro. Ir com um carro mais baixo que um celtinha fica mt complicado, porque arrastamos umas três vezes no chão.. Tem que prestar atenção na entrada de Lima Duarte para Ibit. No mais tudo tranquilo. A viagem de JF até Ibit levou cerca de 2h. É importante lembrar que não há postos de gasolina em Ibiti. O último local de abastecimento fica na entrada de Lima Duarte. Pra quem vai do Rio, é só se manter na BR-040 até a BR-267, e seguir nessa última sentido Caxambu até a entrada de Lima Duarte. Sobre o parque: Que é lindo todo mundo já sabe, não preciso dizer. Então vamos aos detalhes. A entrada custa R$20, estudante paga meia. Estacionamento também sai a 20 dilmas. Dá pra parar o carro do lado de fora do parque, de graça, só anda um pouquinho a mais (mas o que são 600 m pra quem vai andar mais de 40 km?!). O parque abre as 7h, fecha às 18h para quem não vai acampar lá dentro. Pra quem vai, o toque de recolher é às 22h (ou seja, nada de vila depois desse horário). É muito bem sinalizado, e tem restaurante e lojinha de lembraças lá dentro. Com relação a mochila: alem de uma bolsa grandinha com suas coisas, leve uma pequena, de ataque, para não ficar carregando peso excessivo nas caminhadas. Cometi esse erro e levei uma mochila só.. conclusao: tive que deixar um monte de coisa jogada dentro do carro e subir com uma 43L apenas com água, lanche e anorak para ataque. Não preciso dizer também sobre repelente e protetor solar, mas é bom alertar, principalmente sobre o primeiro. Por ser quente, e ter um tipo de vegetação meio cerrado meio mata atlântica, é um ambiente propício para proliferação de mosquitos e, inclusive, foram relatados alguns casos de zica por lá. É importante levar uma lanterna potente pra conseguirmos fazer a exploração das grutas. Sobre o camping: Fiquei em um camping chamado Canto da Serra, a 1km de distância do parque. Bem estruturado, ótimos banheiros e chuveiros, água quente, fogão pro pessoal usar. Paguei R$25 o dia. Porém, na semana santa eles estão metendo a mão.. está saindo a R$50 o dia. Minha sugestão para nossa ida é o camping do Mariano, que irá cobrar metade do preço para o mesmo feriado, e fica na metade do trajeto Vila x Parque. Infelizmente não consegui conhecer, mas sei que não tem fogão. Tem água quente e a área é bem plana. Além de possuir uma cantina no local para café da manhã e refeições. O carro pode ser estacionado bem ao lado da barraca, o que é ótimo pra gente. Não estava frio, apesar das tardes/noites terem sido chuvosas. Se a barraca não entra água, dá pra dormir tranquilamente. Sobre as refeições: O parque vende almoço. O prato, self service custa R$30, só que não achamos que a comida valia a pena. Estava muito básica para sair a esse preço. Comemos na vila. Descobrimos um restaurante incrível que serve diversos pratos de comida top até as 18h a R$26. Almoçamos nos dois dias. Fazemos a caminhada até umas 16h e íamos almoçar. O parque também conta com uma cantina, onde podemos comprar água, e lanches. Não é preciso carregar muita coisa não. Tem um mercadinho bem legak na vila quando precisarmos repor o estoque de comida. Durante a noite teve porção de pastelzinho e pizza, além das degustações de cachaça. Uma mais diferente que a outra: tinha de Danoninho, paçoca, Ovomaltine, acai .. Cada garrafa a R$30. Sem falar no Bar do Firma, que é atração por lá e infelizmente não deu tempo de conhecer. Pão de canela é simplesmente incrível! Custa R$5 e é uma ótima opção para café da manhã, por exemplo. A casa da Tia Maria é mt fácil de achar (ainda bem)!! Ah, já ia esquecendo! Embora lá não tenha bancos para retirar dinheiro, tá todo mundo aceitando cartão de débito. A grande maioria dos estabelecimentos (arriscaria dizer todos) possui uma máquina de cartão. Essas foram minhas impressões e dicas pra quem pretende passar um fds por lá! Só mais uma coisa: é uma viagem barata, e que vale a pena demais da conta!
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