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Guilherme Batista Emidio

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Sobre Guilherme Batista Emidio

  • Data de Nascimento 02-06-1982
  1. Descia a Oswaldo cruz de carona, sentado no banco traseiro, eu olhava para o oeste naquele fim de tarde e via a imensidão verde, eram grandes vales e ao longe, altas montanhas. Estávamos próximos ao Parque Estadual da Serra do Mar, prestes a deixar pra trás a linda cidade de São Luís do Paraitinga. Sentia o vento na cara e o calor de 36 graus. Acompanhado por mais três lindas moças que até duas horas atrás eram completamente desconhecidas, mas a estrada nos tornou próximos. Quatro viajantes e um destino, era o início de mais uma viagem incrível. No meio do caminho, no lugar do chá da tarde, eu tomei dois goles de cachaça e pensei no que ia jantar quando a fome apertasse. A serra ficou pra trás e agora já estávamos no mesmo nível do mar. A motorista foi deixando cada um de nós pelas ruas de Ubatuba. Eu fui largado na Thomás Galhardo, bem em frente a rodoviária. Caminhei por aquela rua feito um vagabundo, me senti como SAL PARADISE andando pela Rua Larimer em Denver. Entrei em um mercado, comprei cerveja, água, pão de forma, maionese e milho em lata. Sai, mas tive que voltar até as prateleiras para pegar uma garrafa de São Francisco. Coloquei tudo dentro da minha grande mochila e fui, mas antes tomei um café e comi uma torta numa padaria que ficava ali na mesma calçada. Depois de alimentado, andei no entardecer até o ponto de ônibus e por sorte peguei rapidamente o ônibus Picinguaba/ Divisa. Quando desci no km 38,5 da Rio-Santos já era noite, caminhei no escuro rua abaixo próximo de alguns estudantes e finalmente cheguei no meu lar em Ubatuba. Era 18:30 quando encontrei o Fábio sujo de tinta pintando a Aldeia Itamambuca, o meu refúgio... Continua. Gui Batista O viajante e a estrada
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