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Thiago Furtado

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3 Neutra

Sobre Thiago Furtado

  • Data de Nascimento 03-09-1988
  1. Boa tarde, Anderson! Sim, consegue se virar bem com esse valor, pois o Paraguai é um país mto barato. Isso é, se vc fizer uso somente de ônibus, não comer em lugar caro, não ficar saindo pra beber... Como eu seguia essas "regras", então economizei bem. Mtos museus lá têm entrada gratuita, ou um valor baixo (menos de R$ 10). Sobre dinheiro, procure fazer câmbio no centro, próximo da Calle Palma, onde as taxas são mais atrativas. Nunca faça câmbio com alguém na rua, e procure não trocar o dinheiro todo de uma vez, pois pode haver variação cambial de um dia pro outro. Alguns lugares aceitam pagamento em reais, e dependendo do valor pode ser mais vantajoso do que usar o próprio guarani.
  2. DIA 2 - 15/3 - Assunção Falei mto no primeiro dia, vou tentar resumir mais nos próximos, rsrsrs... Esse dia eu tirei para conhecer a cidade, tendo como foco principal o palácio do governo, passando por outros pontos no caminho. Passei primeiro pelo Museo Ferrocarril, q fica perto do hostel, mas eu não tinha dinheiro pra pagar a entrada, hehehe... Custa G$ 10 mil, algo em torno de R$ 5. Fui pra Calle Palma trocar dinheiro, e de lá cheguei no Palácio los López, a sede do governo paraguaio. Se parar para pensar, como sede do governo de um país, chega a ser modesto. Mas achei o prédio mto bonito, onde ao lado tem uma praça pra descansar, e se proteger um pouco do sol, hehehe. Dei uma andada breve no porto, q fica ao lado, e não tinha nada de especial. Dei a volta por trás, e andei pela avenida costaneira do rio Paraguai. Aquele lugar antigamente era uma grande favela, e foi totalmente reconstruído. Ficou mto bacana para se fazer caminhada ou corrida. Mas, andando mais pra frente, ainda tem parte da favela, de onde sai um odor forte e mto desagradável. E de frente para ela, fica o prédio da Assembleia Legislativa, literalmente. É só atravessar a rua. Fiquei assustado como lá esse contraste social é grande e evidente assim. Ao lado, tem uma praça onde fica o Cabildo, antiga sede do governo. Lembra um pouco a Casa Rosada em Buenos Aires. Atualmente o espaço é um centro cultural, com alguns objetos históricos em exposição, com entrada gratuita. Lá dentro, nos andares superiores, é possível ter uma visão "privilegiada" da grande favela q tem ainda na parte de trás. Andando ainda pelo centro, passei na Casa da Independência, outro prédio histórico q foi transformado em um pequeno museu com entrada gratuita. O espaço era usado pelos personagens da época da independência do país. Fiquei uns 10 minutos e continuei andando. Na mesma avenida do palácio do governo, um pouco mais pra frente, está a Catedral Metropolitana de Assunção. É uma igreja mto bonita, mas estava fechada qdo fui. Ao lado está o prédio da Universidade Católica, q é toda feita de tijolinhos, mto bonita tb. Em frente, fica um enorme estacionamento, com vários flanelinhas. Ah, esse é o tipo de coisa q é quase impossível de fugir lá. Em praticamente todo o lugar q podia estacionar, haviam flanelinhas, msm sendo tarde da noite. Então, se for alugar carro para andar lá, é bom se atentar a isso. Voltei para as 4 praças no centro, onde fica o Panteón, e comecei a "turistar" em mais detalhes ali ao redor. De frente, tem um bar mto famoso por lá, chamado Lido, onde se vendem comidas típicas. De noite, ferve de gringo. Na msm calçada, tem uma farmácia grande de esquina mto peculiar. Eles mantiveram toda a arquitetura antiga do local, mantendo um toque clássico no local. Além disso, preservaram uma parte do local de várias décadas atrás, e funciona como um mini museu. É uma verdadeira volta ao tempo, mto bacana de olhar. No outro lado das praças, está o prédio do Banco Nacional de Fomento, uma espécie de BNDES deles, com uma bela arquitetura. E bem de frente, está o Hotel Guaraní, onde eu tinha ido no dia anterior pra comprar o ingresso do futebol. Na outra ponta da praça, tem uma feira de artesanato, q vende mtos artigos de couro e lembrancinhas. Eu tenho o hábito de "bater ponto" em toda unidade do Hard Rock Café q vejo em viagem, e fiz isso lá tb, hehehe. Dentro do hotel, tem um, bem parecido com qq outro q tem por aí, mas pequeno. Como eram 15h, estava só eu comendo por lá. Pra fazer a digestão, continuei caminhando e suando horrores, hahaha. Indo em direção ao hostel, fui conhecer a Praça Uruguaia, q fica de frente pro Museo Ferrocarril. É um espaço bem cuidado, onde ficam mtos adolescentes, grupos de pessoas conversando, tomando seu mate... E falando no mate, é quase uma unanimidade entre eles. Quase todo mundo toma isso na rua. Por conta do calor, eles usam água gelada. Então é mto comum pessoas carregando o kit com a garrafa + cuia. Os ônibus velhos possuem um "suporte" de ferro onde os motoristas colocam o seu mate, e ficam bebendo enqto dirigem. Algumas pessoas na rua vendem "refil" de erva ou água gelada. E por fim, fui conhecer uma escadaria q tinha a vista para o rio Paraguai. Caminhei então até a Escalinata Antequera, q é a... escadaria da rua Antequera! Mas já vou dizendo q não tem nada de mais, pois se vê o rio beeeem de fundo, quase nada. Foi uma caminhada à toa. Pra não perder tanto o tempo, fiquei assistindo um grupo jogando futebol numa quadra q tem ali ao lado. Antes de voltar pro hostel, corri para tentar entrar no Museo de Bellas Artes, e consegui! Ficava num prédio antigo perto da Praça Uruguaia, mas o novo endereço é na Eligio Ayala, na direção oposta ao centro. É um prédio modesto, com poucas salas e poucas obras, mas uns 15 minutos é o suficiente pra conhecer tudo. Ah, e tb é entrada na faixa. Voltei para o hostel para planejar o dia seguinte, q seria pelas redondezas de Assunção.
  3. Dps de quase 1h, cheguei no meu destino. Fiquei hospedado no Gallagher Hostel, próximo ao cruzamento da Mariscal Lopez com a Estados Unidos. Dali se caminho um pouco mais de 10 minutos até o centro. A fachada do local não indica nada q é um hostel, e sim um prédio antigo qq. Quem me atendeu foi o Marco, q se não me engano mora lá tb. Durante todos os dias, ele me ajudou bastante sobre como chegar a alguns lugares, foi bem atencioso. O quarto q escolhi era de 10 camas, bem espaçoso, com um ar condicionado poderoso (necessário!). Lá tinha apenas um argentino, q é arquiteto e vivia viajando pelo continente a trabalho. Como já passou pelo Rio Grande do Sul, falava português, e esse foi o único momento q usei nosso idioma. Todo o tempo q fiquei no Paraguai não achei UM brasileiro sequer. Na verdade, vi poucos turistas por lá. No hostel msm só vi mais duas pessoas de fora, q tb ficaram pouco tempo. Guardei minhas coisas, usei o banheiro e fui pra rua. Eram mais de 14h, e meu objetivo naquele dia não era turistar. Como bom apreciador de futebol q sou, fui atrás de um ingresso para assistir uma partida por lá. Além disso, percebi q tinha esquecido de trazer toalha, hehehe... Então fui atrás disso tb. Nesse dia não fiquei parando para tirar fotos, pois ainda precisava almoçar. O ingresso eu comprei na bilheteria do teatro q fica embaixo do Hotel Guarani, um dos marcos da cidade. O jogo era do Olímpia, o principal time do país, contra o Emelec do Equador, pela Libertadores da América. Paguei o equivalente a R$ 25 para um setor de frente para o gramado. Fui para a Calle Palma, principal rua do centro, atrás de alguma loja de departamento onde pudesse ter toalha. Passei por uma grande galeria chamada Asunción Supercentro, um prédio bem velho por fora cheio de lojas de roupas, eletrônicos, etc. Não me interessou mto as coisas por ali. Continuei andando, e já passando por alguns lugares q li em outros relatos. Logo tive uma decepção: o Panteón de los Héroes, uma construção bem bonita e simbólica, estava em obras. Bom, fui atrás de um lugar bem falado, o Unicentro Multitiendas. É uma loja de departamentos q se vê mto nos EUA, mas aqui no Brasil não tem. Cada andar vende um tipo de coisa. Um para roupa masculina, outra de feminina, outro de esportes, outro de móveis, e assim vai. No subsolo era onde vendia roupas de cama, mesa e banho. Ali achei a toalha e comprei. Foi meio q um "choque" para mim ver q lá se vende armas. Elas ficam no andar de esportes, setor de pesca. Não foi difícil entender como q mtas delas entram aqui no Brasil. Dps disso, fui num restaurante mais afastado do grande centro, e comi um bife à milanesa com arroz e queijo (?). A comida não é desceu bem e fiquei "conversando" com ela sentado numa praça. Dei voltas, troquei mais dinheiro, comprei água e qdo anoiteceu, voltei para o hostel para planejar o dia seguinte.
  4. DIA 1 - 14/3 - voo de São Paulo a Assunção Peguei um voo da TAM no aeroporto de Guarulhos às 8h30, q chegou no Aeroporto Internacional de Assunção Silvio Pettirossi às 10h40. O fuso horário do Paraguai é o msm de Brasília. Um detalhe irrelevante, mas... No msm voo, estava a delegação da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, q participariam de uma competição pré-olímpica. Dentre os presentes, as gêmeas Bia e Branca do nado sincronizado. Pessoalmente são tão bonitas qto na TV, rsrsrs... Voltando para o principal, o aeroporto lá é bem modesto, com pouco luxo. Achei até engraçado q a "sala VIP" deles era um quadrado com algumas poltronas velhas no meio da área da imigração, hahaha. Passando o Duty Free, tem uma casa de câmbio, onde troquei apenas R$ 50 pra poder sair de lá. E ali já me senti "milionário", rsrsrs... A moeda oficial do Paraguai é o guarani, q tem uma cotação aproximada de R$ 1 = G$ 1450. Mas no aeroporto a proporção estava de R$ 1 = G$ 1260. Como em qq aeroporto do mundo, a cotação é péssima. Saindo da área de desembarque, tem outra casa de câmbio, q pensei ser mais em conta, mas a taxa era a msm. Fui no centro de informações q tem lá, peguei um mapa da cidade e informações de como sair dali. Achei um wifi aberto, mandei saudações para quem ficou, e segui meu rumo. Ali msm já tive uma grande "recepção" do Paraguai: o calor! Para quem mora no Centro-Oeste não será estranheza, mas o sol ali castiga. Portanto, não deixe de levar protetor solar. Todos os dias eu passava antes de sair para fazer os passeios. Na saída, pedi informação para um policial de onde pegar um ônibus para o centro de Assunção. Em frente à entrada do estacionamento do aeroporto, tem um ponto de ônibus, onde ali esperei oq tinha como destino Assunção. Vale lembrar q o aeroporto fica na cidade de Luque, vizinha à capital. A distância é quase a msm do aeroporto de Guarulhos para o centro de São Paulo. E ali já tive o primeiro contato com algo típico do Paraguai: os ônibus! Eles vivem lotados, são bem velhos e todos coloridos. O motorista (q tb é cobrador), anda sempre com as portas abertas. E nunca para totalmente subir ou descer, só reduz a velocidade. O valor muda dependendo da linha, mas gira em torno de G$ 2.300, algo por volta de R$ 1,40. De fato não é confortável, mas é funcional. A cidade toda tem mtos coletivos para todos os lugares. O motorista entrega um bilhete para comprovar o pagamento da passagem, e deve ser guardado. Podem subir fiscais q exigem a exibição do msm. Se vc não tiver ele, terá q pagar a passagem de novo. Isso não ocorreu comigo no Paraguai, mas no último ônibus q tomei em Posadas teve isso tb. Msm sendo um domingo de manhã, com o ônibus praticamente vazio.
  5. Salve, mochileiros! Este é meu primeiro relato aqui no fórum, como forma de agradecimento aos tantos outros textos que me ajudaram. Na verdade, estou sendo um pouco "ingrato", pois estou devendo relatos de viagens feitas nos dois últimos anos, hehehe... Bom, pretendo descrever mais pra frente, msm sendo um pouco antigo, acho q ainda pode ser útil para alguém. Eu tinha 15 dias de férias, e queria viajar, mas sem gastar mto. Foi aí q me veio a ideia de ir ao Paraguai, pois gostos de fazer roteiros mais "alternativos". Mas eu não sabia quase nada a respeito do país. Comecei então a garimpar toda a Internet atrás de alguma coisa a se ver por lá. Aqui msm no Mochileiros têm poucos relatos, mas q me ajudaram. Encontrei outros blogs afora, mtos sites com informações desatualizadas... Encontrei algumas páginas de turismo no Paraguai tb, fiz um compilado de tudo e montei meu roteiro, q vou descrever na sequência. Meu cronograma foi montado da seguinte forma: 14/3 - voo de São Paulo a Assunção 15/3 - Assunção 16/3 - Assunção 17/3 - Assunção/ônibus noturno para Encarnación 18/3 - Encarnación 19/3 - Posadas 20/3 - Ônibus para Puerto Iguazu 21/3 - Foz do Iguaçu 22/3 - Foz do Iguaçu 23/4 - Foz do Iguaçu 24/3 - Ônibus para Cascavel/Voo para São Paulo Eu gosto de fazer viagens com rotas "lineares", evitando fazer bate-volta (a não ser q não tenha opção). Então consegui fazer algo no formato de "U", fazendo com q eu não precisasse passar pela msm cidade mais de uma vez (exceto Puerto Iguazu, q voltei qdo visitei as cataratas de lá). Comprei a passagem de ida pela TAM, usando milhas. Nisso eu já economizei bastante, mas se comprasse a passagem direto para lá, não sairia tão barato assim. Pensamos q por ser um destino pouco procurado sai mais barato, mas na verdade é o contrário. Pode sair caro justamente por ter q demandar algo fora do "normal". Enfim... A passagem de volta eu comprei para sair de Cascavel, pois sai mto mais barato do q Foz, quase metade. A cidade fica apenas a 2h de ônibus, então pensei valer a pena. Péssima escolha! No fim do relato eu conto oq aconteceu. Como um bom mochileiro, fiquei somente em hostel, e reservei todos pelo Booking, pela praticidade do site. Não fiz compra antecipada de nada, apenas das passagens aéreas. Levei alguns dólares e reais, e vi q o câmbio entre as duas não tem mta diferença. Qdo fui, o real estava ligeiramente mais vantajoso q o dólar. Em alguns lugares eu usei cartão de crédito, e não consegui fazer saques em caixas eletrônicos. É sempre bom verificar com o banco antes sobre esses serviços antes de viajar. Bom, sem mais delongas, vamos ao relato!
  6. Olá, pessoal! Assim como mtos descrevem em seus relatos, tb estou deixando o meu em agradecimento à grande ajuda q a comunidade Mochileiros oferece. Minha viagem foi baseada em grande parte nas dezenas de experiências q li aqui, e me fizeram ter interesse em conhecer esse lindo país q é o Chile. Confesso q msm assim sou um pouco "ingrato" ao site, pois em janeiro de 2014 eu viajei à Argentina e Uruguai, com roteiro totalmente baseado aqui, mas não voltei para escrever o meu, rsrsrs. Bom, resumidamente meu roteiro no Chile foi: 10/08 - chegada a Santiago/ Viña del Mar 11/08 - Valparaíso/ Viña del Mar 12 a 16/08 - deserto do Atacama 17 a 22/08 - Santiago
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