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Adren-Aline

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Tudo que Adren-Aline postou

  1. @victorprado Fala meu caro. Olha essa informação me foi passada pela equipe do Morgado, mas não verifiquei! Como a diferença entres os valores não era tão grande, preferi não arriscar.
  2. Oi Babi. Que show vc ter fechado com a Aiming, qd a empresa é boa precisamos divulgar rs. Tremedeira faz parte rs. Eu fiz o seguro com a Worls Nomads, tb recomendo muito, tive todo suporte, desde o resgate até a entrega no hotel após alta do hospital. Inclusive o casal de brasileiros que encontrei no hospital tb estavam segurados por eles. Com relação ao mal da montanha, tem alguns paliativos que podem ser feitos, eu por exemplo tomei diamox. Vc tb pode subir gradativamente até o corpo ir se acostumando. Já sobre medicamento pra dormir o que me foi recomendado é que nenhum dos medicamentos fosse um depressor da frequência respiratória então evitei. Quando retornar do trekking, passa aqui pra nos contar sua experiência. Quero muito ir de novo mas é algo que ainda estou analisando. Bjs
  3. @victorprado Compensa sim comprar e/ou alugar roupas por lá. Não sei se vc vai encontrar de tudo para alugar, na loja que estive tinha apenas casacos pesados e saco de dormir para aluguel. Então leva uma grana extra para compra de segunda pele, meias, gorro e etc. Mas já vá sabendo que são mais em conta que comprar no Brasil. Minha mala não estava boa, tiraria alguns itens dela, principalmente as camisas de manga curta dry fit. Usei apenas uma durante os 6 dias, sendo que levei 5 unidades. Minha próxima trip será com a Swiss tb, são 32kg de bagagem despachada né? Vc vai ultrapassar esse peso?
  4. "Essa história não começa aqui..." Confúcio 😜 Fala meus queridos padawans, resolvi dividir o relato em 2, a parte 1 que conta os percalços do Everest estava ficando muito grande. Então eis-me aqui para dar continuidade a viagem de 33 dias que fiz em março e abril de 2019. O foco aqui é a Índia! Quem quiser saber o que rolou antes, vou deixar o link no final procês. Luz, câmera, ação" Índia foi um acidente na minha jornada. Meu foco era chegar ao Acampamento Base do Everest, e os voos para o Nepal estavam absurdamente caros, então resolvi comprar um com destino a Deli sem nem ao menos pensar nas dificuldades que isso poderia me ocasionar. Comprei o voo pela Emirates, com stop over em Dubai de 4 dias e 29 dias na Índia. Resolvi reservar 12 dias para conhecer um pouquinho da índia. Pesquisa vai, pesquisa vem! Me dei conta que seria impossível fazer o tour da minha forma convencional. A índia me parecia ser um local perigoso demais para uma mochileira solitária. Era notícia de violência contra a mulher, relatos de extremo assédio sexual contra as estrangeiras, indicações de não se hospedar em hostel por lá, dentre outras cozitas...Então comecei a busca atrás de guias e/ou agências que me desses suporte nessa jornada. Ahhhh e não vão achando que sou fresquinha não. Sou mochileira raiz kkkkkkkk. Nas minhas buscas encontrei apenas um guia falante de português que me pareceu prepotente demais além de dispendioso. Por questões éticas prefiro não citá-lo, mas quem quiser experimentar me chama no privado. O jeito era partir para o espanhol. Que na maior parte das vezes é compreensível aos ouvidos brazucas. Um pequeno leque se abriu, fiz alguns orçamentos mas nenhum era acessível ao meu bolso. Resolvi buscar companhia. Coloquei "anúncio" aqui e no Facebook. Várias pessoas entraram em contato, mas a maioria eram de curiosos, que me faziam repetir inúmeras vezes as informações necessárias para embarcar nessa viagem. Já estava cansada disso! Até que um belo dia uma mulher entrou em contato e disse já fazer parte de um grupo de 4 pessoas que havia viajado juntos para o Egito e que sonhavam com a Índia há algum tempo. Fui apresentada ao grupo, todos com idade que variavam de 55 a 69 anos, mas logo percebi que eram todos joviais com mais energia que eu hj com 32 anos kkkkkkk. Apresentei toda a minha pesquisa aos membros, com valores, vantagens e desvantagens. Depois de árdua análise resolvemos optar pelo RAJ. Quem é o Raj?? Não, não é aquele que vc está pensando, do Caminho das Índias. Raj foi um achado! Estava eu serelepe e pimpona assistindo um vídeo no youtube de um brasileiro em Varanasi, ao fundo ouvi uma voz de guia em espanhol. Entrei em contato com o Afonso, dono do canal e perguntei quem era o guia. Ele me falou super bem e me deu o contato do Raj. Daí foi amor a primeira vista 🤩. Ele foi muito solicito, fez um roteiro que me agradou bastante, o espanhol dele era bastante compreensível e o preço era acessível se for levar em conta o tipo de serviço oferecido. Só havia um problema na escolha do Rajest Awasthi, ele não trabalhava para nenhuma agência e não encontrei referências dele aqui no mochileiros. Era apenas a palavra do Afonso, deveria confiar? Até em site gringo procurei, achei um equatoriano que havia viajado com ele e poucos brasileiros que ele próprio havia dado como referência. Além disso procurei o nome dele como guia e de fato havia registro na cidade de origem dele Khajuraho. Mirian, uma das integrantes do grupo resolveu ir em Búzios conversar pessoalmente com o Afonso, e finalmente se sentiu segura para fechar contrato com ele. obs.: Para a felicidade de todos, nesse interstício, o Raj acabou abrindo a agência dele. A VOCES INDIA - http://www.vocesindiatours.com/ . Vcs podem encontrá-lo tb no facebook e caso queiram o whatsapp fala comigo no privado ou manda um oi no meu zap 75 98874-5299, podem dizer que Aline e Grelhado que indicaram e peçam desconto (só não sei se ele vai dá kkkkk). Ops, lá vou eu falando desse mocinho que está nos braços do Raj, sem nem ao menos apresentá-lo: _ Grelhado - Leitores, Leitores - Grelhado. Nosso roteiro ficou assim: Dia 1 - Holi Festival em Delhi Dia 2 - Delhi - Jaipur Dia 3 - Jaipur Dia 4 - Jaipur - Agra via Fatehpur Sikri Dia 5 - Agra Dia 6 - Agra - Orchha Dia 7 - Orchha - Khajuraho Dia 8 - Khajuraho - Varanasi Dia 9 - Varanasi Dia 10 - Varanasi - Delhi Dia 11 - Delhi Dia 12 - Delhi - Dubai Dia 1 Então... saí de Kathmandu enquanto o restante do grupo estava vindo do Brasil. E casou direitinho a hora de chegada. Depois de 7 abraços e 7 "prazeres em conheceres" seguimos para a imigração. Foi tudo super rápida, afinal já havíamos emitido o visto eletronicamente. Então foi só apresentar o passaporte com mais de 6 meses de validade, o visto impresso e colocar os dedinhos no sensor. DicAline: O Visto pode ser tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF. Hora de conhecer o Raj. Foi bem fácil encontrá-lo na multidão na saída do aeroporto de Delhi, ele é bem estiloso e usa um chapéu 🤠 que o difere dos demais. Depois de mais 8 abraços e 8 "prazeres em conheceres", seguimos para o veículo. O plano era ir direto para o hotel e do hotel já sair para comemorar o Holi Festival. DicAline: O Holi é um festival que acontece todos os anos na Índia. Sua data varia, mas está sempre situada entre os meses de fevereiro e março. A festa das cores, como também é conhecida, comemora o início da primavera. Então as pessoas festejam com música, bebida e comida além de tacar tinta coloridas umas nas outras. Quem leu a 1º parte do relato sabe que esse foi meu segundo dia de festival. E acreditem, o segundo superou o primeiro. Principalmente pela surpresa, não imaginei que fossemos comemorar a festa numa comunidade, o que deixou tudo mais autêntico e encantador. Quem não gosta de ser recebido com alegria? Aquele povo transbordava alegria. Foi incrível! Olha a carinha deles de curiosidade com a nossa chegada. Essa roupa branca foi um presentinho do Raj, usamos ela para que as cores ficassem mais evidentes e também para não perder nossa roupa "usual", pq algumas dessas tintas são difíceis de sair. Ahhh outra coisa que usamos foi óleo de coco na pele e até no cabelo, tb com objetivo de facilitar a retirada durante o banho. Ahhhh2 protejam as câmeras e tudo que vc não queria/possa sujar, geralmente a tinta é em pó, ela é tão fina que parece talco, ou seja, invade todos os orifícios (até esse que vc acabou de pensar 😅). Visitamos algumas casas, conhecemos o estilo de vida deles, tudo regado à cerveja (quente, parece ser costume lá). E foi assim que cheguei ao hotel. To be Continued
  5. Blza Wilson?? Super recomendo, inclusive fiz a avaliação dela, mais atrás. Em algum momento creio que retornarei ao Nepal para acabar o inacabado rs. E não tenho dúvidas de que será com Bikal e sua equipe. Pontuais, responsáveis, comida saborosa, atenciosos... pra ficar perfeito só precisavam falar português 🤣 O link para entrar em contato com Aiming Adventure é www.aimingadventure.com o email [email protected] e o zap do Bikal +977 984-9211457
  6. NADISMO - Pra quem não sabe, trata-se de uma arte milenar de não fazer nada durante o dia todo em todos os espaços possíveis. Sou exímia praticante dessa arte, mas tento ao máximo evitar praticá-la em território estrangeiro. Então comecei a analisar as possibilidades, mas vou logo adiantando que não foram muitas e nem sempre de qualidade (isso pq para os que me acompanham desde o início sabem que o "ouro" já havia sido feito na chegada a cidade). Garden of Dreams - Bem tranquilão, bom pra ler livro ou levar os muleki para brincar. Rafting em Pokhara - Com transporte, almoço, guia , equipamentos inclusos. Não curti muito por dois motivos: 1º) já fiz uns 5 raftings na minha vida e esse não chega perto nem pela paisagem nem pela adrenalina 2º) Pokhara é longe para caralho. Holi Festival - pra quem não sabe, esse festival acontece todo ano em datas diferentes, ele marca o início da primavera. Então as pessoas saem nas ruas com um pó colorido, pistolas e bexigas de água para comemorar. Sou uma soteropolitana que odeia carnaval. Então já fui ao Holi achando que seria uma merda. Que surpresa boa! Foi incrível, me diverti muito. Brinquei que nem criança. A dica aqui é vc usar uma roupa que não queira mais rs Hora de seguir viagem... ÍNDIA Alguns Custos: Garden of Dreams: 200 rúpias Rafting: 30 USD Diária no Hotel Impala Garden sem café da manhã: 10 USD Resolvi concluir esse relato por aqui. Ohhhhhhhhh Optei dividir em dois relatos independentes por questões logísticas e por perfil de viajantes. Então qq dúvida estou a disposição para sana-lá. Quem quiser me acompanhar na Índia só clicar aqui
  7. Onde foi msm que eu parei?? Ahh... resgate! Achei o voo de helicóptero demorado, acho que durou uns 45 minutos sem contar a pausa que ele fez no aeroporto de Lukla. A vista é incrível, acho que mais ainda do que no teco-teco. Chegando no aeroporto já havia uma ambulância me aguardado que me levou direto para o hospital onde Bikal também já estava me esperando, pra dá um apoio psicológico. Depois de alguns procedimentos que eu não sei do que se tratavam, apareceu meu segundo anjo, o Paulo. Paulo é um brasileiro que estava como acompanhante da esposa no mesmo hospital, ela havia tido os mesmos sintomas que eu e por incresça que parível no mesmo local, só que dois dias antes. Ele que fez as traduções necessárias para o primeiro atendimento. Fui internada e para facilitar minha vida, me colocaram no quarto colado com o dele. O hospital parecia ser muito bom, "parecia" pq nunca fiquei internada, então não sei quais são os padrões brasileiros. Administraram oxigênio e muita medicação no acesso que puseram, até hj me pergunto que tando de injeção era aquela, acho que nunca saberei. A comida era muito boa, tinha menu para escolher o café da manhã, almoço e jantar. E sempre haviam frutas no quarto além de água. Um dia pedi suco pq no menu não havia, kkkkkkk no dia seguinte chegou uma menina com uma caixa de 1 litro de suco (tudo no exagero). Fiquei nessa vida por 4 dias, com uma "rotininha" que já estava de saco cheio. Havia TV, mas assistir o que? Não entendia nada! O Paulo e a esposa já haviam sido liberados, ninguém falava português. Sempre haviam enfermeiras no quarto, mas a comunicação não existia. Quando um médico me visitava usávamos o google translator quando ele era paciente ( kkkkk entenderam o trocadilho?), quando não, era só escultar, fazer algumas perguntas para a enfermeira e vualá. No quarto dia finalmente fui liberada com uma série de recomendações que eu não sei quais. E também com um envelope com várias medicações para um total de 5 dias. Dia da liberdade 🤸‍♀️ O próprio hospital fez o translado até o hotel. Depois de tantos dias numa "redoma" é estranho sair para o caos de Katmandu, chegou a ser amedrontador ver toda aquele barulho e confusão. Fiquei no mesmo hotel da chagada em katmandu, também incluso no pacote da Aiming Adventure por mais uma noite. Logo após deixar minha coisas em Thamel Park fui a caça de novo hotel. Não tinha como ficar no mesmo hotel pelo alto custo, então fui ver o hostel que havia reservado para duas noites após o trekking. Desisti de ficar no hostel pq ainda não me sentia revigorada e nesse tipo de hospedagem é preciso está bem para dividir quarto e ser agradável com os companheiros. Então acabei reservando um quarto privativo num hotel bem ruizinho (mas bem localizado), e que serviu para a finalidade. Apesar de me sentir bem me sentia muito mal (parece contraditório né? mas não é, malucos entenderão o que quis dizer). Acho que ganhei uns 40 anos a mais durante esse dias no hospital, me sentia debilitada e fraca. Bem, e agora? Restavam 5 dias de nadismo na cidade. Tinha que procurar atividades para ocupar o tempo.
  8. Fala Juliana, blza? Apesar dos pesares foi incrível. Até penso em fazer novamente aumentando os dias de aclimatação. Quando ao seu problema de saúde dá uma conversada com Bikal +977 984-9211457 pelo Whatsapp, ele pode te ajudar a decidir como fazer. Espero ver alguma foto sua por lá! Bjs
  9. Oi Kelly Olha... a água era potável sim. Mesmo assim eles fornecem um potinho de purificador, que eu usei durante todo o percurso. Diego que estava comigo bebia sem por cloro.
  10. Oiiii Procuro companhia para mochilão pelos países listados acima. Passagens compradas para 16 de janeiro de 2020. Já somos 3 membros no grupos com certa experiência pelo sudeste asiático. Interessados entrar em contato pelo zap (nada de me ligar hein rs?) Aline 75 988745299
  11. Dia 5 - Aclimatação em Namche Bazaar (3440m) Esse dia é dedicado a aclimatação, e não se trata de ficar de boa no logde de perninhas cruzadas esperando o corpo se acostumar com a altitude. Fazemos uma caminhada de aproximadamente 3 horas até um museu e depois até o Everest View Hotel que fica a 3880 metros de altitude. Por azar o tempo se fechou e não tivemos a vista "prometida". Se ainda faltar algo na mochila é aqui que deve ser comprado. O preço é um pouco maior que na Thamel, porém ainda vale. Aqui a nossa equipe já estava reduzida, eramos agora 1 carregador, o guia, o mexicano e eu. O senhor que passou mal desistiu e o amigo por não saber se comunicar em inglês acabou ficando com ele. Eles iriam esperar o nosso retorno, para juntos voltarmos para katmandu. *Vista do Museu Dia 6 - Namche Bazaar → Tengboche (3860m) Caminhada de aproximadamente 6 horas. Acho que foi o dia mais bonito. Aqui já começamos a ver yaks pelo caminho ao invés de cavalos e burros. Pegamos muito gelo e neblina pelo caminho. Dia 7 - Tengboche → Dingboche (4410m) Mais um dia de caminhada, cerca de 6 hotas, o Everest já não pode ser mais visto a partir daqui. Dia 8 - Aclimatação em Dingboche (4410m) Mais um dia de aclimatação. E foi aqui que tudo começou dá errado. Antes de começar a trilha eu estava me sentido relativamente bem apesar de não ter dormido a noite e de está me cansando com mais facilidade que nos dias anteriores. Consegui concluir o percurso com certa dificuldade, não lembro exatamente, mais passamos um pouco mais de 4700 metros de altitude. Retornamos ao lodge para almoço e depois um filme. Aqui eu já comecei a me sentir estranha, respiração pesada, dor de cabeça, tosse, sair do quarto para o restaurante já estava parecendo uma maratona para meus pulmões. A respiração parecia que estava passando por uma peneira ao entrar e sair. Era possível ouvir o ar passando e fazendo bolhinhas (kkk não consigo descrever de outra forma). Difícil explicar. Meu guia me instruiu a não dormir pela tarde após retornar na aclimatação para não perder o sono durante a noite. A noite, quando fui dormir tudo piorou, deitar não era uma opção, mal conseguia respirar nessa posição. A cabeça estava doendo muito e a tosse já estava com fluido. Daí que veio o meu desespero, o fluido já estava avermelhado. PQP me fudi, vou morrer! Fui conversar com meu guia e relatar o que estava acontecendo. Ele pediu calma, me mandou pra cama e disse que na manhã seguinte veríamos o que fazer. Dormi nada a noite toda. Dia 9 – Dingboche → Lobuche (4910m) Na manhã seguinte juntei todos os cacos de força que ainda restavam na tentativa de continuar o trekking, faltavam apenas 2 dias, 2 míseros dias, não posso desisti. Não consegui comer nada no café da manhã e ao dar os 5 primeiros passos pra sair do lodge já não tinha ar. Era impossível continuar. Nesse momento o meu guia entrou em contato com Bikal que por sua vez acionou o seguro (que diga-se de passagem foi perfeito no atendimento, vou criar um tópico só pra falar dele e nunca mais na minha vida escolho outro seguro para minhas viagens). Daí foi esperar a liberação que durou cerca de 1 hora. Assim que ela ocorreu, um helicóptero veio ao meu resgate... to be continued
  12. Pera Victor rs. Cheguei hj ao Brasil. Vou voltar a escrever o relato jaja. Só adianto que não conclui. Acabei sendo resgatada e passei 3 noites no hospital.
  13. Dia 4 - Phakding para Namche Bazaar (3440m) O café da manhã ocorre geralmente as 7:30. As malas já devem estar prontas para a partida. Esse dia foi mais puxado que o anterior. Mas a paisagem compensa. A todo momento somos obrigados a parar pra "mode" dá passagem aos animais, na sua maioria cavalos e burros. Eles possuem um sino no pescoço para alertar os transeuntes a sua chegada. Outra coisa surpreendente que encontramos no caminho são os carregadores. PQP como essa galera consegue carregar tanto peso e ainda sorrir? Um dos nossos guerreiros foi abatido nesse trecho. O senhor fumante precisou ser socorrido e carregado até o lodge.
  14. Dia 3 - Kathmandu para Lukla (vôo 40 min) e Lukla para Phakding (2652m) Depois de um mini infarto pela medo de perder o voo para Lukla por conta do atraso dos coleguinha da Indonésia chegamos no aeroporto de katmandu. O voo estava marcado para as 6:30 e a recomendação era tentar sentar do lado esquerdo e na frete. Ou seja, this is sparta 🤯, corre cambada. Consegui a quarta posição do lado esquerdo. Ahhhh existe um limite de bagagem estipulada em 15kg total, acima disso paga-se por quilo extra. O avião tem capacidade para 15 passageiros, mais dois pilotos e uma aeromoça. Sim! Temos serviço de bordo rs, uma bala pra adoçar a viagem. A vista aérea do Himalaia é surreal. Já valeu a viagem sqn rs. Passamos por fortes turbulência (dizem que é normal por lá mas eu não sabia e me assustei um pouco, nada que uma calça nova limpa não resolvesse). Pra quem não sabe o aeroporto de Lukla é considerado um dos mais perigosos do mundo. A pista é curta (530 metros) e para compensar a extensão ela possui uma inclinação de 11°. Paramos para um segundo café da manhã, segundo pq já havíamos recebido um pacote no hotel. De lá começamos o trekking até Phakding, foi o dia mais suave. Levamos não mais de 4h. Ficamos no lodge Beer Garden. Onde almoçamos e jantamos, lá vc recebe um cardápio que te dá direito a um prato e uma bebida quente. As opções são variadas. O quarto é razoável e é possível tomar banho frio.
  15. Olha eu de volta! Isso não é um bom sinal como vcs já entenderão. Dia 1 O grande dia chegou. Depois de 4 vôos sou recebida pelo Manu, meu guia de trekking durante os próximos dias, no aeroporto de Katmandu. Engraçado que acreditei até o último instante que o Manu era um representante da empresa não o guia, pelo porte pequeno (preconceito, podem me apedrejar). Deu um certo trabalho de encontrá-lo, o nome na placa estava muito pequeno. Fui conduzida para o hotel Thamel Park, que fica na rua thamel, ótima localização, tem tudo que vc precisa por lá. Se faltou algo para o trekking tenha certeza que lá vc encontrará sem dificuldades. Dia 2 No dia seguinte tivemos uma mini reunião, e lá apareceu meu anjo da guarda transvestido de mexicano, o Diego. Através dele pude me inteirar dos fatos. O portunhol fluiu naturalmente. Daí foi partir para o City Tour. Visitamos 4 lugares. Os valores das entradas não estão inclusos. (Breve ponho as fotos aqui, agora tô focando em escrever enquanto as informações estão frescas na cachola e ainda não foram sobrepujandas por outras mais atuais. Depois do city tour mais uma reunião, mais 2 indonésios se juntaram a equipe. Acreditem, um deles era fumante e nunca havia feito se quer um trekking na vida. Minhas anteninha vibraram, mas fazer o que né? Cada um sabe o que faz. Quem sou eu pra julgar a capacidade e o preparo de alguém? Daí fomos levados até uma loja próxima para experimentar o casaco e saco de dormir. Em seguida um jantar temático, TB já incluso no pacote. Câmbio e taxas Fiz o câmbio em frente ao hotel, 1 dólar a 111 rúpias. Troquei 200 dólares ao total. Pra gastos extras durante o Trek e para a gorjeta do guia e do Porter. Ehhh galera, aqui há uma obrigação de se dá gorjeta. Não entendo pq não se põe o valor já definido no pacote. Ahhhh aqui TB as taxas nos restaurantes são de 23% em dinheiro e 27% no cartão. Não tem choro nem vela. Alguns custos: Entrada Swaysmbhunath (Templo dia macacos): 200 rúpias Entrada Patan: 1000 rúpias Entrada Boudhanath: 400 rúpias Pashupatinath: grátis, não quis pagar para ver a cremação Almoço com bebida e taxas: 910 rupias
  16. Oi Elisa. Valeu pelas dicas. Acabei de entrar em contato com a agência de Dubai para ver se l os preços são acessíveis. Quanto ao pacote do Everest e da índia já fechei. Vou avaliar as empresas assim que retornar da viagem. Bjs
  17. Oi Babi Está incluso sim é pq eles chamam de casa de chá de montanha. Pq não chegam a ser hospedagens. Muitas vezes não há possibilidade nem de banho. E nada de calefação nos quartos. Quanto ao preparo físico é só não sair do foco! bjs
  18. Aqui vai o resumo do roteiro: Dia Roteiro 1 Saída do aeroporto de Salvador para Guarulhos no fim da noite 2 Saída do aeroporto de Guarulhos com destino à Dubai 3 Saída do aeroporto de Dubai com destino a Nova Delhi / Nova Deli com destino a Kathmandu 4 Kathmandu 5 Trekking Everest / Kathmandu (1360m) - Lukla(2840m) -Phakding(2612m). 6 Trekking Everest / Phakding - Namche Bazaar (3440m). 7 Trekking Everest / Rest in Namche Bazaar for Acclimatization 8 Trekking Everest / Namche Bazaar - Tengboche(3860m). 9 Trekking Everest / Tengboche - Dingboche(4410m). 10 Trekking Everest / Exploration/ Acclimatization at Dingboche . 11 Trekking Everest / Dingboche - Lobuche(4910m). 12 Trekking Everest / Lobuche - ABE - Gorakhshep(5140m). 13 Trekking Everest / Gorakhshep - Kalapatthar(5545m)- Dingboche(4410m). 14 Trekking Everest / Dingboche – Namche Bazaar(3440m). 15 Trekking Everest / Namche - Lukla(2840m). 16 Trekking Everest / Lukla(2840m) - Kathmandu(1360m) 17 Kathmandu 18 Kathmandu - Holi Festival 19 Saída de Kathmandu com destino à Nova Deli - Jaipur 20 Holi Festival em Jaipur 21 Jaipur, Cidade Rosa 22 Jaipur - Agra - Faterpur 23 Agra 24 Agra para Orccha 25 Orccha para Khajuraro 26 Khajuraro 27 Khajuraro para Varanasi 28 Varanasi para Delhi 29 Delhi 30 Saída de Nova Deli com destino à Dubai, tarde livre 31 Dubai 32 Abu Dhabi 33 Saída de Dubai com destino à Guarulhos / Guarulhos x Salvador Acho que cheguei ao final do pré-relato, agora é só aguardar o grande dia! Se tiverem alguma dúvida ou se lembrarem de algo que esqueci de colocar aqui, só avisar. To be continued...
  19. Oi Victor! 😀 Respondendo sua pergunta e já dando continuidade ao pré-relato(se é que isso existe)! Agência Depois de descartar a possibilidade de fazer com o Morgado, resolvi buscar maneiras alternativas de chegar até lá. Vi que existem basicamente duas formas: indo por conta própria ou contratando uma agência. A primeira descartei desde o primeiro momento. Sozinha não rola! Sei que são muitas variáveis a serem controladas. E se eu passar mal com a altitude como já aconteceu na Colômbia? E se eu me perder? E se eu reservar o vôo pra Lukla e o aeroporto fechar por conta do mau tempo? E se me faltar algum equipamento/acessório/roupa por falta de conhecimento? E se... são muitos IS SIS. Fui convencida por um ex companheiro de aventura a fazer a contratação da agência assim que pisasse em solo catmanduzense. O que sairia em torno de 1000 dólares segundo ele, com tudo incluso. Pesquisa vai, pesquisa vem... Encontrei algumas empresas com valores próximos ao que ele pagou, sendo que ainda incluía um algo mais, como transfer ida e volta para o aeroporto, hospedagem antes e depois do trekking (3 diárias), jantar... Além de emprestar tanto o saco de dormir quanto o casado mais pesado. Então entrei em contato com Aiming Adventure e fechei com eles, pagando cerca de 20% do valor antecipadamente. Quando retornar da trip prometo fazer uma avaliação dessa agência! Fala mochileiros! Conforme prometido vim aqui falar como foi a experiência com a Aiming Adventure. Posso resumir em uma palavra: PERFEITA . Além do que o pacote oferecia e que foi rigorosamente cumprindo, Bikal o dono na agência, me deu total apoio no resgate... Ehhh precisei ser resgatada no sétimo dia. Quando estava indo de Dingboche para Lobuche. Passei a noite muito mal, falta de ar, ruído no peito ao respirar, sangue ao tossir, dor de cabeça. Na manhã seguinte tentei superar a noite e me preparei para partir. Mas ao dar os 5 primeiros passos na saída do hotel já era impossível respirar. Então decidimos acionar o seguro. O guia Manu fez contato com o Bikal que por sua fez contatou a Nomads Seguros. Dentro de 1 hora eu estava subindo em um helicóptero em direção a kathmandu, onde uma ambulância já estava me aguardado para me levar para o hospital. L Chegando lá, Bikal já estava me aguardando. Contarei mais detalhes de como foi o atendimento médico mais pra frente. O link para entrar em contato com Aiming Adventure é www.aimingadventure.com o email [email protected] e o zap do Bikal +977 984-9211457 Só tenho a agradecer a equipe. Manu nosso guia, a Machra e Susan, nossos carregadores e Bikal. O pacote do Everest inclui: Aeroporto - Hotel- Aeroporto - veículo turístico privado Hospedagem compartilhada padrão em Katmandu em hotel padrão turístico com café da manhã para três noites Passeio de dia inteiro com guia pela cidade em Katmandu por um veículo particular Jantar de boas-vindas e despedida de cortesia em um dos restaurantes com programa cultural Toda a documentação necessária, autorizações do Parque Nacional e Cartão Tim Voo doméstico para Ktm-Luk-Ktm Todas as refeições padrão durante uma caminhada (café da manhã, almoço e jantar) Casa de chá de montanha na trilha Frutas frescas e temperadas depois de cada jantar, enquanto em uma caminhada Chá / café servido em um copo Água potável purificada durante a caminhada Governo licenciado e bem treinado falando Inglês guia de trekking local e todas as suas despesas O número necessário de funcionários locais e porteiros para levar sua bagagem durante a caminhada. Nós atribuímos um porteiro para cada dois convidados Seguro de Guia e Porter e todas as despesas Jaquetas e sacos de dormir (a serem devolvidos após a conclusão da viagem) Mapa de rotas de Free Aiming Adventure duffel bag, & Trekking Certificado de aventura (após a conclusão da caminhada) Kits de Primeiros Socorros (Básico) Todos os nossos impostos governamentais, IVA, taxas de serviço turístico O pacote do Everest exclui: Taxa de visto de chegada Nepal Excesso de bagagem (s) (15 kg incluído) Acomodação noturna extra em Katmandu por causa da chegada antecipada, partida tardia, retorno antecipado da montanha (devido a qualquer motivo) do que o itinerário programado Almoço e jantar em Kathmandu, exceto jantar oficial Vôos internacionais Taxas de entrada no Patrimônio Mundial Equipamento de trekking pessoal Seguro de viagem e resgate Despesas pessoais (telefonemas, lavanderia, contas de bar, recarga de bateria, carregadores extras, garrafa ou água fervida, banho extra, etc.) Gorjeta para as equipes de funcionários Alguns custos: Agência: 1235 USD (pacote de 15 dias)
  20. Condicionamento físico 🏋️‍♀️ Sei que aqui só tem atleta! Mas precisamos falar sobre Kevin. Serão 12 dias de caminhada. Que durarão de 5 a 8 horas diárias, numa altitude que varia de 1360 à 5545 metros de altitude. Com a disponibilidade de oxigênio sendo reduzida a cada passo, até culminar em 50% se comparado ao nível do mar. Então “papai” bora treinar! Estava gordinha. Ahhhh pára de tentar suavizar a situação. Aline você estava O-B-E-S-A. Partiu movimentar o esqueleto com atividades aeróbicas e musculação. Até o momento lá se foram 16 quilos. Mas confesso que não sei se estou preparada para o Everest. Apesar de que, segundo muitos dizem, é um percurso palpável para qualquer um que tenha bom condicionamento físico e as articulações no lugar. Tentei o máximo que pude fazer atividade 5 vezes na semana, sendo 3 dias de musculação e dois de caminhada/corrida, durante as caminhadas eu já usava a bota para amaciar e não ter problemas com calo. Também enchia a mochila de roupa, colocava nas costas e simbora. É óbvio que a população da cidade onde moro/trabalho me taxou como louca, mas fazer o que? Ossos do ofício. Altitude 🏔️ Altitude é uma merda. E o pior de tudo é não saber como o nosso corpo se comportará. Não tem conversa... seja você atleta ou não, gordo ou magro, careca ou cabeludo ela vai te “encontrar”. Claro que de forma mais intensa em uns do que em outros. Como forma de prevenir pretendo tomar o DIAMOX, um diurético que minimiza os sintomas da altitude. Encontrei uma tabelinha que ajuda identificar o que fazer de acordo com os sintomas do mal da montanha. Dor de cabeça +1 ponto Náuseas ou perda de apetite +1 ponto Insônia +1 ponto Vertigem +1 ponto Cefaleia resistente à aspirina +2 ponto Vômitos +2 pontos Falta de ar em repouso +3 pontos Fadiga anormal +3 pontos Falta de urina +3 pontos Caso a soma dos pontos seja: 🙄1-3 pontos = LEVE aspirina ou paracetamol ☹️ 4-6 pontos = MODERADO aspirina, repouso e suspender subida 😖+ de 6 pontos = SEVERO descer rapidamente
  21. Tudo começou numa linda manhã de sol do dia 29 de setembro de 1986... Nasci 👶! E no meu DNA veio escrito o seguinte código genético EBC (confesso que, biologicamente falando, não sei se faz sentido, achava as aulas de biologia enfadonhas). Para quem não sabe, EBC, é como o Acampamento Base do Everest é conhecido pelos íntimos. Que ainda não é meu caso, mas em breve será. Diferente de todos os relatos de viagem que fiz até o momento, resolvi começar esse previamente, 33 dias antes da partida pra ser precisa. Pq? Quando descobrir conto! Mas suponha que seja a ansiedade, talvez seja uma forma de já está viajando e de acalentar a alma. Imaginava que essa viagem só fosse ocorrer após 2020, contudo, viagens sempre são um ótimo incentivo para entrar em forma, seja para se exibir nas belas praias da Tailândia ou para não passar vergonha durante um trekking pelo Himaláia. E eu precisava urgentemente entrar em forma, não que eu não tivesse uma forma definida, mas barril não é minha predileta. Então dei uma antecipada nos planos. Em janeiro de 2018 dei o ponta pé inicial (clichêzona 🙄), comecei com os treinos e em paralelo as buscas superficiais. Encontrei logo de cara o site da agência Morgado Expedições, engoli as dicas e informações contidas nele com a ferocidade de papagaio. Contudo o preço desanimava! Sabia que seria a melhor opção para mim, já que Morgado é um guia renomado, além disso, o público alvo da agência são os brasileiros, o que facilitaria muito minha vida já que não falo inglês. Ehhh pessoal, não falo nem entendo. Mas isso nunca me impediu de viajar, na verdade isso torna a viagem até mais interessante (para os outros rs não para mim, que se acabam de rir com algumas situações inusitadas que acabei relatado nas redes sociais). Melhor época do ano? 🔆 Confesso que me baseei nas datas do Morgado. Meu plano era, passear serelepe e pimpona pelas ruas de Carmandu, me esbarrar “acidentalmente” no grupo de brasileiros conduzido por ele. Mostrar toda minha simpatia e ser convidada a me juntar ao grupo por um preço acessível ao meu bolso. Mas para aqueles que não se baseiam em algo tão louco, informo que a primavera (março e abril) e o outono (outubro e novembro) são as melhores escolhas, já que a visibilidade é boa e a temperatura tb (na medida do possível, podendo chegar a -12°C). Compra das passagens ✈️ Gosto de comprar as passagens aéreas logo, isso me dá a sensação de inalterabilidade. Claro que sei que isso não passa de uma sensação, são vários os fatores envolvidos que podem jogar nossos planos no lixo. Percebi que os vôos direto para Catmandu estavam absurdamente caros, então coloquei alguns alertas de preço no Google Flight tanto para Catmandu quanto para Delhi. Esperei pacientemente uma oportunidade e ela surgiu em junho. O preço não era perfeito, mas não quis arriscar esperar mais. Ainda era possível fazer um stopover nos Emirados Árabes Unidos. Não pensei duas vezes, comprei! Aproveitei a deixa e comprei as passagens de ida e volta Delhi x Catmandu e Salvador x Guarulhos. Alguns custos: Passagens Salvador x GRU (ida e volta + bagagens): 684,72 BRL Passagens Emirates GRU x Dubai x Delhi (ida e volta): 4.136,79 BRL Passagem Jet Airway Delhi x Catmandu: 74 USD Passagem Nepal Airline Catmandu Delhi: 348,29 BRL Mala 🎒 Gosto de arrumar as malas, é tipo um hobby. Então comecei bem cedo dessa vez. Peguei a lista disponível no site da Morgado Expedições através desse link https://www.morgadoexpedicoes.com.br/trek-ao-everest/lista-de-equipamentos e usei como base para as compras. Boa parte das coisas eu já havia adquirido durante o trekking do Monte Roraima na Venezuela, reduzindo um pouco meu custo com as compras. Dei um pouco mais de atenção para as botas e não economizei com elas. Por sorte, achei um anúncio no Mercado Livre, cujo vendedor tinha o último par de uma bota Salomon, no modelo e tamanho que eu precisava e com o preço 20% abaixo das lojas brasileiras especializadas em produtos para trekking. Comprei com bastante antecedência, para poder amaciá-las. Aqui vão algumas fotos das malas já prontas, kkkkkkk já estão assim a mais de 5 meses, vou fazendo simulações de como arrumar e do que é possível retirar ou colocar. Dividi em 4 categorias: Vestuário: - 3 calças de trekking (Decathlon) - 1 Calça de moleton para dormir(Centauro) - 2 calças segunda pele (Decathlon) - 1 bermuda (Decathlon) - casaco pele de ganso (Decathlon) - 1 casaco moleton (made in China) - 2 casacos fleece (Decathlon) - 2 blusas segunda pele (Decathlon) - 5 blusas dry fit - 9 calcinhas - 1 par de botas impermeáveis (Mercado Livre) - 2 bandanas tubulares (Decathlon) - 1 Gorro (Decathlon) - 3 pares de luvas de diferentes materiais (Decathlon) - 6 pares de meias ( Decathlon, Pé na Trilha) - 5 Tops *Além do que pode ser visto na foto, levarei: sandália, chinelo, tênis, par de bastões de caminhada e cachecol. Percebam que não existe nenhum casado pesado na lista, isso pq a empresa que contratei fornecerá tanto o casaco quanto o saco de dormir apropriados para essa atividade. Higiene: - 1 necessaire - lenços umedecidos (também conhecidos como duchas) - lenços de papel - 40 pastilhas de Clorin (para purificar a água durante a trilha) - sabonete líquido - hidratante - shampoo - condicionador - cotonete e algodão - repelente - protetor solar - desodorante - enxágue bucal - creme dental - micropore (para minimizar as bolhas nos pés) - creme de pentear - escova de dente - pente - sabonete - suvacador - espelho - álcool - perfume *Além do que pode ser visto na foto, levarei: minâncora (para o chulé) Variedade: - 2 garrafas de 1 litro cada - caderninho e caneta para anotações - kindle - carregador portátil de 20.000mA - passaporte - adaptador universal de tomada - benjamim - balança - lente - pasta com documentos (reservas de vôos, agências, hospedagem, visto, seguro, contratos, etc) - bastão Gopro - fone de ouvido - 2 carregadores - óculos - cadeado - Gopro - relógio - lanterna de cabeça - acessório gopro - cabos - pilhas extras para lanterna - estojo para eletrônicos - pochete - saco impermeável - tapa olhos - kit costura - almofada inflável de pescoço - kit de primeiros socorros - mochila Curtlo de 63 litros (porter) - mochila Nautika de 40l (ataque) -mochila Curtlo de 17l (passeios) Esqueci de apresentar o mocinho aí do lado. Esse é o Grelhado, meu fiel companheiro de viagens. obs.: A quarta categoria está ainda em construção, será a de medicamentos. Na segunda semana do mês de fevereiro marcarei uma consulta médica para ver o que de fato levarei. Vistos 📜 Nepal: o visto de turista para o Nepal pode ser obtido no momento da chegada no aeroporto internacional de Catmandu. Bastando para isso o passaporte com validade mínima de 6 meses e pelo menos uma página em branco. Pagamento da taxa que varia de acordo com o tempo de permanência no país e permite entradas múltiplas. Preenchimento de formulário específico. Além de 1 foto 3x4. Índia: permite que o visto seja tirado eletronicamente (e-visa). Basta entrar nesse site https://indianvisaonline.gov.in/ e seguir as instruções desse outro aqui https://casalwanderlust.com.br/como-solicitar-o-visto-para-a-india-atraves-da-internet-passo-a-passo/ , escrito pela Camila e que está bastante didático! Já reserve uma foto com fundo branco e uma cópia do passaporte em PDF. Emirados Árabes Unidos: Desde 2018 não há mais exigência de visto de turista para brasileiros. Alguns Custos: Visto Nepal: 15 dias / 25 USD – 30 dias / 40 USD – 90 dias / 100 USD Visto Índia: 60 dias / 82 USD Seguro 👮‍♂️ Não estamos falando de qq viagem de “fundo de quintal” né galera? Logo, o seguro precisa estar à altura da façanha. Lendo bastante, percebi que a melhor opção nesse caso seria fazer o seguro da world Nomads, na modalidade Explorer que cobre resgate de helicóptero. Infelizmente só aceitam pagamento a vista! Alguns Custos: Seguro viagem (33 dias): 640 BRL Certificado Internacional de vacinação 📜 Alguns países exigem de seus visitantes um certificado internacional que comprove a vacinação contra a febre amarela. É o caso do Nepal e da Índia. Facílimo a obtenção. Basta se dirigir a uma unidade da Anvisa, após tomar a vacina e preencher um pré cadastro no site https://viajante.anvisa.gov.br , levando consigo a cartão nacional de vacinação e documento pessoal. Ahh, a boa notícia é que isso pode ser feito online também. Dá uma googlada pra saber mais!
  22. Lógico que na África não ia perder a oportunidade de refazer uma das cenas que marcaram minha infância. XiaoYing_Video_1510791994470_HD.mp4
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