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MichelleLima1

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Sobre MichelleLima1

  • Data de Nascimento 09-06-1988

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Brasil: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Acre, Alagoas, Rio de Janeiro e Acre
    Chile: Santiago do Chile e Deserto do Atacama e passagens por Calama e Arica
    Peru: Tacna, Arequipa, Cusco e Machu Picchu
    Bolívia: Cobija
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  1. @casal100 muito obrigada pela resposta. Vou pesquisar mais sobre esse destino então.
  2. Gente... mil anos depois... VOLTEI Primeiramente desculpem a demora absurda em postar. Nunca imaginei que fazer faculdade, me tornar mãe e trabalhar dessem tamanho trabalho... Perdi o controle da minha vida e me desorganizei todinha, e só agora consegui administrar meu tempo e voltei à pensar em viagens e nada mais justo do que voltar aqui e terminar meu relato incompleto. Depois de Arequipa... Cusco e trilha da Hidrelétrica Como eu já estava completamente apaixonada pelo Peru depois de conhecer Arequipa, Cusco foi a cereja do bolo. Estávamos completamente empolgados com nossa visita à Machu Picchu. E como havíamos decidido comprar o passeio com operadoras locais (e nada antecipado pela internet por motivos de ) essa era a nossa prioridade. Mas o primeiro dia em Cusco foi dedicado à Aclimatação. Passamos o dia inteiro no quarto descansando da viagem e nos acostumando com a altitude do local. Eu havia ouvido relatos assustadores de pessoas que passaram muito mal, então exagerei na precaução. Ficamos no Hostel Hatun Quilla e gostamos bastante. Tudo muito simples, mas muito gostoso. Pagamos R$ 578,00 na época, por 5 dias. O único ponto negativo que posso dizer que foi a distância do centro. Nem era muita, mas as ladeiras _para essa obesinha, que aqui escreve_quase acabaram comigo. Mas para quem está em forma, nem sofreria tanto assim. No segundo dia, saímos á caça do pacote para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nem procuramos tanto assim, pois éramos abordados á cada instante por locais vendendo os passeios. Escolhemos aleatoriamente com uma simpática senhora que nos levou até a sede da agência de turismo para qual ela trabalhava. Gostamos das explicações e dos preços. Fechamos os passeios. No dia seguinte iniciamos os passeios pelo Vale Sagrado Para Machu Picchu, Iríamos fazer a viagem de van. Nada daquele trem lindo e caro pela Trilha da Hidrelétrica. O valor incluía transporte, café da manhã, almoço, alimentação em um restaurante na base onde começava a trilha, guia local em Aguas Calientes, jantar e acomodação, além dos ingressos. Valor: 115 "doletas" por pessoa. No dia do principal passeio, a van veio nos buscar no horário combinado. Nela havia um grupo de franceses, um casal de belgas e uma família de argentinos. O trajeto foi longo e cansativo e devo frisar que achei muito perigoso. O motorista chinelava na velocidade e apesar da pista ser novinha, ficamos bem apreensivos devido aos penhascos que nos acompanharam por toda a viagem. No meio de não sei onde, nossa van quebrou. Por sorte ainda conseguimos rodar até uma oficina que estava fechada, porém lá pudemos utilizar o banheiro, comprar uns lanches e esperar. O mecânico foi acionado e cobrou um certo valor por ter que abrir a oficina naquele dia (acho que era um fim de semana). Esperamos por 4 longas horas, mas deu certo e nossa van continuou rumo ao nosso destino. Próximos à hidrelétrica, me senti participando daquele programa "Estradas Mortais". Nunca senti tanto medo na vida e minha vontade era voltar. Mas era tarde demais. Depois de mais de 6 horas de viagem, era impensável desistir e fazer aquele percurso de volta. Uma estrada de terra, sem guard-rail, onde era impossível dois carros passarem ao mesmo tempo ou em sentidos opostos. Estrada sinuosa, e a cada curva, o motorista tinha que parar para buzinar, avisando assim que estávamos ali. Fora os diversos relatos de acidentes (carros que despencavam dali rumo ao precipício. Nem sei se era verdade, mas me borrei de medo. Se uma outra van estivesse vindo, tínhamos que dar ré e buscar na estrada, à beira do precipício, um espacinho para estacionar e esperar que o outro carro passasse. Me odiei pela minha "mão-de - vaquisse" por não ter ido de trem e pensei comigo mesma que minha mãe me daria uma surra, mesmo depois de velha, se me visse fazendo aquela loucura. Mas já estava feito, o jeito era seguir. Devido à quebra da nossa van, fomos o último carro à chegar, almoçamos (jantamos) apressadamente começamos a trilha da hidrelétrica quase 05 horas atrasados. O início da trilha foi um martírio. Uma subida sem fim, no meio de um bananal, a 1800m de altitude, em um terreno escorregadio. Mas depois de uns 5 minutos de subida, comigo achando que eu não ia dar conta - sou gorda e sedentária gente- chegamos à uma parte plana, por onde passava o trilho do trem da Peru Rail. Dali ficou tudo certo. O único problema era que já estava escurecendo, não tínhamos lanternas e nem guia _pois o guia estava nos aguardando lá em Aguas Calientes. A trilha era por nossa conta e sem postes de iluminação, no meio da selva peruana. Por sorte, grudamos na família argentina, que tinha 3 adultos e um menino de 10 anos e fomos todos juntos, cantando feito escoteiros, rindo e conversando. Nossa única fonte de luz eram as lanternas dos nossos celulares e nossa orientação foi: "sigam os trilhos, pois eles terminam em Aguas Calientes". E assim seguimos o nosso caminho.
  3. @Alene Morais Oi desculpe a demora em responder, aconteceram todas as coisa possíveis na minha vida e eu fiquei bem alheia ao assunto viagem e acabei sumindo. Tive uma linda bebê + faculdade + trabalho... Espero que de algum forma, a minha resposta ainda seja útil. Olha,por dia, eu realmente não consigo te dar um valor, se duvidar, nem um total, porque muitas coias fomos improvisando, mudando de ideia e acabei não contabilizando. Mas no máximo, a viagem toda deu menos de 6mil reais pelos 23 dias.
  4. Mil desculpas pela demora em responder.faculdade, engravidei inesperadamente, trabalho... agora que estou voltando à ter minha vida de volta... kkkkk. Espero que minha resposta ainda te ajude de alguma forma. Nossa... o preço geralzão eu não me recordo mesmo, até porque na nossa demência e empolgação,não registramos os gastos menores como comida e pequenos deslocamentos. Mas com toda a certeza, deu muito menos que um mochilão que fiz para o Nordeste ( nos custou uns 6 mil reais) com quase o mesmo tempo de viagem (30 dias), olhe que no Nordeste eu nem gastei com hospedagem.
  5. Mil perdões pela imensa demora. Minha vida ficou louca: faculdade, trabalho, minha bebê chegou inesperadamente no meio disso tudo e estou voltando aos eixos só agora. Espero que minha informação ainda seja útil. Foram várias empresas de ônibus utilizadas para irmos à diferentes lugares. A viagem de São Paulo até Santiago durou 56 horas pela Chilebus (saindo da rodoviária do Tietê) A de Santiago até o Atacama (mais precisamente até a cidade de Calama (pois depois pegamos outro ônibus até San Pedro) demorou 24 horas e fomos pela CikTur. De Calama até Arica acho que umas 6 horas de viagem (não tenho mais tanta certeza devido ao tempo passado), fomos pela Turbus. No geral, eu achei a viagem confortável sim. Não foi um luxo, e era melhor ter passado essas noites no ônibus em um hostel (mas a grana não permitia, então valeu a economia, pois já descansava e ao mesmo tempo chegava ao meu próximo destino) então foi legal sim. Recomendo. Uma coisa que achei muito legal foi que as viagens de ônibus Chilenas e Peruanas, no geral, têm excelente qualidade: ônibus novos, rodomoços, pistas boas em sua maioria e achei tudo muito mais seguro do que eu esperava. Foi longe de ser um tormento. Vi muitos lugares lindos e conheci muita gente maravilhosa no caminho.
  6. Gente boa tarde... Estou na missão de organizar uma viagem de inverno com neve. Já conheci as estações próximas de Santiago em 2015 e dessa vez estou pensando em conhecer a Argentina por causa do valor peso. Não disponho de muita grana e além do mais, nessa viagem, quero incluir minha sogra (idosa) e minha bebê _que na data da viagem terá 2 anos e 3 meses. Estou pensando em Ushuaia ou Bariloche, pois minha sogra gostaria muito de conhecer a neve. É muita loucura? Se não for, qual destino vocês me recomendariam? Lembrando que não temos muita grana e não poderemos fazer nada muito radical por causa da bebê e da minha sogra, então seria uma viagem mais contemplativa. Recomendam ou tem algum outro lugar para sugerir? Desde já agradeço muito.
  7. Vou falar que não trago boas lembranças de Tacna. Descemos na Rodoviária e logo nos vimos em meio à um lugar desorganizado e fomos abordados por uma enxurrada de vendedores de passagens de ônibus e vendedores em guichês que gritavam para que trocássemos nosso dinheiro com eles. Escolhemos um guichê com uma boa cotação e trocamos nossos últimos pesos chilenos por Soles. Faltava agora escolher a empresa de ônibus que nos levaria à Arequipa. Um homem muito simpático nos ofereceu a empresa na qual ele trabalhava e infelizmente não me lembro o nome dela (acho que meu cérebro bloqueou). Só me lembro que não era a "Flores" (que era bem mal falada por lá). Pedimos para primeiro olharmos os ônibus e ver se eles estavam em bom estado e tudo ok. Pechinchamos o preço e concordamos em pagar o valor estabelecido pelo vendedor. Ele nos levou ao guichê da empresa e lá descobrimos que comprando direto no guichê era mais barato, pois não se pagava o cachê do vendedor. Mas aí era tarde demais, já havíamos entregado nosso dinheiro. ( eita burrice ). Outra coisa que nos confortou foi que, se aquele homem não tivesse aparecido, dificilmente teríamos achado a tal empresa, cujos ônibus "pareciam" em ótimo estado e novos. Tinha até rodomoça. Ledo engano. Os ônibus eram realmente novos, mas um cheiro de urina nos acompanhou por toda a viagem, sem falar que éramos atrações turísticas lá. Todos nos encaravam o tempo inteiro e foi meio assustador. Tirando tudo isso, a viagem até Arequipa foi tranquila. Bem... até aquele momento, o Peru ainda não havia me encantado. A paisagem eternamente desértica, a pobreza extrema de algumas regiões em que passávamos, precipícios, nada animador... Mas chegar em Arequipa fez tudo valer à pena. Tirando o taxista mal educado que nos levou da rodoviária até nosso Hostel. Nos hospedamos em um hostel no centro, bairro muito lindo e charmoso e pegamos uma festa típica Arequipeña. A música, a Plaza de Armas cheia, as construções em Sillar(pedra vulcânica branca), as roupas típicas... Finalmente eu caí de amores pelo Peru. Tratamos de procurar um restaurante bom e barato e amamos a comida, a chica morada... Depois caminhamos, visitamos museus, experimentei helado de Pisco ( sorvete com um certo teor alcólico ... óooteeeeeemoooo) ãã2::'> e nos sentamos na Plaza de Armas, apenas vendo o tempo passar, só observando as pessoas. No Hostel bebemos Arequipeña , (cerveja típica da região)e preparamos os mais maravilhosos hambúrgueres que já comemos. Uma pena que aquela cidade era apenas uma parada rápida. De um dia e meio apenas, somente para quebrarmos o rítimo louco que seria ir direto do Atacama até Cusco (nosso real destino no Peru). Me arrependi muito de ter escolhido passar tão pouco tempo por lá. Uma pena. Voltarei. Compramos passagens para Cusco com a Oltursa, diretamente no guichê da rodoviária de Arequipa. Aqui vão algumas fotos de Arequipa.
  8. Sumi por um tempo, mas voltei. (a faculdade me consome ) Em meu último relato eu havia acabdo de chegar à San Pedro do Atacama. Passamos 5 dias com paisagens de tirar o fôlego: vulcões, salares, cores do céu inigualáveis, tour astronômico, termas, lagunas e muito, mas muito frio mesmo. Affff Foi triste, mas tivemos que partir. Nosso destino agora seria o Peru, com paradas em Arica e Tacna, mais uma vez em ônibus. Um dia antes de nossa partida, conhecemos um grupo de brasileiras muito simpáticas na praça em frente à Igreja de San Pedro. Elas estavam procurando um restaurante barato para almoçar. Iríamos partir todos na mesma noite com destino à Arica, então combinamos de nos encontrar no terminal rodoviário de Arica e cruzar a fronteira juntos, no mesmo táxi coletivo. As empresas de ônibus que nos levariam eram diferentes. A nossa era a Expresso Norte e a deles, Turbus. Deixamos San Pedro em horários próximos. Viajamos a noite inteira. Às 5 da madrugada chegamos em Arica. O local combinado de nosso encontro era o terminal internacional de Arica, do outro lado da rua onde nosso ônibus nos deixou. Pedimos informações à uma patrulha de Carabineros e chegamos no terminal sem problemas. Assim que entramos fomos abordados pelos milhares de taxistas que fazem a travessia entre os dois países. Cada um vendendo o seu peixe, o valor era o mesmo e os táxis só partiam depois de completos . Sentamos em um banco e ficamos esperando pelas brasileiras. Lembrando agora, eu nem lembro se nos apresentamos e dissemos nossos nomes Um velhinho, motorista de táxi, nos abordou e ofereceu seu serviço de travessia. Lembro que gostei dele de cara e o achei muito simpático. Mas como estávamos esperando as outras brasileiras, recusamos. Esperamos por duas longas horas... e nada. Não sei até hoje o que aconteceu. Bem, decidimos não esperar mais e para nossa alegria, o velhinho tinha exatamente duas vagas livres no táxi. Pagamos a taxa de embarque + o valor da travessia e seguimos viagem. O carro era bem antigo, enorme. Cabiam 5 pessoas + o motorista Nossos companheiros de viagem eram: um casal de chilenos e um jovem Peruano. A viagem foi muito divertida e conversamos muito, sobre os mais variados assuntos. Cruzamos a fronteira. Terminamos nossa viagem no terminal rodoviário de Tacna. Sãos e salvos
  9. Olá, muito obrigada por ler... Então, na época em que fomos, em Julho de 2015 (temporada de esqui), as passagens estavam no mínimo R$ 1.300,00 ida e volta, por pessoa, isso para ir e voltar por Santiago. Se só fôssemos ficar em Santiago, realmente compensava, pelo conforto e rapidez do avião. Como a idéia era conhecer várias cidades ao longo do percurso, se fizéssemos só a ida até Santiago e o resto de ônibus, só a ida nos custaria R$ 1.000,00 por pessoa::ahhhh:: E se fizéssemos tudo por avião, conhecendo as mesmas cidades, (fiz milhares de simulações em vários simuladores) só de passagem de avião, gastaríamos mais de R$6.000,00 Eu tinha milhagens smiles acumuladas e dava para usar para voltar do Acre até São Paulo. E como realmente estávamos exaustos de tanto andar de ônibus e esse trecho seria o nosso último (já dentro do Brasil) , fizemos de avião. Deixamos para o fim pois estaríamos mais cansados do que na ida (que era pura empolgação). E medo de avião? tenho sim, e muito mas enfrentei Outra coisa: Eu me virava com inglês e "portunhol", mas viajar dois dias ouvindo somente esse idioma, ajudou demais. Quando chegamos à Santiago, eu já me sentia confiante o suficiente para me comunicar e entendia tudo. Quanto à altitude, acho que ir por terra ajudou sim. Deu tempo pra gente se acostumar aos poucos. Fomos subindo progressivamente ao longo das cidades que fomos conhecendo e quando chegamos à Cusco (nosso último destino), já estávamos mais que acostumados e não nos sentimos mal. Sem falar que foi algo indescritível atravessar os Andes. Uma experiência diferente de tudo. Quando lembro, me emociono. Foi desafiador também, porque eu não sabia o que eu iria encontar, se daria certo, se eu teria coragem... Nos sentimos super seguros, durante toda a viagem. E olha que morríamos de medo de deixar nossas mochilas no compartimento de carga. Medo para valer, só sentimos no Peru. E ainda assim, medo das estradas, que ficavam à beira de abismos, sem guard rail, e cheias de curvas perigosíssimas, principalmente no percurso até a Hidrelétrica ( de onde saía a trilha até Machu Picchu). Fizemos Posso dizer que no nosso caso, a ventura começou quando decidimos embarcar no ônibus.
  10. Achei o que faltava. De Santiago à Calama pagamos 30.000 pesos chilenos ( cerca de R$ 150,00 na época, por pessoa ). A empresa de ônibus que escolhemos foi a CikTur e como contei no relato, gostei muito. O ônibus era bom, double deck, novo, serviam jantar e café da manhã e o banheiro estava sempre cheiroso. Entrei agora no site deles e parece que eles têm passagem para San Pedro (direto, agora). Bom verificar e ver se compensa.
  11. Obrigada por ler, Vanessa Sim, tá complicado viajar com essa desvalorização do real. Mas vá sim, se puder. E vou olhar minhas bagunças de viagem hoje, e amanhã coloco o valor da passagem aqui, assim que der.
  12. Obrigada pela leitura Nossa, que incrível. fazer a viagem de carona deve ser o máximo. Olha, usei Ônibus de viagem de São Paulo - Santiago - Calama - San Pedro - Arica. Só para cruzar a fronteira com o Peru usamos o táxi coletivo. Depois de cruzar a fronteira com o Peru, voltamos para os ônibus, rumo à Arequipa, depois Cusco e Machu Picchu ( fizemos a trilha da hidrelétrica para economizar - também para os próximos relatos). Depois , Cusco - Puerto Maldonado - Iñapari e assim por diante... revezando com vans, tuk tuks (super barato) e táxi brasileiro (o que nos custou uma fortuna , mas também nos rendeu uma breve visita à Bolívia. Mas com certeza devem existir meios mais baratos de locomoção se você procurar bem. E se você for de carona, vai economizar mesmo, além de ter uma baita experiência com os locais.
  13. Olá Jardel. Obrigada por ler e ótima viagem para você em Setembro. Que ótimo tempo que você vai ter. Vai conseguir conhecer tudo com calma. Fui com a Chilebus, e em julho do ano passado, a passagem custou R$ 400,00 por pessoa, em ônibus convencional (único tipo de ônibus que a empresa dispunha na época). Infelizmente não tenho certeza do valor que paguei para sair de Santiago à Calama. Vou procurar certinho nas minhas bagunças hoje à noite (guardei muitos papéis da viagem) e coloco aqui assim que achar, ok?
  14. Muito obrigada por ler Almir. Foi realmente muito legal. Aconteceram coisas incríveis, que só foram possíveis por termos feito desse jeito alternativo. Foram dias de aventura e aprendizado.
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