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Paula Yassuda

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Reputação

4 Neutra

Sobre Paula Yassuda

  • Data de Nascimento 01-03-1986

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Londres, Inglaterra
    Paris, França
    Bruxelas, Bélgica
    Amsterdã, Holanda
    Innsbruck, Áustria
    Zurique, Suíça
    Veneza, Itália
    Florença, Itália
    Assis, Itália
    Verona, Itália
    Pádua, Itália
    Roma, Itália
    Nova Iorque, Estados Unidos
    Orlando, Estados Unidos
    Washington D.C., Estados Unidos
    Cusco, Peru
    Puno, Peru
    Machu Picchu, Peru
    Tailândia
    Camboja
    Laos
    Vietnã
    Filipinas
    Chicago, Estados Unidos
    San Francisco, Estados Unidos
  • Próximo Destino
    Japão
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/9-dias-no-peru-cusco-puno-machu-picchu-t114756.html
    http://www.mochileiros.com/tailandia-out-2015-bangcoc-chiang-mai-railay-ko-phi-phi-bangcoc-t120061.html
    https://www.mochileiros.com/topic/51540-sudeste-asiatico-mar%C3%A7o-e-abril2016-camboja-gt-vietn%C3%A3-gt-laos/
    https://www.mochileiros.com/topic/67106-filipinas-abril2017-boracay-el-nido-coron-cebu-bohol-cingapura/
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318 visualizações
  1. @Lais C Obrigada pela mensagem!! Acabei de te enviar, veja se chegou :)
  2. Paula Yassuda

    relato 9 dias no Peru (Cusco / Puno / Machu Picchu)

    Oi Millena, tenho sim! Envia um e-mail no [email protected] que eu te encaminho ela.
  3. @Maiara Tibola Brugnera Obrigada pela mensagem Maiara!! Olha, é bem difícil encontrar alguém que fale inglês! A minha dica é para vocês investirem na mímica rs...funciona! Só tome cuidado para não subestimar o entendimento...por exemplo: quando for negociar o preço de um tuk-tuk, deixe bem claro o valor e o destino, para depois não ter confusão (mesmo que você tenha que repetir mais do que uma vez). Nós particularmente não tivemos nenhum problema para nos comunicar, e tínhamos internet limitada....se vocês comprarem um chip de lá fica mais fácil, mas você acaba perdendo a oportunidade de interagir com os locais...o que é muito rico!
  4. @Dalton Kn desculpe pela demora!! Para alugar a moto, você deixa seu passaporte, e pega ele de volta quando devolver ela. É muito simples e tranquilo!
  5. @Samere Itani acabei de te enviar a planilha
  6. Meninos, mandei a planilha agora - vejam de receberam
  7. @Angelita Rodrigues espero que não seja tarde demais, enviei a planilha hoje! Tem bastante lugar para se hospedar, então com certeza na rua vocês não terão que dormir. A única coisa ruim de ir sem reserva é que você corre o risco de os lugares melhores em custo/benefício estarem esgotados.
  8. @Hindu desculpe pela demora, planilha enviada hoje!
  9. @andresjc2008 veja se recebeu a planilha - te enviei hoje!
  10. @Waldir Sant'Anna Espero não ser tarde demais - desculpe pela demora! Enviei a planilha hoje.
  11. Paula Yassuda

    relato Mochilão (nerd) pelo Japão 2015 -- Planilha de Custos e Vídeo ^^

    Oi Diogo! Li seu relato antes de fazer minha própria pesquisa, e agora que já estou mais situada: incrível seu relato!! Uma dúvida e que tem deixado a gente bem na bad: no onsen, vocês usaram o salompas no migué mesmo ou isso meio que é normal fazer? Estou só tentando entender se corremos o risco de sermos expulsos em algum momento haha
  12. Paula Yassuda

    bagagens e checkin em conexao pela Ethiopian Airlines

    Eu fiz escala nesse aeroporto na viagem para Filipinas em Abril desse ano. Como estávamos com o mochilão, não despachamos; mas não tivemos que fazer um novo check-in.
  13. @Rogerio K C Planilha de gastos enviada
  14. Olá, Mochileiros!!! Este é meu quarto ou quinto relato, e estou aqui para dividir com vocês a nossa (minha e do Felipe) viagem para as Filipinas. Ano passado fiz parte das férias sozinha (relato Camboja, Vietnã e Laos), e como era o ano do Felipe escolher o destino, quando voltei seguimos para 15 dias na Colômbia. Este ano, minha vez de novo (o/ aeeee) e obviamente completei meu terceiro ano seguido desbravando terras asiáticas! Pensamos juntos em alguns lugares, e o foco da pesquisa acabou seguindo para as Filipinas: um país composto por mais de 7.000 ilhas, com 70% da população católica e de paisagens de tirar o fôlego! Em Novembro de 2016 compramos nossas passagens, e começamos a trabalhar no roteiro. Ao contrário do que muitos consideram, eu não recomendo combinar a viagem para Filipinas com outros destinos (isso serve para os viajantes com tempo limitado, como nós, que temos 20 dias de férias por ano). Tem MUITA coisa para conhecer por lá, em muitas ilhas diferentes – deslocamento é um tanto complexo e cansativo. Tentamos combinar Filipinas com Indonésia, mas além de ficar caro, limitou muito os lugares que conheceríamos em ambos países. A região é bem conhecida também pelas monções, tufões e terremotos – os dois últimos são muito difíceis de evitar, mas a época mais recomendada pelos sites que eu passei é de Dezembro a Maio: melhor período para conhecer este paraíso e evitar as chuvas. Aqui vocês vão encontrar um resumo da nossa viagem, mas todos os posts já estão no blog caso precisem de mais detalhes para planejar a viagem de vocês (clique aqui para conferir). 30/03 a 01/04 – Guarulhos > Etiópia > Bangcoc > Kuala Lumpur Viramos mestres do desapego, colocamos nossos mochilões de 6 quilos nas costas e embarcamos no vôo da Ethiopian, que saiu de Guarulhos 01:00 AM. Chegamos na Etiópia próximo a meia-noite, e desembarcamos para esperar o vôo que seguia para Bangcoc. Com as malas nas costas, seguimos para o portão de embarque pois o vôo saía 01:35AM – pois é, saía... <Sou meio supersticiosa, então nunca falei em voz alta...mas nos meus pensamentos, sempre me gabei por nunca ter passado por nenhum problema nos meus vôos de longa distância...até eu comprar essa passagem da Ethiopian ☹> O vôo começou a atrasar mais meia hora a cada anúncio que era feito pela Cia. Aérea. “Bom, mas enquanto não derem água e comida, significa que logo embarcamos” – não deu 2 minutos dessa frase para começarem a distribuir água e um bolinho muito ruim. Enquanto as pessoas foram direcionadas para a sala VIP para jantar, descemos para uma cabine onde eles estavam dando suporte para aqueles que perderiam o vôo de conexão, já que o vôo não sairia mais 01:35AM, e sim às 07:00AM. A gente tinha uma passagem de Bangcoc para Kuala Lumpur da Air Asia às 10:30AM e devido ao atraso não conseguiríamos pegar o vôo. Eles não reembolsaram a nossa passagem, alegando que o que tínhamos em mãos era uma reserva, e não o ticket do vôo – uma tremenda palhaçada. Cansados de tentar resolver um problema que não geramos, desistimos de discutir e decidimos que tentaríamos resolver a hora que desembarcássemos em Bangcoc. No fim das contas, resolvemos sozinhos o problema e o melhor: sem custos adicionais \o/ <Não vou entrar em detalhes aqui no relato – mas quem sabe se nos encontrarmos por aí, a gente não toma uma cerveja e eu conto como a gente se virou?!> 01/04/2017 – Kuala Lumpur (Malásia) > Boracay (Filipinas) Chegamos meia-noite no aeroporto, foi o tempo de pegar um Uber, tomar banho no hostel, tirar um cochilo de 3 horas, e voltar para pegar o vôo com destino a Boracay. Normalmente a porta de entrada nas Filipinas mais frequente é Manila – vimos muitos relatos sobre o caos desse aeroporto, e optamos por descer direto em Boracay. São dois aeroportos: Caticlan e Kalibo. O Caticlan é muito próximo do porto que leva até Boracay, enquanto Kalibo fica a 1 hora e meia deste mesmo porto. Nós optamos pelo Kalibo, pois os vôos que chegavam no Caticlan tinham escala obrigatória em Manila – compramos essa passagem na Cebu Pacific, uma das low costs das Filipinas. <Eu tinha esquecido como os vôos da Air Asia são um freezer – sempre carregue uma blusa na bagagem de mão> Durante a imigração ninguém deu bola para o nosso certificado da febre amarela – li em vários lugares que é obrigatório. Trocamos dinheiro logo na saída do aeroporto (do lado direito tem 2 cabines de casa de câmbio) e acertamos na hora a van até o porto. Uma hora e meia depois, chegamos no porto. O barco estava incluso no valor da van, mas é obrigatório o pagamento das taxas de meio-ambiente e do terminal – eles recolhem os comprovantes no caminho até o barco. Atravessamos o canal e chegamos em Boracay por volta das 06:00PM; pegamos um triciclo até o hotel Greenyard Inn, nos trocamos e saímos para caminhar. A beira da praia é bastante animada, cheia de bares, restaurantes e barraquinhas de souvenir; jantamos e voltamos para o hotel para dormir. 02/04/2017 – Boracay (Filipinas) Nos hospedamos na White beach – ela é dividida nas Stations 1, 2 e 3. A Station 1 é próxima do D’mall, onde estão os restaurantes, bares e lojinhas mais badalados; A Station 3 é a mais afastada, com menos agito mas ainda assim com bastante vida noturna – você consegue ir de ponta a ponta em uma caminhada de meia hora. E finalmente, a Station 2 que conecta as demais foi onde nos hospedamos. Acordamos e estava chovendo bastante. Tomamos o café-da-manhã incluso na diária, e diferente de muitos lugares, nas Filipinas o café-da-manhã não é servido em buffet; eles preparam o prato na hora, em porção individual (mas muito bem servida). Assim que a chuva deu trégua saímos para procurar o hotel que ficaríamos nos demais dias (Villa Sunset Boracay). Se quiser saber mais detalhes desses hotéis, confere lá no blog Neste dia, nós almoçamos barbecue no Azurro seafood – muito caro, não vale a pena – e curtimos um pouco a praia. Ela não é muito bonita, é bem cheia de gente e barco para todos os lados. A noite existem bares com música ao vivo, e descobrimos o Sugba de Boracay: tomamos cerveja, comemos porção e curtimos uma banda de reggae bem legal que estava tocando lá. 03/04/2017 – Boracay (Filipinas) Neste dia alugamos uma moto para rodar um pouco a ilha. O triciclo fica mais caro pois eles cobram pelo tempo que ficam aguardando nos locais que você quer parar. Vale muito a pena conhecer as praias mais afastadas: ficamos na Llig-Lligan e Puka beach. As praias são bem limpinhas e tem bem menos gente que a White beach. Ficamos o dia todo por lá; eles disponibilizam esteiras e guarda-sol se você consome no bar/restaurante deles. Devolvemos a moto no final da tarde, e descobrimos que era um cara meio clandestino mas não tivemos nenhum problema. A noite compramos alguns souvenirs e ficamos no mesmo bar na beira da praia curtindo a banda de reggae. Sobre Boracay... É possível encontrar de tudo em Boracay: muita gente e agito em White Beach, com muitas atividades no mar (Island hopping e vários esportes radicais) e um pouco mais de sossego nas praias mais afastadas. Confesso que não achei White Beach muito bonita, mas é uma praia cheia de energia e repleta de opções que atendem a todos os gostos. A noite é bem animada, e talvez o número de pessoas acaba ofuscando a beleza natural da ilha. Existem algumas casas de câmbio, e se você se hospedar em White Beach é possível fazer praticamente tudo a pé. 04/04/2017 – Boracay (Filipinas) > Coron (Filipinas) No nosso último dia em Boracay, tomamos o café-da-manhã do hotel e caminhamos pela praia. Arrumamos a mala e logo já era hora de partir. No check-out do hotel, pedimos na recepção por um triciclo, que nos levou até o porto. Lá pagamos novamente a taxa do terminal antes de pegar o barco. Do outro lado é possível ir caminhando do porto até o aeroporto, que é super pequeno. Almoçamos em um restaurante bem simples, e passamos por uma experiência bem esquisita – pedimos um prato chamado Boneless Crispy Pata...era carne de porco e parecia bem gostosa, até que tivemos uma bela surpresa...dentes!!! Enquanto a gente pesquisava sobre a nossa viagem, encontramos somente 2 maneiras de chegar a Coron: com o navio da 2Go Travel (viagem de 15hs) ou um vôo da Cebu Pacific com escala em Manila – ambos tornariam a logística da nossa viagem muito mais complexa. Descobrimos meio que ao acaso a Air Juan: uma cia. aérea particular que tem vôos diretos para algumas localidades. O avião tinha assento para oito pessoas, e foi uma experiência muito legal. Antes de embarcar foi necessário pagar a taxa do aeroporto. O vôo durou 40 minutos e foi muito tranquilo. Saindo do aeroporto você já vê várias vans; não deu tempo de procurar outro meio de transporte, pois um rapaz disse que o próprio hotel oferece esse serviço de transfer – ele só esqueceu de avisar que era pago (descobrimos isso no check-out do hotel). Então antes de embarcar em vans, acho que devem ter triciclos que fazem a viagem por um preço mais camarada. Em meia hora ou até menos, estávamos no hotel. Ficamos hospedados no Coron Bancuang Mansion. Saímos para caminhar e conhecer o centro da ilha. Tudo lembrava um pouco Luang Prabang no Laos. Tomamos cerveja em um lugar bem gostoso, depois jantamos e voltamos no hotel pra fechar o island hopping do dia seguinte. Resolvemos dormir... 05/04/2017 – Coron (Filipinas) Tomamos o café e esperamos a van nos buscar para levar até o barco do tour. A van nos buscou super atrasada, e quando chegamos no porto ainda ficamos mais de 1 hora esperando pois eles ainda buscariam um grupo que se juntaria no barco com a gente. Já passamos por coisas parecidas em todas as nossas viagens para a Ásia, e o segredo é permanecer calmo pois hora ou outra as coisas vão dar certo. Enquanto a gente esperava, um rapaz nos abordou oferecendo um tour privado pelo mesmo preço que o barco que pegaríamos em grupo, só não tinha o almoço incluso. Neste meio tempo conhecemos um casal de Argentinos, a Vicky e o Julio, que a partir dali se tornaram nossa companhia de viagem – então decidimos seguir com o barco privado e cancelamos com a agência que nos fez esperar. O tour foi sensacional, só nós quatro no barco e o fato de termos saído bem depois de todos os outros, fez com que todos os pontos de parada estivessem vazios e fossem exclusivos pra gente! O barqueiro deixou a gente escolher 4 paradas, entre 10 – mais por causa do horário – então passamos pela Twin Lagoon, Barracuda Lake, Reef Garden e Atwayan Beach. No retorno, paramos em uma agência e fechamos junto com a Vicky e o Julio o tour para o dia seguinte – o roteiro tinha o nome de Tour Escapade. 06/04/2017 – Coron (Filipinas) Tomamos o café-da-manhã, que não estava incluso na diária, e esperamos pela van – e claro, ela nunca chegou. Fomos a pé até a agência, e eles correram atrás para nos colocar logo em um barco. Nós avisamos sobre a Vicky e o Julio, para garantir que eles não fossem esquecidos; minutos depois eles apareceram pois também foram esquecidos rs. A viagem de ida é de 2 horas no barco, mas compensa demais! Primeira parada foi na Bulog Island, depois almoçamos na Banana Island, e seguimos enfim para a Macapuya Island. Voltamos para Coron, e combinamos de jantar com nossos amigos argentinos. Eles descobriram um restaurante um pouco acima do nosso hotel muito bom, chamado Kawayanan Grill – tomamos muita cerveja e comemos uns pratos sensacionais lá. 07/04/2017 – Coron (Filipinas) Os tours são sensacionais, mas confesso que a gente estava bem cansado neste dia, então resolvemos ficar na piscina no hotel e explorar a cidadela. Tentamos negociar com um triciclo pra ir até Kabo Beach, mas o melhor valor que conseguimos foi de PHP 400 porque o triciclo fica no local esperando para trazer os passageiros de volta. Só que encontramos um lugar onde o aluguel da moto por 2 horas era de PHP 250 então alugamos e seguimos até a praia. São 7km do centro e parte da estrada é de terra mas é bem tranquilo de chegar lá; Kabo Beach é uma praia simples, eles cobram uma taxa de entrada de 50 pesos e tem pouca gente – conversamos bastante com alguns filipinos que estavam passando as férias em Coron...foi uma ótima experiência. Devolvemos a moto e depois nos encontramos com nossos grandes amigos Vicky e Julio para jantar. Eles também ficaram pela cidade pois o Julio estava praticamente com insolação coitado, de tão queimado que ficou do tour do dia anterior. Eles iam ficar um dia a mais em Coron, mas nos encontraríamos em El Nido em seguida; então esse foi nosso jantar de despedida, e como sempre estava tudo muito gostoso. 08/04/2017 – Coron (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas) Nós lemos muito sobre o “barco da morte” que faz o percurso de Coron > El Nido e vice-versa. São 5 horas de barco, e praticamente todos os relatos diziam que muita gente passa mal a viagem toda. Eu enfrento qualquer parada, mas o Felipe passa mal com qualquer coisa...então encontramos um navio da 2Go Travel, que nos levou até Puerto Princesa, e de lá seguimos de van até El Nido. O esquema do navio também não é para qualquer um...são 15 horas de viagem; os quartos compartilhados são muito baratos (USD 35/pessoa) mas é esquema super desapego porque são vários beliches para várias pessoas, não é muito confortável e os banheiro são compartilhados e não são muito limpos não. Já os quartos privativos são bem legais, mas custam praticamente o mesmo preço de uma passagem de avião, então é válido avaliar o custo/benefício. Chegamos de noite em Puerto Princesa, e a saída do porto é uma confusão – aquelas bagunças da Ásia, que no final dá tudo certo. Os caras dos triciclos disputavam a gente como um pedaço de carne...depois de negociar um pouquinho, subimos no triciclo e seguimos para o hotel Prima Residence. Escolhemos esse hotel pois teoricamente ele é perto da rodoviária, de onde saem todas as vans para El Nido. Como li em alguns relatos que é mais seguro fechar a van com antecedência, o próprio cara do triciclo arranjou uma caroninha pra gente (o amigo, do amigo, daquele outro amigo rs). 09/04/2017 – Puerto Princesa (Filipinas) > El Nido (Filipinas) O cara do triciclo chegou pontualmente, pouco tempo depois de tomarmos o café-da-manhã. Ele nos levou até a agência de onde sairia a van, e foi bom ir cedo porque pudemos escolher onde a gente ia sentar. Ficamos rodando um pouco antes de iniciar a viagem, buscando outros passageiros – por um lado foi legal porque conhecemos um pouquinho de Puerto Princesa, que nos pareceu uma cidade bastante aconchegante. Como sempre essas viagens de van são loucura total (não tem como não lembrar da nossa experiência em Machu Picchu...a van da morte!). Depois de 2 horas o motorista fez uma parada – como comem esses Filipinos! No meio da viagem o motorista quase atropelou um triciclo com um casal de senhorzinhos...quando eu falo van da morte, pode considerar o real significado das palavras. A chegada em El Nido é impressionante – a cidade fica no pé de uma montanha enorme, muito peculiar. Descemos na rodoviária e rachamos o triciclo com um brasileiro que conhecemos na van – nosso hotel era próximo, mas não tinha como chegar a pé. Depois que fechamos o roteiro, descobri que estaríamos em El Nido bem na semana santa das Filipinas – ou seja, a cidade estava lotada de gente...o que dificultou um pouco pra gente achar um lugar bom pra nos hospedarmos. Consegui 2 diárias no Spin Designer (um dos hostels mais bem avaliados do mundo), e as outras 2 diárias tivemos que fechar no Ricgem Place (um hotelzinho bem mais ou menos). Almoçamos na beira da praia, e caminhamos um pouco para conhecer as redondezas e fechar o tour do dia seguinte. No final, descobrimos que no nosso hotel eles ofereciam os tours em barco próprio, e saía bem mais em conta...para ter uma idéia, o tour A variava de 1.000 a 1.200 pesos, e no hotel fechamos por 800 pesos. Então definimos que o dia seguinte seria dedicado ao tour A. 10/04/2017 – El Nido (Filipinas) Dia de Tour A! A Big Lagoon é linda, mas não pudemos nadar nela...só navegar e tirar algumas fotos. A Secret Lagoon não é nem um pouco interessante; talvez porque chegamos em horário de pico, estava lotada e a água toda remexida. Paramos para almoçar em uma prainha, e como sempre a comida estava uma delícia. Seguimos para a Small Lagoon e fizemos 1 hora de kayak. A última parada foi na praia Seven Commando e estava bem vazia pois chegamos antes dos demais barcos. Foi bem diferente pegar esse barco somente com filipinos, porque eles sempre voltavam para o barco muito antes do horário combinado – nos outros barcos que dividimos com outros estrangeiros, o pessoal enrola demais para voltar...muitas vezes até atrasa a partida do barco. A noite caminhamos um pouco pelo centro, e jantamos em um dos restaurantes pé na areia que ficam lotados de gente. Ficamos no Big Mamma´s, um dos únicos com meda disponível...mas confesso que não gostamos muito não. 11/04/2017 – El Nido (Filipinas) Como nós fechamos o tour C e ficamos o dia todo fora, tivemos que fazer o check-out antes de sair pela manhã. Um guia veio nos buscar e demoramos para sair pois pegamos um barco que não era do hotel. Quando finalmente conseguimos sair, o barco quebrou. Começamos o tour bem depois dos demais barcos, que no final foi bom pois não tinha aquele monte de gente nas paradas que fizemos – quando a gente chegava, todos já estavam saindo. Paramos na Helicopter Island e fizemos um pouco de snorkel. Depois seguimos para almoçar na Talisay Beach – comida novamente sensacional. Seguimos para a Hidden Beach, e depois para a Mantiloc Shrine, onde pudemos desfrutar de uma das vistas mais linda da viagem. Retornamos do tour, pegamos nossas malas e seguimos para o Spin Designer. Neste dia a noite, nossos amigos argentinos foram nos encontrar no hostel para jantarmos juntos! Escolhemos um restaurante na beira da praia, e depois de muita risada combinamos de alugar uma motoca no dia seguinte e conhecer Nacpan. 12/04/2017 – El Nido (Filipinas) Tomamos o café-da-manhã estilo buffet, e comemos o omelete feito na hora. Saímos com nossos amigos para alugar a motoca, abastecemos e seguimos para Nacpan – uma viagem de 40 minutos em estrada asfaltada. Aqui vai a dica: abasteçam a moto com 1,5 litros pois não vai gastar mais do que isso para ir e voltar. A praia é linda demais, de águas transparentes e areia quente de queimar a alma. Por volta das 16hs retornamos e decidimos assistir o pôr-do-sol em Las Cabañas – um ritual bastante comum na região; todo mundo vai pra lá! Devolvemos as motos a noite, e já fechamos a van para o dia seguinte, que nos levaria de volta para Puerto Princesa para seguir viagem. Dali pra frente não encontraríamos mais nossos amigos argentinos, então foi hora de nos despedirmos. Nesta noite decidimos comer o churrasco do hotel – quando digo churrasco, entenda frutos do mar, frango e porco na brasa. Foi meio caro, mas foi ótimo não ter que caçar um restaurante vazio no centro para conseguir comer. 13/04/2017 – El Nido (Filipinas) > Puerto Princesa (Filipinas) A van nos buscou no hotel pouco depois de tomarmos café-da-manhã, e ao contrário da ida, essa van era bem zuadinha. Tivemos que viajar com o ar condicionado desligado, e mesmo assim a van quebrou duas vezes. Algumas pessoas perderam (ou quase perderam) o vôo, mas o nosso era mais tarde então esse imprevisto somente reduziu o tempo que ficaríamos esperando no aeroporto. Fazia muito calor, então ao invés de procurar um lugar para comer com os mochilões nas costas, ficamos em um restaurante bem simples do lado do aeroporto – pelo menos tinha ar condicionado. É engraçado porque a gente falava que era brasileiro, e todo mundo começava a falar em espanhol com a gente. Nas Filipinas você paga as taxas de terminal a parte. Todo aeroporto ou porto que você for, vai cobrar uma taxa antes de você embarcar. Chegamos no aeroporto de Cebu, e de lá pegamos um taxi até o terminal de onde saem os ônibus que circulam pela ilha. Quando fechei a rota, descobri que o meio mais barato de chegar nas praias de Cebu são os ônibus amarelos da Ceres. Só que eu achei que era tudo bem mais próximo; pegamos o ônibus às 18h10 e chegamos em Moalboal às 21h20 (o Felipe queria me matar hahaha) – detalhe: pergunte pelo ônibus com ar condicionado! A gente viajou em um ônibus sem ar, e foi tenso. Ficamos na beira da estrada, e pegamos um triciclo até o Marcosas Cottage Resort. 14/04/2017 – Moaboal (Filipinas) Acordamos para o café-da-manhã, que estava incluído na diária – e era bem gostoso! Do lado do hotel tinha um mercadinho, e lá eles alugavam moto. Diferente dos outros lugares, o capacete estava incluído no valor do aluguel. Seguimos na estradinha de Cebu, que é linda de morrer! A viagem até a Kawasan Falls durou por volta de 30 a 40 minutos; precisa pagar a entrada, mas a trilha é muito bem estruturada e fácil de se localizar. Infelizmente era feriado, e a cachoeira estava cheia de gente, mas ficamos por lá por um tempo, mergulhamos, subimos até a parte de cima e rendeu boas fotos. Retornamos para Moalboal para conhecer as praias. A Panagsama tem pouquíssima areia e optamos por seguir até a White Beach. A praia estava abarrotada de gente, mas caminhamos pela areia para conhecer um pouquinho do que tinha lá, almoçamos no restaurante de um hotel, que é pé na areia. Eles têm o costume de armar algumas barracas na areia e alugam para quem quer passar o dia ali – como se fosse nossos guarda-sóis e cadeiras de praia. Como tinha muita gente, saímos para comprar uns snacks e aproveitar um pouco a piscina do hotel, que era gigante. Também usamos o tempo para replanejar nossos próximos passos. A idéia era no dia seguinte irmos para Dumaguete, mas fazer o Tubarão-baleia de lá seria muito puxado...então decidimos mudar o roteiro e ir direto para Oslob. Encontramos um hotel que ainda tinha vaga e era bem barato, e a boa notícia é que não tivemos que pagar o hotel que cancelamos. Jantamos no próprio hotel, e foi uma das melhores comidas que experimentamos durante toda a viagem. 15/04/2017 – Moaboal (Filipinas) > Oslob (Filipinas) Quando acordamos, vimos que tinha chovido pela manhã. Tomamos o café-da-manhã, arrumamos nossas malas e fizemos o check-out. O triciclo nos levou até a beira da estradinha, e esperamos pelo ônibus que nos levaria até Oslob. A gente achava que seria o mesmo ônibus que pegamos até Moalboal, mas depois de 10 minutos de espera chegou um ônibus amarelo da Ceres bem mais espaçoso e com ar condicionado (uhuuu). Depois de uma hora e meia, paramos na rodoviária a céu aberto de Bato, onde pegamos o ônibus para Oslob. Em 20 ou 30 minutos chegamos no Lantawan Resort. Um cara do hotel nos deu carona de moto a noite até o centro da cidade – sim, estávamos em 3 na moto rs. O centro de Oslob é bem simples mas é bem legal; tem alguns restaurantes, casa de câmbio, mercadinho e muita comida de rua. Depois de jantar, combinamos com o pessoal do hotel de alugar a moto para o dia seguinte. Compensava mais tanto pelo que pagaríamos, quanto pela liberdade de ir de voltar de onde quiséssemos. 16/04/2017 – Oslob (Filipinas) Acordamos super cedo para ir até o Tubarão-baleia; chegamos lá ainda não era 5 horas da manhã – e já estava cheio de gente. O Whale Shark Watch fica aberto das 6 horas da manhã até o meio-dia, e a gente decidiu ir até a feira da manhã que acontece no centro de Oslob, e tentar voltar mais tarde para ver os tubarões. A feira é bem rústica e tem de tudo – carne, frutas, vegetais, várias coisas dissecadas. Tomamos café-da-manhã ali, e era extremamente barato e gostoso (confesso que não era o lugar mais limpo do mundo, mas a gente gosta de se misturar com os locais e vivenciar um pouco do dia-a-dia deles). Trocamos dólar na casa de câmbio, e debaixo de uma chuvinha chata voltamos no tubarão. Estava bem menos caótico, e foi uma das coisas mais impressionantes que já fiz na minha vida. Ver estes animais em alto mar, fora de cativeiro, foi sensacional. Para ir e ficar no barco você paga 500 pesos, com snorkeling 1.000 pesos e o mergulho com cilindro é 1.500 por pessoa – esse é o preço para turistas, pois os filipinos pagam metade do preço. São 30 minutos de interação. Seguimos para a Tumalog Falls; não precisa pagar para entrar, mas não pode descer a estradinha com a sua moto. Descemos a pé porém a subida é bem pesada, então pegamos carona com uns motoqueiros que fazem o percurso por 30 pesos. A cachoeira é super diferente, mergulhamos um pouco mas o chão dela é meio de lama. Quando saímos de lá, um minitruck quase pegou a gente de moto na estrada; passou muito rápido e tinha muita gente em cima da caçamba. Na velocidade que estavam dava para perceber que não seria possível frear até a beira da estrada e eles acabaram capotando e bateram em uma casinha na beira da rodovia – o acidente foi muito feio, e foi muita sorte não caírem no barranco à beira mar. Voltamos ao hotel, e almoçamos em um restaurante muito legal perto do local onde nadamos com os tubarões. Lá eles tinham contato com os barqueiros que fazem o percurso de Oslob até Bohol, e pagamos até mais barato do que o preço normal (800 pesos por pessoa) – não tivemos que pagar nada na hora. Ficou combinado de um triciclo nos buscar no hotel no dia seguinte; saímos de lá e seguimos até o centro histórico de Oslob para caminharmos e conhecermos as redondezas. 17/04/2017 – Oslob (Filipinas) > Bohol (Filipinas) Nós devolvemos a motinho que alugamos na noite anterior, então tomamos café-da-manhã no hotel mesmo e fizemos o check-out. Para não fugir da rotina, nossa carona até o porto não chegou rs mas a gente já tinha super se acostumado. O pessoal do hotel foi muito gentil, e correram atrás de um triciclo pra gente – uns fofos, pois eles não tinham obrigação nenhuma de fazer isso. O barco é grande e não balança tanto; a travessia dura de 1:30 a 2 horas e é bastante tranquila – pagamos 800 pesos por pessoa (o preço normal é 1.000 pesos), além do triciclo que nos levou até o barco. Chegamos em Bohol na hora do almoço. Desembarcamos na ilha de Panglao na praia, e um caminhãozinho levou a gente até o centrinho de White Beach, próximo do nosso hotel. Fizemos o check-in e saímos para almoçar. Já era bem tarde, mas conseguimos encontrar um lugarzinho bem bacana para comer. Caminhamos um pouco pela praia...ela é bem ok, mas depois de El Nido e Coron, fica difícil de se impressionar. Aproveitamos a piscina, apesar de a água estar bem quente, e mais tarde jantamos em um restaurante com música ao vivo na beira da praia. 18/04/2017 – Bohol (Filipinas) Além de conhecer as praias, fomos até Bohol com um objetivo principal: os Tarsiers!!! Os pontos principais de Bohol ficam um pouco distantes da praia, o que super vale curtir uma viagem de moto nas estradinhas filipinas. Alugamos uma moto bem cedo – 350 pesos por 24 horas (muito barato!). Rodamos 40 km até chegar na Mahogany Forest, e depois mais 5 minutos até o Santuário dos Tarsiers. Que criaturas mais impressionantes! Eles são muito pequenos e parecem viver em uma paz sem igual...foi uma experiência muito curiosa, mas ao mesmo tempo existem algumas controvérsias neste “santuário”...os Tarsiers são tão pequenos que é necessário sempre ter alguém indicando para os turistas onde eles estão, apesar de todo o local ser cercado. Como em todo lugar no mundo, tem muita gente sem noção que desrespeita a distância mínima e enfia a câmera na carinha desses seres tão impressionantes. Saindo de lá seguimos por mais uns 15 km até Chocolate Hills. Se prepare para subir alguns vários degraus, mas que a vista compensa infinito. Na volta, almoçamos no restaurante que fica na frente dos Tarsiers, e paramos para tirar algumas fotos na Mahogany Forest. A estrada é muito bonita, e só a viagem de moto já valeria a pena. A noite fechamos o barco que nos levaria até Cebu no dia seguinte, e jantamos em um restaurante muito fofo chamado Guinit Bar – rústico, e pagamos 10 dólares em uma porção de frutos do mar fenomenal, que alimentaria umas 4 pessoas tranquilamente! Um dos melhores pratos de toda a viagem. 19/04/2017 – Bohol (Filipinas) > Cebu (Filipinas) > Cingapura Fizemos o check-out bem cedo e devolvemos a motoca na rua onde ficam os triciclos. Na noite anterior combinamos com um motorista de nos levar até o porto, em Tagbilaran – pagamos 300 pesos. Foram 40 minutos, na mesma estradinha que nos levou até os Tarsiers. O barco é simples, e tem 3 classes. Nós pagamos a classe intermediária: banco um pouco mais espaçoso e ar condicionado; foi 1:50 de viagem, e do porto em Cebu pegamos um taxi até o aeroporto. Como eu mencionei antes, em todo aeroporto e porto você paga uma taxa antes do embarque. O embarque para Cingapura nos custou 750 pesos por pessoa – bem cara! Nós chegamos em Cingapura já era noite, então trocamos um pouco de dinheiro no aeroporto, e ao invés de ir de metrô, desta vez optamos em ir de Uber para chegar mais rápido no Wink hostel; era bem ok, com aquelas camas meio cabines. Jantamos em um restaurante chinês na esquina do hostel, e saímos correndo para conseguir ver o Gardens by the Bay de noite. Valeu muito a pena a correria, ele é lindo demais! A entrada é gratuita, você só paga se quiser entrar em algumas atrações dentro do parque que funcionam somente de dia. 20/04/2017 – Cingapura > Bangcoc (Tailândia) Tinha bed bugs na nossa cama ☹. Acordamos bem cedinho porque tínhamos horas contadas para explorar Cingapura. Tomamos café-da-manhã em Chinatown, e seguimos de novo para o Gardens by the Bay para explorar de dia. As atrações pagas abrem a partir das 9hs, então chegamos meio cedo demais rs mas subimos na ponte suspensa – que é alta pra caramba! De lá caminhamos pelo shopping e seguimos até o Merlion Park (mais ou menos 1,3 km – 20 minutos andando), e não tivemos tempo de subir no topo do Marina Bay Sands. A gente voltou para o hostel e fez o check-out. Aproveitamos as últimas horas para conhecer Chinatown, e descobrimos um mercadão local, cheio de restaurantes bem simples e recheados de comidas típicas. A comida era muito boa, e enquanto a gente almoçava conversamos bastante com um casal chinês que mora faz anos em Cingapura. Foi uma experiência muito rica, e ficamos muito felizes de ter descoberto esse lugar! Buscamos nossos mochilões no hostel, e pegamos o metrô até o aeroporto para fechar nossa viagem com chave de ouro: em Bangcoc! 21/04/2017 – Bangcoc (Tailândia) De Tailândia a gente já está super expert, então passamos por lá mais pra matar saudade . Ficamos hospedados no Lebua at state hotel, e ele é sensacional! O quarto é enorme, tem piscina, e o café-da-manhã é ridículo de bom. A gente se deu esse presente, aproveitando uma promoção e para descansar bem antes do retorno. A tarde nós fomos até o Chatuchak Market – ele abre somente de final de semana, mas na sexta-feira funciona parcialmente. Compramos bastante coisinhas pra casa e algumas roupas, voltamos para o hotel para tomar um banho e iniciamos nosso retorno pra casa. <Como de costume, fizemos uma planilha com todos os gastos; se quiserem receber é só deixar o e-mail nos comentários que eu retorno o quanto antes >
  15. Entendi!!! Respondendo sua pergunta: não me decepcionei com Phnom Penh...me decepcionei pq achei que ia poder caminhar como maluca por lá e conhecer bastante coisa, mas me deixaram com um pouco de medo então acabei fazendo só o básico mesmo... Nossa, jura que você vai no ano novo? Que legal...deve ter vários eventos bacanas para ver! Sobre as atrações em Phnom Penh, você tentou enviar e-mail pra eles? vou te mandar o link do campo de concentração e da prisão, veja se consegue que alguém te responda: Tuol Sleng (prisão S21) http://www.killingfieldsmuseum.com/contact.html Choeung Ek (campos de concentração) - este parece que o site oficial está fora do ar mesmo, talvez alguma agencia de turismo de lá possa te confirmar... Filipinas...é, eu estou super ansiosa pra essa parada do tubarão hahaha...El Nido fica meio fora de mão mesmo, se for pra lá é legal tentar fazer Coron tbm...então pensando no seu limite de tempo, não tem como fazer as 2 ilhas mesmo. Se tiver mais duvidas me avisa!
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