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Denis Paulo Costa Reis

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Tudo que Denis Paulo Costa Reis postou

  1. Pois é meu amigo. Temos que ficar sempre de olho e admirar a natureza com o máximo respeito. Obrigado por compartilhar essa bela imagem
  2. Parabéns pelo relato. A viagem de vcs foi muito top. Conheço todos esses pontos e escolheram os melhores, sem dúvida. Tem muito mais pra explorar mas já deu pra ter uma noção do que a Chapada Diamantina tem a oferecer. Confesso que não conhecia a Nascente Olho D'água, é realmente incrível. Se puder fale um pouco sobre esse lugar, se é aberto a visitação. Tenho alguns relatos e estou fazendo de uma travessia do Pati que fiz com minha esposa, foi a mais incrível, com toda certeza. Forte abraço e caso queiram mais informações sobre a Chapada Diamantina, contem comigo!
  3. Pois é. Muito post fora do contexto. Aproveita o tempo pra planejamento, estudo, enfim, não é tempo de pensar em sair "por ae", principalmente para fora do país.
  4. Fala meu irmão @Ronaldo Paixão Cara, perdão. Vi sua msg quando não tinha nem mais graça. Me diga ai, conseguiu fazer a trip? como foi?
  5. Chegar ao topo de uma montanha ou se refrescar em uma cachoeira isolada na natureza é algo que todo bom aventureiro deseja. Esse é o objetivo que muitos amantes das atividades outdoor tem buscado para relaxar corpo e mente e apesar de proporcionar experiências incríveis e inesquecíveis, essa busca pode ser muito perigosa, uma vez que acidentes podem acontecer. E se, de repente, toda essa alegria virar medo ao se deparar com uma cobra venenosa? E se o pior acontecer, você for picado por essa cobra, o que fazer? Esse post irá trazer algumas respostas importantes para essas e outras perguntas, além de situações vividas por mim e alguns colegas de aventura, confere ai: - Dei de cara com uma cobra, o que fazer? - Antes de tudo, mantenha a calma. Sei que para a maioria não é tão simples assim mas não entrar em pânico e evitar movimentos bruscos são atitudes corretas para esses momentos. - Agora que conseguiu manter a calma, se afaste lentamente e procure ficar a uma distância segura e deixar que ela siga o seu caminho, na maioria das vezes é isso que vai acontecer caso a cobra não se sinta ameaçada. - Jamais toque na serpente. É melhor tratar toda cobra como venenosa e não correr esse risco desnecessário. Independentemente de conter veneno, uma picada pode ser muito dolorosa e gerar infecção. - Fiz tudo isso e a cobra continua no mesmo lugar, e agora? - Em nenhuma hipótese provoque a serpente jogando pedras, cutucando com algum objeto ou até mesmo batendo o pé, isso irá soar como uma ameaça e pode terminar em um acidente. - Se for possível mude sua rota, faça um caminho diferente. Lembre-se, somos visitantes nesses ambientes e devemos ter o máximo de respeito. - Se o caminho for muito apertado e não tiver outra saída, terá que fazer o seguinte: - Procure um galho firme e que garanta uma distância segura e faça movimentos leves para que a cobra se desloque. Possivelmente isso irá resolver seu problema. - O pior aconteceu, fui picado, o que devo fazer? - Em primeiro lugar, mantenha a calma(mais uma vez, rsrsr). A maioria das cobras não são venenosas, portanto a chance de você ter sido picado por uma cobra não venenosa é maior do que o contrário. - Outro alívio é que, mesmo a cobra sendo venenosa, nem sempre os acidentes são letais. Não adiante entrar em desespero, isso irá complicar muito a sua situação. - Estando calmo, agora é o momento de realizar os primeiros socorros e procurar o mais rápido possível um serviço médico. Lembre-se que a vítima não pode se locomover com os próprios meios, isso fará o veneno se espalhar mais rápido. O que NÃO fazer: Não faça sucção do veneno Não faça torniquete ou garrote Não jogue pó de café, álcool ou qualquer outra substância no ferimento O que fazer: Lave o local com água e sabão Mantenha-se hidratado Procure o atendimento médico mais próximo - Se gosta de atividades outdoor, se previna, evite acidentes: - Antes de realizar qualquer atividade ao ar livre, faça um planejamento e isso inclui saber qual estabelecimento médico mais próximo e que atenda a esse tipo de acidente. - Sempre utilize equipamentos apropriados para cada situação. No caso do trekking, seguem algumas dicas: Utilize calçados fechados e calça comprida. Se for um local conhecido por ter bastante cobra, utilize botas de cano alto e calças mais resistentes; Sempre que for utilizar as mãos para se apoiar, preste muita atenção; Mantenha-se sempre alerta para possíveis encontros indesejados; Ao armar sua barraca, procure limpar ao redor. As cobras podem estar escondidas em folhas ou gravetos ou até procurar alimentos nesses lugares; Jamais deixe sua barraca aberta. Além de cobras, outros animais peçonhentos podem entrar e você não vai querer que isso aconteça. E pra finalizar esse post vou contar uma das experiências que tive com serpentes: Ao iniciar a trilha para o Vale do Pati, na chapada diamantina, subindo a serra do ramalho, me deparei com uma Cascavel e como ela estava próximo a folhas secas não a identifiquei antes de dar o último passo em sua direção, foi quando se sentiu ameaçada e quase um acidente acontece. Nesse momento procurei tomar as medidas indicadas acima. Me afastei lentamente e imediatamente a linda Cascavel seguiu o seu caminho. Foi um encontro assustador e ao mesmo tempo incrível. Foi demais poder ficar tão perto de uma cobra tão linda e ao mesmo tempo assustadora. Cada um seguiu o seu caminho e nossas histórias continuaram. E você, já teve um encontro inesperado assim? Conta ai pra gente... Gostou das dicas? Tem algo que poderia contribuir para nosso aprendizado? Vamos lá, o objetivo desse post é que os aventureiros tenham mais segurança e evitem sempre os acidentes. É curtir a natureza com maior prudência para que essa história dure muitos anos. "Da natureza nada se tira além de fotos, nada se deixa além de pegadas e nada se leva além de lembranças" Instagram - @denis.reis Segue um post sobre um tema muito intessante....
  6. Galera. Quem tiver interesse em mais informações sobre o Vale, se dar ou não pra ir sem guia. Estou a disposição. Conheço bastante o vale, tenho relatos de lá tb, caso queiram dar uma olhada ai no meu perfil. Abçsss
  7. Em Janeiro de 2017 fizemos, mais uma vez, a travessia do Vale do Pati. Em 2015 tínhamos feito essa travessia, porém saindo de Andaraí com destino ao Capão. Dessa vez decidimos fazer a rota inversa. O parceiro Rambo estava na Vila me esperando, já que ele tinha feito a trilha da Fumaça por Baixo saindo de Lençóis e eu não pude ir devido ao trabalho. Então nos encontramos na Vila no dia 08 de Janeiro, passamos a noite no Camping e logo no ínicio da manhã pegamos moto táxi para a vila do bomba. Iniciamos a trilha por volta das 8hs. Nosso primeiro ponto de parada foi no Rancho, onde almoçamos e continuamos nosso caminho até a Igrejinha, já no Vale do Pati. Passamos uma noite muito agradável naquele lugar e como sempre fomos muito bem recebidos pelo João. Pela manhã continuamos nosso caminho e a aventura foi boa demais. Fizemos um vídeo com os principais momentos dessa travessia inesquecível! Confira! "> Você pode conferir também outras aventuras em: https://www.mochileiros.com/travessia-andarai-lencois-pati-capao-em-dose-dupla-t117936.html https://www.mochileiros.com/vale-do-pati-capao-debaixo-de-muitaaa-chuvaaaa-t127573.html https://www.mochileiros.com/desbravando-as-belas-paisagens-da-chapada-diamantina-t134428.html Tire suas dúvias em: ================================== Facebook: https://facebook.com/denisreis07 Instagram: https://instagram.com/denis.reis Email: [email protected] ==================================
  8. Isso ai brother. O segredo é manter a calma e pensar no que fazer!!!
  9. A Chapada Diamantina é composta por belíssimas paisagens naturais. Tem opção pra todo gosto e todas as idades. Desde trekking's pesados até caminhadas bem leves a Chapada Diamantina oferece uma natureza extremamente renovadora. Todos os anos nosso grupo de Trekking faz uma expedição mais longa como pode ser visto nos relatos a seguir: travessia-andarai-lencois-pati-capao-em-dose-dupla-t117936.html vale-do-pati-capao-debaixo-de-muitaaa-chuvaaaa-t127573.html Nosso amigo Gildson, mais conhecido como Rambo, decidiu pegar sua motocicleta e partir em direção a Chapada sozinho. A saída ocorreu na sexta-feira por volta de meio dia seguindo pela Br 116 até Milagres e depois seguindo pela BR 242. A intenção era dormir no topo da Cachoeira da Fumaça, mas no caminho ele decidiu ficar por Lençóis e fazer a travessia até o Capão no dia seguinte. Chegando em Lençóis, ficou acampado na Pousada e Camping Lumiar onde encontrou um aventureiro chamado Nei que vinha de São Paulo, também sozinho, para conhecer as maravilhas da Chapada. Os dois conversaram, saíram pra jantar e decidiram fazer algumas trilhas juntos. Nesse mesmo dia Rambo encontrou Flor, um guia parceiro de todas as horas!!! No dia seguinte decidiram visitar a Cachoeira da Fumaça, considerada a segunda maior Cachoeira do Brasil, com seus impressionantes 380 metros de altura. Essa cachoeira recebeu esse nome porque pela altura da queda, a água evapora-se, formando um panorama visual como se fosse fumaça. É algo que realmente impressiona. Nesse mesmo dia eles decidiram voltar e subir o Morro do Pai Inácio, um dos cartões postais da Chapada Diamantina. Com 1.120 metros de altitude, o morro do Pai Inácio descortina a mais bela vista panorâmica da Chapada. São 360 graus de paisagem de tirar o fôlego. Saindo do Pai Inácio nada melhor que refrescar nas águas geladas do Rio Mucugezinho e Poço do Diabo. Após aquele banho renovador voltaram pra Lençóis. Nessa noite choveu muito na região, impossibilitando de fazer o trajeto que tinham planejado para o Domingo. Rambo decidiu então retornar pra Jequié depois de uma despedida emocionante com seu novo amigo Nei. Foi uma aventura rápida mas muito gratificante em que foi possível construir mais uma amizade que ficará marcada pra sempre. E você vai ficar parado???
  10. Olá Dinah, Vamos começar no dia 15. Vou te mandar um email com maiores detalhes!!!
  11. Brother, tem como conseguir o track da fumacinha pra mim?
  12. Olá pessoal, Estou formando um grupo para fazer a trilha do vale do pati em Setembro. Serão 5 dias, 4 noites curtindo o melhor trekking do brasil. Quem tiver interesse favor deixar o whatsapp ou email ou entrar em contato através do email [email protected] que passo maiores detalhes!!!
  13. Olá Adriana, Estou com um grupo em formação em Setembro pra o Vale do Pati. Vamos fazer o roteiro de 5 dias. Se tiver interesse me manda um email que te mando todos os detalhes. Se tiver alguma dúvida estou a disposição também. Grande abraço!!! Meu email: [email protected] Face: https://www.facebook.com/denisreis07
  14. kkkkkkk, acontece Lucas. Verdade armorines, a mente positiva é o segredo!!!
  15. Excelente Otávio. Vou divulgar essas imagens na página do meu grupo. Parabéns a todos os envolvidos. Por uma natureza mais pura!!!
  16. Alguém sabe de algum grupo na Bahia, mais especificamente na Chapada Diamantina? Acho a ideia muito boa. Eu participo de um grupo e sempre fazemos esse trabalho por aqui, apesar de não ser nada oficial, mas todo lixo que encontramos nas trilhas coletamos. Em geral, o pessoal por aqui tem bastante consciência, que continue assim... O face do grupo : https://www.facebook.com/pegadatrekking/?fref=ts
  17. Para aqueles que resolvem trilhar apenas com o mapa e assim como eu já se perderam(e feio, rsrs) nas trilhas, seguem algumas dicas que deram certo pra mim, talvez dê certo pra você também, kkkk. - Estou perdido, e agora? - Ok, pare, respire fundo e se acalme. É normal ficar com medo, mas lembre-se de que um caminho desconhecido não é obrigatoriamente mais perigoso que um caminho conhecido. O pânico faz você tomar decisões erradas - Agora que você está calmo e controlado, sente-se e pense: - A quanto tempo está perdido? - Mentalmente, tente voltar ao último ponto conhecido - Em que direção andei desde lá? - Tente se lembrar de algum ponto de referência e veja se deixou marcas e pegadas Se mesmo assim você continua perdido, e a situação parece desanimadora, então: - É melhor parar e esperar pelo resgate Para ajudar a localizá-lo, faça o seguinte: - Crie um sinal físico. Se for possível abra uma clareira onde está para ficar mais visível. Escreva no chão SOS ou simplesmente X; - Crie um sinal sonoro. O sinal universal de pedido de socorro é qualquer tipo de som repetido três vezes sem intervalos freqüentes. - Faça uma fogueira, mesmo que seja dia. A fumaça é um ótimo sinal. Mas prepare-a com cuidado. Você não quer que a floresta inteira pegue fogo enquanto você está lá perdido; Economize comida e água e não se movimente mais do que precisa - Guarde seus recursos. Você não sabe ao certo quantos dias vai durar. Economizar energia e manter a mente saudável ajudará você a atingir a meta final. - Espere até que os seus suprimentos estejam quase acabando antes de circular mais um pouco Suas prioridades são, nesta ordem: estar seco, estar aquecido, e estar hidratado: - Você pode ficar vários dias sem beber, e mais ainda sem comer, mas estando molhado e com frio, estará vulnerável a ter uma hipotermia. Se você duvidar de que possa ser encontrado antes de anoitecer, procure algum lugar protegido do vento e da chuva. Lembre-se: Nunca entre em desespero, procure ter pensamentos positivos, lembrando das pessoas que você ama e de coisas que são legais pra você. Estar perdido nem sempre significa estar no lugar mais perigoso. Talvez você precise passar uma ou mais noites na trilha, portanto seguem algumas dicas que todo mochileiro deveria seguir: - Informe-se sobre o percurso: Para conhecer a dificuldade, distância e tempo de atividade e tenha uma regularidade de treinamento. - Avise a alguém onde está indo: Procura avisar sobre o dia que vai chegar e o roteiro da trilha; - Leve saco plástico para proteger o material da mochila e para guardar seu lixo; - Leve alimentos práticos e nutritivos e procure sempre se hidratar; - Mantenha um ritmo na caminhada; - Faça alongamento antes e depois da caminhada: Torna a caminhada mais segura e eficiente, por reduzir o risco de lesões e cãibras. Prepara os músculos e as articulações para o exercício e melhoram a circulação sanguínea. Também devem ser realizados logo depois da caminhada porque eles ajudam a retirar o excesso de ácido lático dos músculos, diminuindo a dor que pode surgir após o esforço físico; - Cuidado com os pés: É fundamental que o calçado seja confortável e quando comprar o calçado use antes para amaciar; - Utilize roupa adequada para cada clima; - Esteja sempre atento a todos os detalhes: Nunca deixa de observar o que está acontecendo ao seu redor, animais venenosos podem acabar com tudo que planejou e quedas de galhos de árvores podem causar sérios problemas; - Mantenha sempre bons pensamentos: Quando sair para caminhar, deixe suas preocupações de lado. Tente cultivar bons pensamentos e utilizar a caminhada para relaxar.
  18. Faço parte de um grupo de Trekking que explora as trilhas da Chapada Diamantina há algum tempo, mas queremos conhecer outros lugares, a exemplo da Travessia Petropolis-Teresopolis. Quem já foi e puder dar umas dicas fico grato. Quem quiser conhecer um pouco de nossas trips ou quiser dicas da Chapada Diamantina pode curtir nossa página: https://www.facebook.com/pegadatrekking/?fref=ts
  19. O vale do Pati, localizado no coração da Chapada Diamantina, passou por um período de agricultura extensiva que saiu de cena pra dar lugar a um espaço para consciência ecológica. Os moradores locais(nativos) passaram a viver do Turismo, tornando suas casas pontos de apoio para os mochileiros. Atualmente a trilha do Vale é uma das mais frequentadas do mundo e considerada por muitos a mais bonita do Brasil. Os moradores recebem os turistas em suas casas e cobram pela estadia. Ao longo de todo o vale é possível encontrar casas de nativos, que estão localizadas próximas aos principais atrativos. É possível também se alimentar nesses pontos. Geralmente quando o grupo vai com Guia, o valor pago já inclui as pernoites e alimentação. Os pontos de apoio dão a opção de pernoite em barracas, quartos com ou sem colchão. Nos quartos sem colchão o mochileiro usa seu isolante térmico. Logicamente os preços variam de acordo com o conforto, rsrs. Os valores variam bem pouco, geralmente é cobrado por pessoa os seguintes: DIÁRIA - Diária completa(colchão+café+jantar) ............R$100,00 - Colchão ..............................................................R$ 35,00 - Isolante .............................................................R$ 25,00 - Barraca ..............................................................R$ 20,00 REFEIÇÃO - Café da manhã ..................................................R$ 35,00 - Jantar ................................................................R$ 35,00 Os pontos mais conhecidos no Vale são: - Casa de Sr. Wilson - Nesse ponto não é permitido dormir em Barraca. Você pode pagar a diária que inclui Pernoite em quarto com cama, jantar e café da manhã! - Igrejinha/Ruinha - É o ponto mais próximo pra quem vem de Guiné. Lugar bacana com área de camping grande. Nesse ponto a cozinha compartilhada pode ser usada no valor de R$10,00 por grupo. Facebook - https://www.facebook.com/profile.php?id=100008492704762&fref=ts - Casa de André(Alto do Luar) - André é filho de Dona Raquel e tem uma casa de Apoio bem próximo a dela. Fica bem no alto, por isso esse nome. Lá não serve alimentação mas a cozinha é disponível pra fazer aquele rango. É um lugar muito agradável pra passar a noite. Facebook - https://www.facebook.com/altodoluar/?fref=ts - Casa de Dona Raquel - Nesse ponto você pode pagar a diária completa pois sai um rango delicioso. Facebook - https://www.facebook.com/pousada.paty?fref=ts -Prefeitura/Casa de Jailson - Jailson também é filho de Dona Raquel e tem uma casa que já foi a prefeitura do Vale há muitos anos. Esse ponto é especial porque fica de frente pra melhor visão do Morro do Castelo. Muito top!!! - Casa de Sr. Eduardo(Domingos) - Atualmente essa casa é administrada atualmente pelo neto de Sr. Eduardo, Domingos. Um cara muito gente boa que recebe os turistas com muita alegria, vale a pena visitar. Esse é um ponto muito visitado porque é o mais próximo do Cachoeirão por Baixo. Facebook - https://www.facebook.com/profile.php?id=100011172885185&fref=ts - Casa de Sr. Jóia - Essa é a última casa do Vale, ponto mais próximo a ladeira do Império que da acesso a cidade de Andaraí Existem outros pontos de apoio como de Dona Léia, Dona Linda, Escolinha do Pati, mas em todos os pontos os turistas são recebidos com muita educação, gentileza e simplicidade do povo nativo. A experiência de estar no vale é incrível. Caso tenha alguma dúvida estou a disposição. Em breve lançarei um post sobre os atrativos do Vale!!! Segue um documentário do vale que mostra alguns nativos:
  20. Parabéns pelo relato, muito bem detalhado. Eu já tive no Pati 6 vezes e não consigo parar de pensar em voltar, rsrrsrs. Todas as vezes fui sem guia também. Mas como você mesmo disse, só recomendo pra quem já tem uma certa experiência, o guia é essencial pra quem não conhece e quer ter um pouco mais de tranquilidade e conforto, mas cuidado com os guias, pesquise bem. Conheço alguns guias e realmente existem aqueles muito mal educados, enquanto outros são pessoas maravilhosas, a exemplo do Flor que o colega marcelo comentou. Tenho dois relatos de trilhas no Pati e Capão, tem alguma informações que podem ser úteis pra quem vai conhecer esse paraíso. Segue: travessia-andarai-lencois-pati-capao-em-dose-dupla-t117936.html vale-do-pati-capao-debaixo-de-muitaaa-chuvaaaa-t127573.html
  21. Fazemos parte de um grupo chamado Pegada Trekking da cidade de Jequié-Ba composto por Vandic, Gerson, Gildson, Laudemir, Denis, Allan e Joilton. Sempre estamos indo a Chapada Diamantina. Esse é lugar é muito especial pra nós. Além de ser incrivelmente lindo, é um lugar com muita trilha a ser explorada, e é o que temos feito. Decidimos repetir a trilha completa saindo de Andaraí com destino a Lençóis passando pelo Vale do Pati e Capão. No ano de 2015 eu fiz essa mesma trilha com Gildson(mais conhecido como Rambo) e o relato está em http://www.mochileiros.com/travessia-andarai-lencois-pati-capao-em-dose-dupla-t117936.html Esse ano foram 4. Vandic(Kid), Gerson(Crasy), Denis(Hortega), Gildson(Rambo). Como a virada do ano caiu numa Quinta-Feira, decidimos sair na segunda pra passar esses primeiros dias do ano com a família. Então no dia 4 de Janeiro saímos de Jequié-Ba por volta de 8hs com destino a cidade de Lençóis. A aventura foi muito top, passamos alguns momentos difíceis, muita chuva, mas no fim foi muito gratificante estar naquele lugar mais uma vez. 1º DIA - No dia 4 de Janeiro de 2016 saimos de Jequié pela manhã com destino a cidade de Lençóis. Chegamos por volta de 12h30min e fomos logo procurar um lugar onde deixar o carro. Como nosso parceiro Jó(Logan) já havia se hospedado em uma pousada em Lençóis, ele nos indicou pra que deixássemos o carro lá. Fomos recebidos muito bem na pousada e o proprietário conseguiu um local pra deixar o carro. O próximo passo seria conseguir uma condução para a cidade Andaraí, onde iniciaríamos a trilha no dia seguinte. Naquele horário não tinha mais ônibus e após alguns contatos conseguimos uma condução para a cidade de Andaraí no preço "camarada", kkk. Chegamos em Andaraí as 16h30min e ainda não sabíamos onde passar aquela noite. Decidimos procurar um local pra tomar banho e descansar um pouco e acabamos parando no Restaurante de Samira. Até aquele dia o clima estava muito quente e os rios estavam secos devido a falta de chuva, mas no final da tarde o tempo começou a mudar e ficamos ali olhando a chuva, conversando e aguardando o horário da janta, rsrs. Um maravilhoso peixe preparado por Samira, tudo de bom. A própria Samira nos indicou um lugar pra dormir. Então fomos até esse local, tomamos banho, dormimos confortavelmente por apenas R$20,00 e os colegas ainda estavam pedindo desconto,kkkkkkkk. Enfim, passamos a noite ali e decidimos acordar as 4:30 pra sair as 5hs. 2º DIA - Como previsto acordamos as 4:30, preparamos um Malto, tomamos e saímos com tudo escuro ainda. Na saída de Andaraí para a Serra do Ramalho encontramos Domingos. Ele disse que iria mais tarde pra o Pati e que nos encontraríamos por lá. Começamos a subida 5hs e o clima estava muito agradável. No caminho encontramos um casal com seus dois filhos que viam do Pati, conversamos um pouco e continuamos a subida. Chegamos ao topo por volta das 9hs. Tiramos algumas fotos, curtimos aquele visual incrível e descemos a ladeira do Império. Decidimos então almoçar na Ponte. Chegando lá, tomamos aquele banho relaxante e fomos preparar o almoço. Depois de um banquete uma boa relaxada foi vital. Nesse período começou a chover e tivemos que sair na chuva com destino a Casa de Sr. Eduardo(Domingos). Chegando lá conversamos um pouco, Domingos já estava por lá, e fomos tomar um delicioso banho no Poção que fica logo abaixo da casa. Como chegamos cedo, por volta das 15hs, a tarde foi de descanso e muita resenha, rsrs. Inclusive nosso parceiro Kid viu um pássaro e disse que era uma Cutia, kkkkkkkkkkkk. Foram momentos muito agradáveis que passamos ali. No final da tarde chegou um pessoal do Cachoeirão por baixo que estava indo pra Sr. Wilson. Por incrível que pareça eles tinha lido nosso relato antes de ir pra essa trilha e nos reconheceram. Trocamos contatos e damos a ideia de dormirem em André devido ao horário e assim o fizeram. O jantar foi preparado e foi muito top. Lentilha, arroz, ovo, abóbora e uma pimenta que tava saindo faísca. Domingos tinha preparado a 1 ano atrás e a vasilha estava fechada todo esse tempo, rrsrsrsrs. Rambo quase morre de tanta pimenta, kkkkkkk. Enfim, chegou a noite e foi muito agradável, bastante chuva. 3º DIA - Acordamos cedo, havia chovido a noite inteira, o clima estava bem úmido. Mas não podíamos esperar porque o plano desse dia era ir na Cachoeira do Calixto. Tiramos algumas fotos com Domingos e partimos em direção a prefeitura. Chegando lá, deixamos as mochilas e fomos no Calixto. Pegamos muita chuva na trilha e quando chegamos por lá não tinha nada que não tivesse molhado, rsr. Mesmo assim entramos naquela água hiper, mega gelada. Quando entramos na água parecia que estávamos entrando no bloco de gelo, loucura demais, kkkkkkkkkk. Fomos até a queda d'água e voltamos porque o frio estava intenso. Fizemos um lanche ali mesmo com um tangão de uva, e voltamos pra Prefeitura. Chegamos lá por volta de 15 hs. Almoçamos e saímos debaixo de muita chuva pra Casa de André onde passamos aquela noite. Tinha muita gente na casa esse dia, tava difícil conseguir um lugar pra domir. Mas André conseguiu um quarto onde passamos a noite. Antes de dormir, Crasy preparou aquele Cuscuz e os guias locais estavam fazendo Pizza no fogão a lenha, pense numa delícia. Com barriga cheia fomos dormir de boaaa. 4º DIA - Como choveu muito durante a noite e agente estava sem barraca, decidimos sair cedo e ir direto pra o Capão nesse dia e tirar a cachoeira dos Funis da rota. E assim fizemos, após tomar o café da manhã iniciamos a trilha. Passamos pela casa de Sr. Wilson, tomamos um café e ele nos ofereceu um bolo de banana delicioso. Subimos a trilha em direção a Igrejinha. Chegando lá conversamos um pouco com João e seguimos em direção ao Rancho pelos Gerais do Vieira. Essa trilha, apesar de não ter o visual dos Gerais do Rio Preto, é um pouco mais curta. Chegamos no Rancho por volta de 14 hs. Tomamos um banho naquele poço geladíssimo, almoçamos um rango top, sempre acompanhado de Tangão, kkkkkkk. A demora ali foi pouca porque ainda tinha muito chão até o Bomba. E ao sairmos pegamos a chuva mais forte de todos os tempos. Foi uma tempestade bruta. Decidimos fazer essa parte da trilha descalços porque a trilha virou Rio, foi muito forte. E isso nos atrasou bastante. Chegamos no Bomba perto de 18hs. Não tinha mais carro pra nos conduzir ao Capão. Aliás, tinha um parceiro chamado Sérgio mas ele estava esperando um pessoal que estava vindo nessa trilha também e foi contratado por agência por isso não pôde nos levar. Não tinha nem pastel servindo mais na Vila. Kid sumiu por uns minutos e voltou com umas 60 bananas, kkkkkkkkk. O bixo é selva viu, rsrrs. A nossa salvação foram essas bananas e um brother das montanhas que chegou do Capão e estava esperando um pessoal dele, e se dispôs a nos levar na Vila. Ele estava super preocupado com seu grupo devido as fortes chuvas e nos colocamos a disposição caso precisasse fazer o resgaste. Felizmente não foi preciso. Chegamos no Capão debaixo de chuva que durou toda a noite. As pousadas estavam lotadas e depois de muita procura conseguimos um quarto com 4 vagas na Pousada de Seu Dai, foi a conta, rsrs. Tomamos um banho quente e a chuva não parava. Como estávamos com muita fome, saímos com o isolante térmico de Rambo para proteger da chuva, kkkk. Foi muito engraçado. Até que encontramos um lanchonete natural e foi o que ajudou a renovar as forças. 5º DIA - Depois de mais uma noite de muita chuva acordamos de boaaa. O descanso foi merecido. Agente não estava com pressa pra sair nesse dia porque iríamos dormir na toca dos macacos na trilha da Cachoeira por Baixo. Então ficamos um pouco na Vila do Capão, mandamos e recebemos notícias dos familiares e tudo estava bem. Por volta de 11hs decidimos iniciar a trilha, isso depois de bater aquele rango, kkkkkkk. Na subida a chuva começou e quando chegamos na Cachoeira da Fumaça, só tinha fumaça mesmo, rsrs. A neblina era muito forte e não dava pra ver a queda, apesar de estar muito forte. Ficamos pouco tempo ali pois estava muito frio e logo descemos em direção a toca dos macacos. A descida foi bem tensa porque meu joelho e o de Kid estavam doendo muito, além do frio e a roupa toda molhada. Foi selva essa hora, rsr. Mas enfim chegamos na Toca e ascendemos fogo, fizemos um café com leite quente, colocamos roupas secas e ficou tudo de boaaa. Armamos acampamento ali mesmo na Toca. Eu resolvi armar minha barraca nesse dia. Recebi uma carta da minha esposa que Rambo levou escondido todos esses dias de tilha, rsrs. Foi um momento marcante. Não demoramos muito e fomos logo dormir. 6º DIA - Esse foi o último dia de trilha. Então acordamos cedo, comemos algo e já partimos. Apesar do ótimo descanso da noite, a dor no joelho não passava e isso atrasou um pouco a trilha. Saímos da toca dos macacos por volta das 7h30min e a paramos no Capivari, onde relaxamos um pouco, principalmente o joelho na água gelada. Chegamos no palmital e fizemos uma nova parada, dessa vez pra o almoço. Aconteceu uma coisa que foi muito engraçada. Estávamos com bastante fome e tudo o que sobrou na mochila foram alguns miojos e sardinhas, kkkkkkkk. Depois de juntar tudo sobrou um pouco pra cada. Eu resolvi almoçar em cima de uma pedra com vista pra Cachoeira e com a panela na mão escorreguei e toda minha comida ficou na pedra. Os parceiros deram muita risada, mas eu consegui aproveitar quase tudo, ficou um restinho lá para os pássaros, kkkkkkk. Foi tenso, mas depois demos muita risada da situação. Descansamos um pouco e seguimos a trilha com mais uma parada na Toca da Onça. A descida da serra do Veneno foi bastante tensa principalmente pra mim e Kid, já que os nossos joelhos estavam doendo muitoooo a essa altura. Mas com muita paciência e persistência chegamos no Ribeirão do Meio ainda de dia. Ao chegarmos em Lençóis fomos para a Pousada onde ficou o carro e negociamos um preço camarada pra dormida, banho e café da manhã. Depois de tomar banho, dar notícias as famílias e amigos saímos nas ruas de Lençóis pra bater aquele rango merecido. Encontramos um lugar que tinha um Feijão toppp, com muita pimenta claro, kkkk. Na volta pra Pousada encontramos os parceiros de Minas Gerais que passaram por nós lá no inicio da trilha no Pati. Eles tinham acabado de chegar em Lençóis. Foi um encontro muito bacana. Dormimos bem demais essa noite. 7º DIA - Acordamos, tomamos aquele café show e partimos com destino a Jequié. Fizemos uma parada na Toca do Morcego em Andaraí e seguimos viagem. E assim terminou essa trip!!! Sem dúvida, foi uma das experiências mais incríveis de todas. Apesar de todo esforço, de toda chuva, valeu muito a pena ter passado por tudo isso. Sempre vale a pena estar em um lugar tão bom como a Chapada Diamantina. Nunca vamos esquecer cada minuto que passamos ali. Muitos detalhes não entraram no relato mas todos estão gravados em nossas mentes pra sempre!!! Qualquer dúvida pode entrar em contato conosco. Seguem os dados: FAcebook Pegada Trekking - https://www.facebook.com/pegadatrekking?fref=ts Facebook Denis(Hortega) - https://www.facebook.com/denisreis07 Facebook Vandic(Kid) - https://www.facebook.com/vandic.reidner?fref=ts Facebook Gerson(Crasy) - https://www.facebook.com/gerson.almeida.127?fref=ts Email Denis - [email protected] Email Gildson(Rambo) - [email protected]
  22. Fazemos parte de um grupo chamado Pegada Trekking da cidade de Jequié-Ba composto por Vandic Reidner, Gerson Almeida, Gildson Souza, Laudemir Santos, Denis Reis e Allan Pires. Sempre estamos indo a Chapada Diamantina. Esse é lugar é muito especial pra nós. Além de ser incrivelmente lindo é um lugar com muita trilha a ser explorada, e é o que temos feito. Já fizemos a trilha do vale do Pati por várias vezes e também a travessia Capão Lençóis mas nunca havíamos feito a travessia completa de Andaraí a Lençóis passando pelo Pati e pelo Capão. No ano de 2014 decidimos que íamos fazer essa travessia começando no dia 2 de Janeiro de 2015. Porém chegando mais próximo do dia, alguns colegas não puderam participar devido a forças maiores e sobrou apenas eu(Denis) e Gildson, mais conhecido com o Rambo da Chapada, rs. Então resolvemos encarar essa parada juntos. 1º DIA - No dia 2 de Janeiro de 2015 partimos da cidade de Jequié às 3:30 da manhã com destino a Lençóis. Chegamos em Lençóis por volta de 8hs. Nossa intenção era deixar o carro em uma pousada de Lençóis e pegar um ônibus com destino a Andaraí para começarmos a trilha, porém o ônibus que passaria 9hs passou 12:30hs devido a grande movimentação de início de ano. Fomos em pé no ônibus até Andaraí pois não tinha nenhuma poltrona disponível. Chegamos em Andaraí por volta de 14 hs e logo iniciamos a trilha em direção ao Vale do Pati. Iniciamos a subida da serra do Ramalho e o sol estava muito quente, as pedras ajudavam a aumentar a sensação térmica. Nossa intenção era dormir já no vale na casa de Sr. Eduardo que está sendo cuidada por seu neto Domingos. Mas, devido a esse atraso do ônibus não foi possível, tivemos que dormir na trilha próximo a Ladeira do Império. 2º DIA -No dia seguinte iniciamos a descida da ladeira do Império e chegamos na Ponte, onde paramos pra uma boa relaxada naquela água maravilhosa e tiramos algumas fotos. Dali partimos para a prefeitura do Pati onde paramos pra um belo almoço em frente ao magnífico Morro do Castelo. Após bater um papo ótimo com o Jailson (Filho de Dona Raquel) e sua família fomos para casa de André que também é filho de Dona Raquel e tem uma casa muito aconchegante bem pertinho da casa de sua mãe. Eu, particularmente, me sinto muito bem na casa de André, é uma pessoa muito agradável e o ambiente também. Nesse dia aconteceu algo inédito no Pati, um helicóptero pousou no campinho que fica em frente a casa de D. Raquel, era de um casal do Rio de Janeiro que veio passar a noite ali(que essa moda não pegue). 3º DIA -Dormimos maravilhosamente bem, tomamos café da manhã e partimos para a Cachoeira dos Funis, antes passamos casa de Sr. Wilson para bater aquele velho papo. Na cachoeira tomamos aquele banho top e almoçamos por ali mesmo. Saimos da cachoeira por volta de 13hs por uma trilha que sai na Igrejinha ou Ruinha como quiserem chamar. Damos mais uma parada ali e partimos em direção ao Rancho, um local que costuma servir de camping para quem está fazendo a travessia do capão para o Pati ou vice-versa. O Rancho fica mais ou menos no meio do caminho entre a Igrejinha e a Vila do Bomba, nosso próximo destino. No rancho passamos aquele frio, rs, mas foi uma noite muito boa. 4º DIA -No dia seguinte partimos cedinho para a Vila do Bomba, chegando lá tomamos um ótimo Caldo de Cana com Pastel de palmito de Jaca que é sensacional. Da vila do Bomba para a Vila do Capão são cerca de 7 km de estrada de Chão, então resolvemos pegar moto-táxi para adiantar. Chegamos na Vila do Capão por volta de 9:30hs e ficamos ali até 12 hs. Comemos um cuscuz muito show, rs. No mesmo dia partimos para a trilha da Cachoeira da Fumaça. Subimos com o sol muito quente, gastamos aproximadamente 1:30 para chegar na Cachoeira mais linda do Brasil. Tinha bastante gente lá tirando fotos e curtindo aquele visual indescritível. Ficamos ali por alguns minutos e logo continuamos a trilha pois nossa intenção era dormir na Toca dos Macacos naquele dia. Meu joelho estava doendo muito e a bota estava machucando o dedo mas mesmo assim conseguimos chegar na toca dos macacos por volta de 17 hs. Esse dia foi o mais cansativo, pois saimos do Rancho e chegamos na toca dos macacos no mesmo dia. Nesse lugar tinha um grupo grande com um guia local. Dormimos cedo nesse dia pois estávamos bem cansados. 5º DIA -No dia seguinte saimos cedo em direção a cachoeira do Palmital, mas antes aquela parada obrigatória no Capivari para um banho matinal relaxante e o café da manhã. Ficamos ali por alguns minutos e subimos em direção ao Palmital. Esse dia foi bem tranquilo pois estávamos bem adiantados, queríamos chegar na Cachoeira, montar acampamento e curti aquele dia de boa. E foi o que aconteceu, chegamos por volta de 11 hs da manhã e ficamos ali o dia inteiro sem fazer exatamente nada, rsr. Só curtindo aquele visual e tomando banho. Jantamos e fomos dormir ansiosos pois no próximo dia iríamos chegar em Lençóis e finalmente falar com nossas esposas que estavam aguardando notícias. 6º DIA - Iniciamos a trilha rumo a toca da onça, chegando lá curtimos mais uma vez o visual, tiramos mais algumas fotos e descemos para o vale dos muriçocas, onde reabastecemos nossos cantis. Andamos mais um pouco e logo percebemos que tínhamos sinal de celular e não perdemos tempo em ligar pra casa, rs. Foi muito bom falar novamente com pessoas que amamos. Descemos mais um pouco e logo chegamos no Ribeirão do meio que já fica a 1,5km de Lençóis. Aquele pulo no Ribeirão foi demais, tirou toda a carga de cansaço que estava em nós. Andamos mais um pouco e pronto, chegamos ao destino final onde o carro estava bem guardado. Essa foi um experiência incrível que mesmo com todo esforço valeu muito a pena pelos momentos que vivemos ali. Foi uma oportunidade dada por Deus que nunca vamos esquecer. Facebook Denis - https://www.facebook.com/denisreis07 FAcebook Pegada Trekking - https://www.facebook.com/pegadatrekking?fref=ts [email protected] [email protected]
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