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Vitor Fagundes

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Sobre Vitor Fagundes

  • Data de Nascimento 20-12-1986

Outras informações

  • Próximo Destino
    Jericoacoara- CE
  • Meus Relatos de viagem
    Morro de São Paulo - https://goo.gl/Dngzb6
    Mochilão Bolívia, Chile e Peru - https://goo.gl/JPjdzs
  • Localização
    Pituba, Salvador, Bahia, 41810011, Brasil

Últimos Visitantes

310 visualizações
  1. Vitor Fagundes

    Uruguai - 21 a 26 julho

    Fala galera! Estou indo pra o Uruguai pra uma viagem bem curta, de 21 a 26 de julho deste ano. Se alguém estiver por lá tiver afim de companhia é só dar uma alô! Fica fácil entrar em contato comigo via insta: @vitor.fagundes ou email mesmo: [email protected] Abração!
  2. Vitor Fagundes

    Uruguai - Julho - Colonia, Montevidéu, Punta, etc

    Fala, meu velho! Estarei no Uruguai de 21 a 26 de julho! Qualquer coisa entra em contato comigo via insta: @vitor.fagundes. Tow com reserva pra o hostel El Viajero, mas já que seria uma boa passar ao menos uma noite em Colônia...
  3. Fala, mestre! Então, fica tudo lotado sim e mais caro. Mas não muito mais do que fica na baixa temporada. Além disso, imagina vc ir, por exemplo, pra Machu Picchu e pegar um dia todo de chuva? Acho melhor não arriscar e ir na época de seca/alta temporada mesmo. Não chega a nevar nesses pontos onde fui. Exceto no Salar do Uyuni, o frio não incomoda sobremaneira. Mas é aquilo, né, tem de ir seguir a cartilha: segunda pele, fleece e corta vento...
  4. Já aqui acompanhando! No meu mochilão pela América Latina eu peguei bastante informações do seu relato anterior!
  5. Fala galera! Em ago/2016 eu e Larissa, na época minha namorada e hoje minha esposa, vivemos uma aventura massa de 23 dias!!! Há bastante tempo que eu planejava dividir essa experiência com vocês. Finalmente tive tempo para organizar algo... Não é algo tão informativo como vocês merecem e eu gostaria, mas espero que sirva ao menos de inspiração pra quem pensa em fazer algo desse tipo. Diário de viagem #1: depois de vôos de ssa para sampa, de sampa para Santa Cruz e de Santa Cruz pra Sucre , ainda viajamos 8h de busu para chegarmos - exaustos e congelando - a Uyuni. A cidade é o principal ponto de partida para para os tours pela região sudoeste da Bolívia. Escolhemos o tour de três dias e duas noites. A gnt nem imaginava os perrengues e maravilhas que estavam por vir!!! É difícil transmitir quão impressionante é o Salar do Uyuni numa foto! Tudo parece eterno, brilhante e infinito... Então... provei o sal do Uyuni! Vai dizer que vc não faria (ou fez) o mesmo?! Diário de viagem #2: começamos o dia com um "rico desayuno" ainda em Uyuni . Então partimos para a travessia do maior e mais alto salar do mundo. Antes, paradas curtas para visitar um cemitério de trens e uma feira de artesanato. No Salar fizemos três paradas, inclusive para almoçar num hotel de sal! Ao final, visitamos uma impressionante "ilha de cactos" no meio do deserto! Gente que "Vamos? VAMOS!": melhor tipo! Muita sorte de encontramos uma galera assim pra dividir um 4x4 e as aventuras pelo sudoeste da Bolívia! Diário de viagem #3: Acordamos não muito cedo para o segundo dia de tour pelo sudoeste da Bolívia. Atravessamos o Salar de Chiguana, onde visitamos o Volcan Ollgue e, entre outras, as Laguna Hedionda - bem fedida, mas com charmosos flamingos - e Laguna Colorada. Já no Deserto Siloli, visitamos a Arbol de Piedra. Terminamos o dia numa hospedagem bem simples. Apenas algumas horas de energia elétrica e água somente fria (geladissima). É claro que NÃO rolou banho! Diga "sim" para novas aventuras! Elas são combustível para a alma!!! Diário de viagem #4: Acordamos ainda de madrugada - 4900 m de altitude, 4 graus C negativos- pra viver a experiência de ver geisers em atividade, bem de pertinho! A temperatura ainda estava negativa quando tiramos a roupa pra mergulhar numa piscina de águas termais. Quase faltou coragem pra isso, mas não se tem a oportunidade de viver algo assim todo dia, não podíamos perder! Ao meio dia estávamos atravessando a fronteira da Bolívia com o Chile. Já em São Pedro do Atacama, visitamos o Valle de la Luna. Foi lá que encontrei o trono de GoT. Diário de viagem #5: Às 7h nos juntamos a um grupo de turistas pra conhecer as Lagunas Altiplanicas e Piedras Rojas, além do Salar do Atacama . As imagens que vimos pela manhã pareciam pinturas! Lagos com água cor azul turquesa muito marcante, cercados por vulcões imponentes. A tarde conhecemos uma área do deserto do Atacama, o mais seco do mundo,☉ e o seu salar. Partimos então para Arequipa, no Peru! Diário de viagem #6: depois de cansativas horas de viagem de ônibus, finalmente chegamos a #Arequipa, no #Peru, às 16h! Logo fizemos o check-in num dos mais famosos "party hostels" do mundo: o WildRover! O clima da cidade e do próprio hostel nos fez mudar de planos e decidir ficar por lá um pouco mais que o previsto... Depois de fechar a programação para os próximos dias, fomos jantar pratos típicos arequipenhos apreciando a linda vista da Plaza de Armas. Finalmente retornamos ao hostel, mas não pra descansar... A festa foi até às 2h da manhã! Diário de viagem #7: Acordamos atrasados! No meu caso, devido uma dor de barriga... Resolvido esse pequeno problema, corremos para fazer um "tour bus" por Arequipa. Deu pra conhecer um pouquinho da charmosa cidade, aprender sobre os camenidios andinos e rolou até um passeio de cavalo! Almoçamos um "lomo saltado" e nem deu tempo de descansar pra o programa da tarde: um rafting pelas corredeiras do RioChili ! Foi uma aventura daquelas, com direito a uma quase queda do bote (dá pra ver na foto que fui salvo por pouco)! Dona Larissa ficou na festa do WildRover e eu fui dormir cedinho pq o dia seguinte seria muito cansativo! Me sentindo Indiana Jones qnd atravessei essa ponte suspensa sobre o Rio Chili , no Canion Del Colca! Tantantaannn tantantaannn... Diário de viagem #8: Acordamos as 3h da manhã pra conhecer o Canion Del Colca , que por muitos anos foi considerado como o mais profundo canion do mundo... O vôo dos condores é um show por si só, apesar de eu ter me decepcionado um pouco ao descobrir que a ave símbolo da região andina é praticamente um urubu... Ainda antes do almoço com direito a trocentas pratos típicos arequipenhos, atravessamos uma ponte suspensa (olha aí a última foto que publiquei!) pra nos banhar em piscinas de águas termais! De volta a Arequipa, arrumamos as nossas mochilas e partimos pra o próximo destino: Huacachina! Diário de viagem #9: Ainda no caminho da rodoviária de Ica pra o Hotel Casa de Arena , em Huacachina, acertamos passeios super legais! Pela manhã visitamos duas vinícolas locais: uma enorme indústria - #Tacama - e a outra pequena, de produção artesanal. Os vinhos não eram tão bons mas os piscos eram excepcionais! Já um tanto "borrachos" depois de degustar trocentas bebidas diferentes, nos preparamos para explorar as dunas de Huacachina num buggy. O tiozinho que nos conduzia não aparentava ser muito afeito a atividades radicais ... Ledo engano ! Até agora posso ouvir os gritos de desespero de Larissa com as manobras do coroa subindo e descendo as dunas! Ainda rolou um sandboard... Não me arrisquei a descer em pé na prancha, e ainda assim estou com alguns arranhões... O dia terminou com a lindíssima vista da cidade-oásis e do pôr do sol! Pra explicar o "não me arrisquei a descer em pé na prancha, e ainda assim estou com alguns arranhões..." #sandboard #Huacachina Diário de viagem #10: Viajamos 1h de Huacachina até Paracas, no litoral, pra conhecermos as Ilhas Balestras! O passeio de barco por si só já seria um sucesso... Mas o que realmente chama a atenção é a exuberante fauna que ocupa as ilhas: pelicanos, pinguins e leões marinhos são as principais atrações. Ainda tivemos muita sorte de avistarmos golfinhos !!! Seguimos então para conhecer a Reserva Nacional de Paracas, que abriga extensos parques arqueológicos, além de biomas naturais onde vivem diversas aves marinhas. Apesar da parte terrestre dessa reserva ser um deserto, o segundo mais seco do mundo, o dia estava completamente nublado!!! Segundo nosso guia, uma condição como essa só acontece três ou quatro vezes por ano... Azar por estarmos visitando Paracas justo num dia chuvoso , ou sorte por ter estado no Deserto numa condição tão rara ?! Diário de viagem #11: Superadas 15h de viagem de ônibus finalmente chegamos a Cusco, a antiga capital do império Inca! Nem podemos dizer que a viagem foi sacrificante... No ônibus tinha central de mídia individual e até serviço de bordo ! É possivel encontrar no Peru excelentes serviços rodoviários, com preços muito abaixo do que costumamos ver no Brasil . Pois bem, da rodoviária de Cusco fomos direto para um hostel e acertamos a programação dos dias seguintes (inclusive Machu Picchu!). Por causa da altitude da cidade, decidimos tirar o resto do dia de descanso pra ajudar na aclimatação... A melhor experiência do dia foi gastronômica mesmo: comi um excêntrico prato típico peruano, o "cuy", que eh o nosso porquinho-da-Índia (isso mesmo, aquele bichinho de estimação!). Diário de viagem #12: Começamos o dia bebendo bastante chá de coca pra evitar o mal da altitude! Depois partimos para realizar um dos tours clássicos saindo de Cusco : o Vale Sagrado. Inicialmente visitamos a antiga cidade inca de Pisaq e suas enormes "terrazas". Depois de um digníssimo almoço seguimos para conhecer Ollantaytanbo ("Ollanta", para os íntimos) e aprendermos mais sobre a fascinante cultura inca, por vezes relatada de maneira controversa. Ollanta nos deixa com pulgas atrás da orelha... Há varios indícios que os incas tinham profundos conhecimentos de astronomia, matemática e engenharia! Realmente fiquei impressionado com a arquitetura inca... dá de 7 a 1 em muitas obras atuais! No finalzinho ainda passamos na comunidade de Chinchero e pudemos conhecer o processo de tecelagem artesanal das tipicas peças peruanas. Diário de viagem #13: Iniciamos a nossa jornada rumo à MachuPicchu! Enfrentamos 6h de van de Cusco até uma hidroelétrica proxima a Águas Calientes, cidadela porta de entrada de Machu Pichu. A viagem foi bastante desconfortável... a van estava lotadíssima, bancos não reclináveis, boa parte da estrada era de chão, muitas curvas e penhascos de dar frio na barriga!!! O que aliviava um pouco o desconforto era a impressionante vista da região montanhosa e, vez por outra, ruínas incas. Chegamos a Hidroelétrica, e iniciamos a caminhada de 10 km rumo a Águas Calientes. O clima estava agradável e o caminho é lindo. Teríamos gasto horas fazendo paradas pra apreciar a beleza do lugar!!! Mas estavamos pressionados pelo tempo, tínhamos de chegar ao destino final antes do anoitecer . Chegamos exaustos a Águas Calientes, de charme surpreendente! Logo nos acomodamos no hostel e nos preparamos pra, no dia seguinte, finalmente, conhecermos Machu Picchu! A trilha de 10km da hidrelétrica até Águas Calientes é cansativa, mas as belíssimas paisagens compensam demais!!! Além da economia em relação a alternativa de ir de trem... Diario de viagem #14: Dia de conhecer Machu Picchu! Acordamos às 03h da manhã e cedinho iniciamos a caminhada de 30 min até o primeiro ponto de checagem para subida até Machu Picchu. Já havia uma fila lá aguardando a abertura do ponto, apenas às 5h. Aproveitamos a fila pra tomar o nosso café da manhã (as nossas mochilas estavam cheias de comida e água pq lá em Machu Picchu eh muito caro ...). Finalmente iniciamos a subida ↗... Meu deus, era degrau que não acabava mais. Foram 60 min subindo escada! Isso pq estávamos num ritmo forte! Tínhamos horário marcado com o guia às 6h... Finalmente ✔ registramos entrada no parque! A primeira vista é espetacular! E todas as outras tb !!! Fomos acompanhados por um guia nas primeiras duas horas do dia. As histórias que ele nos contou nos fez encontrar ainda mais beleza no lugar!!! Gastamos todo o dia exploranto o possível... Mesmo mortos de cansados fomos até Intipuko, uma locação distante de Machu Picchu de onde se tem uma vista panorâmica da cidade e Waynapicchu. Fomos tb à "Ponte Inca" (nada demais...), tiramos um cochilo e caminhamos pelos cantinhos da cidade apreciando os mínimos detalhes construtivos... Tudo parecia muito engenhoso, funcional e feito pra durar pra sempre! Ao final da tarde retornanos a Águas Calientes descendo ↘ aquele infinito de escadas... À noite fomos recuperar a energia com um delicioso jantar ! Quando voltamos para o hostel estávamos completamente acabados, mas extasiados pelo dia! Não conseguíamos para de falar sobre Machu Picchu e repetir palavras quechuas. "Tupananchis cama" O parque arqueológico de Machu Picchu é enorme! Lá dentro é possivel fazer diversas trilhas... Algumas vc precisa pagar o acesso - geralmente com antecedência de meses - outras não. É o caso da trilha até Intipunku - a Porta do Sol. A caminhada da cidade de Machu Picchu até lá é uma subida levemente inclinada e irregular de uma hora. O sufiente pra eu chegar lá esgotado... Depois de apreciar a vista espetacular tive de tirar um cochilo pra recuperar as energias... Diário de viagem #15: Acordamos ainda tão cansados pelo desgastante dia anterior que decidimos desembolsar uma grana pra realizar parte do trajeto de volta de Águas Calientes até Cusco de trem , evitando uma trilha de 2h mais uma viagem de van de 5h! A viagem foi uma maravilha, as duas horas passaram voando... Além de ter sido a primeira vez na vida que andávamos de trem, o serviço era de primeira, com direito até a apresentações folclóricas . Desembarcando em Ollanta, pegamos uma van e cerca de uma hora depois chegamos a Cusco, ainda em tempo de realizar um tour de duas horas pela cidade, num ônibus panorâmico. O tour foi muito instrutivo e acabamos ficando com a sensação de que deveríamos ter nos planejado pra ficar mais dias em Cusco porque havia muito mais pra conhecer... Mas já havíamos comprado as passagens pra o nosso próximo destino: Puno. Antes de seguir viagem, nos despedimos de Cusco com um delicioso jantar ! Diário de viagem #16: Depois de 8h de viagem de ônibus chegamos a #Puno, às 4h da manhã ! As agências de turismo da rodoviária já estavam abertas, então contratamos um passeio para a manhã e compramos passagens para, a tarde, seguirmos para #Copacabana, na #Bolívia. Depois de tomarmos café da manhã na rodoviária mesmo, seguimos para o centro da cidade , onde seríamos apanhados para o passeio. Ainda era muito cedo e estávamos congelando... o único lugar que estava aberto àquela hora era um cassino (atividade legal no Peru). Entramos pra nos aquecer e testar a sorte: mesmo jogando por pouco mais mais de uma hora saímos com mesmo dinheiro que entramos! Finalmente fomos visitar as ilhas flutuantes de #Uros, construídas com plantas nativas da ilha e ocupadas por povos de origem indígena... Decepcionante! Maior programa "pega-turista". A experiência vivencial com a comunidade local não era autêntica, havia pouquíssima informação histórica, e as atividades eram orientadas exclusivamente à venda (de produtos e serviços caros e sem valor real). De volta a Puno, tivemos um almoço daqueles numa cevicheria (pra nos despedir da culinária peruana) e apanhamos um ônibus para cruzar a fronteira com Bolívia. Nos hospedamos em Copacabana e à noite saimos com uma galera super legal - um uriguaio, um espanhol e duas chilenas - que conhecemos ainda em Puno. Depois de um jantar e horas de bate-papo, a noite terminou num bar no mínimo "exótico" ... Diário de viagem #17: descansamos até mais tarde pq a noite anterior tinha sido longa... Depois de almoçar apanhamos um barco ⛴ de Copacabana para a parte norte da Isla del Sol. A viagem de 2h é linda! A parte boliviana do Lago Titicaca realmente foi abençoada com diversas paisagens belíssimas! Logo que chegamos à ilha nos hospedamos num hostel bem simples e fomos explorar o parque arqueológico que há nessa região. Difícil não se espantar ao ver ruínas com pelo menos 500 anos de existência!!! Ainda pudemos apreciar um lindo pôr do sol de lá do parque arqueológico. Já escuro, voltamos às nossas acomodações e fizemos um "junta panelas" - e garrafas, - com a galera que tava lá, finalizando a noite resenhando em lingua estrangeira . À beira das estradas do Peru e Bolívia podemos ver com bastante frequência montes cônicos de pedras, chamados de #apachetas. São oferedas à Pachamama - "Madre Tierra" - uma divindade indígena, ainda bastante venerada nesses países. O objetivo original dessa oferenda é controverso... O fato é que hoje as apachetas são preparadas por viajantes como agradecimento por terem alcançado determinado destino ou como pedido de proteção... Fiz algumas apachetas nessa viagem. Essa aí foi lá na Isla del Sol. Diário de viagem #18: o tempo estava muito agradável quando acordamos na Isla del Sol . Depois de tomar café da manhã , iniciamos um passeio bem legal: uma caminhada de cerca de 8 km da parte norte até a parte sul da ilha. Fizemos a caminhada bem tranquilos, parando com frequência pra apreciar a vista privilegiada do Lago Titicaca! Depois de quase três horas de caminhada, chegamos à parte sul da ilha. Encontramos um restaurante por lá onde pudemos saborear uma deliciosa "Trucha ao Ajo", peixe da região por vezes confundido com salmão . No meio da tarde apanhamos um barco ⛴ de volta à Copacabana e, finalmente, um ônibus para La Paz (que não é a capital da Bolivia!) . No início da noite fizemos nosso check-in ✔ no lendário Loki Loki Loki. Apesar do cansaço, ainda aproveitamos um pouquinho da festa que rolava no hostel antes de dormir... Diário de viagem #19: Acordamos tarde... Estávamos muito cansados, talvez por estarmos viajando a tantos dias, ou mesmo por conta da altitude de La Paz (algo em torno de 3000 m). Aproveitamos parte da manhã pra passear pelo centro da cidade, comprar moeda local e contratar passeios para os próximos dias. À tarde visitamos El Alto, um antigo bairro de La Paz que cresceu tanto que se tornou uma cidade independente há poucos anos atrás (será que Cajazeiras vira city tb?! Rs). "El Alto" é ligada a La Paz por diversas linhas teleféricas bem modernas! Andar naqueles bondinhos já seria uma atração turística, mas além disso, a partir de El Alto se tem uma linda e impressionante vista panorâmica de La Paz. Voltamos cedo pra o hostel e jantamos por lá mesmo. Descansamos cedo pq o dia seguinte seria daqueles!!! Diário de viagem #20: Esse dia foi do tipo "coisas pra não contar a mainha" . Acordamos bem cedo pra fazer um downhill de bike pela deathroad - a Estrada da Morte - , a rodovia mais perigosa do mundo ⛐. Pra falar a verdade, eu achava que seria um tour bem tranquilo e que os títulos atribuídos à essa estrada eram coisas pra valorizar o programa turístico... Comecei a desconfiar que não era bem assim antes msmo de iniciar o downhill... a gnt tem de usar tanto equipamento de proteção pra fazer o passeio que eu tava me sentindo um gladiador . A primeira parte da descida é num trecho asfaltado e a maior dificuldade é justamente a "convivência" com o intenso tráfego, inclusive de caminhões ⛟. Na segunda e maior parte da descida, aí que entramos na Estrada da Morte ☡ mesmo: um caminho de chão entalhado nas montanhas, com muitas pedras, sem proteção lateral, estreito ⛙ e com com muitas curvas "cegas". O pior eh que a medida que a gnt vai descendo vai vendo na beira da estrada trocentas cruzes e memoriais em homenagem aos mortos em acidentes... ⚰ Os guias contam histórias muito macabras, desde turistas sabidões que descem tirando selfies e acabam caindo em precipícios, até tragédias enormes com mais de 100 mortes em colisões de ônibus... Superar aqueles 70 km de descida não foi fácil. Não mesmo. Tanto que sofri duas quedas épicas, numa delas parando a beira de um penhasco . Apesar dos hematomas e das dores do corpo que ainda persistem, valeu muito a pena! Quando dava pra relaxar um pouco, a vista que se aprecia é lindíssima! Chegar ao final também traz um sentimento de vitória e superação incrível! Depois de descansar um pouquinho, ainda participamos da festa de aniversário da Ride On Bolivia, a empresa que organizou o downhill que fizemos. Aproveitamos demais!!! As dores na bunda só começaram no dia seguinte... Diário de viagem #21: Larissa acordou se sentindo não muito bem. Até tentei cancelar a programação do dia, mas sem sucesso. Quando ela descobriu que não seríamos reembolsados, se prontificou imediatamente a ir de qualquer maneira. Essa é das minhas: política de desperdício zero! O primeiro destino foi o Chacaltaya, uma montanha próxima a La Paz, com mais de 5 mil metros de altitude (!). Lá costumava ser a estação de esqui ⛷mais alta do mundo, mas foi desativada recentemente por conta das mudanças climáticas... Subimos a maior parte de van por uma estrada beeeem estreita, construída ainda na década de 30. Os últimos 300 m subi a pé, alcançando o topo a 5435 m. Experiência de quase morte pq dar um passo naquela altitude é um esforço retado... À tarde fomos visitar o Valle de la Luna, boliviano, uma região formações rochosas muito curiosas . As dores no corpo devido o downhill que havíamos feito no dia anterior começaram a aparecer (a idade chega pra todo mundo )... Aí cedinho já estávamos dormindo. Diário de viagem #22: Acordamos preguiçosos para nosso último dia em La Paz... Superada a fase de arrumação das malas pra voltarmos pra casa (na verdade eu só terminei de arrumar msmo poucos minutos antes do vôo...), fomos fazer um walking tour pelo centro de La Paz. Visitamos a praça de São Francisco , Mercado Lanza, Mercado das Bruxas , a Prisão de San Pedro e Praça Murillo, onde fica a sede do Parlamento Boliviano . Em cada um desses lugares vimos e ouvimos coisas muito loucas, cm a recente mudança do nome da Bolívia, relógio que gira ao contrário e o funcionamento dessa prisão (coloca aí no google que a história é longa...)!!! À noite voltamos pra o hostel pra aproveitar a nossa última noite de festa !!! Nem foi aquela coisa toda pq a gnt tava morto de cansado... Mas pelo menos participamos de um torneio de "beer pong" !!! Diário de viagem #23: Último dia de viagem, acordamos bem cedinho. Depois de realizar o check-out ✔do hostel, apanhamos um táxi para o aeroporto "El Alto". Antes do pegar o vôo ainda deu tempo de experimentar a última iguaria da culinária boliviana que nos faltava: saltenhas! Foram apenas 60 min de viagem. Às 8h já estávamos em Santa Cruz e, no início da tarde, apanhamos outro vôo , de 3h, para finalmente retornamos ao Brasil . Dormi quase todo o tempo...Mas houve um momento que repensei toda a viagem... E quão bom foi viver essa experiência ! Aprender com gnt tão diferente, passar perrengues e ver q o difícil nem é tão difícil assim, reviver a História e sentir orgulho de ser sul-americano, assistir o pôr do sol de diferentes lugares e se surpreender com a beleza daquele momento todas as vezes... Ahh, foi muito legal! Qnd lembro de quando tava planejando essa viagem claro q eu sabia/queria/desejava que fosse divertido... Mas nada se compara a ter vivido o plano e pensar q tudo foi cm tinha de ser e que foi perfeito dessa maneira! E a todos vocês que acompanharam e torceram pela gnt: muito OBRIGADO e até a próxima!!!
  6. Bastante informação legal, mano! Vlw! Mas na próxima na uma enxugada no post... Muita coisa repetida.
  7. Vitor Fagundes

    Tailandia + Filipinas_30dias_Dezembro-2017

    Muito bom, galera! Mas não fica muita praia com esses roteiros?
  8. Vitor Fagundes

    Sudeste Asiático 30 dias

    E num dá pra postar aqui não?
  9. Vitor Fagundes

    África do Sul- Quênia e Tanzânia - 30 dias

    Massa! Como é o transporte dentro da ilha de Zanzibar? De uma cidade pra outra vc foi de ônibus? O safári no Quênia foi em qual parque? Você achou bom? Obrigado, ótimo relato!
  10. Vitor Fagundes

    Chapada Diamantina - 13/07 a 28/07

    Cara, vc estudou a logística pra fazer esses passeios? Quero dizer, o que precisar de guia, vc vai pagar sozinho pra o guia ir só com vc mesmo, é? Como vai funcionar isso? Eu tow planejando ir pra Chapada de carro nesses dias tb... Mas dia 19 tenho um compromisso em salvador, então tenho de sair da Chapada no máximo dia 18/07 depois do almoço.
  11. Vitor Fagundes

    Roteiros Mochilão - Peru, Bolivia e Chile

    Vitor, vc sabe pq dizem que o roteiro inverso é melhor ? Abraços! Cara, desculpa a demora pra responder... Na verdade o melhor é o roteiro circular: Bolívia - Chile - Peru - Bolívia. Além das passagens do Brasil pra Bolívia serem mais baratas do que pra Chile ou Peru, fazer a travessia do Salar do Uyuni no sentido Bolívia-Chile é mais barato que no sentido contrário.
  12. Galera, Vou fazer aquele mochilão clássico Bolívia - Chile - Peru - Bolívia. A dúvida: é melhor chegar à Bolívia por Santa Cruz ou por La Paz? Indo por Santa Cruz, o roteiro seria: São Paulo para Santa Cruz (de avião), Santa Cruz para Sucre (de avião), Sucre para Uyuni (de ônibus). No final da viagem, La Paz Santa Cruz (de avião, para evitar 17h de ônibus) e Santa Cruz para São Paulo (de avião). O total dessa viagem com preços de hoje: R$ 1200,00. Indo por La Paz, o roteiro seria São Paulo para La Paz (de avião), La Paz para Uyuni (de avião). Na volta, seria direto La Paz para São Paulo (de avião). O custo dessa viagem está maior: R$ 2000,00. Mas também bem menos cansativa e com menos chance das coisas darem errado (será?). Essa diferença de R$ 800 compensa ir por Santa Cruz? Valew!!!
  13. Fala mochileiros! Passando por aqui pra fazer um breve relato da minha última viagem: 03 noites em Morro de São Paulo durante o feriado da Semana Santa: 1. Preparativos A viagem para Morro foi em família: fomos eu, minha namorada, minha irmã, meu sobrinho e duas amigas. A nossa programação era sair no final da tarde da quinta-feira (dia 24/mar), assim que o pessoal saísse do trabalho. Como eu estava livre desde cedo coube a mim preparar o carro (abastecer e calibrar os pneus) e fazer uma feira pra gente economizar com alimentação lá em Morro. DICA 1: Saque dinheiro antes de chegar em Morro. Lá há pouquíssimos caixas eletrônicos e é muito comum que o dinheiro acabe durante feriados e finais de semana prolongados, quando a ilha está lotada. 2. De Salvador para Morro de São Paulo de carro Há diversas maneiras de se realizar o transfer de Salvador para Morro de São Paulo. Mas as mais práticas exigem planejamento para compra antecipada de tickets, especialmente em feriados. Como não havíamos nos planejado bem, fizemos a opção de ir de carro de Salvador até Valença via BR. É uma viagem um tanto longa, mas esse é o preço da falta de planejamento. Saímos de Salvador em torno das 16h e chegamos em Valença por volta das 20h. Chegamos ao terminal para verificarmos o horário das próximas lanchas para Morro de São Paulo. Oficialmente, o terminal já deveria estar fechado (entre as 17h e 18h). Mas em vésperas de feriado, quando o movimento é maior, há sempre alguns marinheiros (como são chamados os profissionais que pilotam as lanchas) disponíveis para fazer o transfer, certo? Errado! Ficamos duas horas esperando um marinheiro aparecer, além de um número mínimo de pessoas pra pagar o transfer de lancha. Mas a maior SACANAGEM ainda estava por vir: os marinheiros cobram preços arbitrários e as vezes exorbitantes pelo transfer noturno ! O preço normal da lancha rápida é R$ 22,00 por pessoa, R$ 25,00 em fds e feriados . Nesse dia, acabamos pagando R$ 40! Pelo menos conseguimos, depois de muita negociação, um preço razoável pela diária de estacionamento do carro: R$ 20,00 por dia (por dia mesmo, não é por noite como hotel). DICA 2: Durante a nossa estadia em Morro ficamos sabendo que o ponto de acesso a ilha mais utilizado hoje em dia é o Atracadouro. O Atracadouro fica, no sentido Nazaré das Farinhas - Valença, antes de Valença, na entrada de Guaibim. Lá há estacionamento para carros, e maior disponibilidade de lanchas, por preços mais acessíveis do que Valença (porque esse é um ponto do continente bem próximo de Morro). Ou seja, vacilamos em ter ido pra Valença, até porque o Atracadouro é mais perto de Salvador! Não cometa esse erro: se você for de carro, estacione no Atracadouro e não em Valença! Depois de 30 min de lancha, chegamos até Morro de São Paulo (saindo do Atracadouro são uns 10 min, apenas ). A viagem é legal, acho que não balança tanto ao ponto de fazer alguém enjoar. Fazer o trecho à noite tb deu um toque diferenciado . 3. Primeiro dia (noite) em Morro Chegando em Morro todos os visitantes têm de pagar uma taxa de R$ 15,00. Como chegamos na ilha bem tarde, cerca de 22h30min, o guichê que cobra essa taxa já estava fechado: economizamos esse trocado e o transfer acabou saindo num preço normal ! Isso nem sempre acontece... Em alguns feriados, devido o grande movimento, o guichê que cobra a taxa fica aberto até mais tarde... As minhas amigas foram pra o hostel delas; eu, minha namorada e meu sobrinho fomos para o flat que havíamos alugado, bem na Primeira Praia. O flat tinha uma pequena sala com cozinha e uma suíte. Era pequeno, mas bem legal se você pretende passar mais tempo explorando a ilha do que no local da hospedagem. A limpeza, ar condicionado e wifi eram excelentes! Havia ainda uma cozinha com todos utensílios básicos, inclusive duas bocas de fogão, microondas, sanduicheira e geladeira. O ponto negativo é que o banheiro fica na suíte, ou seja, quem dorme na sala tem de passar pelo quarto pra chegar no banheiro. Como estávamos em família, isso não foi exatamente um problema. Quem tiver interesse, pode buscar por "Flats Morro de São Paulo" no booking.com. Chegando no flat só deixamos as malas e saímos pra comer (apenas um beiju de tapioca, na vila) e depois fomos até a Segunda Praia, a única praia de Morro que tem vida noturna. Mas como o feriado apenas tinha começado, tudo ainda estava muito vazio... Não demoramos por lá. Logo voltamos para o flat para descansar e aproveitar bem o dia seguinte! 4. Segundo dia em Morro Não acordamos tão cedo quanto planejávamos... depois de uma viagem cansativa no dia anterior a cama virou nosso habitat natural ! Preparamos um café da manhã no próprio flat e saímos ainda preguiçosos, quase às 11h, rumo a Segunda Praia. A preguiça foi substituída por excitação logo que avistamos a praia lindíssima! Por causa da maré baixa, as águas estavam bem tranquilas e transparentes, formando piscinas naturais bem quentinhas! Resolvemos ficar por ali mesmo, na primeira barraca que encontramos. Bebemos alguma coisa, tomamos um banho de mar, apreciamos aquela paisagem deslumbrante e partimos para o Banana Boat, na Primeira Praia. Pra quem não sabe, Banana Boat é uma boia em formato de banana mesmo que comporta, sei lá, umas 8 pessoas sentadas como num touro mecânico (sim, se vc não se segurar e se equilibrar vc vai cair!!!). A boia (ou bote) é puxado por uma lancha, que faz um percursos de uns 15 min entre a Primeira e Terceira praias. Diversão garantida por R$ 40,00 por pessoa (choramos bastante, aí saiu por R$ 30,00 por pessoa). Todo mundo que participa tem de estar usando um colete salva-vidas, então mesmo quem não sabe nadar pode brincar também numa boa! As quedas são inevitáveis e bastante divertidas! Depois do Banana Boat fomos explorar um pouco mais a ilha e chegamos ao final da Segunda Praia, onde há uma formação com vegetação típica de manguezais, além de coqueiros com troncos tortuosos e tal. O local estava bem movimentado com a galera tirando fotos... Logo que chegamos fomos recebidos por um figura ãã2::'> oferecendo "flores naturales" (???). Vc sabe que é isso? Eu tb não sabia... mas recusei. Pouco depois, quando estava mais afastado da minha namorada e sobrinho, o figura apareceu novamente me pedindo um cigarro. Logo em seguida foi dando a real: "negão, temos maconha da boa, viu? Se quiser comprar...". Não vou mentir que fiquei surpreso com a naturalidade da coisa, em plena luz do dia. Mas disfarcei bem: "rpz, só tem erva? erva eu num quero não". "Pow, tem pó tb, quer?!" Num me aguentei de rir! Recusei, agradeci, e nos picamos dali! Cabe esclerecer aqui que o ambiente não me pareceu nenhum pouco hostil... Nem nesse local, em particular, nem nenhum lugar na ilha. Isso já eram umas 15h... Retornamos ao flat pra um banho e fomos direto ver o pôr do sol na Toca do Morcego. A Toca do Morcego é um bar/boate que fica num ponto alto de Morro de São Paulo. O local é bastante disputado, então chegue cedo pra pegar uma mesa legal. A entrada "pra ver o pôr do sol" custou R$ 20,00 por pessoa. Lá pedimos alguma comida pra dividir (ainda nem havíamos almoçado) e biritamos um bocadinho. Vale muitíssimo a pena ver o pôr do sol de lá... Depois que o sol se põe, no entanto, aí lá fica meio sem graça... Pelo menos nesse dia a atração era uma cantora de MPB . Lá pra meia noite é que começam as festas bem legais... Aí vc tem de pagar a mais pelo ingresso. Não ficamos pra ver pq queríamos aproveitar o dia seguinte. Saímos da Toca lá pras 20h e fomos encontrar a minha irmã, que estava chegando de Salvador. Ela também ficou hospedada com a gnt no flat. Nós quatro encontramos minhas outras duas amigas que estavam no hostel e fomos reservar um passeio pra o dia seguinte. Entre as várias opções disponíveis, escolhemos fazer o passeio de lancha em torno da ilha, passando também por Boipeba e Cairu. O preço normal era R$ 100 por pessoa. Mas com a choradeira saiu por R$ 70,00 por pessoa . 5. Terceiro dia em Morro O guia chegou 45min atrasado lá na pousada . Eu já estava doido ligando pra agência (BioTur) achando que ele nem vinha mais... De lá fomos andado com as outras pessoas que fariam o passeio com a gnt até a Terceira Praia. De lá pegamos uma lancha, às 10h30min. O meu grupo, que só tinha gnt ousada, foi logo ocupando a parte da frente da lancha e pedindo pra o marinheiro/guia um passeio com emoção . A nossa primeira parada seria nas piscinas naturais de Garapuá, mas, aconselhados pelo nosso guia, resolvemos partir direto pras piscinas naturais de Moreré, onde poderíamos passar mais tempo. A região de Moreré é mais bonita, além de que, partindo na frente, poderíamos aproveitar Moreré ainda sem tantos turistas... Ficamos por lá cerca de 1h30min. Mas apenas nos primeiros 30 min que houve sol . De qualquer maneira foi bem legal! Deu pra ver que a região é muito bonita: águas cristalinas e peixes coloridos (nem tanto por causa da chuva)! Depois partimos para a praia de Cueira, na ilha de Boipeba. A praia é paradisíaca, cercada por um belíssimo coqueiral. A galera estava doida pra parar lá no quiosque de seu Guido, nessa praia, onde é servida uma "maravilhosa" lagosta. "Maravilhosa" entre aspas pq eu não comi. Sou alérgico . A galera lá ficou se deliciando e peguei um baba (uma pelada, pra quem não é da Bahia) com a galera do guia com quem faríamos uma trilha dentro de Boipeba depois da parada pra merenda. Seguimos pra praia da Boca da Barra por essa trilha, com duração de uns 30 min. A trilha é bem tranquila e é legal fazer pra conhecer um pouco da ilha de Boipeba. Fiquei achando que seria bom ficar ao menos uma noite por lá numa próxima oportunidade... Na Boca da Barra, fizemos outra parada, pra almoçar de verdade (lá saí mais barato do que almoçar na Cueira). Aí fui com tudo numa moqueca de peixe, que nem tava nota 10. Mas a fome que eu tava era tempero bom o suficiente !!! Lá pras 15h30min, já bem atrasados, seguimos de lancha pelo Rio do Inferno rumo a Canavieira. Lá fizemos uma parada num bar flutuante que servia uma deliciosa ostra fresca (além de lambreta!). Apesar de já termos passado por águas bem límpidas, a galera estava animando em banho até na água escura do rio. Sente só. A última parada foi em Cairu, sede administrativa do arquipélago do qual Morro de São Paulo e Boipeba fazem parte, descemos num pier privado. Pra acessar o município é necessário pagar uma taxa (R$ 3,00 por pessoa, salvo engano). O município é bem tranquilo, msmo num feriado as ruas são bem vazias e silenciosas. O ponto alto é a visita ao convento de Santo Antônio. Como estávamos com o tempo curto, acabamos nem visitando. Retornamos então pra o pier de Morro de São Paulo, na primeira Praia. No caminho de volta ainda fomos agraciados com um lindo pôr do sol. Voltamos para o flat pra tomar um banho e depois saímos para jantar. Como a moqueca do almoço não tinha sido das melhores, resolvi pedir outra. Ainda pior . Dormimos cedo pra aproveitar a manhã seguinte, já que ao meio dia teríamos de fazer o check out. 6. Quarto e último dia em Morro Nesse dia realmente acordamos cedo, tomamos café e lá pras 8h30min estávamos chegando na Quarta Praia, a melhor praia pra mergulhar com os peixinhos ! Ficamos horas por lá admirando aquelas águas transparentes e os peixes. Todo mundo de boca aberta com a beleza do lugar! Tiramos trocentas fotos!!! DICA 3: Dê um jeito e providencie um conjunto óculos de mergulho e snorkel. Vc vai aproveitar muito mais essa atividade!!! Se você não tiver, vc pode alugar numa barraquinha logo no início da Terceira Praia. Cobram R$ 40,00 de aluguel pelo dia todo. Depois da choradeira saiu por R$ 35,00... DICA 4: Leve pão pra dar aos peixes! Na verdade não se pode dar pão pra os peixes por questões ambientais, aí lá na Terceira Praia há gnt que troca esse pão por ração própria. Se vc não levar o pão, vc pode comprar a ração lá mesmo. Vale muito a pena também. Vai ser mais fácil interagir com os peixes tendo ração... A gnt se empolgou por lá e saímos atrasados pra fazer o check out. Levei um mega esporro da dona do flat . Mas no final deu tudo certo. Tomados banhos e de malas prontas, ainda fizemos uma parada pra almoçar. Adivinha o que eu pedi? Outra moqueca de peixe. Estava 100 %? Também não... Fiquei puto de raiva . Gastamos algum tempo comprando lembrancinhas e depois partimos de volta pra Salvador. 7. De Morro de São Paulo para Salvador Lá pras 15h pegamos a lancha rápida de Morro pra Valença (R$ 25,00 por pessoa). Rapidinho pegamos o carro no estacionamento e iniciamos a viagem de volta pra Salvador, via BR. Volta de feriadão, então já sabe, né? A viagem durou 7h ! De qualquer maneira, todo mundo achou que valeu a pena e não vemos a hora de poder voltar. DICA 5: Sobre os gastos com transporte indo de carro: R$ 220 de gasolina (carro 1.6) mais R$ 80 de estacionamento divididos por 5 pessoas, R$ 60,00. Somando com o custo com as lanchas, R$ 40,00 na ida e R$ 25,00 na volta, o gasto total por pessoa com transporte foi de R$ 105,00. Se a gnt fosse pelo ferry boat sairia ainda mais barato... Pra finalizar: - Há algumas fotos de Morro no meu perfil do instagram ; - Caso tenham dúvidas, estou disponível pra ajudar com o que sei; - Como esse é o meu primeiro relato, estou aberto a críticas e sugestões. Aguardo nos comentários! Até a próxima!
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