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Geotur

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  1. Geotur

    Aruba - janeiro de 2019

    Viagem para Aruba de 03 a 12/01 Passagem aérea e hotel (decolar.com) voando pela Copa Airlaines (perfeita, servem muita comida e o serviço é ótimo) embarque a partir de Guarulhos-SP. Bem, quem vai viajar já deve ter buscado um monte de imagens de lá, então vou colocar apenas o detalhes que considero úteis e não vi em alguns sites. 1. Dinheiro Realmente o que dizem na internet é verdade leve dólar, em todos os estabelecimentos até os mais simples apresentam a conta em dólar e em moeda local (florin arubano). Existem caixas eletrônicos mas não são muitos assim como as casas de câmbio. Mas com o dólar você compra tudo, eles são extremamente preparados para o turismo. Se você mora em uma cidade pequena ou média compre dólar com antecedência, tivemos muito problema para encontrar e o jeito foi comprar em SP um dia antes da viagem. Não conseguiu comprar dólar, não se preocupe no aeroporto até na madrugada existem quiosques de vários bancos fazendo câmbio, desvantajoso pra você é claro. 2. Documentação e aeroporto No de Guarulhos você verá uma situação tensa, transito para chegar (até de madrugada), muitos pedintes e comércio informal dentro do aeroporto, fique atento. No de Aruba é bem tranquilo, chegamos sem filas e embarcamos sem filas tb. Só vale um lembrete no de Aruba fomos parados e meu companheiro teve a mão verificada para resíduos de drogas, então respeitem a lei sempre. 3. Documentação Ao embarcar com a Copa eles verificaram o passaporte e o cartão internacional de vacinação contra a febre amarela (obtido na ANVISA) antes do embarque, então é bom levar tudo. 4. Aluguel de carro Realmente é necessário, Aruba é uma ilha deserto, muito vento, pó, pouca vegetação e muito sol, então ficar na rua com esse tempo não é agradável.Não vi muitos ônibus em circulação. Nos hospedamos há uns 8 km da praia, no interior da ilha, e foi bom ter alugado um carro. Atenção para a história: deixamos o carro para depois e os preços ficarão absurdos, alugamos pela Auto Europe e achamos que estava tudo certo, combinamos de pegar no aeroporto, chegando lá kd? nada e nem ninguém para informar, cansados, com sono, fome etc... e ninguém sabia dar informações. Depois de muito tempo compramos um chip da digicel e fizemos o plano de internet US 20,00 a semana, que o rapaz do guichê nos ajudou ligando para a empresa e pedindo para vir nos buscar.Na verdade a Auto Europe não opera lá, ela terceiriza para a Smart Rent car, depois de tempo e busca daqui dali fomos até uma van e pessoa disse que ia nos levar lá. Fomos na confiança. Chegando lá kd o pessoal? só uma mulher que não sabia dar informações e pediu para esperar, mais tempo... e finalmente apareceram. Pegamos o carro e não achei o pessoal muito simpático. Deu tudo certo, só na devolução eles não estavam novamente, tivemos que ligar e informar, mas já havíamos combinado o horário. Foi tudo certo com eles mas fica a dica, se alugar um carro, deixe expresso o horário e o local que será entregue e devolvido, veja como entrara em contato, se vão buscar no aeroporto etc... 5. hotel Quase entramos em uma furada, a intenção era reservar o Monastery, mas logo lotou. Em Aruba verificando os comentários notamos que esse hotel não existe, está em fase de construção e terceirizam para outro hotel da rede, nem tão bom. Ficamos no Aruba Tropic apartaments - diria que bom, igual ao que aparece nas fotos. Pontos ruins, ficamos vários dias e não tem café da manhã ou limpeza do quarto, troca de toalhas etc... somente se você pagar uma taxa que é alta. Mas você pode limpar (tem que comprar os produtos de limpeza) e lavar roupas (a máquina tem que colocar moedas - 5 flórins) é bem estilo uma casa, se for ficar sugiro também combinar com o proprietário a hora que vai chegar pois nem sempre ele estava lá. Houve noites de barulho com o pessoal na piscina e tem muitas iguanas ( em toda ilha tem) foram vários sustos. 6. Comida Maravilhosa, tudo gostoso. A ilha tem uma boa situação econômica então não há tanta variação de preço em média de 10 a 20 dólares por refeição, as vezes é possível comer duas pessoas um mesmo prato. O lugar que mais gostamos é o Los Cafeteiros (comida colombiana) incrível muito saborosa, parecida em parte com a nossa e o atendimento mil. Os pratos são grandes , comemos lá quase todos os dias. Durante o almoço vários restaurantes fazem o prato do dia, há um valor a menos. No Los Cafeteiros era US 7, com entrada (geralmente uma sopa muuuuito grande) prato principal, carboidrato, salada, carne e mais um suco. As vezes pedíamos e eu, comia a sopa e meu companheiro o prato principal, muito bom. Em todos os lugares servem água, que é ótima e super segura. Exceto em um lugar, latada... em eagle beach pizzaria amore mio, nos enrolaram e disseram algo sobre água dissemos que sim, trouxeram uma garrafa de água e cobraram US 9 por tal, tenso. 7. Remédios Recomendo levar, não sei se pelo clima ou pelo lugar que ficamos hospedados, mas, tivemos muuuuuita tosse, dor de garganta e rinite alérgica. Ainda bem que levamos remédios, não foi o suficiente mas deu pra passar. O tempo é muito seco e tem muito pó em suspensão, então cuidem da garganta e ouvido. No mais, as praias são públicas e lindas (os homens usam short e as mulheres biquíni comportado, com alguns exceções), consideramos bem seguro, transito bom, receptividade boa, vale muito, desfrutem. Nada é barato, nada... estejam preparados! os perfumes mais baratos que encontramos estavam por US 40 e são os mais simples. Aruba é um paraíso para compras mas absolutamente nada é barato. Em Aruba não observamos trabalho informal então na praia ninguém fica oferecendo nada, algumas tem um bar/restaurante e só vi uma que tinha ducha, então é bom levar a água doce de casa ou se acostumar com sair do mar e ficar salgada. O que mais fazem na praia é ler, cada um leva sua cadeira e seu livro e vai calmamente desfrutar, sem som sem barulhos tudo muito calmo. Boa viagem a todos e todas!
  2. Gastei bem pouco, fiquei em hostel na época o hostel custava em média 25 reais a diária. O hotel que gastei mais foi por volta de 80 reais a diárias. Veja pelo https://www.booking.com/index.pt-br.html. A Bolívia é linda vcs vão amar.
  3. Pessoal realmente, recebemos informações de amigos que era tudo lindo e fácil de chegar... acreditamos. Penso em ir novamente, alguns amigos querem conhecer, vi algumas fotos e parece que a estrutura de lá melhorou, como não tenho um 4x4 quero contratar uma agência. Não encontrei até agora nenhuma que faça apenas a Lagoa do Japonês.
  4. Fui em setembro o guia da nossa viagem disse que estavam cansados de ajudar o pessoal dessas Duster atolados, segundo ele alguém publicou relatos em um site e encheu de gente fazendo isso. Eles só levam a pessoa até um ponto de apoio muitos abandonam o carro na beira da estrada. Fomos em uma frontier com um guia que faz a região há anos e ele não vai só, por que mesmo com a experiência e veículo traçado ainda atola. Não há placas de indicação ou qualquer pessoa no caminho para que pergunte nada, as distâncias são imensas, vimos vários caminhões atolados. Fomos durante o rally dos sertões e observamos ao menos 02 carros quebrados que tiveram que ser abandonados. Cada um tem sua história: a minha é jamais vá sem guia, inclusive em Palmas eles estão cobrando mais caro por aluguel de Duster por que já sabem que estão fazendo isso. Ao longo de 04 dias no Jalapão não vi nenhum carro que não fosse caminhonete traçada. Lembrete não há qualquer estrutura se você tiver problema ficará só no meio do mato e sem ajuda, não há fluxo de carro não passam cartão e o celular não funciona.
  5. Geotur

    Jalapão - 04 dias

    Setembro de 2016 Voltaria lá: talvez, se fosse em um passeio particular. Lembrete: NUNCA VÁ SEM UM GUIA EXPERIENTE, NÃO HÁ PLACAS DE INDICAÇÃO, ESTRUTURA DE MECÂNICOS, GASOLINA ETC... E ATÉ CARRO TRAÇADO ATOLA Quanto gastei: R$ 1.600 por 04 dias Primeiro dia: Partindo de Palmas (07:00) em uma Frontier, primeira parada em Praia dos Borges em Novo Acordo, linda mas infestada de mosquitos leve quilos de repelente. Depois estrada a palavra para o Jalapão é estrada terrível pulando o tempo todo, batendo a cabeça não há um minuto de sossego em que você consiga descansar ( fomos eu e uma amiga e mais duas moças que não conhecíamos juntamente com o guia). A caminhonete não tinha uma tampa atrás, o guia colocou nossa mala em um saco plástico e fechou, mesmo assim sujou de poeira. Ao longo da estrada não há nada, parada para banheiro? água? lanche? nada só fomos parar às 12:20 para almoçar. Já estava pra passar mal de fome. O almoço foi em uma fazenda que o guia encomendou a comida previamente. Arroz, feijão, bife, mandioca e acelga, só. Comi feito doida até por que não sabia quando seria a próxima refeição. Depois cachoeira das araras e fervedouro do alecrim, lindos os lugares. Devo dizer que após passar na cachoeira por volta das 14:00 h só fomos trocar o biquini molhado e comer por volta das 19:00 h quando chegamos no hotel. Isso foi muito desconfortável, molhada, suja de poeira, com fome, mosquito no pé... e vcs devem dizer: e as coisas que vc levou? ficaram na mala que estava atrás na caminhonete e o guia não tinha boa vontade de pegar. O hotel que ficamos foi o beira da mata em Mateiros, que em local nenhum pega celular ( tenho claro e oi) ou tem wi-fi. Isolamento total, barzinho legal? piscina? balada? não tem nada disso só uma cidade com muita poeira. No máximo um espetinho na esquina e outra coisa leve DINHEIRO TROCADO, NÃO PASSAM CARTÃO e nem sempre tem troco. LEVEM TODO REMÉDIO QUE POSSAM PRECISAR, SEGUNDO DISSERAM SÓ TEM POSTO DE MEDICAMENTO NÃO HÁ FARMÁRCIA. Tem opções melhores de hotel que esse, o Beira da Mata é na mata mesmo, tem mosquito e não há opções de lanchonte. A comida é bem simples e limitada. Segundo dia: cachoeira da formiga, fervedouro (sim são vários fervedouros e dunas) tudo lindo A mesma coisa, desconforto por que são distância imensas, não há placas de indicação, você passa o dia suja, descabelada, torrada de sol, com biquini molhado e com fome. Parece que estava em um liquidificador o dia inteiro, não é que a estrada seja ruim, é horrível, o carro bate o tempo todo as costas doem (mulheres é inexplicável o quanto é desagradável por que os seios ficam batendo, para simular imagine se você ficar pulando o dia todo, como ficarão os seios). Não há sutiã ou top que deixe confortável. Nesses atrativos não tem estrutura, exceto na cachoeira da formiga que tem uma espécie que quiosque, mas que nem água conseguimos comprar. Terceiro dia ( o pior): deixamos o hotel e a cidade por volta das 04:00 da manhã ( morta de sono e de falta de paciência) não sei que maluco inventou que subir o morro para ver o nascer do sol é legal. Como estava com outras pessoas e não havia opção de ficar ( o passeio era coletivo tive que ir) fui, não subi o morro e fiquei dormindo na caminhonete. Quem subiu disse que fazia frio, estava ventando demais e era super perigoso, enfim sem razão para isso. Depois fomos tomar café na entrada do Parque Estadual das dunas do Jalapão, no qual uma senhora improvisa um café e os guias colocam na mesa, pão, presunto e uma fruta. Não quero dizer mal, mas o local não tem como descrever, sem piso, banheiro precário e a água para o café ou a higiene é coisa que é preferível nem saber. Depois fomos para Parque Estadual do Jalapão, horas de estrada, bateção, cansaço etc... ALERTA: no parque tem umas quedas d´água na qual é possível fazer rafting, quem foi achou super perigoso, nem precisa dizer que não tem nenhuma estrutura de apoio próximo. Machucou morreu. No local também tem um rio que parece raso mas você afunda do nada e a correnteza, apesar de não aparente é muito forte, minha amiga quase se afogou. Almoço desse dia: pique-nique com as mesmas opções do café da manhã. Enfim se você não é daquelas pessoas que sobrevive de brisa ia perder a paciência mesmo e não há alternativas . Depois... Ponte Alta do Tocantins a qual chegamos a no começo da noite e fomos ver o por do sol na pedra furada, nada de especial só andar pra subir morro e ver o sol se por. Quarto dia: Ponte Alta é melhor tem mais estrutura, só que novamente arrumaram o um hotel que era afastado da cidade, mas até que bacana o celular funcionou e teve wi-fi algumas horas. Nessa cidade já tem pizzaria e barzinho. No quarto dia fomos ver o Canion ( nada de especial ) e na cachoeira do lajeado (acesso super difícil e extremamente perigoso por entre pedras e lodo). Depois de volta para Palmas. Iria novamente: sim, só que não em grupo. É melhor contratar um guia para você ou seu grupo daí conseguem dizer até onde querem ir, que horas sair do hotel, pesquisar em que hotel ficar etc.... como era tudo programado o guia não aceitava desviar para nada, precisamos comprar remédio e outros itens ele nem deu atenção, disse que se parasse ia perder o tempo para chegar nos lugares. Os atrativos todos são lindos mas é difícil manter o bom humor com tantas adversidades.
  6. Abril de 2016 Para quem não conhece http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/07/na-estrada-explora-belezas-da-lagoa-do-japones.html Seguinte: para chegar em Pindorama do Tocantins é super fácil, passa por Porto Nacional e segue para a região de Silvanópolis. Tem dois caminho por um tem uns 30 km de estrada de chão e tem outra asfaltada, vale a pena parar em Silvanópolis e perguntar. Chegando em Pindorama, fomos procurar hotel (por que tentamos achar algo na internet antes e nada). Encontramos uns bem simples, não espere nenhum conforto. Levem itens de higiene pessoal pois o hotel também não fornece. Depois....tentar encontrar a Lagoa do Japonês, começam as surpresas Nem todos sabem informar o caminho que na verdade é impossível. Fica há uns 35 km da cidade entre várias fazendas, outra coisa todos disseram que é acessível somente para carros traçados e estavamos em um Honda Fit. Mesmo assim, simbora.... até uma parte do caminho tivemos ajuda de uma pessoa a qual fomos seguindo, depois é que a coisa complicou. Não há placas de indicação e são vários caminhos, becos etc... impossível achar se você nunca foi lá. O acesso é por uma fazenda, então você tem que saber qual é a entrada entre inúmeras. Nos perdemos demais, quando conseguíamos encontrar uma casa próximo a estrada nem sempre a pessoa sabia ajudar. Enfim é impossível, para percorrer esses 35 km acho que gastamos quase umas 03 horas, foi quase todo o combustível do carro. Isso não foi a pior parte: o acesso é por uma via que tem um penhasco com pedra, cascalho e sem nenhuma contenção, são uns 3 km de descida com curvas em que se perde o controle do carro e ele vai deslizando sobre pedras e batendo nas pontas delas. Nem a pé eu desceria aquilo novamente. Ao final quando conseguimos sobreviver e segue mais confusão de caminhos, entradas várias etc.... Chegamos a lagoa já no final da tarde, havia um pessoal acampado lá e pasmem não tem qualquer estrutura, é no meio do mato sem nada envolta. Não há um balneário nada, só a lagoa mesmo. Realmente é bonita mas é só isso, não tem uma praia para ficar nada e envolta é mato e barro. Pior que isso foi a volta , para subir aqueles 3 km difíceis foi luta. O carro descia entre o cascalho e patinava, atolava e não conseguia subir. Só saímos de lá por que atrás de nós vinha um caminho com umas 15 pessoas na carroceria e essas desceram e foram empurrando. Foi todo esse trecho com o carro atolando e vários homens empurrando. Mesmo assim foi difícil vencer. Na volta para a cidade a o pneu ainda furou. Resumo: Se você resolver ir, saiba que: 1.É uma área particular sem qualquer estrutura, inclusive de policiamento, então leve vários amigos etc.... 2.Nosso carro teve danos, provavelmente o seu também terá. 3. O penhasco é realmente muito perigoso com risco de perder o controle do carro e na volta ele não conseguir subir. 4. A cidade não tem estrutura alguma. Não é que não gostamos, mas realmente é difícil fazer turismo sem qualquer estrutura.
  7. Olá, Eu demorei bastante porque sou muito devagar em estrada e também parei um pouco no caminho, cheguei em Carolina por volta das 18:00 h. Sim tem posto de gasolina, se você for pela BR 153 (maior parte do caminho) em carolina tem posto também. É tranquilo para abastecer enas cidades próximas como Riachão tem também. A estrada é bem tranquilo, indico que você use o gps ou então leve impresso a rota de pretende fazer. Será tranquilo, diversão total. Boa iagem
  8. Compartilho da mesma opinião. Conheci Manaus em outubro de 2014, achei que ia adorar mas não via a hora de voltar pra casa. Fiquei no Local Hostel, em 1 semana houve falta de água 03 vezes, na última vez tivemos que ir tomar banho em um outro hotel que "improvisou um espaço" para isso. A cidade merece uma melhor estrutura não encontrei bons restaurantes, vi muitos ratos nas ruas centrais, o transito é difícil mesmo em ônibus. Fiquei bastante triste, conheço muitos outros lugares e realmente não me encontrei em Manaus. Todo respeito aos que amam a cidade, ressalto que cada experiência é singular, recomendo que visitem a cidade tenham boas surpresas e escrevam bons relatos. Estarei aguardando quem sabe um dia volto.
  9. Oie, você vai adorar, não conheci muito de ônibus, mas vi vários parece ser tranquilo. A região da Pampulha é enorme também... então tem que ver em qual local você vai ficar. Bem em frente a lagoa da Pampulha tem o, http://www.hoteisarco.com.br/hoteis/san-diego-suites-pampulha/apresentacao/, parece um hotel legal apesar que não tem muitas opções de lanchonete e restaurante por perto. Uma questão a pensar é a quantidade de mala, por que se você ficar hospedada em local com relevo é difícil. Eu tenho no celular um aplicativo chamado kekanto, é muito bom para dicas de hospedagem, comida, museus da cidade. Boa viagem.
  10. Pesquisando em sites, vi uma mega promoção da gol Goiânia - Belo Horizonte (08.07 a 12.07) por R$ 187,00, pensei bora conhecer as Minas Gerais. Muitas pesquisas no http://www.booking.com/ e não consegui decidir por um hotel, anotei alguns e fui sem reservas. Pensei julho, Minas... deve tá muuuito frio, que nada tempo ótimo, fresquinho só a noite, durante o dia sol legal. Ao chegar na cidade locamos um carro pela localiza (diária de R$ 130,00 (sem limite de km) é necessário habilitação e pelo menos R$ 500 no cartão de crédito, isso para locar um Uno 1.0). Ainda bem que meu namorado é bom motorista, por que eu não consegui dirigir, o transito é muito pesado, existem muitas ruas de ladeira (ladeiiiiraaaa mesmo ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> ) e pra piorar as ruas são estreitas (especialmente no centro da cidade) acho que a dificuldade foi minha, por ele dirigiu d boa. Então se vc é inexperiente, aconselho a ficar de táxi ou de ônibus na cidade. Decidimos ficar no Hotel GO Inn (http://www.atlanticahotels.com.br/hotel/belo-horizonte/go-inn-del-rey-belo-horizonte) pessoal super simpático, muito limpo, tem restaurante, café da manhã e garagem incluso. A diária de casal saiu por volta de R$150,00, o quarto é limpo, chuveiro bom, só o tamanho dos quartos não é tão grande o banheiro não tem janela e a pia fica do lado de fora do banheiro, mas achamos tranquilo, sem barulhos tudo certo. O hotel fica em cima de um morro, a alguns metros tem o shopping Del Rey que é excelente para passear. No primeiro dia fomos ao mercado central, estava com gps e no começo foi difícil fazer a programação por que ficava perdendo o sinal o tempo todo. Nas ruas do centro tem que pagar estacionamento e deixar o bilhete de forma visível (em cima do porta luvas) para que os guardas possam passar e ver, o limite é de 01 hora e é livre após as 18:00 horas. O mercado é mega grande, ao que entendi fecha às 18:00 horas, é um excelente passeio.(Sei que alguns já conheciam isso, mas pra mim era novidade) No segundo dia partimos para Ouro Preto, transito muuuito pesado mesmo, parece que é melhor sair depois das 10:00 horas. A distância é em média 90 km de muitas curvas , estrada bem sinaizada, sem buracos ótima, mas novamente quem não tem muita experiência ao volante não aconselho, achei difícil até por que alguns trafegam em alta velocidade. No caminho tem um museu/lanchonete chamado Jeca Tatu, incrível, o lugar tem muitas fotos, revistas, móveis antigos tudo lindo de ver e o melhor vendem pastel de angu, uma delícia... o suco de milho também é ótimo ficamos apaixonados lugar refinado, culto, ameiii Em Ouro Preto, tb muitos morros, cidade linda com tudo à disposição mas com sérias dificuldades para estacionar , até por que a cidade não foi projetada para isso. Almoçamos em um restaurante que é no subsolo, todo escavado na pedra, uma graça, comida mineira boa e de preço justo. Andamos um pouco e fomos para a mina de ouro na cidade mesmo. Essa, hoje é um local de visitação turística, paga-se R$ 25,00 por pessoa a visita é guiada e dura cerca de meia hora. Em alguns trechos é necessário abaixar para andar, então melhor ir de calçado confortável e calça. Super vale a pena as explicações da guia são impressionantes. A dificuldade é estacionamento e as ruas de acesso são bem estreitas. No último dia fomos ao estádio mineirão, a visita custa R$ 14,00 a inteira. Cuidado ao estacionar, alguns caras que ficam do lado de fora dizem que podem estacionar mas tem perigo de guincho veja com os próprios agentes do estádio onde estacionar. A visita é ótima conhece-se a história, o campo, vestiário e o museu do futebol. Nesse dia 11.07 estava acontecendo um evento gastronômico de Food Truck, Food bike etc... maravilha comidinha boa. Seguindo fomos a lagoa da Pampulha, maravilhosa, enorme, lugar pra passear, contemplar o visual e tem a igreja da Pampulha, simples, paga-se R$ 2,00 para visitar. Na mesma região tem o zoológico da cidade, enorme também, melhor visitar de carro, paga-sem em média R$ 10,00 por pessoa mais R$ 10,00 de estacionamento. Legal apesar de estar em reforma, elefantes, zebras, cobras etc... Saímos a noite duas vezes, uma para o Bar Patorroco, onde experimentamos o Skeik de Minas (carne na conserva, pão sírio e queijo temperado, uma delícia, serve 02 pessoas). E no Redentor bar, também legal cardápio variado e bastante cheio. Viagem ótima, povo simpático, cidade limpa, boa comida, boa bebida. Belo Horizonte a cidade também oferece muitas opções de show, teatro, festas, boates
  11. Huruuu deu tudo certo e foi bom esse é o sentimento, como cada viagem é uma aventura bora lá. Partindo de Palmas, carro, ás 09:30 programei o GPS para Araguaína-TO (tem uma estrada alternativa mas dizem que está em ruim estado e é isolada demais, preferi não arriscar) nem olhei no mapa, esse foi o primeiro erro o GPS traçou a rota passando por Tocantínia. Para chegar nessa cidade tem 23 km de estrada sem asfalto ãã2::'> credo, odeio. A parte boa é que Tocantínia é uma cidade indígena e tem balsa, essa é tranquila, carros pequenos pagam R$ 18,50. Gostei de atravessar na balsa o visual e bem lindo, do outro lado do rio é a cidade de Miracena, dai estradaaaa BR 153. Fui devagar, de Araguaína fui para Filadélfia-TO que é na divisa (o Rio Tocantins divide as cidades) com Carolina-MA. Balsa novamente, mesmo valor. Carolina não tem muito que fazer cidade pequena e sem muita estrutura, decidi pela hospedagem em Pedra Caída, http://www.pedracaida.tur.br o lugar é lindo, fica a uns 34 km da cidade (não tem placas na cidade indicando a localização tem que perguntar qual a saída que dá acesso a Pedra Caída e daí rodar 34 km). A hospedagem é um pouco cara mas vale a pena demais, o lugar é lindo e tem tudo ou quase (não pega internet nos quartos e nos salões principais o sinal é fraco da apenas para avisar os parentes que está sem sinal , tb não pega celular, ou seja sem celular e sem internet ) Em Pedra caída existem várias opções de passeios, todos pagos, os valores são entre R$ 25 e R$ 40,00 estudantes pagam meia. As refeições devem ser pedidas com antecedência, pois não tem self-sevice. Parte ótima, as cachoeiras são lindas, seguras, as visitas são guiadas, o acesso é fácil por meio de passarelas de madeiras, e a água é um sonho é quase morna e olha que estamos no inverno. O lugar é imperdível, maravilhoso. Fiquei 02 dias, no segundo fui para Itapecuru ( 25 km de Carolina) paga-se R$ 25,00 para entrar é um balneário com quedas d´água e estrutura de lanchonete maravilhoso, lindo demais. Na sequência fui para Riachão (89 km de Carolina) conhecer a Cachoeira de Santa Barbara e o poço Azul, saindo de Riachão são 15 km de asfalto e 15 km de estrada de terra ãã2::'> está em boas condições. O local cobra R$ 30,00 e a estrutura de lanchonete e restaurante não é boa, é melhor almoçar em outro local. O acesso as cachoeiras tb é feito por passarelas de madeiras, ótimas e seguras. O lugar e o poço azul são umas das maiores maravilhas que já vi, lindo demais, e a água uma delícia e transparente. Enfim vale a pensa muito legal a região.
  12. Não lembro todas as linhas mas existem muitas opções na rodoviária, lembro da Andorinha que faz esse trajeto mas é tranquilo de comprar na hora. A partir de Goiânia para Campo grande, por volta de R$ 120,00 o ônibus sai as 17:00 horas e chega lá por volta de 07:00 h. Quando descer do ônibus já compre a passagem para Corumbá, é por volta de R$ 80,00 e sai de manhã antes das 08:00 h. Chega em Corumbá - passando por Miranda e Aquidauana, por volta das 17:000 horas. Táxi para fronteira R$ 30,00 mais outro táxi até a rodoviária de Puerto Quijaro R$ 10,00. Ônibus para Santa Cruz de La Sierra R$ 150,00. Eu fiz tudo na sequência, gostei, tb seria bom ir parando para curtir os lugares, em Corumbá tem muitas opções de passeios. Eu estava tão ansiosa para chegar na Bolívia que fiz tudo na sequência. Gostei demais, na Bolívia tem muitas opções de passeios o salar, o lago titicaca e outros tudo é muito legal e cheio de aventuras.
  13. Ah esqueci de contar isso, eu precisei de médico . Tenho alergia a amendoim e ao chegar em santa cruz fui almoçar e a entrada era sopa de maní, vi aquele negócio branco e pensei que era batata e comi . Quando descobri o que era fiquei com medo e procurei uma clínica próxima ao hostel, não lembro o nome, paguei barato na consulta, não fiz agendamento nem nada, só cheguei e consultei. Fui bem atendida, essa clínica tinha todas as especialidades médicas, era simples, mas o remédio foi eficiente. Gostei do atendimento. Realmente a Bolívia tem pobreza, mas o que vi achei semelhante ao Brasil, ou seja pobreza e riqueza convivendo lado a lado.
  14. Sim, quando cruzei a fronteira já eram por volta de 18:00 horas e nesse período não havia a opção de ir de trem. Então fui de ônibus, acho que sai por volta das 21:00 horas, comprei passagem na hora. Se você for prefira o andar superior e as cadeiras individuais que são mais confortáveis. Eles também quase não fazem parada para ir ao banheiro, tem que ir no ônibus mesmo. Cheguei em Santa Cruz bem cedo a viagem é tranquila.
  15. Chapada Diamantina via Tocantins Partirmos do Tocantins com Destino a Lençois-BA, passamos por Luís Eduardo Magalhães, cidade ótima bons lugares para comprar e comer. Bem bacana, estrada boa tb. Ficamos hospedadas no Hotel Saint Louis, legal com restaurante e pessoal simpático. Por volta das 12:00 partimos para Lençois, passamos por Barreiras e uma série de outras cidades todas com estrutura boa, postos de gasolina lanchonetes legais foi surpreendente. Como o caminho é um pouco sinuoso demoramos um pouco (eu e amiga) para chegar. Chegamos por volta das 21 h, isso aconteceu na semana do carnaval, pensamos cidade pequena interior deve tá vazia, antes de ir pesquisamos que essa é a principal cidade da Chapada. Engano nosso estava cheiaaaaaaaa, começamos a procurar pousadas e nadaaaaa, devo dizer que as ruas estavam bem cheias e são estreitas com calçamento de pedra ruim para andar de carro. Já perdidas e desesperadas na perspectiva de não encontrar hotel, estacionamos e fomos procurar à pé, vai daqui vai dali perguntando encontramos o Hotel de Lençois, http://hoteldelencois.com/, magnífico 10, tem piscina, com hidromassagem quente, bar na piscina, restaurante, sauna e tudo mais, enfim perfeito o quarto é bem mobiliado e espaçoso com varanda. Saímos nessa noite e o que não faltou foram opções de bares e restaurantes e também música ao vivo. Devo dizer que a cidade é surpreendente é de turismo internacional, tem restaurantes chiques franceses, portugueses etc... tem uma mega estrutura para receber. Há muitos estrangeiros. É preciso semanas para explorar todos os bares e restaurantes, há de tudo comida italiana, francesa, regional etc... vai do requintado ao simples. A cidade é bonita e calma, perfeito pra relaxar e se aventurar. No primeiro dia exploramos a cidade e contratamos um passeio, por volta de R$ 100,00 para conhecer os principais pontos da chapada, Morro do pai inácio, rio mucugezinho e poço do diabo, gruta e lapa. Partimos cedo, a van pega o pessoal no hotel, a primeira parada foi o rio mucugezinho, bem legal tem lanchonete e opção de rapel, a água é bem escura devido a presença de ferro. Após o banho seguimos para o morro do pai inácio que tem vista panorâmica para a chapada, a subida é um pouco difícil mas os guias ajudam, lá em cima o visual é lindo, compensa muito. A próxima parada foi na gruta que fica em uma fazenda, lá servem almoço, é feita com o guia leva mais ou menos uns 40 minutos para atravessar a gruta. No caminho explicam a estrutura e as formações. O ponto final foi na lapa doce que é uma rio e formações rochosas a água é transparente, é possível fazer mergulho e fotos em baixo d´água. Tem estrutura de bares lanchonete. Enfim existem muuuuitos outros passeios e atrativos da pra ficar uma semana fazendo passeios sem repetir, vá preparado para uma cidade turística muito atrativa e acolhedora onde há tudo o que você precisa. É muito legal pretendo voltar. Site das agências de turismo: http://www.guialencois.com.br/tipo-anuncio/agencias-de-turismo
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