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Eduardo B. Oliveira

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Reputação

4 Neutra

Sobre Eduardo B. Oliveira

  • Data de Nascimento Fevereiro 16

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Últimas 3 viagens:
    -Salvador
    -Belo Horizonte
    -Itália
  • Próximo Destino
    Indefinido ainda.
  • Ocupação
    Analista de Inteligência

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  1. Eduardo B. Oliveira

    Egito & Israel - 11 dias - Relato

    Olá Mochileiros, Quero fazer um relato resumido da minha última viagem para o Egito e Israel, subindo o monte Sinai e cruzando a fronteira entre os dois países por terra. Foi sem dúvida a melhor viagem que fiz até o momento, e por isso quero compartilhar minha experiência e me colocar a disposição para tirar dúvidas. Meu roteiro: Cairo - 3 dias Dahab - 1 dia Monte Sinai - 1 dia Jerusalém e arredores - 5 dias Tel Aviv - 1 dia Dia 1 - Consegui negociar uma passagem até o Cairo na ida e voltando por Tel Aviv, ambos com parada em Istambul. E ambas viagens de quase um dia completo. Cheguei no Cairo de madrugada e bem cansado. Fiquei num hostel e dormi ali até umas 11h, quando começei meus passeios. Como tinha metade de um dia, não fui ver as pirâmides primeiro. Visitei o palácio de Mohamad Ali, a mesquita Amr Ibn Al-As e o bairro copta com suas lindas igrejas. Somente o palácio era pago para entrar. O bairro copta e a mesquita estão próximas de uma estação de trem, então vale a pena pegar o transporte público do Cairo neste caso. Dia 2 - Contratei um guia local que passou o dia me levando a alguns destinos mais distantes da capital. Primeiro fomos para as pirâmides de Saqara e Djoser, depois para o sítio arqueológico de Memphis e por último às 3 grandes pirâmides, com restaurantes e algumas lojas entre eles. Valeu muito a pena, pois se fosse fazer estes destinos por conta própria levaria mais tempo e sairia mais caro. Dia 3 - Museu do Cairo, Torre do Cairo e mesquita Hussein. Era meu último dia na cidade e pretendia visitar a Cidadela do Cairo. Infelizmente não deu tempo, porque fiquei horas na fila da Torre do Cairo, e a cidadela fechava às 17h00. A Torre realmente vale a pena, a vista é maravilhosa. Mas prepare-se para enfrentar fila ou pague a mais para ter preferência. Dicas do Cairo: 1 - Lembre de providenciar a carteira de vacinação internacional antes, e tomar a vacina contra febre amarela. Você dá entrada no seu visto no Egito no próprio aeroporto, por 25 $. Mas eles exigirão a vacinação. 2 - O trem é legal de andar, não é luxuoso mas funciona bem e não é perigoso. Guarde o ticket porque você tem que colocar na catraca ao sair. 3 - Não pegue ônibus no Cairo. São lotados de gente e sucateados. 4 - As pirâmides ficam mais distantes do centro e é melhor ir para lá de taxi ou contratando um guia local. 5 - Os egípcios são loucos por estrangeiros. Vão querer te ajudar e fazer várias coisas pra você. Mas fique atento! Toda essa recepção será cobrada depois. E eles não aceitam gorjeta baixa. Continuando... Dia 4 - Um dos meus principais objetivos nesta viagem era subir o monte Sinai. Então providenciei ficar em Dahab. Fechei uma suíte muito barata, nem parecia mochilão. Deixei para comprar a passagem na última hora, e acabei fechando um vôo pela Nile Air até Sharm El Sheik. De lá peguei um taxi para Dahab. Apesar de ser uma cidade muito pequena, fiquei encantado com ela. É litorânea e ponto de mergulho. A noite sua rua principal fica cheia com os restaurantes de frutos do mar e lojas de artesanato. Bem cidade praiana mesmo. Dia 5 - Deveria ter feito a trilha neste dia, mas não consegui espaço. Ficou para o outro dia. Aproveitei para fazer mergulho e descansar, pois viria um dia pesado em seguida. Dia 6 - Esse foi o dia mais pesado. Saímos às 22h do dia anterior e fomos para a base do Monte Sinai. A trilha tem dificuldade baixa até o ponto das escadarias. São 750 degraus de pedra até chegar ao topo. Essa parte é perigosa e cansativa. O topo era muito gelado, mesmo eu estando com 2 blusas e 2 calças. Mas de lá pudemos ver este nascer do sol: Depois dessa bela vista, descemos e fomos para o monastério de Santa Catarina, que não tem muitas coisas interessantes para ver. Dali fui direto para Taba, na fronteira com Israel. Não tive problema nenhum em cruzar a fronteira. Você passa por várias etapas, eles fazem aquelas perguntas esperadas (quantos dias, se já tem local, objetivo da visita, etc...) e olham sua bagagem. Não tem preço o visto em Israel e não precisa da carteira de vacinação internacional. De Eilat, cidade de fronteira, peguei um ônibus até Jerusalém. Sim, foi muito puxado esse dia, mas eu consegui! Dia 7 - Devidamente hospedado em Jerusalém, no lindo Cinema Hostel, descansado e com um delicioso café da manhã, começei a conhecer Jerusalém. Aquele dia também foi mais curto. Fui para Belém (Bethelem) de ônibus, para ver a igreja da Natividade. É fácil de chegar, mas preste atenção onde vai descer. Desci um ponto antes e dei de cara com o grande muro que divide Israel e Palestina. Para quem não sabe, Bethelem fica do lado palestino. Pretendia ver a tumba de Raquel que também fica lá, mas era tudo tão fechado e confuso que desisti. Vi a igreja da Natividade, a mesquita de Omar e a igreja da Gruta. Voltei para Jerusalém e fui ver o jardim da Tumba, um lugar muito bonito e estruturado. Dia 8 - Segundo dia em Jerusalém e fui conhecer a cidade entre os muros. É uma lista imensa de igrejas e locais sagrados para ver. Uma parte deles não estava na minha lista, mas acabava entrando e tirando uma foto ou outra. Entrei pela porta de Damasco e fui seguindo pela Via Sacra até chegar na Torre de Davi. Ali é um grande museu que vale muito a pena conhecer. Conta toda a história de Jerusalém, mostra as escavações do local e ainda tem uma vista boa da cidade. Dali fui para a Igreja Luterana e a do Santo Sepulcro, sempre lotada de gente. Tentei visitar o Domo da Rocha e a mesquita de Al-Aqsa, mas estavam ambos fechados para turistas. Estava determinado a tentar novamente no dia seguinte. Fui para o Muro das Lamentações e a igreja de S. Pedro de Gallicante, uma igreja fora dos muros construída pelos peregrinos franceses. Pouco citada, mas muito bonita. Vale a pena conferir! Ainda fui ver a capela da Ascenção e o cenáculo na volta para o hostel. Dia 9 - Meu primeiro objetivo era ver o Domo da Rocha. Fui direto para lá, mas me deparei com bloqueio novamente... Acabei conhecendo outros lugares que não pretendia a princípio: a caverna de Zedequias, uma antiga pedreira debaixo de Jerusalém, o jardim e a igreja do Getsêmani, a tumba da virgem, a tumba dos profetas (não tem nada lá, mas é assustador), o cemitério judeu e a Domus Flevit. Não entrei no Domo da Rocha, mas essa vista do Domus Flevit é linda demais! Dia 10 - Continuei hospedado em Jerusalém, mas peguei um day tour para ver as cidades do norte do país. O mar da Galileia é lindo e conhecemos as pequenas e famosas cidades por onde Jesus passou, como Cafarnaum, Nazaré e Caná. Dia 11 - Preparando para voltar para casa, fui para Tel Aviv. Guardei no aeroporto minhas malas (meu vôo seria no dia seguinte de madrugada) e fui para o centro. Peguei o ônibus errado, mas consegui contornar o problema e chegar à linda praia da cidade mediterrânea, que infelizmente não se pode mergulhar. Tomei um pouco de sol e descansei. Fui na torre do relógio, no farol e na pequena mesquita do mar. Dali fui para o Independence Hall e andei até o museu de arte moderna e o observatório Azrieli. Dali voltei para o aeroporto e fiz minha viagem de volta para casa. Dicas de Israel: 1 - Tudo lá é muito caro. Prepare o bolso. 2 - Você encontrará policiais com fuzil o tempo todo. Não se assuste com isso e obedeça suas recomendações. Não tente ser o engraçadinho ou burlar sistemas. Lá a coisa é séria. 3 - Tem um trem excelente que sai de Jerusalém e vai até o aeroporto de Ben Gurion em 20 minutos, mas haverão taxistas insistindo para você ir de taxi. Terminado o resumo, vamos ao que vocês gostam de saber: quanto gastei. Visto no Egito - 25 $ Seguro Saúde - 239 R$ Transportes internos (trens, taxis, ônibus e a passagem aérea do Cairo para Sharm el Sheik) - 300 $ Hospedagem - 615 R$ Passeios - 272 $ Comida - 178 $ Total (convertendo 1 $ = 3,85 R$) em torno de 4 mil reais. Apesar de Jerusalém ser bem caro, creio que a viagem como um todo saiu barata. Bem, resumindo é isso. Coloquei mais fotos no meu insta: @ebdo16.
  2. Eduardo B. Oliveira

    Egito Janeiro 2019

    Chego no cairo dia 25/01
  3. Eduardo B. Oliveira

    Pucon - Outubro de 2017

    Olá Canandes, Estava pensando em ir para Pucón este ano, e depois que vi suas fotos e video fiquei com mais vontade ainda. Você sabe quanto você gastou na viagem? Pode ser aproximadamente, para eu me planejar... Valeu
  4. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    Realmente as coisas no Ushuaia são caras. Não é um lugar para se fazer compras, mas essa não era mesmo a minha intenção. E sim, comi Centolla! É cara, mas gostei. Tem um sabor bem leve e parecido com kani, e achei a experiência interessante. A foto ficou horrível, mas aqui vai:
  5. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    Mas meu terceiro dia não tinha acabado. Fui ainda para o centro da cidade. Visitei o famoso museu do presídio, que conta a história da cidade que começou como uma colônia penal. Confesso que não foi tão interessante quanto imaginei. Há uma sessão com maquetes de barcos antigos e mapas, outra com animais do sul, algumas salas com maquetes e explicações sobre aviões antigos, outras sobre presídios. O que mais me impressionou foi a parte intacta do presídio. É sombria, gelada e bastante assustadora. Se você for ao Ushuaia e tiver pouco tempo, considero um passeio dispensável, mas se tiver mais tempo, ir à parte intacta é uma experiência interessante. 4º dia No meu último dia não fiz muitas coisas. Já tinha visto os pontos principais da cidade e arredores como o parque. A avenida San Martín concentra o comércio e locais interessantes para comer. Aproveitei o dinheiro que sobrou e comi o raro caranguejo gigante. Os restaurantes deixam os animais em aquários, você escolhe um deles e os cozinheiros fazem na hora para você. Paguei caro, mas valeu a pena. Para completar minha viagem, por acaso estava no dia de uma procissão para “La Virgen de Ukupuña”. Danças, música e roupas típicas, numa parada pelas ruas da cidade. Apesar de simples, achei bem interessante. A tarde peguei o avião para Buenos Aires. Na volta precisei trocar de aeroporto, o que foi uma oportunidade para conhecer a cidade nas minhas várias horas de conexão. Foi também uma oportunidade para me perder na cidade, pegar a rede velha de metrôs, tirar uma foto na casa rosada com ocupações na praça de Maio. Eu me senti em São Paulo, e não foi muito bom. Mas consegui jantar e chegar em segurança no aeroporto de Ezeiza (que eu falava sempre errado como “Ezézia”), onde passei o resto da noite, até o vôo de volta para São Paulo. Foram 4 dias maravilhosos e marcantes no Ushuaia. Talvez alguns viajantes mais experientes digam: “você deveria ter feito isso” ou “você poderia ter ido na outra cidade próxima”. Diria que eu tive 4 dias somente e pouco dinheiro disponível. Não fiquei um mês na patagônia para passear por outras cidades. Mas apesar de tudo isso, foi perfeito para mim. Fiquei muito feliz de ter vivido esta experiência, e recomendo muito para quem tem esse desejo de simplesmente se jogar na vida e ver o que ela tem para nos dar.
  6. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    Obs: a foto do google.maps foi um print que tirei de quando estava de frente para o lago acigami. 3º Dia Meu terceiro dia foi o mais ousado de todos. Estava disposto a subir o glaciar Martial, sem preparo, sem guia e sem conhecimento. Hugo já começou o dia me ajudando, porque me levou à base gelada da montanha. As lojas ainda estavam fechadas quando cheguei. Encontrei um velhinho japonês que me disse ter subido até o topo. Olhei à minha frente e vi duas correntezas de gelo fino e liso com árvores entre elas, enquanto flocos pequenos de neve caíam sobre mim e minhas botas pouco preparadas para aquela situação. Achei uma loja muito bem decorada aberta. Entrei e pedi ajuda. A vendedora disse que eu deveria ir pelo caminho do meio, pelas árvores. Voltei para lá, e só tinha eu sob o pé da montanha. Dei alguns passos e escorreguei. Não estava dando muito certo. Precisava de ajuda. Pouco tempo depois, apareceram alguns americanos, com vários equipamentos, prontos para fazer ski. Eles falaram que eu poderia alugar equipamentos quando as lojas abrissem. Enquanto esperava, apareceu um jovem argentino tão perdido quanto eu. Esperamos juntos as lojas abrirem e alugamos equipamentos para subir pelo glaciar. Agora devidamente equipados, começamos a subida. Em poucos metros já estava cansando, pois a montanha é bastante íngreme. Mesmo assim eu encontrava forças e continuava, para não deixar meu companheiro sozinho. Preferimos o tal caminho do meio recomendado pela vendedora da loja. Quanto mais subíamos, mais forte o vento ficava, e permanecer entre as árvores diminuía o impacto dos ventos gelados. Houve um ponto em que já não víamos mais nada. A cada passo que dávamos, recebíamos uma rajada de vento e neve. Como se a montanha não estivesse gostando da nossa presença, e quisesse que fôssemos embora. Por mais maluco que seja dizer isso, eu me apaixonei pela experiência. Não chegamos ao topo, mas fomos até o ponto onde não víamos mais nada além da cortina branca de gelo. A partir dali ficaria extremamente perigoso para dois amadores. Ao descer encontramos os americanos arrumadinhos, que não foram tão longe quanto nós. Subir o glaciar martial foi uma das experiências mais marcantes da minha vida. Quando deixei o local não pensava em outra coisa além de fazer tudo de novo.
  7. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    Muito cansado após ter dormido no aeroporto, dormi cedo e voltei a sair somente no segundo dia. Planejei para ir ao Parque Nacional Tierra del Fuego, que fica na fronteira com o Chile. Na mesma região fica o trem do fim do mundo, mas optei por não fazer este passeio. Peguei um ônibus que vai até o parque e volta no final do dia. Fui até a av. Maipú a pé no início do dia, contratei o ônibus que saiu aproximadamente às 9 da manhã. O caminho até o parque foi muito agradável. Recebi o mapa do parque com todas as trilhas disponíveis e o horário aproximado de percurso. Há trilhas de grandes distâncias, para quem deseja acampar no parque. Não era o meu caso. Fiz quatro trilhas pequenas, onde pude conhecer bastante o parque e ter vistas maravilhosas. O ponto alto deste passeio foi o lago Acigami, com uma vista paradisíaca. O lago divide a Argentina com o Chile, e as montanhas ao fundo já são do país vizinho. No meio da trilha, há uma pequena capela. Estava fechada fazia um bom tempo, mas nada que um viajante curioso não pudesse abrir. Quando me deparei com o caderno de visitas, notei que o próprio papa Francisco tinha estado ali (pelo menos estava escrito assim). No parque há um chalé para comer, comprar lembranças e um pequeno museu sobre a patagônia. E este foi meu segundo dia. Muitas andanças, visões inesquecíveis. Seguem fotos:
  8. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    1º Dia Eram 10 da manhã ainda. Virei a noite no aeroporto, estava cansado mas tinha um longo e produtivo dia pela frente. Deixei minhas coisas na casa e fui para o centro da cidade a pé. A primeira coisa que reparei foi na sujeira da cidade. Todos os carros estavam com a marca alta de terra, como se tivessem passado por uma enchente ou tempestade. Hugo me disse que ninguém lava carro no Ushuaia, por causa da neve e dos ventos sujos e fortes. Contratei um dos passeios de barco pelo canal de Beagle. São várias empresas que fazem o passeio, mas quase todas têm o mesmo preço e mesmo serviço. Para quem se interessa, as casas para contratar o passeio ficam na frente da secretaria de turismo do Ushuaia (Av. Int. Jorge Garramuño). Obs: na secretaria de turismo tem wi-fi grátis. Poucos metros dali fica a famosa placa do fim do mundo, para tirar aquela foto e mostrar para seus amigos que você foi para lá. O passeio foi maravilhoso. Passei pela Isla de los Pajaros, isla de los lobos, pelo farol de beagle e por uma outra ilha, onde descemos e caminhamos até o topo. Ali tivemos a belíssima vista do canal e do Ushuaia. Quero destacar aqui a isla de los lobos, onde avistamos os leões marinhos de muito perto, em seu habitat natural. Eles são dóceis, preguiçosos e muito fofos. Aqui em baixo algumas fotos do primeiro dia:
  9. Eduardo B. Oliveira

    Feriado no Ushuaia

    Olá Mochileiros! Este é meu primeiro relato de viagem. Acho importante criar o relato para ajudar futuros viajantes, assim como li vários relatos antes de fazer a minha viagem. Bem, eu não tiro férias há um bom tempo, e para não ficar na seca, eu me aproveito de alguns feriados prolongados para fazer passeios interessantes. Ano passado fui para Santiago com minha família, mas como a maior parte do passeio foi por pacotes turísticos acho que não é interessante relatar num site de mochileiros. Esse ano fui para o Ushuaia, só eu e a mochila: algo mais próprio de um mochileiro. Desde 2013, quando passei um mês na Itália – realização de um sonho pessoal de anos – fiquei viciado em viagens. Quando acaba uma, já estou pensando na próxima. Quem aqui no site é assim levanta a mão! E essa viagem para o Ushuaia foi muito marcante para mim, apesar de ser relativamente rápida. Peguei os últimos dias de inverno do dia 6 a 10 de Setembro. Fiquei surpreso como o inverno da cidade mais austral do mundo não é tão rigoroso quanto se esperaria. Minha jornada já começou antes, quando comprei as passagens. Comprei pela GOL, uma viagem com conexão de 8 horas na ida e 10 horas na volta. Pouco depois de ter comprado o meu vôo foi cancelado. Fiquei muito decepcionado, e procurei outros lugares para ir. Quando apareceu um vôo da LATAM no mesmo dia e horário, por um valor um pouco mais caro. Estava decidido a ir, então aceitei essa mudança e comprei a outra passagem. Saí do trabalho na quarta-feira rumo à uma aventura. Trem até a estação Tatuapé, e de lá um ônibus para o aeroporto de Guarulhos. E de lá para Buenos Aires. Depois de muito pesquisar e pedir dicas a colegas, decidi por levar reais e trocar por pesos argentinos no aeroporto. E me dei muito bem, acabei comprando pesos por um ótimo preço. A noite que passei no aeroporto foi tranquila até, com outras pessoas como eu tentando dormir no chão frio, nas cadeiras azuis com encostos duros, usando de suas mochilas como travesseiros. Uma experiência cansativa, mas memorável. O vôo para o Ushuaia foi tenso. O avião tremulava bastante, mais do que o normal. Percebia que os passageiros ficaram assustados e começaram a reclamar. O próprio piloto tentou acalmar a tripulação, dizendo que aquilo era normal. Quando chegamos a vista era sensacional. O Ushuaia é uma cidade pequena entre as montanhas que encerram a cordilheira dos Andes. O aeroporto mais parece uma cabana de madeira. Não fiquei muito tempo lá, pois já me aguardava o meu transfer. Minha estadia foi na casa de um humilde senhor chamado Hugo, que contratei via AirBnB. Sua residência tinha vários quartos e era bem simples. Sou econômico, estava sozinho e não sou do perfil sociável, e por isso escolhi o local mais barato onde não precisaria dividir quarto. Apesar do local simples, tive transfer de ida e volta gratuito no velho Siena verde-esmeralda do senhor Hugo.
  10. Eduardo B. Oliveira

    relato Ushuaia Argentina.

    Olá Mar Muniz Quero ir para a patagônia em Novembro, mas estou um pouco com medo dos preços dos parques e passeios serem muito caros. Estou em dúvida entre ir para o Ushuaia ou El Calafate (não dá para ir nos dois pelo pouco tempo e pelo dinheiro curto...). Estou procurando na internet mas são sempre fontes antigas, e acho que não está o mesmo valor. Quais são os preços atuais das entradas nos parques e transporte para eles? Obrigado
  11. Eduardo B. Oliveira

    Jovens Cristãos viajantes

    Olá Pessoal Me adicionem também 11992552438
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