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  1. E aí galera, tudo bem? Dia 18/04 comecei um mochilão por alguns lugares da América do Sul e resolvi ir deixando umas dicas mais fresquinhas aqui pra vcs conforme vou passando nos lugares, pois sei quanto são importantes pro planejamento de viagem. Não postarei muitas fotos, a não ser de lugares essenciais, tipo dicas. Quem quiser ver as fotos bonitinhas da viagem pode acompanhar no insta @alanalanlana ou na #lanasulamerica (momento blogueira hahaha). Bom, bora lá às dicas então: Comprei minha passagem só de ida pra Sta Cruz de la Sierra pela Latam, pro dia 18/04, que me custou R$ 494,72 (saindo de SP). Vale ressaltar que a passagem tinha uma escala em Lima de 2h, mas como eu comprei meio que em cima da hora era a melhor opção, pois o vôo direto pela Gol tava uns R$ 900,00. Uma história que acho legal sobre a compra dessa passagem é que comprei a msm passagem uns dias antes (acho que 09/03) por uns R$ 490,00, só que com uma escala de 13 horas em Lima (!). Tudo isso pq a passagem com a escala de 2 horas tava uns cento e poucos reais mais cara e eu queria economizar. Eu já ia pra Lima em algum momento da viagem, mas pensei que poderia passar um dia lá matando o tempo dessa escala antes de chegar na Bolívia. Resumindo, comprei a passagem, mas dps que fui pesquisar vi que se eu saísse do aeroporto durante minha conexão, qdo voltasse pra fazer o check in do meu outro vôo, que também era internacional, teria que pagar uma taxa de uns 30 e poucos dólares, ou seja, o valor que eu tinha economizado, ou mais. Daí cancelei a passagem dentro das 24 horas permitidas pra reembolso total e dps comprei a outra. Então vale lembrar que é sempre bom a gnt ficar esperto pq às vezes uma economia pode ser uma economia burra. Lembrando tbm que isso que eu falei vale pra conexões de voos internacionais no Peru, se eu não me engano pra quem vai fazer conexão lá com destino nacional (Ex: voa pra Cusco, mas com conexão em Lima) acho que não tem essa taxa. Antes de viajar comprei tbm meu trecho Sta Cruz × Sucre por R$ 135,74 (já com o IOF) pela Amaszonas ( que todos falam bem, mas eu não tive tanta sorte, conto mais pra frente). Eu tava decidida a viajar apenas com reais, e inclusive ir pro Atacama com reais, msm todo mundo falando que lá é melhor ter dólares. No dia da viagem comprei uns dólares pra levar pra lá e realmente foi melhor. Não foi uma PUTAAA economia, mas foi uma economia. Nos outros lugares talvez seja muito melhor tbm, mas acabei usando real. Vou tentar colocar a cotação do real e do dólar pra vcs fazerem suas próprias contas pq eu to com preguiça e to no celular (por isso não tem edição bonitinha hahaha). Comprei 1 USD a R$ 3,57 (dia 18/04, já com IOF). Fiz seguro viagem pra uns 3 meses pela Mondial Seguros e paguei R$ 258,57, isso pq peguei uma promoção de 35% de desconto do Melhores Destinos (o valor normal tava uns R$ 460). Uns dias antes da minha viagem eles fizeram uma promoção com desconto de 50%, então vale a pena receber a newsletter deles. A princípio eu tava pensando em fazer toda a viagem de busão ( tem um bus SP x Sta Cruz), não tanto pela economia, pq era só um pouco mais barato que passagem aérea) mas pela experiência tbm. Acabei não fazendo isso pq pra fazer um seguro de viagens mais longo vc necessariamente tem que ter uma passagem aérea de saída do Brasil ( isso pela Mondial; pela World Nomads se eu não me engano podia ser de ônibus tbm, mas o seguro era qse R$ 900). Agora que já andei um pouco de ônibus nessa viagem vou ser bem sincera com vocês: graças a Deus vim de avião hahahaha. Não vale a pena passar tanto tempo assim num ônibus desnecessariamente. Tbm acabei reservando o Hostel Kulturberlin em Sucre pela Booking pq tava fuçando lá e as três diárias ficaram por R$ 71,00, com café da manhã e sem pagamento antecipado. Ficou mais barato do que reservar direto chegando lá, mas acho que foi uma das poucas exceções. Tô viajando com um mochilão de 60L da Quéchua, abarrotado de roupas hahaha e com capa de chuva pra ele, que é bom pq proteje da sujeira. Não comprei nada muito tecnológico pra frio, tô viajando com blusa normal e de especial comprei uma segunda pele (daquelas de meia fina msm) e duas meia calças (uma de microfibra, que esquenta mais, e uma de acrílico). Trouxe uma jaqueta corta vento e um fleece, que eu já tinha. Só um adendo quanto à corta vento: apesar de já ter visto todo mundo falar eu trouxe minha corta vento e fiquei meio emburrada pq não tava botando fé nela (cabeça dura), pq ela não é daquelas que esquenta, parece capa de chuva de motoqueiro hahaha. Mas vou falar pra vcs, a bixa funciona hein! Então se vcs têm uma dessas tragam, pq ela faz diferença na hora de não passar frio. Tbm trouxe umas botas impermeáveis da Quéchua, que eram das mais batatinhas, e tão cumprindo a função pra andar em pedras e tals. Ainda não peguei chuvona com elas mas pra andar em poças e lugares um pouco alagados são boas. A única coisa que não gostei é que elas escorregam em pedras molhadas. Quanto à vacina de febre amarela: eu já tinha tomado e já tinha o comprovante internacional há alguns anos, mas como todo mundo fala: ninguém pede. Acho que esses foram todos os preparativos pré viagem, bora pro rolê! BOLÍVIA Santa Cruz de la Sierra 19/04 Embarquei dia 18/04 no aeroporto de Guarulhos com destino a Lima e de lá tinha um vôo pra Santa Cruz de la Sierra. Cheguei cedo, fiquei lá no aeroporto com o pessoal, embarquei no horário só que assim que entrei fiquei dando um rolezinho no Duty Free (não comprei nada #pobre). Resultado: qdo eu chego nas esteiras já tão os cara da Latam me chamando pelo nome, tive que sair correndo, mó vergonha hahahhaa. Os vôos foram tranquilos, meu celular mudou de horário automaticamente, msm eu estando com o chip da Vivo (e ele sempre muda qdo mudo de fuso, msm com outro chip ou sem sinal). Cheguei em Sta Cruz umas 4h, e no aeroporto msm troquei R$ 50 por R$ 1 = Bs 1,70, o que me deu Bs 85 (bolivianos, que é a moeda deles). Lá no aeroporto msm já tem um guichê da Entel, que é uma operadora de lá e você pode comprar um chip por Bs 10. Eu acabei comprando um chip da Entel msm, mas não lá, mas o preço é igual. Outra operadora famosa é a Tigo, mas não vi guichê pelo aeroporto. Pelo que eu percebi a cobertura das duas é igual, talvez o que mude seja a burocracia na hora de registar, pq pela Entel é meio chatinho pq eles registram o cel e o IMEI, mas não tenho ctz. Enfim, saí do aeroporto e peguei um dos táxis oficiais até a casa da menina que eu ia ficar (fiz couchsurfing). Ela mora um pouquinho dps da Praça Principal lá e o táxi saiu Bs 70, mas acho que esse é o preço padrão pra quem fica nos hostels lá pelo centro tbm, pq tá tudo no 1° anillo. A corrida foi tranquila, cheguei na casa da Mirlla, tomei um banho e dormi, pq tava podre da viagem. Acordei e a Mirlla foi comigo fazer câmbio, comer alguma coisa e me mostrar a cidade. Pegamos um bus, que todo mundo chama de micro pq realmente é minúsculo em todos os lugares da Bolívia, é pagamos Bs 1 cada, que é a tarifa de estudante. Como a Mirlla pagou pra mim acho que ela só falou que era estudante (pq ela é)e o cara cobrou sem ver nada, mas a tarifa normal é Bs 2. Lá não tem ponto, em qlq lugar vc faz sinal e o bus para, ou pede pra bajar em tal canto e o bus para pra vc descer. Além disso a maioria dos lugares não tem semáforo, então vc vai se jogando na frente dos carros. Descemos na Calle Libertad, que tem várias casas de câmbio, todas com a mesma cotação: R$ 1 = Bs 2 e USD 1 = Bs 6,93. Essa foi a melhor cotação do real em toda a viagem, então vale a pena fazer as contas e trocar tudo lá quem for viajar com reais. O dólar não variou tanto, e essa acaba sendo uma das vantagens de viajar com dólar tbm. Saímos da casa de câmbio e fomos na Entel que fica na esquina da Plaza 24 de Septiembre pra comprar meu chip. Sorte que a Mirlla tava cmg pq a mulher tava fazendo meu cadastro, me deu o chip na mão e tava dizendo que eu ia ter que cancelar sei lá o que pra dps terminar o registro e eu sem entender que porra que eu ia ter que cancelar se eu não tinha nada com eles, até que a Mirlla me explicou que cancelar = pagar hahaha, então fica a dica gnt. Não lembro exatamente se em San Pedro do Atacama o povo fala cancelar tbm, mas acho que sim. Voltando, "cancelei " o chip por Bs 10, terminei o cadastro, saí da loja e coloquei Bs 20 de crédito com uma tiazinha que tava na esquina. Comprei um pacote de dados diário e achei que ele se renovasse automaticamente enquanto vc tivesse crédito, igual no Brasil, mas não, pelo que eu entendi vc tem que comprar todo dia. Uma coisa que o pessoal tinha dúvida é como to usando meu whats. Eu coloquei o chip da Bolívia, mas continuei usando meu número do Brasil, msm sem o chip do Brasil estar no cel. Ele funciona normal, desde que eu tenha internet. O 4G funcionou bem na Bolívia, mas o crédito acabava muito rápido, então não fiquei colocando o tempo todo, só qdo ia viajar pra poder usar, e deixava os dados móveis desligados pra economizar na maioria das vezes. Com a questão do dinheiro e da internet resolvidas eu e a Mirlla fomos almoçar no Pub Irlandês que fica na praça pra comer Pique Macho, que é um prato típico de lá. Pedimos o misto, que veio com carne, frango, cebola, batata frita (sempre batata frita na Bolívia, até na sopa), tomate e um molho e tava delicioso. Pedimos tbm um chopp e a conta ficou em Bs 50 pra cada. Esse provavelmente foi minha refeição mais cara de toda a viagem, pq da pra comer muitoooo barato em todos os lugares da Bolívia; beber, infelizmente, nem tanto, pq cerveja é caro lá, tipo uns Bs 8 a lata (nada realmente é muito caro na Bolívia, mas se você pensar que dá pra almoçar com Bs 10 uma lata de cerveja por Bs 8 é caro sim). Saímos do pub, fomos encontrar uns amigos dela de lá e ficamos enchendo a cara, então só comemorei a viagem e não fiz nada de turístico nesse dia. 20/04 Acordei tarde e fiquei enrolando pra ir dar uma volta na cidade. Como a maioria das coisas fecham no meio do dia devido à siesta, não tava com pressa. Finalmente a fome apertou e comi um pollo broaster (frango frito tentando ser KFC) com arroz e fritas econômico, que é tipo um PF por Bs 10. Tomei tbm uma Fanta Papaya que não temos aqui no Brasil por Bs 2, a garrafinha de vidro de 190 ml (não vi refri de lata em nenhum lugar, ou é garrafinha, ou garrafa de 600 ml). A fanta é nojenta e tem cor de xixi, mas vou deixar vcs tirarem suas próprias conclusões hahaha. Fui dar uma volta na Plaza 24 de Septiembre, subi no Mirador da Igreja de lá (Catedral Basilica de San Lorenzo - Bs 3) que tem uma vista legal, nada excepcional, fui no Centro Cultural Manzana Uno (gratuito, pode dar gorjeta de contribuição) que tinha uma exposição de fotos muito legal, na Casa de Cultura Raúl Otero Reiche (gratuita) que não era tão legal assim e andei até o Parque El Arenal, bem gostosinho. De lá fui andando até o Ex Terminal pq tinha visto no Moovit que de lá tinha bus pro aeroporto Viru Viru. Geralmente eu uso muito o Moovit em SP mas em nenhum lugar da Bolívia ele funcionou bem pra traçar rotas de transporte público. O que eu tenho feito é baixar o mapa da cidade offline no Google Maps, e ele tinha funcionado mto bem até dar um pauzinho na hora de mostrar minha localização a partir de La Paz. Cheguei lá no Ex Terminal, dei uma volta e não tinha achado nenhum bus pro aeroporto, qse ia desistir mas achei o guichê lá, o número do ônibus é 135, aeroporto Viru Viru, custa Bs 6 e sai a cada 20 min, a partir das 6h se não me engano (esqueci de anotar gnt, me desculpa). A viagem é bem ok, demora uns 50 min. Voltei pra casa da Mirlla andando pq não queria pegar busão e ter que perguntar as coisas hahaha. Eu gosto de andar (en locais planos, na cidade) na msm proporção que odeio pedir informações, morro de vergonha, mas a gnt tem que soltar a língua na viagem e perguntar msm. Todo mundo que perguntei me ajudou, nunca de má vontade. Os bolivianos não são os mais sorridentes do universo, mas é deles isso, são mais sérios. Outros gastos que tive no dia foram: Água 1l no mercado: Bs 5 Água 500ml na lojinha perto do terminal: Bs 5 Choripan: Bs 6 Lanche de Lomo: Bs 12. Sucre 21/04 Acordei cedo e peguei o bus 18 pro Ex Terminal na Avenida Cañoto ( o 17 tbm serve pelo que me disseram), que foi Bs 2, e de lá peguei o bus pro aeroporto Viru Viru, por Bs 6. Cheguei lá, fiz check in, despachei mala e fiquei esperando o horário de embarque num mirante que tem lá no aeroporto mesmo. Pois bem, chegou a hora do embarque, entramos no nosso teco teco, um calor infernal, mó tempão lá dentro e nada do avião decolar... Daí começou uma manutenção lá na cabine do piloto, tudo com a gnt dentro, a galera começou a ficar tensa, até que dps de mil anos falaram pra gnt voltar pra sala de embarque que o avião tava com uns problemas elétricos e que tava vindo um novo avião de Cochabamba pra levar a gnt pra Sucre. Blz, voltamos pra sala de embarque (melhor atrasar que morrer) ficamos esperando um tempo lá e chamaram a gnt pra embarcar novamente. Voltamos pro avião, qdo reparo a gnt tá no msm teco teco que tava com problemas! Daí já começou a rolar aquela tensão e como se isso já não fosse suficiente o avião ainda ficou mais mil anos na pista com a galera fazendo manutenção!!! Juntou toda essa situação com um calor dos infernos naquele avião e a galera começou a fazer um furdúncio tentando obter informações, só que a va** da aeromoça ficou deliberadamente ignorando a gnt sem falar nada! Um serviço muito péssimo da companhia. Dps de mais um tempo começaram os procedimentos para a decolagem, eu, obviamente, tava com o cu na mão pensando se fazia um barraco e descia do avião ou se ficava, mas a aeromoça e o piloto tavam com cara de confiantes então decidi seguir o julgamento deles e continuar lá. Iniciamos a decolagem, o piloto pediu desculpa pelos problemas e tals, mas eu tava tão tensa que nem lembro direito. Foi um voo rápido (graças a Deus) mas no começo eu mal tava conseguindo olhar pela janela de tanto medo. Lá pela metade qdo vi que a gnt não ia morrer dei uma olhada pra fora e valeu super a pena, a vista é linda, muito diferente da natureza que temos no Brasil. Enfim, chegamos em Sucre com 1h20 de atraso e em momento algum dessa confusão alguém da Amaszonas se manifestou pra prestar algum auxílio aos passageiros que tivessem outro voo/ônibus, então vale a dica pra não confiar demais nas cias bolivianas. Sempre li que a BOA dá problemas, mas nesse dia foi o contrário, todos os voos deles saíram no horário. Saímos do aeroporto e já na saída vc vê as vans que levam pra perto do centro (Bs 8,00) e os trufis, que são tipo uns táxis compartilhados, que levam pro centro e ouvi eles oferecendo viagem pra Potosí tbm, mas não sei qto custa. Peguei a van junto com a Beth, que é uma brasileira que tava no msm voo que eu e que conheci no meio da confusão, descemos numa pracinha na Calle Camargo, que é bem perto do centro, e de lá fomos caminhando pro Kulturberlin. Como eu já tinha feito a reserva com o desconto da Booking minhas 3 diárias ficaram Bs 149,00; da Beth cobraram Bs 55 a diária (raro caso que reservar na Booking antes foi mais barato), num compartilhado com umas 7/8 camas e café da manhã. Quanto ao Kulturberlin: a localização do hostel é ótima, perto de tudo, o café da manhã é super completo (tem até tomate e pepino junto com as frutas no buffet, que a princípio eu estranhei mas dps acabei me rendendo hahaha), tem um restaurante no hostel, que parece bem bom, mas é mais caro comparado às possibilidades de comidas baratas na Bolívia, só que é um party hostel, então se vc quer descanso e sossego NÃO FIQUE LÁ! Lá tbm não tem cozinha, então é um pouco ruim pra quem quer economizar super e o wifi só funciona na recepção (bom avisar), mas as acomodações são boas, tem um quintal grande no fundo com grama sintética, a cama é boa e quentinha e tem tomada individual (as tomadas são iguais às nossas de dois pinos, mas as coisas ficam frouxas nas tomadas da Bolívia), tem lockers (pequenos) no quarto e a limpeza dos banheiros é ok, tipo um 7,5 de 10. Os outros gastos do dia foram: Almoço com refri: Bs 13 Água: Bs 7,70 1 lata de Paceña numa lojinha x: Bs 10 Empanada +pão diferente mas mto bom numa "cafeteria" na rua detrás do hostel: Bs 9 22/04 Como era domingo e eu estava em Sucre resolvi ir na Feira de Tarabuco. Em todos os lugares que vi o tour custa Bs 40 ida e volta, sem mais nada incluso, e saem geralmente da praça principal. Fora a facilidade da localização do ponto de chegada e partida não acho que compense, pq dá pra fazer tranqüilamente gastando Bs 20 ( Bs 10 por trecho). O ponto de partida das vans fica na intersecção da Avenida de Las Americas com Avenida German Mendoze. Se pesquisar no Google Maps "Parada a Tarabuco" ele já te manda no lugar certo. É uma caminhadinha até o ponto mas da pra ir. Chegando lá é só se jogar na van que tiver saindo, e na volta a msm coisa, é só pegar a van na pracinha onde eles deixam a gnt (recomendo sentar do lado direito na ida e do lado esquerdo na volta, pois o caminho é lindo). Eu particularmente adorei a feira, muita galera nativa que vai lá pra fazer compras ( na van que eu voltei só tinha eu de gringa), misturada com os turistas. Quanto aos preços, acho que da pra encontrar coisas na msm faixa em Sucre. Eu comprei uma touca + pulseirinha por Bs 20 e um par de luvas muito quentinho por Bs 20 (não esqueçam de pechinchar pq aqui rola desconto). Voltei pra cidade e aproveitei que já tava mais afastada do centro pra ir até o terminal de buses verificar os horários dos ônibus pra Potosí. Foi uma caminhada até lá, e chegando lá vc lembra novamente que tá na Bolívia: aquele caos hahaha. São duas cias que fazem o trajeto até Potosí: Trans Real (buses 11h, 13h, 14h e 17h - Bs 20) e Trans Emperador (Buses 7h, 10h, 12h30, 16h, 17h, 18h e 19h - Bs 21). O trajeto dura umas 3 horas. Dps da minha pesquisa de mercado no terminal resolvi almoçar num restaurante ali em frente msm que não tinha cara de tão sujo e o almuerzo (sopa + prato principal) tava Bs 15. A comida tava bem boa. Vale ressaltar que a maioria dos lugares na Bolívia tem aquela carinha de "pé sujo" tirando os mais caros (mas nesses não fui) então o meu critério de escolha era barato e com cara de não tão sujo, ou onde eu não pudesse ver a cozinha hahahaha. Mas não tive nenhum tipo de problema até agora, então segurem na mão de Deus e vão galera hahahhaa. Peguei um bus em frente ao terminal pro centro pq tava cansada de andar (Bs 1,50 - Busão 3 ou H) e comi uma Hojarasca de sobremesa, que é tipo uma massa de pastel com doce de leite, muito bom, comam (Bs 2,50). Jantei uma hamburguesa com papas + 1 soda pequena num restaurante chamado Al Paso (Calle Eduardo Avaroa, 261), que fica na rua do Kulturberlin, na outra quadra. O hambúrguer tava muito gostoso, e tudo custou Bs 17, super recomendo. 23/04 Acordei e fiquei dando uma volta pela cidade, fui no mercado, no Mercado Central, no Musef (Museo de Etnografia e Folklore) e no Mirador de la Recoleta. Tinha visto que era Bs 20 pra entrar no museu e mais Bs 20 pra fotografar, não paguei nada pra entrar e muito menos pra tirar fotos. Não achei as exposições lá essas coisas, bem fraquinhas na real, mas eu dei sorte de ter um guia dando sopa por lá, um pessoal espanhol começou a perguntar as coisas e eu colei neles, então não foi tão fraco, mas vale a pena se informar sobre visitas guiadas. Tbm tinha visto que era Bs 10 pra entrar no mirador mas tbm não paguei nada, era tipo uma pracinha com uma vista bonita e tem um restaurante lá. Eu e a Karen, uma inglesa que conheci no hostel tomamos umas Paceñas por Bs 30 cada, a garrafa de 610 ml. Achei o preço ok pela vista e a breja tava bem geladinha. Nesse dia tbm precisava trocar dinheiro, então saí atrás de casa de câmbio e boas cotações, o máximo que achei pro real foi R$ 1 = Bs 1,90, troquei numa casa de câmbio legítima na Calle España; algumas lojinhas tavam oferecendo o msm preço então resolvi ir no mais seguro. Tem umas banquinhas lá nas quais o pessoal faz câmbio tbm, mas a cotação tava pior. Nesse dia esqueci de anotar a cotação do dólar, mals ae gnt. Durante minha estadia em Sucre frequentei bastante o supermercado Pompeya pra comprar água, porcarias pra comer e algumas brejas pra tomar na clandestinidade fora do hostel hahaha. Ele fica na Calle España, 42 e é o mais próximo dos nossos supermercados no Brasil ( mas tá mais pra um mercadinho de bairro hahaha). Passei a noite no hostel bebendo, fazendo amizade e jogando beer pong, foi bem divertido. Os outros gastos do dia foram: 2 salteñas Mercado Central: Bs 8 Sanduíche de chorizo Mercado Central: Bs 7 Suco Mercado Central: Bs 7 ( Laranja com cenoura, não tive coragem de arriscar num com água hahaha) Cigarro: Bs 18 24/04 Sucre - Potosí Acordei cedo, de ressaca e com aquela preguiça, mas já tinha combinado de ir visitar o Castillo de la Glorieta com a Chloé, uma francesa que fiz amizade. Pegamos o bus 4 na Calle Junin (Bs 1,50) e o ponto final já é no Castillo de la Glorieta. Lá vc paga Bs 20 pra entrar e mais Bs 20 se quiser tirar fotos. Nós pagamos Bs 20 da entrada, mas assim, não tem nada dentro. Pra mim valeu a pena pq tem uma torre lá que dá pra subir e tem uma vista legal, e eu confesso que tirei fotos tbm pq não tinha ngm fiscalizando, mas dá tranquilamente pra ir até lá e só dar uma bisolhada no prédio por fora pq a construção é linda e o acesso à area é livre, daí só gasta Bs 1,50. Pegamos o msm bus pra voltar pelo msm preço, descemos pelo centro e eu fui almoçar (Bs 13) e passar no mercado pra comprar água. Na Calle Junín, nos quarteirões próximos à praça principal têm vários restaurantes gracinhas e baratos, vale a pena conferir. Falando em restaurantes, vi uns dois vegetarianos, anotei o endereço de um pra galera: Condor Café - Calle Calvo com Bolivar . Voltei pro hostel pra pegar minhas coisas e perguntei qto custava um táxi até o terminal (sempre importante perguntar pra galera não querer meter a faca, e sempre importante vc negociar com o motorista antes de sentar no táxi, pq na Bolívia não tem taxímetro). A galera me respondeu que custava Bs 5 e eu fui pra rua pegar um, tava planejando pegar o bus das 14h pra Potosí. Peguei o táxi, Bs 5, blz, mas sem entrar no terminal se não o motorista ia ter que pagar uma taxa de Bs 2, mas ele me deixou na frente, então tranquilo. Paramos em frente ao terminal e antes msm de eu descer do carro umas 5 pessoas já me abordaram na janela oferecendo bus pra Potosí. Fechei com um desses que ofereceu por Bs 15 um busão que já tava pra sair e chegando perto do ônibus (pegamos fora do terminal então não paguei taxa) ele quis cobrar Bs 20 mas bati o pé e disse que só ia pagar Bs 15 então ele manteve o preço. O bus era bom, busão de viagem normal, a viagem foi tranquila e a paisagem linda como sempre. Qdo tava qse chegando em Potosí o tiozinho que tava do meu lado falou que a parada que o ônibus ia fazer era a mais próxima do centro, pq do terminal ia ser mais longe. Eu acreditei nele e desci, só que tava frio, meio que no meio do nada então entrei num táxi que tava parado la perto e fui pro hostel; paguei Bs 10, o que provavelmente foi aquele preço camarada pra gringo, mas ok. Quanto ao hostel: reservei o The Koala Den pela Booking, pq ia chegar tarde e tals e tbm pq não sou tão acostumada a ir batendo de porta em porta (mas tô tentando pegar o jeito) e me custou Bs 70 um quarto compartilhado com 4 camas e café da manhã. Uma menina chegou cmg sem reserva e pagou Bs 60 num quarto compartilhado com 8 camas e café. Achei o hostel ótimo, super perto de tudo, o café da manhã é excelente, o staff é muito querido, o wifi funciona bem e o banheiro é dentro do quarto, ou seja, super recomendo. Deixei minhas coisas lá e saí pra dar um rolê na cidade. Potosí é a segunda cidade mais alta do mundo, então vou aproveitar e fazer um adendo sobre altitude aqui: em nenhum momento ou lugar da viagem eu passei mal ou senti dor de cabeça, só tomei chá de coca e masquei a folha 1 vez, não tomei Sorojche Pills, mas eu to viajando devagar, ou seja, aclimatação é tudo gnt! Eu sou super sedentária, fumante ocasional e ainda respiro mais ou menos, mas se eu consigo vcs tbm conseguem hahaha! O que eu sinto na altitude: o cansaço! Andar pouco cansa, acordar cansa, sinto que minhas pernas começam a doer mais rápido e isso é meio chatinho, mas vc para, respira e vida que segue (fim do adendo). Voltando à Potosí, acho que eu tava tão animada/pilhada que fiquei dando um rolé lá e nem senti muito a altitude no primeiro dia. Dei uma volta no centro da cidade (lindo), fui no Arco de Cobija (ok) e subi no Mirador da Torre de la Compañia de Jesus (Bs 10), que eu amei demais! Vi um por do sol lindo lá, com uma vista incrível do Cerro Rico, super recomendo, foi o que mais gostei na cidade. Voltei pro hostel, pintei a unha e fiquei lá "curtindo" o frio (umas 21h tavam 3 graus!) e fui dormir na minha cama quentinha do hostel. 25/04 Potosí - Uyuni Dormi bem mas já acordei cansada pela altitude, dei mais uma volta pela cidade, vi todas as coisas arquitetônicas que queria ver e decidi ir pra Uyuni pq tava cansada de me sentir cansada hahaha. Fiz check out no hostel, perguntei qto era um táxi até o Ex Terminal (de onde saem os buses pra Uyuni) e o cara da recepção disse que era Bs 5, blz, pedi pra ele chamar um pra mim. O táxi chegou, sentei, fui confirmar o preço o motorista falou que eram Bs 10. Reclamei, falei o que o cara da recepção tinha me falado mas não teve jeito. Como eu já tava lá dentro, fui, e sendo justa o caminho era bem longinho msm. Cheguei no terminal e assim que entrei já veio uma senhora vender passagem pra Uyuni, o ônibus era ok então já comprei por Bs 30, nem cheguei nos guichês; na hora de embarcar paguei a taxa de terminal de Bs 1. Um aviso pra vcs: os ônibus na Bolívia tocam música durante a viagem, e bem alta, então se não estiverem afim levem fone de ouvido. Mais uma vez viagem tranquila e tals (não achei nada de horrível nas estradas da Bolívia e nem peguei motoristas loucos; nas cidades são outros quinhentos) cheguei em Uyuni e parecia que tava chegando numa daquelas cidades de faroeste americano: só tinha poeira. Eu tinha reservado um hostel pela Booking mas antes de ir nele saí batendo em algumas portas mas não achei nada mais barato então fiquei lá msm. Minha reserva tinha café da manhã, era em compartilhado com 4 pessoas e ia me custar Bs 60. Só que eu cheguei na recepção e perguntei o preço, Bs 50 sem café; como a reserva tinha cancelamento gratuito até às 18h e eu tinha algumas comidas acumuladas que poderiam ser o café peguei a de Bs 50 msm e cancelei a reserva da Booking. O hostel chama Oro Blanco, era bem ok, nosso quarto dava vista pra uma ferrovia que já tava dando aquela antecipação pro Cementerio de Trenes do Salar, o banheiro era dentro do quarto, mas pra usar a cozinha vc tem que pagar 5 dólares (ah tá!) e a galera da recepção era bem desleixada. O wi-fi era ok. Antes da viagem eu já tinha mandado e-mail pra Yaneth da Esmeralda Tours ([email protected] - demoram pra responder mas respondem), a queridinha dos mochileiros, e ela tinha me passado o preço de Bs 860 com transfer pro Atacama. Eu tava decidida a fechar com eles, msm pagando mais caro, mas queria que tudo fosse impecável, afinal, é um dos tours mais esperados; no máximo eu tava esperando conseguir algum descontinho de poucos bolivianos. Como eu já tava decidida e já tinha meio que reservado ia deixar pra acordar cedo e passar na agência no outro dia de manhã, mas conheci uma argentina no meu quarto, a Anyi, que queria dar um rolê e ver as cotações, então fui com ela. Falei da Esmeralda e ela já boicotou falando que tava caro, além de que assim que ela desceu do ônibus entregaram um papel de uma agência chamada Laura Travel que oferecia pra passar a segunda noite num hotel perto das piscinas termais, então o pessoal que ia com essa agência podia ir nas piscinas termais a noite, e ela tava decidida a fazer isso. Pois bem, saímos pra ir atrás dos preços e logo na entrada da pracinha onde ficam as agências (o hostel fica perto de lá, um ponto positivo) já tava a Esmeralda, então já entramos pra perguntar, só que eu nem falei de reserva nem nada. Ela falou de tudo lá, todas as comidas diferenciadas, vinho e blábláblá, só que qdo eu perguntei do por do sol no Salar ela disse que eles não faziam, pq tinha que ir pro hotel arrumar a janta e tals e era muito longe, ia ficar tarde. Nessa hora meu mundo caiu, pq eu tava decidida a fechar com eles, mas sem por do sol não dava! Conversamos mais um pouco e a oferta final que ela fez pra gnt foi Bs 800 pra mim com Atacama e Bs 750 pra Anyi que ia voltar pro Uyuni. Saí de lá meio triste, mas com a mente aberta então pra ver outras agências. A mulher da Esmeralda (que eu não sei se era a Yaneth ou não) falou pra gnt que várias agências prometiam essa noite nas águas termais, mas que nem todas cumpriam direito (vulgo iam jogando oa turistas onde dessem) pq o monopólio dos hotéis lá perto eram de duas agências: a Quéchua e mais uma outra que não lembro o nome. Passamos na Quéchua pra ver e o tour tava saindo Bs 1200 independente da ida pro Atacama ou não, sem chance! Fomos então na tal da Laura Travel, que ofereceram Bs 620 pra Anyi e Bs 670 pra mim (ou algo nessa faixa) mas eu não tava mto confortável pq não tava achando nada sobre eles online, nem bom nem ruim, então dissemos que íamos dar uma volta e discutir o assunto e se fossemos fechar voltaríamos (a maioria das agências fica aberta até às 20h). Nisso, qdo saímos da loja já veio uma mulher com uns dentes meio de ouro abordar a gnt e oferecer o tour, disse que tinha fechado com uns gringos que tinham pago a mais então que não precisava cobrar mais da gnt (ela fez Bs 600 pra Anyi e Bs 650 pra mim), começou a prometer mundos e fundos, disse que dava pra dormir nas águas termales, ou até na lua se a gnt quisesse, vou dizer pra vcs que a bixa tinha lábia. Perguntamos o nome dela, dissemos que íamos conversar e que qlq coisa passávamos na agência dela, que ela nos informou que se chamava Estrella e ficava no fundo da Pizzaria Arco Íris. Blz, sentei com a Anyi pra trocarmos uma ideia, a Esmeralda já tava fora de cogitação pra mim, não tava muito segura com a tal da Laura Travel pq não tinha nada online então decidimos buscar a tal da Estrella. Eu tava meio assim pq a mulher tava prometendo o mundo e quem mto fala pouco faz, mas jogamos no Google e apareceu uma agência chamada Estrella del Sur super bem recomendada no TripAdvisor. Lemos as recomendações e ficamos mó felizes né, afinal, agência boa com preço bom, quem não quer? Fomos na tal da pizzaria, qdo chegamos lá no fundo cadê a tal da agência? Tinha uma chamada Wara Wara Altiplano mas tava fechada. Até perguntamos pra menina da banquinha lá que disse que a Estrella do Sur era na esquina e não lá, então decidimos ir ver. Qdo estávamos saindo eis que surge a dita cuja dos dentes de ouro trazendo um gringo pelo braço e nos levou até a agência dela ( que era a Wara Wara que tava fechada). Qdo questionamos pq ela tinha falado outro nome ela disse que Wara Wara significava Estrella e que tinha uma estrela desenhada na parede e blábláblá. Com o nome verdadeiro joguei no Google e a primeira avaliação que apareceu no TripAdvisor tinha o título de "As mentiras de Fátima" (vulgo mulher dos dentes de ouro) e era basicamente um apelo pra ngm fechar com aquela agência, seguida de várias avaliações pessimas. Não deu outra, puxei a Anyi dali largando o gringo (coitado) e fomos buscar a verdadeira Estrella del Sur. Chegamos lá, trocamos ideia e eles fizeram Bs 650 pra Anyi e Bs 700 pra mim. Passamos tbm na Salty Desert que tbm é super bem avaliada e é qse do lado e eles nos ofereveram por Bs 700 pra Anyi e Bs 750 pra mim. Acabamos fechando com a Estrella del Sur com a promessa de que eles não iriam nos mandar pra outra agência pq eles que tinham boas avaliações e queríamos a garantia do bom serviço. Passada toda essa peregrinação fomos atrás de algo pra comer. Na pracinha onde ficam as agências têm vários restaurantes, mas são super caros, na faixa de Bs 65 por pessoa o prato. De jeito nenhum que íamos pagar aquilo, então saímos atrás de algo mais barato e encontramos um restaurante próximo à esquina da Calle Potosí com Sucre e pagamos Bs 15 no PF de chuleta de carne, que tava bem bom. Saímos de lá, passamos no mercado próximo, compramos um latão de Paceña (Bs 14) e fomos pra praça falar sobre as expectativas pro Salar, a vida e tudo mais. Amanhã vou tentar postar mais sobre o passeio do Salar, Atacama, La Paz, Copacabana e um pouco de Arequipa, cidade que eu tô agora. Quem tiver alguma dúvida específica pode mandar msg aqui ou direct no insta. Beijo galera e até as cenas dos próximos capítulos! Pracinha na Calle Camargo em Sucre, onde param os buses vindo do aeroporto. Restaurante com p PF de Bs 15 em Uyuni
  2. Mateus, quando vocês vão mesmo? Eu vou fazer um rolê desse, pretendo partir pra Bolívia dia 18/04. Já tá rolando um grupinho no whats desse povo que vai desbravar a América Latina? Eu queroooo hahahaha
  3. Dia 04 – 18/06/17 Infelizmente o último dia nessa cidade maravilhosa tinha chegado. Acordei, tomei café com o pessoal e aproveitamos para deixarmos nosso recado na parede do hostel (o Uai hostel tem uma parede cheia de mensagens dos hóspedes, muito legal). De lá partimos para o Mirante do Morro São Sebastião, que é na verdade é só um murinho no meio de uma ladeirona, mas que tem uma vista incrível de Ouro Preto. Tiramos várias fotos, aproveitamos um pouco mas eu deixei o pessoal lá e fui descendo a cidade porque queria visitar a Matriz da Nossa Senhora do Pilar por dentro, pois só tinha visto por fora nas festas juninas. No caminho passei pela Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, que é a única igreja em forma elíptica de Ouro Preto, e tem uma arquitetura incrível. Li que a visitação é gratuita, mas como não tentei entrar não sei dizer com certeza. Continuei passeando e me “perdendo” pelas ruinhas lindas de lá até chegar na Matriz. Lá a entrada custa R$ 10,00 a inteira e dá direito a visitação à Igreja e ao Museu de Arte Sacra anexo a ela. Vale muito a pena essa visita, até pra quem não é muito fã de igrejas como eu, pois o altar da igreja tem mais de 400 toneladas de ouro, seu interior é deslumbrante (e o museu é interessante também). Uma curiosidade que eu descobri lá é que o interior das igrejas não pode ser fotografado pois as fotos atraem os ladrões de artefatos históricos; aposto que você, assim como eu, pensou que não podia fotografar pois o flash danificava as obras. Saí de lá com fome e resolvi caçar um restaurante por perto, porque eu queria comer comida mineira e barata e os restaurantes na Visconde de Bobadela estavam carinhos pro meu bolso. Achei um self-service por quilo bem pertinho chamado Restaurante Sabor das Gerais, na rua João B Fortes, 34. A comida era bem gostosa e tinha bastante variedade (embora estivesse um pouquinho fria, mas eu almocei tarde), e eu gastei uns R$ 15,00 e comi bem. Falando em comida, outra opção boa (acho, me recomendaram, mas eu não provei) e barata é um restaurante/banquinha que fica no centro (Rua Xavier da Veiga, 443) chamado Box Mineiro. Eles também têm delivery e essa é a página do face pra quem quiser experimentar: Box Mineiro Ouro Preto. Saí de lá e fui subindo as ladeiras (sempre ladeiras) sentido hostel, pois queria explorar a região por aqueles lados que eu não tinha ido muito, pois é o sentido contrário da Praça Tiradentes. Passei em frente ao Uai e continuei seguindo na mesma rua, observando sempre a arquitetura maravilhosa. Passei pela Ponte de Antônio Dias que tem uma pracinha muito linda embaixo, mas eu não sei como se faz pra chegar até ela, e logo em seguida já é a fonte Marília de Dirceu (aloooo tempos de estudo de Literatura no colégio). Ouro Preto tem diversas fontes dessas espalhadas pela cidade, mas elas são apenas decorativas, não me recordo de ver alguma que tinha água realmente. Continuei subindo a Rua Santa Efigênia (e que subida hein, nessa hora achei que eu ia alcançar a mão de deus) até chegar na Igreja Matriz de Santa Efigênia, que segundo a história foi formada por negros – escravos e alforriados. A igreja não estava aberta para visitação, mas foi possível subir as escadas e ter uma vista legal. Nessa parte a cidade já começa a virar um bairro normal, sem todas aquelas construções coloniais lindas; comecei a dar uma volta por ali mas um menino me alertou que não era muito bom eu ficar zanzando sozinha. Não me senti insegura, mas claramente eu estava com aquela cara de monga turista, como não conheço a dinâmica do lugar e já estava começando a escurecer achei melhor seguir o aviso e voltar para o hostel. Passei o restinho do tempo conversando com o pessoal lá e umas 18h20 fui caminhando pra rodoviária pois o meu ônibus saia às 19h. A viagem foi bem tranquila, teve uma parada e eu cheguei na rodoviária do Tietê umas 5h30. Então amigos mochileiros, fica a dica: visitem Minas, amem aquele estado maravilhoso e vão pra Ouro Preto pois lá é incrível! Eu definitivamente voltarei! Se alguém tiver alguma dúvida ou precisar de qualquer informação pode perguntar.
  4. alana.barros

    MOCHILÃO SOZINHA PELO PERU, BOLIVIA E CHILE

    To adorando o relato Roberta, vc é meu tipo de pessoa: sedentária e chegada nas brejas hahaha. Bom saber que da pra fazer as trilhas xingando e morrendo, mas dá hahaa.
  5. Dia 3 – 17/06/17 Acordei, tomei o café da manhã do hostel, que é básico mas muito gostoso (tinha um pão de castanhas incrível) e fui bater perna. Passei primeiro na feirinha de pedra sabão que é bem pertinho e tem muitas coisas lindas, algumas com um preço barato até, mas eu como boa mochileira que sou não comprei nada rs. De lá fui para o Museu de Ciência e Técnica da UFOP que, na minha opinião, foi o melhor que visitei lá. O museu é dividido em vários setores (uns mais interessantes que outros) e dá um panorama sobre várias coisas, desde as eras geológicas até a escavação de minerais. A área sobre as rochas é incrível e é possível ver muitos (eu disse muitos mesmo) tipos de pedras. Paguei R$ 5,00 na meia entrada, se não me engano. Almocei no restaurante Tiradentes, que fica na Rua Amália Bernhaus, 25, praticamente do lado do Museu da Inconfidência, e que é o sonho de todo mochileiro: comida boa e barata. Paguei R$ 13,00 no buffet a vontade, com várias opções. O único porém é que o restaurante é lotado, muito provavelmente você terá que dividir mesa, e às vezes a comida acaba rápido, mas eles sempre vão repondo. Saí de lá e fui andando sentido a Igreja do Carmo, que está praticamente ao lado. Passando por ela tinha um casal de recém casados que foram até sua entrada somente pra tirar umas fotos (#malandros), fica a dica hahaha. Não entrei na Igreja porque como disse, não é minha vibe, e fui conhecer o Teatro Municipal/Casa da Ópera, o mais antigo em funcionamento das Américas. A visita é bem legal, o teatro ainda tem alguns itens originais, e a meia entrada custa R$ 1,00. A próxima parada foi no Morro da Forca, um mirante gratuito bem gostosinho que tem um espaço gramado em cima, dá até pra fazer um piquenique. De lá fui para o Museu Casa dos Contos (entrada gratuita), que é incrível também e que várias pessoas me indicaram como sendo o melhor de Ouro Preto. O museu fica num casarão colonial e lá podemos entender bem como era a vida no tempo da colônia, como eram as moedas utilizadas na época, os móveis e etc. Para finalizar a tarde fui assistir ao pôr do sol sentada na muretinha da Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia (não confundir com a Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões do dia 2), que fica ao fim da Rua Padre Rolim, perto da Praça Tiradentes. O pôr do sol foi espetacular, digno daquela cidade maravilhosa e várias pessoas pararam por lá. Voltei para o hostel, encontrei o Gustavo, conheci o Gabriel a Paola e o Fernando e decidi ir com eles pra um festival de Jazz que ia ter em um bairro um pouquinho afastado do centro e que eu não me lembro o nome (apesar de um pouco afastado fomos tranquilamente a pé). O festival foi bem legal, com show ao vivo e vários food trucks de comidas e bebidas. De lá fomos novamente pra festa junina da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, que estava bem animada e durou até 1h mais ou menos, voltamos pro hostel , ficamos conversando mais um pouco e depois fomos todos dormir pra aproveitar o último dia da maioria.
  6. Roxane quanto você gastou no total mais ou menos com a viagem? Estou pensando em fazer algo parecido e estou anotando todas suas informações, obrigada por compartilhar o relato.
  7. Oi Henrique, Que relato massa! Quanto você gastou nesse período todo mais ou menos?
  8. Dia 2 – 16/06/17 Acordei, tomei café com a Nana e o Dan, que me contaram que a balada havia sido incrível, fiz meu check-out e parti pra rodoviária. Como eu estava atrasada fui de Uber, deu uns R$ 10,00 do hostel pra lá. Felizmente deu tudo certo e eu cheguei a tempo de pegar meu ônibus. Viajei pela Pássaro Verde, gostei bastante da companhia, as poltronas são bem confortáveis, têm bastante espaço entre as pernas, reclinam bem e a viagem foi bem tranquila; levou umas duas horas porque o ônibus para em vários pontos e em algumas cidadezinhas no caminho. Cheguei na rodoviária de Ouro Preto e já tinha visto o caminho andando de de lá até o hostel no nosso amigo Google Maps, que era aparentemente ok. O problema é que a gênia aqui ficou com dúvida de qual caminho seguir e ao invés de perguntar saí andando tipo deixa a vida me levar que uma hora eu chego. Nisso já cheguei na cidade encarando uma descida de 90 graus, com o mochilão nas costas (basicamente desci catando cavaco, pelo menos não foi rolando hahaha). Dica: Saiam da rodoviária e sigam reto a direita (NÃO vão sentido a primeira igreja que vocês virem, que é a Igreja São Francisco de Paula, vão sentido ao Parque Vale dos Contos, é uma rua plana, reta, chamada Padre Rolim; o fim dela dá na Praça Tiradentes). Enfim, fui descendo a ladeira e me aventurando na cidade, seguindo o Google Maps e me apaixonando por aquele lugar, que é lindo demais!!! Depois de subir e descer algumas ladeiras cheguei no meu destino, o Uai Hostel, que fica na Rua Bernardo Vasconcellos, 133. A localização é excelente, bem perto da Praça Tiradentes, com uma padaria bem em frente e um mercadinho na mesma rua. Peguei um quarto compartilhado misto com 10 camas e café da manhã, a diária foi R$ 44,00. O hostel é bem simples, os quartos não têm lockers individuais mas lá tem um daqueles armários de alumínio para guardar as coisas (levar cadeado). Acho que eles poderiam ter mais tomadas e banheiros, mas o hostel supre bem as necessidades e o staff é bem legal, sempre dando dicas da cidade e convidando pros rolês. Deixei minhas coisas e saí pra explorar Ouro Preto. A primeira parada foi a Igreja São Francisco de Assis, que é pertinho do hostel e tava lotadaaaa de gente. A entrada é R$ 6,00 (estudante paga meia) e contempla a igreja e o museu do Aleijadinho, que é adjacente a ela. Eu não contratei nenhum guia, mas sempre dá pra pegar um pouquinho da explicação dos grupos de penetra. Realmente a arquitetura e o interior da igreja são impressionantes, muito lindos mesmo, mas não sou tão fã de igrejas e confesso que as estátuas antigas dos santos me assustam um pouco rs ; de qualquer forma a visita é imperdível. Na saída aconselho a já descer uma escadinha que fica na parte de trás da igreja e que dá na Rua das Mercês, onde fica a Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões. A igreja não é aberta pra visita, mas tem uma vista bem bonita de uma parte da cidade. De lá voltei pra Praça Tiradentes, desci a Rua Conde de Bobadela, que o pessoal também chama de Rua Direita e que é a rua onde têm várias lojinhas, bares e restaurantes e depois fiquei andando pelo centro. Isso já era fim da tarde e eu já estava morrendo de fome, então fui comer num restaurante chamado O Sotão, que fica na Rua São José, 201. A noite eles têm a opção de um rodízio de panquecas e pizza + buffet de sopas que custa uns R$ 30,00 se não me engano, ou só o buffet de sopas, que custa R$ 20,00. O ambiente é bem gostoso e a sopa também (não provei a pizza); quando eu fui tinha um cara fazendo som mas não foi cobrado couvert artístico, ele pedia apenas uma contribuição opcional. Saí do restaurante e voltei caminhando para o hostel, meio que congelando no caminho pq eu tava de shorts, camiseta e uma blusa de frio fina. Durante o dia fez sol e ventou bastante, então foi aquele esquema Karate Kid: põe casaco, tira casaco, até aí nenhuma novidade pra quem é de São Paulo e tá acostumado com o tempo louco, mas umas 17h30 a temperatura já caiu bastante e a noite ficou na faixa de uns 11 graus, então levem roupa de frio gente. Cheguei no hostel, conheci o Eddie e o Gustavo e depois de muita conversa resolvemos ir na festa junina que estava tendo em frente à Matriz de Nossa Senhora do Pilar. A festa junina estava maravilhosa, com música ao vivo, várias barraquinhas vendendo comida e bebida (feijão tropeiro a R$ 5,00 e 3 latas de Ecobier – nunca tinha tomado, mas é boa – por R$ 10,00, muito amor <3 ). A festa durou até umas 0h30 mais ou menos e depois de lá eu e o Gustavo ainda demos uma passada no bar Satélite, botecão na Conde de Bobadela, e tomamos mais umas Heinekens antes de voltar pro hostel; chegamos lá umas 2h. Não sei vocês, mas eu quando pensava em Ouro Preto além de pensar nas maravilhosas construções históricas pensava também em vários bares, festas em repúblicas e etc e tal. Lá tem muitasss repúblicas, mas como eu fui em feriado o movimento tava meio parado, apesar de eu ter visto algumas festas bem animadas no sábado à tarde (o Eddie até foi em uma com os staffs do hostel). Como eu fiz as coisas tudo a pé acabei só indo nos barzinhos próximos ao centro histórico e na festa junina, mas a cidade tem muitasss mais opções noturnas pra quem quiser ir de ônibus ou táxi (quando eu fui não tinha Uber), é só se informar com o pessoal de lá que eles dão umas dicas bem legais. Dica: um blog que eu amo muito e que tem dicas incríveis de Minas, além de outros lugares, é o 360 Meridianos. Peguei bastante coisa da viagem lá então vale muito a pena dar uma olhada. E pra finalizar umas fotos de sexta pra vocês...
  9. Erica essa foto do tênis foi na Torre (que eu chamo de Elevador/Turbo Drop) la no Parque Guanabara. Um dos bancos fica bem de frente pra Lagoa e a vista é incrível! Se você não tiver medo de altura vai curtir muito rs... E quem sabe rola esse carnaval aí hein
  10. alana.barros

    Filipinas em 30 dias

    Oi Takami, tudo bem? Quanto você gastou mais ou menos com a viagem toda?
  11. Então Fabiano, quando cheguei lá era feriado, estava tudo fechado. Mas vou voltar a BH e ficar mais dias, porque amei a cidade!
  12. Oi mochileiros, como vcs estão? Sempre leio muitos relatos aqui do site para me ajudar nas minhas viagens e quando viajo acabo esquecendo de postar (my bad, eu sei #naomejulguem), então aqui vai esse relato com algumas dicas práticas desses dois lugares maravilhosos. Fazia muito tempo que queria conhecer Ouro Preto, então aproveitei o feriado prolongado e resolvi matar a vontade. SP tem um bus direto pra lá que sai às 22h da rodoviária do Tietê, porém como eu trabalho até às 23h era inviável pra mim. Resolvi então pegar o bus das 23h até BH, passar um dia lá e só depois partir pra Ouro Preto. Confesso que a princípio eu estava com zero vontade de conhecer a capital de Minas, mas dando uma pesquisada me animei um pouco e agora, após já ter ido, recomendo muito a cidade e quero voltar pra ver mais coisas. BH tem muita opção cultural, vida noturna e natureza, coisa que você não consegue ver nem a metade em só um dia, mas bora lá pro relato. Dia 1 – 15/06/17 Saí de São Paulo dia 14/06, peguei o busão pra BH às 23h na Rodoviária do Tietê. Comprei antecipadamente pela Viação Gontijo, a viagem foi bem tranquila e a passagem custou uns R$ 120,00. Cheguei na Rodoviária de BH umas 7h e pouco e aproveitei pra já comprar a passagem pra Ouro Preto pro outro dia. Pelo que eu vi só tem uma companhia que faz o trajeto pra lá então a fila da bilheteria tava bem grandinha. Comprei a passagem pras 11h (tem ônibus de hora em hora pra lá) do dia 16/06 pela viação Pássaro Verde, pagando R$ 32,80. Passagem comprada, bora pro hostel. Saí da rodoviária, atravessei o estacionamento/pracinha que tem lá em frente e fui andando pra Avenida Afonso Pena, 354, onde peguei o ônibus 4032 (R$ 4,05). Reservei o Hostel Savassi, no bairro Savassi (ah vah!), que eu tinha lido que era bem localizado, com várias opções culturais e noturnas (motivo real oficial pelo qual me hospedei lá). Já tinha deixado reservado previamente pela Booking, peguei quarto feminino com 6 camas e café por R$ 45,00 a diária. O hostel é bem legal, staff super solícito (inclusive esse caminho de bus normal da rodoviária até lá foram eles que me ensinaram a fazer), tem locker grande pra cada hóspede nos quartos, já com cadeado, tomada individual na cama, café da manhã bem completo, com pão de queijo, bolo, suco, iogurte, etc e uma localização ótima, perto de várias lojas e bares (tava tudo fechado enquanto eu estive hospedada porque era feriado, mas deu pra sacar que o bairro é excelente). Enfim, desci do bus praticamente na rua do hostel, foi bem tranquilo ir de transporte público e mochila nas costas, cheguei lá, fiz todos os paranauês do check-in e tals e segui andando pra dar uma volta pela cidade. Passei primeiro na Praça da Liberdade, que é bem próxima ao hostel e é onde ficam concentrados muitos dos museus da cidade; dei uma volta, tirei umas fotos e segui caminhada pro Mercado Municipal. Os museus e centros culturais da praça são incríveis, mas eu queria tentar fazer o máximo de coisas possíveis no dia, então não entrei. Cheguei ao Mercado em uns 20 minutos; vale a pena a visita pois tem de tudo lá: desde comida, passando por bares e restaurantes até animais. Passeei bastante por lá, comi um pão de queijo (R$ 2,70) e duas empadas no Ponto da Empada, que é bem tradicional em BH e é muitooo boa. Comi de carne com jiló (amo jiló gente, aceitem hahaha) e bacalhau, cada uma foi R$ 3,50. Saí de lá, dei mais uma voltinha pelo centro e peguei um ônibus da MOVE pra Pampulha (R$ 4,05). Desci na estação Santa Rosa e fui caminhando para a lagoa, sentido Casa do Baile. Cheguei lá, tirei umas fotos, apreciei a vista, comprei uma breja e continuei caminhando sentido Igreja de São Francisco de Assis, sempre parando pra sentar um pouco e apreciar a Lagoa, que é lindíssima. Cheguei na Igreja, tirei umas fotos, caminhei e fiquei por lá vendo o movimento um pouco; meu plano era continuar a caminhada até a Casa JK. Só que nisso vi que tinha um parque de diversões do lado de onde eu estava, o Parque Guanabara, e lá tinha, além dos outros brinquedos, uma roda gigante e um elevador/torre (o famoso Turbo Drop, pros órfãos do Paycenter, igual a mim). Ahhh, mas não deu outra, lá fui eu (com 26 anos na cara) pro parquinho ! Chegando lá você paga R$ 2,00 pra entrar, R$ 2,00 do cartão pra colocar os créditos (que eles te devolvem se você devolver o cartão e se tiver pago em dinheiro) e o valor que você quer carregar pra ir nos brinquedos (cada atração tem um preço diferente). Comprei uma ida na torre e uma na roda gigante (R$ 8,00 cada) e posso dizer que vale muitooo a pena! A vista lá de cima é incrível dos dois brinquedos, e na torre tem um lado que você senta bem de frente pra lagoa. Fui a primeira vez, tirei umas fotos mas fiquei com medo do celular sair voando de lá de cima, então não tirei de lá do alto. Depois que eu vi que tava tudo sob controle, e depois de ir ver o por do sol na roda gigante, voltei lá e peguei o finzinho de tarde e mais uma vista incrível da Pampulha lá de cima; sério, foi melhor e mais divertido que qualquer mirante. Peguei outro ônibus da MOVE (R$ 4,05) em um ponto em frente ao parque e desci perto do hostel. Voltei pra lá, comprei uma breja e fui pra área comum fumar um cigarro e fazer uma social. Conheci então o Dan, um americano que já estava morando a algum tempo no Brasil, e a Nana, uma argentina muito gente boa que havia acabado um intercambio no Rio de Janeiro, onde estava estudando medicina. Ficamos conversando sobre a vida e tomando breja, até que animamos e decidimos ir num bar/café perto do hostel chamado “Café com Letras”. Nos arrumamos e partimos pro bar, que é uma graça, tem ótimas cervejas artesanais e comida boa. Ficamos mais um tempo lá bebendo e gastando nosso inglês, espanhol e português e decidimos esticar a noite e ir numa balada conhecidinha de lá chamada DDuck. Fomos pra balada só que eu não animei de entrar por motivos de cansaço, fome e música eletrônica/pop que não são muito minha praia, mas no outro dia Nana e Dan me contaram que a balada foi animadíssima. Saí de lá e dei uma passada no BK, que fica aberto até às 5h, pra matar quem estava me matando hahaha. Comi um lanche e voltei pro hostel pra ter meu sono de beleza em uma cama de verdade, pois em algumas horas iria pra tão esperada Ouro Preto. Vale ressaltar aqui que fiz (emos) esse trajeto noturno de hostel/bar/balada/BK/hostel todo a pé, pois tudo é muito perto no Savassi, tinham várias pessoas na rua e o bairro passou uma boa sensação de segurança. Vale ressaltar também que eu sou mega sedentária, mas quando to viajando gosto de caminhar bastante pra conhecer as coisas, então se eu consigo vocês também conseguem gente hahahahaha. Dica I: comprei todas as passagens antecipadamente e também reservei os hostels pq já queria deixar tudo pago, mas recomendo muito o aplicativo do Blablacar, pois dá pra arrumar várias caronas e economizar grana, ainda mais em feriado. Em relação aos hostels, dessa vez fiz as reservas pela Booking, mas dependendo do lugar fica mais barato reservar diretamente com eles, pois tem local que repassa o valor que não será pago com comissão em forma de desconto, vale a pena dar uma olhada. Dica II: Sou meio péssima pra pedir informações na rua, então baixei o mapa de BH off-line no celular pra ir me guiando e também usei muito o aplicativo do Movit, que eu uso muito aqui em SP, mas que funcionou maravilhosamente lá. Foi assim que descobri os busões pra Pampulha (e com Google Maps também). Esse foi o dia 1 gente, ainda tem mais de Ouro Preto...
  13. Augusto muito massa seu relato! Vou agora em fevereiro e vai ser no modo pobrão também, mas vai dar certo hahahaha. Só uma dúvida, o que você fez com sua mochila cargueira pra ir pra ilha?
  14. Adorando o relato Gabi, muito útil! Ansiosa pelo resto
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