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Geotur

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  1. Gastei bem pouco, fiquei em hostel na época o hostel custava em média 25 reais a diária. O hotel que gastei mais foi por volta de 80 reais a diárias. Veja pelo https://www.booking.com/index.pt-br.html. A Bolívia é linda vcs vão amar.
  2. Geotur

    Lagoa do Japonês - Pindorama do Tocantins - TO

    Pessoal realmente, recebemos informações de amigos que era tudo lindo e fácil de chegar... acreditamos. Penso em ir novamente, alguns amigos querem conhecer, vi algumas fotos e parece que a estrutura de lá melhorou, como não tenho um 4x4 quero contratar uma agência. Não encontrei até agora nenhuma que faça apenas a Lagoa do Japonês.
  3. Fui em setembro o guia da nossa viagem disse que estavam cansados de ajudar o pessoal dessas Duster atolados, segundo ele alguém publicou relatos em um site e encheu de gente fazendo isso. Eles só levam a pessoa até um ponto de apoio muitos abandonam o carro na beira da estrada. Fomos em uma frontier com um guia que faz a região há anos e ele não vai só, por que mesmo com a experiência e veículo traçado ainda atola. Não há placas de indicação ou qualquer pessoa no caminho para que pergunte nada, as distâncias são imensas, vimos vários caminhões atolados. Fomos durante o rally dos sertões e observamos ao menos 02 carros quebrados que tiveram que ser abandonados. Cada um tem sua história: a minha é jamais vá sem guia, inclusive em Palmas eles estão cobrando mais caro por aluguel de Duster por que já sabem que estão fazendo isso. Ao longo de 04 dias no Jalapão não vi nenhum carro que não fosse caminhonete traçada. Lembrete não há qualquer estrutura se você tiver problema ficará só no meio do mato e sem ajuda, não há fluxo de carro não passam cartão e o celular não funciona.
  4. Geotur

    relato Jalapão - 04 dias

    Setembro de 2016 Voltaria lá: talvez, se fosse em um passeio particular. Lembrete: NUNCA VÁ SEM UM GUIA EXPERIENTE, NÃO HÁ PLACAS DE INDICAÇÃO, ESTRUTURA DE MECÂNICOS, GASOLINA ETC... E ATÉ CARRO TRAÇADO ATOLA Quanto gastei: R$ 1.600 por 04 dias Primeiro dia: Partindo de Palmas (07:00) em uma Frontier, primeira parada em Praia dos Borges em Novo Acordo, linda mas infestada de mosquitos leve quilos de repelente. Depois estrada a palavra para o Jalapão é estrada terrível pulando o tempo todo, batendo a cabeça não há um minuto de sossego em que você consiga descansar ( fomos eu e uma amiga e mais duas moças que não conhecíamos juntamente com o guia). A caminhonete não tinha uma tampa atrás, o guia colocou nossa mala em um saco plástico e fechou, mesmo assim sujou de poeira. Ao longo da estrada não há nada, parada para banheiro? água? lanche? nada só fomos parar às 12:20 para almoçar. Já estava pra passar mal de fome. O almoço foi em uma fazenda que o guia encomendou a comida previamente. Arroz, feijão, bife, mandioca e acelga, só. Comi feito doida até por que não sabia quando seria a próxima refeição. Depois cachoeira das araras e fervedouro do alecrim, lindos os lugares. Devo dizer que após passar na cachoeira por volta das 14:00 h só fomos trocar o biquini molhado e comer por volta das 19:00 h quando chegamos no hotel. Isso foi muito desconfortável, molhada, suja de poeira, com fome, mosquito no pé... e vcs devem dizer: e as coisas que vc levou? ficaram na mala que estava atrás na caminhonete e o guia não tinha boa vontade de pegar. O hotel que ficamos foi o beira da mata em Mateiros, que em local nenhum pega celular ( tenho claro e oi) ou tem wi-fi. Isolamento total, barzinho legal? piscina? balada? não tem nada disso só uma cidade com muita poeira. No máximo um espetinho na esquina e outra coisa leve DINHEIRO TROCADO, NÃO PASSAM CARTÃO e nem sempre tem troco. LEVEM TODO REMÉDIO QUE POSSAM PRECISAR, SEGUNDO DISSERAM SÓ TEM POSTO DE MEDICAMENTO NÃO HÁ FARMÁRCIA. Tem opções melhores de hotel que esse, o Beira da Mata é na mata mesmo, tem mosquito e não há opções de lanchonte. A comida é bem simples e limitada. Segundo dia: cachoeira da formiga, fervedouro (sim são vários fervedouros e dunas) tudo lindo A mesma coisa, desconforto por que são distância imensas, não há placas de indicação, você passa o dia suja, descabelada, torrada de sol, com biquini molhado e com fome. Parece que estava em um liquidificador o dia inteiro, não é que a estrada seja ruim, é horrível, o carro bate o tempo todo as costas doem (mulheres é inexplicável o quanto é desagradável por que os seios ficam batendo, para simular imagine se você ficar pulando o dia todo, como ficarão os seios). Não há sutiã ou top que deixe confortável. Nesses atrativos não tem estrutura, exceto na cachoeira da formiga que tem uma espécie que quiosque, mas que nem água conseguimos comprar. Terceiro dia ( o pior): deixamos o hotel e a cidade por volta das 04:00 da manhã ( morta de sono e de falta de paciência) não sei que maluco inventou que subir o morro para ver o nascer do sol é legal. Como estava com outras pessoas e não havia opção de ficar ( o passeio era coletivo tive que ir) fui, não subi o morro e fiquei dormindo na caminhonete. Quem subiu disse que fazia frio, estava ventando demais e era super perigoso, enfim sem razão para isso. Depois fomos tomar café na entrada do Parque Estadual das dunas do Jalapão, no qual uma senhora improvisa um café e os guias colocam na mesa, pão, presunto e uma fruta. Não quero dizer mal, mas o local não tem como descrever, sem piso, banheiro precário e a água para o café ou a higiene é coisa que é preferível nem saber. Depois fomos para Parque Estadual do Jalapão, horas de estrada, bateção, cansaço etc... ALERTA: no parque tem umas quedas d´água na qual é possível fazer rafting, quem foi achou super perigoso, nem precisa dizer que não tem nenhuma estrutura de apoio próximo. Machucou morreu. No local também tem um rio que parece raso mas você afunda do nada e a correnteza, apesar de não aparente é muito forte, minha amiga quase se afogou. Almoço desse dia: pique-nique com as mesmas opções do café da manhã. Enfim se você não é daquelas pessoas que sobrevive de brisa ia perder a paciência mesmo e não há alternativas . Depois... Ponte Alta do Tocantins a qual chegamos a no começo da noite e fomos ver o por do sol na pedra furada, nada de especial só andar pra subir morro e ver o sol se por. Quarto dia: Ponte Alta é melhor tem mais estrutura, só que novamente arrumaram o um hotel que era afastado da cidade, mas até que bacana o celular funcionou e teve wi-fi algumas horas. Nessa cidade já tem pizzaria e barzinho. No quarto dia fomos ver o Canion ( nada de especial ) e na cachoeira do lajeado (acesso super difícil e extremamente perigoso por entre pedras e lodo). Depois de volta para Palmas. Iria novamente: sim, só que não em grupo. É melhor contratar um guia para você ou seu grupo daí conseguem dizer até onde querem ir, que horas sair do hotel, pesquisar em que hotel ficar etc.... como era tudo programado o guia não aceitava desviar para nada, precisamos comprar remédio e outros itens ele nem deu atenção, disse que se parasse ia perder o tempo para chegar nos lugares. Os atrativos todos são lindos mas é difícil manter o bom humor com tantas adversidades.
  5. Abril de 2016 Para quem não conhece http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/07/na-estrada-explora-belezas-da-lagoa-do-japones.html Seguinte: para chegar em Pindorama do Tocantins é super fácil, passa por Porto Nacional e segue para a região de Silvanópolis. Tem dois caminho por um tem uns 30 km de estrada de chão e tem outra asfaltada, vale a pena parar em Silvanópolis e perguntar. Chegando em Pindorama, fomos procurar hotel (por que tentamos achar algo na internet antes e nada). Encontramos uns bem simples, não espere nenhum conforto. Levem itens de higiene pessoal pois o hotel também não fornece. Depois....tentar encontrar a Lagoa do Japonês, começam as surpresas Nem todos sabem informar o caminho que na verdade é impossível. Fica há uns 35 km da cidade entre várias fazendas, outra coisa todos disseram que é acessível somente para carros traçados e estavamos em um Honda Fit. Mesmo assim, simbora.... até uma parte do caminho tivemos ajuda de uma pessoa a qual fomos seguindo, depois é que a coisa complicou. Não há placas de indicação e são vários caminhos, becos etc... impossível achar se você nunca foi lá. O acesso é por uma fazenda, então você tem que saber qual é a entrada entre inúmeras. Nos perdemos demais, quando conseguíamos encontrar uma casa próximo a estrada nem sempre a pessoa sabia ajudar. Enfim é impossível, para percorrer esses 35 km acho que gastamos quase umas 03 horas, foi quase todo o combustível do carro. Isso não foi a pior parte: o acesso é por uma via que tem um penhasco com pedra, cascalho e sem nenhuma contenção, são uns 3 km de descida com curvas em que se perde o controle do carro e ele vai deslizando sobre pedras e batendo nas pontas delas. Nem a pé eu desceria aquilo novamente. Ao final quando conseguimos sobreviver e segue mais confusão de caminhos, entradas várias etc.... Chegamos a lagoa já no final da tarde, havia um pessoal acampado lá e pasmem não tem qualquer estrutura, é no meio do mato sem nada envolta. Não há um balneário nada, só a lagoa mesmo. Realmente é bonita mas é só isso, não tem uma praia para ficar nada e envolta é mato e barro. Pior que isso foi a volta , para subir aqueles 3 km difíceis foi luta. O carro descia entre o cascalho e patinava, atolava e não conseguia subir. Só saímos de lá por que atrás de nós vinha um caminho com umas 15 pessoas na carroceria e essas desceram e foram empurrando. Foi todo esse trecho com o carro atolando e vários homens empurrando. Mesmo assim foi difícil vencer. Na volta para a cidade a o pneu ainda furou. Resumo: Se você resolver ir, saiba que: 1.É uma área particular sem qualquer estrutura, inclusive de policiamento, então leve vários amigos etc.... 2.Nosso carro teve danos, provavelmente o seu também terá. 3. O penhasco é realmente muito perigoso com risco de perder o controle do carro e na volta ele não conseguir subir. 4. A cidade não tem estrutura alguma. Não é que não gostamos, mas realmente é difícil fazer turismo sem qualquer estrutura.
  6. Olá, Eu demorei bastante porque sou muito devagar em estrada e também parei um pouco no caminho, cheguei em Carolina por volta das 18:00 h. Sim tem posto de gasolina, se você for pela BR 153 (maior parte do caminho) em carolina tem posto também. É tranquilo para abastecer enas cidades próximas como Riachão tem também. A estrada é bem tranquilo, indico que você use o gps ou então leve impresso a rota de pretende fazer. Será tranquilo, diversão total. Boa iagem
  7. Geotur

    relato Manaus - fui... e não gostei!! (com fotos)

    Compartilho da mesma opinião. Conheci Manaus em outubro de 2014, achei que ia adorar mas não via a hora de voltar pra casa. Fiquei no Local Hostel, em 1 semana houve falta de água 03 vezes, na última vez tivemos que ir tomar banho em um outro hotel que "improvisou um espaço" para isso. A cidade merece uma melhor estrutura não encontrei bons restaurantes, vi muitos ratos nas ruas centrais, o transito é difícil mesmo em ônibus. Fiquei bastante triste, conheço muitos outros lugares e realmente não me encontrei em Manaus. Todo respeito aos que amam a cidade, ressalto que cada experiência é singular, recomendo que visitem a cidade tenham boas surpresas e escrevam bons relatos. Estarei aguardando quem sabe um dia volto.
  8. Oie, você vai adorar, não conheci muito de ônibus, mas vi vários parece ser tranquilo. A região da Pampulha é enorme também... então tem que ver em qual local você vai ficar. Bem em frente a lagoa da Pampulha tem o, http://www.hoteisarco.com.br/hoteis/san-diego-suites-pampulha/apresentacao/, parece um hotel legal apesar que não tem muitas opções de lanchonete e restaurante por perto. Uma questão a pensar é a quantidade de mala, por que se você ficar hospedada em local com relevo é difícil. Eu tenho no celular um aplicativo chamado kekanto, é muito bom para dicas de hospedagem, comida, museus da cidade. Boa viagem.
  9. Pesquisando em sites, vi uma mega promoção da gol Goiânia - Belo Horizonte (08.07 a 12.07) por R$ 187,00, pensei bora conhecer as Minas Gerais. Muitas pesquisas no http://www.booking.com/ e não consegui decidir por um hotel, anotei alguns e fui sem reservas. Pensei julho, Minas... deve tá muuuito frio, que nada tempo ótimo, fresquinho só a noite, durante o dia sol legal. Ao chegar na cidade locamos um carro pela localiza (diária de R$ 130,00 (sem limite de km) é necessário habilitação e pelo menos R$ 500 no cartão de crédito, isso para locar um Uno 1.0). Ainda bem que meu namorado é bom motorista, por que eu não consegui dirigir, o transito é muito pesado, existem muitas ruas de ladeira (ladeiiiiraaaa mesmo ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> ) e pra piorar as ruas são estreitas (especialmente no centro da cidade) acho que a dificuldade foi minha, por ele dirigiu d boa. Então se vc é inexperiente, aconselho a ficar de táxi ou de ônibus na cidade. Decidimos ficar no Hotel GO Inn (http://www.atlanticahotels.com.br/hotel/belo-horizonte/go-inn-del-rey-belo-horizonte) pessoal super simpático, muito limpo, tem restaurante, café da manhã e garagem incluso. A diária de casal saiu por volta de R$150,00, o quarto é limpo, chuveiro bom, só o tamanho dos quartos não é tão grande o banheiro não tem janela e a pia fica do lado de fora do banheiro, mas achamos tranquilo, sem barulhos tudo certo. O hotel fica em cima de um morro, a alguns metros tem o shopping Del Rey que é excelente para passear. No primeiro dia fomos ao mercado central, estava com gps e no começo foi difícil fazer a programação por que ficava perdendo o sinal o tempo todo. Nas ruas do centro tem que pagar estacionamento e deixar o bilhete de forma visível (em cima do porta luvas) para que os guardas possam passar e ver, o limite é de 01 hora e é livre após as 18:00 horas. O mercado é mega grande, ao que entendi fecha às 18:00 horas, é um excelente passeio.(Sei que alguns já conheciam isso, mas pra mim era novidade) No segundo dia partimos para Ouro Preto, transito muuuito pesado mesmo, parece que é melhor sair depois das 10:00 horas. A distância é em média 90 km de muitas curvas , estrada bem sinaizada, sem buracos ótima, mas novamente quem não tem muita experiência ao volante não aconselho, achei difícil até por que alguns trafegam em alta velocidade. No caminho tem um museu/lanchonete chamado Jeca Tatu, incrível, o lugar tem muitas fotos, revistas, móveis antigos tudo lindo de ver e o melhor vendem pastel de angu, uma delícia... o suco de milho também é ótimo ficamos apaixonados lugar refinado, culto, ameiii Em Ouro Preto, tb muitos morros, cidade linda com tudo à disposição mas com sérias dificuldades para estacionar , até por que a cidade não foi projetada para isso. Almoçamos em um restaurante que é no subsolo, todo escavado na pedra, uma graça, comida mineira boa e de preço justo. Andamos um pouco e fomos para a mina de ouro na cidade mesmo. Essa, hoje é um local de visitação turística, paga-se R$ 25,00 por pessoa a visita é guiada e dura cerca de meia hora. Em alguns trechos é necessário abaixar para andar, então melhor ir de calçado confortável e calça. Super vale a pena as explicações da guia são impressionantes. A dificuldade é estacionamento e as ruas de acesso são bem estreitas. No último dia fomos ao estádio mineirão, a visita custa R$ 14,00 a inteira. Cuidado ao estacionar, alguns caras que ficam do lado de fora dizem que podem estacionar mas tem perigo de guincho veja com os próprios agentes do estádio onde estacionar. A visita é ótima conhece-se a história, o campo, vestiário e o museu do futebol. Nesse dia 11.07 estava acontecendo um evento gastronômico de Food Truck, Food bike etc... maravilha comidinha boa. Seguindo fomos a lagoa da Pampulha, maravilhosa, enorme, lugar pra passear, contemplar o visual e tem a igreja da Pampulha, simples, paga-se R$ 2,00 para visitar. Na mesma região tem o zoológico da cidade, enorme também, melhor visitar de carro, paga-sem em média R$ 10,00 por pessoa mais R$ 10,00 de estacionamento. Legal apesar de estar em reforma, elefantes, zebras, cobras etc... Saímos a noite duas vezes, uma para o Bar Patorroco, onde experimentamos o Skeik de Minas (carne na conserva, pão sírio e queijo temperado, uma delícia, serve 02 pessoas). E no Redentor bar, também legal cardápio variado e bastante cheio. Viagem ótima, povo simpático, cidade limpa, boa comida, boa bebida. Belo Horizonte a cidade também oferece muitas opções de show, teatro, festas, boates
  10. Huruuu deu tudo certo e foi bom esse é o sentimento, como cada viagem é uma aventura bora lá. Partindo de Palmas, carro, ás 09:30 programei o GPS para Araguaína-TO (tem uma estrada alternativa mas dizem que está em ruim estado e é isolada demais, preferi não arriscar) nem olhei no mapa, esse foi o primeiro erro o GPS traçou a rota passando por Tocantínia. Para chegar nessa cidade tem 23 km de estrada sem asfalto ãã2::'> credo, odeio. A parte boa é que Tocantínia é uma cidade indígena e tem balsa, essa é tranquila, carros pequenos pagam R$ 18,50. Gostei de atravessar na balsa o visual e bem lindo, do outro lado do rio é a cidade de Miracena, dai estradaaaa BR 153. Fui devagar, de Araguaína fui para Filadélfia-TO que é na divisa (o Rio Tocantins divide as cidades) com Carolina-MA. Balsa novamente, mesmo valor. Carolina não tem muito que fazer cidade pequena e sem muita estrutura, decidi pela hospedagem em Pedra Caída, http://www.pedracaida.tur.br o lugar é lindo, fica a uns 34 km da cidade (não tem placas na cidade indicando a localização tem que perguntar qual a saída que dá acesso a Pedra Caída e daí rodar 34 km). A hospedagem é um pouco cara mas vale a pena demais, o lugar é lindo e tem tudo ou quase (não pega internet nos quartos e nos salões principais o sinal é fraco da apenas para avisar os parentes que está sem sinal , tb não pega celular, ou seja sem celular e sem internet ) Em Pedra caída existem várias opções de passeios, todos pagos, os valores são entre R$ 25 e R$ 40,00 estudantes pagam meia. As refeições devem ser pedidas com antecedência, pois não tem self-sevice. Parte ótima, as cachoeiras são lindas, seguras, as visitas são guiadas, o acesso é fácil por meio de passarelas de madeiras, e a água é um sonho é quase morna e olha que estamos no inverno. O lugar é imperdível, maravilhoso. Fiquei 02 dias, no segundo fui para Itapecuru ( 25 km de Carolina) paga-se R$ 25,00 para entrar é um balneário com quedas d´água e estrutura de lanchonete maravilhoso, lindo demais. Na sequência fui para Riachão (89 km de Carolina) conhecer a Cachoeira de Santa Barbara e o poço Azul, saindo de Riachão são 15 km de asfalto e 15 km de estrada de terra ãã2::'> está em boas condições. O local cobra R$ 30,00 e a estrutura de lanchonete e restaurante não é boa, é melhor almoçar em outro local. O acesso as cachoeiras tb é feito por passarelas de madeiras, ótimas e seguras. O lugar e o poço azul são umas das maiores maravilhas que já vi, lindo demais, e a água uma delícia e transparente. Enfim vale a pensa muito legal a região.
  11. Não lembro todas as linhas mas existem muitas opções na rodoviária, lembro da Andorinha que faz esse trajeto mas é tranquilo de comprar na hora. A partir de Goiânia para Campo grande, por volta de R$ 120,00 o ônibus sai as 17:00 horas e chega lá por volta de 07:00 h. Quando descer do ônibus já compre a passagem para Corumbá, é por volta de R$ 80,00 e sai de manhã antes das 08:00 h. Chega em Corumbá - passando por Miranda e Aquidauana, por volta das 17:000 horas. Táxi para fronteira R$ 30,00 mais outro táxi até a rodoviária de Puerto Quijaro R$ 10,00. Ônibus para Santa Cruz de La Sierra R$ 150,00. Eu fiz tudo na sequência, gostei, tb seria bom ir parando para curtir os lugares, em Corumbá tem muitas opções de passeios. Eu estava tão ansiosa para chegar na Bolívia que fiz tudo na sequência. Gostei demais, na Bolívia tem muitas opções de passeios o salar, o lago titicaca e outros tudo é muito legal e cheio de aventuras.
  12. Ah esqueci de contar isso, eu precisei de médico . Tenho alergia a amendoim e ao chegar em santa cruz fui almoçar e a entrada era sopa de maní, vi aquele negócio branco e pensei que era batata e comi . Quando descobri o que era fiquei com medo e procurei uma clínica próxima ao hostel, não lembro o nome, paguei barato na consulta, não fiz agendamento nem nada, só cheguei e consultei. Fui bem atendida, essa clínica tinha todas as especialidades médicas, era simples, mas o remédio foi eficiente. Gostei do atendimento. Realmente a Bolívia tem pobreza, mas o que vi achei semelhante ao Brasil, ou seja pobreza e riqueza convivendo lado a lado.
  13. Sim, quando cruzei a fronteira já eram por volta de 18:00 horas e nesse período não havia a opção de ir de trem. Então fui de ônibus, acho que sai por volta das 21:00 horas, comprei passagem na hora. Se você for prefira o andar superior e as cadeiras individuais que são mais confortáveis. Eles também quase não fazem parada para ir ao banheiro, tem que ir no ônibus mesmo. Cheguei em Santa Cruz bem cedo a viagem é tranquila.
  14. Chapada Diamantina via Tocantins Partirmos do Tocantins com Destino a Lençois-BA, passamos por Luís Eduardo Magalhães, cidade ótima bons lugares para comprar e comer. Bem bacana, estrada boa tb. Ficamos hospedadas no Hotel Saint Louis, legal com restaurante e pessoal simpático. Por volta das 12:00 partimos para Lençois, passamos por Barreiras e uma série de outras cidades todas com estrutura boa, postos de gasolina lanchonetes legais foi surpreendente. Como o caminho é um pouco sinuoso demoramos um pouco (eu e amiga) para chegar. Chegamos por volta das 21 h, isso aconteceu na semana do carnaval, pensamos cidade pequena interior deve tá vazia, antes de ir pesquisamos que essa é a principal cidade da Chapada. Engano nosso estava cheiaaaaaaaa, começamos a procurar pousadas e nadaaaaa, devo dizer que as ruas estavam bem cheias e são estreitas com calçamento de pedra ruim para andar de carro. Já perdidas e desesperadas na perspectiva de não encontrar hotel, estacionamos e fomos procurar à pé, vai daqui vai dali perguntando encontramos o Hotel de Lençois, http://hoteldelencois.com/, magnífico 10, tem piscina, com hidromassagem quente, bar na piscina, restaurante, sauna e tudo mais, enfim perfeito o quarto é bem mobiliado e espaçoso com varanda. Saímos nessa noite e o que não faltou foram opções de bares e restaurantes e também música ao vivo. Devo dizer que a cidade é surpreendente é de turismo internacional, tem restaurantes chiques franceses, portugueses etc... tem uma mega estrutura para receber. Há muitos estrangeiros. É preciso semanas para explorar todos os bares e restaurantes, há de tudo comida italiana, francesa, regional etc... vai do requintado ao simples. A cidade é bonita e calma, perfeito pra relaxar e se aventurar. No primeiro dia exploramos a cidade e contratamos um passeio, por volta de R$ 100,00 para conhecer os principais pontos da chapada, Morro do pai inácio, rio mucugezinho e poço do diabo, gruta e lapa. Partimos cedo, a van pega o pessoal no hotel, a primeira parada foi o rio mucugezinho, bem legal tem lanchonete e opção de rapel, a água é bem escura devido a presença de ferro. Após o banho seguimos para o morro do pai inácio que tem vista panorâmica para a chapada, a subida é um pouco difícil mas os guias ajudam, lá em cima o visual é lindo, compensa muito. A próxima parada foi na gruta que fica em uma fazenda, lá servem almoço, é feita com o guia leva mais ou menos uns 40 minutos para atravessar a gruta. No caminho explicam a estrutura e as formações. O ponto final foi na lapa doce que é uma rio e formações rochosas a água é transparente, é possível fazer mergulho e fotos em baixo d´água. Tem estrutura de bares lanchonete. Enfim existem muuuuitos outros passeios e atrativos da pra ficar uma semana fazendo passeios sem repetir, vá preparado para uma cidade turística muito atrativa e acolhedora onde há tudo o que você precisa. É muito legal pretendo voltar. Site das agências de turismo: http://www.guialencois.com.br/tipo-anuncio/agencias-de-turismo
  15. Antes de ir a Bolívia vi muitas mensagens aqui e fiquei um pouco assustada até por que ia viajar sozinha. Mas é mega tranquilo de boaaaaaa. Partir de Goiânia por volta das 17:00 horas com destino a Campo Grande, cheguei de manhã e quase na hora já embarquei com destino a Corumbá. A rodoviária é bem legal e limpa. Até Corumbá passamos pelo pantanal, muitos km de água e mato, mas foi legal, devo dizer que fui em junho de 2014 e estava bem nublado no Mato Grosso. Quando cheguei em Corumbá, já eram quase 18 horas pensei em dormir na cidade para atravessar a fronteira no outro dia, pensei que talvez estivesse fechado mas encontrei uma senhora que estava indo para Santa Cruz que disse que estava tranquilo então pegamos um táxi e fomos para a fronteira. Passamos de forma muito tranquila, primeiro na fronteira brasileira para dar saída e logo em frente, cruzando a ponte a fronteira da Bolívia. É importante dizer que na entrada entregam um papel verde com a data e na saída você deve devolvê-lo não e bom perder esse, nos hotéis geralmente pedem esse. Então passei a fronteira e fui para Porto Puerto Quijaro, um frio de doer, muito mesmo. Pensei em tomar banho mas só tinham chuveiro com água fria. O pessoal é legal, comprei passagem para umas 20:00 horas e enquanto isso fiquei na lan house. Sai nesse horário de cheguei em Santa Cruz de la Sierra às 08:00, cidade ótima muito tranquila, povo legal tudo ótimo. Fiquei hospedada no Loro loco Hostel, até bom pessoal simpático muitos estrangeiros. Andei bastante pela cidade, a comida que mais encontrada e frango frito e batata mas tem de tudo, facilidade para trocar moeda (cambio), muitos táxis e artesanato. Fiquei uns 2 dias e gostei bastante tem teatro, muitas lojas e o povo é legal. Daí parti para Cochabamba, fui de ônibus em média uns 80 reais, devo dizer que as coisas na Bolívia tem preços acessíveis. O caminho foi tenso, saímos por volta de 08:00 h e o ônibus só parou por volta das 12:00 e não tinha banheiro no ônibus, muita pobreza e falta de estrutura no caminho, triste mesmo. Mas as pessoas são simpáticas, conversam se você tentar conversar. O caminho é por montanhas paisagem legal mas anda muito devagar devido a estrada sinuosa. Cheguei a noite, fiquei no Filipez hotel, como era mais caro do que eu imaginava fiquei só até as 12:00 do outro dia e fui para La Paz. Cochabamba é uma cidade grande, cercada por uma paisagem bela e tranquila de passear. Cheguei em La Paz a noite, a cidade é grande, fiquei no Pirwa Hostel, tranquilo com café da manhã e pessoal legal, cama boa e cobertor quentinho. Estava bem frio mas de manhã e a noite, durante o dia faz um solzinho. Andei bastante tem muitas opções de comida, passeios, lugares. Devo dizer que o transito é difícil e não é plano então prepare-se para o dia inteiro subir e descer ruas. É tudo muito tranquilo, tem muita coisa diferente para ver como as cholas, o mercado de las brujas e passeios. Fiz um bela cidade que foi muito legal, desses que compra em agências de viagens a guia é bem legal e explica tudo. Não tive saroche, acho que é por que fui aos poucos daí me acostumei com a altitude. A intenção era continuar ir para o Peru mas fiquei cansada, e resolvi voltar peguei um avião até a Santa Cruz, custou por volta de uns R$ 300 reais e de lá voltei de ônibus. Devo dizer que a fronteira só abre as 08:00 se chegar antes tem que esperar. Na volta de Santa Cruz para Puerto Quijaro a polícia parou o ônibus e solicitou documentação, de forma tranquila, como era estrangeira pediram o papel verde que me deram na entrada, mostrei e ficou tudo certo, seguimos viagem. Enfim tudo é muito tranquilo, há opções para sacar dinheiro (apesar que recomendo levar por causa das taxas), casas de câmbio, tudo é muito legal e ha várias opções, também me senti segura sempre.
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