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pedro.phma

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  1. Interessante o texto sobre aluguel de veículos. Mesmo quando alugo carro no Brasil procuro não pegar empresas muito baratas para não cair em pegadinhas depois. Na Europa minhas experiências sempre foram com a Sixt. Gostei do serviço deles na viagem de Portugal e Espanha e repeti a dose nas duas locações que fiz na França. Complementando o seu texto, vou colocar uma citação do que escrevi no meu relato da viagem para a França aqui no fórum sobre seguros de aluguel de carros no cartão de crédito: "Obs: Tenho um cartão Visa Platinum, que dentre outras coisas possui um seguro para carros
  2. Gostei do relato. Uma escrita boa que dá gosto em ler. Minha primeira viagem para a Europa também foi Portugal e Espanha e também fiz o roteiro de carro. Gostei de dirigir nos dois países, apesar de ficar tenso de dirigir em lugares que não conheço, ainda mais em terras estrangeiras. Mas percebi que, como motorista, não aproveitei a viagem igual minhas companheiras pois precisava ficar atento ao trânsito. Na minha viagem seguinte para a Europa fui para a Itália e escolhi o trem como o meio de transporte entre as cidades. Achei que valeu tanto a pena que repeti a dose na França
  3. A Alhambra foi o melhor monumento que visitei na Espanha e um dos melhores que fui na Europa. Quando fui, comprei antecipado o ingresso no Brasil por conta da visita aos Palácios Nasrid, que tinha horário marcado. No fim do dia fui ao Mirador San Nicolás para apreciar o por do sol e ter uma visão privilegiada da Alhambra.
  4. 26/01 – Ida definitiva para Paris Último dia em Tours e, enfim, iríamos definitivamente para Paris. O trem já estava confirmado. O trecho de Tours à Paris foi um dos menos afetados pela greve, então não me causou muita preocupação. Acordamos um pouco mais tarde e fomos tomar café da manhã no hotel pela última vez. Depois ficamos matando tempo no quarto, pois o trem só sairia 12h34. Fizemos o check-out perto de 12h00 e acertamos o valor das taxas turísticas e café da manhã, que deu 54,20 euros para duas pessoas. A viagem entre Tours e Paris dura pouco menos de 1h. A passagem havia sid
  5. Somente Paris que faltou pelo menos mais um dia para conhecer o que eu queria, mas não pela falta de tempo, e sim pelo cansaço. Deixei para conhecer a cidade no fim da viagem, e já não tinha tanta energia mais para acordar cedo e aproveitar melhor o dia. Ao longo de toda viagem foram cerca de 150 km de caminhadas, boa parte acompanhado de duas senhoras de mais de 60 anos, e isso foi pesando.
  6. Quando digo completo me refiro ao nosso prato executivo, que você citou. É o tipo de refeição que satisfaz a maioria dos brasileiros. Não é tradição em nosso país pedir entrada, prato principal e sobremesa. Tentarei completar o roteiro ainda esse mês. Achei que a pandemia iria me dar mais tempo, mas foi justamente o contrário.
  7. 22/01 – Mudança de planos Hoje era dia de conhecer o Parc national des Calanques. Para quem nunca ouviu falar, as calanques são falésias de calcário que recortam o litoral, em alguns lugares formando praias magníficas. O melhor jeito de conhecer as calanques seria fazendo as trilhas a pé a partir de Marselha ou Cassis. O inverno é uma boa época pra fazer as trilhas, pois como não há risco de incêndio elas estão abertas a qualquer hora do dia. Como eu estava acompanhado de duas idosas, as trilhas nunca foram uma opção. Restou o passeio de barco. Em Marselha ele não é feito durante o invern
  8. A França é magnífica. Possui lugares para todos os tipos de viagem: história, gastronomia, artes, natureza... É bem difícil escolher o que fica e o que sai do roteiro. Vou tentar dividir o relato por partes. A próxima vai ser sobre Marselha e o Vale do Loire.
  9. Após a viagem para a Itália comecei a pensar qual seria o nosso próximo destino internacional para janeiro de 2020, época em que minha esposa pode tirar férias. Queria conhecer algum lugar com passagem mais em conta. Pensei inicialmente em passar uma semana em algum lugar do Caribe, mas os preços das passagens estavam semelhantes aos da Europa. Voltei a focar novamente no velho continente. Existiam várias possibilidades: conhecer o Reino Unido, ou o trio Holanda, Bélgica e Luxemburgo, ou ainda a Alemanha. No fim escolhi a França. As passagens foram compradas ainda em junho de 2019. Conseg
  10. Não sofro muito dessa dificuldade pois tento fazer o roteiro por região. Em relação à Europa, por exemplo, tenho uma visão diferente do que seria aproveitá-la o máximo possível. Em vez de focar em um monte de cidade de um monte de país em cada viagem, preferi aproveitar o máximo que o país que eu fui tinha para oferecer com o tempo que eu tinha disponível. Assim, na minha primeira ida fiquei só na Espanha e Portugal, na segunda ida somente na Itália e na terceira ida somente na França. E mesmo se um dia eu voltar nesses países, há roteiros para fazer de modo que eu não precise repetir cidades,
  11. Pois é. Quase um passeio radical Admiro quem foi nesse passeio e ficou tranquilo. De romântico é só o visual. Editei o último post do relato com os custos da viagem.
  12. 23/01 – Bate e volta para Veneza Dia reservado para conhecer Veneza. Acordamos cedo e fomos tomar café da manhã no hotel. Aqui vai um relato sobre a estadia em Verona. Apesar da fachada estranha, foi a melhor hospedagem da viagem (também a mais cara). Os quartos são imensos e os recintos dão um ar medieval para o local. O café da manhã também é delicioso. Seguimos para a estação Verona Puerta Nova caminhando. Pensa num frio que fazia na rua. Parecia pior que o frio que pegamos em Bologna. No fim, a baixa temperatura nos acompanhou durante todo o dia. Compramos as passagens para Venez
  13. Tem outras coisas também. Mas massa é a maioria. Diria que 70% dos "primeiros pratos" em um restaurante é algum tipo de massa. O restante normalmente é risoto ou sopa/caldo. Daí tem o "segundo prato", que é alguma carne. Se quiser uma refeição completa estilo brasileira teria que pedir um primeiro e um segundo prato, mas para uma pessoa só fica muita comida. Por pelo menos três vezes eu cheguei a pedir risoto em vez de massa. E em outras duas oportunidades troquei o primeiro prato por uma entrada, tipo um tartare ou berinjela à parmegiana. Se colocar lanches daí tem pizzas e sanduíches di
  14. 19/01 – Ida à Florença Último café da manhã no Hotel Lirico. Boa estadia, equipe cordial e excelente custo benefício. Creio que a meta para Roma foi cumprida. Conseguimos visitar tudo que planejamos sem correria. Algumas atrações não incluí no roteiro por não ser de nosso interesse. Hoje era dia de pegar o trem até Florença. A passagem foi comprada no Brasil com antecedência, pela ITALO, ao custo de 23,90 euros por pessoa. O trem estava marcado para sair da estação Roma Termini às 09h45 e chegada na estação Firenze S.M.N. às 11h17. Desembarcando em Florença fomos direto para o h
  15. Na maior parte das vezes usava o pouco do italiano que aprendi. Mas boa parte das palavras no italiano que não são semelhantes ao português, são semelhantes ao espanhol. Então quanto a conversa evoluía um pouco eu acabava apelando para o portunhol. Usei o inglês pouquíssimas vezes. Mas ele é bem aceito nos hotéis, nos restaurantes que fui e nas atrações turísticas. Só fui em mercado pequeno, mas aqueles que fazem parte de alguma rede normalmente tem comida refrigerada para vender. O Carrefour Express, por exemplo, que tem em tudo que é canto.
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