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vilton.raile

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  1. Introdução - Patagônia Deixamos aqui um relato de nossa viagem à Patagônia. Nunca tínhamos deixado nenhum relato de viagem mas sentimos dificuldade na pesquisa dessa viagem (pouca informação, muita coisa ultrapassada e muita opinião e pouca objetividade) e resolvemos tentar ajudar um pouco as próximas pessoas que quiserem ir lá. No relato tentamos ser objetivos para que você entenda como funciona o local e faça o seu role como você quiser. Deixamos algumas opiniões pessoais e dicas. Nossa viagem foi relativamente curta e tínhamos o roteiro bem apertado com os dias contados então descrevemos em detalhes o que fizemos e deixamos as opções de outras coisas para fazer (acho q o ideal pra fazer essa viagem bem tranquilo é quatro dias a mais do que tivemos). Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser acrescentar algo é bem-vindo. 20/12 - El Calafate 21/12 e 22/12 - El Chalten 23/12 - El Calafate 24/12 - Puerto Natales 25/12 a 29/12 - Torres del Paines 30/12 - Punta Arenas 31/12 a 04/01 - Ushuaia El Calafate - começo Nossa viagem começou em Calafate dia 20/12/14 com um imprevisto. Não reservamos nada e não tinha big trekking disponível pros próximos dois dias. Decidimos agendar pro dia 23/12/2014 e ir antes pra El Chalten (inicialmente faríamos o perito e depois iríamos pra Chalten e de lá pra Torres). O que mudou na viagem foi que íamos passar três dias em Chalten e acabamos passando apenas dois. Ainda assim considero que tivemos sorte em conseguir fazer o big trekking. Então aqui vai um conselho: reserve o big ice no Brasil. A única empresa autorizada a fazer esse passeio é a hielo adventure (as outras empresas que vendem o big ice compram cotas da hielo) e as vagas são bem limitadas. Há também o mini-trekking no perito (que é um passeio só na ponta do glacial e dura metade de um dia) mas aconselho muito o big ice. Eles colocam um medo perguntando sobre doenças, lesões e fazendo você assinar um termo mas fique tranquilo que você sobrevive. O Big Ice é um passeio que dura o dia inteiro. O passeio custa1500 pesos mais uns 180 pesos pra entrar no parque. Um ônibus te pega no seu hotel as 7:00 e vai para o parque dos glaciares. Você chega la as 9:00 e a primeira parada é uma visita de uma hora nas passarelas (tirar fotos, ver os pedaços de gelo quebrando e caindo na água, comprar água e comida no restaurante se você não quiser levar de calafate). Lá você vai ver só a ponta do iceberg e já vai se impressionar. Depois todos entram no bus de novo e vão para um pequeno porto de onde sai um catamara. Esse catamara vai levá-los ao início do big e mini trekking. Lá você recebe umas instruções e começa a trilha. Inicialmente é uma trilha de uma hora com alguns desníveis em que você vai pela floresta beirando o glacial. Após essa trilha começa a real caminhada no gelo. Tem uma parada de uma meia hora pra todos ajustarem e colocarem os grampones e saem grupos de dez pessoas andando pelo perito (cada grupo com um guia óbvio). Você anda durante duas horas, para pra comer e depois retorna. O passeio toma o dia inteiro e é cansativo, mas nada de outro mundo. OBS - No meio do glacial venta bastante e acredito seriamente q nunca abre sol lá (quando entramos e saímos do glacial tava um puta sol, mas enquanto estávamos nele o tempo tava fechado, kkk) / Aqueles grampones são uma merda, machuca o pé pra porra e você pode tomar um rola se vacilar andando com eles (o meu deu uma travada uma hora que tava andando meio viajando e tomei um rolazinho), mas eles grudam mesmo no gelo! Opinião: não é o lugar mais bonito da Patagônia, mas com certeza é o mais impressionante / a diferença do big ice pro mini-trekking é que no big você entra bem pra dentro do glacial e percebe que ele é muito, mas muito maior do que o que você pensava quando viu aquela pontinha com pedaços de gelo caindo e achou que logo menos o glacial ia a acabar devido àquilo / por isso acho que, se você puder, faça o big ice O que levar: - óculos de sol - protetor solar (passar sempre mesmo que sem sol) - fleece - calça e blusa impermeáveis - luva - corta vento (calça e blusa) - gorro - tênis de trekking impermeável - meia de trekking (caro mas importante) - água - comida Comida em Calafate: recomendamos um restaurante que chama Ricks (na avenida principal perto do cassino), com um atendimento bom, comida boa e farta, preço justo / não recomendo o la tablita pois é caro, o atendimento bem mais ou menos, ta sempre cheio (se você perguntar uma dica pros locais vão indicar lá e um outro restaurante que não lembro o nome como os melhores locais pra comer a parrilha) e a comida não é boa (pedimos a parrilha mais cara e não era bom) / tem uns chocolates bons mas nada demais / tem uns alfajor insano (o melhor custo-benefício de loja que achei foi a La Abuela Goye) A cidade em si é legal e vale a pena pegar um dia pra passear a pé. Tem um monte de lojinha de souvenir mas nada muito bom. El Chalten - meio Conhecida como cidade do trekking na Argentina. Tínhamos planejado inicialmente três dias lá mas como tivemos o imprevisto do Perito acabamos ficando dois dias. O que aconselhamos de El Chalten é fazer o Fitz Roy até a Laguna de Los Três e não apenas até o mirador+laguna capri como a maioria das pessoas faz. A laguna de Los Três é com certeza o lugar mais bonito da Patagônia (considero o mais bonito que já vi na minha vida) e vale muito, mas muito a pena ir. A trilha do Cerro Torre é a outra grande trilha de lá, ocupa um dia inteiro e não fizemos mas faça se você tiver tempo. Os miradores são trilhas curtas que se faz em meio-dia e vale a pena ir se você tem tempo. A cachoeira e o outro mirador não fizemos e não conhecemos ninguém que fez. Pegamos um bus em Calafate as 7:00 para El Chalten e chegamos lá as 11:00. A cidade fica dentro de uma reserva controlada pelo governo e antes de chegar na cidade o ônibus para em um lugar onde você paga a entrada (dizem isso em todos os relatos que vindo mas não pagamos nada) e recebe instruções e um mapa do parque. Essas instruções são muito boas porque explicam as trilhas, além do que pode e não pode fazer lá, e te entregam um mapa com todos os trekkings possíveis (com distâncias, dificuldade e tempo de trilha). Da nossa viagem fizemos o Fitz Roy no primeiro dia e os miradores dos condores e das águilas (tínhamos planejado inicialmente fazer o cerro torre no segundo dia mas estávamos mortos e preferimos descansar no outro dia íamos fazer o big ice). O Fitz Roy é uma trilha de 10km que começa com uma hora só de subida até chegar ao primeiro mirador, depois mais três horas com alguns desníveis até Poincenot (camping selvagem que você pode acampar se quiser). Em um momento dessas três horas você passa por uma bifurcação indicando mirador Fitz Roy ou Laguna Capri. Vá pela Laguna Capri e fique um tempo lá porque vale a pena. O mirador é a maior furada pois você consegue ver o Fitz de muitos outros lugares com vistas bem melhores e se quiser na volta passar pela laguna Capri de novo vá sem medo (voltamos pelo mirador e nos arrependemos). Chegando em Poincenot começa mais uma subida de 1:30 com um desnível considerável. Essa é a parte que mata da trilha, porque é bem íngreme e cheio de pedras. Após isso você chega ao lugar mais bonito que já viu em sua vida e fique lá quanto tempo quiser. Depois a volta da pra fazer em 4 horas tranquilo. Todos os tempos das trilhas que coloquei na ida é andando tranquilo, parando pra comer, tirar fotos e curtir as paisagens. A trilha é muito legal e vale a pena ir parando várias vezes ao longo dela. É um dia longo mas lá escurece as 21/22. No nosso caso começamos ao meio-dia e deu sussa. Os miradores são um role bem sussa que é mais um day-off do que trekking. O mirador dos condores é uma trilha de uns 40min onde você tem uma visão da cidade de El Chalten. O das águias é perto dos condores (30min de um mirador ao outro) e você vê o lago Viedma. Achei que ambos vale a pena ir se você for a Chalten. Fomos neles no segundo dia pra descansar pro Perito. OBS - Demos muita sorte no dia que chegamos lá. Logo na entrada do parque o guarda-parques falou pra todo mundo ir pro Fitz que estávamos pegando um dia singular em El Chalten, com solzão e quase nada de vento, sendo que isso é raro lá. Realmente no outro dia o vento começou e o tempo fechou. Pode ser que você vá em um dia lá que esteja ruim e não consiga ver nada mas, como vou dizer em Torres mais pra frente, lá naqueles lados não tem jeito, tem que ter sorte nos dias. O meu conselho é guardar uns três dias pra ficar em Chalten e no dia que rolar um tempo bom correr pro Fitz (lá se o dia começa bem dificilmente vai mudar muito ao longo do dia, como acontece em Torres). Comida - o melhor alfajor que comemos na argentina foi em Chalten / é um alfajor caseiro e compramos em uma panaderia que é a ultima antes de você entrar na trilha do Fitz / aconselho ir lá experimentar Torres del Paines - fim Pegamos o bus em Calafate de manhã e fomos para Puerto Natales. Chegando lá compramos a passagem pra Torres para o outro dia de manhã (explico abaixo) e fomos conhecer a cidade, que é legalzinha mas uma tarde lá já é suficiente pra conhecer. Uma dica é pegar o mesmo hostel/hotel que você ficar para quando voltar de Torres, porque você deixa parte de suas coisas lá . No nosso caso, por exemplo, viemos de Calafate/Chalten e íamos para Ushuaia, sendo que deixamos um monte de coisa lá e levamos um mochilão só com o que realmente íamos usar em Torres. Torres del paine - circuito W É uma das opções de trekking que você pode fazer em torres. Os dois principais circuitos são o O e o W, mas você pode modular suas visitas aos pontos turísticos de paines de várias maneiras (de acordo com grana, tempo e disposição). Vamos falar aqui apenas do W. Aqui vai uma foto pra você entender o circuito: Você pode começar o circuito por Las Torres ou por Paine Grande. Começamos por Paine Grande e recomendamos pois Las Torres é o trecho mais difícil e não é o mais bonito (tanto a trilha quanto o mirador). Fizemos todo o circuito sem levar barraca, fogareiro e saco de dormir. Você pode fazer isso e dormir nos campings/refúgios ou levar seus equipamentos e também dormir no italiano (único camping gratuito que vale a pena no W). Passaremos nosso roteiro primeiro mas embaixo de cada dia deixo as opções pra quem quiser levar suas coisas. Antes de começar o roteiro quero fazer um adendo sobre os campings/refúgios. Não sei quanto a outras épocas do ano, mas em dez/jan é alta temporada lá (porque é a melhor época pra ir) e você tem que reservar esses refúgios/campings com grande antecedência. Se você quiser ficar em refúgio tem que reservar com uns seis meses de antecedência e se quiser ficar nos campings com uns dois meses é bom reservar. Nos campings gratuitos não há reserva mas no caso do circuito W o único camping gratuito que você tem opção de ficar é o Italiano (não tem lugar pra tomar banho, só tem latrina, e só pode dormir uma noite lá). Logo, se você pretende fazer o circuito vai ter que reservar as coisas antes, seja uma vaga no camping, seja a vaga no camping e os equipamentos para acampar, seja o refúgio. As vagas acabam rápido pra reservar porque eles tem muito medo de overbooking e não deixam grande quantidade de vagas disponíveis pela internet. Você pode ir na coragem sem reserva e chegar lá e ter várias vagas tanto no refúgio como no camping (como aconteceu com a gente em Paine Grande). Em geral no Paine Grande e nas Torres sempre há vagas. Agora no Chileno e principalmente no Los Cuernos (por ser bem no meio do W) você pode não ter tanta sorte (vimos pessoas que não conseguiram vagas na hora). Se você for acampar e não quiser levar suas coisas de sua casa pode alugar tudo em Porto Natales também mas pelo preço acho que compensa pegar em Torres se não for usar suas coisas. Dia 1 - Para chegar em Torres você pega um ônibus em Puerto Natales com saída as 7:30 (comprar um dia antes / há vários ônibus então sempre há vaga / na hora de comprar compre a ida e a volta, que custa 10000, sendo que a volta você usará no último dia e lá está explicado). Chegamos as 10:00 na entrada do parque, onde você paga uma entrada de 18000 pesos e recebe umas instruções. Após isso você pega o transfer para Las torres ou entra no ônibus de novo e vai até o pudeto, que foi o nosso caso. No pudeto você pega um catamara que sai as 12:00 (pra você que está lendo e quer fazer outro roteiro, há três saídas de catamara por dia e são combinados com os horários dos ônibus que saem de Puerto Natales) por 15000 pesos e te leva até Paine Grande. Em Paine Grande você pode acampar com suas coisas (paga só o lugar do camping), acampar com as coisas alugadas (há tudo para alugar) ou dormir no refúgio. Você chega lá umas 12:30, deixa suas coisas e já parte rapidinho pra visitar a primeira perna do W, que é o Glacial Grey. São 6km de trilha até o mirador Grey. É uma trilha tranqüila (tem uns desníveis e da uma cansadinha obviamente, afinal é um trekking). Além do mirador do glacial (ponto final da trilha) ser bonito, a trilha até lá é bem legal (pode ser que se você já foi no perito, como nós tínhamos ido, não vai achar nada demais, porém vale a pena ir até lá pela trilha e também pra ver o glacial que é menor mas não deixa de ser legal). Esse dia você faz a ida e a volta indo tranqüilíssimo, parando pra comer, tirar fotos, apreciar a vista, e ficando uma meia-hora lá de boa no mirador em 7/8 horas (no máximo). Fique tranquilo que lá anoitece umas 21/22 horas. Então quando você chegar no Paine Grande umas 20 ainda haverá sol. Pra quem vai fazer o O ou por acaso quer dormir no camping Grey faço a observação de que essa trilha continua após o mirador Grey (o camping/refúgio Grey esta 5km depois do mirador e não recomendo pra quem for fazer o W). Dia 2 - Esse é o dia da perna do meio do W, que achamos a mais bonita do circuito e que há várias formas de se fazer. Vou passar como fizemos e no fim passo as opções. A primeira parte do dia é uma trilha de 7,5km até o camping Italiano. É o trecho mais tranquilo do W e você faz em duas horas bem tranquilo (a trilha é bonita e vale a pena algumas vezes para apreciar as vistas). Chegando no italiano tem mais 2,5km de uma trilha que é só subida na ida e a paisagem durante a subida vai ficando cada vez mais incrível (vá parando bastante pra apreciar) até o mirador do Francês. Demoramos pra ir, voltar e mais um tempão que ficamos lá um total de 3:30. Depois tem mais 5,5km de trilha do italiano até os Los Cuernos, que tem bastante desnível (não são grandes desníveis mas toda hora é subida e descida) que fizemos em três horas (paramos várias vezes porque a trilha também tem várias vistas legais, inclusive uma prainha de pedras perto dos los Cuernos que você saberá o que estou falando quando passar). Chegamos umas 20:30 nos Los Cuernos. Lá é o mesmo esquema do Paine Grande pra dormir. Agora o extra: O mirador do Francês não é o ponto final dessa perna do W (achamos que era). Passando o mirador do Francês há o mirador britânico, de onde você vê mais de cima todo o vale. Não fizemos porque tínhamos que chegar nos Cuernos e não daria tempo. Se você quiser ir no britânico você tem que dormir no italiano ou no francês. Esse trecho do britânico é mais 4,5km de trilha com um desnível de 500m (isso da mais umas quatro horas de trilha contando ida e volta). O francês que estou falando é um camping/refúgio que está bem no meio entre o italiano e los Cuernos (não tem no mapa nem na internet mas acredite, ele existe e você pode reserva-lo ligando na vértice Patagônia). Apesar de não ter feito, aconselhamos a fazer, porque essa é a perna mais bonita do W. Se você está levando seus equipos de camping durma no italiano (bom porque é bem na base do vale do francês), senão durma no francês (uns 2km da base do vale do francês mas bom para você não quer levar equipos para acampar). Um problema do vale do Francês é que direto ta fechado por causa dos ventos (fica bem perigoso a trilha). Demos sorte de estar aberto porque os dois dias antes do nosso tava fechado. A dica é ver a previsão dos ventos. Em geral, quando a rajada (pra quem não está acostumado a ver previsão, entra no windguru e tem que ver a rajada e não o vento basal) ta maior que 60 sempre fecha, 50 a 60 varia e abaixo de 50 sempre aberto. Dia 3 - Para nós foi day-off. Ficamos nos los Cuernos tomando uma breja (lá tem uma vista animal tanto do lago quanto da montanha). Dia 4 - Trilha de 11km até Las Torres. É uma trilha bonita também mas o mais legal dela é que em determinado momento a paisagem muda totalmente. Da pra fazer tranqüilamente em 6 horas (parando bastante) e a trilha tem alguns desníveis mas não muito grandes nem em grande quantidade. Aqui você tem a opção de ir pro camping/refúgio chileno (há no meio da trilha um atalho para o chileno). Dia 5 - Ultima perna do W, que é o mirador Torres. Saindo de Las Torres umas 7:00 você tem uma subida constante de 2,5km e depois mais uns desníveis nos 2km de trilha restantes até o Chileno. Nesse trecho, que achamos o mais cansativo (devido aos primeiros 2,5km) você gasta 3 horas indo tranquilo (fizemos em 2:30). Depois tem mais 3km até a base das Torres com uma trilha dentro de um bosque bem verde (diferente dos que você viu até então) e alguns desníveis (nada demais) que você percorre em 2 horas tranquilo (fizemos em 1:30). E por fim tem a subida com 1km de trilha e 500m de desnível até o mirador de Las Torres (é um trecho bem cansativo por ser bem íngreme e um pouco perigoso pelas pedras) que você faz em uma hora. Todo esse trajeto você consegue voltar em 4 horas, totalizando o dia com 11 horas de passeio (contando uma horinha apreciando o mirador). O transfer que leva para Laguna Amarga, onde você vai pegar o ônibus de volta para Porto Natales as 20:00 (você já comprou o ticket em Natales quando foi comprar a ida e o bilhete fica em "aberto" para você voltar quando quiser, sendo que sempre há vagas nos ônibus), sai as 19:30, custa 2800 pesos e passa pelo camping e refúgio. Opinião pessoal: De todas as trilhas é a mais sem graça. Não tem muitas belezas naturais como as outras e os primeiros 4,5km (até o chileno) você vai no meio das bosta de cavalo (algumas pessoas fazem esse trecho no cavalo saindo do hotel Las Torres). Pra mim deviam proibir aquilo. Destrói a trilha, o camping chileno e a trilha cheiram a estábulo e não agregam nada ao parque. Em relação ao mirador é bonito, mas achamos o vale do francês mais bonito e se você fez antes o Fitz Roy até a Laguna de Los Três (como nós fizemos) vai achar que o Fitz da um pau no las torres. Não to falando pra não ir. Acho que vale a pena ir, que é lindo, impressionante, mas que não espere algo surreal como a laguna de los três ou o perito (por ser o role do hotel e mais acessível acredito que criou-se uma mídia em cima disso). Extra: Se você dormiu no Chileno sua subida pras Torres começa sem aqueles 4,5km iniciais. O atalho que disse anteriormente sai no fim daquela subida de 2,5km. OBS - demos muita sorte e pegamos todos os dias de sol e com pouco vento lá (as vezes durante o dia até rolou uma chuvinha, mas bem tranquilo) / leia outros relatos e veja outras experiências porque o tempo lá é bem imprevisível tanto em relação a época (você pode ir nas mesmas datas que eu fui e não conseguir fazer nada devido ao mau tempo) como varia em um mesmo dia, ou seja, pode ser que você chegue lá e não consiga fazer nada sendo que, quanto a isso, não tem o que fazer, porque você tem que reservar as coisas bem antes / vá e reze para que role um clima viável para fazer tudo (em geral da certo, pois o clima varia muito ao longo do dia) / novamente, leia outros relatos e experiências também Roupas: - óculos de sol - protetor solar (passar sempre mesmo que sem sol) - segunda pele - fleece - calça e blusa impermeáveis - luva - corta vento (calça e blusa) - gorro - toalha secagem rápida - camisa dry fit - tênis de trekking impermeável - chinelo - meia de trekking (caro mas importante) Comida: precisa de algo que dê energia / maçã é muito saudável pro seu cotidiano mas lá só vai fazer peso e não te alimenta direito / sugiro pão, queijo, salame, banana, frutas secas, bolacha de fibras, barra de proteínas, atum, amendoim e chocolate (se levar fogareiro há outras opções) / é possível achar tudo isso em porto natales PUNTA ARENAS Chegamos de Torres em Natales as 21:30, dormimos lá e no outro dia fomos para Punta Arenas. É uma cidade maior que Puerto Natales e tem uma zona franca divertida. Os preços e a variedade não são tantos como no Paraguai mas tem bastante coisa e o preço é um pouco melhor que o free-shop. Vale a pena passar lá (pode ir de taxi, que é 400 pesos por pessoa, ou a pé, pois fica a 1km do centro). A cidade também tem um centro muito legal, com uma praça bem bonita e vale muito a pena uma tarde caminhando pelo centro (lá é pequeno e você se localiza facilmente a pé). Pra zona franca e passeio no centro um dia lá é suficiente. Tem um parque ecológico há 10km da cidade (não fomos) e as pinguineras. Como vamos passar o ano novo em Ushuaia veremos os pingüins lá, mas se você não vai descer até lá vale a pena ficar mais um dia pra fazer esse parque ecológico e os pingüins. Ushuaia - ficamos o ano novo mas eh bem turísticao de brasileiro (tipo Miami) então nem vamos comentar lá
  2. Equador + Galápagos Fizemos uma viagem de 22 dias, sendo 10 em Galápagos e 12 no Equador. Apesar de ser uma mesma viagem Galapagos e Equador pois são roles totalmente diferentes, com proposta de viagem, gastos, atrações e perfil de viajante totalmente distintos. Aqui vai um relato da viagem inteira com informações úteis sobre trajetos, passeios, dicas e preços e com poucas histórias ou opiniões pessoais sobre os locais. Resumo da trip: 09/10 - pegamos avião a noite em sp 10/10 - chegamos e Quito e dormimos lá 11/10 a 20/10 - Galápagos 21/10 a 23/10 - Montanita 24/10 a 25/10 - cuenca (pegamos avião a noite pra quito) 26/10 - Quito 27/10 e 28/10 - quilotoa 29/10 - ida de quilotoa a otavalo (3 bus em seis horas) 30/10 - Cuicocha 31/10 - otavalo 01/11 - Quito (voo a noite pra Sp) Quito (começo da viagem e antes de Galápagos) Chegamos no aeroporto pela manhã. O aeroporto é longe da cidade. Você pode pegar um taxi por 25 dólares, um bus que de 8 dolares que te deixa no antigo aeroporto (não sei onde é) ou um bus de 2 dólares que te deixa no terminal Rio Coca após uma hora de viagem, que foi o que fizemos. O terminal Rio Coca é de frente pro terminal Ecovia (só atravessar a rua). Para entrar no terminal Ecovia você paga 25 cents e pega sentido Plaza Forch (só perguntar no terminal), descendo na estação Manuela Canizares (está a duas quadras da Plaza Forch). Esse caminho que termina na Plaza Forch é o caminho para o bairro Mariscal Sucre. Esse é o melhor lugar para você se hospedar, onde estão vários restaurantes, bares, hostels, a vida noturna é bem agitado, é um local cheio de polícia e bem seguro de dia e a noite. Em relação a hostels e restaurantes há desde os mais baratos (que não são ruins) até os mais caros e fica a seu critério (como tem muita opção não vamos deixar nada aqui). Só dormimos a primeira noite em Quito como escala para pegar o voo para Galápagos. GALÁPAGOS Viemos a Galápagos principalmente para mergulhar e fizemos poucos passeios em terra. Fomos em outubro, que é fim do inverno deles e o clima estava ótimo pra nós brasileiros (frio pros equatorianos). Tipo 22 a 28 graus de dia e 20 a 25. O clima lá é bem instável e em um mesmo dia chove, sol, chove, sol. Não tem como prever como vai ser o dia mas que vai ter solzao e chover algum momento é fato. Outubro é baixa temporada turística (os turistas são principalmente europeus e americanos) mas ótimo pra mergulhar pois é temporada marinha, está "vazio" (sempre tem gente lá) e a água 20 graus (usamos 7mm e segurou sussa). Galápagos, ao contrário do Equador, é um role caro. SANTA CRUZ Para entrar em Galápagos tem voo de quito ou Guayaquil, com duração de 1h45min por avianca (aerogal), tame ou lan; e você pode chegar pelo aeroporto de baltra ou san cristobal (fomos por baltra, que é o de Santa Cruz, a ilha principal). Pra ir a Galápagos além do check in normal você tem que fazer o que eles chamam de check in biológico, que consiste em ver se você está levando algo que vá desequilibrar os ecossistemas em Galápagos (tipo frutas, sementes e outras coisas). Lemos nos relatos que esse check in era bem rigoroso e que tinha que chegar uma hora antes do que você chegaria em um voo normal para realizá-lo. O nosso foi bem suave e rápido, mas aconselho que você chegue uma hora antes do que chegaria para um voo normal. É importante que você veja que colocaram o lacre na sua mala de despacho porque sem ele você não entra em Galápagos. Tem que pagar também a taxa ingala de 20 dólares (aumentou mesmo) no aeroporto de saída. Quando você chega em Galápagos tem outra taxa, pra nós brasileiros de 50 dólares. Tem um cadastro que falam que você tem que fazer na internet antes de ir pra Galápagos, que nós fizemos, mas no aeroporto o pessoal da alfândega nem sabia do que se tratava. Saindo do aeroporto de baltra já tem um bus te esperando e leva até uma balsa. O bus é de graça e a viagem dura 15min. A balsa é 2 min, só para atravessar um canal, e custa 1 dólar. Depois você pega um outro bus, que custa dois dólares e te leva até Puerto Ayora, que é a cidade principal de Santa Cruz (dura 40min a viagem). Contando o role inteiro, desde o check in biológico até chegar em Santa Cruz e fazer o check in no hostel, você acaba gastando um dia (saímos dia 11/10 pela manhã de quito e chegamos no hostel no fim da tarde). Passamos no total 4 dias em Santa Cruz, que é uma cidadezinha bem legal. Como todos os 4 dias que ficamos lá mergulhamos saíamos as 6:30 e chegávamos as 15:30. Sempre era bem movimentado o fim de tarde na pracinha/porto/centro da cidade (é tudo junto). O por do sol lá é muito legal, a cidade é bem limpa e segura. Comida - você pode gastar de 10 a 25 dólares por refeição com a bebida, a depender do restaurante. Em geral a comida é semelhante em todos e o que varia é o ambiente. Fomos tanto na calle los kioskos, que era o local mais barato, quanto nos restaurantes da avenida charles darwin, que eram mais caros. Não vimos muita diferença mas também não fomos nos tops. A calle los kioskos foi a melhor opção (lá é bem animado). Alguns dias rola uma comida na feira de peixe dos pescadores que voltaram da pesca (fomos na temporada das lagostas e tava rolando altas pescarias) que parecia ser legal mas não comemos lá (achamos que vale a pena ir). Tome o suco de tomate del arbol e coma tortilha de yuca. Hostel - na média entre 15 a 30 dólares por pessoa (a depender do seu luxo). Ficamos em um legal, que chama morning glory. Mergulho - fizemos 4 dias de mergulho com a academy bay diving. É um dos mais caros de lá (a priori sai 200 dólares por dia mas fechamos um pacote de 170 por dia) mas esse é o tipo da coisa que não vale a pena economizar. Fechamos antes e todas que têm site o preço é esse. Lá tem várias outras com menores preços (tipo 120 dólares o dia) mas não tomamos conhecimento. Se quiser fechar lá tudo bem, pelo menos na baixa temporada turística em que fomos, pois o pessoal disse que na alta temporada bomba (aí talvez seja melhor reservar antes mas não podemos ajudar nisso). Para nós o top de lá é o mergulho. Fizemos o curso só para mergulhar lá e achamos que se você planeja ir lá é obrigatório mergulhar (dizem lá que 70% do que há pra ver em Galápagos está embaixo da água e é verdade). Lá é como que a meca do mergulho. Vimos vários tipos de tubarão, arraia gigante, lobo marinhos, tartarugas, muito mas muito peixe. Recomendamos muito a academy bay. O Oscar, que é o instrutor, é muito bom. Tínhamos só 10 mergulhos quando chegamos lá e com ele conseguimos fazer o gordon rocks no último dia de mergulho (teoricamente teria que ter uma experiência prévia ou mergulhar uns dias antes com eles pra ver se vc está apto) e foi até bem sussa. Gordon rocks é o mergulho mais legal dos daytrip, onde você vê os cardumes de martelo e de manta dourada, mas todos os mergulhos são sensacionais. Tem o liveaboard mas nem vamos falar aqui que é só pros prós e ricos. Passeios - vale a pena ir um dia até a tortuga bay conhecer a praia brava e mansa de lá (fomos um dia pós mergulho). Fica aberta das 8-18 e eh uma trilha bem sussa de 40 min só que sem nenhuma sombra. Também tem o centro de tartarugas que da pra ir em um fim de tarde mas o de Isabela é bem melhor. Como disse não fizemos os passeios terrestres, então não vamos ajudar mais que isso, mas tem vários passeios. Tem também o cruzeiro pra conhecer as ilhas, que não fizemos e não procuramos saber sobre, mas podemos avisar que tem umas saídas de ultima hora lá que sai bem mais barato do que fechar antes (pelo menos na baixa temporada). Lembranças - tudo bem caro pelo dólar como ta agora, mas bem legais (não compramos nada) ISABELA Na verdade não ficamos os 4 dias direto em Puerto Ayora. Ficamos lá dois dias (12/10 e 13/10), aí fomos para Isabela dia 14/10 pela manhã, onde ficamos dois dias (15/10 e 16/10) e voltamos dia 16/10 a tarde para mais dois dias em Puerto Ayora (17/10 e 18/10) para depois terminar a viagem em San cristobal. Fizemos isso pra dar um intervalo nos mergulhos, porque não tem lancha direto de Isabela para san cristobal e pegar duas lanchas em um dia é complicado (você vai entender porque). As lanchas custam 30 dólares cada trajeto, com saídas de manhã e a tarde, duração de 2h30min. As agências de turismo e mergulho que vendem os tickets, que é melhor você comprar um dia antes pois se esgotam. Porém, na hora de pegar a balsa você tem que conferir qual é a sua pois as operadoras não vendem lanchas específicas (parece que eles ajustam de acordo com as vendas quantas e quais lanchas vão sair) e é sempre um pouco confusa a coisa. A lancha é um inferno de duas horas que parecem dez. Sempre alguém passa mal (dica: logo que você entra distribuem saquinhos para vomitar), o que é justo porque a lancha vai batendo pra porra, por mais liso que esteja o mar. Você pode ter a sorte de pegar uma lancha confortável ou uma espelunca (você só vai saber isso na hora que o taxi aquático te deixar na lancha). Se puder sente virado para a frente ou de costas (de lado é zica). Eu tomava logo dois anti-emético antes de entrar e evitava comer muito. Isabela é a menor cidade das três, com dois mil habitantes, ruas de terra, bem rootizeira. É onde mais pegamos o tempo aberto e dizem que lá é a ilha que faz mais sol (porque ela virada pro norte ou algo assim). O porto onde você chega tem uma prainha cheia de lobos marinhos (e uns pingüins) e uma lagoa chamada Concha e Perla ótima para snorkel. Foi lá que acabamos ficando mais. Passeios - Tem dois passeios pagos, tuneles (dia intero e 80 dólares) e tintoreiras (meio dia e 40 dólares), que são os mais conhecidos. Como já disse, não fizemos, mas todo mundo que vai lá e não mergulha faz (pra quem mergulha acho que não vale muito a pena). Ambos consistem em snorkel em lugares que você chega de barco e da para ver reef sharks, tartarugas e iguanas. Tem também a trilha ate o vulcão Sierra Negra, que são 16km total e não fizemos porque no equador íamos para quilotoa e cotopaxi. De grátis tem a trilha até o muro das lágrimas, que nós fizemos metade e não recomendamos. O que recomendamos é ir até o centro de tartarugas, que é o maior das três ilhas e o único que tem as cinco espécies (tem muita mas muita tartaruga naquele centro). Para chegar até ele vá pela trilha (é bem bonita e nela da pra ver os flamingos) e não pela estrada (é indo sentido muro das lágrimas e tem uma indicação para a trilha). Também recomendamos muito snorkel na concha e perla, que é um tipo de um lago formado por uma reentrância do mar. Lá vimos arraias, polvo, tartaruga, lobo marinho, iguanas nadando e vários peixes (vimos mais coisa nesse snorkel do que nos mergulhos na laje de santos). Basicamente nesses dois dias que passamos em Isabela ficamos na praia dos lobos marinhos (aquela logo que chega no porto) e no snorkel na concha e perla (que é ali do lado). Hospedagem - ficamos na Cabanhas tero real, por 45 dólares por dia sem nenhuma refeição. O lugar é bom, com ar condicionado e limpo. Só a família que cuida de lá que parece ser meio autista (se vc for entenderá). Comida - Tem apenas uma pracinha com uns 5 restaurantes na mesma rua. Você pode comer desde menu do dia por 7 dólares até pratos por 15 dólares (é meio que tudo igual os restaurantes). Tem uma panaderia com uns pães bons a 1 dólar. San cristobal Pegamos a lancha de manhã (dia 19/10) em Puerto Ayora e chegamos na hora do almoço lá. Passamos uma tarde e uma manhã lá, porque no outro dia (20/10) no almoço pegamos o avião para Guayaquil. A cidade das três é a menos atrativa. O legal de lá é que a rua da praia é bem bonita e cheia de lobo marinho. Mas não gastaria lá mais tempo do que gastamos não, ainda mais depois de Puerto, Isabela e dos mergulhos. Passeios - Playa mann é uma praia pequenininha bem perto do centro e é bonita, mas nada de mais e infestada de moscas (não sei se foi no dia que fomos ou se é sempre). Tem um passeio pra parte alta, que passa numa grieta, na casa do tarzan e num vulcão que não fizemos (não vimos em nenhum relato esse passeio). Tem também uma praia que chama La loberia, que é bem afastada da cidade (do lado do aeroporto), não tem uma sombra pra ficar e o mar é bem aberto. Fomos porque eu queria surfar e lá é um pico de surf bom, mas não tava rolando onda. Pela praia mesmo não vale a pena ir. Lá tem outros passeios que da pra fazer e alguns picos de mergulho também, mas não fizemos. Comida - jantamos num dos poucos restaurantes que tem lá. Era bem legal, com uma vista pro mar e uma porção de camarão com banana e batata frita bem boa. Chamava miconia. Acho que eh a melhor opção lá. Gastamos 25 dólares os dois com breja e tudo. Hostel - ficamos um noite só no lá casa de mi sub, que era um pouco espelunca, mas o dono bem gente boa. Foi 50 dólares. Esse lugar era um pouco mais afastado do centro e perto do aeroporto. Mas lá tudo é muito perto (por exemplo nosso hostel ficava a 10 min a pé do centro). Mas tem outros hotéis lá no centrinho. Montanita Chegamos no aeroporto de Guayaquil as dia 20/10 às 17:00 (são duas horas de viagem de Galápagos e uma hora a mais pelo fuso). Fomos para montanita de bus, mas se preferir pode ir de taxi (eles pedem 80 dólares mas negocia-se até 50 ou 60). De bus é bem fácil. Saindo do aeroporto é só cruzar uma passarela e pegar a metrovia (25 cents) sentido rodoviária (perguntar pra qualquer um que te indicam). Você vai subir no ônibus na metrovia, andar uma estação e já vai chegar no ponto final, que fica na rodoviária de bus local. Chegando nessa rodoviária você sai e cruza outra passarela, em direção a rodoviária de bus intermunicipal. Lá tem bilhetes a montanita (quando fomos era a empresa libertad no posto 83, mas é só perguntar) de hora em hora até as 18:30. A rodoviária é legal e na praça de alimentação da pra comer por 3 a 5 dólares bem. O Bus é bom, custa 6 dólares e a viagem dura 3 horas. O guarda falou pra sempre conferir o ticket na hora da compra pq as vezes eles poe hora ou dia errado e na hora de pegar o bus tu rodas (também não devolvem a grana). Falam que Guayaquil é violenta mas não tivemos tempo para avaliar. No traslado que fizemos tinha bastante policia e não parecia um lugar em que você poderia ser assaltado (talvez furtado se você vacilar como em qualquer grande cidade). Ao chegar o ônibus te deixa na entrada da cidade. Ficamos em um hostel um pouco afastado do centro (10min andando, pela praia ou pela estrada). Chamava kundalini, dava direto na praia, café da manhã bom, quarto e chuveiro bons, 45 dólares por noite o casal. Tem vários hostel bem mais barato no centro. O lado bom eh q fica na bagunça e ruim pelo barulho. A cidade eh bem pequena, tipo umas quatro ruas, mas bem legal. Vários restaurantes bons com preço justo (12 dólares com bebida), barraquinhas com bebida e comida boa e barata (2 dólares pra comer, 1 a breja e 2 os drinks na média), várias baladas, cheio de hippies na rua, fácil acesso aos ilícitos (baratos e de qualidade). Tava nublado mas quente de dia e dava pra andar de short e camisa a noite. Não fomos na temporada mas parece q lá bomba no verão (que tem potencial pra bombar tem). Pelo menos fora da temporada parece um lugar bem seguro, até pra andar altas horas da noite na praia. A praia em si eh feia e bem longa. O pico do surf eh no canto direito, onde o fundo de pedra transforma o pico num point com uma direita bem extensa e manobrável. Peguei lá um metro de onda gorda, de drop fácil. O ruim eh que no resto da praia não rola surf (tudo fechadera e bem menor que no canto direito) aí o crowd fica pesado lá no canto e os locais lá parece que não conhecem o termo rabear. É uma cidade que vale a pena ir se vc surfa ou quer balada. Para ir embora tem uma mini rodoviária, que da de frente com a estrada, onde você compra o ticket e espera o bus (ele para na estrada). Chegamos dia 20/10 a noite e vazamos 23/10 de manhã. Cuenca Saímos de montanita as 11:00, chegamos em Guayaquil as 14:00 e de lá pegamos um bus pra Cuenca (não da pra ir direto de montanita a cuenca, tem que passar em Guayaquil). Para cuenca há ônibus 24 horas, com saída a cada hora, pela empresa allianza, dura 4 horas passando por Cajás (importante falar isso porque se você for por canar é 7 horas de trip) e custa 8.25 dólares. O bus é espelunca, mas não tem outra opção. Chegamos a noite (dia 23/10) e demos um role pelo centro histórico. O planejado inicialmente era ir pra parque nacional Cajas num dia e Ingapirca no outro. Mas acabamos passando os dois dias que tínhamos programado passeando na cidade e vazamos dia 25/10 a noite de avião. Ingapirca - São ruínas incas e está a 2h30 de Cuenca. Da pra ir por conta de bus ou fechar passeio. Desistimos porque lá funciona assim: você chega, faz um tour guiado de 45min, depois mais uns 15min para passear e volta. Como já conhecemos machu pichu e o tempo estava instável (com possibilidade de chuva), optamos por não ir. Parque Cajas - está a uma hora de cuenca. É uma reserva com várias trilhas para fazer, sendo a menor de três horas e maior de três dias. Não fomos pela possibilidade de chuva (que depois se concretizou) e porque já tínhamos feito o W em Torres del Paines no começo do ano. Cuenca - é uma cidade muito legal para passear. Por isso acabamos passando nossos dois dias lá. Pegamos um mapa da cidade e saímos andando. É uma cidade colonial. Lá tem vários museus, com muitos fechados (talvez por ser de Fds, o que não faz sentido mas tudo bem) e um imperdível, que é o do Banco Central. Tem um sítio arqueológico que virou parque atrás do banco central muito legal tb. Tem também muitas igrejas e praças para conhecer e vários lugares para comer. Tem um igreja gigante na praça central com o interior inteiro de mármore italiana e um altar foleado a ouro muito legal (parece que poucas igrejas no mundo tem um altar daquele). Tem muitos restaurantes, bares, cafés, sorveterias, panaderias. O que achamos que vale a pena eh pega o mapa e sair andando por todos os pontos turísticos. Não sei se demos sorte por ser alguma data ou se todo final de semana é sempre assim, mas estavam rolando várias atividades culturais por toda a cidade, com dança, teatro, comidas típicas e artesanias. Inclusive tem em alguns lugares o calendário cultural com os eventos todos da cidade. Aparenta ser um local bem seguro. O clima estava bom de dia (nem quente nem frio) e esfriava um pouco q noite (tinha que sair de calça e blusa). Comida - uma refeição variando de 5 a 15 dólares a depender do luxo mas em geral dos 5 aos 15 a comida é bem boa. Comemos um menu do dia por 5 dólares em um restaurante na praça central bem bom (era o único que tem mesas fora do estabelecimento). As comidas tipo doces, salgados, eram bons e tinham muitas lojas, com um custo de 1 ou 2 dólares a unidade. Hotel - ficamos em um hostel a 5 min a pé do centro histórico. Não achamos que valeu muito a pena lá não. Era meio espelunca. Mas tinha vários hostel no centro histórico e acho que vale a pena ficar por lá. Numa média de 10 a 20 dólares. Quito (meio da viagem) Fomos de cuenca a quito de avião. Como compramos com antecedência saiu um preço justo (175 reais por pessoa) dado que trocamos 15 horas de bus por 40 min de aviao. Chegamos as 22 no aeroporto e nesse horário não tem mais aquele bus. Então tivemos que pegar um taxi. O preço oficial eh 25 dólares, mas tem vários taxistas que trabalham particular (que não são os taxi amarelo) e ficam indo e vindo de quito. Pagamos 15 em um desses (eles ficam onde você pegaria o bus). No outro dia de manhã fomos para metade do mundo. Saindo da praça Forch, tem que ir até a avenida cólon e pegar um bus para comuna no sentido teleférico (só perguntar pra quem tiver no ponto) e desce no ponto próximo ao teleférico (também tem que perguntar pra quem tiver no bus). Aí você tem que ir até a avenida mariscal sucre e pegar um bus escrito mitad del mundo (tem que pegar no sentido certo, e é só perguntar), que vai te deixar na frente do parque após 1 hora de traslado (é bem longe mesmo). Tudo isso sai por 1 dólar. Todas essas info pegamos com a moça do hostel, que era oligofrenica mas mesmo assim conseguiu explicar, perguntando na rua e usando um mapa da cidade que tínhamos pego. Não é um trajeto fácil mas você se acha. Pode também ir por tour, de Van, mas deve sair tipo 20 dólares. O parque é bem legal, com alguns museus, lugares pra comer, planetário, monumento com um museu com vários experimentos "científicos" dentro bem legais, lugares para comprar lembranças. O ticket é 7,5 dólares com direito a tudo (tem outros tickets mais simples mas não tem sentido ir até lá e não ver tudo). O preço da comida é bem justo, igual o da cidade. Do lado tem a Unasur, com um prédio bem legal. Pra voltar é a mesma coisa. Pega o bus metad do mundo (passa quase na frente do parque) e desce na Av mariscal sucre na frente do teleférico (dica: é na avenida, não no bairro mariscal sucre, que têm o mesmo nome mas são em locais totalmente diferentes). Nós aproveitamos que estávamos lá e fomos ao teleférico. Ali onde o bus deixa a galera tem uns taxistas esperando pra te levar até a base do teleférico por 1.5 dólares. É muito justo pois são 2km de pura ribanceira. O teleférico é 8 dólares e te leva dos 2500m de altitude de quito até 4100m em 20min. É bem alto e lá cima bem frio. Tem uma vista panorâmica da cidade, lugares com café, comida e doces. É um passeio caro, relativamente rápido, mas que vale a pena. Se você quiser, de lá sai uma trilha de 5 horas até o vulcão pichincha, que não vimos porque tinha muita neblina. Na volta também descemos de taxi, por mais 2 dólar e ele já nos deixou no ponto pra pega e o bus e nos indicou qual bus pegar. Descemos no mesmo lugar que pegamos na ida, na avenida cólon. Jantamos no tropi burguer, uma mistura de kfc com burguer king bem bom e barato (comemos muito por 6 dólares cada). Quilotoa Dormimos em quito e saímos pela manhã (dia 27/10) em direção a Quilotoa, passando por Latacunga (único jeito de ir até quilotoa, pois não há bus direto). A primeira coisa é chegar no terminal quitumbe, de onde saem os ônibus para latacunga. Para isso você deve pegar na linha verde (trolebus) o ônibus C4. Esse ônibus C4 passa em determinados pontos, portanto, assim que chegar no ponto da linha verde mais próximo de seu hostel pergunte pra quem está na bilheteria se ônibus C4 passa nesse ponto (no nosso caso tivemos que pegar outro bus qualquer da linha verde e paramos duas estações na frente) ou a qual ponto você deve ir pra pega-lo. Chegando no ponto onde passa o C4 você deve perguntar em qual porta deve esperar ele (perguntamos pro guarda que estava lá), pois ele para em determinada porta. Pegou o C4 você vai nele até o ponto final, que é no terminal quitumbe. Lá tem ônibus a cada 10min para latacunga por 2,50 dólares. O terminal quitumbe é bem estruturado e tem um ponto muito bom de informações turísticas. A viagem dura umas 2 horas e o caminho até que é legal. Você vai chegar no terminal de latacunga e nele mesmo pegar um ônibus para Quilotoa, por 2 dólares (as vezes tentam cobrar mais no próprio guiche mas bata o pé que só vai pagar dois dólares). Algumas empresas o bus leva até zumbahua e lá você tem que pegar uma caminhonete ate quilotoa (seriam 12km de estrada e 5 dólares o transporte), porém nosso bus nos deixou na entrada de quilotoa (2 horas de viagem). Pelo guia da cidade, as empresas que levam direto a quilotoa são Vivero e Ilinizas. Pra entrar na minúscula vila você assina um livro e paga 2 dólares. Chegamos umas 14, deixamos as coisas e fomos almoçar, ver a vista da laguna e o por do sol. A visão da laguna é animal e o por do sol foi sensacional. Tinha algumas nuvens só e um belo frio que era amplificado pelo vento. Esse frio so vai piorando com o cair da noite e pra dormir é bem frio mesmo, o que já é alertado pelos sete cobertores no quarto. Usamos todos os cobertores e dormimos com segunda pele e casaco, mas foi mais que suficiente pra dormir muito quente. No outro dia (dia 28/10) fizemos a trilha da playita, saindo as 10:00 do hotel e retornando as 15 após almoçar. Hospedagem - a maioria pessoas dorme em latacunga e passa o dia em quilotoa. Nós optamos por dormir em quilotoa. Aqui tem vários hostel mas todos aparentemente bem ruins. Ficamos em um que chama chuquirawa, e tem um outro que chama Cabanhas de quilotoa, que parecem ser os únicos viáveis (tem no booking). Pagamos 40 dólares por dia no quarto privado com banho quente, fica na frente da laguna, tinha uma área bem confortável com vista pra montanha, tem inclusos café da manhã e janta bons. O quarto até tem um sistema de aquecimento com lenha igual aos outros ambientes do hostel, mas optamos por não usar pela consideração de uma possível intoxicação por CO noturna. Tem um hostel que parece ser bom também, que chama Hostal Princesa Toa, é da prefeitura, de 15 a 35 dólares a depender da acomodação, com café e janta, banho quente e do lado do mirador da laguna. Latacunga não parece ser um lugar legal pra ficar. Se for ficar em quilotoa, que é o que achamos melhor, tem as três opções acima de hostel (não aconselhamos os outros). Não tem internet em lugar nenhum em quilotoa. Se você ficar no chuquirawa aconselho a tomar banho durante o dia, dado que o chuveiro eh meio temperamental (vc vai entender). Comida - tem vários restaurantes e tudo bem barato. Comemos no único que tem vista para a laguna, que, assim como o alojamento, é da prefeitura e tem um menu do dia que varia de 3 a 7 dólares. Comida boa e vista animal. Quilotoa - Fizemos a trilha da playita. Tem 3 circuitos de trilha além desse, um que da a volta na laguna de 28km e outros dois de 32km e 39km (apesar do circuito W na Patagônia na virada do ano, não fomos preparados psicológica e fisicamente para trilhas de 30km a 3800m). Também você pode alugar cavalos ou bike pra dar um role. A trilha da playita eh um desnível de 500m numa trilha de 2km, ou seja, só descida na ida e só subida na volta. Demora uma meia hora pra descer e uma hora e meia pra subir. Vá com uma roupa pra sujar porque o chão é de areia vulcânica, que é fininha e impregna na roupa e tênis. Lá embaixo da pra alugar caiaque e não tem nada pra comprar de comida ou bebida. Vale a pena descer lá. A visão na subida, decida e lá embaixo é sempre da lagoa e bem legal. Otavalo O dia 29/10 foi apenas de traslado de quilotoa a otavalo. Para sair de quilotoa ou você pega uma Van e vai até zumbahua, de onde saem vários bus ao longo do dia, ou você pode pegar em quilotoa mesmo. Todo dia tem um bus que passa mais ou menos 6:30 na vila toda. Ele passa buzinando (parte dos passageiros deles são crianças que ele deixa na escola em zumbahua) e é só ficar na frente do hostel que ele te pega lá. A empresa chama Vivero, custa dois dólares (se te cobrarem mais brigue porque é dois dólares) e a viagem dura 2 horas. Tem uma outra empresa que passa em quilotoa, também todo dia, as 12:00, 13:00 e 14:00 mas aí você tem que esperar lá na entrada da cidade, onde assina para entrar. Chegando em latacunga você tem que pegar um bus pra Quito mas para comprar o bilhete tem que ir direto na região onde se embarca no bus. É só chegar e perguntar que bus vai para quito (não tem venda de bus para quito nos guiches). Sai 2.15 dólares e nossa viagem durou 1:30. Para ir a otavalo você pode tanto pegar o bus do terminal quitumbe (pois é, agora sai bus de lá para otavalo) ou do terminal Carcelen (que é o que todos falam nos relatos mais antigos). Pegamos de Quitumbe, que é onde param todos os bus saindo de latacunga, pela empresa Pulman no guiche 12. Custou 3.75 dólares e 3 horas de viagem. Detalhe que se você sair do Carcelen dura duas horas. Essa uma hora de diferença é tempo que o bus que sai do quitumbe demora para atravessar a cidade de quito e chegar no terminal Carcelen, onde ele da uma parada rápida pra pegar mais gente. Pergunte se o bus para no terminal de Otavalo. Se não parar lá peça para alguém te avisar e fique de olho que tem placa quando passa na cidade (nós moscamos, passamos reto e tivemos que pegar bus e taxi para chegar em otavalo). Na volta é só pegar o busao no terminal, que é no centro da cidade, perto da maioria dos hostels e da pra ir a pé (não tem guiche e o bus custa 2.50 dólares). Na volta veja em que terminal o bus vai. O nosso foi até Carcelen e de la pegamos o trolebus (25 cents) até a parada Cólon (que é no cruzamento com a avenida cólon), que é umas dez quadras da praça Forch. Otavalo é uma cidadezinha bem agradável e segura. Vale a pena ficar dois dias lá, contando com um dia para Cuicocha. Cuicocha - Também é um vulcão com um lago bem bonito (achamos mais bonito que quilotoa). Para ir até lá tem que pegar um bus verde da empresa cotacaxi sentido quiroga no terminal. Custa 40 centavos e o trajeto é de uns 30 min. Tem que perguntar também pro cobrador ou alguém do bus em que ponto desce porque tem um ponto específico em que os taxistas e as caminhonetes ficam esperando. Descendo você logo vai ver eles ou eles vão vir até você oferecer o trajeto até Cuicocha. Aí tem uma pegadinha. Lá você tem a opção de ir lá, ver um pequenino museu, dar uma olhada na lagoa pelo mirante, fazer um passeio de barco pela lagoa, almoçar no restaurante com vista para lagoa. Se você for fazer qualquer uma dessas coisas peça pra caminhonete te deixar em Cuicocha, o que custa 5 dólares e dista uns 15km. Se você for fazer a trilha em volta da lagoa, que é o que fizemos, peça pra ele te deixar em Pinos de Cuicocha, que é o fim da trilha. Custa 7 dólares e dista uns 17km. Isso é importante porque em Pinos, que é o fim da trilha, você começa de cima e desce. A galera que vai com guia local começa la embaixo, o que é uma puta burrada. Começando por Pinos a vista é mais bonita e você termina numa descidona. Começando pela entrada principal você começa numa puta piramba e sem vista pra lagoa. Além do que começando por Pinos você termina no restaurante e começando pela principal você termina na estrada. A trilha tem 15km e fizemos em 3:30 (tem várias paradas e da pra ver a laguna de várias ângulos). Não é uma trilha fodastica mas cansa, pois tem várias subidas e descidas e não estamos habituados com a altitude, o que influência bastante (Cuicocha está a 3800m). Se você quiser dormir lá tem um hostel bem legal (não ficamos porque não achei na internet e não sabíamos da existência, mas a mulher do hostel disse que tem e falou pra procurar hostel Cuicocha) mas é bem caro (custa 55 dólares o casal). A volta você pode combinar com o cara que te deixou com preço a combinar ou pedir um taxi no restaurante por 6 dólares (se terminar em pinos sei lá como faz). Chegando em quiroga é do pegar o bus que o cara que te trouxe indicar e desce no terminal em otavalo. Comida - Não tem muitas opções de restaurante mas o que tem em geral servem um comida boa, farta e por um preço justo. Tem bastante padaria e comida típica na rua (na pracinha da feira ficam várias barraquinhas a noite) com preços bons também. Hostel - tem várias opções. Todas parecem ser bem boas. O importante é você escolher um no centro (porque senão você vai ficar longe de tudo). Ficamos no Hostal Santa Fé 2, que na quando chegamos vimos que era um hotel. Foi o melhor lugar que ficamos em toda viagem em todos os aspectos (banho, café, limpeza, atendimento, wifi). Pagamos 36 dólares por noite o casal. Feira - Todo sábado tem uma feira, que é a segunda maior feira do mundo. Recomendamos que, assim como nós, se você pretende ir a otavalo deve se programar para estar lá no sábado (se puder também deixa pro fim da viagem melhor, pra não carregar as coisas). Na feira tem de tudo (tudo mesmo, você vai entender lá), ela ocupa quase todas as ruas do centrinho (é muitooo grande) e tem os melhores preços do equador. Deixamos pra comprar tudo por lá e tudo que vimos ao longo dos vinte dias de viagem tinha lá por um preço melhor. Como os equatorianos estão acostumados com os europeus eles metem a faca no primeiro preço, mas o preço real de venda em geral é metade do inicial pra baixo (mas você tem que chorar mesmo, falar que é brasileiro, que o dólar ta alto). Se o cara não quiser abaixar pelo menos 50% vai embora que ou ele vai atrás de você ou você acha outro que faça (tem muitas barracas com coisas iguais). Quito (fim da viagem) Tivemos sorte que na ultima noite em Quito pegamos o hallowen (dia 31/10). Parece que não é só no dólar que os EUA influenciam aqui não. A praça Forch bombou e todas as baladinhas estavam cheias, todo mundo a caráter, bem divertido. No último dia fomos ao centro da cidade. Eh só pegar um mapa de quito e seguir ele que da pra ir a pé do mariscal sucre. O centro é legal, mas nada demais também (o de São Paulo é bem mais legal) e bem seguro (aí sim bem mais do que o de sp). Tivemos sorte também porque tava tendo várias atividades no centro por causa do dia dos mortos (comemoram aqui também, como no México). Demos um role pela cidade e pegamos o voo pra Sp a noite. Pra ir pro aeroporto é só fazer o caminho inverso da chegada.
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