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Jgrossi

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  1. Jgrossi

    Huayna Potosí

    Obrigado amigo, por falta de agenda livre ainda não fui, porém, está em meu radar como uma das próximas aventuras que realizarei... Com certeza! As informações foram muito elucidativas e tiraram algumas dúvidas que eu tinha. A distância é pouca, o desnível não seria um problema se não fosse acima dos 5K... Certamente caracteriza um grande desafio, terei que estar preparado e no dia certo. Quanto mochila de ataque, concordo contigo, quanto menos peso melhor. Até tenho uma mochilinha compacta que facilitaria muito a questão: https://www.lojaoutside.com.br/mochila-sea-to-summit-ultrasil-daypack Muito leve e compacta, certamente resolveria a questão. Estou planejando a atividade, quem sabe eu consiga uma agenda no início do próximo ano! Obrigado pelas informações!
  2. Jgrossi

    Huayna Potosí

    Senhores, Tenho algumas perguntas acerca da escalaminhada ao cume do Huyana Potosí, se alguém puder me ajudar, ficarei muito grato! 1º - Do acampamento base, onde o pessoal passa a noite na véspera do ataque, qual a distância percorrida e quantos metros de ascensão entre o acampamento e o cume? 2º - Vejo a lista de equipamentos necessários, listados por agências, no entanto, acho que alguns itens exagerados, alguém aqui já se deu o trabalho de listar os equipamentos essenciais para esta empreitada (até o campo base e outra até o cume)? 3º - Na lista de equipamentos relacionadas por agências, eles indicam a utilização de uma cargueira de 60 litros. Acredito que ninguém irá fazer o ataque ao cume com uma cargueira de 60 litros nas costas. Estou certo? 4º - Vejo que o pessoal utiliza balaclava durante a subida para se proteger do frio. Em meu caso, sou o tipo que sente calor absurdo, e quando faço trilhas, acabo tirando a maioria dos agasalhos. Em Salkantay, por exemplo, no 2º dia, onde atingimos o ponto mais alto da trilha (4,6 km), atingi este ponto usando calça de trilha, bota e camiseta Dri-fit (transpirando muito). Será que usar balaclava não é um exagero? Estou bem familiarizado com as 3 camadas de roupas, com material de primeira linha, mas, mesmo assim, sofro com calor e transpiração. Grato. José Grossi
  3. Estive recentemente em TDP (Novembro/16) e, apesar de não ser responsável pelo tópico, gostaria de poder contribuir com os colegas que tem interesse em conhecer o parque TDP. 1- Não tive problema algum em entrar com comida industrializada no Chile, somente dou um conselho, no formulário entregue aos passageiros no voo para Santiago, informem corretamente sobre tais alimentos, pois, a multa é pesada e caso percebam alguma irregularidade, poderão realizar uma operação "padrão" de verificação. Em meu caso, com comidas liofilizadas e, também, da Vapza, além de itens como queijos, salame, etc, bastou informar no formulário e dizer aos fiscais que todos os alimentos eram industrializados... Zero de problemas, pois, nem olharam; 2 - No parque TDP vc tem dois tipos de campings, os de administração particular (bons de infraestrutura) e os administrados pelo pelo órgão governamental CONAF (péssimos de infraestrutura) . -- Nos campings particulares, mediante reserva antecipada e um bom planejamento diário para a trilha, vc conseguira prever os locais de parada e reservar sua estadia ao longo do circuito planejado (O, W ou Q), inclusive podendo, em alguns deles, reservar quartos compartilhados ou barracas. No caso do quarto, vc necessitária somente de um saco de dormir com a correta especificação, que pode ser alugado em qualquer esquina de Porto Natales. No caso de alugar barracas, vc teria que transportar isolante térmico e o saco de dormir. Para as refeições, precisa tomar muito cuidado, pois, dentro do parque, tudo que for relacionado a alimentação é caro, sendo que em alguns campings, a refeição é inclusa na reserva da diária da barraca ou do quarto, portanto, sem reserva, sem refeição. No caso do camping Chileno, por exemplo, não existe lugar para preparação de refeição, ou seja, mesmo que vc tenha o alimento e os utensílios, vc não poderá prepará-los. - - Nos campings do CONAF, além da guardaria, onde ficam hospedados os guardas florestais, existe somente alguns banheiros rústicos, que devem ter sido limpos na última era glacial. Não existe serviços de nenhum tipo, portanto, vc necessitaria de barraca, isolante, saco de dormir e muita disposição para esperar uma vaga nas pequenas áreas subdimensionadas para preparar sua comida, além de ter que transportar a água para preparar o alimento e limpeza dos utensílios (nem pensar em lavar utensílios nos rios). Todo o lixo que vc trouxer, vc deverá levar ao partir, pois, não existem lugares para descarte apropriado dos mesmos. A única coisa que fazem é tentar controlar a estadia de pessoas na área do camping, no entanto, nem isso fazem bem feito, pois, após um determinado horário no período da tarde, os rangers, como são chamados os guardas, simplesmente desaparecem. Para garantir, reservar sua estadia conforme seu planejamento, com antecedência, pois, o limite é controlado (desculpe se fui um tanto crítico com estes campings, porém, acho que o CONAF deveria entregar essas áreas à iniciativa privada, como nos outros campings); 3 - Para quem pretende realizar o circuito Q, não é mais possível iniciar o trekking pela Sede Administrativa, que foi meu caso. Com essa restrição, o ideal é pegar o Catamarã, e iniciar pela Guarderia Paine Grande, dar a volta completa, e terminar na Sede Administrativa. Em minha opinião, não há justificativas plausíveis para isso, talvez uma motivação comercial; 4 - Para quem chega ao aeroporto de Punta Arenas, não é necessário contratar uns transfer para ir para a rodoviária de Punta Arena, no centro da cidade, para então, comprar a passagem de ônibus para Porto Natales. Atualmente, a maioria dos ônibus entre Porto Natales e Punta Arenas fazem paradas no aeroporto, portanto, vc pode ir direto do aeroporto para seu destino final; 5 - Se estiver com tempo sobrando, fique em Punta Arenas, pois, a cidade possui bem mais atrativos que Porto Natales. Vários restaurantes, museus, cassino, lojas de equipamentos de primeira linha, rede bancárias e, até mesmo, uma especie de Zona Franca, onde é possível encontrar produtos com bons preços (comprei uma caixinha JBL Charge 3 por R$ 570,00). Bem, espero ter ajudado a remover algumas dúvidas, caso precisem mais alguma informação é só perguntar! Abs
  4. Pedro, Com ou sem amigos... Vá. Costumo viajar sozinho, apesar de alguns acreditarem que é "chato", sempre é uma grande oportunidade para fazer novas amizades. Quando estamos sozinhos, automaticamente adotamos uma postura mais aberta, mais suscetível a fazer novas amizades... É impossível vc fazer um circuito desses sem conhecer novas pessoas... Acredite, vale a pena arriscar! Abraço. José Grossi
  5. Rafa, Estou partindo para TDP no próximo dia 03/11 ( ). Passarei por Santiago, onde permanecerei por 3 dias, depois, direto para Puerto Natales, onde poderei permanecer por até 11 dias, verei como utilizarei este tempo... A ideia é começar o circuito no dia seguinte ao da chegada. Cara, no seu relato, ficou faltando o "8º dia". Estou curioso para saber qual a solução dada a partir da chegada ao Acampamento Paine Grande... De que forma vcs chegaram até o ônibus para retornar para Puerto Natales, pois, pelo que vi, o ônibus não passa no Acampamento Paine Grande. Vcs optaram por pegar o Catamarã? Quais as soluções possíveis? Abração José Grossi
  6. Grande RAFALSKY... Não se preocupe com om tempo de resposta, a vida nos cobra demais, tempo livre é um "ativo" raro nos dias atuais! Seu comentário vai ajudar muito... Como vou sozinho, não tenho com quem dividir peso de barraca e utensílios, tenho que carregar tudo sozinho, se bem que tenho equipamentos excelentes (pequenos e leves). Se puder reduzir a quantidade de alimentos que terei que carregar... O farei! O Fato de ter mercearias/mercadinhos nos campings ajuda muito, pois, na pior das hipóteses terei que carregar comida para 1 ou, no máximo, 2 dias. Somente tenho que tomar cuidado com os custos... Acho que tentarei ir no meio do mês de Novembro... Espero que o parque não esteja tão cheio neste período. Acho que o único item que terei que comprar será um saco de dormir com especificações para o frio (-5ºC até 5C), porém, deixarei para comprar no chile... Ví que a "La Cumbre" possui lojas na região, com opções bastante interessantes de sacos de dormir (preço um pouco melhor do que os daqui, considerando equipamentos de 1º linha, como TNF, Sea to Summit ou Marmot). Vou continuar no meu planejamento! Obrigado! J Grossi
  7. Juliane, O custo benefício parece ser bastante vantajoso, a barraca possui boas especificações (peso, tamanho, etc) com preço bastante atraente. Somente daria uma pesquisada nos foruns específicos e reviews disponíveis na internet para verificar se a barraca entrega o que promete em termos de usabilidade. Uma coisa que observei é que a impermeabilidade dela é "muito baixa"! Não sei se vc pretende comprar ou alugar, porém, não se esqueça de verificar Isolante Térmico e Saco de Dormir. São tão importante quanto a barraca, principalmente em lugares frios como a Patagônia. Considere o período em que você pretende viajar e veja a especificação dos equipamentos. Normalmente a mulherada sente um frio danado... Estou planejando minha viagem para TDP no início de Novembro (não quero pegar o parque tão cheio...). Em meu caso, com certeza terei que comprar outro saco de dormir! José Grossi
  8. Rafa, Estou pensando em utilizar este seu relato como base para uma viagem ao TDP, só não consigo me programar com antecedência devido as características de meu trabalho, porém, tentarei evitar período de alta temporada e alta temperatura, pois, me adapto melhor ao frio. Gostaria de saber se existem refeições disponíveis em todos os campings relacionados. É muito interessante ter a opção de não ter que carregar utensílios, fogareiro e os alimentos a serem preparados, mas, só rola de houver refeições em todos os campings. Se puder me ajudar a tirar essa dúvida, ficarei muito grato! J Grossi
  9. Pessoal, Ao analisarmos as opções para comprar uma bota podemos considerar vários fatores, pois podemos encontrar uma ampla gama de tecnologia, variando muito conforme o fabricante e, até mesmo, os modelos do próprio fabricante. Acredito que o primeira análise que temos que fazer é quanto a utilização da bota, pois, existe uma diferença absurda de expertise e tecnologia utilizada entre os diversos fabricantes. Diria que uma Asolo comparada com uma Thimberland chega a ser desproporcional e, até mesmo, descabida. Em minha opinião, o custo é um dos principais fatores de decisão. No Brasil dificilmente encontraremos produtos das marcas mais conceituadas (Asolo, La Sportiva, Lowa, Vazquez, etc.), e mesmo que encontre, certamente as opções de modelos será limitada (os modelos que oferecem o melhor custo benefício para o logista). Essas marcas, mesmo nos USA, costumam ser caras, com a maioria dos modelo por volta de US$ 200, podendo facilmente superar esse valor. Se puder trazer de fora... melhor, pois evitará pagar impostos de importação (se possível, recorra a alguém, pedir para um amigo viajando para fora ou coisa do tipo). Já tive uma Lowa Renegade... Muito boa, porém, no meu caso não vestia muito bem (comprei no site da REI, sem experimentar). Passei a Lowa para o meu irmão e comprei uma Asolo TPS 520 GV (um amigo trouxe, desta vez consegui fugir dos impostos). O que posso dizer sobre a Asolo é que a bota é fantástica, confortável, a prova d'agua, firme, pau pra toda obra, sem falar o estilo (onde vou todos olham e comentam sobre a beleza, até mesmo os guias em Salkantay, no Perú). Já estou usando a uns 3 anos. Sempre que volto das trilhas e aventuras, lavo a bota e passo um produto para conservar o couro e tentar proteger as camadas do solado (sim, elas ressecam e, com o tempo, simplesmente se soltam). Resumindo... Veja como e onde vc pretende usar as botas, analise o orçamento disponível, veja as alternativas disponíveis para compra... Tome sua decisão com base em seus próprios fatores, não existe formula mágica para determinar o que é melhor para cada um!
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