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lucci

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    estudante pra concurso público
  1. Nas subidas que já fiz, pra acamps, foi umas 10 horas de caminhada, só pra subir. Pra descer fica por volta de 9 horas. Mas, se o pessoal não estiver muito cansado, e o terreno não estiver escorregadio, o trecho de descida entre o Getúlio (1400m alt.) e o Dílson pode ser feito meio que no cooper.
  2. Rola sem problema dormir no sítio e começar a subir na hora q der na telha. Nunca ataquei, todas as x q fui, foi pra acampar. Por exemplo, teve uma vez q eu e mais 2 pessoas, com lanterna de cabeça, fomos de noite até o A1, acampamos lá, pra no dia seguinte chegar ao cume.
  3. Bate-volta, no PP, em menos de 7h? Só se for com um pessoal Jedi. Ou vc tá falando do horário? Uma solução seria dormir na fazenda. ou ver o fone do Dílson, e tentar comover o homi para liberar a entrada mais cedo, o q acho pouco provável atualmente. PP pela Bolinha vai demorar mais, pois é uma rota melhor pros morros Tucum, Camapuã e Ciririca, e pior pra morros como PP e caratuva.
  4. Pelo que sei, atualmente pode entrar no sítio do Dilson a partir das 7h e até 22h. Relatos de bate-volta feitos por pessoas comuns (leia-se, sem asas nos pés) informam tempos de 10h pra caminhada. O clima de lá é parecido com o de Curita, só que uns 5 graus mais frio, e com o tempo tendendo a ser mais nublado/chuvoso.
  5. Mas pelo que eu tava vendo nos horários de busão, parece que são só alguns do Ctba-4B via 116 que esticam até Borda do Campo, não todos... Alguém pode confirmar isto? E metropolitano de Porto até Morretes, tem normal, ou dependemos de kombi e taxi? Se tiver uma boa oferta de taxi em Porto, é uma boa, mas já passei várias vezes por lá depois de Itupavas, e não lembro de ter visto taxis.
  6. lucci

    Parque Estadual do Marumbi

    Não sei de ninguém que faça transporte de Porto de Cima até uns 5 km pra dentro da estrada que vai até a estação Eng. Lange. Antes até tinha, mas pararam com o serviço. Assim, a única solução que conheço fora o caríssimo trem é ir de busão até Porto, e de lá dar uma pernada até a Estação Eng. Lange. Até lá tem estrada. Aí, pega uma trilha até a Estação Marumbi, faz um pit stop e sobe o morro. Não sei como está a situação pra usar o camping lá atualmente, pois ouvi dizer que iam fechá-lo pra reformas, mas não sei o fone de lá.
  7. - Sobre os grampos não sei como estão. O que "ouvi ler" é que recolocaram mais ou menos metade deles. Teve um ex-colega meu que subiu com uns amigos (de cargueira) na época q tava sem grampo algum, e ele falou q teve mais de 1 momento que parceiros de trilha quase foram escalar as barbas de São Pedro naquele trecho mais íngreme que tem entre o A1 e o A2. Mas agora parece que tá menos hardcore. - Quanto a subir até o cume com cargueira, já fiz isto, mas claro que o tempo de caminhada fica bem além das 5 horas, chegando a umas 10 horas só de pernada, sem considerar as paradas pra descanso, que
  8. Por falar em carrapatos, já vi esta desgraça até no Laguinho Morto. Então, quem puder caminhar 2 horas e acampar pouco depois do cume do Getúlio e pouco antes da bifurcação Caratuva-PP, eu recomendo.
  9. Não é o ideal, mas fiz isto por vários anos (e ainda faço, já que não tenho muitos sacos impermeáveis) e eu diria que, sem vc amarrar a boca, a eficiência é de uns 80%. Se amarrar, chega perto dos 100%. Alguém até pode relatar um índice de eficiência pior, mas pelo menos foram estes índices que verifiquei.
  10. Uma ressalva quanto aos carrapatos: um tempo, acreditei que estivesse havendo negligência do Dílson quanto ao cuidado com as camas do sítio. Mas recentemente pensei no seguinte: usuários podem deitar na grama, seja no sítio ou nos locais de acampamento (principalmente o famoso Laguinho Morto) e podem acabar deitando nas camas dos aposentos dilsonianos sem ter os devidos cuidados com a higiene, acabando por contaminar camas mesmo que elas aparentem estar limpas.
  11. Uma ressalva quanto aos carrapatos: um tempo, acreditei que estivesse havendo negligência do Dílson quanto ao cuidado com as camas do sítio. Mas recentemente pensei no seguinte: usuários podem deitar na grama, seja no sítio ou nos locais de acampamento (principalmente o famoso Laguinho Morto) e podem acabar deitando nas camas dos aposentos dilsonianos sem ter os devidos cuidados com a higiene, acabando por contaminar camas mesmo que elas aparentem estar limpas.
  12. Interessante seu relato, Boechat. Todos os relatos anteiores que eu tinha lido, falavam num desempenho do álcool em barra inferior ao líquido. E parece que não foi assim desta vez. Este álcool em barra derrete? É que estou pensando em fazer uma espiriteira de reserva pros perrengues, mas tenho medo que combustíveis como parafina e álcool sólido derretido venham a tornar a brincadeira perigosa.
  13. ESTE é o maior problema! Fui 2 x lá, as 2 com bom visu do planalto, e absolutamente nenhum visu em direção ao litoral...
  14. Farofagens à parte, o máximo que já fiz nesta área foi comer miojo chips! E... teve uma vez, há vários anos, fiz um serviço number 2 que não cobri adequadamente. Mea culpa. Mas hoje já sou mais consciente. Quanto à questão da farofagem, tem o farofa ignorante e o farofa maloqueiro. Acho que deveria ter um cartaz na casa do sítio (não na entrada da trilha, porque aí ninguém vai ler) com as regras básicas de conduta, e avisando do risco de punição aos meliantes. E aos que, mesmo com advertências, persistirem no erro, o lance é tirr foto na moita, e passar ao Dílson (que terá todo o pr
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