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Dsanto71

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  1. Gabi, voltei. Seguinte, fiquei até um pouco preocupado porque as informações de fato são muito confusas. Tem lugares que afirmam que o Lanna Kathina Ceremony and Floating Lanterns Ceremony, que é o nome oficial da cerimônia de soltar os balões, pode acontecer também uma semana antes do Ya Peng Lantern Festival. Esse festival oficial tem balões sendo soltos também, mas não é aquela imagem que temos referência...rs Enfim, se for uma semana antes eu vou perder pois chego na semana do festival oficial, portanto, se você puder, organiza de chegar na Asia um pouco mais de 1 semana antes, assim dá para se organizar nem que seja de ultima hora e trocar Bankok por Chiang Mai ou vice-versa.
  2. Gabi, a previsão é de ser entre 13 e 15 de Novembro, entretanto em 2015 não aconteceu o festival de lanternas soltando de forma "massiva" na Universidade Mao Jo (o que é de graça e maior) por uma questão de segurança aerea e tal. Teve somente um pago que ocorreu um pouco depois. Ninguém sabe dizer sobre 2016, mas acredito que se acontecer, será entre esses dias. Se for, me avisa (rs). Estarei por lá. Devo chegar em Chiang Mai dia 13 mesmo ! Abs Douglas
  3. Dia 1 (12/04) – Chegada em Santiago Transfer do Aeroporto ao Apartamento Existem diversas formas para sair do Aeroporto e ir para o Hotel: Taxi, Transfer ou Transporte Público. Escolhemos o Transporte Publico que consiste em ser 1/10 do valor de um Taxi ou Transfer Ao desembarcar, vá para a ultima saída a direita. Ao sair do saguão, no ""canteiro""central ficam os ônibus da TurBus ou da Centropuerto. Pegamos o Centropuerto e pagamos 1.500 pesos cada um. Descemos na Estação Universidade de Santiago (onde fica o terminal de Ônibus interurbanos também). Detalhe que a parada não é dentro da estação, então é preciso procurar a entrada da estação e descer um lance de escadas. Optamos por isso porque precisávamos comprar a passagem para Pucon nesse terminal, e porque não queríamos gastar uma fortuna de taxi logo de cara, sendo que o Apartamento era 2 quadras do Metro. Estando com bastante mala, é bom ser um dos primeiros a entrar no Bus para conseguir colocar a mala na parte reservada pra ela, caso contrario, poderá pedir pro motorista abrir a porta do fundo na hora de descer e ir com a mala até lá. Assim é bom porque ele também tenta te avisar quando é o ponto. Mais detalhes e dicas nesse site: http://umaesquina.com/2014/07/chile-como-ir-do-aeroporto-ao-centro-de-santiago-2 Santiago by douglinhas87, on Flickr Dia 2 (13/04) –Santiago Vinicola Casas del Bosque (Valle Casablanca) Antes de visitar uma vinicola na segunda-feira, consultem antes se ela abre! Mudamos o roteiro porque a vinicola que fomos na terça não abria segunda. Motivo da escolha: Decidimos ir na Casas Del Bosque no Valle Casablanca (sentido Viña del Mar) porque pelas dicas ela era uma tipica vinicola ""pequena"" sem ares comerciais como a Concha y Toro, e porque tem um restaurante top chamado Tanino! Além disso era possivel ir por conta. Foi sensacional! Translado: Pegamos um onibus no terminal san borja. Para chegar, deve descer na estação central (linha vermelha do metro) sair da estação e entrar no centro comercial logo a esquerda. Ir até o fundo do centrinho. Ao chegar, procure um guiche da pullman e pergunte pelo onibus até Casablanca. Vão te direcionar pro guiche correto mas voce provavelmente vai ate a plataforma pagar direto pro motorista. O trajeto que pegamos parava em uma cidade antes e parava em todos os pontos do vilarejo. Tenha paciencia. Em casablanca descemos na praça e ja pegamos um taxi ate a vinicola. Ela eh praticamente a primeira da rota das vinicolas a partir do centro da cidade. Cuidado com os horários tanto pra ir qto voltar pois existe alguns espaços grandes de 1 a 2 hrs entre eles. Demos sorte de chegar bem em cima. Valor: 2.300 mil pesos cada + 2.000 pesos do taxi Tempo: 1 hr aproximadamente + 5 minutos de taxi Passeio Principal: Fizemos o tour premium com 5 degustações e foi muito bom. Pegamos um grupo de brasileiros e o funcionario falou um portunhol muito bom... bem esforçado! Valeu a simpatia! O melhor fica para a sala reservada, com uma mesa bacana e todo um clima aconchegante para a degustação. Valor: 9.500 mil pesos cada Depois finalmente o almoço, a brincadeira com um cachorro local e a soneca na área de descanso. Almoço no Tanino: Uma entrada (empanadas que ja servia de almoço de tão recheada), um prato cada um (laura foi de massa -nhoque- e eu de carne -file mignon) mais um vinho branco geladinho e uma garrafa de agua. Valor: 44.300 mil pesos (2 pessoas) Carinho mas valeu cada centavo pelo visual, pelo sabor e pelo atendimento. Atenção: Chegamos em cima da hr do tour e reservamos o almoço antes de começar. Quando chegar, já procure alguém do restaurante para garantir o almoço! Dormimos uma hr mais ou menos nas espreguiçadeiras e na hr de ir embora encontramos um casal de brasileiros que estavam de carro, e alem de nos levar a Santiago, subiram no mirador da vinicola conosco e aproveitamos bem o visual. Só dá pra chegar de carro ou sabado no tour das 4 da tarde. Existem outras opçoes de vinicolas, como a Indomita que ouvi falar muito bem e a vi na estrada toda imponente no alto de uma mini montanha, mas vai de cada um! Chegamos do passeio e capotamos! Gastos Principais: Passeio e Almoço: 70 mil pesos (2 pessoas) Santiago - Vinícola Casas Del Bosque by douglinhas87, on Flickr Santiago - Vinícola Casas Del Bosque by douglinhas87, on Flickr Santiago - Vinícola Casas Del Bosque by douglinhas87, on Flickr Dia 3 (14/04) –Santiago Vinicola Santa Rita (Bike and Wine Tour) Motivo da escolha: Queríamos visitar uma vinícola de forma diferente, explorar os campos de uvas e que fosse mais agitado que ir apenas caminhando. Assim, a alternativa foi buscar o passeio de bike. Enviei um email para a vinícola querendo fugir da empresa de turismo, entretanto a própria Turistik que me respondeu informando que eles operam. Fechei o passeio com antecedência, paguei pela internet e no dia fomos até o ponto de encontro selecionado. Quanto chegamos lá na vinicola, vimos um caixa para comprar as degustações e o passeio de bike lá na hora, mas não vi o preço para saber se é mais barato e tranquilo do que com a agência. Caso escolha alugar um carro e passar pela vinícola, talvez consiga fazer esse passeio. Resultado: Passeio turistão e caro. Nem chegamos e já rolava aquela pressão pelo horário de volta. Esse foi o lado chato, mas o desenrolar do passeio valeu a pena. Passeio Principal: O passeio consiste em andar cerca de 10km pelo vinhedo, e o visual na parte que se vê o vale faz valer a pena. Constantemente ficava para trás por causa das fotos (risos). No começo da viagem a corrente da Laura soltou e na expectativa de arrumar rápido, nem pedimos pra esperar. Adivinha? Não conseguimos, o guia sumiu e a Laura voltou pra trocar a bike. O mais engraçado foi ver a sequencia nas fotos da GoPro que ficou registrando a cada 5 segundos. O guia ficou meio nervoso. Continuando, o programa segue seu roteiro: Explicação da plantação e colheita, depois tem a ida até onde produzem os vinhos (barricas) e voltamos. Parece que rola uma degustação no meio, mas nesse dia houve um problema logístico (perguntei para o guia porque estava na expectativa e ele enrolou na resposta). Já perguntem antes pra que dê tempo de organizarem. Ao chegar, vamos para uma “varanda” degustar os vinhos, e é aquele processo de explicar e etc. O destaque ficou para 3 brasileiros que estavam juntos. Um deles estava de ressaca e segurava a taça que nem copo de cerveja. Ele pulava a etapa de sentir o cheiro do vinho. Resultado: No final da degustação, o guia vacilou, os caras pegaram o vinho Gran Reserva (o mais top que foi servido) e saíram enchendo o copo da turma (mais eu e a Laura do que os outros). A degustação virou consumo normal e fomos para a Van daquele jeito. Chegando na Van, eis que os brazucas chegaram com outro vinho dentro de uma sacola. Eu abri batatinha pra turma e virou festa na Van, mas tudo escondido pra Guia não ver. Bom, essa aventura teve vários detalhes engraçados, mas deixa pra lá porque são coisas que não estão no planejamento de ninguém! Atenção: A vinícola não abre segunda-feira. Gastos Principais: Passeio: 130 dólares para 2 pessoas (R$ 416 reais ou cerca de 80 mil pesos chilenos-> caro...rs) Santiago - Vinícola Santa Rita by douglinhas87, on Flickr Santiago - Vinícola Santa Rita by douglinhas87, on Flickr Santiago - Vinícola Santa Rita by douglinhas87, on Flickr Dia 4 (15/04) –Santiago Dia Livre e ida a Pucon a noite Compramos passagem assim que chegamos em Santiago para ir a Pucon em um ônibus noturno. Ao comprar, podíamos escolher entre semi-leito, leito, e cama Premium. Escolhemos a cama com medo de dormir mal, mas um casal que conhecemos quando chegamos disse que foi muito tranquilo e bem mais barato. Talvez compense pegar um leito ou semi-leito. A viagem foi bem tranquila. Perdemos a paisagem mas ganhamos em aproveitar melhor o dia. Dia 5 (16/04) – Pucon Livre - Almoço El Fogon, Café Cassis e Por do Sol O objetivo inicial era fazer o Parque Huerquegue, com o Ojos de Cabulga e tudo mais nesse dia, para no dia seguinte subir o Villarica e finalizar a passagem por Pucon com a ida em alguma Therma. Sinal amarelo para o Vulcão Villarica e tempo fechado no primeiro dia mudaram todos os planos. Tiramos o dia para andar pela cidade, que é pequena. Almoçamos no El Fogon (comemos uma carne muito boa, optando pelo Menu do Dia ainda), depois no fim da tarde fomos no Café Cassis (fotos) e pegamos um por do sol inesperado na “prainha” (fotos), devido ao tempo fechado. O Café Cassis é muito gostoso e tivemos enorme surpresa em encontrá-lo no nosso destino seguinte, em Puerto Varas. Os doces são incríveis, o chocolate quente então... vale muito a visita, principalmente pelo ambiente! Gastos principais: 27.200 pesos chilenos (2 pessoas) Almoço: 18.700 pesos chilenos (mais caro por ser carne, mas tem menu do dia por 5 mil pesos p/ pessoa) Café Cassis: 8.500 pesos chilenos Pucón by douglinhas87, on Flickr Pucón by douglinhas87, on Flickr Pucón by douglinhas87, on Flickr Pucón by douglinhas87, on Flickr Dia 6 (17/04) – Pucon Ojos de Cabulga e Parque Huerquegue - Treeking Lagos Translado: Optamos por alugar um carro já que tínhamos dois colegas brasileiros de companhia e assim ficaria mais barato. Caso contrário, teríamos que usar transporte publico, que por sinal daria tranquilamente. Entretanto para ir ao parque, o ônibus sai cedo e por isso precisa se programar um dia antes. O carro com gasolina saiu por 16 mil pesos chilenos (eu e Laura) e daria pra ser mais barato se conseguíssemos um UNO, mas já estava alugado. Alugamos em uma locadora local, totalmente caseira e por indicação do Rodrigo, dono do Hostel. Passeio Principal: O tempo abriu e o caminho até o Parque já estava bem bonito. Paramos no Ojos de Cabulga e tiramos umas fotos, mas na prática não tem nada de mais. É um lago e algumas quedas com cores impressionantes, mas não espere algo grandioso. Cobra-se 1 ou 2 mil pesos para entrar. Continuamos até o parque e chegamos 13:00. Corremos para começar o treeking dos Lagos (mais curto). Foi um treeking cansativo e isso porque era o mais rápido. Apenas 5 horas e meia de treeking (risos) e nem fizemos inteiro. Valeu para tirar fotos do Vulcão do Mirador. DICA: ir até os miradores vale muito a pena, mas os 2 lagos depois do mirador demoram pra chegar e não compensa tanto assim. Talvez se seguir mais pra frente, mas foi muito esforço para pouco visual. Gastos Principais: 27 mil pesos chilenos (2 pessoas) Parques: 11 mil pesos chilenos (2 pessoas) Carro: 16 mil pesos chilenos (2 pessoas) Pucón by douglinhas87, on Flickr Pucón by douglinhas87, on Flickr Pucón by douglinhas87, on Flickr Dia 7 (18/04) – Pucon Livre sem Destaques - Descanso Pucón by douglinhas87, on Flickr Dia 8 (19/04) – Puerto Varas Livre sem Destaques Comemos um Salmão muito bom no restaurante Fogon, sendo atendido por um chileno que foi criado no Brasil e tinha um sotaque paulistano puxado. Muito engraçado. No fim da tarde, fomos no Café Cassis e comemos um cheesecake sensacional de Framboesa (foto). Gastos Principais: 23 mil pesos chilenos (2 pessoas) – Almoço e Café Cassis Dia 9 (20/04) – Puerto Varas Volta ao Lago Llanquihue de Carro (Lago Todos os Santos, Saltos del Petrohue, Laguna Verde, Cidade Frutillar) Alugamos um carro para dar a volta ao lago llanquihue e passar por Frutillar. Fomos até o Lago Todos os Santos (depois dos Saltos Del Petrohue) que tem uma cor muito bonita. Não fizemos o passeio de barco que os locais te abordam oferecendo, mas andamos pela areia e tiramos algumas fotos. Talvez valha a pena fazer o passeio de barco e ter outra perspectiva, com o Osorno no fundo. Não pagamos nada para chegar no lago. Comemos no barzinho que tinha lá, e voltamos em direção ao Saltos Del Petrohue. Entramos no Parque e exploramos os visuais. Até que achei bem estruturado, com indicações, proteções, banheiro, placas. Pagamos 3 mil pesos no total para entrar. É um visual bem bonito, com a mistura das cores verdes entre água e arvores. Depois disso, seguimos em direção a dar a volta no lago, e paramos na Laguna Verde. Uma Lagoa bem verde, nada mais. Não paga para entrar e valeu por ter cruzado com uma raposinha (foto). Depois disso, só fomos parar em Frutillar, onde almoçamos e demos uma volta na avenida. Detalhes de Frutillar: Existe a Frutillar alta e a baixa. O lado turístico e bonito é na baixa, na avenida do lago. Nesse dia, o tempo estava encoberto e frio. Não deu pra ver o Vulcão direito e decidimos ficar com o carro mais um dia para voltar no dia seguinte e subir o Vulcão Osorno. DESTAQUE: Fazendo o sentido anti-horário, saímos de Puerto Varas e chegamos rapidamente aos lugares citados acima. Após chegar na base do Vulcão Osorno, um pouco depois dos Saltos, o visual da estrada fica sem graça. Recomendo ir até a base do Vulcão e voltar sentido Puerto Varas mesmo e seguir até Frutillar. Infelizmente essa parte da estrada ficou toda estragada dois dias depois, após o Vulcão Cabulco entrar em erupção. Espero que volte a ficar verde e bonita. Atenção ao alugar carro: Estacionamento  Verifique o local para estacionar porque paga até para parar na rua, inclusive de noite e madrugada, mas existe algumas ruas fora da região que tem semáforo que não paga depois das 8. Pedágios: No Chile, paga-se para entrar na cidade e não nos trechos. Assim, saímos de Puerto Varas e esquecemos a câmera. Voltamos e tivemos que pagar para entrar na cidade. Placa de Pare: Diferente do Brasil que a placa PARE significa vá com cuidado e dê a preferência, lá no Chile a placa PARE é PARE. Você precisa parar o carro, colocar primeira e sair, mesmo que não tenha ninguém vindo. Como descobri? Dei carona para um funcionário da locadora que estava me ajudando e ele disse que eu poderia facilmente tomar multa, embora não sei como seria uma multa fora do país. Talvez tivesse que pagar para a empresa que aluguei o carro. Gastos Principais: 35 mil pesos chilenos Aluguel do Carro (1 dia): 25 mil pesos chilenos Gasolina: 10 mil pesos chilenos Raposa by douglinhas87, on Flickr Saltos do Petrohue by douglinhas87, on Flickr Dia 10 (21/04) – Puerto Varas Ida a Frutillar de manhã e Subida ao Vulcão Osorno a tarde Acordamos cedo e fomos para Frutillar aproveitar o sol da manhã, já que no dia anterior não demos a mesma sorte. Tiramos excelentes fotos próximo a um deck no lago, fomos até o Teatro para tomar um café e voltamos para Puerto Varas para pegar um casal com o filhinho que conhecemos no Hostel. Detalhe: Esse casal está viajando de Trailer, com um planejamento de subir a America do sul, passar pela Central e ir até os EUA. Não só por isso, mas conhecê-los foi uma lição de como fugir da onda capitalista de acumular e acumular riquezas. Como o Marcão disse sobre os gastos: “O importante é empatar”. E esse é o único empate que se ganha mais: mais experiência, mais tempo com a familia, mais diversão, mais economia domestica como lição, mais desafios, enfim. Quem sabe um dia eu possa fazer algo parecido ! Voltando a realidade, não menos divertida, precisei correr até a locadora de carro para informar que ficaria mais um dia com o carro. No caminho, tirei uma foto correndo da rua da cidade com o lago e o Vulcão Osorno no fundo e me arrependo por não ter parado para apreciar mais a vista. Pegamos o carro e fomos em direção ao Vulcão e o tempo estava incrivelmente aberto. Mal sabíamos que no dia seguinte aquele caminho estaria sobre cinzas do vulcão Cabulco. Com o carro é possível chegar até a primeira base do Vulcão, onde a partir daí deverá ir de Teleférico até mais pra cima. Embora não seja o topo, que só chega de treeking, já dá pra ter uma vista muito bonita dos Alpes, do Lago e do Vulcão Cabulco. Gastos Principais: 60 mil pesos chilenos Aluguel do Carro (1 dia): 25 mil pesos chilenos Gasolina: 7 mil pesos chilenos Custo do Teleférico: 14.000 mil pesos por pessoa (28 mil para os dois) Frutillar by douglinhas87, on Flickr Frutillar by douglinhas87, on Flickr Frutillar by douglinhas87, on Flickr Frutillar by douglinhas87, on Flickr Puerto Varas by douglinhas87, on Flickr Puerto Varas by douglinhas87, on Flickr Puerto Varas by douglinhas87, on Flickr Dia 11 (22/04) – Puerto Natales Translado Decidimos ficar em Puerto Natales por ser mais perto do Parque Nacional Torres Del Paine. Viagem de Puerto Varas até Puerto Montt (1 hr e pouco) para ir de avião até Punta Arenas. Chegamos em Punta Arenas e pegamos um Transfer até o centro da cidade. Pedimos para o motorista nos deixar no terminal de ônibus que poderíamos ir até Puerto Natales. Compramos a passagem de ida e de volta, baseado no nosso voo de Punta Arena para Santiago 3 dias depois, e fomos almoçar porque demoraria 1 hr mais ou menos. O engraçado é que nessas duas cidades as pessoas não usam guarda-chuva e percebemos isso devido ao forte vento que existe nesse fim de mundo. Chegamos em Puerto Natales e fomos super bem recebidos pelo funcionário do Hostel Santa Cecília. Infelizmente não conseguimos cancelar uma diária, já que decidimos de ultima hora dormir uma noite no Parque Torres Del Paine, mas foi compreensivo já que estava na regra. Saimos para jantar e voltamos para domir já que fazia frio e ventava muito, além de não ter nada pra fazer na cidade, logicamente. E esse foi nosso dia de translado ao fim do mundo. Um dia marcado por viagens e estradas desertas. Chegar no fim do mundo é um tanto quanto demorado e com uma dose considerável de ócio. Esse é um ótimo momento para reflexão! Gastos Principais: 29.300 mil pesos chilenos Translado Aeroporto-Cidade Punta Arenas: 6.000 pesos chilenos (2 pessoas) Passagem para Puerto Natales: 22.000 pesos chilenos (2 pessoas) - ida e volta Taxi para o Hostel: 1.300 pesos Passagem de Puerto Montt até Punta Arenas: R$ 500,00  Acredito que peguei promoção, porque pesquisei depois e estava tudo mais caro. Dia 12 (23/04) – Puerto Natales Livre - Buscando Aluguel de Carro para ir ao Parque no dia seguinte Alugar carro lá não é fácil, já que muitos procuram para ir no Parque e normalmente possuem mais 4x4 do que um carro simples. Demos sorte de conseguir um carro novinho por um preço bom e que poderíamos pegar a noite e entregar dois dias depois na hora almoço pagando apenas 1 diária. Não sei como consegui isso. Detalhe que o preço bom foi 45 mil pesos, ou seja, caro, mas foi o mais barato possível. Alugamos o carro na agencia Punta Alta. Nesse dia ficamos descansando. Dia 13 (24/04) – Puerto Natales Parque Nacional Torres del Paine Saimos cedo de Puerto Natales em direção ao Parque e o caminho tradicionalmente mais rápido estava fechado devido as chuvas e a queda de barrancos na entrada “superior” do Parque. Assim, fomos pela Ruta Del Fin Del Mundo. A estrada começa bem mas depois vira rípio e é preciso ter cuidado com pedras e muitos buracos. Ao chegarmos no Parque, pagamos 18 mil pesos cada um. Vale ressaltar que se for em baixa estação, não há nada lá dentro para se abastecer de comida. Os cafés que passamos estavam fechados. Tentamos ir até o Glaciar Grey mas começou a chover e desistimos. Fomos até a Hosteria Petrohue, que conseguimos uma promoção no Booking e decidimos ficar uma noite lá, com o objetivo de curtir o dia tranquilo e acordar dentro do parque. Tínhamos apenas 1 dia e uma parte da manhã. No final das contas, saiu muito caro e custou muito tempo esse passeio até o fim do mundo para ficar apenas 1 dia no parque, mas valeu a pena. O fato é: Coloque no roteiro Torres Del Paine quando tiver mais tempo e de repente puder fazer o lado Argentino também. A hosteria é bem charmosa. Fizeram um lanche pra gente porque a garçonete foi muito atenciosa, pois quando chegamos a tarde com fome não tinha bar/restaurante para nos atender e teríamos que esperar o jantar que além de caro, são 2 opções sem possibilidade de outra escolha. Esse é um passeio para aventureiros ou ricos ou quem tem bastante tempo. Nós não somos ricos nem tão aventureiros e estávamos sem tempo. Aproveitamos o que deu pra aproveitar. Dentro das nossas opções, pegamos o carro e fomos explorar o parque para ir até alguns mirantes. Encontramos 2 argentinos e atravessamos o parque para dar carona. Eles fizeram o W (4 dias caminhando) e não viram nenhum puma. Na volta da carona nos deparamos com 3, não 1, mas 3 e parecia ser família ainda. Tirei várias fotos e é impressionante como eles se camuflam na vegetação. O Parque é muito bonito, com uma vista diferente e recomendo muito, mas as dicas para não tornar essa viagem uma cilada eu já relatei. Se eu fizesse bate-volta por exemplo acredito que seria extremamente cansativo. Como não explorei tanto quanto queria, meu relato fica limitado, mas acredito que valha muito a pena fazer o treeking W, pelo menos, e se aventurar entre os lagos, pedras e gelo. Gastos Principais: 187.550 mil pesos Entrada Parque: 36.000 pesos (2 pessoas) Estadia Hosteria Petrohue: 60.500 pesos (1 diária) -> 110 Dólares Alimentação no Hostel: 28.050 pesos  51 dólares Aluguel do Carro + Gasolina: 63.000 pesos Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr [flickr] [/flickr] Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr Parque Torres Del Paine by douglinhas87, on Flickr Dia 14 (25/04) – Puerto Natales Translado de volta a Santiago Passamos o dia viajando. Saímos do Parque de manhã, fomos até Puerto Natales, depois pra Punta Arenas e voamos para Santiago. Chegamos lá pelas 22:00 e fomos pro apartamento. Cuidado: Se alugar o apartamento, veja o endereço certinho. No booking tem alguns que você aluga em uma central e depois eles te passam por email o endereço. Eu acabei errando o local, era tarde e ao pegar um taxi, o filho da mãe cobrou uma fortuna (sim, com taxímetro alterado). Errei porque o email de confirmação veio em espanhol e em inglês, e o endereço correto só estava no final do email, na parte em inglês. Acabei indo no endereço da central. Dia 15 (26/04) – Santiago Compra de Vinhos Tiramos o dia para comprar vinhos. A maior parte compramos no supermercado Unimark e tinha vários bons no Jumbo também, mas já tinha gastado a cota. Nas lojas especializadas vale a pena comprar uns mais sofisticados e diferentes, mas percebi que no supermercado você encontra uns diferentes e é mais barato que essas lojas (CAV, Mundo Del Vino). Melhor do que explicar muito, segue a lista que aqui no post fica meio ruim de ler, mas o que vale é a intenção: Qtd Nome Marca Vinicola Uva Tipo Região Ano Preço Chile Em Reais (/170) Local de Compra 1 Santa Carolina Santa Carolina Santa Carolina Carbenet Sauvignon Reserva de Familia Valle del Maipo 2012 8.990 R$ 52,88 Jumbo 1 Clos Andino Les Terrois Altos Vinos Carmenere N/D Peumo 2012 8.900 R$ 52,35 Série Limitada: 6.586 garrafas CAV 1 Casa Real Casa Real Santa Rita Carmenere N/D Valle de Conchagua 2011 7.990 R$ 47,00 CAV 1 Casa Real Casa Real Santa Rita Carbenet Sauvignon N/D Valle de Conchagua 2010 7.990 R$ 47,00 CAV 3 Casa N/D Lapostolle Carbenet Sauvignon N/D Rapel Valley 2012 7.190 R$ 42,29 Unimark 2 Queulat Ventisquero Trinidad Carbenet Sauvignon Gran Reserva Valle del Maipo 2012 6.890 R$ 40,53 Unimark 1 Bicentenario N/D Casa Donoso Carmenere Gran Reserva Valle del Maule 2013 5.269 R$ 30,99 Jumbo 2 Chungará N/D Casa Donoso Carmenere Gran Reserva Valle del Maule 2012 4.990 R$ 29,35 Unimark 1 Secret Reserve N/D Santa Rita Red Blend N/D Valle del Maipo 2013 4.990 R$ 29,35 Unimark 1 Estrella de Oro Estrella de Oro Santa Carolina Carbenet Sauvignon Reserva Valle de Conchagua 2012 3.890 R$ 22,88 Unimark 1 Estrella de Oro Estrella de Oro Santa Carolina Carmenere Reserva Valle de Conchagua 2013 3.890 R$ 22,88 Unimark 2 120 120 Santa Rita Carbenet Sauvignon Reserva Especial Valle del Maipo 2013 3.390 R$ 19,94 Unimark 1 Emiliana N/D Emiliana Carbenet Sauvignon Reserva Valle Central 2013 3.190 R$ 18,76 Unimark O desafio foi colocar na mala. A conta de peso já tinha sido feita antes, mas o desafio era colocar e não quebrar. Peguei 2 jornais no Starbucks (free...rs), enrolei um a um com 2 folhas, coloquei duas meias em cada, enrolei em sacolas plásticas e na hora de colocar na mala eu os deixei bem colado um no outro. Forrei o fundo da mala e fui colocando roupa em cima, deixando as blusas mais grossas por cima de tudo. Testei a mala jogando pra cima, rolando, etc e nenhum vinho saiu do lugar. Teste feito e aprovado, partiu Brasil !!! Resumindo, viagem que é a minha cara, pois tem de tudo um pouco: Aventura, diversão, cidade, natureza, cidades diferentes e tudo que possa resultar em vontade de viajar mais. Embora tenha sido mais um relato do que dicas, qualquer duvida que eu puder ajudar, estou a disposição. Abs Douglas Santos
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