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PedroVentura

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  1. Débora, a Gontijo tem ônibus diários partindo da rodoviária de BH, mas o valor é meio salgado, da ultima vez que olhei estava mais de 300,00 reais por trecho. Acho que avião compensa mais e cansa menos.
  2. Oi, Juliana! Como você mora num lugar quente, talvez estranhe o frio, mas acho você andará muito por cusco e não sentirá muito frio. Uma casaco médio e uma segunda pele são suficientes. Se o frio apertar, coloque um cachecol e umas luvas.
  3. Oi Erica, dos países que você falou só não conheço a Bolívia, então não posso opinar sobre ela. Quanto aos outros, penso que são muitos países para visitar de uma só vez, já que você é marinheira de 1ª viagem. Aconselho você conhecer dois ou três, tipo, Uruguay-Argentina-Chile, sendo que o trajeto Uruguay-Argentina dá pra fazer via ferryboat e economizar uma grana.
  4. Sempre utilizei os relatos deste site para organizar minhas andanças por ai...porém, confesso, nunca tinha feito um relato das minhas experiências. No ano passado (sim, demorei 1 ano para postar esse relato...rs), quando pensei no Paraguai como destino para minhas férias, logo fui procurar no mochileiros.com, dicas, informações e tal...mas vi são poucas e essa escassez de infos se repete por todo o google. Com essa falta de informações em português, me deu vontade de escrever o que vi nos 7 dias que passei no Paraguai. 1º Dia – ASU - Encarnação Saí de Confins (BH) bem cedo, fiz uma rápida conexão em SP e ás 15hs já estava desembarcando no Aeroporto Silvio Pettirossi. Ao desembarcar passei pela imigração (rápida e tranquila) e ansioso como sou, caí na bobeira de trocar meus reais por guaranis logo na casa de câmbio dentro da sala de desembarque pois não sabia se teria outra no aeroporto. DICA: Não faça conversão na área do desembarque, há outras duas casas no aeroporto com cotações BEM melhores. No saguão do aeroporto (próximo a saída), há um quiosque para taxi, contratei o serviço por 110.000 guaranis (+/- 60 reais) para que me levasse até a rodoviária de Assunção (20min do aeroporto). O taxista foi muito solicito em retirar minhas dúvidas e contar algumas coisas sobre o Paraguai. Quando cheguei a rodoviária, fui ao guichê de 3 empresas (NSA, Rysa e La encarnacera) que levam de Assunção a Encarnação, todas as três parecem ter bons ônibus. Escolhi a La encarnacera, pois o horário mais próximo era o dela, paguei G$ 80.000 (40 reais) pela passagem. Vi pessoas falando que de Assunção a Encarnacão eram 5hs de viagem, mas pelo visto tive azar, minha viagem durou inacreditáveis 7hs de viagem (das 17hs as 0hs). O ônibus parou para todos que davam sinal, e nas primeiras 2hs de viagem andava no máximo a 40km/h; minha sorte que o ônibus era semi-leito e com DVD, extremamente confortável. Logo na saída do ônibus, em Encarnação, á 0h, haviam vários taxistas oferecendo para levar os passageiros; peguei um taxi e fui para o hotel, o taxista cobrou G$20.000 (10 reias). Ao chegar no hotel (Luxsur), levei um susto, o hotel era extremamente luxuoso levando em consideração, o preço que paguei, depois descobri que como era inverno o hotel estava fazendo uma promoção, pois Encarnação é uma cidade bem movimentada durante o verão. Fiz meu check-in e fui dormir. 2º Dia – Encarnação (Playa San Jose e Missões Jesuítas) Acordei cedo, tomei o café da manhã, peguei umas informações no lobby do hotel e fui em direção a Playa San Jose. Embora o Paraguai não tenha mar, parece que há poucos anos, alguém resolveu colocar uma costaneira, calçadão e areia nas margens do Rio Paraguai. O resultado ficou bom, a Playa San José, é uma grande avenida com quiosques e restaurantes com uma bela vista para o rio Paraguai e para a cidade do outro lado da ponte (se não me engano, Posadas-Argentina). Depoiis do passeio, fui até um supermercado (SuperSeis) na avenida Irazabal, para almoçar. Lá dentro tem um BurguerKing com preços bem com conta, em relação ao Brasil. Ao lado deste supermercado há uma casa de cambio e na mesma avenida, logo após um hotel, há outra casa de cambio, troquei minha grana na primeira. Proximo a esta casa de cambio, há dois pontos de taxi, dei uma pesquisada, e consequei um que me levasse as ruinas de Trinidad e Jesus de Tavarengue por G$ 250.000. Foi bem caro, há a opção de ir através de coletivo, mas como era sábado a tarde eu corria um grande risco de não conseguir um coletivo para me levar de volta a Encarnação e fazer o translado do trevo de Trinidad para Jesus de Tavarengue, preferi não arriscar. O taxista, era bem simpático como boa parte dos paraguaios com que conversei, primeiramente ele me levou a Trinidad. As ruinas deste local, são bem grandes, LINDAS, bem conservadas e impressionantes. Lembrando que o ingresso custou G$ 25000 (+/- 12 reais) e me deu direito de conhecer a ruina de “Jesus” e Cosme e Damiao. Depois de sair de Trinidad, foram mais 10min de taxi até as ruinas de Jesuus de Tavarengue. Ao contrario de Trinidad, esta é bem pequena (praticamente só uma igreja), mas vale o passeio para conhecer. 3º Dia – Encarnacion – Assunção Saí do hotel de manha e fui até o terminal de Encarnacion esperar um ônibus, tinha entrado no site das empresas (Rysa, NSA e La Encarnacera) e verifiquei os horários. Chegando na rodoviária, vi que o horário que eu queria não tinha no domingo (site desatualizado), acabei pegando o ônibus pra Asunção com a empresa (não me lembro o nome), porem o ônibus era bem mais simples do que o que eu fui antes, porem paguei apenas G$60.000 (+/- R$30). Assim como na ida a viagem demorou cerca de 7hs, porem fui presenteado com pelas paisagens de campos de trigo e arroz pelo caminho. Cheguei no terminal, peguei um taxi e fui para o hotel. Escolhi ficar no hotel Cecilia que também estava com diárias bem em conta, além disso o mesmo tem um bar ao lado e um restaurante dentro do hotel. Este hotel fica no bairro Catedral, na Mcal. Estigibarribia com Calle Estados Unidos, uma ótima localização, bem próximo do centro da cidade e pontos turísticos. 4º Dia – Assunção Logo após o café da manha, comecei a andar para conhecer o centro de Assunção. Comecando pela Plaza Uruguaya (Calle 25 de Mayo), seguindo a 25 de Mayo encontra-se diversas casas de cambio (vale pesquisar bem, antes de trocar o dinheiro, pois a variação e alta). Logo há 4 praças lado a lado (Plaza da Democracia, Liberdade, De los Heroes e mais outra). Na praça de los Heroes, fica o Panteon de los Heroes (ao lado do Lido Bar), vale uma parada. Seguindo a Calle Palma, há bons restarurantes (xxxx, Fridays, Paris, Bolsi) para tomar uma cerveja e observar o movimento. Seguindo a Calle Alberdí, encontramos o Cabildo, Palacio Legislativo, Camara dos Deputados; tudo bem perto um do outro. Mais a frente (2 ou 3 quadras), há a Mansao dos Lopez (Casa do Governo), este é um prédio bem imponente e ao seu fundo há acesso a Costanera com uma bela vista do rio Paraguay e do Porto. Assunção me pareceu ser uma cidade muito tranquila, e muito bem policiada, embora o centro histórico seja pequeno se comparada com Santiago ou Buenos Aires, tem seu charme e na minha opinião muito se parece com uma Montivideo (um pouco menor e mais quente, mesmo no inverno). 5º Dia – Assunção Fiz hora na cama, e só sai no incio da tarde, reservei este dia para comprar algumas muambas. Fui a uma galeria próxima a calle Oliva e Gral Diaz, não tinha muitas coisas apenas algumas lojas de informática e roupas com preços não muito baixos. Desci algumas ruas e fui até uma loja de departamento chamada Unicentro. É uma loja bem grande que vende roupas a moveis, tem uns 5 a 6 andares. Foi lá que comprei alguns souvenirs típicos do paraguay e uma mochila de camping nova (esta saiu bem mais barata do que no Brasil). Para quem se interessa, lá há também muitos perfumes, hidratantes de grife. Nas imediações da unicentro há o Mall Excelsior, porem este shopping é muito pequeno sem muitas opções de compra. 6º Dia – Assunção Saí no final da manhã (por pura preguiça) para almocar, resolvi ir no Café Martinez que fica na Mcal Estigarribia (uma quadra após a Plaza Uruguaya) é um local agradável com muitas opções de café para degustação e um cardápio com saladas, sanduiches. Dica: Nesta mesma rua há um restaurante chamado Café Literario, não cheguei a ir lá, porem ele me foi muito recomendado. Andei mais um poucos pelas ruas próximas e fui até o Museu de Bellas Artes de Asuncion (Elygio Aylada, próximo ao Hospital Migone) . É um museu pequeno (cerca de 60 quadros), mas com obras belas, fui guiado por um senhorzinho muito gente fina, que me explicou a história do museu e me contou diversas curiosidades do Paraguay no passado. Saindo de lá fui até o Meseo del Barro, que na verdade, concentra mais dois outros (arte contemporânea e indígena). Vale a pena conhece-lo, porém fica distante do centro histórico, ficando bem próximo ao Shopping Del Sol e do Ibis. Obs.: A entrada nos dois museus foram gratuitas. Vale a pena entrar no site antes para verificar os horários de funcionamento. 7º Dia – Assunção – BH Neste dia caia uma tempestade imensa, não tive outra opção que não pegar um taxi até o aeroporto, que saiu por G$100.000 = +/- 50 reais. Fiz o check-in, troquei o restante dos meus guaranis em uma das casas de câmbio, passei pela imigração (mais uma vez bem tranquila e simpática) e fui até a Duty Free. O free shopping do aeroporto de Assunção é bem pequeno, sendo duas lojas dutyfree, uma da Lacoste e outras lojinhas que vendem produtos locais. O mais curioso que dentro da sala de embargue há vendedores ambulantes de artesanato.
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