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Suzan Naty

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  1. Vai mesmo, Ilicio, você não vai se arrepender! O pôr-do-sol até agora não barrou o de nenhum lugar no mundo, talvez só o da Ilha Grande, no RJ! Qualquer dúvida fala, estou por aqui!
  2. Oi Poliana! Olha, te indico fazer Baixa Grande-Queimada dos Britos porque daí você dorme um dia no oásis dos Britos. Vale a pena ver o pôr-do-sol no meio das dunas e também uma vegetação depois de só ver dunas e lagoas! Aí de lá você parte para Santo Amaro para curtir as lagoas que tem lá, pois ficam super perto e dá para ir andando! Aproveita muito, o lugar é mágico! beijos!
  3. Oi gente, Fiz um mochilão de 3 meses pela América Latina e voltei pelo Peru. Fiquei em Puerto Maldonado por 3 dias na selva, conhecendo a Reserva Nacional de Tambopata e depois fui para a fronteira. O percurso é o seguinte: você toma uma van saindo de Puerto Maldonado até Iñapari, custa 30 solis. Em Puerto Maldonado, a partir das 7h tem um ponto de onde sai todas as vans. Saí as 10h e fui pela empresa Madre de Acre. Como saí tarde, tive que esperar 1h30 até que chegassem 2 passageiros porque só sai com no mínimo 3 passageiros, então aconselho sair cedo de Puerto Maldonado. São 3h30 até Iñapari, lá você passa na fronteira do Peru e chega em Assis, já no Acre, Brasil. Na saída, você já encontra um ponto de taxi, que te cobram 100 reais até Rio Branco, no entanto precisa esperar que tenha 4 passageiros, pois eles não levam se não tiver essa quantidade mínima de passageiros. Ou então você vai para praça de Assis que fica a 5 mintos de taxi desse ponto, eles cobram 10 reais ( dividi com duas pessoas, aí ficou baratinho ) para esse mínimo trajeto, e de lá você pode pegar um ônibus da empresa Transacreana para Rio Branco, custa 52 reais, mas eles só saem em 2 horários no dia, às 6h e às 15h. Como cheguei às 16h e não tinha a quantidade mínima de pessoas pra lotar o taxi, e como também não queria pagar 100 reais, dormi uma noite em Assis, em um hotel bem bonitinho mas simples chamado Dois Irmãos. O quarto com ventilador e banheiro saiu 30 reais, dividi com uma finlandesa que tinha ido na imigração brasileira carimbar o passaporte pra poder voltar ao Peru. Fomos na imigração brasileira carimbar os passaportes e saí no outro dia pela manhã para Rio Branco, às 6h chegando no Terminal Internacional de Rio Branco às 13h30. Qualquer dúvida estou por aqui!
  4. Suzan Naty

    Saindo de Buenos Aires para La Paz de ônibus/trem

    Olá Michradu! Brigadão pelas dicas! Acabei indo de ônibus direto de Retiro, a rodoviária de Baires para La Paz pela empresa Quirquincho, foram 48h de viagem rsrs mas valeu a pena pelo preço e também porque queria chegar logo em La Paz! Mesmo assim valeu demais!
  5. Olá Paty! Foi animal mesmo! Você não imagina ver os fogos de artifício do réveillon de Angra tomando banho à meia noite de dentro da Lagoa Verde... Foi incrível mesmo! Já penso em voltar lá haha
  6. Oi Diego! Essa mesmo! Infelizmente, a praia é linda, bem pequininha, tem uma pedra gigante, mas enfim, melhor evitar um senhor correndo com uma foice atrás de você, né? A gente falou com os pms em Abraão, mas não sei se eles fizeram alguma coisa. Então, para evitar problemas na trip não acampa nessa, tem outras lindíssimas para você dormir!
  7. Suzan Naty

    Saindo de Buenos Aires para La Paz de ônibus/trem

    Nossa, Fon, que trip show!! Seu site é bem legal, também, vou me debruçar nele pra pegar alguns detalhes! Como já fiz Santiago e Cajón del Maipo, queria pular o Chile, vou ver como faço para conseguir isso. Tu tens alguma sugestão? Também quero fazer Titicaca, Lima e Cusco. Como você foi da Bolívia pro Peru? Titicaca - Cusco foi? Obrigada e vou mandar mais dúvidas com certeza!
  8. Olá gente! Alguém sabe como faz para chegar em La Paz saindo de ônibus/trem de Buenos Aires? Quantas horas são e se é viável... Obrigada!
  9. Obrigada, Linhares, tem outras fotos incríveis, o lugar ajuda muito né? A única coisa chata da trip foi o "encontro" com esse senhor, que, de acordo com policiais do posto da PM que fica em Abraão, já causou outros problemas... mas paciência né, quando acontece esses imprevistos melhor coisa é se afastar e seguir a trip longe!
  10. Pois é, Ikaro, volte mesmo com mais tempo! Eu quero voltar para fazer o Pico do Papagaio e sentir o astral dessa ilha de novo, é muita energia boa!
  11. Olá Hagrid, foi animal mesmo se você gosta de caminhadas, eu você faria a Travessia, que são de 3 a 4 dias, começando em Canto de Atins. Aí você passaria por Atins, Baixa Grande (Oásis), Queimada dos Britos (Oásis) e Santo Amaro. Acho que são os lugares mais lindos e você vive muito mais a história dos Lençóis, porque você vai dormindo nesses lugares e vive mais a natureza e espírito do local. Se você preferir andar menos, pode ficar em Barreirinhas e lá tem um monte de agências de turismo que te pegam no hostel/pousada e te levam pros passeios: tem pras lagoas Bonita, Azul e outras que você vai de 4x4 e tem de barco que você pode ir pra Vassouras, Caburé e Mandacaru. Só que esses passeios que saem de Barreirinhas são todos de um dia, ou seja, você paga e volta no mesmo dia, não dorme lá, mas são legais também, dependendo do estilo de trip que você curte.
  12. Olá Saymon, realmente foi incrível, super valeu a pena! Realmente, gastamos bem pouco, o mais caro foi o guia que na verdade não foi caro mas o preço foi bem justo!
  13. Galera, essa foi uma das melhores trips da minha vida! Natureza, amor, praias, pôr-do-sol, mergulhos, estrelas e muita, muita caminhada. Em 13 dias, andamos (Eu e Lars, meu parceiro de aventuras) muito, entre subidas, descidas, escaladas e nadadas. No primeiro dia, saímos de Abraão em direção ao Farol dos Castelhanos. Pegamos uma trilha bem mal sinalizada mas enfim, a idéia é ir seguindo a trilha e então você vai encontrar uma casa que mora um senhor com 3 cachorros. Depois de 6 horas andando chegamos no Farol: tem uma placa falando que é proibido ultrapassar mas aí você fala com os soldados que ficam lá e não tem problema. Acampamos essa noite no heliponto, o farol passa a noite ligado, perfeito. De manhã caminhamos para a praia de Lopez Mendes, uma das mais lindas que já vi, areia branquinha, a trilha tranqüila. Durante toda a volta a pessoa se guia muito mais pelas marcações feitas nas árvores pelos caminhantes do que pela sinalização feita pelos órgãos ambientais do Rio...quase não tem placa, só na chegada de cada praia. Então, é necessário olhar bem as marcas feitas nas árvores. Antes de chegar em Lopez Mendes passamos por uma praia chamada Recife, bem pequenininha mas bem aconchegante, tem uma casa gigante o dono apareceu com o filho, deu frutas, até bola Lars jogou com o menino. Ah, e leve um snorkel, já conseguimos ver muitos peixinhos coloridos nessa praia. Dica importante: leve uma barraca à prova d’água, que aguente chuva. Chegamos em Lopez Mendes e caiu uma chuva gigante. Acampamos duas noites e na primeira noite armamos a barraca dentro de uma igrejinha que tem lá, que não funciona mais, senão a barraca não ia aguentar a chuva super forte que caiu, com direito a relâmpagos e trovões. Compramos um prato feito em uma praia próxima (Palmas) por R$ 20. No dia seguinte seguimos pra Cachadaço e essa era a única trilha não-oficial, mas dá para fazer tranqüilo. Só tem que ter atenção para não escorregar porque tem muita subida íngreme. Depois de 4h30 chegamos em Cachadaço e a praia é linda, pequena e com umas pedras gigantes, dá pra ver Lopez Mendes de cima das pedras, um visual incrível. Acampamos uma noite lá, tomamos banho de água doce enfim em um riacho pertinho de lá e cozinhamos pela primeira vez na trilha. Levamos feijão em conserva, arroz, almôndegas, cozinhamos quase todos os dias, tem muita madeira para fazer fogueira. Eu apenas observava e dava apoio moral (kkk), enquanto Lars fazia a fogueira. De manhã cedo seguimos para Parnaióca. Passamos na praia de Dois Rios antes para almoçar, um senhor muito legal chamado seu Cantuário faz uns pratos feitos a R$ 19 cada, completo, muito bom. Lá também visitamos o antigo presídio. Depois da pausa seguimos para Parnaióca, total de 5h30 andando e vimos um pôr-do-sol incrííível, cor de laranja! Acampamos no camping da Janete, com banheiro e cozinha, foi R$ 25 por pessoa, lá também tem quartos para alugar. O contato dela é: email ([email protected]) e os telefones são o (21) 33546064/999977160 (Janete)/996747616 (Farias). Lá tem um restaurante que dá para você almoçar um prato feito bem legal com peixe (R$ 25). No outro dia acampamos na praia. Acordamos cedo e seguimos para Aventureiro, passando pela Praia do Leste e Praia do Sul. Essa trilha tem uma parte que faz na areia, então prepara o protetor e as canelas para andar. Fomos no final de dezembro, então como a praia de Aventureiro fica lotada você precisa pegar uma autorização em Angra para entrar na praia. Falaram que um guarda ambiental do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) estaria na pedra que dá acesso a Aventureiro checando se as pessoas tinham pulseira mas não vimos ninguém, mas mesmo assim tínhamos as pulseiras, Lars tinha ido pegar dias antes em Angra. Lá não pode acampar na praia então acampamos duas noites no “Camping de cima”, o dono é uma figura, “Beá”, tem cozinha e banheiro e fica no alto, aí super lindo para você ver o visual da praia. Pagamos R$ 25 por pessoa a cada dia. Lá tem uns barzinhos e mercadinhos, dá para comprar comida e tomar uma cerveja gelada. Seguimos para Provetá na manhã seguinte e lá já é uma praia menos turística e por isso o preço no mercadinho é mais barato. Seguimos para Praia de Itaguaçu e passei a tarde lá enquanto Lars foi ver a Gruta de Acaiá que fica perto. Ele falou que a gruta faz conexão com o mar e de dentro da gruta dá para ver a luz que chega do mar. Ele pagou para entrar mas não lembra quanto foi. Preferi ficar descansando mas ele disse que era massa, acredito que vale a pena conhecer. No final da tarde tentamos acampar lá mas fomos impedidos por um senhor que mora em uma casa na praia. Ele veio com uma foice atacando a gente, foi péssimo, resolvemos sair para não criar confusão e acabamos dormindo em um quintal de uma casa em uma praia vizinha, Praia Vermelha. Falamos com a dona dessa casa, muito legal, ela disse que esse senhor sempre fica criando confusão e acha que a praia é dele... quando chegamos em Abrãão, na volta, falamos da situação na Polícia Militar e eles disseram que iam averiguar o caso e que esse senhor já era conhecido por criar caso com pessoas que acampam. Vai entender né? Seguimos no dia seguinte para Lagoa Verde, para passar o réveillon lá. Compramos almoço no camping Bem Natural que fica em uma praia vizinha a Lagoa Verde chamada Araçatiba, foi R$ 20, muito bem servido e compramos um vinho para celebrar o ano que chegava. Não foi caro, tipo aqueles chilenos por R$ 30. A Lagoa Verde é outro espetáculo à parte: quase não tem areia então é massa lá fazer snorkel, Lars conseguiu ver uma tartaruga e vimos o último pôr-do-sol de 2014: lindo, claro, colorido. Também vimos um bicho-preguiça em cima de uma árvore, muito fofinho. Ah, também dá para ver os fogos de artifício de Angra! No dia 1 de janeiro de 2015 continuamos andando, passando pelas praias de Manguariquessaba, Matriz e Bananal, chegando na praia do Baixo, onde passamos a noite. Lá, ficamos sozinhos, com a paz de Deus, a praia é deserta, passamos a noite com as estrelas. No dia seguinte fomos para Lagoa Azul, passamos pela praia de Freguesia de Santana e pela Ilha do Macaco. Também vimos a Igreja de Freguesia e uma palmeira gigaaante, uma que falam que foi plantada pelos portugueses. Na Lagoa Azul fizemos snorkel e foi um dos momentos lindos da viagem, vimos uma tartaruga marinha, além de vários peixinhos coloridos e muitos corais coloridos... sem palavras para descrever. Depois, seguimos para Japariz, Saco do céu, Enseada das estrelas e finalmente Cachoeira da Feiticeira. Acampamos ao lado da cachoeira. No dia seguinte, chegamos ao nosso ponto inicial, Abrãão, 5 kg mais magros (haha) e cheios de vida e de natureza. Importante! Levar: Repelente, protetor solar, barraca que agüente chuva forte, o mínimo de comida e água porque sempre dá para ir enchendo a garrafa e comendo pelas praias, anti-alérgico (para quem é alérgico), lanterna, snorkel e óculos de mergulho e isolante térmico. Ah, e claro, disposição para andar!
  14. Olá, Gente! Se preparem é um dos lugares mais tops e diferentes que vocês vão ver na vida! Passei 11 dias lá, entre o final de maio e o início de junho, justamente no período que as lagoas estão cheias e aí você pode tomar banho o tempo TODO, e curtir aquela água deliciosa, limpinha e refrescante em meio a milhares de dunas. Cheguei no Aeroporto de São Luis de madrugada e logo aparecem motoristas lhe oferecendo viagens em vans para Barreirinhas, a primeira cidade visitada por mim e por Lars. Pegamos uma van, custou R$ 40 por pessoa e em 5 horas chegamos em Barreirinhas. Lá, ficamos hospedados no camping dentro do Hostel Casa do Professor, organizado por Rodolfo, muito astral. Pagamos R$ 15 por pessoa porque levamos a barraca. Nesse dia, já fizemos um passeio para ver algumas lagoas com uma empresa de turismo que custou R$ 70 por pessoa. Um carro 4x4 pegou a gente no Hostel e nos levou em algumas lagoas, como a Lagoa Bonita e a lagoa onde foi filmada a novela “O Clone”. Gente, é beleza demais, mas isso seria só o começo. No outro dia já fomos para Vassouras, porque em Barreirinhas não tem muito o que fazer... as lagoas ficam super longe e você acaba ficando refém das empresas de turismo que cobram caro para um passeio que não custa quase nada para elas. Então fomos para Vassouras de carona com três pescadores em um barco de pescador, muita emoção, morri de medo, mas os pescadores lá são bem experientes. Se não quiser pegar carona em barco de pescador, você pode pegar um barco de turismo que sai do porto de Barreirinhas, custa negociando R$ 15 por pessoa. Chegamos em Vassouras e ficamos na Tenda dos Macacos, muita atenção que os macacos de lá não podem ver nada dentro de um saco que pegam o saco e saem correndo, pensando que é comida... perdi um pacote de Club Social para eles! Acampamos embaixo de uma barraca de pescador abandonada e caiu uma chuva gigante. Se for acampar, leve uma barraca à prova de chuva, isso é muito importante. No dia seguinte fomos para Caburé de barco de carona de barco de turismo. Alguns querem te cobrar R$ 20 por um trajeto de 1 hora, outros te dão carona, enfim, tem que conversar com os pescadores e os motoristas dos barcos de turismo. Ainda passamos por Mandacaru e conhecemos o farol das Preguiças, que você ver quase o tempo todo nos Lençóis. Chegamos em Caburé e lá tem sete restaurantes e acho que só duas pousadas. Fomos conhecer a praia e andamos até onde os guarás vermelhos ficam, vimos alguns de longe, MUITO LINDOS e BEEEM vermelhos. Pena que são tímidos e voam quando fomos chegando perto, mas mesmo assim, muito incrível de ver. Fomos pelo lado do mar e voltamos pelo lado do rio (!), muito massa tomar banho no mesmo dia no mar e no rio! Voltamos e como estava para cair chuva, acampamos dentro de um restaurante de Sarah, a mulher do gringo Peta. O pessoal de lá muito legal, a batata frita muito boa, vale a pena parar lá para conhecer o lugar e as pessoas. No dia seguinte seguimos para Atins em barco de pescador, pagamos R$ 15 pela viagem os dois, que foi tranquila. Chegamos em Atins e fomos procurar o Camping Pousada da Tia Rita. Ficamos lá e pagamos R$ 70 por noite em quarto com cama de casal e banheiro privado, com direito a café da manhã e muita conversa da Tia Rita e peixe na grelha do Seu Pedro, o marido dela. Atins tem um restaurante bem legal para almoçar defronte a Pousada da Tia Rita, tem mercadinhos para comprar comida, tem até posto de saúde com uma médica cubana muito legal. Saímos de 2h da madrugada para ver os plânctons no mar, é muito engraçado porque para ver tem que entrar na água e sacudir ela. Apesar da preguiça de sair na noite, vale ver o brilho dentro da água do mar, vale ver as milhares de estrelas num céu divino... Sensações e momentos que só a natureza te proporciona. Ah, e cuidado com os cachorros dos Lençóis haha! São todos super brabos, latem demais e te seguem, mas se você der um grito neles, saem correndo rapidinho. Como eu e Lars estávamos querendo fazer a travessia – percorrer as dunas de Canto de Atins até Santo Amaro – falamos com Tia Rita que nos indicou um guia super gente fina, o Francisco. Ele mora lá nos Atins e todos de lá conhecem ele. Uma pena que não peguei o celular dele para indicar aqui, mas tem o celular da Tia Rita – (31.99937537), e com ela vocês podem pegar o contato dele. Ele cobra geralmente R$ 150 por dia (são três dias), mas aí como só éramos duas pessoas negociamos e ficou R$ 400 pelos três dias. Saímos de Atins e fomos andando até o canto de Atins para dormir lá. A travessia então para gente já começou nos Atins, mais ou menos 1h30 de caminhada até o Canto de Atins. Acampamos próximo ao restaurante do Seu Antônio, não pagamos nada e saímos às 4h da madrugada para começar a Travessia até Santo Amaro. AGORA é que estava começando a parte mais fantástica e incrível da viagem! Dunas, pores-do-sol, lagoas, milhares de lagoas e todos os tamanhos, cores e temperaturas de água, muuitas gaivotas, e muitas, todas as cores num céu multicolor que nunca havia mirado nesta vida! Foram três dias de muita andança e vida. Saímos do Canto de Atins e chegamos na Baixa Grande, o primeiro oásis, lindo, com um rio bem perto da casa, cheio de animais e com aquele céu multicolorido. Comemos um peixe na grelha de Dosa, uma mulher que mora lá com sua família que cozinha bem demais. Dormimos perto da casa deles, vendo estrelas. Pagamos R$ 25 por almoço muito bem servido e R$ 7 por água de 1,5 litros. Acordamos e fomos para Queimada dos Britos, o segundo oásis, acreditem, tão lindo quanto o anterior. Você olha de um lado e ver rio, do outro lado lagoas, do outro lado dunas, do outro lado uma vegetação típica de oásis, pra cima aquele céu... Nesse dia teve lua cheia (!), então tivemos a sorte de ver o sol se pondo e a lua nascendo, gente... foi uma das coisas mais incríveis que já vi nessa vida, o céu começa lilás com azul, depois fica alaranjado, depois rosa com vermelho, depois amarelo, depois, todas essas cores juntas... aí você ver tudo isso e sente uma presença divina e uma sensação de bem estar tão grande... só estando lá para crer e sentir, não em como explicar a sensação. Almoçamos uma galinha de cabidela e acampamos na casa dos Britos. Almoço e jantar por R$ 25 também. Demos uma volta na Queimada e descobrimos que são 14 famílias que moram lá, hospedando os viajantes que encaram de conhecer as dunas. Saímos na madrugada rumo ao último ponto da Travessia, Santo Amaro. A andada bem linda, com muitas lagoas e o Sol nascendo muitas gaivotas. Mas acabei dando um jeito no pé, ainda bem que foi no último dia e voltei de carona em carro de turismo de Betânia até Santo Amaro, enquanto Lars e o guia seguiram andando. Cheguei mais cedo em Santo Amaro e fui procurar uma pousada, dormimos nesse dia na Pousada e Restaurante Sol de Amaro. Diária R$ 80 em quarto de casal com banheiro privado e tem um prato feito também bem servidor por R$ 15. Acordamos e fomos procurar um outro lugar para ficar porque lá estava tendo obras e por isso muito havia muito barulho, e encontramos uma casa de um rapaz muito legal que nos hospedou. Fomos para lagoa de Santo Amaro, muito linda, dá para tomar banho à vontade e também para ir andando. Tomamos algumas cervejas e doses de Tiquira (uma cachaça de macaxeira) e isso pode ter ajudado a andada para a lagoa haha, mas enfim dar para ir andando tranquilo. No outro dia fomos para as dunas e ver as lagoas e o pôr-do-sol dos lençóis mais uma vez... sempre lindo, pegamos uma carona com um homem que se auto intitulava “o louco das dunas” em um quadriciclo e chegamos lá rapidinho. Conheçam esse pedaço de paraíso no Brasil, é uma das coisas mais lindas que vi na vida. Voltamos de 4x4 até Sangue, custou R$ 20 e pagamos uma van até São Luiz por R$ 35, que te deixa no aeroporto. Qualquer dúvida ou ajuda, falem!
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