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Luiz Felipe Faustino

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Sobre Luiz Felipe Faustino

  • Data de Nascimento 17-02-1979

Bio

  • Ocupação
    Professor de História; Coordenador de Tecnologias Educacionais
  1. Olá aventureiro, adquiri uma faca Azteq Trooper e achei muito boa, para tarefas leves de acampamento, como cortar cabos, frutas, lenha (não testei com toras). Achei que a lâmina é muito boa e de ótimo corte, veio bem afiada e pega fio fácil tb, mas o cabo não é bom, as camadas de micarta são muito finas e o acabamento deixa a desejar, não é "arredondado". A bainha é péssima, a faca fica solta, balançando e fazendo barulho, já que a guarda tem alturas diferentes. Mas em geral para atividades leves e de acampamento é muito boa, compensa o custo benefício. Fiz um review dela no Youtube, ou postar aqui para somar ao fórum. Valeu abraços
  2. Olá povo mochileiro/ aventureiro; Fizemos a subida ao Pico do Jaraguá em dezembro de 2015, levando todo o Grupo Escoteiro, desde lobinhos (07 a 10 anos) passando pelas tropas escoteira e sênior (11 a 17 anos), até o clã pioneiro (18 a 21 anos). Os adultos tinham idades variadas, de 30 a 50 anos de idade. Quase todos aguentaram, com exceção daqueles que estavam acima do peso, afinal trata-se de uma escalada de média dificuldade. Seguimos pela rodovia Anhanguera, até o km 18, pegando a saída indicada para Estrada Turística do Jaraguá, seguindo até a entrada do Parque estadual do Jaraguá. A primeira entrada que nos apareceu não leva ao início da trilha, possui umas casas de moradores locais e não tivemos indicações precisas. Mas achada a entrada efetiva (segunda para quem vem pela Anhanguera) logo vimos uma área onde se estacionam os carros; essa área possui banheiros e um anfiteatro bem interessante, onde pudemos organizar o início da aventura. O início da trilha é uma grande subida numa rua de paralelepípedos fechada para carros, muito íngreme, onde os menos preparados já “arreiam”; passada esta subida inicia-se a trilha de terra, conhecida como “trilha do pai zé”, constando no mapa com 950 metros de distância até o pico. Passando por lindos trechos de Mata Atlântica, com subidas leves e de dificuldade média, após 40 min chega-se a uma área aberta, onde já se avista o pico e as famosas antenas das emissoras. O trecho final da escalada ao pico trata-se da parte mais técnica, pois a trilha a céu aberto está bem desgastada e há muita erosão no local, fazendo dela escorregadia, esburacada, íngreme e cheia de grandes valetas, castigando as coxas de qualquer um. Nos trechos mais difíceis têm degraus de madeira construídos pela adm do parque, mas também muito íngremes. Para quem gosta de aventura é um prato cheio, mas nada que ofereça perigo, apenas exige preparo físico. Chegando ao platô do pico a trilha cai na estrada asfaltada, que também leva ao local carros cheios de “farofeiros”, um pouco mais adiante há uma área construída que antecede o pico propriamente dito. Encontram-se no local barraquinhas de tranqueiras e comidas, como cocos e churrasquinhos, bem como um ponto de água potável canalizado. Para o delírio dos mais aventureiros (e agonia dos já cansados) a conquista do pico passa por uma enorme escadaria (enoooorme mesmo), chegando à base das grandes antenas de transmissão das emissoras. A vista de várias áreas e pontos da cidade de São Paulo, principalmente da Zona Oeste, é fantástica, faz valer a pena todo o desafio. A descida foi tranquila, principalmente para os cansados; mas os degraus ainda castigaram as pernas já cansadas. Recomendo para esta aventura um mínimo de preparo físico, tipo caminhadas de final de semana regularmente. Lanches estratégicos para recompor as forças também é outra indicação, já que é subida íngreme até o final. Um bom binóculos e câmera fotográfica também serão ótimos parceiros nesta aventura. Aproveitem e curtam a natureza!
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