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Gilcea

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  1. Siena, ao sair vitoriosa frente aos Florentinos na famosa batalha de Montaperti em 1260, assistiu a um prodigioso florescimento artístico e cultural, sobretudo por mérito do governo dos Nove. As principais atrações de Siena estão reunidas em um labirinto de ruas e vielas ao redor da Piazza del Campo, que tem forma de leque. Uma das maiores praças medievais da Europa, a Piazza fica no meio das dezessete comunidades da cidade. A antiga rivalidade existente entre elas é lembrada, de dois em dois anos, no Palio. Nas ruas, podem se ver os símbolos das paróquias em flâmulas, placas e entalhes, demonstrando a lealdade dos moradores à Contrada onde nasceu (bairro). Trata-se de uma Piazza única na Europa, pois possui um formato de concha diferente das demais que são um retângulo. No local onde está a Piazza del Campo funcionou um Fórum Romano e depois foi o principal mercado durante grande parte da história antiga de Siena. Ela começou a ganhar sua forma atual em 1293, quando o Conselho dos Nove, grupo que governava Siena na época e permaneceu no cargo por quase setenta anos, começou a adquirir terras com a ideia de criar uma grandiosa Piazza Cívica. A pavimentação com tijolos vermelhos foi iniciada em 1327 e completada em 1349, com nove segmentos distintos projetados para lembrar a autoridade do Conselho dos Nove. A Piazza se tornou o centro vital da cidade, um cenário de execuções, touradas e do festival de Palio. Cafés, restaurantes e belos Palácios medievais como o Palácio Público, a Torre del Mangia rodeiam a Praça. O Palácio Público data de 1250, foram feitos alguns acréscimos sem prejuízo da manutenção do seu estilo e fachada. Hoje, funciona no local a Câmara Municipal. A Torre del Mangia (Capela) foi erguida na parte superior para cumprir um voto dos sieneses durante a peste de 1348. Iniciada em 1352 por Domenico d'Agostino, a Torre foi terminada por volta de 1376 por Giovanni di Cecco. O seu nome deriva de Giovanni di Duccio chamado de "Mangiaguadagni' ou simplesmente "Mangia", que foi um dos primeiros encarregados da Câmara Municipal de tocar os sinos. No extremo norte da Piazza há a Fonte Gaia. A Catedral O primeiro testemunho acerca do início da construção do Duomo de Siena remonta a 1136, quando foi confiada a uma comissão especial de cidadãos a construção da Catedral. A fachada da Catedral foi construída em dois estágios. A parte inferior foi iniciada em 1284 e construída em estilo românico, por Giovanni Pisano. A exuberante fachada representa profetas, filósofos e apóstolos. Em 1288, a janela em forma de rosa, um vitral foi instalado na área do coro, a partir de desenhos de Duccio. O trabalho na parte superior da fachada foi iniciado em 1376 por Giovanni di Cecco, a partir de um projeto inspirado na Catedral de Orvieto em estilo gótico. No canto esquerdo da fachada há uma inscrição do século XIV, marcando o túmulo de Giovanni Pisano. Ao lado está uma coluna com a loba amamentando Rômulo e Remo, símbolos de Siena. Conta a lenda que Senius e Aschius, filhos de Remo, fundaram Siena. O púlpito de Siena, feito em mármore de Carrara, foi esculpido em 1265, por Nicola Pisano e seu filho, Giovanni Pisano, bem como seus assistentes Arnolfo di Cambio, Lapo di Ricevuto e vários outros artistas. É a obra mais antiga da igreja. Nicola Pisano ganhou essa encomenda a partir de seu trabalho no púlpito de Pisa. O projeto de Siena é mais ambicioso e é considerado sua obra-prima! Dentro do Duomo há inúmeros afrescos do período de 1200 a 1350, são lindos, alguns são originais, ou seja, nunca foram restaurados. A Casa de Santa Catarina Nesta casa viveu Caterina Benincasa (1347-1380), apaixonada intérprete da exigência de renovação da Igreja, foi canonizada por Pio II e proclamada por Pio XII em 1939 co-padroeira da Itália. No século XV a casa da Santa foi transformada em Santuário. Desculpem pela demora em dar início aos posts da viagem, é que fica difícil parar de ver essas maravilhas para descrevê-las! Bem, vou fazer outros posts de outras cidades da Toscana que visitei. Também falarei sobre Veneza e Milão, e, é claro vários posts sobre Roma! Passei um dia inteiro em Siena,mas achei pouco, a cidade merece que sejam dois dias de visitação porque ela é linda e conservadíssima! Ah! Não deixem de visitar também o Hospital de Santa Maria della Scala, o Baptistério (fica separado do Duomo) e o Palácio de Chigi-Saracini. Diariamente publico fotos na página do face https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?ref=bookmarks . Curta nossa página! Veja este post com muitas fotos e inúmeros outros sobre a Itália, Espanha e Portugal em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/
  2. Roma é uma cidade maravilhosa para quem gosta de história e arte! Chegamos em Roma de trem vindo de Veneza. Nos hospedamos há uns 400 metros da Estação Termini no Best Western Hotel Universo, na Via Principe Amedeo 5B. O hotel é próximo à estação, mas sem a vista daqueles camelôs. O fato de estar próximo a estação tem o lado positivo de conseguir almoçar, jantar e comprar lembrancinhas mais baratas. É enorme a diferença entre almoçar em frente a Praça Espanha e almoçar próximo à estação Termini. Bem, chegamos a tarde, então, fizemos um passeio de reconhecimento pelo centro e é claro quis ver logo o Coliseu! Depois visitamos a Piazza Venezia e a Basílica de Santa Maria em Aracoeli, linda!!!! No dia seguinte visitamos o Coliseu, Monte Palatino, Arco de Constantino, Fórum Romano, Mercado de Trajano (incrivelmente preservado!), Fontana de Trevi, Fontana del Tritone na Piazza Barberine, Piazza di Spagna e Fontana Barcaccia. Este dia foi muito puxado! Mas, só foi possível porque compramos o Roma Pass (retiramos no dia da chegada na estação Termini), vale muito não enfrentar fila e ainda poder utilizar o metro para ir nos lugares mais distantes!!! Neste dia visitamos a Igreja de Santo Inácio de Loyola, Panteão, Mercado del Fiori (comprei um azeite trufado maravilhoso!) onde almoçamos. Neste dia paramos um pouco mais cedo para comprar umas lembrancinhas e a noite jantamos na Osteria La Cabonara, simplesmente maravilhoso! Comida fresca com preço justo e um lugar super aconchegante. Veja na página eu recomendo o endereço e detalhes para reserva http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/p/eu-recomendo.html . O Panteão está conservadíssimo! O edifício foi encomendado por Marco Vipsânio Agripa durante o reinado do imperador Augusto (27 a.C.–14 d.C.) e reconstruído por Adriano por volta de 126 d.C. Sua planta é circular com um pórtico de grandes colunas de granito que está coberto por uma enorme cúpula de caixotões de concreto com uma abertura central (óculo) descoberta. Quase dois mil anos depois de ter sido construído, esta cúpula é ainda hoje a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo. A altura até o óculo e o diâmetro da circunferência interior são idênticos, 43.3 metros. É uma das mais bem preservadas estruturas romanas antigas e permaneceu em uso por toda a sua história. Desde o século VII, o Panteão tem sido utilizado como uma igreja, dedicada à "Santa Maria e os Mártires" chamada oficialmente de Santa Maria dei Martiri. Aproveitando que ainda estávamos no terceiro dia do uso do Roma Pass com transporte gratuito, pegamos o metrô e fomos para a Piazza del Popolo (Praça do Povo), depois visitamos a Ilha Tiberina (em forma de barco), bairro Trastevere e a Boca da Verdade. No dia seguinte fomos ao Vaticano, compramos os ingressos antecipadamente e fizemos reserva de horário. quando chegamos lá a fila estava enorme, mas nós simplesmente entramos direto! Vale muito à pena! Sobre o Vaticano (Museus, Capela Sistina, Praça São Pedro e Basílica) eu falarei em outro post, caso contrário, este ficará imenso. Bem, no dia seguinte, passamos a manhã inteira na Villa Borghese que é um excelente lugar para caminhar e relaxar num ambiente tranquilo e silencioso com uma lindíssima vista de Roma. É uma área enorme de lazer com muitos Museus. Depois fomos visitar uma pirâmide, é isso mesmo! Roma também tem uma pirâmide, chama-se Pirâmide Cestia, assim chamada por Caio Cestio que ordenou a construção aproximadamente no ano 12 a.C., período sucessivo a conquista do Egito por parte do Império Romano. No penúltimo dia em Roma decidimos fazer um bate-e-volta até Pompeia, eu adorei! Os detalhes estão em um post específico http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/pompeia-2015-chocante.html. É chocante!!! Desculpem por não postar as fotos aqui, é que não sei como postar, sem falar que são muitassss fotos. Veja o artigo completo em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/roma-cidade-eterna-em-7-dias.html Com certeza voltarei à Roma! Há outras Igrejas que visitei, depois farei um post sobre as Igrejas que mais gostei na Itália. Curta nossa página no face, sempre posto novidades sobre viagem para Europa! https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes
  3. Gilcea

    Blog de viagem - Uzi Por Aí

    Olá Pessoal! Meu nome é Gilcea, mas pode me chamar de Gil. Sou carioca, administradora e advogada, embora viva no Brasil, sou apaixonada pela Europa! Adoro viajar, adoro descobrir coisas novas, adoro vinho, adoro gastronomia, e, como vocês irão perceber quando acessarem no blog, amo a Itália!!! Considero que a felicidade e viajar estão diretamente relacionados, por isso decidi dividir com vocês as minhas experiências. Espero que gostem! O link do blog é http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/
  4. Antes de falar sobre a minha experiência de um dia em Pisa, gostaria de ressaltar desde já que Pisa não é só a Torre e o Duomo, como muitas pessoas pensam. Acredito que essa impressão seja causada porque muitas pessoas vão à Pisa e soltam na estação de trem San Rossore, a 5 minutos da torre. Descendo nessa estação você somente verá o Campo dei Miracoli onde saltam os olhos a Torre e o Duomo. Nós fizemos diferente: descemos na estação Pisa Centrale, no centro da cidade. A viagem é facílima de fazer por conta própria. Os trens rápidos à estação Pisa Centrale levam apenas uma hora; de lá você sai caminhando (menos de meia hora), ou pega um ônibus (LAM Rossa ou Linha 4). Viajando com o trem regional, você leva um pouco mais tempo (1h25min), e pode ir até a estação Pisa San Rossore (uma estação após Pisa Centrale). Nós fomos de trem regional pagando 8 euros, como podem ver abaixo, mas, decidimos descer em Pisa Centrale para ir no ponto de informações turísticas, bem pertinho da estação, para comprar um mapa da cidade. Bem, a famosa Torre de Pisa é o edifício mais conhecido do Campo dei Miracoli (Campo dos Milagres) originalmente, foi construída como um Campanário do Duomo, cuja construção foi iniciada por Buscheto em 1064. Hoje a Catedral é considerada um dos mais belos Edifícios em estilo romântico de Pisa na Toscana, com sua fachada com quatro fileiras de colunas e mistura de intrincadas arcadas falsas. O túmulo de Buscheto fica no quarto arco da fachada. Outras características marcantes do interior são o túmulo de San Ranieri (são Ranieri de Pisa foi proclamado padroeiro dos viajantes e da cidade de Pisa) e os portões de bronze de 1180, com relevos de Bonanno Pisano, o primeiro arquiteto da Torre. No interior da Catedral destacam-se o púlpito esculpido de 1302 a 1311 por Giovanni Pisano, o túmulo do Imperador Henrique VII, de 1315, de Tino da Camaino, e um mosaico de Cristo majestoso, na abside, concluído por Cimabue em 1302. Aqui cabe um detalhe especial para os amantes da arte: Pisano após construir o púlpito de Pisa (lindo!) recebeu o convite para construir o do Duomo de Siena (espetacular!), que vocês podem conferir no post sobre Siena em http://europaemdetalhes.blogspot.it/2015/05/siena-uma-linda-cidade-medieval.html. O Batistério circular começou a ser erguido em 1152, em estilo romântico, sendo concluído em um século, em estilo gótico mais ornamentado, por Nicola e Giovanni Pisano. O primeiro fez em 1260 o púlpito de mármore do interior, esculpido com relevos da natividade, adoração do Reis Magos, apresentação, crucificação e juízo final. Os pilares que o sustentam tem estátuas das virtudes. Nós compramos bilhetes para visitar o Batistério e o Duomo, mas poderíamos ter subido na Torre pagando um pouquinho mais. Ao todo são seis atrações que precisam comprar ticket no Campo dei Miracoli, nós pagamos 5 euros cada pessoa para os dois pontos turísticos. As outras atrações são o Campo Santo Monumentale, Museo dell'Opera del Duomo e o Museo delle Sinopie. Cruzando a cidade (o percurso é feito praticamente em uma única via larga para pedestre, cheia de lojas e prédios lindos, que atravessa o rio até chegar na Torre) da estação Pisa Centrale até a Torre você vai se deparar com muitos pontos turísticos! São mais de 11 Museus, mais de 20 Igrejas, mais de 5 Praças e mais de 8 Palácios, enfim, há muito o que ser visto. Mas, se você está com pouco tempo ou decidiu combinar Pisa com Lucca, o ideal é soltar bem pertinho da Torre mesmo. NOTA: Veja essa e outras dicas no meu blog http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/pisa-muito-alem-da-torre.html Arrivederci!
  5. Olá pessoal, Na nossa viagem à Itália separamos 8 dias inteirinhos para Roma - já adianto que faz jus ao título de Cidade Eterna! Farei um post específico sobre Roma e outro sobre o dia que passamos no Vaticano (Praça São Pedro e Basílica, Capela Sistina e todos os Museus do Vaticano). Mas, neste post falarei sobre Pompeia. Se prepare para fortes emoções! Como Chegar É muito simples chegar à cidade de trem. Pegamos o trem Ítalo na estação Termini (novo trem de alta velocidade), que estava um pouco mais barato que os trens de alta velocidade da Trenitália, até Nápoles. Ida e volta para duas pessoas custou 113 euros. Ao chegar em Nápoles, desça as escadas da estação e procure placas indicando "Circumvesuviana" (rota das cidades próximas ao Vesúvio). Pegue o trem em direção a Sorrento (na Napoli Garibaldi) e desça na estação Pompei Scavi - Villa dei Misteri. Você compra o bilhete em qualquer banca de jornal na própria estação , custa 2,60 cada trecho (5,20 euros ida-e-volta). Se prepare para não se decepcionar porque esses trens são muito inferiores aos demais. Chegando em Pompeia pegue um mapa no ponto de informações turísticas (você vai precisar!) e compre seu ingresso (13 euros) A Cidade Bem, Pompeia foi uma cidade do Império Romano situada a 22 km da cidade de Nápoles, na Itália, no território do atual município de Pompeia. A antiga cidade foi destruída durante uma grande erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C., que provocou uma intensa chuva de cinzas que sepultou completamente a cidade. Observem que a erupção do Vesúvio foi algo raro de se acontecer, uma vez que as erupções, como regra geral, expelem lava que destrói rapidamente tudo o que se tem pela frente. Antes de visitar Pompeia assisti um documentário maravilhoso com pesquisadores e cientistas, inclusive, o maior especialista sobre vulcão, no qual explicam (consolidam a teoria) que as pessoas não morreram cobertas por lava. Veja o documentário que é muito interessante! Assistindo o documentário você estará melhor preparado para visitar a cidade e irá direto aos locais mais interessantes. A sinalização das atrações deixa um pouco a desejar, por isso é importante se preparar antes de ir. Pompeia é enorme, se não souber o que visitar ficará um pouco perdido e exausto! Aproveito para dizer que, infelizmente, se você tem dificuldade de locomoção, não vá a Pompeia porque a acessibilidade é zero. Use um calçado confortável e que você não tenha muito carinho por ele, pois ficará cheio de poeira. Segue o link do documentário Descoberta apenas no século XVIII!!! Uma das coisas mais intrigantes é que Pompeia se manteve oculta por 1600 anos, até ser reencontrada por acaso em 1748. Cinzas e lama protegeram as construções e objetos dos efeitos do tempo, moldando também os corpos das vítimas, o que fez com que fossem encontradas do modo exato como foram atingidas pela erupção. Desde então, as escavações proporcionaram um sítio arqueológico extraordinário, que possibilita uma visão detalhada na vida de uma cidade dos tempos da Roma Antiga. Lugares a serem visitados Em Pompeia há restaurante e é bem servido de banheiros. Mas, senti falta de maiores informações sobre os pontos de maiores destaques. Também achei um pouco difícil localizar os 88 pontos que estão no mapa. Então, ao chegar procure os seguintes locais: Granal dei Foro, Terme del Foro, Casa del Fauno, Lupanare (constate a fama erótica de Pompeia), Teatro Grande, Anfiteatro, Casa e Thermopolium di Vetuzio Placido, Casa di Casca Longus, Terme Centrali, Villa dei Misteri, entre outros. Visitei todos esses locais e achei os mais interessantes. Não consigo postar fotos aqui no mochileiros, vejam maiores detalhes e fotos no blog http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/pompeia-2015-chocante.html Lá há vários posts sobre a Itália e outros países da Europa, vocês vão gostar! Isso é porque apenas uma parte pequena de Pompeia foi escavada, estima-se que a maioria das pessoas mortas estão fora da área escavada. Se você gosta de história antiga, não deixe de ir a Pompeia, você vai ficar impressionado! Ah, não deixe de assistir o documentário, é fundamental para facilitar a sua viagem! Arrivederci!
  6. Milão, a linda capital da Lombardia! Bem, nossa viagem à Itália começou por Milão, pois fomos de milhas da TAM e a Tam só voa direto para Milão saindo do aeroporto de Guarulhos. Chegamos em Milão, no aeroporto de Malpensa, dia 17, no dia 19 fomos para Veneza de trem. Nossa viagem ainda contemplou Florença mais bate-e-volta pela Toscana, Roma e Pompeia. Todos os detalhes da viagem estão em vários posts no meu blog http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/05/milao-2015.html Ao chegar no aeroporto, lá estava Vanessa da Scuderia Moro Milano http://www.scuderiamoromilano.com nos esperando, conforme combinado. Ela e o marido são super agradáveis, estão em Milão há 10 anos e possuem uma empresa que fazem tour, transfer e os tradicionais passeios de Ferrari. vamos combinar que chegar em um país pela primeira vez e ter um brasileiro lhe esperando, onde você não tem domínio da língua, onde o aeroporto é gigante e longe do centro, é tudo de bom!!! Bem ficamos hospedados no Hotel Palladio, 8, Porta Romana, 20135 Milano – Itália . Gostei do Hotel, mas tem que andar uns 20 minutos para chegar ao Duomo, mas há opção de pegar o bonde 24 (tram) ou metrô, mas preferimos ir a pé para ver a vida na Itália longe dos points turísticos. A relação custo benefício é boa. Pagamos 90 euros a diária. Considerando que chegamos no Hotel às 15h do horário local, tomamos banho e fomos bater perna! É claro que a primeira visita foi no Duomo (Grátis) que é lindo demais! Parece maior e mais bonito que em qualquer foto que eu já tenha visto! No seu interior, não deixe de notar uma Meridiana (no chão, perto das portas), os vitrais que contam a história de santos e o evangelho, a famosa estátua de São Bartolomeu dissecado no fundo da nave direita e a cripta de São Carlos embaixo do altar. A catedral possui 135 agulhas e 3.200 estátuas em sua fachada. E no topo da torre mais alta, está a Madonnina: uma estátua da Virgem protetora da cidade, toda banhada a ouro. Nas suas portas de bronze, baixos-relevos contam a vida da Virgem e a história da própria cidade. Internamente pode-se ver o símbolo da família Visconti – uma serpente engolindo um homem – no belo rendilhado das janelas. Não deixe de ver o tesouro, sob o altar, contém trabalhos medievais em ouro e prata, resquícios do batistério do século IV. Ah! Pertinho da Catedral também tem uma gelateria maravilhosa, chamada Cioccolati Italiani Depois entramos na Galeria Vittorio Emanuelle (Grátis), onde fiz a simpatia do saco do boi para trazer sorte! É conhecida com il salotto di Milano (Sala de Visitas de Milão). A galeria tem forma de cruz, com um centro octogonal adornado com mosaicos que representam os quatro continentes. A característica mais marcante desta construção é o telhado de vidro, coroado por um domo central. O telhado foi a primeira estrutura na Itália a usar metal e vidro como parte da estrutura e não apenas como decoração. A Galeria é belíssima! Estava acontecendo uma exposição chamada caleidoscópio com fotos da restauração da Galeria e fotos tiradas pelas pessoas após ela pronta, adorei! Bem na Praça fica o Museu Novecentos, onde há a coleção municipal de arte contemporânea. Logo a seguir atravessando a Galeria há muitas lojas lindas e restaurantes, andando uns 100 ou 200 metros chega-se a Praça Scalla, onde fica o Teatro Scalla. O Teatro possui uma fachada neoclássica, mas dizem que o seu interior é onde está todo o esplendor, infelizmente não assistimos nenhuma apresentação porque não dava tempo. Como estávamos com fome, pois o fuso horário dá uma confusão enorme em nosso organismo, estamos com 5 horas a mais! Bem, decidimos ir até o bairro de Brera: o antigo bairro dos artistas e da casas de prostituição até os anos 50, hoje é um dos metros quadrados mais caros da cidades com seus bares, restaurantes, lojas e galerias com esculturas, tapetes e muitas arte. Em Via Fiori Chiari, você pode decidir parar para o almoço com um panino (sanduíche) ou uma salada no histórico Bar Brera ou nos restaurantes da rua, como o milanesíssimo Nabuco ou, um pouco mais para frente na rua, o mais moderno Fiori Chiari Plates. É sempre em Brera, que ficam também os Ristorante Al Pozzo (bom e baratíssimo) e o modernoso Pisacco. Pinacoteca de Brera: Nada melhor depois ao almoço e da descansada, que retornar a descoberta de Milão com obras de Caravaggio, Mantegna, Raffaello, Bellini, Hayez e outros grandes nomes, no maior museu da cidade. Realmente vale investir um pouco do seu dia para conhecer essa maravilha. Depois voltamos para o Hotel. Pela manhã pegamos o bonde (tram) nº 9 bem pertinho do Hotel direto para a Plaza do Duomo porque eu tinha que ver aquela obra exuberante de novo! Aproveitei para dar uma olhadinha na Zara, mas não comprei nada porque preferi deixar para comprar em Roma, ao final da viagem. Para comprar o bilhete , basta ir a qualquer banca de jornal e pedir um biglietto urbano, custa 1,50 e só serve para uma viagem ou compra o outro bilhete para o dia inteiro que que custa em torno de 4 euros. Quando você o insere na máquina dentro do tram ele recebe um número no verso. No blog tem muitas fotos, inclusive do bilhete do tram e a máquina que você precisa validar o bilhete, se um fiscal aparecer e pedir o bilhete, se não tiver validado, receberá uma multa em torno de 50 euros! Bem, da Plaza do Duomo fomos à pé até o Castello Sforzesco que se transformou ao longo dos tempos em residência ducal na metade do século 15 e viu seus anos de fama como uma das cortes mais refinadas do Renascimento durante o período que Leonardo da Vinci viveu e trabalhou por alí, afrescando uma das salas. Hoje, o castelo abriga vários museus municipais de grande importância. Vale a pena entrar pelo menos no Museu de Arte Antiga e contemplar a sala afrescada por Leonardo e a Pietà Rondanini di Michelangelo, que fica no final do percurso. Infelizmente os Museus estavam fechados. Então, passeamos pelo Castelo e fomos em direção ao maior parque da cidade, o Parque Sempione, antigo bosque de caça da família ducal nos tempos áureos do castelo. O parque fica exatamente atrás do Castelo. De lá tomamos a direção do bairro Navigli e paramos na Igreja Santa Maria Delle Grazie para ver o Cenáculo (A última Ceia pintada por Da Vinci), mas o refeitório onde fica a enorme pintura estava fechado (quase todos os Museus fecham as segundas). Bem, fomos caminhando até chegar ao bairro Navigli: outro bairro popular da cidade, com suas casas de balaustras debruçadas em pátios internos e que hoje concentra inúmeros bares e restaurantes onde locais se refugiam depois do expediente para o famoso ritual do aperitivo. O dia foi longo e cansativo, mas antes de se despedir de Milão, escolhemos um dos bares e relaxamos com um Spritz (um clássico milanês) e uma pizza! Obs: Aqui vai um detalhe, a pizza na Itália é do tamanho de uma prato raso grande, como se fosse uma pizza média aqui do Brasil. Apenas uma única vez em Florença eu comi uma inteira, em todas as outras vezes dividi com o meu marido. Mas, o italiano come uma pizza inteira! Depois, foi só pegar o bonde nº 9 e voltar para o Hotel. Para quem gosta de comprar coisas de grife, vale visitar o Quadrilátero da Moda. ou Quadrilátero de Ouro: Formado pela Via Montenapoleone, Via Della Spiga, Via Sant’Andrea e Via Borgospessos, é nesse quadrilátero que encontram-se todas as grifes italianas e de outras partes do mundo. Roupas, jóias, sapatos, peças de design e muitos objetos de decoração. É a região mais famosa de Milão para compras de grifes. Outlet em Milão 10 Corso Como Outlet: A loja mais hypada de Milão também tem um outlet próprio itinerante, pertinho da loja principal, onde ela venda peças de grife de outras coleções a preços mais em conta. Veja no site se o outlet estará funcionando na época que você estará lá. website: http://www.10corsocomo.com Via Tazzoli, 3 20154, Milão Il Salvagente: Esse “outlet” é na verdade uma mega loja que vende itens de grifes como Armani, Blumarine, Brunello Cucinello, Burberry, Celine, Diane Von Furstenberg, Dolce & Gabanna, Pucci, Fendi, Gucci, Isabel Marant, Missoni, Moncler, Paul Smith, Prada, Ralph Lauren, Stella McCartney, Valentino. E fica na cidade de Milão. website: http://www.salvagentemilano.it Matia’s Outlet: Loja com conceito de outlet urbano, dentro da cidade de Milão, no charmoso bairro de Brera, com uma seleção de grifes famosas. É um queridinho dos locais. Piazza Mirabello 4, Milão, Itália . Espero que tenham gostado! Há no face um album com todas as fotos tiradas em Milão (mais de 200). Aproveitem e curtam nossa página do face feita com carinho para todos que querem conhecer nossas experiências de viagem, escrevemos o que pensamos, nosso blog e o face não possui fins lucrativos, https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?ref=ts&fref=ts Arrivederci!!!
  7. Oi! Em Salamanca ficamos hospedados em um Hostal bem localizado e com avaliação acima de 8 no booking, veja no link http://www.booking.com/hotel/es/escala-luna.pt-pt.html?aid=376389;label=Hoteis-0kTaupyJHdsCSjDyYwvcNwS69917757058%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap2663.000%3Aac%3Aap1t1%3Aneg;sid=df44ca111862140fbcf2b4eb7d183e34;dcid=1;checkin=2015-07-17;checkout=2015-07-19;dist=0;srfid=2ebaaa1bc97ad31beae2456f65ed746411b85d26X34;type=total;ucfs=1& Boa Viagem!
  8. Oi Pessoal, O nome do tópico na verdade é Florença e 4 bate e volta pela Toscana - Monterrigioni, Siena, San Gimignano e Pisa em 2015. Siena estava repetido duas vezes, desculpem!
  9. Monteriggioni e San Gimignano são cidades próximas e imperdíveis de serem visitadas como um bate-e-volta de Firenze! Há fotos no meu blog de toda a viagem feita em maio/junho 2015 pela Itália. Não consigo postar as fotos neste relato, ainda não entendi o porquê... Bem, optamos por não alugar carro nessa viagem, por isso, para ir até Siena (incluindo guia em Siena e o bilhete de entrada do Duomo), Monteriggioni e San Gimignano (incluindo uma degustação de vinho e azeites), contratamos um passeio da empresa Sightseeing que custou 45 euros por pessoa. Eu havia pesquisado passeio similar na empresa Viator para comprar ainda no Brasil, mas achei um pouco salgado. Realmente, comprar em Firenze saiu mais barato. Não deixem de ler outros posts de bate-e-volta de Firenze como Pisa (facílima de ser visitada sozinha de trem) e Siena nos links abaixo: http://europaemdetalhes.blogspot.it/2015/05/siena-uma-linda-cidade-medieval.html http:// http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/pisa-muito-alem-da-torre.html'>http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/06/pisa-muito-alem-da-torre.html O ônibus saiu de uma Praça na rua lateral da estação de trem principal, uma guia foi nos acompanhando e explicando os pontos turísticos que passamos em Firenze até a primeira parada em Monteriggioni. Monteriggioni é uma verdadeira joia medieval no topo de uma colina. Construída em 1203 tornou-se 10 anos depois em um posto militar. Altas muralhas, com 14 torres fortificadas, foram construídas para proteger as fronteiras do norte de Siena contra invasões florentinas, e ainda hoje rodeiam totalmente a cidade. Pode-se ver melhor as intactas muralhas a partir da estrada Colle di Vald'Elsa. Dentro da fortificação, a cidade oferece pouco mais que uma grande Praça, uma bela igreja românica, algumas casas, poucas lojas de artesanato, restaurantes e enotecas, onde podem ser comprados muitos dos vinhos Castello di Monteriggioni produzidos lá. Depois fomos para Siena, mas há um post específico, informado acima, sobre Siena pois há muita informação importante sobre a cidade! A fundação de San Gimignano remonta a tempos antigos. Segundo a lenda, em 63 aC dois irmãos, Muzio e Silvio, dois jovens patrícios que escapam de Roma após a sua implicação na conspiração de Catilina, abrigada em Vald'Elsa e construiu dois castelos: o Castelo de Mucchio e o Castelo de Silvia, que se desenvolveria no futuro San Gimignano. O primeiro documento histórico mencionar o nome da cidade é datado de 30 de agosto 929, quando Ugo di Provenza doado ao bispo de Volterra o chamado Monte da Torre "prope Sancto Geminiano adiacente" (ao lado de San Gimignano). O nome de San Gimignano provavelmente vem do bispo de Modena. Segundo a lenda, durante as invasões bárbaras do santo apareceu milagrosamente nas muralhas da cidade, e salvou a cidade de ameaça de Totila. - Conheça mais sobre a história da cidade em: http://www.sangimignano.com/en/art-and-culture/town-history.asp#sthash.VKSdEneE.dpuf San Gimignano[ é uma das preciosidades da Toscana. Seu conjunto arquitetônico medieval, restaurado a partir do século 19, funciona como um impecável cenário para os visitantes que circulam pelos cafés, lojas e restaurantes de suas ruelas. Entre os edifícios de destaque no complexo está o Duomo, igreja românica que data do século 12, conhecida também por abrigar um belo acervo de obras de arte, que passa pelas esculturas de madeira de Jacopo della Quercia e pelos afrescos de Benozzo Gozzoli. No lado esquerdo da praça, fica o o Palazzo Podesta, conhecido também como “Palácio do Povo”, sede da prefeitura e do Museo Civico, rico em obras de arte compiladas a partir do século 14. À direita aparece a maior das torres remanescentes da cidade (hoje só restam cerca de 13 das mais de setenta que chegaram a ser construídas por famílias rivais) de onde se pode contemplar as belezas toscanas. Para fechar o dia: degustação de vinho na Ternuta Torciano em San Gimignano, A família Giachi produz vinho desde 1720. A degustação foi com 6 vinhos diferentes, entre branco e tinto, como o Chianti clássico, Brunello de Montalcino, Cavaliere "Super Tuscan", dentre outros, além do melhor azeite trufado que já experimentei na vida! Além da Toscana, fomos à Milão, Veneza e Roma! CIao! Visite o blog para ver relatos de minhas viagens pela Europa http://europaemdetalhes.blogspot.com e curta nossa página no face https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?fref=ts
  10. Gilcea

    relato Os ncantos da cidade do PORTO - Portugal

    Em 2013, tive o prazer de conhecer esta cidade portuguesa: Porto está situada no noroeste de Portugal, que é capital da região Norte e da Área Metropolitana do Porto, tendo também sido a capital da província do Douro Litoral e da região de Entre Douro e Minho, sendo a sede de um município com 41,42 km² de área, com uma população de 237 591 habitantes (2011) dentro dos seus limites administrativos, subdividido em sete freguesias. A cidade metrópole, constituída pelos municípios adjacentes que formam entre si um único aglomerado urbano, conta com cerca de 2 100 000 habitantes, o que a torna a maior do noroeste peninsular. Porto é a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (200 a.C.), quando se designava de Portus Cale, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense, de onde se formou Portugal e de onde, mais tarde, se construiu o Império Português, visto que foi construído, maioritariamente, por pessoas da Região Norte. É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, pelas suas pontes e arquitetura contemporânea e antiga, o seu centro histórico, classificado como Patrimônio Mundial pela UNESCO, pela qualidade dos seus restaurantes e pela sua gastronomia. Pontos Turísticos: Ponte Luis I sobre o Rio Douro Popularmente também chamada Ponte D. Luís, é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1888, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia (margem norte e sul, respectivamente) separadas pelo rio Douro, em Portugal. Esta construção veio substituir a antiga ponte pênsil que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projeto do engenheiro belga Théophile Seyrig, que já tinha colaborado anteriormente com Gustave Eiffel na construção da ponte Maria Pia, ferroviária. Caves do Vinho do Porto (Vila Nova de Gaia) Erguendo-se frente ao centro histórico do Porto na margem sul do rio Douro, as Caves do Vinho do Porto são uma importante atração turística. Este vinho doce e fortificado é produzido a partir das uvas cultivadas na região do Douro e enviado para as caves de Vila Nova de Gaia, onde é preparado e envelhecido. Os visitantes poderão escolher entre as mais de 50 caves à beira-rio para descobrir as dezenas de variedades de Vinho do Porto, que é hoje um dos mais famosos do mundo. Sé Catedral A imponente Sé do Porto foi concluída no século XIII, embora tenha sofrido muitas alterações ao longo dos séculos. Com belas talhas, pinturas, esculturas, tesouros de arte sacra e uma rosácea românica, além da bonita Capela Batismal, revestida de mármores policromos, e belos azulejos barrocos no claustro e varanda, este é sem dúvida um monumento espetacular! Torre dos Clérigos Esta torre sineira de estilo Barroco foi concluída em 1763 e domina o centro antigo da cidade. É a mais alta do gênero no país, e os visitantes podem subir os seus 225 degraus para admirar a vista. A adjacente Igreja dos Clérigos é um excelente exemplo de síntese dos estilos arquitetônicos Barroco e Rococó e exibe uma elaborada fachada, belas talhas e um notável órgão de tubos de 1774. Casa da Música Projetada para o evento Porto Capital Europeia da Cultura em 2001, a Casa da Música é uma dinâmica e moderna sala de concertos dedicada à criação e celebração da música. É também um importante centro cultural com visitas guiadas, workshops, um restaurante e vários bares onde os visitantes podem descontrair. A grande diversidade de eventos abrange desde o jazz à música clássica e da atuação de DJs internacionais a espetáculos de musicais. Palácio da Bolsa Exibindo uma imponente fachada neoclássica, o antigo Palácio da Bolsa do Porto foi construído no século XIX. A sua mais famosa atração é o Salão Árabe, de exuberante estilo mourisco e inspirado no Palácio de Alhambra, em Granada, muitas vezes usado como sala de recepção de chefes de Estado visitantes. A majestosa decoração do interior inclui esculturas, pinturas e frescos da autoria de muitos mestres portugueses. O edifício abriga ainda numerosos eventos culturais e exposições, possuindo também um restaurante. Museu de Serralves Rodeado por vastos jardins usados para eventos ao ar livre, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves ocupa um moderno edifício projetado pelo arquiteto Álvaro Siza Vieira. Dispõe de uma notável coleção de obras nacionais e internacionais posteriores a 1960, e organiza uma grande variedade de eventos culturais, entre os quais concertos e workshops educativos para crianças. Antiga Cadeia da Relação A antiga e austera sede do Tribunal da Relação é um dos edifícios mais emblemáticos da história do Porto. Iniciada em 1765, a estrutura de formato triangular foi concebida para abrigar também a prisão do tribunal, à qual deve hoje o nome. Numerosas personalidades passaram pelas suas celas, incluindo Camilo Castelo Branco, que escreveu o seu famoso romance Amor de Perdição enquanto esteve aqui detido. Desde 2001, o edifício abriga o Centro Português de Fotografia, mas continua a manter muitos dos traços originais. Edifício do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto O edifício do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto encontra-se no coração do centro histórico do Porto e abriga a instituição responsável pela qualidade e autenticidade dos vinhos do Douro. No átrio de entrada, em pedra, podem apreciar-se as mais importantes datas da história da produção desses vinhos. Há ainda um espaço dedicado à sua promoção, que inclui visitas guiadas aos laboratórios de ensaios, provas de vinhos e uma loja. Jardim de São Lázaro Remontando a 1834, o Jardim de São Lázaro é o mais antigo jardim municipal do Porto e encontra-se repleto de antigas tílias, magnólias e acácias, além de canteiros, belas esculturas, um coreto e um chafariz em mármore que pertenceu ao convento de São Domingos. Jardim do Passeio Alegre Situado nas margens da foz do Douro, este belo jardim romântico foi inaugurado em 1870 e possui árvores centenárias. O seu chafariz, desenhado por Nicolau Nasoni, é um monumento nacional, e o café Chalé Suíço foi um importante lugar de encontro de intelectuais no final do século XIX. Ladeado de belas avenidas com palmeiras, antigas araucárias e muitas outras plantas, o esplendor e beleza poética do Jardim do Passeio Alegre tornam-no um dos mais apreciados pelos portuenses. Citânia de Sanfins (Paços de Ferreira) As ruínas pré-romanas da Citânia de Sanfins constituem um dos achados arqueológicos mais importantes da península Ibérica. O sítio ocupa mais de 15 hectares e apresenta numerosos vestígios do Neolítico, que incluem muralhas, edifícios, estradas e instalações balneares. Há também achados da era romana, como pedras gravadas e cerâmica. O Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins fica nas proximidades e é dedicado à conservação deste notável patrimônio histórico. Termas de São Vicente (Penafiel) As Termas de São Vicente são famosas pelas águas de propriedades terapêuticas, especialmente no tratamento de problemas respiratórios e circulatórios. Situadas a cerca de 45 km para leste do Porto, são um excelente local para fazer uma pausa revitalizante e desfrutar dos seus tratamentos de spa tradicionais ou inovadores, além das ótimas instalações de hidroterapia. Museu Municipal Abade Pedrosa (Santo Tirso) Ocupando as instalações de um antigo mosteiro beneditino, este museu municipal dispõe de quatro salas dedicadas aos achados arqueológicos recolhidos pelo Abade Joaquim Pedrosa no século XIX. As peças expostas dão testemunho das civilizações e culturas que se instalaram na região desde a Pré-História até à Idade Média. Ah! Não deixem de verificar as dicas do roteiro de Lisboa e da cidade de Viseu em: http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/pretende-morar-fora-do-brasil-que-tal.html e http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/lisboa-em-3-dias.html Curtam nossa página no face https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?fref=ts
  11. Bem, essa viagem teve seu ponto de partida saindo de carro de Viseu rumo à Madri. Nossa primeira parada foi Salamanca onde dormimos uma noite. Salamanca é uma das cidades espanholas mais ricas em monumentos da Idade Média, do Renascimento e das épocas clássica e barroca, Por isso discordo quando sugerem fazer um bate-e-volta de Madri, é uma cidade que vale à pena dormir uma noite para aproveitá-la com mais calma. Dentre suas inúmeras construções belíssimas destacam-se as catedrais velha e nova, o Palácio da Salina, o Palácio de Anaya, o Palácio de Monterrey, a Casa das Conchas, o Convento das Senhoras (Convento de las Dueñas). O Museu Diocesano, o Museu Catedralício, o Museu Universitário e o Museu das Senhoras são outras referências culturais da cidade, além de suas duas universidades. A atual vida cotidiana de Salamanca centra-se na Praça Maior (Plaza Mayor). Essa praça, edificada entre 1729 e 1755, é o centro e o principal símbolo da cidade. Salamanca foi escolhida para Capital Europeia da Cultura em 2002, sendo o seu centro histórico Patrimônio da Humanidade desde 1988. A cidade tem a fama de ser o lugar onde se fala o castelhano mais puro da Espanha. UNIVERSIDADE PÚBLICA DE SALAMANCA A Universidade de Salamanca é a mais antiga da Espanha e de toda a Europa! Tanto assim que foi a primeira da Europa a adquirir o título de universidade. A fundação da Universidade data do ano 1218 por el-rei Afonso X. A instituição levou cerca de dois séculos para conseguir contar com edifícios próprios onde ministrar a docência. Até ter edifício próprio, as aulas eram ministradas no claustro catedralício do templo magno da cidade, em casas arrendadas ao cabido e na igreja de San Benito. Durante o reinado de Afonso X, o Sábio, foram comprados os primeiros edifícios e a construção das Escuelas Mayores, o edifício histórico da Universidade, a partir do ano 1411. Curiosidades sobre a Universidade: Entre muitas outras questões pioneiras em diversos ramos do saber, coube, ao claustro dessa Universidade, discutir a viabilidade do projecto de Cristóvão Colombo e as consequências que adviriam da veracidade das suas afirmações. Uma vez descoberta a América, nele se discutiu sobre o direito dos indígenas ameríndios a serem reconhecidos com plenitude de direitos pessoais, algo revolucionário para a época. Nele, também se analisaram, pela primeira vez de forma sistematizada, os processos econômicos, e se procedeu ao desenvolvimento da ciência do direito. Para além das contribuições pioneiras para a ciência, a Universidade de Salamanca foi um importante foco humanista e a principal fonte de que se nutria a administração da monarquia hispânica para criar e manter o seu Estado e a administração imperial que lhe estava associada. Matemáticos de Salamanca estudaram a reforma do calendário por encargo do papa Gregório XIII e propuseram a solução que, posteriormente, foi adotado. Veja a foto da linda biblioteca! PLAZA MAYOR Construída entre os Séculos XVII e XVIII é uma das mais grandiosas da Espanha. Do lado leste fica o Pavilhão Real, decorado com um busto de Filipe V, que construiu a Praça. Na minha humilde opinião, a Plaza Mayor de Salamanca é mais bonita que a de Madri!!! PONTE ROMANA A Ponte Romana ou Puente Romano sobre o rio Tormes foi construída no século 1º d.C., ainda mantém 15 dos seus 26 arcos originais. Dela se tem uma linda vista da cidade. CASA DAS CONCHAS A Casa de Las Conchas é uma Biblioteca e é identificada pelo muro com pedras em forma de conchas. É um edifício em estilo gótico, cuja construção iniciou-se em 1493. CATEDRAL VELHA DE SALAMANCA A Catedral Vieja de Salamanca é uma das duas catedrais existentes na cidade de Salamanca. Foi fundada pelo bispo Jerónimo de Perigord. A sua construção teve início no primeiro terço do século XII, prosseguindo até o século XIV. Sua arquitetura possui influências românicas e góticas. É dedicada a Santa Maria da Sede. A catedral apresenta planta de cruz latina e três naves de estilo românico, arrematadas por abóbadas de transição a estilo gótico. A porta principal, ainda que tenha perdido parte de seu valor artístico original, ainda conserva duas estátuas, representando cenas da Anunciação, uma de cada lado. Quando ela foi reformada em 1992, o arquiteto responsável acrescentou uma pequena estatueta de um astronauta, em homenagem ao astronauta russo Iuri Gagarin, o que gera uma certa polêmica para as pessoas que não sabem da reforma, principalmente na internet. Eu tirei a foto do astronauta! A Catedral é estupidamente linda! É a mais bonita de todas as Igrejas que visitei na Espanha! Possui um Órgão imponente e lindo! CATEDRAL NOVA DE SALAMANCA Salamanca é um dos poucos lugares do mundo católico que tem duas catedrais. Várias igrejas, sim, mas duas catedrais não costuma acontecer. A catedral velha está a par da catedral nova, no bairro antigo da cidade espanhola. De estilo gótico, levaram quase dois séculos em construí-la: desde o séc. XVI até XVIII. A entrada à catedral nova é gratuita, mas para a catedral velha, o seu claustro e o museu, é preciso pagar 4,25 euros. CONVENTO DE LAS DUENAS Considero o claustro do convento de las Duenas ama das edificações mais linda de Salamanca. Foi fundado em 1419. Esculturas de demônios, caveiras e rostos atormentados nos capitéis do belo claustro de dois andares contrastam com os delicados entalhes da virgem. O número de esculturas barrocas que enfeitam as suas arcadas e balastres é impressionante, mais ainda se levarmos em consideração o perfeito estado de conservação de prédio e de suas obras. Uma visita absolutamente imperdível. Dica: Não deixe de comprar os doces vendidos pelas freiras! Espero que tenham gostado! Qualquer dúvida é só comentar! Vejam as fotos e outros relatos de viagem em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/salamanca-espanha-em-2-dias-ou-bate-e.html e https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes
  12. Oi Pessoal, Vou dividir este post em dois, ok? Agora vou falar de Madri, onde passei 3 noites maravilhosas! Roteiro detalhado: DIA 1: Centro antigo, Palácio real, Plaza de Espanha e templo de Debod Primeira parada: Puerta Del Sol Segunda parada: O convento das Descalzas Reales Terceira parada: Plaza Mayor e Mercado San Miguel Quarta Parada: Catedral da Almudena & Palácio Real de Madri Quinta Parada: Don Quixote e seus amigos na Plaza de España Sexta Parada: Templo de Debod – o pôr do sol mais lindo de Madri Dia 2: Museu do Prado, Museu Thyssen-Bornemisza, Parque do Retiro e Chueca Primeira parada: Museu do Prado Segunda parada: Museu Thyssen-Bornemisza Terceira parada: Parque do Retiro Caminhada pela Gran Via, Chueca & arredores Dia 3: Museu Reina Sofia, Plaza de Castilla, Real Madrid e tarde livre para compras! Primeira parada: Museu Reina Sofia Segunda parada: Plaza de Castilla Terceira parada: Real Madri Vamos aos detalhes! Madri, a capital espanhola, é uma cidade super diversa, viva e vibrante e repleta de coisas para ver e fazer. Prepare-se para se encantar com o centro antigo, se perder nos corredores do Palácio Real, experimentar tapas maravilhosas regadas a um bom vinho, se impressionar com o tamanho da Guernica de Picasso e muito mais! Neste roteiro super caprichado, percorremos os principais pontos turísticos da cidade e desvendamos alguns segredos de Madri. Vamos começar? Dia 1: Centro antigo, Palácio real, Plaza de Espanha e templo de Debod; Dia 2: Museu do Prado, Parque do Retiro, Chueca e Tribunal; Dia 3: Museu Reina Sofia, Bairro Literário, Plaza de Castilla e Santiago Bernabeu; Dia 4: Bate e volta pelos arredores de Madri. Escolher entre Segóvia, Toledo, El Escorial, Ávila ou Salamanca. OBS: Eu fiz este roteiro de 3 dias. Mas, não fiz bate-e-volta, na verdade, eu vinha de Viseu (Portugal) de carro, e fiz essas cidades no meio do caminho, com exceção de Segóvia por não haver tempo. Salamanca eu optei por passar uma noite porque é espetacular!, veja o post de Salamanca em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/salamanca-espanha-em-2-dias-ou-bate-e.html'>http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/salamanca-espanha-em-2-dias-ou-bate-e.html O primeiro dia é para aproveitar suas pernas descansadas e caminhar pelo centro histórico de Madri passando por algumas das praças mais lindas da cidade. Almoçamos no Mercado San Miguel, visitamos a Catedral da Almudena, o Palácio Real e terminamos o dia no templo de Debod. Bem, nosso passeio começou junto à estátua "El Oso y el Madrono" que fica na entrada da Rua Alcalá, pois ficamos hospedados no Hotel Francisco I, em Arsenal 15, Centro de Madri, ao sair da portaria do Hotel e caminhar uns 100 metros para a direita nos deparamos com a estátua. A localização do Hotel foi maravilhosa para fazermos quase todos os passeios de Madri a pé. Sem falar que o calçadão onde fica o Hotel (não passava carro) é bastante movimentado, tem farmácia, mercadinho, barzinhos, shows de tango e muitas atrações. Tinha até um Bob Esponja brasileiro brincando com as crianças em frente à estátua do Urso para ganhar uns trocados tirando fotos. A Puerta Del Sol é um dos locais mais famosos e concorridos da cidade espanhola de Madrid. É neste local que se encontra desde 1950, o quilometro zero das estradas espanholas. O edifício mais antigo da Puerta del Sol é a Real Casa de Correos (construída pelo arquiteto francês Jaime Marquet entre 1766 e 1768) e nele destaca-se o relógio da torre que foi construído e doado no séc. XIX por José Rodriguez de Losada, e que faz tradicionalmente a contagem decrescente para a entrada do novo ano todos os 31 de Dezembro. O nome “puerta” (porta em português) vem dos tempos em que a cidade era murada. Sol era uma das antigas portas de entrada da cidade. Alguns pontos que você deve visitar: O Urso de Madri: O mascote da cidade é um urso fofinho que tenta comer os frutos de uma árvore de Madronheiro. A estátua se chama “El Oso y el Madroño” e fica na entrada da Rua de Alcalá (bem pertinho da cervejaria MariBlanca). Estátua de Carlos III: A estátua na frente do prédio da prefeitura, é Carlos III, rei da Espanha entre 1759 e 1788, e responsável por grande parte da urbanização da cidade. O rei é conhecido como o grande“ prefeito de Madri”, talvez seja por isso que sua estátua esteja bem em frente da prefeitura. A doceria La Mallorquina: Uma das doceiras mais tradicionais da cidade fica no número 8 da Praça do Sol. Entre, veja as vitrines e se quiser experimente as trufas ou os croaissaints. Nossa próxima parada é no Monasterio das Descalzas Reales, um dos mosteiros mais antigos e tradicionais da Espanha. As freiras vivem em clausura absoluta, e por isso, o convento só pode ser visitado em tours guiados. Ainda que você não faça o tour a praça merece a visita. O churros do San Ginés Dalí, siga para o San Ginés (Pasadizo San Ginés, 5), um café da época de Enerst Hemingway que serve os tradicionais churros com chocolate. Nossa próxima parada é a Plaza Mayor, uma das praças mais lindas da Europa. Reparem no formato dos prédios e nas suas pinturas. Essa praça foi palco de alguns dos maiores acontecimentos da história da cidade e estes acontecimentos estão retratados em 4 grandes lustres de ferro que ficam nas extremidades da praça. Vá até um deles e repare nas ilustrações. A praça é muito animado especialmente aos domingos de manhã pelo mercado de filatelia e de moedas antigas que se instalam sob os seus átrios. No seu centro encontra-se a estátua de Filipe III, idealizador das obras da praça. Veja a panorâmica tirada a noite! Do ladinho da praça está um dos meus mercados preferidos da cidade, o incrível mercado San Miguel. Caminhe pelas bancas repletas de comidas gostosas e escolha uma ou duas para almoçar. A graça aqui é provar várias coisas diferentes, uma de cada barraquinha. Você vai ficar louco com tanta variedade! Terminada a comilança, é hora de caminhar até a Catedral de Madri. Para chegar lá, siga reto pela Calle Mayor até a porta da igreja. A Catedral da Almudena é super bonita e colorida. A entrada para visita ao Museu, sacristia e subida até a cúpula custou 6 euros. O Palácio Real de Madri fica em frente a catedral e é imperdível. Faça a visita (aberto todos os dias das 10:00 às 18:00 e no verão até as 20:00 | Entrada 10 Euros) que leva em torno de 2 horas e na saída caminhe pelos jardins do Castelo que são lindos! Quem tem tempo e gosta de caminhar pode visitar o jardim Campo del Moro que fica nas costas do palácio e é lindo! Para isso, contorne as grades do Castelo fazendo um L. Nossa próxima parada é a Plaza de España onde há uma bonita fonte e Monumento a Cervante. e seus personagens Don Quixote e Companhia. A praça é uma grande explanada que cumpre funções de ponto de encontro e nó de tráfego. rodeada por prédios lindos como o Edifício Espanha e o Edifício Metrópolis. Terminaremos o dia com o pôr do sol mais lindo de Madri visto do Templo de Debod, um templo egípcio de verdade, doado pelo Governo Egito a Espanha. O templo é bonito e o contexto, é super legal: um templo mega antigo em pleno centro de Madri. Terminado o passeio você pode ou pegar um metrô para seu hostel ou subir caminhando a Grã Via. Se ainda tiver disposição para uma balada, no centro de Madri tem um monte de baladas mais turísticas – frequentadas por estrangeiros – e na região do Tribunal ficam as baladas frequentadas pelos locais. Escolha uma e divirta-se. No dia dois visitamos o Museu do Prado, o Thyssen-Bornemisza, passamos pelas alamedas do parque do Retiro, fizemos um passeio arquitetônico pela Gran Via e terminamos o dia em um dos bairros mais descolados da cidade, a Chueca. O Museu do Prado, é um dos museus de arte antiga mais sensacionais que eu já visitei e está repleto de obras de arte de Goya, Velazquez, El Grego, El Bosco, Rubens e muito mais. Como o museu é muito grande, segue uma lista com as minhas obras de arte preferidas, ou seja, aquelas que eu não sairia do Prado sem visitar. Quadros que merecem ser vistos: Salão dos Velázquez – tem os melhores quadros dele inclusive o maravilhoso “Las Meninas”. O Jardim das Delicias – El Bosco: uma obra de arte completamente fora dos padrões da sua época. Repare nos detalhes e imagine que isso foi pintado em 1500. Maja Vestida e Maja desnuda – Goya: reza a lenda que o corpo é de uma das amantes de Goya com a cabeça de outra pessoa La família de Carlos IV– Goya. Dá para comparar com Las Meninas de Velázquez. Goya também está pintado no retrato. Pinturas negras de Goya– essas pinturas foram encontradas, após a morte do pintor. Isso foi achado na parede da casa que ele morou e transpostas para o museu. Quadros bem sombrios, especialmente em época de inquisição forte na Espanha. Sala de El Greco – Ele Greco tem um estilo bem peculiar, e muito colorido. Há uma sala repleta de obras de arte dele. O Museu Thyssen-Bornemisza possui uma das mais importantes coleções privadas de arte do mundo, foi vendido para a Espanha em 1993. O Palácio do Séc. XVIII abriga obras importantes de Ticiano, Rubens, Goya, Van Gogh e Picasso. Saindo do Thyssen-Bornemisza, caminhe até o Parque do Retiro, que fica ali do lado e ande pelas alamedas sem pressa passando pelos seguintes lugares: Palácio de Cristal e Palácio de Velásquez: com sorte haverá alguma exposição bacana em um desses palácios. Se não, a vista já vale a pena. Estátua do anjo caído: Reza a lenda que esta é a única estátua européia do Diabo. Bosque dos Recuerdos: Um bosque em formato de caracol plantado em homenagem as vítimas do atentando de 2004 na estação de trem Atocha O Parterre: na minha opinião o pedaço mais lindo do parque, um jardim repleto de Ciprestes e árvores lindamente arredondadas. Na saída do Retiro, repare na Porta de Alcalá, uma das portas da época em que Madri era uma cidade cercada por uma muralha. Terminado o passeio pelo Retiro, é hora de caminhar pela Gran Via, umas das principais avenidas da cidade. A Gran Via tem alguns dos exemplos arquitetônicos de Madri e muitas boas lojas, especialmente nas proximidades com Callao. Nessa caminhada veremos os seguintes pontos arquitetônicos: Palácio de Comunicaciones: é um centro de arte e exibições que está aberto ao público. O prédio é bacana tanto por fora quanto por dentro, e merece nem que seja uma visita rápida. Todos os dias, somente entre as 17:00 e às 17:30, os terraços são abertos para visitas. A entrada custa dois euros e a vista lá do alto é espetacular. Fonte de Cibeles: Cibeles é tida como mãe dos Deuses e é um dos símbolos de Madri. A fonte já sofreu alguns danos ao longo da história, mas hoje está bonitona e restauradíssima. Banco Espanhol de crédito: Repare nos elefantes das colunas desse prédio. Adoro!!! Círculo de Bellas Artes: no topo do edifício de Bellas Artes há um belo mirante da cidade. Quem não conseguiu subir no Palácio de Cibeles, pode subir nesse e ver vistas bem bonitas. Edifício Metropoli: projetado pelos franceses arquitetos Franceses Jules and Raymond Fevrier, o prédio tem uma cúpula linda com a Deusa da Vitória no topo. Terminada a sessão arte e arquitetura, aproveitamos para experimentar as tapas (aperitivos em Espanhol) no bairro de Chueca, um dos bairros mais descolados da cidade. No terceiro dia visitamos o Reina Sofia, o incrível museu de Arte Moderna de Madri. Depois fomos para a Plaza de Castilla, e para quem gosta de futebol: Real Madri. Se sobrar um tempinho, o que foi o nosso caso já que não fomos ao Real Madri, fizemos compras na Zara. Comece seu dia no Reina Sofia (metrô Atocha) e antes de entrar no museu, explore a arquitetura exterior. Repare que o museu tem duas entradas diferentes, uma antiga e uma toda moderna que é maravilhosa com direito a escultura do Roy Lichtenstein na frente. Entrando no museu percorra os dois andares, e não deixe de visitar a ala nova. O último piso é super bacana e rende excelentes fotos. O Reina Sofia tem uma coleção excelente de Picassos, Dalís, Mirós com a graça que você nunca sabe onde eles estarão. O acervo de quadros é três vezes maior que o tamanho do museu, e isso sem falar nas exibições especiais. Para solucionar a falta de espaço para as obras de arte, elas passam por um rodízio quase que diário, com exceção da lendária obra Guernica de Picasso (maravilhosa) que não muda de lugar. OBS: Se tiver um tempo visite a Estação de Trem de Atocha que é lindíssima, em ferro e vidro com um jardim tropical enorme dentro da estação! Na parte da tarde visitaremos a Plaza de Castilla (pegue metrô para chegar até lá), comecinho do centro financeiro de Madri, e o Estádio de futebol do Real Madri. Quem estiver cansado pode fazer o trajeto entre a Plaza de Castilla e o estádio, de metrô . Quem quiser caminhar, tem bastante coisa legal para ver pelo caminho. A caminhada é super bonita e quem gosta de arte e arquitetura vai curtir bastante. Pegue o metrô até a Plaza de Castilla, famosa por ser a casa das duas torres Kio – As torres gêmeas inclinadas de Madrid. As torres Kio tem 114 metros, 26 andares e uma inclinação de 15 graus. Para evitar confusões aéreas, as torres tem seus heliportos pintados de cores diferentes: azul e vermelho. O obelisco entre as duas torres foi projetado pelo arquiteto Santiago Calatrava e tem 92 metros de altura. OBS: Se você gosta de futebol ainda pode visitar o estádio do Real Madrid. Amo Madri! Depois publico o post 2 sobre os outros lugares visitados na Espanha. Peço desculpas por não conseguir incluir as fotos, vejam outros relatos em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/ e curtam minha página sem fins lucrativos em https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?fref=ts Boa Viagem!!!
  13. LISBOA fica instalada nas colinas ao norte do rio Tejo, é rica em história e convidativa a ser visita a pé. Preparei um roteiro de 3 dias que permite ver todos os points turísticos interessantes de Lisboa. Fiquei na verdade quatro dias em Lisboa para deixar um dia só para compras, uma vez que era o período da liquidação de verão! É claro que de acordo com o seu tempo disponível e interesse você poderá fazê-lo em menos tempo ou em quatro dias. Sempre que viajamos gosto de comprar o Guia da Folha de São Paulo, mas como Portugal é mais fácil por ser a mesma língua, comprei apenas o Guia de bolso, também da Folha de São Paulo, é bem mais prático para carregar na bolsa. O Guia divide a cidade a cidade em 4 regiões, mas acho tranquilo dividir em 3 dias. Antes tudo, para fazer este roteiro a minha dica é se hospedar no Hotel Ibis Centro Saldanha, pois fica 1,2 km do centro de Lisboa. Mas, o essencial é que a estação de metrô é muito próxima e todas as vias passam pela estação Saldanha, logo, é possível fazer baldeação para qualquer lugar de Lisboa, sem falar que é uma rede com um preço muito bom! PRIMEIRO DIA – CENTRO HISTÓRICO No primeiro dia deverá sair cedo do Hotel, pois é o dia com mais lugares para visitar, ou caso queira, transforme em dois dias. Sugiro começar o passeio pelo Parque Eduardo VII. A maneira mais fácil de chegar ao Parque é saindo na Estação de Metro Marques de Pombal (Linha Azul/Amarela) ou Estação Parque (Linha Azul). Suba a colina e vá até a parte mais alta do parque para ter uma vista privilegiada do Miradouro sobre toda a cidade de Lisboa. Você conseguirá ver a famosa estátua do Marquês de Pombal (diplomata iluminista responsável pela reconstrução da cidade após o Grande Terremoto de 1755); do lado esquerdo o Castelo de São Jorge; do lado direito o famoso Bairro Alto; e ao fundo o Rio Tejo. O Parque recebeu este nome em 1903 para homenagear o Rei Eduardo VII do Reino Unido, como forma de celebrar as relações entre os dois países. No miradouro ainda existe o polémico monumento ao 25 de Abril (data do golpe de Estado militar, em 1974, que depôs o regime ditatorial) por ter uma sua estrutura fálica que jorra água para a fonte. Depois desçam até a rotunda (rotatória) do Marques de Pombal e prepare-se para uma caminhada pela Avenida da Liberdade, a principal da cidade. As calçadas em toda a extensão da avenida são feitas das típicas pedras portuguesas, com desenhos muito bonitos. Na Avenida da Liberdade estão as lojas de grandes marcas como Emporio Armani, Luis Vuitton e tantas outras. O percurso pela Avenida da Liberdade (até a Praça dos Restauradores) tem pouco mais de um quilômetro e é uma caminhada muito agradável. Mas, se você não estiver com disposição ou tempo para andar este pedaço, pode apanhar o metro na estação de Marques de Pombal e descer na estação de Restauradores, ambas na linha azul. Chegamos assim a Praça dos Restauradores , que se destaca por esse vistoso obelisco erguido em 1886 para celebrar a libertação de Portugal do controle espanhol em 1640, daí o nome Restauradores (da Liberdade e da Independência). As imagens de bronze no pedestal retratam a Vitória e a Liberdade. Os nomes e as datas nas laterais do monumento homenageiam os soldados que lutaram na Guerra da Restauração. Nesta praça está também o famoso Hard Rock Café Lisboa, o Antigo Teatro Eden e o Elevador da Glória. Apanhe o Elevador da Glória, que é um bonde elétrico que faz o trajeto colina a cima, que é muito ingrime, ligando assim a “baixa lisboeta” ao Bairro Alto. Não me recordo o preço do bilhete, mas comprei só a ida diretamente dentro do Elevador. Para os mais corajosos e bem dispostos, o trajeto é ingrime, mas é curto, por isso pode-se fazer a pé. Este “elevador” foi construído em 1885 e está funcional até hoje, por isso é uma experiência tipicamente lisboeta. Saindo do elevador, vire logo à sua direita. Você encontrará o Jardim e Miradouro de São Pedro de Alcântara. Daqui você terá uma vista magnífica sobre a baixa lisboeta e o espaço é excelente para um descanso. Saindo do miradouro, entre pela rua estreitas logo atrás do Jardim (Travessa da Cara). Bem-vindo ao Bairro Alto, um dos bairros mais antigos de Lisboa. É aqui o grande point da noite portuguesa, cheio de bares, restaurantes, adegas de vinho e boates (disco). Durante o dia o Bairro Alto é muito parado e você encontrará algumas lojas mais “alternativas”, de roupas, cabeleireiros, cafés e produtos diferentes. A noite, se você tiver ânimo, o Bairro Alto é uma excelente experiência para uma saída. Está sempre lotado, principalmente quando se aproxima o fim-de-semana. Para além disto, o Bairro Alto é um lugar que dá excelentes fotos, pois representa a Lisboa antiga, com os velhos candeeiros na rua, as roupas estendidas do lado de fora das casas e os prédios centenários no meio das suas estreitas ruas de pedra batida. Dentro do Bairro Alto não há um trajeto certo a seguir. Deixe-se perder. É uma experiência que cada um constrói de acordo com as lojas e espaços que vai encontrando pela frente. Aconselho apenas que siga sempre a descer (pela Rua Atalaia, Rua do Norte, Rua do Diário de Notícias, Rua da Rosa ou Rua das Gáveas). Qualquer uma destas ruas irá levá-lo para “fora” do Bairro Alto diretamente para a Praça Luís de Camões. É aqui que acontecem inúmeros eventos e manifestações e é o ponto de encontro para os amigos que vão seguir para o Bairro Alto. Também é nesta praça que está a Consulado brasileiro. Um quarteirão logo abaixo da Praça de Camões (basta atravessar a rua seguindo o fluxo dos turistas) você encontrará o Largo do Chiado. Um dos espaços mais míticos da cidade de Lisboa. É aqui que encontrarão a estatua do poeta Chiado, homenageado da Praça; a mais famosa cafeteria lisboeta: a Brasileira (fundada em 1905 e que se tronou um cenário intelectual, artístico e literário); e a estátua em bronze do escritor Fernando Pessoa, que era presença constante d’A Brasileira. Neste largo está também a saída do metro “Baixa-Chiado”, que é a estação mais profunda de toda a rede de metro, cerca de 45 metros da superfície (são quatro lances de escadas-rolantes e mais dois lances de escadas normais túnel a baixo). Continue a descer pela Rua Garrett e na segunda rua logo abaixo do Largo do Chiado vire à esquerda (Calçada do Sacramento). A subida é um pouco ingrime, mas o levará diretamente para o Largo do Carmo. Neste largo estão as ruínas do Convento do Carmo, construído no século XIV, que foi parcialmente destruído pelo Grande Terremoto de 1755 e onde se encontra atualmente o Museu Arqueológico do Carmo. Siga por uma pequena calçada (passeio) que surge ao lado do convento e que dá acesso ao Elevador de Santa Justa, que liga o Largo do Carmo à Baixa Pombalina. Este Elevador foi inaugurado em 1902 e tem cerca de 30 metros de altura. No alto do Elevador existe um Miradouro fantástico que dá as melhores fotos de toda a Baixa-lisboeta, do Castelo de São Jorge e do Rio Tejo. Após descer o Elevador você sairá na Rua de Santa Justa. Siga em frente e depois de dois pequenos quarteirões você cruzará com a Rua Augusta, a famosa rua que foi, durante séculos, a principal entrada de Lisboa e tem na sua extremidade o Arco da Rua Augusta. A Rua tem elevada concentração de comércio, com diversas lojas de suveniers e de grandes marcas internacionais. Vamos virar à esquerda, sentido contrário ao arco, na Rua Augusta em direção à Praça do Rossio. Esta grande Praça bem no centro da cidade de Lisboa, chama-se na verdade Praça de Dom Pedro IV. Essa Praça foi durante seis séculos o centro de Lisboa. Ali eram realizadas touradas, comemorações e execuções de hereges à fogueira. Ao centro destaca-se a estátua de Dom Pedro IV de Portugal que é na verdade Dom Pedro I para os brasileiros. Há duas grandes fontes de água (uma em casa extremidade). No lado norte da praça fica o imponente Teatro Nacional Dona Maria II, em homenagem à filha de D. Pedro. Há, ainda, o Café Nicola e o Café Suiça. Ao lado esquerdo do Teatro D. Maria II está a incrível Estação Ferroviária do Rossio. De volta a Praça do Rossio, atravesse a rua entre os prédios (próximo ao Café Suíça). Ao atravessar por este caminho você sairá na Praça da Figueira. Esta praça já foi um Hospital antes do grande Terremoto e depois albergou um Mercado Municipal. Nos anos 50 deu origem à atual praça da Figueira com a sua estátua negra de Dom João I, montado em seu cavalo. Em um dos lados desta praça está ainda a Cafetaria Nacional, fundada em 1829 e pertence à mesma família há cinco gerações, com toda a doçaria tradicional portuguesa. A partir daqui vamos entrar em Alfama (o bairro mais antigo de Lisboa), para chegar ao Castelo de São Jorge. Para isso há 2 hipóteses, que você pode escolher. A primeira é pegar o pequeno ônibus (autocarro) nº 737, que o leva diretamente até ao Castelo e custa 1,75 €. A segunda opção é pegar o típico eléctrico nº 12 (E12), também ali na Praça da Figueira, que custa 2,85 € (por viagem) e deixa-o muito próximo do Castelo (basta seguir as placas indicativas). Eu preferi o autocarro nº 737. Seja qual for a sua escolha, pelo caminho você passará ainda pela Igreja da Sé de Lisboa, mandada construir em 1150. Aqui foi batizado Santo António (o nosso conhecido santo casamenteiro). Quem tiver interesse poderá descer e conhecer a Igreja por dentro. Chegamos ao Castelo de São Jorge. O bilhete normal custa 7,50, meu filho pagou apenas 4,00. A vista do alto do Castelo é fantástica e poderá tirar fotos com canhões, estátuas e ter acesso ao alto das torres. Este castelo é da época islâmica, construído em meados do século XI. O Castelo tinha como função albergar a guarnição militar e, em caso de cerco, as elites que viviam na cidadela. Não tinha uma função de residência como a maioria dos Castelos da Europa. Depois de descer do Castelo de volta para o centro histórico de Lisboa faça o percurso a pé para conhecer um pouco mais de Alfama, você com certeza sairá pelas ruas que o levarão de volta à Rua Augusta. Desça a Rua Augusta até atravessar o Arco Triunfal que funciona como um “portão” para a parte baixa e sairá na enorme Praça do Comércio, bem a beira do Rio Tejo. É também conhecida como Terreiro do Paço. Ufa! Terminamos o primeiro dia. É só voltar de metrô para o hotel Ibis Saldanha. SEGUNDO DIA – BELÉM Para chegar em Belém você poderá pegar o Eléctrico nº 15 na Praça do Comércio (ou na Praça da Figueira) e descer na paragem “Belém”, que custa 2,85 €. Você sairá em frente à Praça Afonso de Albuquerque, onde está situado o Palácio Nacional de Belém, a residência oficial do Presidente da República Portuguesa. Caso você goste de história e política, poderá visitar o Museu e o próprio Palácio de Belém, o bilhete custa 5,00€ e há descontos para estudantes e grupos. Eu optei por não visitar o Museu Do lado direito do Palácio de Belém, está situado o Museu Nacional dos Coches, onde estão as antigas carruagens das famílias reais portuguesa e de outras personalidades, como a carruagem do Papa. Este é um museu lindo demais e o mais visitado de Portugal! Custa 5,00€, lembrando que em praticamente todos os museus há desconto para jovens. Saindo do museu, siga pela Rua Belém, passando novamente em frente ao Palácio da presidência. Você andará pouco mais de 100 m e provavelmente verá uma enorme fila no meio da calçada. Você estará na famosa Pastelaria de Belém, que vende os famosos, típicos e únicos Pastéis de Belém. Parece a ONU com gente de todo o mundo! Sem dúvida, o doce mais famoso português, produzido pela mesma família (geração a geração) e no mesmo local desde 1837. Atualmente, apenas três mestres pasteleiros da Oficina do Segredo são detentores da receita e assinam um termo de responsabilidade e fazem um juramento em como se comprometem a não divulgar a receita. Cada pastel custa cerca de 1 €. Seguindo em frente, pela rua que o levou à pastelaria, você já verá o imponente Mosteiro dos Jerónimos. A arquitetura manuelina do Mosteiro é linda! A Igreja é maravilhosa e a entrada é gratuita, você verá lá dentro os túmulos de Vasco da Gama, Luís Vaz de Camões e de outros reis e rainhas portugueses. Dentro do claustro está também o túmulo de escritor Fernando Pessoa, mas para entrar no Claustro tem de pagar. Em frente ao Mosteiro está a fantástica Praça do Império, um jardim muito bonito e cuidado, com uma enorme fonte, e também o Centro Cultural de Belém, onde acontecem eventos artísticos e culturais. Na extremidade da Praça você entrará uma escadaria para um túnel que passa por baixo da movimentada avenida e da linha do trem para chegar até o Padrão do Descobrimentos. Este monumento foi inaugurado em 1960 para homenagear os elementos envolvidos no processo dos Descobrimentos portugueses. O preço de ingresso no Padrão é de 3,00 € e permite o visitante subir de elevador até ao topo do monumento, a 50 metros de altura, e ter uma vista fantástica de Belém, da Ponte 25 de Abril e do Rio Tejo. Em frente ao Padrão dos Descobrimentos existe uma rosa-dos-ventos de 50 metros de diâmetro, desenhada no chão, uma oferta da África do Sul em 1960. Local sempre cheio de turistas tirando fotos em cima dos seus países de origem. Continue a caminhar pela avenida principal, beira-rio, até chegar ao enorme jardim, um pouco mais a frente, onde está a Torre de Belém que foi construída dentro do rio Tejo. A Torre foi concluída em 1520 e era utilizada como um forte de vigia que impedia que embarcações não autorizadas entrassem na cidade de Lisboa. O bilhete individual custa em torno de 5 €, pode ser comprado juntamente com a entrada do mosteiro. Optei por não entrar na Torre. É possível chegar perto dela e tirar belas fotos. TERCEIRO DIA – PARQUE DAS NAÇÕES O Parque das Nações é o atual nome da região onde houve a grande Exposição Mundial de 1998. Tudo o que se vê no Parque das Nações foi construído de propósito para a realização da Expo 98, criando assim uma Lisboa moderna e que contrasta totalmente com o turismo das zonas históricas da cidade. A sua arquitetura contemporânea e todo o projeto de urbanização trouxeram nova dinâmica à zona oriental da cidade de Lisboa que, em 1990, ainda era uma zona industrial. Comece o dia saindo na Estação de Metro “Oriente” (Linha Vermelha). Lembre que na estação metrô de Saldanha passam todas as linhas de metrô. Quando sair, logo irá se deparar com a magnífica estação Gare do Oriente (que abriga o metrô, a rodoviária, a estação ferroviária e os pontos de táxi). Em frente à estação está o Centro Comercial Vasco da Gama , que também tem uma arquitetura muito bonita, simbolizando um barco de Cruzeiro. Eu adoro o tema velejar, depois explico em outro post. Atravessando por dentro do Centro Comercial, você vai sair em um parque com as bandeiras de todos os países do mundo hasteadas (Parque das Nações). Siga em frente sentido ao Rio Tejo. À beira–rio você terá uma excelente vista da Ponte Vasco da Gama e da Torre Vasco da Gama. Siga pela direita, à beira-rio, você poderá andar por um deck de madeira sobre o rio Tejo. Você verá, à sua direita, um grande prédio quadrado com designer futurista, este é o Oceanário de Lisboa. O preço do bilhete é de 13,00€, mas a experiência vale a pena. É o segundo maior do mundo! O oceanário tem um aquário central gigantesco com espécies de vidas marinhas dos cinco oceanos, vivendo harmonicamente. Há ainda cenários que reproduzem na perfeição uma mata tropical e um ambiente ártico com os respectivos animais. É também no Parque das Nações que está o Casino Lisboa, o mais famoso da cidade. Ainda sobrou um tempinho para visitar o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva, um Museu dedicado à ciência com obras interativas, meu filho adorou! Sugiro, por fim, dar uma volta no Teleférico da Expo sobre o rio Tejo, e que atravessa o Parque das Nações de uma ponta a outra, com uma linda vista panorâmica lá do alto, por um percurso de quase um quilômetro, que custa cerca de 6,00 € (ida e volta). Lembrem-se de que qualquer roteiro pode ser adaptado ao seu tempo e bolso! Veja esse e outros roteiros com as fotos no meu blog http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/lisboa-em-3-dias.html Você vai encontrar roteiros para outras cidades de Portugal, Espanha e Itália, além de muitas dicas de viagem! Curta minha fan page para receber as dicas no seu face https://www.facebook.com/EuropaemDetalhes?fref=ts Boa Viagem!
  14. Oi Pessoal, Bem, eu e meu filho fomos para Portugal em voo para o Porto em julho 2013, foi minha primeira viagem para o exterior. Conhecemos a cidade do Porto que é belíssima! Escrevi todo o meu roteiro no Porto em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/os-encantos-da-cidade-do-porto.html . Escrevo sobre minhas viagens nesse blog sem qualquer finalidade comercial, apenas para dividir minhas experiências com outras pessoas, afinal não conheço nada que possa dar mais prazer que viajar!!! Depois fomos a Lisboa, onde ficamos por 3 noites. Fiz um roteiro em que dividi Lisboa em 3 regiões e consegui fazer todos os points turísticos nos 3 dias. Para viabilizar a locomoção, ficamos hospedados no Hotel Ibis Saldanha, pois todas as linhas de metro passam na estação Saldanha, sem falar que o Ibis é um hotel bom e barato! Vejam os detalhes do roteiro de Lisboa em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/lisboa-em-3-dias.html. Depois de Lisboa, fomo ao Santuário de Fátima, ah! quanta emoção! O Santuário é bem maior que a Praça São Pedro no Vaticano, todos detalhes desse trecho estão em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/santuario-de-fatima.html. Depois fui visitar minha irmã que mora região mais central de Portugal em uma cidade que se chama Viseu, cidade maravilhosa!!! Eu me mudaria para Viseu amanhã se eu pudesse... Viseu na última década foi escolhida por duas vezes como a melhor cidade de qualidade de vida para se viver em Portugal! Veja os detalhes e vídeo em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/pretende-morar-fora-do-brasil-que-tal.html. De Viseu pegamos o carro e fomos em direção a Espanha, nossas paradas na Espanha foram Salamanca, Ávila, Toledo e Madri, é claro! A Plaza Mayor de Salamanca e sua Igreja principal são inesquecíveis! Nunca vi nada igual! Para ver todos os detalhes vejam em http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/o-melhor-de-madri-em-3-dias.html roteiro de Madri em 3 dias, http://europaemdetalhes.blogspot.com.br/2015/04/salamanca-espanha-em-2-dias-ou-bate-e.html Boa Viagem! A próxima será nos próximos dias de 22 dias pela Itália!
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