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  1. 22 dias Tailandia e Indonesia - Agosto 2018

    @Vinny Freitas Chiang Mai pode ser uma boa nessa época do ano, já que é um pouco menos afetada pelas monções. Caso vá, recomendamos muito o Patara, que é um santuário muito reconhecido e sério. Sobre suas malas, não pode reconsiderar levar menos? Pense que certamente será muito quente e então é necessário roupas leves apenas. Eu e meu marido, por exemplo, viajamos 23 dias com uma mala de 7kg cada e não sentimos falta de nada! https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/20/sudeste-asiatico-so-com-bagagem-de-mao/
  2. 22 dias Tailandia e Indonesia - Agosto 2018

    Oi Vinny, Não conheço a Indonésia, mas sobre a Tailândia, Chiang Mai tem muito mais coisas a serem vistas que apenas o santuário (que é bem legal!), vale a pena. Sobre Bangkok, 3 dias é realmente o mínimo que a cidade merece, mas 4 é o ideal (considerando bate-volta de 1 dia para mercados do trem e flutuante e 1 dia para Ayutthaya). https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/31/tailandia-chiang-mai-e-suas-centenas-de-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/11/chiang-mai-cuidando-de-elefantes/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/23/bangkok-roteiro-para-os-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/28/bangkok-amphawa-mercado-flutuante-e-maeklong-mercado-do-trem/
  3. Não conheci Kuala, mas Cingapura é bacana (2 dias cobre tudo com folga!), embora tenha uma pegada mais com cara de Europa do que Sudeste asiático... Três dias completos em Chiang Mai é bastante tempo também, dá para tirar um dia ou fazer bate-volta para Chiang Rai. Outra coisa: se seus 4 dias em Bangkok não forem completos (for 2 meios dias com voo de chegada/partida), vale a pena ficar mais porque um dia é só para mercados flutuantes e outros para Ayutthaya. Se achar que está sobrando mesmo tempo, dá para pegar pegar voo Low cost para Vietnã (Hoi An via Da Nang ou Hanoi) ou mesmo aproveitar que estará em Chiang Mai e subir para Laos de trem! Alguns posts que podem ajudar: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/14/singapura-em-um-dia/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/22/bangkok-dicas-e-consideracoes-gerais/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/23/bangkok-roteiro-para-os-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/28/bangkok-amphawa-mercado-flutuante-e-maeklong-mercado-do-trem/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/13/vietna-hanoi-a-capital-do-barulho/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/12/vieta-a-lindissima-hoi-an/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/31/tailandia-chiang-mai-e-suas-centenas-de-templos/
  4. Não tire Siem Reap! O complexo de templos é muito mais do que só o Angkor Wat (embora ele seja a cereja do bolo) e cada cantinho tem seu charme. Para conhecer os templos mais legas do complexo você vai gastar 2 dias inteiros (ou 1 dia inteiro mais 2 metades dos dias da sua chegada/partida, dependendo do horário dos voos). A cidade em si não tem nada pra fazer mesmo, embora a feirinha noturna seja bacana. O link abaixo pode te ajudar no planejamento e a decidir: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/26/cambodia-siem-reap/
  5. Apagar postagens

    Olá, Dupliquei meu perfil e um post por engano. Por favor, deletem o post abaixo: Como devo proceder para excluir este perfil?
  6. Vietnã: cruzeiro em Halong Bay

    Ao norte do Vietnã, cerca de 5 horas da capital Hanói, fica situada uma das 7 Maravilhas Naturais do Mundo, a Baía de Halong. O local é um aglomerado de mais de 2.000 ilhas que salpicam um mar de cor verde esmeralda lindo. É tanta ilha, mas tanta ilha, que as vezes tínhamos a sensação de estarmos navegando em um rio estreito e não no mar da China. É possível visitar o local com passeios de de um, dois ou três dias. Um dia é muito pouco, visto que o tempo de deslocamento desde Hanói é de 4-5 horas! Três dias, para nós, é muito tempo dentro de um barco. Por isso, optamos pelo passeio de 2 dias e 1 noite (2D1N) e achamos que foi um tempo adequado. Definir o cruzeiro foi uma das partes mais trabalhosas de todo nosso planejamento do nosso mochilão pelo Sudeste Asiático. Depois de lermos centenas de reviews e negociar com os 5 barcos que havíamos pré-selecionado durante semanas, fechamos com o Galaxy Premium Cruise, um barco 3 estrelas (os barcos recebem estrelas como os hotéis, não é recomendado pegar 1 ou 2 estrelas, conhecemos algumas pessoas ao longo da viagem que se deram mal escolhendo o mais barato). Aqui fica uma dica importante: no Vietnã não existe lei de proteção de marcas, então é comum achar mais de um barco com o mesmo nome e qualidade totalmente diferentes... é necessário ficar atento! Sobre o passeio: DIA 1: Uma van nos pegou no hotel as 7:30 da manhã e chegamos no porto por volta das 11:30. Entramos no navio, deixamos as coisas no quarto e seguimos para o almoço. O restaurante é composto por 3 grandes mesas e os passageiros são estimulados a sentarem juntos e interagirem. Lemos relatos de pessoas que detestaram ter que dividir a comida com estranhos, nós achamos bem legal, conhecemos muita gente bacana e trocamos muitas figurinhas sobre o roteiro. A comida estava muito saborosa, com opções de carnes, peixes, legumes e frutos do mar. Tudo em grande quantidade! Não parava nunca mais de chegar comida!!! Depois do almoço, tivemos um tempo livre e subimos para o deck e ficamos curtindo a paisagem. Por volta das 15:30, paramos para fazer kaiak pelas ilhas. Para quem não curte/tem medo, é possível pagar para os locais levarem para um passeio de barco a remo. Honestamente, quem tá na chuva é para se molhar! Colocamos um short e uma jaqueta (estava muito frio, de tremer o queixo) e fomos remando! O passeio dura quase uma hora e foi bem legal. Pudemos ver barcos de pesca, pescadores pegando mariscos e passamos por baixo de uma caverna linda! Ao voltarmos para o navio, havia um lanche da tarde, fizemos uma roda e cada um se apresentou brevemente. Após, subimos novamente para vermos mais da paisagem e esperar o por do sol. Ficamos curtindo a paisagem, deitados em espreguiçadeiras e conversando com o pessoal até a hora do jantar, por volta das 19:00. Jantamos como reis, muita comida novamente. Tudo muito gostoso e variado! Terminado o jantar, fomos pescar lulas! Confesso que não é fácil, ficamos lá durante umas duas horas e só duas pessoas (o que não nos inclui) pegaram alguma coisa. Mas foi divertido, rolou uma competição e muita risada. Cada um ficou lá pelo tempo que desejou e, depois, subimos para o restaurante, onde foi montado um karaoke. DIA 2: Acordamos as 7:00 e subimos para uma aula de Tai Chi Chuan. Depois descemos e tomamos café da manhã (com direito a pho, lógico). Por volta das 9:00, fomos visitar a caverna de Hang Sung Sot (Surprise Cave). Para chegar até lá, subimos uma escadaria bem ingrime, mas que compensa com uma vista incrível. A caverna em si é gigantesca, mas é toda iluminada por umas luzes coloridas bizarras que tiram um pouco da beleza natural do lugar. O passeio durou 1 hora. Voltamos para o barco, arrumamos as malas e liberamos os quartos. Subimos então para a aula de culinária, enquanto o almoço era preparado. Depois da aula, tivemos mais um tempo para curtir a paisagem antes de almoçarmos. Comemos, já ancorados no pier, e saímos do navio por volta das 12:00 e chegamos ao hotel por volta das 17:00. De modo geral, o passeio é muito interessante, com diversas atividades. Demos sorte de pegarmos uma turma super animada e um clima ok, então aproveitamos bastante. Além disso, a capital Hanói, muito mal cotada na maioria dos blogs de mochileiros, é bem interessante e bonita, além de contar com uma gastronomia dos deuses.. em suma, a dupla Hanói + Halong vale sim muito a pena, na minha opinião. Para mais detalhes: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/24/vietna-cruzeiro-em-halong-bay/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/13/vietna-hanoi-a-capital-do-barulho/
  7. Botswana safari self-drive 2017

    Olá galera, Fizemos um mochilão-safari no estilo self drive (sem guia, dirigindo e acampando por conta própria) na Namíbia e Botswana em outubro e, como tivemos muitas dificuldades em encontrar informações para planejar o roteiro da Botswana, queremos compartilhar um pouco das informações da nossa viagem com quem precise de dicas. Segue abaixo o relato resumido, para mais dicas vejam os tópicos relacionados em https://umcasaleumamochila.wordpress.com Antes de mais nada, a Botswana (Bots, para facilitar) é provavelmente o país mais exótico que já visitamos e, com certeza o país mais desafiador em termos de planejamento e de viagem na prática. Mas vale muuuito a pena!!! A proximidade com os animais que os parques do país propiciam é surreal, mágico! Como planejamos nossa viagem com quase nenhuma informação? Descobrimos um fórum de pessoas que fazem self-drive na África que foi nossa salvação: http://www.4x4community.co.za/forum/forumdisplay.php/169-Botswana Falando sobre nossa experiência, entramos de carro pela fronteira Mamuno (próximo à Gobabis) e no mesmo dia seguimos para Ghanzi (onde trocamos dinheiro e almoçamos no Halahari Arms Hotel). Visitamos o craft center da cidade, mas a visita durou 5 min, já que o local é composto por uma única e minúscula lojinha. Dica: para atravessar a fronteira de carro é necessário uma permissão da sua locadora de carro por escrito, seu passaporte, o pagamento de uma taxa de 30USD/pessoa + 230 BWP/carro e um formulário que preencherá quando chegar na fronteira. Reserve cerca de 40min para atravessar e guarde os papeis que receber, pois eles serão necessários para deixar o país! Seguimos de lá para Maun e, no caminho, fizemos uma para rápida para ver o lago Ngami (descoberto em 1849, sumiu e reapareceu em 2000! Mas ou não achamos o lugar certo ou é só um laguinho regular mesmo…). Maun, é o ponto de entrada do Okavango e parada fundamental para abastecer o carro com comida e combustível. Tal como todas as cidades que visitamos na Bots, ela é minúscula e com poucas opções de comida e hospedagem. A partir deste ponto, não será possível encontrar mais nenhum mercado ou posto até Kazane, na outra ponta do delta! Planeje-se para não ter que racionar comida no meio do caminho (true history! Comemos uma fatia de pão com geleia cada um por 3 dias) ou ficar sem combustível no meio do nada. Resumidamente (detalhes abaixo), de Maun, passamos dois dias explorando a região mais abundante de água da Botswana: o Moremi. Seguimos no terceiro dia para o selvagem Khwai e, de lá, para o Chobe, passando o dia na famosa região árida do Savuti e dormindo no vilarejo de Muchenje. De lá passamos os próximos dois dias explorando o coração do parque nacional Chobe e seus lindos Baobabs. Nota: o nome e localização das regiões dá um nó na cabeça ao longo do planejamento, visto que algumas são sub-regiões dentro de outra. Cinco dias foi um tempo ideal? Definitivamente não, gostaríamos de passar mais tempo no Savuti e no Moremi, programe ao menos dois dias em cada! Também gostaríamos muito de termos passamos pelo famoso salar Nxai, o coração do Kalahari! E, se o orçamento permitisse, visitarmos a ilha dos leões nadadores (Duba plains) na qual só se chega alugando um avião. Abaixo vamos detalhar e descrever nossa passagem por cada uma das macro regiões citadas acima (para a distinção do que foi feito dia-a-dia, acesse este post). MOREMI, a região mais exuberante do Delta do Okavango Entrando pelo portão sul do Moremi, explore toda a região das Black Pools. Nesta região, cheia de poças de água (daí o nome), vimos uma família muito grande de elefantes atravessando o rio e brincando na lama, além de muitos hipopótamos, girafas e zebras. Também visite a região da Xinii lagoon, onde vimos algumas girafas, búfalos (pela primeira vez na viagem, não havíamos visto na Namíbia!), zebras, guinus e antílopes. A região também é conhecida como um território de leões, mas não demos sorte. Seguindo em direção ao norte do Moremi (idealmente dormindo no 3rd Bridge Campsite ou no Xakanaka Campsite – coisa que não conseguimos), passe pelas pontes do parque. São elas a 1st Bridge, 2nd Bridge e, a mais famosa, a 3rd Bridge. A região desta última é rica em vida animal e a passagem por esta ponte, que na verdade é inundada, é icônica e divertida (pode ser funda demais para um carro sem snorkel, pare na entrada do parque que há na ponte e pergunte como estão as condições). Deu uma emoçãozinha atravessar a ponte e ver a água chegando no capô, meio desesperador… Um pouco mais próximo da 3rd Bridge, há o Bodumatau Loop, que também é muito recomendado devido a uma vasta vida animal, mas enfrentamos algumas dificuldades de travessias e acabamos desistindo (deu medo de ter que pagar um carro novo) e o Lion Pan. Ainda no Moremi, também tivemos a oportunidade de andar nas pequenas canoas de madeira tradicionais, conhecidas como Mokoro, ao longo dos canais apertados do delta do Okavango. A beleza dos canais é fantástica, cheio de vitórias-regia e flores submersas, além de um silêncio penetrante e, em parte, de uma tensão constante pelo medo de batermos em um hipopótamo. De fato, tivemos um grande susto com um hipopótamo, que surgiu a poucos metros de nós bem no momento que nosso guia nos falava que não havia hipopótamos em canais tão apertado como aqueles. Resultado: 20 minutos aguardando o animal mais letal para humanos da África se afastar. Para nossa decepção foi nosso único hipopótamos das 2 horas de passeio… demos muito azar! Nosso guia ficou até meio chateado e fez um colar de Vitória Régia me animar rsrs. Seguindo para o norte do Moremi, passamos pelas Hippo Dombo Pools. O local tem uma plataforma de madeira que foi construída na beira de uma enorme represa para observação dos hipopótamos. Acredito que havia uns 30-40 amontoados no lago, além de outros espalhados. É um lugar interessante para relaxar e ver os hipos que não havíamos visto no nosso Mokoro. Mas cuidado: encontramos um leopardo bem ao lado dessa área "segura" para descer do carro!!! Highlight da região: sem dúvida foram os elefantes e o seu (não tão agradável) hábito de permanecer no meio das estreitas estradas de terra. O resultado disto foram duas perseguições na tentativa de passar ao lado deles na estrada! Foi lá que descobrimos que elefantes podem chegar a 40km/h e passamos um assustador momento de “F****, o elefante vai passar em cima do carro”. KHWAI, uma região que requer coragem O Khwai é uma região ao norte do Moremi, pertencente à uma pequena comunidade de mesmo nome. Tal comunidade foi autorizada a administrar um camping, o Magotho Khwai Development Trust Camp . O camping em si é muito rústico, não há absolutamente nenhuma estrutura, sem banheiro e sem recepção, você apenas chega lá, para seu carro no camping pré-agendado e dorme em meio aos animais sem nenhuma cerca ou proteção. Pela proximidade do rio, recebemos a visita de muitos hippos urrando a noite e springboks na região. A região é bem bonita, com muita vida ao longo do rio, mas tivemos muitas dificuldade de achar referencias sobre o que fazer na área e, por isso, após ~3 horas de safari, decidimos seguir para o Savuti, no Chobe. SAVUTI, o GOT da vida animal O Savuti é a região mais árida que visitamos na Botswana, se parecendo muito com a imagem de savana que povoa nossas mentes. Não é para menos: diversos programas sobre a vida animal foram gravados aqui. Atualmente, a NetGeo está gravando aqui o programa Savage Kingdom, que conta a história dos bandos de leões, leopardos, wild dogs e hienas, fazendo uma analogia com a série Game of Thrones (GOT). O território é lar de um dos mais icônicos pride de leões do mundo, o Savuti Lion Marsh Pride. Eles são uma família incrível, que desenvolveu a habilidade única de caçar elefantes! Nesta área, optamos por entrar pela rota seca (a Marsh route, muito mais legal, estava alagada e ninguém estava recomendando ir por lá). Passamos pela “Leopard Rock”, antigo lar de uma família de leopardos expulso de seu território de maneira brutal pelos leões. Seguimos para Marabou Pan e Rhinovlei waterhole. Lá vimos diversos Ghinus, gigantes elefantes, algumas girafas e famílias de zebras. Próximo ao Leopard Rock, na região da Motsibi Island, eis que encontramos o que estávamos tão avidamente procurando: uma grande leoa. Qual não foi nossa surpresa quando notamos que ela não era uma leoa comum, mas sim a RAINHA do Savuti, conhecida como Matsumi, estrela da série da NetGeo (https://www.youtube.com/watch?v=77u5-l5p7Y8)!!! O Savuti é uma região especial, muito selvagem e inóspita, que valeria a pena ficar mais tempo para explorar os caminhos da Marsch Road. Atenção especial aqui à estrada, que exige 100% do tempo o uso do 4×4, não dê bobeira ou ficará atolado nas areias fundas do Savuti (e isso estamos falando sobre a rota seca!). CHOBE, o aguardado encontro com os Baobabs e os leões O caminho do Savuti até o Chobe não é nada agradável, muita areia e muito buraco. O interessante é que ao nos aproximarmos das vilas de Kavimba e Muchenje, começaram a aparecer os majestosos Baobabs! Este era um must have da viagem à África, mas estávamos começando a ficar preocupados em não ver nenhum. Na Namíbia, cruzamos o país de norte à sul e de leste à oeste e nada! Mas no Chobe são centenas, lindos, majestosos! Ficamos no camping da vila Muchenje, que fica a 10 minutos de uma das entradas da reserva (Ngoma Gate) e recomendamos muito o camping. Além de ter um Baobab, há um píer sobre o rio que forneceu uma das mais belas vistas do por do sol na África (que sim, é espetacular). Sobre o Chobe, as estradas principais, com mais vida animal, circundam um grande rio. Especialmente próximo ao Ihaha Camp, Serondela e na entrada próxima à Kazane a vida faz seu show. Vimos muitos animais nessa área, incluindo a maior horda de búfalos na viagem (200?300?), vários filhotes de chacais brincando, hippos pastando, 3 crocodilos, um bando simplesmente gigantesco de elefantes (100? 200?) e … (tandam) um bando de 14 leões! Ufa, no último dia de safari, quando já estávamos considerando nem sequer entrar novamente no parque, resolvemos dar uma passadinha e fomos agraciados com o fantástico bando a menos de 3 metros do nosso carro! Ficamos das 8:00-9:30 só lá, parados, extasiados, assistindo o bando composto por 3 leoas adultas e enormes e seus 11 filhotes adolescentes. Um verdadeiro presente! Do Chobe, após finalizamos nossa viagem com chave de ouro (o bando de leões sem dúvida foi o ápice da Botswana), saimos de volta para a Namíbia a partir do Ngoma Border em rumo ao Caprivi (onde não paramos para fazer safari, apenas passamos). EM RESUMO, foram dias de muita aventura (perseguição dos elefantes), muita tensão (travessias de rios fundos), muita excitação (Matsumi em posição de caça e o bando de 14 leões), um pouco de medo (wild dogs e hipopótamos fazendo barulho a noite no Khwai), um pouco de fome (não aguentamos mais macarrão e pão com geleia) e muita satisfação de termos conhecido este país tão selvagem. Sem dúvida recomendamos esta visita para os mais aventureiros que queiram realmente uma imersão no mundo selvagem!
  8. Botswana

    Fazer Botswana no estilo backpacker é bem complicado! Também pesquisei bastante sem conseguir encontrar nada... Por fim optei por alugar um carro com barraca acoplada (o que resolve o problema da locomoção e de onde ficar, além de dar muito mais autonomia para percorrer os parques) e foi uma boa escolha, creio que a melhor em termos de custo x benefícios. Para quem precisar, há algumas informações sobre a Bots nos posts abaixo: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/29/dicas-mochilao-namibia-e-botswana/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-i-moremi/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-ii-savuti-chobe-e-khwai/
  9. Botswana

    Reavivando este tópico, também tive uma imensa dificuldade em planejar uma viagem para Botswana... são escassas as informações ainda hoje! Quem estiver precisando de algumas dicas, podem dar uma olhada nesses dois links abaixo e fazer perguntas por lá! https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-i-moremi/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-ii-savuti-chobe-e-khwai/
  10. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Oi Sara, Essas companhias “low cost” tem uma política de oferecerem uma passagem a um valor mais baixo e cobram pelos adicionais, como, por exemplo, marcar assento ou despachar a bagagem. Caso sua mochila não seja muito grande respeitando o peso de aprox. 7kg (política de quase todas companhias low cost), você pode até arriscar e tentar embarcar com ela. Como mencionei, vi algumas pessoas que conseguiam embarcar com mochilas de 60L, principalmente, pelo fato de conseguir fazer check in nas máquinas eletrônicas, não necessitando passar pelo balcão onde ficam as balanças. O máximo que pode acontecer é te pedirem para despachar pagando uma certa tarifa na hora. Agora, se você não quer arriscar, compre com antecedência esta opção de despachar malas. Pelo que eu me lembre, há uma opção no “add-ons” durante a compra da passagem de despachar bagagem e lá mostra os valores para despachar 20, 30, 40kg. Provavelmente deve sair na casa de uns 10-20 U$, e certamente é mais barato do que a taxa cobrada na hora no aeroporto. Dê uma olhada nas taxas no site: http://www.airasia.com/in/en/our-fares/fees-and-charges.page Fiquem a vontade em caso de mais dúvidas.
  11. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Se no seu bilhete esta explicitado que você pode despachar 15kg, você pode ir com uma de mão de 7kg + despachar uma de 15kg. Esse tipo de passagem é a que eles chamam de tarifa 2 (a tarifa 3 é para despachar 20kg, tarifa 4 é 25kg e assim vai até 40kg). Quando eu comprei, peguei a tarifa 1, que é bem barata (cheguei a pagar 10 usd por voo), mas só permitia mala de mão!!
  12. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Se você comprou as passagens por low costs (AirAsia, NokAir, Bangkok Airways, etc), é só despachar, mas pagando uma taxa salgada!!! Leia com bastante atenção as condições de bagagem no seu bilhete eletrônico porque o preço extra por mala despachada varia de acordo com o trajeto/tamanho do avião/peso da mala e mil outras regras particulares de cada empresa. Agora, se você comprou por empresas regulares, ai tranquilo!
  13. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Oi Leo, Fico feliz por você ter gostado! Na teoria, pela política das companhias aéreas low cost não é permitido... na prática, vimos muita gente voando com mochila de 60L e mais uma mochila na mão (mas nenhuma muuuito cheia) e ninguém foi parado. É um risco! Pagar a mais na hora por conta da bagagem sairá bem salgado e vai ser dor de cabeça na certa. Eu fui medrosa e não arrisquei, vai da sua coragem! Nos voos principais (ida e volta), sem problema. Poucas implicam com isso, já vi uma pessoa tendo que despachar pela KLM, mas também não é nada demais porque não pagaria por isso. Abraço
  14. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Acho que ficou ótimo! Vai dar para aproveitar com calma! Olha, fiquei 2 dias em Siem Reap e foi um tempo adequado (logico que daria para ter ficado mais e feito as coisas com mais calma)! Eu curti demais, os templos são uma coisa de outro planeta, mas se você pretende voltar ao sudeste asiático, pode deixar para a próxima... Não fui para Pattaya, achei que os templos de Bangkok e Chiang Mai já eram suficientes! Ayutthaya é bem legal, vale a pena (especialmente se você não for para Siem Reap... ela é meio que uma Siem Reap em miniatura...) Em Chiang Mai, pesquisei demais sobre os passeios de elefante e optei pelo Patara (pelo numero menor de visitantes por dia) e meu arrependimento maior foi ter feito o passeio de meio período, foi muuuito legal, gostaria de ter ficado o dia todo! Se te ajudar, escrevi algumas coisas da minha viagem em um blog: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/ Abraço!
  15. Dicas de Roteiro - Tailândia - Setembro

    Oi Leo, Olha, depende muito do seu ritmo de viagem e de como você pretende se deslocar entre as cidades, quais são seus interesses e etc! 16 dias é adequado especialmente se você conseguir voos low cost para se locomover ( e aí a ordem você monta de acordo com as promoções!). Não conheço Koh Tao e Raylai, mas em Bangkok tem que ficar pelo menos 3 dias (ideal 4-5), Chiang Mai depende muito do que você pretende ver, mas entre 2-4 dias completos já esta ok e Phi Phi pelo menos 4 (eu ficaria hospedada em pelo menos duas praias diferentes). E fica de olho na previsão do tempo, na costa oeste dizem que setembro não é tão ruim a ponto de ser preocupante, mas considere que seu roteiro tem bastante praia... eu fico chateada com chuva na praia, mas tem gente que curte... Você pode fazer uma rota alternativa incluindo Siem Reap. Abraço!
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