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ogum777

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Tudo que ogum777 postou

  1. não, leo, não quis dizer que é superficial não. no mundo em geral a marca é referencial. nós somos treinados desde criancinha a ver as coisas assim. a marca serve justamente pra isso, diferenciar um produto de outro. mas entra o tal do marketing e ferra tudo. na prática, em poucas atividades humanas a gente chega a usar os produtos no limite pra perceber o que tem de marketing em cima do produto. é o caso dos tênis de corrida, em 90% dos casos usados só pra andar. ou das chuteiras de futebol, 99% dos usuários são pernas de pau que não sentem o efeito no chute coma chuteira x ou y. uma das poucas áreas humanas onde isso ocorre é essa nossa. por exemplo, escalador não quer saber da p. do tal "pós venda". uma corda que possa ser trocada em caso de rompimento não "agrega valor" nenhum... hehehe, a corda simplesmente não pode arrebentar. senão o cara morre. o que me preocupa muito é a segurança dos usuários desses produtos. dou um exemplo: cidadão compra uma mochila muuuuito cara, linda, linda mesmo. tá andando no mato, dá uma escorregada e se preocupa em não arrastar a mochila nas pedras, barro, e faz um jogo de corpo pra evitar que a mochila arraste na hora do tombo. moral da história: fratura exposta na canela. e claro, um baita trampo e desespero pros amigos tirarem o cara de lá. foi uma reação instintiva de quem tá preocupado com o que tem. é normal. é comum, e nessa situação gerou um problemaço. talvez se ele tivesse com uma mochila da (ARH!) nautika, não tinha tido a fratura (não entro em detalhes, não vou publicar nome nem lugar, os fóruns aqui são rastreáveis via google, não vou expor a pessoa). aqui a gente tem um exemplo extremo, mas ocorre tb de gente que não pisa no lugar certo pra não sujar a bota linda, ou até se expõe mais a assaltos aí na américa latina sem entender que alguns turistas são mais visados do que outros pq ladrãozinho em la paz já aprendeu a identificar quem tem mais grana e quem não tem. em viagem a melhor proteção é parecer mendigo, em trilha é não ter pena do equipamento, mas da gente. imagine que vc gasta seu 13º comprando uma mochilona de 1.500 reais. será que teria coragem de jogar ela de um barranco de 5 metros pra poder descer leve? eu não teria, minha grana é suada. mas minha cargueira de trilha eu não apenas tenho coragem de jogar, e já joguei umas trocentas vezes.... já arrastei paredão acima sendo arrastada pelas pedras. ela volta marrom pra casa, apesar de ser amarela e preta. no caso da deuter, a distribuidora brasileira recomenda que o lojista trabalhe com margem de 100%. ou seja, repassa a mochila a 100 pilas e o vendedor que cobre 200 pilas. por isso elas são tão caras. já a curtlo andou usando uma estratégia de marketing melhor, que gerava ou descontos (ou vi falar até em distribuições gratuítas, mas não acredito nisso) pra compras de equipos de agências. daí vc faz uma viagem com a agência X e todos os guias tão usando a mochila X. logo vc passa a achar que a mochila X é a melhor. não é, ela foi a melhor compra pro dono da empresa. é o caso dos equipos do exército brasileiro, notadamente de baixa qualidade. fazer uma trilha com uma mochila do exército é uma tortura. uma bota da nômade é muito mais confortável que um coturno, mas o coturno é mais barato pra se comprar aos milhares... e tem gente que acaba acreditando que trilha se faz é de coturno.... quem sofre são os pés. longe de mim dizer que curtlo tem produtos ruins. eu tenho coisas da curtlo, mochila, mala-bike e etc. mas tb não posso dizer que é a melhor cargueira do mercado. era a mont blanc (infelizmente param de fabricar), hj talvez, se eu fosse pegar uma mochila de 85 litros, 90 litros, seja uma alto estilo. mas vc fez uma boa compra. e ainda por cima não tem uma mochila igual à dos teus amigos, isso é bom. andar uniformizado é coisa de milico. e que essa seja apenas a primeira de uma série de mochilas. quanto mais se viaja e se faz trilhas, mais mochilas precisamos... hehehehehe
  2. no chile vc acha equipo norte-americano a bom preço. the north face ou lowe alpine, por exemplo. coisa que vai chegar aqui pelo triplo do preço. o negócio é caçar lojas por lá. olha nessa loja aqui: http://cl.tatoo.ws/catalog?id=244 faz a conversão da moeda e vc vê que compra mochila da lowe alpine por 2/3 do que pagaria uma mochila da deuter aqui no brasil. e lowe alpine é melhor.... olha, eu não sei de fabricantes chilenos de produtos, a não ser de lojas da doite - não confundir com deuter - a doite tem coisa boa, não é uma keltty, lowe alpine, mas é boa. aqui tá a linha de viagem: http://www.doite.cl/catalogos_outdoors3.php?categoria_id=1&subcategoria_id=222 no site tem tb os pontos de venda. opa ogum, valeu pela resposta na verdade como eu não vou, alguém vai comprar pra mim, então não rola de ficar procurando acho que vou ter que fazer uma busca pela net mesmo e deixar tudo pronto no caso pra uma viagem de 20 dias a 1 mês, mochilando, carregando roupas, casaco, um tênis, uma roupa de cama básica... acho que 75l é o ideal, correto? outra, você poderia me indicar outras marcas que posso encontrar por lá que também são boas e bartas, hehe? abraço e MUITO obrigado broder.
  3. no chile vc acha equipo norte-americano a bom preço. the north face ou lowe alpine, por exemplo. coisa que vai chegar aqui pelo triplo do preço. o negócio é caçar lojas por lá. olha nessa loja aqui: http://cl.tatoo.ws/catalog?id=244 faz a conversão da moeda e vc vê que compra mochila da lowe alpine por 2/3 do que pagaria uma mochila da deuter aqui no brasil. e lowe alpine é melhor....
  4. pár ade me entregar, gnomo gigante! e cris, vai acostumando, perrengues são comuns. com o tempo piora. tb já fiz trilha com gente com mochila com barrigueira amarrada no nó....
  5. nesse tamanho de 45 litros, versátil, acho o modelo santiago da conquista. um pouquinho maior, tem essa: http://www.altoestilo.com/verglass55l.php tem uma descrição mais acurada lá no tópico "superleve!" o batata tem uma, parece que gosta pra dedéu. o povo do paraná em peso costuma usar coisas da alto estilo, até pq os donos são escaladores, trilheiros, e têm feito produtos simples, mas muito resistentes, e com pequenas sacadas típicas de quem usa mesmo os produtos, como a fivelinha tridente na fita e compressão lateral, ajuda pra dedéu prender o isolante térmico por fora - essa sacada só quem faz trilha é que percebe. um tamanho mais versátil é 60 litros. dá pra trilhas mais longas de 4 dias, dá pra viajar bastante, e escolhendo modelos mais leves não é muito mais pesada não que uma mochila de 50 litros. uma vantagem da alto estilo é que o nome é meio breguinha, e é pouco conhecida, dá a impressão de não ser nada cara a mochila, e isso afasta os amigos do alheio, existentes mesmo em albergues, ou nos arredores deles. um segredo mochileiro é nunca aparentar ter nada caro.
  6. olha, o tempo que o cartucho dura depende do fogareiro, e da altura das chamas. o meu, um azteq innova clone do primus yellowstone, o cartucho tekgás deve durar cerca de 1:40 hs. se vc vai ficar cozinhando, leve mais cartuchos. se vai aquecer água pra comida pronta, leve menos cartuchos. o fabricante do fogareiro diz o consumo. pra efeitos de cálculo, lembre que o cartucho tekgás tem cerca de 220 gramas de gás.
  7. assino embaixo do que o edver falou! nada substitui a facilidade de uso dos fogareiros a gás. tão tomando pouco a pouco o mercado dos fogareiros a combustível líquido. isso sem falar que acima dos 6.000m só eles funcionam! se a intenção é subir o everest um dia... hehehehe
  8. vc tá perguntado o que quando diz "excelente marca"? tá falando do trabalho de marketing ou da qualidade efetiva do material, ou seja, tecidos, costuras, resistência ergonomia, leveza? pq pra uma mochila de 45 litros, conquista e equinox são até melhores que deuter e mais baratas. http://www.equinox.com.br/p_m_kiihu.htm http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=87 http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=76 tem que lembrar que a marca não é grande indicativo de nada não. depende do material, do tipo de costura, do tipo de uso que vai fazer e etc. cor e marca são os últimso quesitos a serem levados em conta. a forma segue a função, não o contrário. Po meu camarada todos os meus amigos tem deuter. Eu já comprovei pessoalmente que se trata de uma grande marca sim, mas enfim... Não vamos esquentar a cabeça por causa disso. Na verdade, eu agradeço pela sua iniciativa porque eu precisava justamente de opções. Valeu pelas dicas! Abração leo, me desculpe se pareci ranzinza, não foi minha intenção. mas uma coisa é marca, outra coisa é produto. marca por marca, kailash é uma grande marca, mas as mochilas perdem a form adepois de um certo uso. nike é mais marca ainda, ma snunca fez uma cargueira decente. eu nunca falei que deuter não tem produtos de qualidade. tem, a deuter se esmera em produzir coisas de qualidade. mas concomitantemente, faz um trabalho de posicinamento da marca numa certa classe social. pena que todos seus amigos tenham deuter. das duas uma: ou eles infelizmente não têm acesso a outros produtos, ou não tem acesso a informação sobre outros produtos. no geral, a deuter tem produtos excelentes, mas não são os melhores da sua categoria. se eu tivesse que comprar tudo de uma única marca, seria tudo deuter, claro. mas como o posso escolher entre diversas marcas, posso fazer escolahs entre produtos mais adequados ao uso entre marcas diferentes. vc quer uma mochila de 45 litros. pra quê? escalada, corrida de aventura, viagem, caminhada (tipo santiago de compostela, trilha inca)? pra cada uma dessas 4 atividades, vc terá mochilas mais especializadas que as da deuter. mesmo a deuter tem uma variedade de modelos justamente pq há usos específicos. obviamente, entre kailahs e deuter, é deuter. entre nautika e deuter, é deuter. temos editores aqui que se deram muito bem com deuter, é o caso do haole. outros tiveram e passaram adiante, que nem o leo/rj. a escolah é pessoal. mas tenha em mente que há outras opções, eventualmente melhores, eventualmente mais baratas, eventualmente melhores e mais baratas, e com certeza menos hype, o que pode ser positivo em determinados meios mais especializados.
  9. não mi, não é igual sua bmx não, ela tinha freio contra-pedal. quando vc ficava com o pedal parado ela continuava andando, a fixa não.... a sua bike freiava quando vc pedalava pra trás. essa roda a roda pra trás, é diferente! e tio piacitelli, cassetão é 11-28! quase mega-range!
  10. aqui nesse vídeo tem um moleque fazendoumas brincadeiras com uma fixa. observe, milena, quando ele tira os pés, que a bike mexe os pedais. e quando ele pedala pra trás, a roda vira pra trás tb. pra freiar, ele joga o corpo pra frente pra tirar o peso da roda traseira e trava os pés. isso trava a roda trseira, é o skid. http://www.youtube.com/watch?v=HXQHoJ2mOMs
  11. milena, minha linda! vc ainda acredita naquela falácia sobre a impotência e etc? se bike gerasse isso, a china teria superpopulação? que nada fia, causa nada não, até ajuda, pq pernas + fortes sempre ajudam na prática do mais popular esporte da humanidade... hehehehehe uma fixa é uma bike sem mecanismo de roda livre. na descida ela pedala seus pés. se vc pedalar pra trás a roda vira pra trás. são usadas em velódromo, naquela novela das oito que vc vê todo dia que eu tô ligado, aparecem fixas. aqui nesse vídeo, em inglês, tem uma explicação: http://www.youtube.com/watch?v=kZ9rgrG-r_I mas o melhor ainda é dar uma voltinha num quarteirão usando uma pra entender. fixeiros não gostam de descidas, pq os pedais pedalam as pernas deles muito rápido.... tem que tirar os pés dos pedais...
  12. vc tá perguntado o que quando diz "excelente marca"? tá falando do trabalho de marketing ou da qualidade efetiva do material, ou seja, tecidos, costuras, resistência ergonomia, leveza? pq pra uma mochila de 45 litros, conquista e equinox são até melhores que deuter e mais baratas. http://www.equinox.com.br/p_m_kiihu.htm http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=87 http://www.conquistamontanhismo.com.br/catalogo_detalhe.asp?idPublicacao=76 tem que lembrar que a marca não é grande indicativo de nada não. depende do material, do tipo de costura, do tipo de uso que vai fazer e etc. cor e marca são os últimso quesitos a serem levados em conta. a forma segue a função, não o contrário.
  13. úia, tio paulo, tem brevet 300 kms em santa catarina! faz lá pra brevetarmos juntos o 400 aqui em sp! bora!
  14. pô tio paulo! treina aí, pega o audax lá de santa catarina pra brevetar os 300 e vamos pros 400! isso é pr aninguém aqui falar que a gente não pedala nada! hehehehehehe viu a revista vo2 de junho (2010)? tem uma reportagem "uebre a barreira dos 100 kms". hahahaha, quebramos o dobro já, o triplo! agora precisamos carregar o caicus e silnei na série do ano que vem! bora cacius?
  15. que tal uma pedaladinha de 300 kms, tendo menos de 20 horas pra fazer o troço? que tal subir uma serra pedalando? ou pegar um vento contra tão f.d.p. que se a gente parasse de pedalar nas descidas, a bike tb parava? pois é, eu e o p.piacitelli resolvemos continuar a saga já iniciada com 200 kms em holambra, com os seguintes relatos: audax-holambra-casa-branca-holambra-208-kms-em-13-horas-t42124.html?hilit=audax%20brasil audax-brasil-brevet-200km-holambra-t42126.html?hilit=audax%20brasil naqueles 200 nós penamos pra kct com a altimetria do evento, que era pesada, uma sucessão de subidas e descidas, coisa que quebra qq ciclista. então, quando veio a continuação dos brevets, agora em 300 kms, num local em tese mais tranquilo, nos inscrevemos de novo. desta vez o piacitelli tava com uma bike mais adequada à longa distância, mais leve, marchas e rodas adequadas aos trajetos no asfalto, etc. a altimetria prometia ser muito mais tranquila, o gráfico tá no final do relato, não se assustem, é km X metro, não tivemos inclinações maiores do que 3,5%, mas tivemos subidas loooooongas... de posse da altimetria, pensamos: é baba... que nada! bom, como brevetamos os 200, poderíamos fazer os 300. conforme expliquei no outro relato, não é competição, é uma form ade cicloturismo leve com velocidade mínima constante de 15 por hora, relativmaente baixa, mas as distâncias são longas e pra fazer um determinado brevet vc tem que ter cumprido o anterior. a brincadeir acomeça nos 200 kms, depois 300, 400, 600 e daí pula-se aos 1000 ou 1200 (o paris-brest-paris é o mais clássico 1200, foi o evento que deu origem ao tour de france, tem mais de 100 anos de realização). pois bem, na sexta já rolou uma pizzada, entre os inscritos. a turma que ia fazer os 300, e a turma que tinha se inscrito no desafio 150 kms. via de regra, junto com os brevets se organizam desafios mais curtos, que não tem oreconhecimento dos brevets mas servem como um bom treino. eu chgeui tarde em boituva, lá pelas 9 da noite, e na pizzaria umas 21:30. uns já tinham jantado, outros tavam comendo, deu tempo de pegar uma mesa cheia: olha eu aí de cinza no canto direito.... foto tirada pelo einstein. bom, nas conversas o assunto é sempre o mesmo nessashoras: bikes, bikes, bikes, quem chegou, quem não chegou, quem tav a caminho. a turma de são paulo, da bicicletada, umas 10 pessoas, foi toda picadinha, em vários horários dos ônibus. uns chegaram mais cedo do que eu, outros bem mais tarde. cheguei, taquei as coisas no hotel e fui procurar a pizzaria, fui de bike mesmo, e entrei com bike e tudo dentro do shopping onde ficava a pizzaria, conseguindo guardar a bike dentro da sala do segurança. coisas que só se consegue em cidade pequena. depois da pizzada ainda fomos pro hotel onde tava um monte de gente (o hotel garrafão) embora outros tenham que se espalhar nos outros hotéis da cidade, inclusive eu que fiquei com o márcio e o shadow/sheldon no hotel rafeli. no dia seguinte, acordamos muito cedo. a vistoria das bikes começa às 6 da manhã, então bem antes disso estávamos indo ao hotel garrafão, onde tinha sido acertado um esquema de café da manhã a partir das 5:30 da manhã, muito antes do hotel onde estávamos. tudo estava localizado num raio de 1 km da praça da rodoviária, que é a praça da prefeitura e onde seria a largada. então do hotel garrafão fomos rapidinho pra vistoria. as bieks não largam se não estiverem com faróis dianteiros que efetivamente iluminem (e não apenas piscas dianteiros de um led), luzes vermelhas atrás, e se o ciclista não estiver trajando um colete refletivo (mesmo de dia) e capacete. tá aí uma foto do jefferson do local da saída, co mo denis, da organização, explicando o trajeto: as bikes que usamos costuma ser ou moutain bikes adaptadas, com pneus bem mais fios e de maior pressão, guidões mais baixos, ou as speeds (bikes de corrida), tb adaptadas, procuramos quadros com geometria mais confortável (eu uso um vitus em cromo molibdênio que deve te rmais de 20 anos de fabricado), selins mais confortáveis pra longa distância, os faróis e etc. existe uma diferença entre as bikes de competição e as nossas: nossos trajetos são mais longos, às vezes com relevo não apenas acidentado no sentido de ter subidas,mas muitas vezes em pisos não muito agradáveis. na europa há brevets com trechos em paralelepípedos e mesmo estradas de terra. então, pneus mais grossos e mais borrachudos que os de competição acabam sendo preferidos. usamos fitas anti-furo - eu não usei, e me arrependo - carregamos uma infinidade de câmaras reserva, remenos, e bombas de ar, ao invés dos cartuchinhos de co2 usados pelos competidores: o co2 perde a pressão depois de umas 12 horas, e esse tempo pra um audax ainda tá dentro do temp de pedalada... hehehehe às 7 horas, de-pois das bikes vistoriadas, das garrafas de água cheias de água e gatorade (duas garrafas, no mínimo, cerca de 1,5 litro), bananas e géis de carboidrato e proteína nos bolsos, saímos pedalando, todos (cerca de 100 ciclistas), acompanhados de batedores da gurada municipal de bboituva até chegarmos à castelo branco, a rodovia onde a coisa iria de fato se desenrolar. fomos em direção a botucatu, cerqueira césar.... um pedal lindo. vento a favor, o dia esquentado aos poucos, um visual maravilhoso, média de pedal acima dos 30 por hora.... olha o que dava pra ver na beira da estrada: foto da noiva do eisntein. e assim transcorreram os primeiros 75 kms. tranquilíssimos. descidas e subidas suaaaaaaaaves e loooooongas, e o vento ajudando. eu me preocupei com esse vento. vento a favor na ida é vento contra na volta, e duas coisas são o inferno dos ciclistas: subidas e vento contra. mas até i tio paulo piacitelli repetia: - eu conheço aqui, o vento vai estar a favor na volta, eu sou daqui, conheço a custa inteira! bom, acreditei, e assim evitei sofrimento antecipado: esse só veio na hora certa mesmo.... com 75 kms de trajeto tínhamos que parar no PC1. dizer o nome, marcar o horário da chegada, pegar água, gatorade, lanchinhos, bananas.... olhem a organização do evento: bananas, gatorade, água e lanchinhos a rodo. aqui to eu reforçando o filtro solar: foto do denis. o senhor cabeludo de azul é o tio paulo piacitelli, amoça com a bolsa é a sobrinah dele, e a garota no meio é a filha dele. olha a cara do cidadão com seu capacete amarelo: esse aí embaixo é o bruno gola , e se olharem a bike atrás, é uma fixa: não apenas não tem marchas, mas tb não tem o mecanismo de roda livre: na descida, o pedal gira, o pedal pedala suas pernas... hehehehehe e aí um detalhe, a sarinha, que tava de pipoca nos 150 resolveu fazer os 300... tb tava de fixa! bom, depois do pc1 continuamos, e tinha a tal da serra de botucatu. foi chata, mas tranquila. é uma questão de achar a marcha e ir pedalando, pedalando, pedalando, pedalando... 8 kms subindo. um saco... mas nada de extremamente difícil. na subida eu pensava na jeanne, minha amiga que sofreu um bombardeio meu pra participar do desafio dos 150. a jeanne nunca foi exatamente uma esportista. jornalista, notívaga... inclusive ganhou um prêmio da abraciclo por uma reportagem que fez na revista época, que tá nesse link: http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI25308-15368,00-DIARIOS+DE+BICICLETA.html lendo a reportagem entenderão operfil do pedal dela, e que vitória foi fazer os 150 kms, tudo bem que estourando o tempo máximo (10 hs), mas se divertindo e perdendo o medo de pedalar no escuro. eu não sabia que a doida da sarinah tinha resolvido pedalar os 300 (e de fixa!), então não me preocupava. mas como fui eu que botei pilha na jeanne, se desse caca eu ia me sentir responsável. mas não deu. bom, fomos pedalando adiante dos 75, subindo a serra. tio paulo piacitelli disaprou na frente na subida (o cara andou treinando!), largando eu e o marcelo pra trás. eu e o marcelo, no esquema pedal-pança subimos na maciota, parando numa sombrinha nomeio do caminho pra tomar água sossegados e ver a linda vista da serra pra baixo. em cima da serra tem um pedágio. paramos ali, pq sabíamso que adiante teríamos 50 kms sem nenhum ponto de abastecimento de água, e tínhamos tomado muito líquido na subida. sabíamos que o povo do pedágio não nega água, e vale mais à pena encher a caramanhola de água quente da torneira do que água nenhuma. continuamos o pedal e mais à frente vimos o paulo parado pegando água tb. falei pro marcelo: - vamos passar reto, e quer apostar como dou um tapa na bunda dele? dito e feito, acelerei, o marcelo atrás de mim e chulapt!, um tapão na bunda do piacitelli, que logo tava pedalando atrás de mim me xingando. mas logo começou um trecho chato de acostamento muito mal feito, de um asfalto aspero, na verdade uma espécie de cascalho com uma tintura de piche pra ficar no lugar. tremia tudo. os faróis da minha bike tremiam e batiam um no outro. pedalamos em pé por algum trecho, mas pedalar em pé é cansativo, eleva a pulsação em cerca de 20%. xingávamos a manutenção da pista, a cobrança dos pedágios, o governo do estado, tudo! estou até agora me perguntando que diabo de administração se faz naquela estrada pra ter aquele tipo de acostamento que até a minha avó sabia construir melhor. assim foi pro vários quilômetros, até suavizar um pouco. em certos momentos, até pra ter um certo descanso na tremedeira nas mãos, no selim, no cérebro que aprecia tremer dentro do crânio, íamos pra pista de rolagem, controlando pra ver se não vinha algum caminhão. mas como eram sucessivas descidas, e com vento a favor, andamos muito rápido. antes das duas da tarde tínhamos feito os primeiros 150 kms. pra efeitos de comparação. no audax de holambra eu completei 150 kms só lá pelas 4 da tarde... no pc2 encontrei outros coelgas: o márcio, o poneis... no restaurante do posto onde er ao pc fui no restaurante por kg e mandei ver num macarrão que não tava nem um pouco gostoso, mas era carboidrato... olha o povo parado aí no pc2: foto do einstein, de camisa listada na esquerda o rafael, a quem emprestaria depois meu corta vento no pc3. agora, o problema foi a volta. saímos do pc2, pedalamos mais 500 metros no mesmo sentido pra pegar um retorno em obras, de terra, por debaixo da via, e podermos retornar. e o vento? o vento tava contra, fortemente contra, tão forte que se parássemos de pedalar simplesmente a bike parava! e o acostamento era todo naquele cascalho com pintura de piche, um horror. uma hora o trenzinho dos ciclistas tava a 15 por hora, no plano. resolvi socar mais a bota, acabei indo mais rápido a uns 21 por hora, deitei bem o corpo pra fazer isso. lá na frente, de saco cheio de pedalar com vento contra dei uma diminuída e parei. até pra tomar uma água. o márcio vinha atrás, preocupou-se, achou que eu tava passando mal, mas seguimos adiante juntos. mais pra frente, de tão cansados do treme-treme do acostamento formos para o outro lado da pista, pois à esquerda da das faixas de rodagem havia uma faixa de uns 50 cm de asfalto mais liso. mas meu pneu furou. fiquei trocando pneu, despachei o márcio, pq não precisava de ajuda. alguns me passaram, indagaram se precisava de ajuda, mas tava tudo ok. quando já ia colocar o pneu no lugar e enchê-lo, o pneis atravessou a pista e veio lá assuntar. foi tão solítico em esticar a bomba dele pra eu suar que nem me dei ao trabalho de usar a minha bomba de ar. dois minutinhos e pneu tava cheio, e continuamos. fomos tocando até um posto de apoio. eu já tinha passado o piacitelli, cujo pneu dianteiro tinha calombado, tinha aparecido um calombo, e ele teve que murchar o pneu pra poder continuar rodando. aí o detalhe: estávamos suados pra dedéu pelo esforço, mas com um vento contra f.d.p. com o pneu murcho, o piacitelli teve que pedalar lento. portanto, todo molhado, e pedalando devagar, não mexeu o corpo o suficiente pra manter a temperatura. no final da tarde, começou o vento a ficar ultra gelado. eu, lá na frente, aprei num posto de apoio a motoristas, enchi as caramanholas, comi uma barrinha, coloquei meu corta-vento. não tinha idéia do que tinha acontecido com o piacitelli. pedalei adiante, ele deve ter parado no mesmo posto de apoio cerca de uma hor adepois. mediram a temperatura dele, tava em 31 graus e meio..... e pq tava sem agasalhos? tínhamos deixado os agasalhos no pc1 que tb era o pc3. no caso meu e do piacitelli, deixamos no carro dele. claro, passando mal, ele resolveu desistir da prova. as meninas foram lá buscá-lo. nisso eu chego no pc3, e kd o carro com os meus agasalhos? aí já eram umas 7 da noite. tinha pedalado já 225 kms, dos quais os últimos 75 kms com um vento contra f.d.p. nos fazia pedalar nas descidas... com já era noite quando desci a serra, nem aproveitei direito a descida, pois, por mais que estivesse com 3 faróis de bike, minha luz não era suficiente pra descer a 70 por hora. deixei um povo que conheci ali, 3 rapazes de mtb, irem na frente, lá embaixo acelerei um pouco pq não via a hora de chegar ao pc e tomar algo quente. sonhava com uma sopa.... cheguei ao pc e kd o carro do paulo? nenhuma notícia. bom, fui ao banheiro tomei água, encontrei o márcio que já tava lá, fui comer um espetinho de frango e tomar uma caneca imensa de café-com-leite beeeem quente. vi o márcio partir e eu fiquei enrolando... tava com uma perguiça, e com um pouco de frio. qdo já tava pronto pra sair pensando no frio vejo o piacitelli chegar dirigindo o carro, com a bike em cima! tinha desistido. e com razão. sem um pneu reserva teria que pedalar muito devagar e talvez não cumprisse o tempo, e já tinha apresentado sinais de hipotermia. no pedal de longa distância vale a mesma máxima da montanha: a montanha continuará lá, assim como a estrada. não é o cansaço muscular que nos pára, mas quando as condições não estão seguras, e há como chamar um resgate, que se resgate. pelos meus cálculos, onde o piacitelli parou, ele já tinha pedalado cerca de 200 ou 2010 kms. bom, peguei minha blusa de frio e uma calça de pedalar. fui triar a bermuda e colocar a calça e tive um certo trampo pra tirar das pernas aquela massa que tinha virado a mistura de suor, filtro solar, poeira da estrada e graxa. eram cerca de 8 da noite quando saí do pc 3 pra completar os 75 kms restantes. saímos juntos eu, o edu poneis, e a márcia, uma triatleta que tava fazendo os 300kms, o marido tinha ido lá na frente, em outro ritmo. logo na saída eu já saí pedalando mais forte. tava doido pra terminar esses 75 kms. na primeira hora deu pra tocar rápido, mas depois começaram umas bidinhas, suaves, com certeza, mas pra quem tá extenuado, qq morreba é um everest... e dito e feito. cheguei a usar amarcha mais curta da bike nuns morrinhos de dar vergonha... não tinha usado essa marcha nem quando subi a serra na ida, e agora eu tinha que pedalar curtinho... a velocidade chegava a baixar a 15 por hora, 11, 8 kms! por sorte o vento contra havia suavizado bastante, mas o que matava era o cansaço fenomenal. esses 75 kms pedalei sozinho. sem ninguém do lado. passei alguns poucos, mas ia me arrastando. cheguei a boituva comendo os últimos sachês de gel, barrinhas e etc. mas cheguei. ultra cansado, mas cheguei. e então comi umpedaço de pizza ali mesmo na praça onde era a chegada, e fui direto ao hotel dormir, e como dormi pesado! teve gente chegando até as 3 horas da manhã. várias desistências, mas a grande maioria completou. e se na chegada eu não era capaz nem de lembrar meunome direito... hehehe, no dia seguinte já falávamos nos 400 kms do próximo brevet. depois coloco mais fotos. ------------------------------------- acréscimos de edição. aí eu na chegada, recém descido da bike. a cara de cansaço é evidente... a foto é da noiva do einstein. comemoravam cada chegada. o cansaço é grande ao final. na praça mesmo encontrei o shadow e com ele fui pedalando até o hotel. me arrastando... o márcio já tav ano banho, recém chegado tb. o shadow fez os 150, tava menos cansado que nós. mas lembro que quando entrei no banho o márcio e o shadow ainda conversavam. fiz força pra ficar em pé debaixo do chuveiro. e saí do banho e o shadow já roncava e o márcio dormia com seus tampões de ouvido. capotei de sono também. num outro quarto de outro hotel, a sarinha chegou depois das 3 da manhã, após ter completado os 300 kms de fixa. jeanne e aline mal deram parabéns e continuaram a dormir que nem pedra... é fato: não há problema de sono, insônia, que resista a um longo pedal. lá pelas duas da manhã chegou um grupeto de uns 15 ciclistas, um cata-prego (a turma que vem no fundão, via de regra por conta dos inúmeros furos de pneu, por isso o apelido de "cata-prego", e não pelo desempenho, pq numa pedalada de 300 kms a forma física de todos e ´muito boa e outros fatores são muito mais determinates para os tempos finais), como a gente chama, se juntaram pelo caminho e vieram em grupo. em grupo sempre há a vantagem aerodinâmica e tb emocional, um apóia o outro, e sempre tem um braço a mais pra ajudar a encher o pneu da bike, ou pra segurar a lanterna enquanto vc acha o objeto que furou o pneu. o detalhe é que no caminho recolheram a márcia e o edu poneis, que tavam já cerca de uma hora brigando com um pneu com problemas da márcia, a cerca de apenas 15 kms de boituva. chegaram todos. pena apenas pelos que não completaram, como paulo piacitelli e o alexandre wagna: este teve um monte de furos e um pneu rasgado. mas logo tem outro audax de 300 kms em santa catarina, e quem sabe eles brevetem lá e possam participar dos 400 com o resto do grupo! dos 45 que foram pra fazer os 300, apenas 8 não completaram no tempo ou tiveram que desistir. foi uma média muito boa de sucesso na empreitada. o espírito audax não é o de competição, mas o de cooperação. esse é o gostoso da coisa, seja dar a longa pedalada ou mesmo curtir aquela morgada nos pcs, como disse o pavão num outro fórum. o único obstáculo a ser vencido é a gente mesmo. e nesse sentido, o audax é um pedal zen. os seguintes links levam a galerias de fotos. não vou transcrevê-las todas aqui, mas vale uma visita: galeria de fotos do einstein: http://picasaweb.google.com.br/robledo.einstein/20100626Audax300Boituva# galeria de fotos do jefferson covolan: http://www.facebook.com/album.php?aid=108553&id=1253850313&l=edf6ff96ec galeria de fotos do denis cardoso: http://www.facebook.com/album.php?aid=9405&id=100000918926933&l=46833567a6 - dados gerais: 307 kms pedalados 16:38 hs. cerca de 6 litros de gatorade ingeridos cerc de 6 litros de água ingeridos durante o pedal, 10 sachês de gel, 4 barras de proteína trocentas bananas...
  16. corrigindo, deuter não é "a" marca. "a" marca com quase certeza, é essa: http://www.cilogear.com/ se tiver com muita, mas muita grana sobrando, a mochila é essa: http://www.cilogear.com/nwd75l.html 1250 doletas, desempenho de mochila cargueira pesada, resistência à abrasão muito maior do que a da cordura 1000 denier, e mesmo assim pesa 800 gramas. meu sonho de consumo depois de ganhar na megasena. deuter, osprey, the north face, karrimor, berghaus marcas conceituadas internacionalmente, mas produzidas em série (e não artesanalmente como essas cilogear, ou mesmo as p.o.d. britânicas -http://www.podsacs.com/, mochilas feitas por quem escala e faz trilhas), não chegam nem perto dessas mochilas da cilogear. se vai viajar, tá muito bem servido com mochilas da curtlo, e a linha adventure é de mochilas-mala, que são práticas em viagens: abrem como uma mala, facilita pra dedéu arrumar as roupas sem socar, e tem aquela tal mochilinha de ataque acoplada que serve pra carregar máquina fotográfica, uma blusa, celular... isso sem falar na possibilidade de esconder as alças da mochila, evitando que algum carregador puxe a mochila com força por uma alça só, ou a alça seja arrancada numa esteira de aeroporto. agora, se vai fazer trilhas, o negócio é fugir desses modelos, pq são largos, e a tal mochilinha de ataque acoplada só serve pra juntar peso onde não deveria: longe das tuas costas. isso não faz diferença se vc vai andar do aeroportopro albergue, mas se vai fazer a travessia lapinha-tabuleiro ou vai atacar algum cume aí nos andes, aí faz diferença sim. uma coisa é mochila de viagem, outra coisa é mochila de trekking. mochila de viagem não serve muito pra trekking, mochila de trekking dá pra usar em viagem pra quem não tem muita necessidade de bolsos diversos pra organizar as coisas. no mais a negra bela tá matando a pau no bom senso das respostas.
  17. eu tive uma mochila da náutika. rasgou na terceira vez que usava. esgarçou o tecido em vários locais. desfez costura. nunca me senti tão enganado. achei que tinha feito uma boa compra, economizado, e depois descobri que tinha jogado dinheiro fora. não faça isso. compre uma da trilahs e rumos mais simples, ou vá atrás duma mochila da conquista, da alto estilo, da poc, mas nunca da nautika ou fit, que é amesma coisa.
  18. Fala Alemão desaparecido!!! Por onde andas??? Katish, com certeza ela aguenta o tranco. Ferrino é uma marca muito boa, mas realmente não vai dar pra colocar tudo isso em uma mochila de 35l (como o Alemão falou aí). O saco, a meia barraca e roupas, já vão ocupar todo o espaço. O Ogum que faz mágica, talvez coloque aí equipamento pra 3 dias Talvez uma de 40l atenda perfeitamente as trips de final de semana. Abraço Edy coloco equipamento e comida. fiz o PP com o cacius com uma de 18 lts reais. hehehe essa é quase o dobro....
  19. esse soto eu não conheço... mas me parece o melhor. fogareiros micro têm peças dobráveis e queimadores pequenos, o que requer mais atenção do usuário, pq 1. peças móveis quebram mais facilmente. 2. pontomuito concentrado da chama faz funcionar com maçarico, queimanto e torrando oque tá naqule ponto no fundo e ficando morno em cima. ficaria com esse primeiro. levinho, né? mas veja depois se dá pra retirar o acendedor, pq costuma quebrar logo, em qq marca.
  20. compra uma mochila mala. são confortáveis, vc não vai andar 12 ou 16 horas por dia com ela nas costas, então a configuração delas dá jeito. mochilas-mala abrem todas, abrem o painel frontal como um todo. tem da conquista, tem da curtlo, deuter e etc. se for comprar lá fora, compra uma karrimor global, que é provavelmente a melhor mochila-mala do mundo.
  21. Ogum, você é o cara. Me diz uma coisa: Essa Forclaz 50 tem fita para ajuste de altura? Pelo que vi, também não tem aqueles bolsos laterais para garrafas dágua, o que para mim é importante pois detesto aqueles sacos de hidratação. A água fica com gosto horrível. Gosto de dar uma (con)gelada na água, enrolar em uma folha de jornal dobrada, prender com elásticos de borracha (RTA - meio MacGyver) e enfiar tudo nos bolsos laterais da mochila. Agradei da idéia dessa mochila. Obrigado, amigo. olha, o que eu gosto de fazer é ir na decáthlo e ver os "acessórios" de modhila. o que vc pode fazer é comrpar um suporte de garrafinha pra colocar na barrigueira. ou mesmo aquele cantil da trilhas e rumos, que tem uma capa +/- térmica, e passar na fita da barrigueira. ela tem barrigueira ajustável sim. eu recomendo levar só uma garrafa na cintura. o resto vc taca dentro da mochila, se precisar mesmo carregar tanta água. acho que o caminho que vai fazer é + estrutrado, e deve ter pontos de reabastecimentod eágua no caminho, calculo eu. carregar muita água é carregar muito peso. euprocuro descobrir aonde estão os pontos de água pra calcular o consumo no meio do caminho, e o reabastecimento no meio do caminho. pq um grama no começo do dia é um kg no final do mesmo dia. as pessoas não prestam muita atenção nisso, mas peso é sim um aspecto importante pra ser pensado. ah, antes de escolher a mochila, faça uma previsão do que vai levar, de que volume tem. se vai levar só um saco de dormir, um isolante, uma muda de roupas, uma ncecssaíre bem básica, pode ser que uma mochila aind amenor - e mais leve - de jeito tranquilamente. eu já fiz o pico paraná - dois dias carregando até comida e equipo de cozinhar - com uma mochila de 20 litros. planejar tudo permite a gente fazer as coisas commais facilidade. se não precisar de mais de 30 litros, vc tem duas mochilas na décathlon que são boas pra isso. uma delas é uma mochila de raid de 27 litros, mas que temuma distribuição de peso que joga tudo pra cintura. e uma outra com 30 litros com as costas bem arejadas. primeiro olhe bem o que vai carregar. e lembre, vc não precis ap ra ese caminhouma mochila muito técnica. vc vai basicamente andar, andar, andar. não tem que se arrastar em pedras, se pendurar numa corda, nada disso. então vc não precisa de uma mochila da cilogear em kevlar e dynema, que custam pra mais de 500 dólares. []s
  22. eu não iria com nenhuma dessas duas. pega a forclaz 50 da quéchua, pequena, boa, honesta, barata, ou a alpina 45 da conquista: leve,mas com uma barrigueira não tão confortável. não vai carregar muita coisa, né?
  23. Perfeito, Danilo. Cordas e cadeirinhas ali, para quem não sabe exatamente o que está fazendo, mais atrapalham do que ajudam. Gurizada, uns 5 metros de retinida pra rebocar a mochila tá mais do que bom. Na dúvida, acampe no A1 e faça o cume de ataque. reforço o que falaram aí em cima, o danilo e o cacius. não é pra corda e cadeirinha a não ser pra quem escale. dar uma rebocada na mochila até vale, cordim de 6 mm é pr aisso. e mais até do que pra subir,mas pra descer a mochila. recomendo mochila não-desmontável, pois conforme o cacius pode atestar, mochila desmontável gosta de desmontar nesse lugar mesmo! bem no meio das escadarias!
  24. nos relatos tem minha última ida pra lá, com o vento f.d.p., com direito a me derrubar depois do a2 andandonormalmente na trilha, euma rajada me jogar nochã, de lado, com direito a tomar uma barrcada na cara quando tava soltando os espeques da barraca pra desmontar, com direito a uma rajada laterla me fazer virar de lado nos grampos... e claro, com a manaslu, eu durmi umpuco, naquela noite, umouytro casal ficou a noite inteira acordado segurando a barraca. danilo, quero ir pro ciririca, mas de rede! nada de barraca, que é pra dormir emoutros locais. topa? se sim, pode fazer suas coprinhas lá na kampa!
  25. a primeira vez eusubi isso de cargueira, de noite, e com um alanterna de um único led. no dia seguinte percebi o quanto sou doido.
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