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Ana O.

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Sobre Ana O.

  • Data de Nascimento 10-05-1991
  1. Trekking na Patagônia - Recomendações

    Mas se a pessoa deve carregar peso proporcional à sua altura e peso, parece meio estranho alguém de 1,60 com uma mochila de 90 litros, não? Tudo bem que ela pode querer uma mochila com grande capacidade para carregar coisas bem leves, mas, com exceção desses casos, sei lá...
  2. O segundo mochilão que faço sozinha. No primeiro, em 2015, conheci a Patagônia do lado chileno (Pucón, Valdívia, Puerto Varas) e a viagem deu certo de uma forma que eu nunca imaginaria: eu, que nunca antes havia viajado sozinha, não falo espanhol e, apesar de reconhecer os riscos inerentes a este tipo de viagem (para qualquer um), por ser mulher tinha consciência de ser um alvo mais vulnerável e que, portanto, estava me expondo a um risco maior. Independentemente disso, qualquer um se lance a esta experiência é capaz de compreender essa profunda sensação de desnorteamento inicial. Surpreendentemente, a viagem foi perfeita, e pensei que seria muito difícil tal sucesso se repetir; afinal, viajar sozinho é estar entregue ao acaso, ao imprevisto e às vicissitudes da sorte. Sim, iniciei minha viagem tentando me preparar psicologicamente para qualquer coisa. Saí do Rio de Janeiro dia 12 de janeiro e retornei dia 29 do mesmo mês. Comprei passagem de avião do Rio de Janeiro para Ushuaia, fazendo escala em Buenos Aires; de Ushuaia até El Calafate (a grande distância, o preço caro do ônibus e as aduaneiras fizeram-me optar pelo avião aqui também). De El Calafate peguei ônibus para El Chaltén. Para a volta, de El Chaltén tomei um ônibus para El Calafate, e de lá um avião até o Rio de Janeiro, fazendo escala em Buenos Aires e Brasília. Fiquei em hostels durante toda a viagem, tendo-os reservado antecipadamente. Com relação à reserva de passeios, nunca fiz nenhuma antecipadamente, seja na Argentina ou no Chile, e sempre consegui realizá-los. As duas viagens foram em janeiro, alta temporada. Todos os passeios foram marcados nos próprios hostels nos quais fiquei. Levei todo o dinheiro (em reais) comigo do Brasil, mas habilitei o cartão para uso internacional. Dia 12: Rio de Janeiro - Buenos Aires - Ushuaia As coisas começaram dando "errado", o que me rendeu uma boa aventura em uma corrida de táxi alucinada por Buenos Aires, cidade que só conheci assim, à noite. Cheguei no Ezeiza à noite, e teria que esperar até umas quatro da manhã para o avião que me levaria para Ushuaia. Detalhe: passou desapercebido para mim que eu teria que trocar de aeroporto! Como fiz na viagem anterior, troquei um pouco do dinheiro no aeroporto. Quando descobri que deveria ir ao Aeroparque, faltavam 40 minutos para o avião decolar. Saí correndo, peguei o primeiro táxi que vi e cheguei ao Aeroparque justamente na hora da decolagem. Não teve jeito: próximo voo só às oito e pouca da manhã. Maravilha. Atenção: sempre li pela internet que não vale a pena trocar dinheiro em aeroporto. Mas cuidado: isso depende muito dos lugares pelos quais passará. Tanto na minha viagem pela Patagônia chilena como pela argentina, não encontrei cotações melhores que as do aeroporto, e acabei me dando mal nesse quesito ao trocar muito pouco dinheiro nele imaginando que teria mais vantagem em outros lugares. Atenção: Todas as cidades deste relato podem ser conhecidas a pé. Não se preocupe quanto a isso. Dia 13: chegada em Ushuaia, a Terra do Fogo. Quando coloquei os pés para fora do aeroporto, senti um frio arrasador, diferente de tudo o que senti até então, e um vento inacreditavelmente forte, diante de uma paisagem deslumbrante; realmente a sensação de se estar no "Fim do Mundo". Fiquei hospedada no ótimo Hostel Yakush, que fica bem no centro (Av. San Martín) no qual cheguei via táxi. Não perdi tempo com descanso: arrumei minhas coisas e peguei um táxi que subiu 7km até a entrada para a caminhada até o Glaciar Martial. Lugar incrível. Voltei tudo até o hostel a pé. Em Ushuaia, escurece muito tarde, lá penas onze horas. Mas as coisas fecham cedo! Corri para a primeira lanchonete que encontrei, quase fechando, e pedi pra viagem. Dica: o lugar no qual consegui maior vantagem na conversão de real para peso, em Ushuaia, foi no Hotel Antartida. Mapa de Ushuaia. Dia 14: Canal de Beagle e presídio de Ushuaia. Acordei bem cedo e, munida de um mapa da cidade, fui até o ponto de encontro para o passeio, que fica no porto. Passamos pela Ilha dos Leões Marinhos, pela Ilha dos Pássaros, pelo (como ficou conhecido) Farol do Fim do Mundo e caminhamos pela Ilha Bridges. Atenção: alguns serviços fazem o trajeto por Catamarã; eu particularmente não gosto, fica apinhado de gente e por ser tão grande a embarcação ela não chega tão perto das ilhas nas quais os animais se encontram. Eu fiz em um barco menor, os guias explicaram bastante sobre o local pra gente (em inglês e espanhol), foram muito simpáticos e atenciosos. Há serviços (mais caros) que incluem a Ilha dos Pinguins, mas acabei não fazendo esse e não achei ruim (não ter feito), pois li sobre outro lugar na Argentina no qual a visitação aos pinguins seria muito mais interessante. À tarde, visitei o presídio de Ushuaia. Foi algo que complementou o meu dia, mas não é o estilo de passeio que julgaria indispensável, longe disso. Dia 15: Parque Nacional da Terra do Fogo. O ônibus passa na porta do hostel e nos leva ao Parque. Esse foi o único passeio que achei mais "caído" (se é que é possível dizer uma coisa dessas): o parque é bonito sim, mas nada que me fizesse dizer "Ohhh"... em outra cidade conheci uns brasileiros que em Ushuaia foram ao Glaciar Vinciguerra, do qual não havia ouvido falar antes. As fotografias do lugar são incríveis, e a paisagem me lembrou Laguna Esmeralda (falarei ainda deste lugar) e de algumas coisas que vi em El Chaltén. O visual de Vinciguerra é mais estonteante do que do Parque Nacional, por outro lado, é mais parecido com algumas coisas que vi pela viagem. Contudo, comparativamente, o visual de Vinciguerra é diferente de tudo o que tem no Brasil, ao contrário do Parque Nacional, que não possui nada tão diferente do que já conhecemos. Enfim, a escolha é bem pessoal mesmo. Há várias trilhas pelo Parque Nacional, e eu fiz a que indicaram como a mais bonita: a que vai pela costa, senda costeira. Dia 16: Laguna Esmeralda. O ônibus passou no hostel e nos levou até o início da trilha para Laguna Esmeralda, que fica a uns 30 minutos de Ushuaia. A trilha é muito tranquila e fácil. Sempre gosto de andar em ritmo forte para aproveitar o máximo possível do lugar de destino. Laguna Esmeralda é lindíssima, vale muito visitar. No horário marcado, tomei o ônibus de volta para a cidade. À noite, fui com um pessoal do hostel a um pub irlandês (acho que é a única animação da noite por lá). Dia 17: Ushuaia - El Calafate. Peguei o avião e, chegando em El Calafate, peguei um transfer do aeroporto que me deixou no meu hostel: o Schilling Hostal Patágonico. Marquei por lá os passeios que faria (nenhum deles é barato). A cidade é bem turística e bonitinha, e tem uns cachorros fofos na rua, mas ela em si não tem muito a oferecer. Na Av. San Martín (av. principal) há várias agências turísticas, você pode pesquisar os preços dos passeios e as atividades. Dia 18: Navegação pelos glaciares Upsala e Spegazzini. As geleiras são belíssimas. O que não gostei é que fomos em um catamarã enorme, apinhado de gente tirando fotos das geleiras, há também fotógrafos profissionais que vendem fotos. Passeio bem turístico. Dia 19: Perito Moreno: minitrekking e passarelas. Bem cedo, o transfer foi me buscar no hostel e de lá percorremos um bom caminho até chegarmos no Perito Moreno. Tivemos um tempo para andar pelas passarelas. No horário marcado, pegamos o transfer novamente e depois um barco até o local no qual faríamos o minitrekking. A experiência é bem legal, e a luminosidade dá uns tons azulados lindos ao glaciar. Dia 20: El Calafate - El Chaltén Havia reservado, no dia em que cheguei a El Calafate, a passagem de ônibus para El Chaltén, ida e volta. Bem cedo, peguei o ônibus na rodoviária. Ainda bem antes de chegar na cidade temos a imponente visão do Fitz Roy, a maior montanha da região. El Chaltén é considerada a capital nacional do trekking na Argentina e atrai aventureiros de todo tipo. Certamente foi o ponto alto da viagem: o lugar é fascinante e me cativou completamente. A cidade, apesar de pequena, tem um caixa ATM, no qual consegui sacar dinheiro sem problema quando precisei. Assim como Ushuaia e El Calafate, a cidade é bem pequena e (adivinhe?) a av. principal TAMBÉM é San Martín! Ô falta de criatividade (não tem graça se não pudermos implicar com os argentinos)... Ao chegar em El Chaltén há um centro de informações no qual recebemos mapas e instruções para os trekkings, relativas à preservação da área, carregar sempre o lixo com você etc. As trilhas são feitas a partir da própria cidade. Seguindo o mapinha, fui andando até chegar no hostel Rancho Grande. Gostei muito de ficar lá e conheci muita gente legal; eles possuem um restaurante também que é bastante frequentado e no qual comi (janta e café da manhã) algumas vezes. A internet na cidade só chega por fibra óptica, de modo que às vezes fica bem precário o acesso. Quer assistir vídeo? Esquece. Neste dia, deixei minhas coisas no hostel e fui fazer minhas primeiras trilhas: a Mirador Los Condores e Mirados de las Aguias, nos quais você pode ter uma visão panorâmica da cidade de um lado e a visão do lado oposto. Essas trilhas são bastante tranquilas. Mapa de El Chaltén. Mapa das trilhas de El Chaltén a partir da cidade. Aqui, descrição das trilhas de El Chaltén, com tempo estimado, distância, desnível e dificuldade. Dia 21: Laguna Torre e Mirador Maestri. Andando pelas ruas principais de El Chaltén, você pode encontrar muitas lojinhas e padarias que vendem lanches prontos para o dia de passeio. Em uma, o lanche vinha com sanduíche de queijo e presunto, água de 500ml, maçã, um doce e uma empanada. Não lembro quanto era (hehe), mas estava MUITO barato! Comprei direto lá. Há dois mercados também. Neste dia fiz a trilha em direção à Laguna Torre, junto com dois brasileiros (irmãos) que encontrei sem querer logo no início da trilha. Acabei não pegando o contato deles, mas só tenho a agradecer pela dica que me deram: a de ir à Laguna de Los Tres no dia seguinte (depois explico melhor). Chegando em Laguna Torre (atrás dela temos o Cerro Torre), eles ficaram um pouco mas logo tiveram que ir embora pois deixariam El Chaltén naquele mesmo dia. Eu admirei por mais tempo a paisagem e fui contornando a laguna na trilha em direção ao Mirador Maestri, de onde poderíamos ter uma visão mais bonita do Cerro Torre; parecia que logo chegaria lá, mas acabou levando 1h ou mais, se não me engano. Em El Chaltén também escurece bastante tarde, no entanto eu sempre acordava cedo para fazer as trilhas e aproveitar o dia. O tempo na Patagônia é muito instável. Contudo, eu tive muita sorte e passei dias excelentes na cidade, apenas em um deles a ventania estava tão forte (acompanhada de chuvas também) que inviabilizou realmente qualquer caminhada. Dia 22: Mirador das Piedras Blancas, Laguna de Los Tres e Laguna Capri. Os irmãos me deram uma dica excelente. Eles disseram: vá amanhã à Laguna de Los Tres, pois o dia ainda estará bem aberto. Depois disso está previsto uma chuva. Cheguei no hostel no dia 21 cansada e ainda estava em dúvida se embarcaria em uma trilha relativamente longa (cujo último trecho é íngreme) logo no dia seguinte. Mas foi exatamente isso que fiz. Acontece que eles também me deram outra dica muito boa: eu poderia pegar um transfer que me deixaria perto da Hosteria El Pilar, de onde eu iniciaria a trilha e passaria pelo Mirador das Piedras Blancas; e voltaria pelo caminho que dá direto na cidade. Assim, eu passaria por paisagens diferentes e, pelo que disseram, a ida seria também mais tranquila e arborizada (com exceção do último trecho íngreme, igual para todos). Realmente, um dos pontos mais altos da viagem toda: a Laguna de Los Tres, com o monte Fitz Roy atrás, é um lugar inacreditável, belíssimo. Eu tive muita sorte, pois pude contemplar gradações de luminosidade no lugar: quando cheguei havia algumas nuvens no céu, e depois ficou tudo aberto, com o Fitz Roy, de 3405m, aparecendo em toda a sua imponência. Os dois momentos foram incríveis. E, é claro, eu, como carioca, não pude resistir e mergulhei na laguna, a 1165m de altitude. Na volta, tomei a trilha que daria direto na cidade e passei por Laguna Capri. Há locais para acampamento também. Como podem ver, todas as trilhas eu fiz sozinha sem problema algum. Dia 23: Descanso. Muito vento, muita chuva. Resultado: eu (e todo o resto hehe) passei o dia no hostel. Lembra que a internet é precária? Pois é. =D Na verdade, até disso eu gostei na cidade: esse ar de que está muito afastada de tudo, e até o contato com o "resto da civilização" fica prejudicado. (Mas quem precisa da civilização?). Dia 24: Chorrillo del Salto. Neste dia também o tempo estava muito instável, com fortes ventos. No entanto, decidi fazer uma trilha mais curtinha até uma cachoeira. Esta é, de fato, a trilha mais "família". É uma pequena cachoeira. Bonito, mas nada demais mesmo. Conheci no hostel dois escaladores americanos que estavam planejando subir o Fitz Roy (depois vou dizer porque estou contando isso). À noite, eles estavam assistindo na área de restaurante jogo de futebol americano e me juntei a eles, e logo depois um médico canadense se juntou a nós. Eu jantava enquanto me explicavam as regras do jogo. Dia 25: Lhoma del Pliegue Tumbado. Fui a essa trilha sem esperar muita coisa. Ela é longa, tranquila em sua grande parte, com o último trecho bem íngreme. Em dias com ventos muito fortes pode até ser perigoso, por isso é muito arriscado chegar em El Chaltén com dias muito contadinhos. Conheci um grupo de brasileiros no hostel que ficou apenas dias 23 e 24 (justamente quando o tempo piorou!) e infelizmente não conseguiram aproveitar praticamente nada. Julgo Laguna de Los Tres e Lhoma del Pliegue Tumbado as melhores trilhas de El Chaltén. Tem dois dias para andar? Faça essas. Como eu disse, fui sem esperar muito e me deparei com uma paisagem deslumbrante, quando chegamos no final da trilha temos uma visão de 360º maravilhosa. Antes de lá chegar, em certo momento da trilha, em campo aberto, olhei ao meu redor e não vi viva alma! A sensação era que estava só eu, sozinha no meio da natureza selvagem, e foi inacreditável. Dia 26: Escalando nos arredores de El Chaltén. Não, nunca havia escalado antes e nem havia planejado isso. Massss como eu disse, eu fiquei amiga de dois escaladores americanos e também de um italiano, que conheci também no hostel. Estávamos em uma mesa conversando e eu manifestei meu interesse de começar a aprender a escalar, que era algo que faria ao voltar ao Rio, enfim... e o italiano deu a deixa: "Ah, você quer escalar? Podemos ir escalar!". Todos embarcaram na ideia, eles pegaram os equipamentos e lá fomos. Há muito lugar para escalar na cidade, justamente da janela do meu quarto eu podia ver a galera escalando um pouco distante. Fomos escalar. Eu adorei, e eles ainda me fizeram prometer que um dia ia voltar a El Chaltén como escaladora profissional. Tem como não fazer essa promessa? Depois fomos a um bar - eram umas 22:00, e ainda não tinha escurecido. Até que um pôr-do-sol espetacular e surreal aconteceu diante dos nossos olhos, e até hoje não consigo acreditar que tive esse presente. As fotografias parecem totalmente irreais, e o mais impressionante é que era assim mesmo! Parecia que eu tinha sido transportada para um sonho, e que estava longe, muito longe do Kansas... Dia 27: Glaciar Huemul e Lago del Desierto. Esses locais ficavam muito distantes da cidade, por isso pega-se um transfer. O Glaciar Huemul é maravilhoso, a trilha tem pequenos desníveis. Como a área é particular, há uma taxa para entrar. Depois voltei tudo e fui andando até Lago del Desierto, muito bonito também. Havia solicitado o serviço no qual teria 2 horas para a visita, e consegui fazer tudo que queria, seguindo um ritmo de trilha forte. Para mim foi o suficiente, mas talvez você possa preferir ficar por lá mais tempo. Dia 28: El Chaltén - El Calafate - Buenos Aires - Brasília - Rio de Janeiro. Dia corridíssimo! Peguei o ônibus para El Calafate bem cedo, deixei minhas coisas no hostel Schilling (eles foram super legais), reservei dali o transfer que me levaria ao aeroporto e fui à cidade almoçar. No horário marcado, peguei o transfer em frente ao hostel e de lá segui caminho de volta para casa. Dessa vez, eu não esqueci de trocar de aeroporto em Buenos Aires.
  3. Meninas no Trekking - Perguntas e Respostas

    Agradeço aos dois pelas dicas. Eu vou adquirir a Deuter AC Lite mesmo. Acho que ela vai dar conta do recado, para o que eu preciso, e não vai exigir de um todo um investimento no que diz respeito a materiais ultra leves... Ah, Otávio Luz, pelo comentário do Bullseye, eu havia notado que ele deveria ter um grande talento para carregar pouca coisa, porque Torres com 50kg, realmente, é de impressionar! rsrs
  4. Saquei. Acho melhor eu adquirir um saco de dormir com temperatura conforto de zero graus, pelo menos. Valeu!
  5. Trekking na Patagônia - Recomendações

    Eu vou adquirir uma Act Lite 60+10. Tenho 1,73, então acho que isso não será o problema. Valeu!
  6. Agradeço pelas sugestões! Pelas temperaturas que você registrou ali, estou achando que vai dar sim! Com relação à barraca, ainda sou iniciante em camping e não estou (por enquanto) disposta a gastar o dobro do que gostei na Guepardo Everest apenas pela diferença de peso. Sei que a Azteq deve ter um material de melhor qualidade também, mas acho que vou deixar para fazer um investimento maior mais pra frente...
  7. Meninas no Trekking - Perguntas e Respostas

    Agradeço muito pelas dicas de vocês! Por um momento fiquei em dúvida se investiria novamente numa Deuter ou em algo mais econômico, tipo uma Quechua. Mas acho realmente que, em se tratando de trekking, é um investimento que vale a pena. Usei a Traveller na Serra dos Órgãos, subindo por 6 horas seguidas em grande desnível, e nada se compara a você chegar no local de descanso sem sentir nenhum desconforto ou dor! E, ainda mais em atividades que envolvem vários dias, segurança e conforto (pelo menos no que diz respeito à mochila) são coisas fundamentais. Manterei a Traveller para viagens, e vou adquirir a Deuter ACT Lite 60+10L. Obrigada!
  8. Trekking na Patagônia - Recomendações

    Olá! Pretendo fazer em janeiro o circuito O de Torres del Paine (7 a 10 dias). Tenho uma Deuter Traveller 55+10, que uso para viagens em geral. Contudo, percebo que ela não é a mais adequada para trilhas e trekking, pois não possui fitas próprias para amarrar a carga externa - no primeiro acampamento que fiz, acabei dando um jeito e amarrei a barraca por fora, e às vezes ela ficou meio torta. Gostaria de saber qual seria o tamanho adequado de mochila (não, não sou do tipo que tem tendência a levar mais do que o necessário), e um modelo no qual eu tivesse a possibilidade de levar equipamento externo (principalmente a barraca e o isolante térmico). Além disso, seria ótimo se eu pudesse usar também essa mochila para trekking de final de semana, no qual eu fosse acampar. Obrigada!
  9. Meninas no Trekking - Perguntas e Respostas

    Olá! Tenho uma Deuter Traveller 55+10, que uso para viagens em geral. Contudo, percebo que ela não é a mais adequada para trilhas e trekking, pois não possui fitas próprias para amarrar a carga externa - no primeiro acampamento que fiz, dei um jeito e amarrei a barraca por fora. Pretendo ir em janeiro para Torres del Paine, fazer o circuito O (de 7 a 10 dias), e gostaria de saber qual seria o tamanho adequado de mochila, e um modelo no qual eu tivesse a possibilidade de levar equipamento externo (principalmente a barraca e o isolante térmico).
  10. Olá. Estou planejando fazer o circuito O, e gostaria de dicas com relação à barraca e saco de dormir. Devo ir em janeiro. Gostaria de saber se uma barraca guepardo everest e um saco de dormir 10º - limite 5º dá pro gasto.
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