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Marcos De Conto

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Sobre Marcos De Conto

  • Data de Nascimento 31-10-1984

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  1. Muito Bom! Carreta Austral está em minha lista, mas vai ter que aguardar. Os "ojos" são de fácil acesso, bem perto a cidade de Pucon, e depois tem o lago de Caburca, que também vale a pena! Abraços!
  2. Show de Bola Diego, li seu relato antes de fazer nossa viagem e tem ótimas dicas. É uma região maravilhosa mesmo! Abraço!
  3. Uma bela viagem pelo Atacama. Após, poste seu relato pois também desejo passar por lá no futuro. Abraço!
  4. Olá! Os valores variam muito. Como a viagem era rápida e os hoteis eram apenas para dormir mesmo, abrimos mão de um pouco de conforto para ter preços mais acessíveis. Sempre pegamos hoteis com banheiro privativo e café, e que aparentemente estavam em bom estado. O valor variou de 200 a 300 reais em média por diária. Como são todas cidades turísticas dificilmente por um lugar razoável conseguirá preços inferiores. Fico a disposição.
  5. Show de bola hlirajunior. Utilizei muito o seu relato de viagem ao Chile para programar a nossa, foi na verdade um dos que mais extraí informações importantes, e onde tivemos a certeza da viagem que faríamos. Obrigado pela sua contribuição!
  6. 12° dia (17/10/15): Ida de 9 de Julio a Encantado-RS. 1518 KM Saímos as 06:00 rumo a cidade natal. Passamos pela Rota 14 e não pela 127 como fizemos na ida. Neste trecho (rota 14) existiam muitas barreiras policiais (província de Entre Rios) onde passamos certo transtorno (falamos sobre isso no inicio deste relato). Não via a hora de passar por este trecho e entrar logo no Brasil. Passamos na Aduana por volta das 16:00 horas e após uma parada em Uruguaiana pegamos a estrada. Não demorou para começar os pardais e centenas de buracos, que não estávamos com nenhuma saudade. Chegamos na cidade de Encantado/RS por volta das 23 horas. Este dois últimos dias foram bem puxados, o bom é programar no máximo 1000 Km por dia, porém gostaríamos de aproveitar o finalzinho das férias em casa um pouco. Era isso. Espero que seja útil assim como vários outros relatos foram importantíssimos para a nossa viagem. Fico a disposição caso tenham qualquer dúvida.
  7. 11° dia (16/10/15): Ida de Bariloche à 9 de Julio – 1328 KM. Rumo para casa, como não sabíamos quantos km conseguiríamos fazer, saímos sem reserva às 4:00 de Bariloche. Chegamos em 9 de Julio às 19 horas e entramos na cidade para procurar hotel. Neste trecho cruzamos a argentina, retas e mais retas em que a velocidade máxima é de 120 km, porém andávamos na média a 140-150, e ainda estávamos lentos em comparação a maioria (principalmente no trecho antes de Santa Rosa.
  8. 10° dia (15/10/15): Bariloche – Neste dia acordamos cedo para fazer o famoso “Passeio dos 7 lagos”, que tem inicio um pouco depois da “Villa La Angostura”. De Bariloche a cidade de San Martin de Lós Andes são 191 Km. Pelas referencias que pegamos boa parte do trajeto era de chão, porém ele foi asfaltado não faz muito tempo. Fiz apenas metade do percurso, então não tenho certeza se todo trecho está asfaltado. Como o dia estava nublado e alguns lagos eram de difícil acesso, resolvemos voltar para Bariloche. Passamos o restante do dia no centro de Bariloche fazendo compras, e aproveitei para trocar o restante dos pesos chilenos que tinha e também alguns reais por pesos argentinos, na rua mesmo no cambio paralelo que é muito mais atrativo que o oficial.
  9. 9° dia (14/10/15): Puerto Varas à Bariloche – 303 km. Saímos cedinho para a cidade de Bariloche, na expectativa de passar novamente pela cordilheira dos Andes. Não acessemos a Rota 5 que talvez seria o caminho mais rápido. Fumos novamente na estrada em direção ao vulcão Osorno e percorremos parte da estrada que circundava o lago (uma estrada muito bonita). No caminho muita vegetação seca ou queimada, pelo que pesquisei resultado de uma erupção de vulcões da redondeza. A passagem pela Aduana chilena foi tranquila e rápida (aqui as aduanas não são juntas) e seguimos subindo. Na parte mais alta da viagem encontramos neve novamente e para nossa surpresa em determinado momento começou a nevar! Saímos do carro como crianças apesar do frio. Neste momento não estava mais preocupado pois tinha as cadenas e também uma “baita” experiência em dirigir na neve (rsrsrsrs). Sem nenhum problema seguimos e já sem neve encontramos a aduana Argentina, passagem rápida, sem revista. No caminho passamos pela cidade de Vila Angostura, e ao se perder descobrimos a estrutura que a cidade possui a beira do lago Nahuel Huapi, muito bonito, lago de águas cristalinas. Chegamos em Bariloche por volta de 15:00 horas da tarde, fizemos check-inn no hotel e já fomos conhecer o Cerro Campanário. Lugar muito lindo, com uma vista incrível. Fizemos belas fotos no local e apreciamos um café em uma panaderia lá no alto. Este cerro está no inicio do famoso Circuito Chico, um belo caminho que é o passeio mais famoso e básico de Bariloche. Todo percurso asfaltado, com belas vistas, passando pelo hotel Llao Llao e pela Capela San Eduardo.Estávamos hospedados no hotel Del Viejo Molino, e jantamos no restaurante do hotel. Não recomendo os dois (hotel e restaurante).
  10. 8° dia (13/10/15) – Puerto Varas – Acordamos cedo e fomos em direção ao Parque Nacional Vicente Perez Rosales, onde há os famosos Saltos de Petrohué com vista ao vulcão Osorno. Os saltos são fascinantes, apesar do tempo que não ajudou muito (nublado) o azul da água é impressionante. Neste dia o vulcão também estava encoberto por nuvens. Continuando a estrada (com uns 5 KM de chão) chegasse ao lago “Todos Los Santos”. A água é muito limpinha, há barqueiros que oferecem o passeio no lago por 30 min, porém como o tempo não estava muito bom decidimos não fazer. Voltamos pela estrada e após passar novamente em frente a entrada dos Saltos de Petruhé pegamos a direita em direção a subida a base do vulcão Osorno. Esta estrada que pegamos costeia todo lago e vai até a cidade de Frutilar que é vizinha a Puerto Varas (toda estrada de asfalto). Antes da subida ao Osorno, existe a esquerda a Laguna Verde, a poucos metros de caminhada, parada ao meu ver obrigatória. Seguindo em frente, a subida do vulcão é toda asfaltada, a vista lá em cima é impressionante, apesar das nuvens valeu a pena. Da mesma forma que no vulcão Villarica a estação de ski estava fechada. Iríamos fazer a volta pelo lago, porém tinha deixado pastinha com o “Seguro carta verde” no hostal, e estava com um farol do carro queimado, então decidimos voltar para Puerto Varas. Fiz a troca do farol (tínhamos um reserva), pegamos a famosa pastinha e fomos via rota 5 conhecer a cidade vizinha Frutillar. A parte baixa da cidade (a beira do lago) é muito linda, novamente belas casas, e um teatro a beira da lagoa de arquitetura incrível. Ao final do dia, novamente “batemos perna” por Puerto Varas, comprando roupas e lembranças. Cidade fascinante. Perto de Puerto Varas existe a cidade de Puerto Mont, porém não achamos interessante a visita.
  11. 7° dia (12/10/15) – Pucon à Puerto Varas – 322 Km pela Rota 5. Saímos para a cidade de Puerto Varas por volta das 10:00, e chegamos em torno de 15:00 na cidade. Outra cidade maravilhosa, com uma arquitetura de origem alemã e holandesa, muito charmosa, banhada pelo lago Llanquihue. Este foi o único local que não reservamos diária no dia anterior, mas logo encontramos o Hostal da Erika, o qual já tinha lido boas referencias na Internet. Lugar bem familar, possui quartos com banheiro privativo e a Dona Erika é fantástica, uma mãezona. Elogiei tanto a tortinha dela que ao final, em nosso check-out, ela nos deu dois pedaços para a viagem. Este dia estava nublado e chuvoso, não conseguimos ver o vulcão Osorno da cidade pois estava encoberto por nuvens, mas ainda demos uma volta para conhecer a cidade, comprar algumas lembrancinhas no centro.
  12. 6° dia (11/10/15) – Pucon – Cidade encantadora, casinhas em estilo alemão, charmosas, uma cidade muito romântica e turística, de onde avistasse o vulcão Villarica. Saímos pela manhã em direção ao Parque Nacional Huerquehue. No caminho passamos nos “Ojos de Caburca”, duas cachoeiras lindíssimas. Parte do caminho ao parque é estrada de chão, em torno de 20 km. No caminho passamos pelos lago Caburca (de águas verdes transparentes) e no parque visitamos o lago Tinquilco. Este parque possui muitas trilhas, a vários lagos, mas todas de nível médio ou alto. Se tiver um dia livre e gosta de trilhas é uma boa pedida. Como não tínhamos muito tempo e também não estávamos muito afim de fazer trilhas, voltamos. Em nosso caso não valeu a pena ir até o parque apenas para conhecer o lago “Tinquilco”, mas não deixaria de ir aos Ojos de Caburca e no lago de Caburca. A tarde fomos de carro a base do vulcão Villarica. Metade do trecho é asfaltado e metade é estrada de chão (a estrada de chão estava bem ruizinha), mas a paisagem vale muito a pena. O Vulcão entrou em erupção em março/15, assim no seu topo fica saindo uma “fumacinha” o dia inteiro. Devido esta erupção os passeios com guia ao topo do vulcão estavam suspensos. Fomos até a base do vulcão onde tem uma estação de ski que estava fechada, porém pode-se alugar pranchas para brincar na neve. Tiramos belas fotos do vulcão e da cidade de Pucon. Ao final da tarde fomos dar uma caminhada no centro de Pucon, pegamos o por do sol a beira da lagoa que banha a cidade (paisagem deslumbrante).
  13. 5° dia (10/10/15) – Santiago, e após ida a cidade de Pucon, sul do Chile. Pela manhã visitamos principais pontos turísticos do centro de Santiago, fizemos o percurso a pé mesmo. Fica tudo muito próximo e utilizamos o próprio Google Maps do celular, sendo que carreguei o mapa no hotel antes de sair. Locais visitados: Museu Nacional de Belas Artes, Plaza das Armas, Palacio de La Moneda, Cerro Santa Lucia e por fim o Cerro San Cristobal (este subida com Funicular). Às 12:30 saímos em direção a Pucon 800 KM. Chegamos por volta das 23:00 em Pucon. Nos hospedamos no Hostal Gerônimo, muito bom, recomendo.
  14. 4° dia (09/10/15) – Santiago – Visita Conha Y Toro e volta de dia aos “Caracoles”. Realizamos a visita guiada na Concha Y Toro, experiência bem bacana apesar de eu não poder degustar os vinhos em virtude de estar dirigindo. No posto ao lado da Vinícola consegui sacar pesos chilenos direto da conta corrente, e não precisei correr atrás de casa de câmbio. Após, voltamos para a cordilheira nos famosos Caracoles, para ver esta maravilhosa paisagem de dia, além de visitar hotel e lagoa que ficam antes da aduana.
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