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  1. jopeg

    Ibiza

    ................................ Dia 5 ................................ ............................ O relax do último dia ............................ Caros Amigos, para o último dia de viagem, e uma vez que já tinha percorrido quase toda a ilha, decidi passar o dia calmante na praia. O avião era só às 0h50 da noite domingo/segunda e como ainda tinha um dia para aproveitar, resolvi ir à praia. Escolhi a praia de Platja Comte porque das muitas praias que vi … esta foi uma das que mais gostei. Com pouca areia disponível, esta praia conta uma água quente e transparente onde é possível ver muitos peixes. A ilhota em frente proporciona uma bela imagem, digna de “cartão postal”. Platja Comte Lá estive na praia até à hora do almoço, como o calor era muito e o corpo começava a ficar muito quente/queimado, decidi ir almoçar e fugir um pouco do sol intenso. Da parte da tarde, fui descobrir mais umas praias e fui "fazer praia" em Se Salines. As praias que descobri ficam junto ao aeroporto e não muito distantes da cidade de Ibiza. A Cala de Jondal, apesar de ser uma praia pequena, conta com restaurantes e um bom parque de estacionamento. Cala des Jondal Praia e aviões, uma bela combinação Quando sai de Se Salines fui atestar o carro e fui trocar de roupa ao hotel. O hotel, para além da sala de depósito de bagagens, tinha uma sala para trocarmos de roupa e instalações para o banho. Como ainda tinha tempo, fui jantar ao centro de Ibiza. As muralhas de Ibiza Uma igreja Os bares e restaurantes de Ibiza Uma vez jantado voltei ao hotel buscar a mala e apanhei um autocarro local para o aeroporto. O avião da easyJet em Ibiza. Curiosamente foi também o avião do Madrid-Lisboa. Tinha dois voos até casa. Um Ibiza-Madrid e um Madrid-Lisboa, ambos na easyJet. O primeiro dos voos atrasou devido a um problema/confusão no embarque. O voo MAD-LIS correu muito bem. Assim acaba este meu relatório sobre Ibiza e Formentera. Uma ilhas que me surpreenderam pela positiva e que valeu bem a pena conhecer … Afinal de contas, Ibiza não é só "noite". Espero que tenham gostado ! . Cmps, Jopeg
  2. jopeg

    Ibiza

    .............................. Dia 4 .............................. ........................ Costa Oriental e Norte de Ibiza ........................ Caros Amigos, para o quarto dia de viagem escolhi partir à descoberta da zona oriental da ilha. Uma viagem que, em termos de beleza, ficou aquém da realizada no dia anterior … Pequeno-almoço tomado no hotel e estava na hora de colocar o carro alugado a percorrer as estradas da ilha. O primeiro destino foi Cala Llonga. Uma baía com 300m de largura que atrai bastantes veraneantes. Cala Llonga De seguida fui até uma das principais localidades da ilha, Santa Eulària des Riu. A terceira maior cidade de Ibiza oferece uma marginal com bastantes cafés, bares e restaurantes. O mesmo se passa com a localidade vizinha de Es Canar que conta com uma pequena e concorrida praia. A marginal de Santa Eulària Praia de Es Canar Um belo bar em Es Canar, esta-se bem nas Baleares ... Já perto do meio-dia estava na hora de fazer um pouco de praia. Escolhi a pouco frequentada, mesmo de verão, praia de Cala de Boix. Cala de Boix, uma praia cercada por montes verdejantes De seguida fui com “o mossas” até a pequena e quase secreta praia de Cala Negra. Cala Negra Pelo caminho pude observar que o clima da ilha é bem quente e árido e isso nota-se na vegetação e nos solos. Realce ainda para a enorme quantidade de Pinheiros existentes na ilha o que dá uma imagem muito verde e natural à ilha. Vegetação Muitas arvores, principalmente Pinheiros Fui tomar mais um banho, desta vez à praia de Figueiral e visitar a Cala de Sant Vicent. Praia de Figueiral Praia da Cala de Sant Vicent Fui ainda antes de almoço ver a praia de Cala D’en Serra. Com um acesso em terra batida de “curva e contra-curva” é um pequeno paraíso para as poucas pessoas que escolhem esta praia. Cala D’ en Serra, uma água fantástica rodeada de arvores Já com o estomago a pedir alimento, parei em Portinax onde comi um prato tipicamente espanhol, uma Tortilha. Portimax A vista durante o almoço Junto à estrada principal, à saída de Portinax, fui surpreendido pela beleza da ilha. Toca a parar e tirar umas fotos … Vista da zona mais a norte da ilha Uma água límpida e de tons turquesa simplesmente espectacular A última praia do dia seria a Platja de Sant Miquel. Uma enseada rodeada por arvores e nenhuns prédios à volta. Platja de Sant Miquel A tarde estava a acabar e era hora de voltar à capital Ibiza. Este dia passado na costa oriental e norte mostrou uma ilha diferente daquela que tinha visto no dia anterior. Apesar de ter estado em localidades como Santa Eulària des Riu, visitei praias com pouca gente, perdidas no meio do nada e sempre com uma luxuriosa vegetação a acompanhar. Contudo as praias do dia anterior têm uma água de tons mais vistosos, são de uma beleza mais "postal ilustrado" ... Com este passeio tinha dado praticamente a volta completa à ilha, o que prova que com carro alugado bastam dois dias completos para ver as praias e localidades para além da capital. Como tinha o mais um dia de férias e de aluguer de carro, esse último dia seria “mais para o relax” … será esse relato que trarei aqui nos próximos dias . Cmps, Jopeg
  3. jopeg

    Ibiza

    ................................ Dia 3 .............................. ................... Costa Ocidental de Ibiza ...................... Caros Amigos, o terceiro dia de viagem foi o primeiro de carro alugado. No hotel aluguei um carro por três dias que custou-me 120€. No aeroporto tentei alugar um carro, mas com a excepção da National, todas as outras não tinham viaturas disponíveis. O aluguer no aeroporto ficava em cerca de 190€, pelo que optei pelo aluguer no hotel. No hotel havia também a possibilidade do aluguer na BK ( http://www.bkrentacar.net ). Como aluguei o carro a um pequeno operador, não tive um daqueles carros com poucos meses de utilização típicos das grandes marcas (Avis, Hertz, Sixt, etc). O meu carro foi um Nissan Micra com 76000km e já um pouco mal tratado, que baptizei de “o mossas” . O “mossas”, o meu fiel companheiro de aventura: Foi já ao volante do “mossas” que parti à descoberta da illha. Sai na direcção do aeroporto e pude ver as salinas, Ses Salines. O grande “espelho de água” torna a zona bonita e boa para fotografias ao final da tarde. Aproveitei para ver as duas primeiras praias, Cavallet e Salines. Gostei de fazer praia na Playa de se Salines, onde voltaria na tarde de domingo. O aeroporto e as salinas Platja d´es Cavallet Platja de se Salines O destino seguinte foi a segunda maior localidade de Ibiza, Sant Antoni de Portmany. Esta localidade, com bons acessos, é também um porto de onde partem os ferrys-boats. Tem um passeio junto a praia com lojas, restaurantes, bares e discotecas. Apesar de “ter vida” não gostei desta localidade , achei-a bem turística para além da sua praia urbana ser fraca, pelo menos quando comparada com as outras praias da ilha. Sant Antoni de Portmany A praia da cidade, nada de especial … Da segunda cidade de Ibiza, parti para algumas das mais belas praias da ilha. Praias pequenas mas sem muita gente, uma água de tons turquesa espectacular e muita vegetação de pinheiros. O truque foi seguir o mapa e as placas que indicavam praias, depois era um pouco à aventura e deixar-me surpreender com a beleza de cada praia descoberta. Ficam aqui algumas fotos destas belas praias: Cala Bassa Águas tão transparentes que é possível ver os peixes à nossa beira Cala e Platja de Comte, uma das minhas preferidas De seguida parti para Cala Tarida e Cala Moli. Na primeira podemos já encontrar alguns edifícios, desde habitações a hotéis pois está-se a tornar muito concorrida. Por sua vez Cala Moli é uma pequena praia flanqueada por falésias com poucas e modestas construções. Cala Tarida Cala Moli Mais uma imagem do esplêndido mar desta ilha das Baleares O trajecto seguinte levou-me a Cala Vedella, estância que começa a ganhar fama, situada na boca de uma estreita enseada e a Cala d´Hort. Esta é a praia mais a sul da costa ocidental e é conhecida pelas belas vistas. Cala Vedella Cala d’Hort E estava na hora de regressar à cidade de Ibiza. A costa ocidental foi uma agradável surpresa com algumas estâncias já com construção, mas ainda muita zona apenas coberta com pinhais e sempre torneada por um mar de águas límpidas. Um simples exemplo da costa ocidental Para finalizar o dia fui comer, num restaurante junto ao hotel, a tradicional Paella Espanhola. O preço deste prato foi de 13.50€ e com bebidas a refeição ficou abaixo dos 20€ … ah, e o condutor e “o mossas” portaram-se muito bem neste dia . Volto para a semana com o relato do 4º dia de viagem … Cmps, Jopeg
  4. jopeg

    Ibiza

    ...................... Dia 2 .......................... .................... Formentera ....................... Site do turismo de Formentera: http://www.illesbalears.es/ing/formentera/home.jsp Para o segundo dia de viagem, e ainda sem o carro alugado, decidi ir de barco até Formentera. Esta pequena ilha a 4km de Ibiza não tem grandes complexos turísticos, sendo conhecida pela paz e tranquilidade … e, é claro, as suas magníficas praias de águas cor turquesa . O barco, com partida às 9h50 da praia de Figueretes e às 10h00 da praia de Bossa, demora cerca de 35m até chegar a Formentera. O preço do barco (ida e volta) foi de 20€. Há barcos um pouco mais rápidos e mais caros, mas a curta viagem neste barco faz-se muito bem. Site do barco: http://ulisesibiza.com/intro.html A saída de Ibiza, as praias de Figueretes e D’en Bossa A chegada à ilha, o único porto … La Savina Chegamos à ilha no porto de La Savina, e logo que descemos do barco há uns autocarros à espera dos visitantes. Temos então duas hipóteses: ou fazemos o percurso pequeno até à praia de Llevant (5€) ou fazemos o percurso grande de volta a ilha por 10€. A diferença é a seguinte: o percurso pequeno é destinado a quem quer só fazer praia, o percurso grande leva-nos à outra parte da ilha onde fazemos duas paragens de 15m, uma no farol e a outra no miradouro. A partida para o percurso grande é às 15h00 na praia de Llevant, ou seja temos até essa hora para uns bons banhos nas águas azuis de Formentera. Com poucos hotéis, sem aeroporto, esta ilha funciona com base em Ibiza. É uma boa escolha para quem quer férias sem agitação e desfrutar da sua costa deslumbrante. Es Pujols é a principal estância turística e à noite pode-se sempre ir “tomar uma bebida” à sua minúscula capital, Sant Francesc. A caminho da praia, umas salinas Um restaurante de apoio às praias Mas o forte da ilha é mesmo as suas praias e uma água de tons que fazem “corar de inveja” muitas praias das Caraíbas. Uma vez nestas águas, pensamos: será que valerá a pena as longas deslocações intercontinentais para irmos para praias como esta ? As praias: Em Junho, e de semana, não estava muita gente nas praias, mas não sei como será no pico de verão. Fui até às praias de Llevant, de Illetes e Roqueta, consideradas das mais bonitas das ilhas Baleares. O espaço para estender a toalha é bom, com excepção do início da primeira praia, pois as pessoas ficam “logo por ali”. Se caminharmos um pouco mais, podemos mesmo descobrir um “cantinho de paraíso” só para nós. Que bem que se está em Formentera A praia de Illetes E mais praias A areia é branca e a agua é cristalina e bem quentinha, não tendo nada a ver com qualquer ponto da costa portuguesa. Nas águas junto à praia, mas fora da zona delineada podemos ver muitos barcos de recreio. Há 3 restaurantes que servem estas praias, onde os preços não são dos mais baratos, como é de prever . Que mar, e água quentinha Ibiza, ao fundo Fiz praia até às 15h00 e fui no autocarro dar a volta a ilha. A primeira paragem é no farol, onde podemos ver como a costa é bem diferente da zona de La Savina. Aqui a costa é escarpada e o mar já não apresenta as mesmas cores. Há um pequeno café, onde os preços são caríssimos e uma loja de recordações. A segunda e última paragem é no miradouro. Aqui há um restaurante, caro é claro !, com uma vista espectacular. Podemos ver o mar á nossa esquerda e direita e sempre em tons turquesa. A volta à ilha é mais para dizer que se conhece a ilha, do que pela beleza do trajecto percorrido. A costa junto ao farol O farol O miradouro O autocarro está de volta pelas 16h30, mesmo a tempo de apanhamos o barco das 17h00. O outro braço parte às 19h00. Optei por regressar a Ibiza no primeiro barco. O dia em Formentera é um dia bem passado, pois gastando pouco tempo e dinheiro na viagem, podemos ter acesso a praias lindíssimas. ..................... Noite ...................... Para a noite estava marcado a minha ida a uma das famosas discotecas de Ibiza. Fui sozinho e não estava muito com espírito para “grandes noitadas”, mas também ir a Ibiza e não ir a uma discoteca … é como ir a Paris e não ver a Torre Eifel . Fui a discoteca Pacha ( http://www.pacha.com/ ), onde os preços são “bem puxados”. A entrada sem direito a consumo foi 45€ e uma bebida “branca”, tipo Vodca-Laranja custa 15€. Para mim pouco adiantou, já estive em discotecas mais bonitas como é o caso do Bed Supper Club em Bangkok ( http://www.bedsupperclub.com/ ), já estive em discotecas onde gosto mais da música (o nosso Plateau, por exemplo) e já estive em discotecas mais “à frente” como o Tresor em Berlim ( http://www.tresorberlin.de ). O Pacha acabou por ser só a discoteca mais cara onde estive e aquela que apresentou o DJ mais reputado, o David Guetta ( http://www.myspace.com/davidguetta ). Para quem gosta de saber informações sobre as festas/discotecas de Ibiza pode consultar o site: http://www.ibiza-spotlight.com/night/club_dates_july_i.htm E já noite dentro acabou este meu segundo dia de passeio, onde o destaque diário vai para o mar de Formentera … Volto em breve com mais um dia destas minhas férias … Cmps, Jopeg
  5. jopeg

    Ibiza

    Ibiza, muito mais que “noite” … Caros Amigos, depois de ter estado em Maiorca desejava voltar às ilhas Baleares, esse bocadinho de paraíso aqui tão perto de nós. Depois de ver muitas fotos e textos de Menorca, estava inclinado para esta ilha, mas depois vi uma reportagem que juntava Ibiza e Formentera e então optei por estas ilhas … não me arrependi !. Tal como Menorca, Ibiza tem praias espectaculares com uma linda água de tons azul-turquesa. Para além da natureza oferece uma agitada vida nocturna. Aliás, o nome de Ibiza está muito associado à “noite”, às festas, aos excessos, à moda … mas Ibiza é muito mais do que isso ! É precisamente isso que vos mostrar neste relatório. O portal oficial do turismo de Ibiza: http://www.illesbalears.es/esp/ibiza/home.jsp ------------------ Dia 1 ---------------- O primeiro dia de viagem foi ocupado com a viagem entre Lisboa e Ibiza e com uma visita ao centro histórico da cidade. Não há voos directos regulares entre Lisboa e Ibiza. Devido a acontecimentos recentes, não quis voar através da parceria TAP+Spanair nem pela Iberia, tendo optado por companhias de baixo custo, a Vueling e a Clickair. Como estas companhias estão em processo de fusão os voos acabaram por ser operados apenas pela Clickair. Comprei um Lisboa-Barcelona e um Barcelona-Ibiza, aqui está “o risco” desta viagem. Ao comprar bilhetes em separado, se há um cancelamento ou um grande atraso no primeiro voo, acabo por perder o segundo voo e não posso exigir nada da companhia. Com cerca de 3h15 de diferença entre os voos, tudo acabou por correr bem já que ambos os voos foram bastante pontuais. A Clickair esteve em bom plano, só lamento os assentos não serem um pouco mais confortáveis no apoio para as costas, mas as viagens são curtas e acabam por ser voos muito agradáveis. Paguei 110€ pelos voos entre Lisboa e Ibiza, “via Barcelona”. Durante a espera em Barcelona aproveitei para almoçar, não tendo saído do próprio aeroporto. O A320 da Clickair em Lisboa Os finos assentos Recaro em pele utilizados pela Clickair: O avião já preparado para o BCN-IBZ A sempre bonita chegada a Ibiza Chegado à ilha por volta das 16h00, fui para o hotel (no centro de Ibiza) num autocarro público. O aeroporto fica a apenas 7.5km do centro, como tal a viagem é rápida. Aeroporto de Ibiza http://www.aena.es/csee/Satellite?cid=1047658429070&pagename=subHome&Language=ES_ES&SMO=-1&SiteName=IBZ&c=Page&MO=0 Autocarros, em particular o Aeroporto-Ibiza http://www.ibizabus.com/Page18.html Para o alojamento escolhi o hotel Marítimo. Um hotel de duas estrelas mas com boas condições. O hotel fica junto à praia e alguns quartos são voltados para o mar, a mim calhou-me um quarto sem vista para o mar, mas como estava sozinho e pouco tempo ia passar no hotel … nem me importei. Os pequenos-almoços eram bons e paguei um total de 142,44€ pelas quatro noites (35,61€ por noite). Marquei pelo site Booking.com onde o hotel tem uma nota de 7.2 (de 1 a 10) atribuída pelos anteriores hóspedes. Hotel Marítimo: http://www.grupoplayasol.com/front/es/hotel/hotel-maritimo-ibiza---figueretas-2.html A funcionária que fazia as tardes/noites foi muito simpática durante toda a minha estadia. Foi no hotel que marquei a viagem para o dia seguinte à ilha de Formentera e aluguei um carro para os últimos três dias de viagem. O meu quarto de hotel O hotel, a parte voltada para o mar A praia em frente ao hotel, nada de especial quando comparada com as outras praias da ilha Sai do hotel e fiz a pé os 700m que separam este do centro histórico. Estava na hora de visitar a “Dalt Vila”, a cidade alta. Esta zona, totalmente dentro de muralhas, é património universal da Unesco desde 1999. Começou a ser construída por Carlos V, para vigiar a entrada no porto. Nas muralhas temos uma bela vista sobre o porto, o mar e sobre os bairros boémios situados junto ao porto. Para além da vista, no interior desta zona murada temos a Catedral, museus, ruas imaculadamente pintadas de branco, praças e restaurantes. Acaba por ser uma zona muito interessante de conhecer pela sua componente histórica e pelas belas vistas que oferece. As muralhas de Ibiza, património da humanidade pela Unesco O mar sempre presente A Catedral Mais uma foto da zona histórica Uma zona com muita história Ruas brancas, uma característica do sul da Europa As ruas do centro histórico Restaurantes As vistas para o porto e para os animados bairros O interior das muralhas As colossais muralhas que protegem Dalt Vila Depois de sair da zona das muralhas, passei pelo mercado de fruta e passei pelas animadas ruas junto ao porto. Aqui temos vários restaurantes com explanadas, bares e lojas. Um ferry-boat que faz a ligação a esta ilha das Baleares As ruas junto ao porto em Ibiza Acabei o dia a jantar num restaurante italiano e fui a pé para o hotel. No dia seguinte seria dia de ir até à ilha de Formentera. Será essa viagem que trarei até aqui nos próximos dias … Jopeg
  6. jopeg

    Singapura

    Singapura Marina Bay Numa aventura de praticamente um mês por terras da Ásia, escolhi Singapura como porta de entrada neste continente. É parte dessa visita que vos passo a contar nas linhas seguintes ... Depois de um longo mas magnifico voo de 12h40, o primeiro contacto com a Ásia fez-se através do Terminal 3 do aeroporto de Changi (SIN). Uma entrada em grande !, pois o aeroporto de Singapura – principalmente este terminal – é um espanto . Com grande qualidade e beleza, foi um primeiro impacto muito agradável com realidade asiática. Depois dos procedimentos de aeroporto, apanhamos um metro e fomos até ao nosso hotel junto ao centro da cidade. O metro é muito eficaz, confortável, limpo e seguro. Voo, ver mais detalhes em: http://www.voltaomundo.net/forum/viewtopic.php?f=17&t=3489 Aeroporto: http://www.changiairport.com Metro: http://www.smrt.com.sg O hotel escolhido, e uma vez que a viagem era extensa/longa e em Singapura os hotéis são dispendiosos, acabou por ser o modesto Fragrance Hotel – Emerald. Situado a 10m a pé da estacão de metro de Kallang EW10 (linha verde), tinha apenas o essencial: wc no quarto, ar-condicionado e tv. O tamanho do quarto era pequeno e a casa de banho bastante simples/elementar, mas era limpo e serviu perfeitamente para o efeito pretendido, que era, guardar as malas, tomar banho e dormir o estritamente necessário. Na última noite, e já sozinho, paguei 38.20€ pelo quarto sem pequeno-almoço. Hotel Fragrance Emerald: http://www.fragrancehotel.com/fragrance06/main.asp?action=hotel&opt=emerald Depois de deixar as malas e de um curto descanso, partimos para o centro da cidade. Tínhamos de habituar o corpo à nova realidade horária (+8h) e fomos até à zona de City Hall e Raffles City. Daqui caminhamos até à Marina Bay e ficamos ali um bom bocado a tirar as fotos que ilustram o início deste relatório. A marina tem zonas espectaculares e é muito bonita a vista a partir da Esplanade para o Merlion Park. A estátua do Merlion, meio Leão/meio Peixe, acaba por ser o símbolo de Singapura. Esta zona, onde também fica o bonito e luxuoso hotel Fullerton, fez recentemente parte do circuito urbano de F1 de Singapura, a primeira prova nocturna da modalidade. O Merlion O Hotel Fullerton Singapura na zona da marina à noite O primeiro dia de viagem acabou num espaço partilhado por dezenas de restaurantes onde pude ter uma experiência de verdadeira gastronomia asiática. Para o segundo dia de viagem escolhi fazer o “SIA - Hop-On City” da Singapore Airlines, no qual tive um desconto em virtude de ter voado na Singapore. Assim, neste autocarro turístico pude chegar a lugares mais afastados do centro, como foi o caso do jardim botânico, e ao mesmo tempo passar pelas principais atracções da cidade. O jardim botânico: Depois do jardim botânico andei pela Orchad Road, uma rua com muito movimento, em parte dado pelos inúmeros centros comerciais. A Orchad Road já com os enfeites de Natal, os doces … Fui de seguida para a zona da Little Índia. Aqui podemos ver uma forte influência muçulmana. É algo de exótico, apesar de não ter a “boa pinta/nível” da parte central e da Marina Bay. Uma mesquita As típicas casas de Little Índia Uma feira de antiguidades Nesta cidade podemos observar um grande contraste nas pessoas. Para além de alguns ocidentais, fruto dos negócios e do colonialismo inglês, temos muitos indianos, malaios e chineses. Uma mistura pacifica que torna Singapura única ! Um interessante contraste, uma chinesa e uma muçulmana … A caminho do centro pude observar algo que comprova toda a organização deste território, umas portagens que só funcionam em determinadas alturas de modo a controlar o tráfego. O centro, a Raffles City e o Hotel Raffles Naquela noite fui a uma zona de "animação nocturna" e pude ver o original Bar Clinic, onde se recria um ambiente de hospital. No dia seguinte deixei Singapura rumo a Macau, mas haveria de voltar para mais um dia de visita. Durante a segunda visita a Singapura, e já sozinho, dediquei-me à parte da Chinatown durante o período da manha. Chinatown, a entrada de um templo Um templo bem oriental, As casas da zona Fui ainda a um centro comercial de material electrónico para observar os preços. Achei que os preços são em conta, mas pela internet em bons sites conseguimos os mesmos preços. Um moderno edifício de escritórios Da parte da tarde e para despedida desta aventura asiática de quase um mês, andei pelo centro da cidade. Aqui podemos ver a forte influência colonial britânica. O teatro Raffles, com a estatua do fundador do território Uma homenagem aos heróis tombados nas Guerras Mundiais The Old Supreme Court Building O relvado do very british Cricket Club A ponte Anderson, sobre o rio Singapore A mesma ponte e a moderna cidade Umas estatuas sobre o início de Singapura, os tempos coloniais da Companhia das Índias Uma vista da cidade junto ao Rio Bonita, arrumada, cosmopolita, moderna … eis Singapura Foi em Singapura que me despedi da Ásia após quase um mês de viagem. Na zona da Marina Bay, com muita emoção à mistura … contei até 3, voltei as costas e disse para mim mesmo: «vou para casa !». A sempre difícil despedida de Singapura Conclusão: Singapura marcou-me, acabou por ser o primeiro e último destino no continente asiático, e se tivesse de escolher um sítio para viver neste continente seria muito provavelmente Singapura … Singapura: http://pt.wikipedia.org/wiki/Singapura O turismo: http://www.visitsingapore.com/publish/stbportal/en/home.html O governo: http://www.gov.sg A moeda: Dólar de Singapura 1€ = 1.9559 SGD (em 27/02/2009) Cmps, Jopeg
  7. jopeg

    Kuala Lumpur

    Caros Amigos, Começo aqui os meus relatórios sobre a minha viagem à Ásia. Escolhi começar por Kuala Lumpur, pois de todas as cidades que conheci foi aquela que menos gostei e menos fotos tirei. Não digo que seja uma cidade a evitar, mas é pouco interessante quando comparada com as suas vizinhas asiáticas. Como pode funcionar como “hub” (porta de entrada/saída para muitos destinos), pois é um ponto de partida de muitos voos, acaba por ser visitada por alguns turistas que estão de passagem. E é esse o tipo de turismo que se pode fazer em Kuala Lumpur, um turismo de “passagem”. Um dia, dois dias no máximo, são suficientes para esta cidade, mais é desperdício de tempo … Chegamos tarde num excelente voo da AirAsia. O aeroporto ainda fica longe do centro da cidade. Tínhamos marcado o hotel Melia pelo site «Booking.com», mas houve um problema com a reserva e tivemos de ir para um outro hotel. Foi o simpático e prestável recepcionista do hotel Melia que nos arranjou um outro hotel. Assim ficamos no hotel Instana ( http://www.hotelistana.com.my/ ). Pagamos 90.25€ por uma reserva feita na altura (quarto twin). Um bom hotel e bem localizado junto ao metro da cidade ( http://www.amadeus.net/home/new/subwaymaps/en/kuala-lumpur.htm ), mais concretamente junto à estação de Imbi. Naquela noite, e uma vez que já era tarde, fomos logo dormir. O dia da visita à capital malaia começou com o pequeno-almoço no hotel que estava incluído no preço. Depois apanhei o metro e fui para a zona de KL Sentral. Nada de relevo a comentar, cidade feia mesmo. Já era perto da hora do almoço quando vi a primeira coisa digna de registo, a Mesquita Nacional. Como é óbvio não pude entrar, mas ainda consegui tirar umas fotos. Onde podia entrar era no Museu de Arte Islâmica, mas optei por não entrar. A Malásia, apesar de ser um país multicultural, é maioritariamente muçulmana e isso é perfeitamente visível nas pessoas. A Mesquita Nacional O Museu de Arte Islâmica Depois consegui ver uns templos e uma feira na Chinatown com muitos artigos de contrafacção. Pelo menos havia uma animação e acabei por almoçar aqui. A comida é barata assim como os transportes. Comi um Satay e experimentei alguns sumos, um deles vim a gostar bastante. Depois do almoço e de uma volta pela feira, apanhei o metro rumo à grande atracção da cidade, as Torres Petronas. Templos A feira "das imitações" ... Cristiano Ronaldo, o assador de Castanhas ?! Uns sumos diferentes ... Construídas em 1998, com os seus 88 andares são actualmente o terceiro edifício mais alto do mundo. Tirei umas fotos, e como estava sozinho ainda consegui um dos últimos bilhetes gratuitos para a visita. A visita consiste num pequeno filme onde podemos ver “a obra” empresarial e social da empresa Petronas. Depois do filme, subimos num rápido elevador até à zona do passadiço e aqui podemos tirar umas fotos e contemplar a vista. As enormes torres de 452m e 88 andares O VM esteve lá E este passadiço que une as duas torres e é até aqui que podemos fazer a visita A vista a partir das altas torres Uma vez concluída a visita as torres, tirei mais umas fotos ao edifício de 452m e fui a um centro comercial situado praticamente na sua base. Nisto o meu amigo veio ter comigo, jantamos no centro comercial, tiramos mais umas fotos e fomos ao hotel buscar a mala. A caminho do hotel passamos por uma rua com alguma animação de restaurantes e bares. Um bailado de aguas no concorrido espaço do centro comercial junto às torres Espectaculares as torres ao final do dia ! E já de noite ... Nessa noite fomos para o aeroporto pois o voo do dia seguinte era muito cedo, Kuala Lumpur ficava para trás … Mais informações: Kuala Lumpur http://pt.wikipedia.org/wiki/Kuala_Lumpur Torres Petronas http://pt.wikipedia.org/wiki/Petronas_Twin_Towers O turismo local http://www.kualalumpur.gov.my/ Aeroporto http://www.klia.com.my/ Também aqui no VM: http://voltaomundo.net/forum/viewtopic.php?f=107&t=3109 http://voltaomundo.net/forum/viewtopic.php?f=107&t=861 Foi uma cidade que cheguei um pouco ao acaso devido à situação na Tailândia, com pouca ou nenhuma preparação, mas foi uma cidade que não me deixou grandes recordações … Cmps, Jopeg
  8. jopeg

    Macau

    Macau Uma vez no Oriente, e a caminho de Hong Kong, era obrigatório conhecer o local com a maior presença portuguesa da zona … Macau. Chegamos a Macau vindos de Singapura, num agradável voo da Tiger Airways ( http://www.tigerairways.com/sg/en ), com um custo de aproximadamente 100€ por pessoa. O aeroporto de Macau foi construído na ilha da Taipa em terrenos “conquistados” ao mar. O avião da Tiger já em Macau. O aeroporto de Macau (foto de Jeffwell – Airliners.net) Uma vez chegados ao terminal dei de caras com várias informações em Português. Sim, a nossa língua ainda é uma das línguas oficiais do território. Mas o uso do português falado é muito limitado, pois são muito poucas as pessoas que o falam. Em termos de escrita/informações/avisos ai há muita coisa em Português. Controlo de passaporte feito, fomos até ao posto de turismo e perguntei se falavam em português, disseram-me que apenas chinês e inglês. Mas mesmo assim consegui trazer o que desejava, um mapa do território. Para o trajecto entre o aeroporto e o hotel, uma vez que tínhamos pesadas malas, decidimos ir de táxi. O pior momento em Macau … Havia uns jovens que estabeleciam a ligação entre os turistas e os taxistas, pois estes últimos não falam inglês. O primeiro taxista era "supeeeer stressado" … falava depressa, gesticulava por tudo que era lado e discutia em chinês, obviamente não quisemos ir com ele. Escolhemos um outro táxi. O percurso até ao hotel durou uns 10m, quando chegamos ao hotel, havia um outro hospede que queria um táxi, o nosso taxista quis apanhar aquele cliente, e quase que nos expulsou do carro . Mas uma coisa só vista !!! . Ainda por cima, não deu o troco todo e ficou com 20 Patacas, cerca de 2€. A partir daquele episódio rocambolesco decidimos que táxi só se fosse mais de 10km e não houvesse mais nenhum transporte. Mau demais … O hotel escolhido foi o Hotel Taipa da rede Best Western ( http://book.bestwestern.com/bestwestern/productInfo.do?propertyCode=78616 ) Um hotel com um bom quarto mas com um pequeno-almoço fraco. Pagamos 81.35€ por uma noite. Uma vez que já tinha caído a noite, foi só deixar a mala no hotel e apanhar um autocarro até ao centro de Macau. Escolhemos o Bus n.º 11, que fazia o percurso entre a ilha da Taipa e a Península de Macau. Uma vez chegados ao centro de Macau, foi caminhar à descoberta da cidade e ficar admirado com os neons dos muitos casinos. O primeiro edifício em que reparamos foi na sede do banco BNU, com o seu antigo símbolo. Engraçado esta memoria de Portugal tão distante do nosso país. Os passeios são feitos em típica calçada portuguesa. A sede do BNU Uma placa de rua (foto tirada no dia seguinte) Ao fim da Avenida Almeida Ribeiro tínhamos o Largo do Senado, o mais emblemático largo de Macau, Aqui é mesmo o centro de Macau e podemos ver edifícios de estilo português como a Santa Casa de Misericórdia e o Edifício do Leal Senado. Esta zona é considerada património da humanidade pela UNESCO. Santa Casa da Misericórdia à noite Um simples candeeiro A caminhada prosseguiu até as Ruínas de S. Paulo, outra das imagens de Macau. Pelo meio ofereceram-me uma amostra daquilo que baptizei de “carne cristalizada”. Achei mau demais e não comprei … Ruínas de S. Paulo Uma carne prensada, cristalizada ou qualquer coisa assim ... o exotismo do Oriente Tiradas umas fotos nas ruínas, estava na hora de regressar... Fizemos o percurso inverso, paramos para jantar e visitamos umas lojas. Um pouco mais abaixo, junto ao mar, os muitos casinos fazem de Macau a "Las Vegas do Oriente". Este já é o local no mundo onde se movimenta mais dinheiro em jogo . Os casinos para atrair os visitantes apostam em luzes e mais luzes, o que dá um aspecto muito animado e bonito à zona. Junto aos casinos há também algumas lojas de penhores. O jogo aqui atinge grandes proporções e os perdedores, num acto de desespero, acabam por penhorar relógios e jóias. É impressionante a quantidade de relógios de luxo e jóias presentes nestas lojas. Os neons Um casino O maior dos casinos, o Grand Lisboa Uma das muitas lojas de penhores A famosa curva do Hotel Lisboa no circuito automóvel da Guia. As corridas realizaram-se no fim-de-semana anterior O dia que começou em Singapura estava agora a acabar. Fomos de autocarro até ao hotel … no dia seguinte haveria mais Macau. -- Dia 2 -- Pequeno-almoço tomado estava na hora de descobrir Macau com a luz do dia. Apanhamos um outro autocarro para o mesmo lugar, como escolhemos um percurso diferente sempre pudemos ver um pouco mais de território. Depois do autocarro, e já a pé, fizemos o percurso do dia anterior. O edifício do Leal Senado Uma igreja Descobrimos uns portugueses Pasteis de Nata. Infelizmente o gosto fica a milhas dos nossos , a mesma distância que separa Portugal de Macau. Também achei piada a este estabelecimento de venda de Chá. Um produto muito apreciado na Ásia Um marco dos correios também escrito em português. Dedicada ao pessoal dos CTT Uma noiva numas galerias junto as ruínas de São Paulo. Local de excelência para fotos dos casamentos locais As famosas ruínas de S. Paulo, “o postal de Macau” Depois das ruínas, e já sozinho, subi a Fortaleza do Monte onde se situa o Museu de Macau ( http://www.macaumuseum.gov.mo/ ). Aqui num plano elevado temos uma boa vista sobre a cidade. É pena é não ser uma cidade particularmente bonita. Uma Macau menos turística. Apesar de ter alguns edifícios de interesse, não é uma cidade bonita Um canhão na fortaleza, será que ainda dispara ? Depois desci e caminhei até à Gruta de Camões. Situada num jardim, este espaço faz uma homenagem a Luís de Camões, um dos maiores portugueses de todos os tempos, e que viveu em Macau. Diz a lenda que foi neste local que o poeta se inspirou para escrever “Os Lusíadas” A homenagem ao poeta Camões Depois fui almoçar e descobrir um pouco mais da cidade. A parte mais junto ao mar. O Palácio do Governador Os (muitos) casinos O Grand Lisboa O americano Sands Mais um casino que queria trazer um pouco de todo o mundo a Macau, mas as construções acabam por ter um aspecto de “plástico” A homenagem à Deusa A-Má Depois do passeio pela zona sul do território e de ter visto tantos casinos, decidi entrar num. Não gastei nada pois não tenho, nem de longe, o vício do jogo. Ao final da tarde regressei à ilha da Taipa pela ponte do Governador Nobre de Carvalho, uma das três pontes que liga a península de Macau às duas ilhas, e fui ao hotel buscar a mala. Estava na hora de sair do território que foi português até 20 de Dezembro de 1999. Apanhamos um barco rumo a Hong Kong, o próximo destino desta viagem por terras da Ásia. Mais informações Macau http://pt.wikipedia.org/wiki/Macau O turismo de Macau http://www.macautourism.gov.mo/pt/ O governo local http://www.gov.mo/egi/Portal/rkw/public/view/area.jsp?id=21 O aeroporto http://www.macau-airport.com/pt/index.php Conclusão: Macau acabou por valer a pena . Para quem está no Oriente, particularmente na vizinha Hong Kong, e gosta de turismo de cidade não deve perder Macau. Um ou dois dias são suficientes para ver o território. Não é que seja o sítio mais interessante/belo do mundo, mas há ali algo que “nos diz muito”. Passo a passo, vamos descobrindo sinais da nossa presença e da nossa cultura … é um pouco de Portugal no exótico Oriente !. Cmps, Jopeg
  9. jopeg

    Berlim

    Caros Amigos, Deixo aqui o relatório da minha recente visita a Berlim onde fiz todo o percuso do Muro. Este é um relatório algo diferente já que não vou mostrar as maiores atracções de Berlim, mas sim uma parte específica da cidade … a sua divisão através do famoso Muro de Berlim. Um pouco de história O Muro de Berlim (em alemão Berliner Mauer) foi uma realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em RFA - República Federal da Alemanha e RDA - República Democrática Alemã. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: Berlim Ocidental (RFA), que era constituído pelos países capitalistas; e Berlim Oriental (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. A famosa “Cortina de Ferro” … Para travar o êxodo de muitas pessoas que emigravam para a RFA, o secretário para questões de segurança do governo da RDA, Erich Honecker (o “pai do Muro” e futuro líder da RDA), decidiu iniciar a construção do Muro na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Esta é uma das partes que mais confusão me faz, é que o Muro foi construído de “um dia para o outro” dividindo famílias, amigos, impossibilitando imediatamente muitas pessoas de fazer a sua “vida normal” … a partir desse dia Berlim não voltou a ser a mesma. Este muro provocou a morte de mais de uma centena de pessoas, muitas ficaram feridas e milhares aprisionadas nas várias tentativas de o atravessar. Depois de 28 anos de existência, o Muro de Berlim caiu na noite de 09 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas. Muitos apontam esta noite como o fim da Guerra-fria e da divisão do mundo em dois blocos. Antes da sua queda, houve grandes manifestações que, entre outras coisas, pediram a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente pelas embaixadas da RFA e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria. O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Günter Schabowski, membro do Politburo do SED, anunciou uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais. Mas quando um jornalista lhe perguntou quando é que a medida entrava em vigor, Günter Schabowski … hesitou e disse: já !. Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão de pessoas, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Straße, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois marcharam à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira abriu-se, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira. Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitos bares perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento, e os deputados espontaneamente cantaram a hino nacional da Alemanha. Restam pequenos trechos do Muro e está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido. Ainda é possível observar as diferenças entre as duas partes da cidade, algo que faz de Berlim uma cidade única e cheia de história, algo que me apaixona. É isso que vos vou mostrar de seguida … Berlim, a divisão da cidade. Um abraço e espero que gostem deste post algo diferente e carregado de história Jopeg
  10. Oi sandra_10, Um dia é melhor do que nada !, mas é bem complicado visitar a cidade num só dia. O ideal seria 2 dias nesta cidade. Jopeg
  11. You are about to embark upon the Great Crusade…“ “Your task will not be an easy one…”. “The tide has turned! The free men of the world are marching together to Victory!” General Eisenhower, 6 de Junho 1944, Dia D. Imagens não aconselháveis a pessoas mais impressionáveis http://www.youtube.com/watch?v=WMRhZF3FaNs Caros Amigos, Nesta minha última viagem decidi fazer algo diferente, fui ver algumas zonas onde decorreram importantes batalhas nas duas guerras mundiais. A visita foi igualmente uma homenagem da minha parte a todos aqueles que ali viram terminar as suas jovens vidas. Não sou uma pessoa militarista nem tão pouco gosto de guerras, mas adoro história e aqui pude ver uma história recente que me diz mais do que coisas passadas há muitos séculos atrás. Foi também a minha primeira experiência a alugar e conduzir um carro no estrangeiro, uma verdadeira roadtrip sem um itinerário fixo, sem hotéis marcados … fui um pouco na aventura e posso dizer que adorei este tipo de viagem. Tinha dois objectivos nesta viagem: a visita às praias da Normandia, o objectivo principal, e se tivesse tempo ver algo relacionado com a I Guerra Mundial escolhendo a zona do Somme. Chegado ao aeroporto de Paris, à hora de almoço, fui buscar o carro que tinha alugado pela Internet à Europcar. Uma vez a bordo do Renault Clio II, foi algo difícil dar com a auto-estrada pretendida, mas lá seguimos rumo a Caen. Fomos à procura do hotel Formule 1. Uma vez instalados fomos jantar no centro da cidade francesa, ver o Memorial de Caen e deitar cedo, o dia seguinte ia ser longo, ou não fosse o dia 6 de Junho de 1944 conhecido como “O dia mais logo”. Logo ao início da manhã partimos rumo a Utah, a primeira praia da visita e a mais distante de Caen. Na manhã do dia D, a tropas aliadas, contando com quase 3 milhões de elementos, desembarcaram nas praias da Normandia para a dar início à investida militar que levaria à libertação da Europa do poder Nazi. O desembarque aliado foi preparado durante meses tendo o esforço de contra-informação levado os alemães a acreditar que o desembarque aconteceria em qualquer data excepto aquela e em qualquer lugar excepto naquelas 5 praias da Normandia. De recordar que toda a costa ocidental europeia estava fortemente fortificada naquilo que os alemães chamavam a “Muralha do Atlântico”. Os aliados não iam ter uma tarefa fácil ... O ataque da manhã do dia D fez-se em 5 praias com os nomes de código: Utah, Omaha, Gold, Juno e Sword numa extensão de 80km de costa. Os Americanos desembarcaram em Utah e Omaha, os Ingleses em Gold e Sword e os Canadianos em Juno. Utah Devido a um problema de controlo, o ataque deu-se a 1.8km de distância do que estava inicialmente previsto. Este erro fez dos cerca de 20.000 americanos que desembarcaram em Utah os homens mais sortudos do dia D. A zona onde desembarcaram estava praticamente desprotegida e ao fim da manhã os americanos já controlavam toda a zona da praia com menos de 300 baixas. A praia de Utah, ainda com destroços A praia de Utah Km 0.00 da “Estrada da Libertação” Aqui um dos famosos barcos de desembarque nos quais foram transportados os primeiros homens a chegar às praias Nos barcos de desembarque apenas a porta era metálica, o restante era construído em madeira (semelhante a contraplacado). Uma das várias formas de defesa existente nas praias desenhada para romper os cascos dos barcos de desembarque Depois da praia de Utah e termos passado na primeira aldeia francesa a ser libertada pelos aliados, fomos até a uma das surpresas desta viagem, o Pointe du Hoc Memorial pela Paz Pointe du Hoc Entre as praias de Utah e Omaha localiza-se o Pointe du Hoc, uma zona de falésias de mais de 30 metros de altura. Devido à sua localização privilegiada, a defesa Alemã formou neste ponto um poderosa bateria de artilharia pesada composta por 6 fortificações de betão capaz de atingir as praias e o largo de Utah e Omaha. Para tomar o Point du Hoc, e reduzir a defesa das praias, foi utilizado um batalhão de 257 Rangers americanos que subiu as falésias depois de duros bombardeamentos durante toda a noite e lutou durante mais de 24 horas com a guarnição alemã. Apenas 90 homens resistiram. Pointe du Hoc Aspecto do terreno fortemente bombardeado Um bunker alemão Bateria de artilharia não destruída (junto a Le Mesnil): Praia de OMAHA Conhecida como “Omaha Sangrenta”, foi o grande sacrifício dos americanos no Dia D. Devido ao estado do mar e às defesas alemãs os barcos de desembarque não conseguiram atingir a praia. Os primeiros comandos a desembarcar foram obrigados a saltar para a água e caminhar até à praia sob intenso fogo de metralhadoras. Muitos soldados foram mortos ou morreram afogados ainda na água. Nesse dia, os americanos perderam perto de 3000 homens em Omaha. O famoso fotógrafo Robert Capa desembarcou juntamente com os primeiros soldados em Omaha. Capa tirou 108 fotografias mas apenas 9 chegaram a ser reveladas. As 9 fotografias que resistiram mostram um pouco do horror do desembarque naquele lugar: Fotos tiradas no Dia D Hoje, a praia de Omaha apresenta um extenso areal com poucas marcas do desembarque. Praia de Omaha Bunker alemão Sinalética evocativa Um dos museus. Infelizmente todos os museus estavam encerrados … A seguir a Omaha dirigi-me para a localidade de Colleville-Sur-Mer para ver o grande cemitério norte-americano. Situado por cima da praia de Omaha, ainda é possível ver algumas posições de defesas alemãs. Cemitério Americano em Omaha - Colleville-Sur-Mer É algo de esmagador estar ali junto daquelas 9,387 cruzes, ou estrelas para os combatentes judeus, tantas como os corpos que ali jazem. O espaço é exemplarmente cuidado pela “American Battle Monuments Commission”, um organismo que zela pelos cemitérios militares norte americanos espalhados pelo mundo. Aqui tudo está no seu devido lugar, não há um papel no chão, tudo é perfeito ! e existe um ambiente de respeito pelas almas daqueles soldados. No Somme também pude ver o mesmo tipo de cuidado por parte da “Commonwealth War Graves Commission”. Fiquei rendido à forma como estes países cuidam daqueles que tombaram combatendo pela sua pátria … coisa de povos evoluídos e um exemplo a ser seguido aqui pelo nosso pequeno país. http://www.abmc.gov/cemeteries/cemeteries/no.php Cemitério Americano em Omaha A praia de Omaha vista do Cemitério Americano De seguida, e já a meio da tarde, fomos para a praia de Gold. Praia de Gold Depois de tomada pelos ingleses, a praia de Gold transformou-se num enorme porto de desembarque para soldados e equipamento. O porto foi construído a partir de estruturas flutuantes de 70 metros que flutuaram desde o sul de Inglaterra até à Normandia. Situada numa pequena localidade normanda, existe igualmente um museu relativo ao desembarque … que para não variar, também se encontrava encerrado. A praia de Gold, e o seu porto artificial O museu em Arromanches-les-Bains Já ao final da tarde chegamos à Praia de Juno, praia que na “Operação Overlord” estaria a cargo das forças canadianas. Site canadiano sobre o Desembarque: http://www.junobeach.org/e/2/can-eve-rod-nor-e.htm Praia de Juno Juno Beach Centre Site: http://www.junobeach.org/Centre/index.html O dia estava a acabar e quatro praias já “estavam conquistadas”. Optamos por regressar a Caen e voltamos para o hotel Formule 1 utilizado na noite anterior. Nesse dia jantamos no centro de Caen, uma antiga e bonita zona. No dia seguinte, Domingo, cedo arrancamos com destino a 5ª e última praia desta visita. Fomos até Sword, situada entre Lion-sur-mer e Ouistreham. Site: http://www.6juin1944.com/assaut/sword/en_index.php Praia de Sword Tomada por ingleses com ajuda de alguns franceses foi mais uma praia onde os aliados conseguiram levar avante os seus planos. A praia de Sword E porque também houve baixas por parte dos alemães, também visitei um cemitério alemão. Aqui a morte aos 19 anos ... Para acabar a batalha da Normandia, faltava passar pela Ponte Pegasus sobre o Canal de Caen. Aqui na noite de 5 de Junho, os pára-quedistas e as tropas que tinham sido lançadas por detrás das linhas alemãs combateram “homem-a-homem” pela conquista desta estratégica ponte. O museu deste combate foi o único que consegui apanhar aberto. A Ponte Pegasus Um dos planadores utilizados para a largada de tropas para o combate Deste modo estava conquistada a Normandia, seria vez de colocar o Renault Clio rumo a Amiens, com passagem por Rouen. Seguíamos para a Batalha do Somme … mas isso já é "uma outra guerra", a I Guerra Mundial. Um abraço e espero que gostem deste pequeno "espaço de viagem e história", e não nos podemos esquecer que se o desembarque tivesse corrido mal no Dia D ... talvez eu agora me despedisse com um "Auf Wiedersehen" ! Jopeg
  12. jopeg

    Cuba

    Oi Sabrina, Infelizmente não posso ajudar você, pois fui para Cuba num pacote (avião + hotel) tudo incluido. A ideia que eu fiquei é que Cuba não é um destino barato em termos de alojamento. Jopeg
  13. Caro Danidanidani, Eu à primeira vista respondia que o Ibis mais central é o Ibis Potsdamer Platz. O Ibis Mitte também fica central, mas mais longe em termos das principais atrações da cidade. O Ibis Ostbahnhof tem a vantagem de ficar junto a uma estação de trem. Eu escolhia o Ibis Potsdamer Platz Um abraço e curtam Berlim !!! Aqui o português estará lá no dia 31 Jopeg
  14. Caros Amigos, Deixo aqui a terceira e última parte da viagem do meu amigo LG à zona sul do continente africano. Aqui está a mensagem original diretamente do forum português, Voltaomundo.net. Espero que gostem ------------------------------------------------------------------------------------- Outro país, outro Flying Safari, outro cenário! A aridez da Namíbia deu lugar à abundância de água no Delta do Okavango. Como se diz em Tswana (língua oficial, a par do Inglês), DUMELA, ou seja, bem vindos ao Botswana! A porta de entrada no Delta é a cidade de Maun, no norte do Botswana. Maun não tem nada de especial, é apenas uma pequena cidade com um aeroporto onde se chega com a pressa de partir de imediato à descoberta daquele que é o país mais consciente em matérias de protecção ambiental. O turismo no Botswana pode ser resumido de uma forma muito simples: poucos, mas bons! Ou seja, o Botswana é o país africano mais caro para se fazer um Safari! Uma noite num lodge pode custar entre 400 a 600 euros! É certo que esses 400/600 euros incluem as quatro refeições, bebidas (incluindo as alcoólicas), serviço de lavandaria, os transfers e os safaris, quer no Delta quer em terra. Os meus dias no Botswana foram repartidos por Xugana Island (diz-se Cúgana Island) / Camp Okavango, pelo Moremi Game Reserve e pelo Chobe National Park. Para os aficionados dos aviões, o percurso aéreo, também num Cessna, foi: Maun – Camp Okavango – Xugana Island xxx por barco xxxx Moremi – Savuti – Kasane. Maun Xugana Island / Camp Okavango Xugana Lodge: http://www.desertdelta.co.za/Okavango_Delta_Safari_Lodges-travel/xugana_island_lodge_botswana.html Delta do Okavango / Xugana Island / Camp Okavango Moremi Game Reserve Camp Moremi Lodge http://www.moremi-game-reserve.com/Camp_Moremi_Moremi_Game.asp Moremi Game Reserve Kasane Chobe National Park Abraço, ------------------------------------------------------------------------------------- Jopeg
  15. jopeg

    Zâmbia

    Caros Amigos, Deixo aqui mais uma fantástica crónica de viagem do meu amigo LG presente no forum português «Voltaomundo.net». Desta vez o destaque vai para Victoria Falls, o "Iguaçu de África" Espero que gostem ----------------------------------------------------------------------------------- Olá, Escolhi o Zimbabwe, mais propriamente Victoria Falls, para terminar a minha viagem por África. Atravessei a fronteira terrestre entre o Botswana e o Zimbabwe, em Kazungula, onde paguei o visto de entrada no Zimbabwe, USD 30,00. Fiquei durante 4 dias instalado no The Victoria Falls Hotel, construção centenária e rica em história, sendo, hoje, uma verdadeira atracção turística da pequena cidade de Victoria Falls. Mesmo não ficando aqui instalado, é possível visitar as zonas públicas do hotel, incluindo a vista privilegiada da condensação gerada pelas Vic Falls. Abrirei um tópico específico sobre o The Victoria Falls Hotel no VM, já que o considero, por si só, um tema de interesse histórico ligado ao turismo. A crise económica e política que assombra o outrora celeiro de África, afugentou grande parte dos turistas do Zimbabwe. Hoje é possível ver grupos de turistas russos, jugoslavos e checos, mas os europeus simplesmente “debandaram”. A Namíbia, o Botswana, a Zâmbia e o Zimbabwe encontram nesta região (Rio Chobe) o ponto geográfico comum aos quatro, sendo, por isso, fácil a deslocação terrestre entre estes países. Por esta razão regressei ao Botswana para visitar Chobe e ainda consegui ir até à Zâmbia com um Visto de Turista válido por um dia para visitar a cidade de Livingstone. As cataratas devem ser visitadas de ambos os lados da fronteira num programa chamado ZimZam, ou seja, Zimbabwe + Zâmbia. Além disto ainda fiz um voo panorâmico em helicóptero sobre as Vic Falls e um dia de navegação pelo Rio Zambezi. Sir David Livingstone Livingstone Museum – Zâmbia Abraço ----------------------------------------------------------------------------------- Um abraço português, Jopeg
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