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Adren-Aline

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Adren-Aline venceu a última vez em Outubro 22 2018

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  1. @victorprado Fala meu caro. Olha essa informação me foi passada pela equipe do Morgado, mas não verifiquei! Como a diferença entres os valores não era tão grande, preferi não arriscar.
  2. Oi Babi. Que show vc ter fechado com a Aiming, qd a empresa é boa precisamos divulgar rs. Tremedeira faz parte rs. Eu fiz o seguro com a Worls Nomads, tb recomendo muito, tive todo suporte, desde o resgate até a entrega no hotel após alta do hospital. Inclusive o casal de brasileiros que encontrei no hospital tb estavam segurados por eles. Com relação ao mal da montanha, tem alguns paliativos que podem ser feitos, eu por exemplo tomei diamox. Vc tb pode subir gradativamente até o corpo ir se acostumando. Já sobre medicamento pra dormir o que me foi recomendado é que nenhum dos medicamentos fosse um depressor da frequência respiratória então evitei. Quando retornar do trekking, passa aqui pra nos contar sua experiência. Quero muito ir de novo mas é algo que ainda estou analisando. Bjs
  3. @victorprado Compensa sim comprar e/ou alugar roupas por lá. Não sei se vc vai encontrar de tudo para alugar, na loja que estive tinha apenas casacos pesados e saco de dormir para aluguel. Então leva uma grana extra para compra de segunda pele, meias, gorro e etc. Mas já vá sabendo que são mais em conta que comprar no Brasil. Minha mala não estava boa, tiraria alguns itens dela, principalmente as camisas de manga curta dry fit. Usei apenas uma durante os 6 dias, sendo que levei 5 unidades. Minha próxima trip será com a Swiss tb, são 32kg de bagagem despachada né? Vc vai ultrapassar esse peso?
  4. "Essa história não começa aqui..." Confúcio 😜 Fala meus queridos padawans, resolvi dividir o relato em 2, a parte 1 que conta os percalços do Everest estava ficando muito grande. Então eis-me aqui para dar continuidade a viagem de 33 dias que fiz em março e abril de 2019. O foco aqui é a Índia! Quem quiser saber o que rolou antes, vou deixar o link no final procês. Luz, câmera, ação" Índia foi um acidente na minha jornada. Meu foco era chegar ao Acampamento Base do Everest, e os voos para o Nepal estavam absurdamente caros, então resolvi comprar um com destino a Deli sem nem ao menos pensar nas dificuldades que isso poderia me ocasionar. Comprei o voo pela Emirates, com stop over em Dubai de 4 dias e 29 dias na Índia. Resolvi reservar 12 dias para conhecer um pouquinho da índia. Pesquisa vai, pesquisa vem! Me dei conta que seria impossível fazer o tour da minha forma convencional. A índia me parecia ser um local perigoso demais para uma mochileira solitária. Era notícia de violência contra a mulher, relatos de extremo assédio sexual contra as estrangeiras, indicações de não se hospedar em hostel por lá, dentre outras cozitas...Então comecei a busca atrás de guias e/ou agências que me desses suporte nessa jornada. Ahhhh e não vão achando que sou fresquinha não. Sou mochileira raiz kkkkkkkk. Nas minhas buscas encontrei apenas um guia falante de português que me pareceu prepotente demais além de dispendioso. Por questões éticas prefiro não citá-lo, mas quem quiser experimentar me chama no privado. O jeito era partir para o espanhol. Que na maior parte das vezes é compreensível aos ouvidos brazucas. Um pequeno leque se abriu, fiz alguns orçamentos mas nenhum era acessível ao meu bolso. Resolvi buscar companhia. Coloquei "anúncio" aqui e no Facebook. Várias pessoas entraram em contato, mas a maioria eram de curiosos, que me faziam repetir inúmeras vezes as informações necessárias para embarcar nessa viagem. Já estava cansada disso! Até que um belo dia uma mulher entrou em contato e disse já fazer parte de um grupo de 4 pessoas que havia viajado juntos para o Egito e que sonhavam com a Índia há algum tempo. Fui apresentada ao grupo, todos com idade que variavam de 55 a 69 anos, mas logo percebi que eram todos joviais com mais energia que eu hj com 32 anos kkkkkkk. Apresentei toda a minha pesquisa aos membros, com valores, vantagens e desvantagens. Depois de árdua análise resolvemos optar pelo RAJ. Quem é o Raj?? Não, não é aquele que vc está pensando, do Caminho das Índias. Raj foi um achado! Estava eu serelepe e pimpona assistindo um vídeo no youtube de um brasileiro em Varanasi, ao fundo ouvi uma voz de guia em espanhol. Entrei em contato com o Afonso, dono do canal e perguntei quem era o guia. Ele me falou super bem e me deu o contato do Raj. Daí foi amor a primeira vista 🤩. Ele foi muito solicito, fez um roteiro que me agradou bastante, o espanhol dele era bastante compreensível e o preço era acessível se for levar em conta o tipo de serviço oferecido. Só havia um problema na escolha do Rajest Awasthi, ele não trabalhava para nenhuma agência e não encontrei referências dele aqui no mochileiros. Era apenas a palavra do Afonso, deveria confiar? Até em site gringo procurei, achei um equatoriano que havia viajado com ele e poucos brasileiros que ele próprio havia dado como referência. Além disso procurei o nome dele como guia e de fato havia registro na cidade de origem dele Khajuraho. Mirian, uma das integrantes do grupo resolveu ir em Búzios conversar pessoalmente com o Afonso, e finalmente se sentiu segura para fechar contrato com ele. obs.: Para a felicidade de todos, nesse interstício, o Raj acabou abrindo a agência dele. A VOCES INDIA - http://www.vocesindiatours.com/ . Vcs podem encontrá-lo tb no facebook e caso queiram o whatsapp fala comigo no privado ou manda um oi no meu zap 75 98874-5299, podem dizer que Aline e Grelhado que indicaram e peçam desconto (só não sei se ele vai dá kkkkk). Ops, lá vou eu falando desse mocinho que está nos braços do Raj, sem nem ao menos apresentá-lo: _ Grelhado - Leitores, Leitores - Grelhado. Nosso roteiro ficou assim: Dia 1 - Holi Festival em Delhi Dia 2 - Delhi - Jaipur Dia 3 - Jaipur Dia 4 - Jaipur - Agra via Fatehpur Sikri Dia 5 - Agra Dia 6 - Agra - Orchha Dia 7 - Orchha - Khajuraho Dia 8 - Khajuraho - Varanasi Dia 9 - Varanasi Dia 10 - Varanasi - Delhi Dia 11 - Delhi Dia 12 - Delhi - Dubai Dia 1 Então... saí de Kathmandu enquanto o restante do grupo estava vindo do Brasil. E casou direitinho a hora de chegada. Depois de 7 abraços e 7 "prazeres em conheceres" seguimos para a imigração. Foi tudo super rápida, afinal já havíamos emitido o visto eletronicamente. Então foi só apresentar o passaporte com mais de 6 meses de validade, o visto impresso e colocar os dedinhos no sensor. DicAline: O Visto pode ser tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF. Hora de conhecer o Raj. Foi bem fácil encontrá-lo na multidão na saída do aeroporto de Delhi, ele é bem estiloso e usa um chapéu 🤠 que o difere dos demais. Depois de mais 8 abraços e 8 "prazeres em conheceres", seguimos para o veículo. O plano era ir direto para o hotel e do hotel já sair para comemorar o Holi Festival. DicAline: O Holi é um festival que acontece todos os anos na Índia. Sua data varia, mas está sempre situada entre os meses de fevereiro e março. A festa das cores, como também é conhecida, comemora o início da primavera. Então as pessoas festejam com música, bebida e comida além de tacar tinta coloridas umas nas outras. Quem leu a 1º parte do relato sabe que esse foi meu segundo dia de festival. E acreditem, o segundo superou o primeiro. Principalmente pela surpresa, não imaginei que fossemos comemorar a festa numa comunidade, o que deixou tudo mais autêntico e encantador. Quem não gosta de ser recebido com alegria? Aquele povo transbordava alegria. Foi incrível! Olha a carinha deles de curiosidade com a nossa chegada. Essa roupa branca foi um presentinho do Raj, usamos ela para que as cores ficassem mais evidentes e também para não perder nossa roupa "usual", pq algumas dessas tintas são difíceis de sair. Ahhh outra coisa que usamos foi óleo de coco na pele e até no cabelo, tb com objetivo de facilitar a retirada durante o banho. Ahhhh2 protejam as câmeras e tudo que vc não queria/possa sujar, geralmente a tinta é em pó, ela é tão fina que parece talco, ou seja, invade todos os orifícios (até esse que vc acabou de pensar 😅). Visitamos algumas casas, conhecemos o estilo de vida deles, tudo regado à cerveja (quente, parece ser costume lá). E foi assim que cheguei ao hotel. To be Continued
  5. Blza Wilson?? Super recomendo, inclusive fiz a avaliação dela, mais atrás. Em algum momento creio que retornarei ao Nepal para acabar o inacabado rs. E não tenho dúvidas de que será com Bikal e sua equipe. Pontuais, responsáveis, comida saborosa, atenciosos... pra ficar perfeito só precisavam falar português 🤣 O link para entrar em contato com Aiming Adventure é www.aimingadventure.com o email [email protected] e o zap do Bikal +977 984-9211457
  6. NADISMO - Pra quem não sabe, trata-se de uma arte milenar de não fazer nada durante o dia todo em todos os espaços possíveis. Sou exímia praticante dessa arte, mas tento ao máximo evitar praticá-la em território estrangeiro. Então comecei a analisar as possibilidades, mas vou logo adiantando que não foram muitas e nem sempre de qualidade (isso pq para os que me acompanham desde o início sabem que o "ouro" já havia sido feito na chegada a cidade). Garden of Dreams - Bem tranquilão, bom pra ler livro ou levar os muleki para brincar. Rafting em Pokhara - Com transporte, almoço, guia , equipamentos inclusos. Não curti muito por dois motivos: 1º) já fiz uns 5 raftings na minha vida e esse não chega perto nem pela paisagem nem pela adrenalina 2º) Pokhara é longe para caralho. Holi Festival - pra quem não sabe, esse festival acontece todo ano em datas diferentes, ele marca o início da primavera. Então as pessoas saem nas ruas com um pó colorido, pistolas e bexigas de água para comemorar. Sou uma soteropolitana que odeia carnaval. Então já fui ao Holi achando que seria uma merda. Que surpresa boa! Foi incrível, me diverti muito. Brinquei que nem criança. A dica aqui é vc usar uma roupa que não queira mais rs Hora de seguir viagem... ÍNDIA Alguns Custos: Garden of Dreams: 200 rúpias Rafting: 30 USD Diária no Hotel Impala Garden sem café da manhã: 10 USD Resolvi concluir esse relato por aqui. Ohhhhhhhhh Optei dividir em dois relatos independentes por questões logísticas e por perfil de viajantes. Então qq dúvida estou a disposição para sana-lá. Quem quiser me acompanhar na Índia só clicar aqui
  7. Onde foi msm que eu parei?? Ahh... resgate! Achei o voo de helicóptero demorado, acho que durou uns 45 minutos sem contar a pausa que ele fez no aeroporto de Lukla. A vista é incrível, acho que mais ainda do que no teco-teco. Chegando no aeroporto já havia uma ambulância me aguardado que me levou direto para o hospital onde Bikal também já estava me esperando, pra dá um apoio psicológico. Depois de alguns procedimentos que eu não sei do que se tratavam, apareceu meu segundo anjo, o Paulo. Paulo é um brasileiro que estava como acompanhante da esposa no mesmo hospital, ela havia tido os mesmos sintomas que eu e por incresça que parível no mesmo local, só que dois dias antes. Ele que fez as traduções necessárias para o primeiro atendimento. Fui internada e para facilitar minha vida, me colocaram no quarto colado com o dele. O hospital parecia ser muito bom, "parecia" pq nunca fiquei internada, então não sei quais são os padrões brasileiros. Administraram oxigênio e muita medicação no acesso que puseram, até hj me pergunto que tando de injeção era aquela, acho que nunca saberei. A comida era muito boa, tinha menu para escolher o café da manhã, almoço e jantar. E sempre haviam frutas no quarto além de água. Um dia pedi suco pq no menu não havia, kkkkkkk no dia seguinte chegou uma menina com uma caixa de 1 litro de suco (tudo no exagero). Fiquei nessa vida por 4 dias, com uma "rotininha" que já estava de saco cheio. Havia TV, mas assistir o que? Não entendia nada! O Paulo e a esposa já haviam sido liberados, ninguém falava português. Sempre haviam enfermeiras no quarto, mas a comunicação não existia. Quando um médico me visitava usávamos o google translator quando ele era paciente ( kkkkk entenderam o trocadilho?), quando não, era só escultar, fazer algumas perguntas para a enfermeira e vualá. No quarto dia finalmente fui liberada com uma série de recomendações que eu não sei quais. E também com um envelope com várias medicações para um total de 5 dias. Dia da liberdade 🤸‍♀️ O próprio hospital fez o translado até o hotel. Depois de tantos dias numa "redoma" é estranho sair para o caos de Katmandu, chegou a ser amedrontador ver toda aquele barulho e confusão. Fiquei no mesmo hotel da chagada em katmandu, também incluso no pacote da Aiming Adventure por mais uma noite. Logo após deixar minha coisas em Thamel Park fui a caça de novo hotel. Não tinha como ficar no mesmo hotel pelo alto custo, então fui ver o hostel que havia reservado para duas noites após o trekking. Desisti de ficar no hostel pq ainda não me sentia revigorada e nesse tipo de hospedagem é preciso está bem para dividir quarto e ser agradável com os companheiros. Então acabei reservando um quarto privativo num hotel bem ruizinho (mas bem localizado), e que serviu para a finalidade. Apesar de me sentir bem me sentia muito mal (parece contraditório né? mas não é, malucos entenderão o que quis dizer). Acho que ganhei uns 40 anos a mais durante esse dias no hospital, me sentia debilitada e fraca. Bem, e agora? Restavam 5 dias de nadismo na cidade. Tinha que procurar atividades para ocupar o tempo.
  8. Fala Juliana, blza? Apesar dos pesares foi incrível. Até penso em fazer novamente aumentando os dias de aclimatação. Quando ao seu problema de saúde dá uma conversada com Bikal +977 984-9211457 pelo Whatsapp, ele pode te ajudar a decidir como fazer. Espero ver alguma foto sua por lá! Bjs
  9. Oi Kelly Olha... a água era potável sim. Mesmo assim eles fornecem um potinho de purificador, que eu usei durante todo o percurso. Diego que estava comigo bebia sem por cloro.
  10. Oiiii Procuro companhia para mochilão pelos países listados acima. Passagens compradas para 16 de janeiro de 2020. Já somos 3 membros no grupos com certa experiência pelo sudeste asiático. Interessados entrar em contato pelo zap (nada de me ligar hein rs?) Aline 75 988745299
  11. Dia 5 - Aclimatação em Namche Bazaar (3440m) Esse dia é dedicado a aclimatação, e não se trata de ficar de boa no logde de perninhas cruzadas esperando o corpo se acostumar com a altitude. Fazemos uma caminhada de aproximadamente 3 horas até um museu e depois até o Everest View Hotel que fica a 3880 metros de altitude. Por azar o tempo se fechou e não tivemos a vista "prometida". Se ainda faltar algo na mochila é aqui que deve ser comprado. O preço é um pouco maior que na Thamel, porém ainda vale. Aqui a nossa equipe já estava reduzida, eramos agora 1 carregador, o guia, o mexicano e eu. O senhor que passou mal desistiu e o amigo por não saber se comunicar em inglês acabou ficando com ele. Eles iriam esperar o nosso retorno, para juntos voltarmos para katmandu. *Vista do Museu Dia 6 - Namche Bazaar → Tengboche (3860m) Caminhada de aproximadamente 6 horas. Acho que foi o dia mais bonito. Aqui já começamos a ver yaks pelo caminho ao invés de cavalos e burros. Pegamos muito gelo e neblina pelo caminho. Dia 7 - Tengboche → Dingboche (4410m) Mais um dia de caminhada, cerca de 6 hotas, o Everest já não pode ser mais visto a partir daqui. Dia 8 - Aclimatação em Dingboche (4410m) Mais um dia de aclimatação. E foi aqui que tudo começou dá errado. Antes de começar a trilha eu estava me sentido relativamente bem apesar de não ter dormido a noite e de está me cansando com mais facilidade que nos dias anteriores. Consegui concluir o percurso com certa dificuldade, não lembro exatamente, mais passamos um pouco mais de 4700 metros de altitude. Retornamos ao lodge para almoço e depois um filme. Aqui eu já comecei a me sentir estranha, respiração pesada, dor de cabeça, tosse, sair do quarto para o restaurante já estava parecendo uma maratona para meus pulmões. A respiração parecia que estava passando por uma peneira ao entrar e sair. Era possível ouvir o ar passando e fazendo bolhinhas (kkk não consigo descrever de outra forma). Difícil explicar. Meu guia me instruiu a não dormir pela tarde após retornar na aclimatação para não perder o sono durante a noite. A noite, quando fui dormir tudo piorou, deitar não era uma opção, mal conseguia respirar nessa posição. A cabeça estava doendo muito e a tosse já estava com fluido. Daí que veio o meu desespero, o fluido já estava avermelhado. PQP me fudi, vou morrer! Fui conversar com meu guia e relatar o que estava acontecendo. Ele pediu calma, me mandou pra cama e disse que na manhã seguinte veríamos o que fazer. Dormi nada a noite toda. Dia 9 – Dingboche → Lobuche (4910m) Na manhã seguinte juntei todos os cacos de força que ainda restavam na tentativa de continuar o trekking, faltavam apenas 2 dias, 2 míseros dias, não posso desisti. Não consegui comer nada no café da manhã e ao dar os 5 primeiros passos pra sair do lodge já não tinha ar. Era impossível continuar. Nesse momento o meu guia entrou em contato com Bikal que por sua vez acionou o seguro (que diga-se de passagem foi perfeito no atendimento, vou criar um tópico só pra falar dele e nunca mais na minha vida escolho outro seguro para minhas viagens). Daí foi esperar a liberação que durou cerca de 1 hora. Assim que ela ocorreu, um helicóptero veio ao meu resgate... to be continued
  12. Pera Victor rs. Cheguei hj ao Brasil. Vou voltar a escrever o relato jaja. Só adianto que não conclui. Acabei sendo resgatada e passei 3 noites no hospital.
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