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Marcus Bomfim

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  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/portugal-lisboa-sintra-e-fatima-20-a-25-de-janeiro-de-2016-com-precos-e-fotos-t124049.html

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  1. Muito obrigado, Monique! Dicas importantíssimas para o meu planejamento. Quero ir em julho de 2019.
  2. Monique, vc pode postar todos que vc ficou? To montando uma viagem para Madri, Paris e Roma e me seriam muito úteis suas dicas. Abs!
  3. Monique, parabéns pelo relato! No meu entender, não há nada melhor do que os relatos para podermos dar contornos aos nossos roteiros. Sou suspeito para falar de relatos, pois sou prof. de História, mas considero-os fundamentais mesmo. Quando estive em Portugal em 2016, anotava tudo quando chegava no hotel a noite, e quando voltei para casa montei e publiquei meu relato aqui, inclusive com preços. Esse fórum é espetacular. Abraços e boas novas viagens! Marcus
  4. Marcus Bomfim

    Sul RS (Rota dos Vinhos com Canions) - 5 dias

    Obrigado pelas dicas, Leandro! Já me ajudaram para elaboração do meu pequeno roteiro em Bento Gonçalves. Abraços!
  5. Marcus Bomfim

    relato Portugal e Espanha em 18 dias. Gostinho de quero mais!!!

    Parabéns pela viagem e pelo relato, Bruna. Tb fiquei impressionado positivamente com Portugal e voltarei lá com certeza.
  6. Marcus Bomfim

    relato Berlengas - Portugal

    Muito linda! Show!
  7. Marcus Bomfim

    Porto de Galinhas

    Muito obrigado! Estou quase fechando essa parte de Porto de Galinhas. Abs!
  8. Marcus Bomfim

    Porto de Galinhas

    Boa tarde, Mochileiros! Li bastante coisa, mas sempre ficam dúvidas relacionadas às nossas especificidades, e a experiência de quem já viajou é a melhor forma de criar condições para tomar decisões. Vou para Porto de Galinhas em abril (quatro ou cinco dias) com minha esposa, minha sogra e uma tia. Isso já limita bastante coisa e é praticamente certo que eu alugue um carro por conta disso. Assim, gostaria de saber se as praias de Muro Alto, Maracaípe, Carneiros, Serrambi e Calhetas são de fácil acesso de carro. Minha ideia é ir de carro, deixar as "coroas" na areia e fazer alguns passeios de barco com a minha esposa. Nesse sentido, pergunto: Consigo fazer esses passeios já estando ali na praia? Algum desses passeios é possível de ser feito com senhoras sedentárias ou as mantenho apenas nas areias das praias normalmente? Desde já agradeço a atenção dispensada!
  9. Boa viagem, galera! Um dia volto lá...
  10. Luiz, todos os vinhos chegaram intactos, e gelados (rsrs). Os vinhos são embalados em plásticos bolhas e acondicionados em caixas de papelão com divisórias em papelão mais resistente. A caixa é pesada junto às demais malas, mas isso não foi problema para mim, pois o limite de peso deu e sobrou, assim, não precisei pagar nada mais por isso. A única diferença é que ela é despachada no setor de bagagens não convencionais e vc retira também nesse setor no seu aeroporto de destino. Eles estão acostumados a embalar vinhos para embarcar. Não se preocupe com nada além de escolher bons vinhos. hehehehe. A loja que comprei possui site: www.garrafeiranacional.com Abs!
  11. Karis, O trem para Sintra sai da estação do Rossio e é um trem normal sim. É possível comprar com antecedência, mas julguei não ser necessário e a passagem pode ser descontada do bilhete zapping carregável, mas não no bilhete diário, que só contempla ônibus e metrô. Vc pode conferir algumas informações sobre preços e horários em https://www.cp.pt/passageiros/pt Abs!
  12. Marcus Bomfim

    Lisboa em janeiro - Mochileiro de primeira viagem

    Galera, estou entrando para agradecer a todos vocês pelas dicas. A viagem foi inesquecível e fiz o relato aqui no site: portugal-lisboa-sintra-e-fatima-20-a-25-de-janeiro-de-2016-com-precos-e-fotos-t124049.html Abraços!
  13. Impressões gerais de Portugal e dos portugueses... Adoramos o país! Sensação de estranho familiar. Acredito que seja pela diferença cultural apesar do mesmo idioma. Considero exitosa a viagem quando damos resposta positiva a pergunta "Você voltaria aqui?", e esse é o nosso caso. Voltaremos para visitar outras regiões de Portugal, principalmente o Porto, mas não sem deixar de passar em Lisboa para visitar o Museu dos Coches e a Coleção Berardo em Belém e voltar ao Wine Bar do Castelo, além de ir a Sintra com tempo bom e Óbidos. Achamos os portugueses bem educados e solícitos, sempre respondendo com educação e cortesia a tudo que eram perguntados. As ruas muito limpas, mesmo não tendo visto serviço de limpeza dia algum, ou seja, é limpo porque as pessoas se preocupam em não sujar. Simples assim! A única exceção a limpeza das ruas eram algumas guimbas de cigarro. Aliás, achamos que os portugueses fumam muito. Regilane atribuiu ao clima mais frio, mas parece que lá não há a pertinente perseguição ao fumante que há aqui. (Que me desculpem os fumantes!). O trânsito não é barulhento e nem vimos engarrafamentos, e todos param quando o pedestre coloca o pé na faixa, independente do sinal estar aberto ou fechado. Enfim, nossa primeira experiência na Europa foi maravilhosa e estamos muito felizes e nos programando para que tenha sido apenas a primeira de muitas. Espero que o relato sirva para ajudar um pouquinho àqueles que estejam planejando visitar Lisboa e arredores, como muitos me ajudaram. Obrigado à todos!
  14. Continuando e finalizando... 25/01...último dia em Portugal. Havíamos consultado a previsão do tempo e o bom tempo do final de semana não se repetiria na segunda-feira. Como o nome diz, porém, poderia ser que errassem, assim, combinamos que em caso de tempo sem chuvas iríamos a Óbidos, pois o orçamento estava ligeiramente folgado. Infelizmente o tempo não colaborou e deixamos Óbidos para uma outra oportunidade. Descemos para o café já nostálgicos com nossa primeira experiência europeia e depois subimos para arrumar as malas e fazer o check-out, mesmo o nosso vôo direto para o Rio sendo apenas a noite. Detalhe: Quando fiz a reserva pela internet no hotel em que ficamos, havia a oferta de estender o horário da saída para 17h. Achei que era uma boa para poder ficar mais tranquilo e aproveitar o último dia, no entanto, conversando com uma amiga bastante experiente em viagens, ela me aconselhou a não pagar por isso e apenas pedir na recepção para deixar as malas em um bagageiro depois que fizesse o check-out. Assim fiz e deu tudo certo. Ao arrumar as malas senti falta das minhas luvas e do meu gorro. Depois de muito procurar e recorrer às fotos cheguei a conclusão que esqueci no restaurante de Fátima. Minha esposa apenas exclamou: "Depois você não gosta quando eu digo que você é distraído." rsrsrs. Olhando pelo lado "positivo", ainda bem que apesar da chuva, não fazia frio e não senti falta deles. rsrsrsrs. Finalizamos, provisoriamente, a arrumação das malas, fizemos check-out, deixamos as malas no bagageiro do hotel e partimos para o Centro para visitar o Elevador Santa Justa, tirar foto das praças dos Restauradores e da Figueira, e comprar lembrancinhas. Pegamos o metrô para a estação Restauradores e, na saída da estação, vi que precisava mesmo comprar outro guarda-chuva, pois o caidinho da Regilane não daria conta. Comprei com a ponta de plástico para não haver problemas no aeroporto. Como no dia que visitamos o Lisboa Story Centre compramos um combinado com o Elevador Santa Justa, achei que não precisávamos pagar mais nada lá. No entanto, entendi errado, e o combinado dava direito apenas a pagar o valor de uma passagem normal do transporte com o próprio cartão. Isso fez com que tivéssemos que comprar outro cartão na hora de voltar para o hotel, pois havia feito os cálculos para o cartão zapping não considerando este gasto. Quem não tinha esse combinado pagava €5. Na nossa opinião, NÃO VALE A PENA! Apesar da vista legal, não é a melhor de Lisboa e se pode chegar até lá pela Praça do Carmo. Além disso, a parte mais alta estava em obras, não sendo possível, portanto, acessá-la. Para não "perder a viagem", tiramos algumas fotos. Dali fomos caminhando pelo Chiado e resolvemos almoçar novamente no Café Lisboa, pois além da comida ser excelente, fomos muito bem atendidos e acolhidos e, como era de se esperar, a experiência positiva se repetiu. Dispensamos o couvert e pedimos de entrada duas portuguesinhas (uma espécie de bolinho de feijoada só que com massa semelhante a de pastel de forno, bem levinha). Uma delícia! De prato principal escolhemos o hiper recomendado Bacalhau a Brás com azeitonas explosivas. EXCELENTE! As azeitonas são "de mentirinha". Trata-se de uma película bem sensível elaborada pelo chefe que quando é mordida rompe e libera o sumo de azeitona que tem dentro. Não gosto de azeitona, mas achei bem legal e criativa a ideia. Para harmonizar, bebemos uma garrafa do vinho verde Alvarinho. Muito bom! A fatura ficou em €37,5. Despedimos-nos dos receptivos garçons, que dentre algumas conversas disseram que o custo de vida no interior de Portugal é bem mais baixo do que em Lisboa (que para os padrões cariocas já estávamos achando bom), e fomos "nos perder" pela última vez pelas ruas de Lisboa, agora em busca de lembrancinhas e vinhos para trazer para o Brasil. No caminho paramos para a sobremesa: um excelente sorvete em uma sorveteria internacional. Após o delicioso sorvete (€9 no total) fomos na direção da Rua Augusta e entramos numa lojinha de lembrancinhas. Quando perguntávamos o preço de alguma coisa, o atendente dizia que para brasileiros era X, e esse X, em alguns produtos, chegava a ser 75% mais barato do que para outros turistas, principalmente ingleses e americanos. Aproveitamos!!! Enquanto Regilane se perdia nas coisas para comprar, fiquei conversando com o caixa e ele disse que eles eram de Bangladesh e que estavam tentando ganhar a vida ali. Disse que o país dele é governado por uma mulher corrupta que leva todo o dinheiro para a Suíça e que o povo vive mal. Deve ser terrível viver em um país onde os políticos fazem isso. Heheheheheheheh. Rindo para não chorar! Saímos dali e fomos na Garrafeira Nacional escolher os vinhos que traria. Depois de longo tempo escolhendo decidi por seis. Queria muito o Porrais, que experimentamos na primeira vez que fomos no Café Lisboa, mas não tinha. Dos que provei lá, consegui trazer o Quinta do Bomfim, que inclusive foi o mais caro dos seis trazidos. Os atendentes, super gentis, se comprometeram a embalar de forma adequada para ser despachada no avião e a entregar no hotel, pois nós ainda iríamos bater perna mais um pouco pelo Centro. E assim foi feito! Fomos até a Praça do Comércio e na beira do Tejo pela última vez nessa viagem. Seguimos mais uma vez pela Augusta em direção às praças dos Restauradores e da Figueira. Paramos em uma confeitaria em frente a Casa Portuguesa do Pastel do Bacalhau chamada São Nicolau e ali fomos "sorteados" ao "comer mal em Portugal". Comer mal em Portugal é praticamente impossível, mas não comemos mal, e sim bebemos mal. Assim como no nosso primeiro dia em Lisboa, ela pediu um capuccino e eu um chocolate. Ambos vieram aguados e nenhum de nós dois conseguiu beber tudo. Pagamos €6 no total. Pelo menos havia wi-fi. rsrsrsrs. Seguimos até a Praça dos Restauradores e da Figueira e tiramos algumas fotos. Dali partimos para o hotel. Como não havia mais saldo suficiente nos nossos cartões zapping, fizemos uma compra específica para aquela viagem (€2,9 no total). Chegamos no hotel e o vinho ainda não havia sido entregue. Enquanto Regilane arrumava as lembranças nas malas, liguei (€0,1)para a loja de vinhos e a atendente falou para eu não me preocupar, pois ainda estava dentro do prazo que eu havia dado para fazerem a entrega. Esqueci que lá não é como cá, onde horário geralmente não é respeitado. Fiquei envergonhado. Obviamente, o vinho chegou dentro do prazo. Decidimos jantar no hotel mesmo e pedimos o também muito recomendado arroz de pato. Pedimos dois pratos, mas deveríamos ter pedido apenas um, pois além de vir bastante, Regilane já estava tensa por causa do voo e, por isso, com pouco apetite. Muito gostoso. Dividimos um chá gelado e a conta ficou em €22. Após o jantar pedimos para a recepção chamar um táxi, e assim terminava nossa hospedagem no Ibis José Malhoa. Excelente experiência. Recomendo! Além do bom café da manhã, da boa cozinha (24h), da gentileza dos funcionários, da limpeza e da localização, fizeram algo a mais por nós: deixou-nos guardar as malas após o check-out, liberou internet também após o check-out e liberavam o acesso pela garagem para nós, mesmo sem carro, porque ficava mais perto do metrô do que a portaria. O táxi até o aeroporto custou €9,1 e nos veio uma dúvida: o taxista que nos levou quando chegamos foi desonesto (deu €18, ou era contra-mão a ida? Pela diferença no valor, acho que ele era desonesto. Fomos despachar a bagagem e avisei a funcionária da TAP que eu tinha dinheiro para receber do taxifree por conta da compra dos vinhos (tinha direito a €7 de restituição). Ela disse que após passar por ela, era só levar o vinho e a nota para que a atendente específica do taxifree conferisse e liberasse para o pagamento. Aproveitei e perguntei se o guarda-chuva poderia ir comigo na mão. Ela olhou e disse que por ter a ponta de plástico, poderia sim. Passei telo taxifree e a moça nem abriu a caixa de vinho, perguntando apenas se ali estava tudo o que era objeto da nota. Respondi positivamente e ela carimbou a nota autorizando o pagamento que eu teria direito a ser restituído já no embarque. Despachei a caixa de vinho no setor de bagagens fora do padrão e fomos para o embarque. Entrei na fila para pegar meus €7 e o rapaz perguntou se eu queria em espécie ou no cartão de crédito. Pedi em espécie e ele me deu €4. Só depois disso me lembrei (já havia lido aqui no site) que o pagamento em espécie tem uma taxa de €3. Antes tivesse pedido no cartão de crédito... Ao embarcar, a segurança não deixou eu entrar com o guarda-chuva. Argumentei que a ponta era de plástico e que a funcionária da TAP havia me garantido que passava. Não adiantou. Eles disseram que era de plástico, mas pontiagudo. Ou seja, comprei dois guarda-chuvas em Lisboa e voltei sem nenhum. rsrsrsrsrs. Resumindo, deixei de lembrança em Portugal: dois guarda-chuvas, um par de luvas e um gorro. Demos uma olhada rápida no freeshopp e fomos para o portão de embarque, que com mais de uma hora e dez minutos antes do voo já estava com fila, a ponto do funcionário pedir que se sentassem. Era hora de dizer, até breve, Portugal, e até já, Rio. A viagem de volta foi tranquila, como menos turbulência ainda do que na ida. Dormi praticamente a viagem inteira, sendo interrompido apenas pelo serviço de bordo (mais uma vez a comida estava muito boa. Até melhor do que na ida) e para ir ao banheiro, quando aproveitava para esticar as pernas (na volta os joelhos reclamaram um pouco, rsrsrs). Viajar é maravilhoso, mas ter para onde voltar, também. Total de gastos: Almoço: 37,5 Sorvete: 9 Lanche: 6 Passagem: 2,9 Ligação: 0,1 Jantar: 22 Táxi: 9,1 Total: €86,6 Total gasto com alimentação, transporte e passeios para todos os dias: €741,21. É possível diminuir esse custo comendo em locais mais em conta e mesmo assim de muito boa qualidade, e com transporte ficando hospedado no Bairro Alto ou Alfama, não precisando assim, pegar metrô para ir ao Centro, pois ali já está. Considerando que foram seis dias, saiu €123,53 a diária para o casal, excluindo a hospedagem. Valeu a experiência! Obs.: Optei por não mencionar custos com lembrancinhas, vinhos trazidos, etc, porque são gastos opcionais e só foram feitos por conta da folga no orçamento.
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