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camila_fr

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Tudo que camila_fr postou

  1. @Vinny Freitas Chiang Mai pode ser uma boa nessa época do ano, já que é um pouco menos afetada pelas monções. Caso vá, recomendamos muito o Patara, que é um santuário muito reconhecido e sério. Sobre suas malas, não pode reconsiderar levar menos? Pense que certamente será muito quente e então é necessário roupas leves apenas. Eu e meu marido, por exemplo, viajamos 23 dias com uma mala de 7kg cada e não sentimos falta de nada! https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/20/sudeste-asiatico-so-com-bagagem-de-mao/
  2. Oi Vinny, Não conheço a Indonésia, mas sobre a Tailândia, Chiang Mai tem muito mais coisas a serem vistas que apenas o santuário (que é bem legal!), vale a pena. Sobre Bangkok, 3 dias é realmente o mínimo que a cidade merece, mas 4 é o ideal (considerando bate-volta de 1 dia para mercados do trem e flutuante e 1 dia para Ayutthaya). https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/31/tailandia-chiang-mai-e-suas-centenas-de-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/11/chiang-mai-cuidando-de-elefantes/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/23/bangkok-roteiro-para-os-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/28/bangkok-amphawa-mercado-flutuante-e-maeklong-mercado-do-trem/
  3. Não conheci Kuala, mas Cingapura é bacana (2 dias cobre tudo com folga!), embora tenha uma pegada mais com cara de Europa do que Sudeste asiático... Três dias completos em Chiang Mai é bastante tempo também, dá para tirar um dia ou fazer bate-volta para Chiang Rai. Outra coisa: se seus 4 dias em Bangkok não forem completos (for 2 meios dias com voo de chegada/partida), vale a pena ficar mais porque um dia é só para mercados flutuantes e outros para Ayutthaya. Se achar que está sobrando mesmo tempo, dá para pegar pegar voo Low cost para Vietnã (Hoi An via Da Nang ou Hanoi) ou mesmo aproveitar que estará em Chiang Mai e subir para Laos de trem! Alguns posts que podem ajudar: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/14/singapura-em-um-dia/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/22/bangkok-dicas-e-consideracoes-gerais/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/23/bangkok-roteiro-para-os-templos/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/28/bangkok-amphawa-mercado-flutuante-e-maeklong-mercado-do-trem/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/13/vietna-hanoi-a-capital-do-barulho/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/12/vieta-a-lindissima-hoi-an/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/31/tailandia-chiang-mai-e-suas-centenas-de-templos/
  4. Não tire Siem Reap! O complexo de templos é muito mais do que só o Angkor Wat (embora ele seja a cereja do bolo) e cada cantinho tem seu charme. Para conhecer os templos mais legas do complexo você vai gastar 2 dias inteiros (ou 1 dia inteiro mais 2 metades dos dias da sua chegada/partida, dependendo do horário dos voos). A cidade em si não tem nada pra fazer mesmo, embora a feirinha noturna seja bacana. O link abaixo pode te ajudar no planejamento e a decidir: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/26/cambodia-siem-reap/
  5. Olá, Dupliquei meu perfil e um post por engano. Por favor, deletem o post abaixo: Como devo proceder para excluir este perfil?
  6. Ao norte do Vietnã, cerca de 5 horas da capital Hanói, fica situada uma das 7 Maravilhas Naturais do Mundo, a Baía de Halong. O local é um aglomerado de mais de 2.000 ilhas que salpicam um mar de cor verde esmeralda lindo. É tanta ilha, mas tanta ilha, que as vezes tínhamos a sensação de estarmos navegando em um rio estreito e não no mar da China. É possível visitar o local com passeios de de um, dois ou três dias. Um dia é muito pouco, visto que o tempo de deslocamento desde Hanói é de 4-5 horas! Três dias, para nós, é muito tempo dentro de um barco. Por isso, optamos pelo passeio de 2 dias e 1 noite (2D1N) e achamos que foi um tempo adequado. Definir o cruzeiro foi uma das partes mais trabalhosas de todo nosso planejamento do nosso mochilão pelo Sudeste Asiático. Depois de lermos centenas de reviews e negociar com os 5 barcos que havíamos pré-selecionado durante semanas, fechamos com o Galaxy Premium Cruise, um barco 3 estrelas (os barcos recebem estrelas como os hotéis, não é recomendado pegar 1 ou 2 estrelas, conhecemos algumas pessoas ao longo da viagem que se deram mal escolhendo o mais barato). Aqui fica uma dica importante: no Vietnã não existe lei de proteção de marcas, então é comum achar mais de um barco com o mesmo nome e qualidade totalmente diferentes... é necessário ficar atento! Sobre o passeio: DIA 1: Uma van nos pegou no hotel as 7:30 da manhã e chegamos no porto por volta das 11:30. Entramos no navio, deixamos as coisas no quarto e seguimos para o almoço. O restaurante é composto por 3 grandes mesas e os passageiros são estimulados a sentarem juntos e interagirem. Lemos relatos de pessoas que detestaram ter que dividir a comida com estranhos, nós achamos bem legal, conhecemos muita gente bacana e trocamos muitas figurinhas sobre o roteiro. A comida estava muito saborosa, com opções de carnes, peixes, legumes e frutos do mar. Tudo em grande quantidade! Não parava nunca mais de chegar comida!!! Depois do almoço, tivemos um tempo livre e subimos para o deck e ficamos curtindo a paisagem. Por volta das 15:30, paramos para fazer kaiak pelas ilhas. Para quem não curte/tem medo, é possível pagar para os locais levarem para um passeio de barco a remo. Honestamente, quem tá na chuva é para se molhar! Colocamos um short e uma jaqueta (estava muito frio, de tremer o queixo) e fomos remando! O passeio dura quase uma hora e foi bem legal. Pudemos ver barcos de pesca, pescadores pegando mariscos e passamos por baixo de uma caverna linda! Ao voltarmos para o navio, havia um lanche da tarde, fizemos uma roda e cada um se apresentou brevemente. Após, subimos novamente para vermos mais da paisagem e esperar o por do sol. Ficamos curtindo a paisagem, deitados em espreguiçadeiras e conversando com o pessoal até a hora do jantar, por volta das 19:00. Jantamos como reis, muita comida novamente. Tudo muito gostoso e variado! Terminado o jantar, fomos pescar lulas! Confesso que não é fácil, ficamos lá durante umas duas horas e só duas pessoas (o que não nos inclui) pegaram alguma coisa. Mas foi divertido, rolou uma competição e muita risada. Cada um ficou lá pelo tempo que desejou e, depois, subimos para o restaurante, onde foi montado um karaoke. DIA 2: Acordamos as 7:00 e subimos para uma aula de Tai Chi Chuan. Depois descemos e tomamos café da manhã (com direito a pho, lógico). Por volta das 9:00, fomos visitar a caverna de Hang Sung Sot (Surprise Cave). Para chegar até lá, subimos uma escadaria bem ingrime, mas que compensa com uma vista incrível. A caverna em si é gigantesca, mas é toda iluminada por umas luzes coloridas bizarras que tiram um pouco da beleza natural do lugar. O passeio durou 1 hora. Voltamos para o barco, arrumamos as malas e liberamos os quartos. Subimos então para a aula de culinária, enquanto o almoço era preparado. Depois da aula, tivemos mais um tempo para curtir a paisagem antes de almoçarmos. Comemos, já ancorados no pier, e saímos do navio por volta das 12:00 e chegamos ao hotel por volta das 17:00. De modo geral, o passeio é muito interessante, com diversas atividades. Demos sorte de pegarmos uma turma super animada e um clima ok, então aproveitamos bastante. Além disso, a capital Hanói, muito mal cotada na maioria dos blogs de mochileiros, é bem interessante e bonita, além de contar com uma gastronomia dos deuses.. em suma, a dupla Hanói + Halong vale sim muito a pena, na minha opinião. Para mais detalhes: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/24/vietna-cruzeiro-em-halong-bay/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/13/vietna-hanoi-a-capital-do-barulho/
  7. Olá galera, Fizemos um mochilão-safari no estilo self drive (sem guia, dirigindo e acampando por conta própria) na Namíbia e Botswana em outubro e, como tivemos muitas dificuldades em encontrar informações para planejar o roteiro da Botswana, queremos compartilhar um pouco das informações da nossa viagem com quem precise de dicas. Segue abaixo o relato resumido, para mais dicas vejam os tópicos relacionados em https://umcasaleumamochila.wordpress.com Antes de mais nada, a Botswana (Bots, para facilitar) é provavelmente o país mais exótico que já visitamos e, com certeza o país mais desafiador em termos de planejamento e de viagem na prática. Mas vale muuuito a pena!!! A proximidade com os animais que os parques do país propiciam é surreal, mágico! Como planejamos nossa viagem com quase nenhuma informação? Descobrimos um fórum de pessoas que fazem self-drive na África que foi nossa salvação: http://www.4x4community.co.za/forum/forumdisplay.php/169-Botswana Falando sobre nossa experiência, entramos de carro pela fronteira Mamuno (próximo à Gobabis) e no mesmo dia seguimos para Ghanzi (onde trocamos dinheiro e almoçamos no Halahari Arms Hotel). Visitamos o craft center da cidade, mas a visita durou 5 min, já que o local é composto por uma única e minúscula lojinha. Dica: para atravessar a fronteira de carro é necessário uma permissão da sua locadora de carro por escrito, seu passaporte, o pagamento de uma taxa de 30USD/pessoa + 230 BWP/carro e um formulário que preencherá quando chegar na fronteira. Reserve cerca de 40min para atravessar e guarde os papeis que receber, pois eles serão necessários para deixar o país! Seguimos de lá para Maun e, no caminho, fizemos uma para rápida para ver o lago Ngami (descoberto em 1849, sumiu e reapareceu em 2000! Mas ou não achamos o lugar certo ou é só um laguinho regular mesmo…). Maun, é o ponto de entrada do Okavango e parada fundamental para abastecer o carro com comida e combustível. Tal como todas as cidades que visitamos na Bots, ela é minúscula e com poucas opções de comida e hospedagem. A partir deste ponto, não será possível encontrar mais nenhum mercado ou posto até Kazane, na outra ponta do delta! Planeje-se para não ter que racionar comida no meio do caminho (true history! Comemos uma fatia de pão com geleia cada um por 3 dias) ou ficar sem combustível no meio do nada. Resumidamente (detalhes abaixo), de Maun, passamos dois dias explorando a região mais abundante de água da Botswana: o Moremi. Seguimos no terceiro dia para o selvagem Khwai e, de lá, para o Chobe, passando o dia na famosa região árida do Savuti e dormindo no vilarejo de Muchenje. De lá passamos os próximos dois dias explorando o coração do parque nacional Chobe e seus lindos Baobabs. Nota: o nome e localização das regiões dá um nó na cabeça ao longo do planejamento, visto que algumas são sub-regiões dentro de outra. Cinco dias foi um tempo ideal? Definitivamente não, gostaríamos de passar mais tempo no Savuti e no Moremi, programe ao menos dois dias em cada! Também gostaríamos muito de termos passamos pelo famoso salar Nxai, o coração do Kalahari! E, se o orçamento permitisse, visitarmos a ilha dos leões nadadores (Duba plains) na qual só se chega alugando um avião. Abaixo vamos detalhar e descrever nossa passagem por cada uma das macro regiões citadas acima (para a distinção do que foi feito dia-a-dia, acesse este post). MOREMI, a região mais exuberante do Delta do Okavango Entrando pelo portão sul do Moremi, explore toda a região das Black Pools. Nesta região, cheia de poças de água (daí o nome), vimos uma família muito grande de elefantes atravessando o rio e brincando na lama, além de muitos hipopótamos, girafas e zebras. Também visite a região da Xinii lagoon, onde vimos algumas girafas, búfalos (pela primeira vez na viagem, não havíamos visto na Namíbia!), zebras, guinus e antílopes. A região também é conhecida como um território de leões, mas não demos sorte. Seguindo em direção ao norte do Moremi (idealmente dormindo no 3rd Bridge Campsite ou no Xakanaka Campsite – coisa que não conseguimos), passe pelas pontes do parque. São elas a 1st Bridge, 2nd Bridge e, a mais famosa, a 3rd Bridge. A região desta última é rica em vida animal e a passagem por esta ponte, que na verdade é inundada, é icônica e divertida (pode ser funda demais para um carro sem snorkel, pare na entrada do parque que há na ponte e pergunte como estão as condições). Deu uma emoçãozinha atravessar a ponte e ver a água chegando no capô, meio desesperador… Um pouco mais próximo da 3rd Bridge, há o Bodumatau Loop, que também é muito recomendado devido a uma vasta vida animal, mas enfrentamos algumas dificuldades de travessias e acabamos desistindo (deu medo de ter que pagar um carro novo) e o Lion Pan. Ainda no Moremi, também tivemos a oportunidade de andar nas pequenas canoas de madeira tradicionais, conhecidas como Mokoro, ao longo dos canais apertados do delta do Okavango. A beleza dos canais é fantástica, cheio de vitórias-regia e flores submersas, além de um silêncio penetrante e, em parte, de uma tensão constante pelo medo de batermos em um hipopótamo. De fato, tivemos um grande susto com um hipopótamo, que surgiu a poucos metros de nós bem no momento que nosso guia nos falava que não havia hipopótamos em canais tão apertado como aqueles. Resultado: 20 minutos aguardando o animal mais letal para humanos da África se afastar. Para nossa decepção foi nosso único hipopótamos das 2 horas de passeio… demos muito azar! Nosso guia ficou até meio chateado e fez um colar de Vitória Régia me animar rsrs. Seguindo para o norte do Moremi, passamos pelas Hippo Dombo Pools. O local tem uma plataforma de madeira que foi construída na beira de uma enorme represa para observação dos hipopótamos. Acredito que havia uns 30-40 amontoados no lago, além de outros espalhados. É um lugar interessante para relaxar e ver os hipos que não havíamos visto no nosso Mokoro. Mas cuidado: encontramos um leopardo bem ao lado dessa área "segura" para descer do carro!!! Highlight da região: sem dúvida foram os elefantes e o seu (não tão agradável) hábito de permanecer no meio das estreitas estradas de terra. O resultado disto foram duas perseguições na tentativa de passar ao lado deles na estrada! Foi lá que descobrimos que elefantes podem chegar a 40km/h e passamos um assustador momento de “F****, o elefante vai passar em cima do carro”. KHWAI, uma região que requer coragem O Khwai é uma região ao norte do Moremi, pertencente à uma pequena comunidade de mesmo nome. Tal comunidade foi autorizada a administrar um camping, o Magotho Khwai Development Trust Camp . O camping em si é muito rústico, não há absolutamente nenhuma estrutura, sem banheiro e sem recepção, você apenas chega lá, para seu carro no camping pré-agendado e dorme em meio aos animais sem nenhuma cerca ou proteção. Pela proximidade do rio, recebemos a visita de muitos hippos urrando a noite e springboks na região. A região é bem bonita, com muita vida ao longo do rio, mas tivemos muitas dificuldade de achar referencias sobre o que fazer na área e, por isso, após ~3 horas de safari, decidimos seguir para o Savuti, no Chobe. SAVUTI, o GOT da vida animal O Savuti é a região mais árida que visitamos na Botswana, se parecendo muito com a imagem de savana que povoa nossas mentes. Não é para menos: diversos programas sobre a vida animal foram gravados aqui. Atualmente, a NetGeo está gravando aqui o programa Savage Kingdom, que conta a história dos bandos de leões, leopardos, wild dogs e hienas, fazendo uma analogia com a série Game of Thrones (GOT). O território é lar de um dos mais icônicos pride de leões do mundo, o Savuti Lion Marsh Pride. Eles são uma família incrível, que desenvolveu a habilidade única de caçar elefantes! Nesta área, optamos por entrar pela rota seca (a Marsh route, muito mais legal, estava alagada e ninguém estava recomendando ir por lá). Passamos pela “Leopard Rock”, antigo lar de uma família de leopardos expulso de seu território de maneira brutal pelos leões. Seguimos para Marabou Pan e Rhinovlei waterhole. Lá vimos diversos Ghinus, gigantes elefantes, algumas girafas e famílias de zebras. Próximo ao Leopard Rock, na região da Motsibi Island, eis que encontramos o que estávamos tão avidamente procurando: uma grande leoa. Qual não foi nossa surpresa quando notamos que ela não era uma leoa comum, mas sim a RAINHA do Savuti, conhecida como Matsumi, estrela da série da NetGeo (https://www.youtube.com/watch?v=77u5-l5p7Y8)!!! O Savuti é uma região especial, muito selvagem e inóspita, que valeria a pena ficar mais tempo para explorar os caminhos da Marsch Road. Atenção especial aqui à estrada, que exige 100% do tempo o uso do 4×4, não dê bobeira ou ficará atolado nas areias fundas do Savuti (e isso estamos falando sobre a rota seca!). CHOBE, o aguardado encontro com os Baobabs e os leões O caminho do Savuti até o Chobe não é nada agradável, muita areia e muito buraco. O interessante é que ao nos aproximarmos das vilas de Kavimba e Muchenje, começaram a aparecer os majestosos Baobabs! Este era um must have da viagem à África, mas estávamos começando a ficar preocupados em não ver nenhum. Na Namíbia, cruzamos o país de norte à sul e de leste à oeste e nada! Mas no Chobe são centenas, lindos, majestosos! Ficamos no camping da vila Muchenje, que fica a 10 minutos de uma das entradas da reserva (Ngoma Gate) e recomendamos muito o camping. Além de ter um Baobab, há um píer sobre o rio que forneceu uma das mais belas vistas do por do sol na África (que sim, é espetacular). Sobre o Chobe, as estradas principais, com mais vida animal, circundam um grande rio. Especialmente próximo ao Ihaha Camp, Serondela e na entrada próxima à Kazane a vida faz seu show. Vimos muitos animais nessa área, incluindo a maior horda de búfalos na viagem (200?300?), vários filhotes de chacais brincando, hippos pastando, 3 crocodilos, um bando simplesmente gigantesco de elefantes (100? 200?) e … (tandam) um bando de 14 leões! Ufa, no último dia de safari, quando já estávamos considerando nem sequer entrar novamente no parque, resolvemos dar uma passadinha e fomos agraciados com o fantástico bando a menos de 3 metros do nosso carro! Ficamos das 8:00-9:30 só lá, parados, extasiados, assistindo o bando composto por 3 leoas adultas e enormes e seus 11 filhotes adolescentes. Um verdadeiro presente! Do Chobe, após finalizamos nossa viagem com chave de ouro (o bando de leões sem dúvida foi o ápice da Botswana), saimos de volta para a Namíbia a partir do Ngoma Border em rumo ao Caprivi (onde não paramos para fazer safari, apenas passamos). EM RESUMO, foram dias de muita aventura (perseguição dos elefantes), muita tensão (travessias de rios fundos), muita excitação (Matsumi em posição de caça e o bando de 14 leões), um pouco de medo (wild dogs e hipopótamos fazendo barulho a noite no Khwai), um pouco de fome (não aguentamos mais macarrão e pão com geleia) e muita satisfação de termos conhecido este país tão selvagem. Sem dúvida recomendamos esta visita para os mais aventureiros que queiram realmente uma imersão no mundo selvagem!
  8. camila_fr

    Botswana

    Fazer Botswana no estilo backpacker é bem complicado! Também pesquisei bastante sem conseguir encontrar nada... Por fim optei por alugar um carro com barraca acoplada (o que resolve o problema da locomoção e de onde ficar, além de dar muito mais autonomia para percorrer os parques) e foi uma boa escolha, creio que a melhor em termos de custo x benefícios. Para quem precisar, há algumas informações sobre a Bots nos posts abaixo: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/29/dicas-mochilao-namibia-e-botswana/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-i-moremi/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-ii-savuti-chobe-e-khwai/
  9. camila_fr

    Botswana

    Reavivando este tópico, também tive uma imensa dificuldade em planejar uma viagem para Botswana... são escassas as informações ainda hoje! Quem estiver precisando de algumas dicas, podem dar uma olhada nesses dois links abaixo e fazer perguntas por lá! https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-i-moremi/ https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2017/10/31/botswana-roteiro-e-dicas-parte-ii-savuti-chobe-e-khwai/
  10. Oi Sara, Essas companhias “low cost” tem uma política de oferecerem uma passagem a um valor mais baixo e cobram pelos adicionais, como, por exemplo, marcar assento ou despachar a bagagem. Caso sua mochila não seja muito grande respeitando o peso de aprox. 7kg (política de quase todas companhias low cost), você pode até arriscar e tentar embarcar com ela. Como mencionei, vi algumas pessoas que conseguiam embarcar com mochilas de 60L, principalmente, pelo fato de conseguir fazer check in nas máquinas eletrônicas, não necessitando passar pelo balcão onde ficam as balanças. O máximo que pode acontecer é te pedirem para despachar pagando uma certa tarifa na hora. Agora, se você não quer arriscar, compre com antecedência esta opção de despachar malas. Pelo que eu me lembre, há uma opção no “add-ons” durante a compra da passagem de despachar bagagem e lá mostra os valores para despachar 20, 30, 40kg. Provavelmente deve sair na casa de uns 10-20 U$, e certamente é mais barato do que a taxa cobrada na hora no aeroporto. Dê uma olhada nas taxas no site: http://www.airasia.com/in/en/our-fares/fees-and-charges.page Fiquem a vontade em caso de mais dúvidas.
  11. Se no seu bilhete esta explicitado que você pode despachar 15kg, você pode ir com uma de mão de 7kg + despachar uma de 15kg. Esse tipo de passagem é a que eles chamam de tarifa 2 (a tarifa 3 é para despachar 20kg, tarifa 4 é 25kg e assim vai até 40kg). Quando eu comprei, peguei a tarifa 1, que é bem barata (cheguei a pagar 10 usd por voo), mas só permitia mala de mão!!
  12. Se você comprou as passagens por low costs (AirAsia, NokAir, Bangkok Airways, etc), é só despachar, mas pagando uma taxa salgada!!! Leia com bastante atenção as condições de bagagem no seu bilhete eletrônico porque o preço extra por mala despachada varia de acordo com o trajeto/tamanho do avião/peso da mala e mil outras regras particulares de cada empresa. Agora, se você comprou por empresas regulares, ai tranquilo!
  13. Oi Leo, Fico feliz por você ter gostado! Na teoria, pela política das companhias aéreas low cost não é permitido... na prática, vimos muita gente voando com mochila de 60L e mais uma mochila na mão (mas nenhuma muuuito cheia) e ninguém foi parado. É um risco! Pagar a mais na hora por conta da bagagem sairá bem salgado e vai ser dor de cabeça na certa. Eu fui medrosa e não arrisquei, vai da sua coragem! Nos voos principais (ida e volta), sem problema. Poucas implicam com isso, já vi uma pessoa tendo que despachar pela KLM, mas também não é nada demais porque não pagaria por isso. Abraço
  14. Acho que ficou ótimo! Vai dar para aproveitar com calma! Olha, fiquei 2 dias em Siem Reap e foi um tempo adequado (logico que daria para ter ficado mais e feito as coisas com mais calma)! Eu curti demais, os templos são uma coisa de outro planeta, mas se você pretende voltar ao sudeste asiático, pode deixar para a próxima... Não fui para Pattaya, achei que os templos de Bangkok e Chiang Mai já eram suficientes! Ayutthaya é bem legal, vale a pena (especialmente se você não for para Siem Reap... ela é meio que uma Siem Reap em miniatura...) Em Chiang Mai, pesquisei demais sobre os passeios de elefante e optei pelo Patara (pelo numero menor de visitantes por dia) e meu arrependimento maior foi ter feito o passeio de meio período, foi muuuito legal, gostaria de ter ficado o dia todo! Se te ajudar, escrevi algumas coisas da minha viagem em um blog: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/ Abraço!
  15. Oi Leo, Olha, depende muito do seu ritmo de viagem e de como você pretende se deslocar entre as cidades, quais são seus interesses e etc! 16 dias é adequado especialmente se você conseguir voos low cost para se locomover ( e aí a ordem você monta de acordo com as promoções!). Não conheço Koh Tao e Raylai, mas em Bangkok tem que ficar pelo menos 3 dias (ideal 4-5), Chiang Mai depende muito do que você pretende ver, mas entre 2-4 dias completos já esta ok e Phi Phi pelo menos 4 (eu ficaria hospedada em pelo menos duas praias diferentes). E fica de olho na previsão do tempo, na costa oeste dizem que setembro não é tão ruim a ponto de ser preocupante, mas considere que seu roteiro tem bastante praia... eu fico chateada com chuva na praia, mas tem gente que curte... Você pode fazer uma rota alternativa incluindo Siem Reap. Abraço!
  16. Resumindo o Cambodia em uma frase: não há nada no mundo igual o Angkor Wat! Pesquisamos bastante sobre quanto tempo ficar e optamos por ficarmos 2 dias completos (na verdade, 1 dia + 1 tarde + 1 manhã). Para nós, foi um tempo adequado, mas poderíamos ter facilmente ficado mais um dia. Como já era hora do almoço quando chegamos, recebemos instruções do hotel para almoçar em um pequeno restaurante familiar chamado Lilly Pop. E que comida! O Pad Thai deixou vários pratos tailandeses no chinelo, e o melhor: por cerca de 3 U$ com bebida inclusa! Logo no inicio da tarde fomos aos templos e pagamos ao motorista do hotel U$5.00 para nos levar e buscar. Compramos o ingresso de três dias por U$40.00 por pessoa. NÃO PERCA o ingresso, ele será pedido todos os dias da visita e em todos os templos do complexo. Deixe em um lugar com fácil acesso. O templo escolhido para nossa estreia no complexo não poderia ser outro: Angkor Wat! Aah, que lugar é aquele!!! Ao chegar, atravessa-se uma ponte sobre um lago para chegar a uma espécie de portal, que já é bem interessante. Mas ao cruzar as ruínas do portal tem-se a espetacular visão do imenso templo. O tamanho surreal das ruínas junto com o chão árido de terra e o calor de 40ºC, formam exatamente a imagem que tínhamos quando ouvimos sobre o Cambodia. O lugar é muito rico em detalhes e cores, preparem as câmeras! Passamos cerca de 5 horas perambulando por este grande templo admirando a beleza única do local e não foi suficiente para explorarmos tudo. Cada escultura, cada entalhe e cada parte do templo tem sua história, por isso ou pesquise bem antes de ir ou contrate um guia local (negocie e não será caro). Perambule pelo templo, suba e desça as escadarias, vire onde der vontade… vague sem rumo e se espante em cada metro quadrado do templo. Angkor Wat é um local para ser explorado sem pressa, sem horário para sair! Ao anoitecer, lá estava nosso motorista nos aguardando para nos levar de volta ao hotel. À noite, fomos a pé do nosso hotel até o centro conhecer as centenas de feirinhas de rua (Night Market, pub street) da cidade e escolher um restaurante para jantar. As feirinhas tem pouca variedade (nada comparável à Khao San) e é necessário pechinchar muuuito para comprar alguma coisa por um preço padrão Sudeste Asiático. No segundo dia, decidimos fazer o chamado “Pequeno circuito” + visita ao templo Banteay srei. Também compramos este passeio com a Guesthouse a um preço bem justo. Desta forma, nosso motorista Li (super gente boa) nos levava de templo a templo com o Tuk Tuk e nos aguardava após explorarmos o local. DICA: não deixe de alugar Tuk Tuk que fique o dia inteiro com você, pois a distância entre os diversos templos são de alguns quilômetros e, como disse anteriormente, você chega a andar 20km somente explorando os templos! Não caia na besteira de tentar fazer de bike, a não ser que você seja um ciclista acostumado a treinar dentro de uma sauna. Saímos bem cedinho, cerca de 04.30, pois decidimos pegar o nascer do sol em Angkor Wat. É muito bonito, mas verifique se o sol na época da viagem nasce exatamente entre as torres principais do templo. Além disso, se está indo para tirar somente uma foto, provavelmente irá se irritar com a multidão querendo tirar exatamente a mesma foto. Pondere se vale a pena. Nós achamos interessante, mas não é nada imperdível. Após o nascer do sol, voltamos para o hotel e tomamos café da manhã (já que os templos só abrem as 8:00). Aproveite e passe toneladas de protetor solar, o sol do Cambodia é uma coisa de outro planeta! Seguimos para o templo Banteay srei, distante 30 km da maioria dos outros templos, uma viagem de cerca de 1 hora de Tuk Tuk! O local tem um mix de cores lindo nas suas construções, vale a visita. Mas, por ser pequeno, se informe sobre um horário com menor quantidade de pessoas, pois em muitos momentos, as ordas chinesas mal permitem que você veja alguma coisa. O templo é beeeem pequeno mesmo, mas muito entalhado (por isso é chamado de templo das mulheres, visto a quantidade de detalhes). Retornamos às proximidades do Angkor Wat, onde prosseguimos com nosso passeio pelo Pequeno Circuito. Passamos rapidamente pelos templos Pre Rup e Banteay Kdei até chegarmos ao famoso e magnifico Ta Prohm (muito conhecido pelas filmagens de Tomb Raider). Aqui a natureza faz seu espetáculo, é o mais belo templo do conjunto, com suas arvores se misturando com as ruínas! A possibilidade de explorar qualquer local do templo faz lembrar um pouco o espirito Indiana Jones. O visitante pode explorar e fuçar cada ruína, é extraordinário, uma sensação de mundo perdido! Nossa próxima parada foi o Ta Keo. Apesar da não recomendação de nosso motorista, decidimos subir os altos e estreitos degraus até o topo do templo. Gostamos bastante do desafio e é um templo muito interessante de se passar 30-40 min. Mas atenção: os algumas escadarias estão bem desgastadas e os degraus são bem altos, suba com muito cuidado porque um escorregão pode ser fatal! Seguimos em direção ao Bayon, quando passamos pelo lindo portal na entrada do Angkor Thom. Chegando ao Bayon, nos deparamos com outra obra-de-arte! De lá, seguimos, a pé mesmo, para explorar as outras áreas do Angkor Thom, como o Baphuon (para entrar neste templo, é obrigatório estar com vestimentas abaixo do joelho e cobrindo os ombros, não adianta usar o lenço para esta função, tal como o Grand Temple de Bangkoc), Terraço dos Elefantes e outros diversos templos menores e ruínas que são de tirar o fôlego. Não deixe de explorar toda essa região a pé, vale a pena!!! De lá, demos uma negociada para substituirmos os Angkhor Wat (que havíamos visto no dia anterior) pelo Preah Khan, que faz parte do Grande Circuito! Junto com Angkhor Wat e Ta Prom, faz parte do nosso top 3 templos prediletos. O lugar tem um charme especial por ficar localizado meio que em um pântano, é necessário atravessar uma ponte para entrar no templo, o que dá a noção de que realmente estamos em uma selva. Novamente, explore sem pressa e descubra cada continho do lugar. De lá, por volta das 16h00, decidimos ir até o Phnom Bakheng (que ainda está sendo escavado!) para tentar ver o belíssimo pôr do sol do local. Ele fica no topo de um morro e, por isso, você tem uma visão privilegiada da selva e inclusive do Angkhor Wat! Infelizmente, somente 300 pessoas sobem ao mesmo tempo e, quando chegamos, já havia uma fila gigantesca de pessoas. Caso aconteça isso, não perca seu tempo, a partir deste horário as pessoas que estão lá em cima não vão descer e perder o pôr do sol! No nosso terceiro e último dia, pagamos mais U$ 5,00 para, adivinhem, retornar ao Angkor Wat! Aproveitamos para explorarmos alguns locais do templo que não havia dado tempo de explorar, como a subida em uma das torres. Também, retornamos ao Phnom Bakheng de manhãzinha, já que não havia sido possível no dia anterior. Resumindo: se possível, visite o complexo de Angkor Wat uma vez na vida, o local é absurdamente fabuloso! As fotos tiradas lá são as mais maravilhosas da viagem. Com certeza entrou na nossa lista de locais que gostaríamos de voltar algum dia! Para ler o relato completo, com dicas, e ver mais fotos, visite: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/26/cambodia-siem-reap/
  17. Estive em fevereiro deste ano, no dia do Ano Novo na Tailândia e durante a quinzena de celebrações no Camboja e Vietnã. Não havia nada de diferente ou especial com relação ao acesso aos pontos turisticos ou sistema de transporte... apenas em alguns templos e lojas vimos decoração em comemoração ao ano novo, mas nada de especial! Vale a pena dar uma lida se voce pretende fazer um passeio específico no dia, mas creio que nada será afetado pela data.
  18. Seu roteiro ficou muito parecido com o meu! Acabei de voltar de lá (21 dias) e fiz exatamente as mesmas cidades. Olhando para trás, não sei se faria Halong Bay novamente... achei um passeio muito paradão e frio... Substituiria por um dia em Sapa e mais um dia em Phi Phi. To começando a colocar no meu blog posts sobre cada um desses locais, acho que pode te dar uma ajudada. https://umcasaleumamochila.wordpress.com/ Boa viagem, você vai amar!!!
  19. Gustavo, Fiz Áustria, Suíça.Itália e Hungria de carro e não me arrependo em nada. Foi muito prático e não perdemos um segundo tendo que fazer check-in em aeroportos ou tendo que restringir os horários dos passeios para pegar trem! O principal você já fez: escolher hotéis com estacionamento. Minha dica principal é com relação ao seguro: se você tiver um cartão tipo Platinum (visa ou master) e pagar a locação com ele, muito provavelmente você não precisará pagar seguro do carro (é um gratuidade do cartão). Outra coisa, locar carro é como comprar passagem de avião, quanto antes comprar mais barato vai pagar! Além disso, dê uma estudada nas placas de transito e jamais entre em um país sem comprar o selo de pedágio! Dá uma olhada no post que eu fiz sobre nossa experiência com aluguel, acho que pode te ajudar mais. https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2015/08/17/de-carro-pela-europa/ Agora, pessoalmente, concordo com os meninos acima: aproveita o carro e sai da rota!!! Eu, pessoalmente, reduziria o número de capitais e incluiria mais vilarejos no caminho. Boa viagem!!!
  20. O campo de Mauthausen fica bem próximo de Linz e a duas horas de Viena, na direção de Munique e Salzburg. Durante a dominação nazista da região, o campo transformou-se em um dos maiores complexos de trabalhos forçados da Europa. O campo foi construído por prisioneiros, deslocados do campo de Dachau para este fim, e fica localizado acima de uma grande pedreira, na qual os judeus e outros prisioneiros eram obrigados a trabalhar até a exaustão completa. Mauthausen foi o último campo de concentração a ser libertado pelas tropas aliadas ao final da guerra e um dos que mais causou a morte dos internos. Voltando a nossa visita, chegamos no campo por volta das 10:00 da manhã, sem maiores dificuldades. O ingresso tem o preço simbólico de 2 euros, mas por termos ido em dia de semana, não precisamos pagar nada (não sei se é sempre assim ou se a entrada foi gratuita devido a estarmos fora de temporada). Ganhamos um guia do complexo, com as informações de cada um dos prédios e optamos por comprar um audio-book (não disponível em português, mas que vale muito a pena se você arranha o inglês). Acabamos pegando um para cada (10,00 euros cada), mas apenas um para o casal já teria bastado. O campo em si é bastante sanitizado, muito limpo e restaurado. Eu tinha lido a respeito disso antes de partir, algumas pessoas acham que o ambiente foi limpo demais e acabou se descaracterizando, mas eu discordo. O local realmente parece que não é real, mas não pela limpeza e pinturas recém-aplicadas, mas pela sensação de vazio que paira no ar. Acho que o fato de termos ido no inverno e em um dia no qual haviam mais umas 10 pessoas apenas no local contribuiu para essa sensação, mas acho que não apenas. O local realmente tem uma atmosfera pesada, especialmente no subsolo, onde é possível ver os fornos usados para cremação dos corpos e, principalmente, na câmara de gás, mantida intacta. Ainda no subsolo, há duas salas com os nomes das pessoas que perderam suas vidas no campo e mensagens de suas famílias. Depois de dois locais tão carregados, a sala das homenagens dá uma suavizada no clima. Outra parte fundamental da visita é a pedreira, na qual os prisioneiros eram obrigados a trabalharem. As pessoas eram obrigadas a descerem até a pedreira, pegaram as pedras e as trazerem para cima, descalços, subindo a pior escadaria que já vi. Muitos perdiam o equilíbrio ao pisarem um uma pedra solta ou devido a exaustão completa e acabavam caindo, levando consigo as pessoas que vinham atrás (o que causava a morte de muitas delas). Por ser inverno e o clima estar úmido, a descida estava proibida quando visitamos, mas na foto abaixo dá para ter uma idéia de quão imensa e íngreme é a escadaria. No total, nossa visita durou aprox. duas horas e meia e, apesar da sensação amarga que permaneceu por algumas horas depois, recomendo muito conhecer o local e aproveitar para refletir um pouco sobre essa parte vergonhosa da história. Para mais detalhes e fotos, visite: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2015/08/16/austria-mauthausen/
  21. Saindo de Lucerna, seguimos de carro para um dia de andanças pelas pequenas cidades do interior da Suíça. Também é possível conhecer as região facilmente de trem (pelo Swiss Pass). Nossa primeira parada foi em Grindelwald, cidade que fica a 1,5 horas de Lucerna pela rodovia A8. A cidade é bem alta e é possível ter uma visão linda dos Alpes Suíços! No dia que fomos, o tempo estava um pouco nublado, com neblina, por isso não tivemos uma visão 360º clássica, mas mesmo assim foi bem legal. A cidade tem dezenas de lojas de queijos, chocolates e a estação de trem é um fofura. Para os mais animados (e que não vão no alto inverno), é possível fazer várias trilhas pelas redondezas. Além disso, o caminho até lá é um espetáculo! Como a cidade é alta, observar a paisagem mudando e o termômetro caindo numa manhã de inverno é demais! Ficamos em torno de 1 hora na cidade e seguimos por mais 20 minutos de carro em direção à cidade que viria a ser nossa queridinha na Suíça, a MAGNÍFICA e muito fotogênica Lauterbrunnen! A cidade é bem pequena, praticamente uma vila, com aprox. 3 mil habitantes e casinhas muito fofas e típicas. O lugar fica num vale, cercado por cadeias montanhosas imensas e nevadas, a verdadeira visão típica da Suíca. Lá a vida segue um ritmo lento, calmo e delicioso. A cidade é toda linda, explore as igrejinhas, as ruazinhas com casas lindas de madeira, o riachinho que corta o meio da vila e, é claro, as cachoeiras!!! A cidade tem mais de 70 quedas de água, sendo que a mais espetacular cai praticamente no centro da cidade, incrível! Ela se chama Staubbach Falls e já foi alvo dos encantos de escritores, como Goethe e Lord Byron. Ande pela cidade, faça as trilhas e vá descobrindo as outras quedas. Um dos nossos grandes arrependimentos nessa viagem foi ter reservado um tempo tão curto à cidade, se tiver a possibilidade, durma nela!! Para completar o pacote, ainda é possível visitar o Jungfrau (o ponto mais alto da Europa) a partir dela. Tem como ficar melhor?! Tem! Ela ainda é um ótimo ponto de base para quem quer esquiar na Suíça, já que fica perto de estações importantes, como Wegen e Murren. Relutando, saímos de lá por volta do meio dia em direção a nossa próxima parada: Interlaken. A cidade fica, como o nome sugere, entre os lagos Thun e Brienz e é maior que as duas anteriores.Os principais atrativos da cidade são os bondinhos, trens e mirantes que levam ao Jungfrau. No centro, também é interessante andar até a borda do rio (mas depois de ter vindo de Lauterbrunnen, confesso que não é nada muito empolgante). Além, disso, como a cidade é uma das bases para o topo da Europa, são muitas as excursões que ficam andando pela cidade com seus bastões (muitas vezes fazendo coisas não muito educadas). Entretanto, não pense que a passagem pela cidade não vale a pena! A parte imperdível do passeio são realmente os lagos que margeiam a cidade e os minúsculos vilarejos às suas margens. Se estiver de carro, dedique tempo para explorar as redondezas da cidade! Saímos da cidade por volta das 15:00 e seguimos em direção à Bologna, na Itália. Achamos que nosso dia estava terminado, mas ledo engano, uma surpresa inesperada nos aguardava! Seguimos o nosso GPS offline e fomos andando. Em dado momento, nos deparamos com uma placa redonda (circulo branco interno e circulo vermelho externo) que não havíamos visto no nosso estudo sobre placas europeias. Mas a estrada não estava fechada e nem nada assim, era só uma placa na estrada. Seguimos em frente, logicamente, seguindo o GPS. A estrada começou a subir de forma muito ingrime, foi ficando mais estreita e a paisagem foi mudando com muita rapidez. Começamos a ver árvores com geada e, a medida que subíamos, vimos árvores com galhos congelados e cada vez mais neve na borda da estrada (que seguia subindo muito!). Após um momento de muita neblina, saímos e vimos boquiabertos, que ESTÁVAMOS ACIMA DAS NUVENS!!!!!!!!! Foi uma visão maravilhosa, de tirar o fôlego e uma forma muito inusitada de dizer tchau para a Suíça! Para mais detalhes e fotos, leia o relato em: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/18/suica-interlaken-grindelwald-e-lauterbrunnen/
  22. Julia, Acho que você pode investir seu tempo em cidades pequenas, mais fora da rota. Dá uma olhada nesse post sobre 3 vilarejos lindos na Suíça que super recomendo. https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/18/suica-interlaken-grindelwald-e-lauterbrunnen/
  23. Liechtenstein é minúsculo principado, com mais ou menos 160 km quadrados, cujo sistema de poder é monarquia constitucionalista (ou seja, eles tem uma família real, mas a mesma não tem poderes na prática – parecido com o Reino Unido). Por ser um país tão pequeno encravado numa região tão histórica, achamos que o país seria uma verdadeira volta ao tempo medieval. Ledo engano: o país é moderníssimo – frustrantemente moderno eu diria. O Franco Suíço é a moeda oficial, mas o euro é aceito normalmente e com uma cotação muito honesta (mas ao pagar com euro, o troco geralmente é dado em Francos, então atenção para não comprar uma água com uma nota de 100,00 e acabar com 99,00 Francos na mão!). A capital, Vaduz. é bem pequena, com cerca de 5 mil habitantes (isso porque é a capital hem!) e muito moderna, com prédios novos, ruas largas, carros importados e um custo de vida alto…#ficadica. Estacionamos perto do centro e fomos andando pelas ruas principais do centro, nas quais ficam as atrações do país: a catedral, o Palácio do Governo, o Museu do selo e a Casa Vermelha. A idéia era entrar em cada um desses pontos, mas acabamos não indo em nenhum! Por quê? A catedral estava fechada e os demais era necessário pagar para entrar (e pagar caro). Queríamos, pelo menos, passar no centro de informação ao turista para carimbarmos nossos passaportes, mas não valia a pena (não me recordo do preço, acho que era perto dos 20 reais, não é um valor exageradamente caro, mas para ter um carimbo não valia a pena). A coisa mais memorável da cidade foi o kebab que comemos de almoço, em um restaurante bem pequeno que fica numa espécie de galeria perto do mercado. Há a opção de fazer uma trilha que leva ao topo de uma colina, na qual está o palácio real. Subimos de carro porque de lá iriamos para Treisenberg. O palácio até que tem seu charme, é um típico castelo europeu, mas em tamanho mediano. Ainda é utilizado como residência, então não é permitida a entrada, nem mesmo nos jardins. De lá, subimos uma espécie de serra com vegetação cerrada para chegar a Treisenberg, ainda em Liechtenstein. O curto caminho até lá foi a melhor parte da nossa visita ao país, porque pegamos muita neblina nessa serra, o que fez nós nos sentirmos dentro daquela típica floresta de conto de fadas que todos imaginamos na infância. Sobre Treisenberg não há muito o que comentar, é uma cidade muito pequena e sem nenhum grande atrativo turístico. As casas são um pouco mais tradicionais, no estilo suíço e há uma igreja interessante (embora também estivesse fechada). De lá seguimos para Malbun, uma cidade ainda mais alta, na qual os habitantes do país costumam passar o inverno esquiando. Não havia neve quando fomos, mas acho que deve ser um local bonito no meio do inverno. De lá fomos para a Suíça, por volta das 15:30. Só pelo fato de termos conhecido 3 cidades em 4 horas já dá para ter uma idéia do tamanho do país e da falta de atrativos. Honestamente não recomendo (nem mesmo uma passada para dar check no mapa). O relato com mais detalhes está disponível em: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2015/08/16/liechtenstein-e-suica-vaduz-treisenberg-malbun-davos/
  24. Depois de quase 48 horas de voo/aeroporto (vide post sobre Planejamento para Sudeste Asiático), optamos por começar nossa viagem pelo sudeste asiático da forma mais relaxante possível: pegando uma praia!!! E a praia escolhida (a ilha, na verdade) não poderia ser outra a não ser a famosa Phi Phi! CHEGANDO ATÉ A ILHA Para chegar até a ilha é necessário pegar um barco (ferry). Existem algumas agências que fazem o trajeto e você pode comprar com facilidade a passagem na hora, direto no pier, ou reservar com antecedências (phiphi-ferry.com ou http://www.phuketferry.com). Existem duas opções de barcos que fazem o trajeto Krabi-PhiPhi ou Puket-PhiPhi, um chamado Ferry, que é mais barato e leva 2-2,5 horas para chegar e a outra é chamada Speed Boat ou Speed Ferry, que é um pouco mais cara, mas leva 1 hora para chegar (e sai um pouco mais cedo também, o que gera um ganho de tempo maior no fim das contas). Como tínhamos apenas 3 dias na ilha e estávamos ansiosos para chegar logo, escolhemos o Speed Boat. Embora não houvesse chovido na semana da nossa visita ou na semana anterior, o mar estava anormalmente agitado aquela semana e o barco começou a balançar muito, mas MUITO MESMO! Para completar o pacote, o motor ficava na parte de baixo e o cheiro de óleo e diesel estavam absolutamente insuportáveis naquele ambiente fechado. Foi um perrengue daqueles! A água começou a entrar no barco, famílias com crianças começaram a ficar ainda mais nervosas, todo mundo verde de enjoo, as bagagens absolutamente molhadas e o clima foi ficando tenso. Um pai, cuja filha de 2 anos estava passando mal, pediu para o capitão desacelerar, mas o “capitão” começou a gritar com ele de uma forma absolutamente desnecessária e a confusão se instalou de vez… Foi um verdadeiro fuzuê! Por fim, chegamos (quase) sãos e salvos, depois de 1,5 horas. HOSPEDAGEM Definir onde ficar em Phi Phi foi bastante complicado. A ilha é um lugar de extremos: grande e magníficos resorts isolados e caros ou pequenos hotéis familiares/hostels baratos e ruins. Quase não existem meios-termos entre esses extremos e, para completar, os hotéis se esgotam rapidamente. Chegamos a ver hotéis totalmente esgotados com 2 meses de antecedência, então não deem bobeira! Com relação a localização dos hoteis, Phi Phi toda é incrível e cada praia tem sua particularidade e beleza. Simplesmente não tem como errar! A única praia não recomendada para banho é a praia do pier, Ton Sai Bay. Mas se optar por um hotel perto, não se preocupe, basta atravessar a ilha (o que se faz em 5 minutos a pé) e estará na praia mais agitada, a Loh Dalam. É nessa praia que ficam a maior parte dos bares, mas a noite o barulho é grande, então se você não está procurando balada, fuja dela. Minha recomendação pessoal: fique um dia no centro para aproveitar os barzinhos e os demais em uma praia afastada (exceto se você foi procurando agito, aí tem que ficar no centro mesmo). Ficamos em Long Beach e recomendamos fortemente, muitos peixinhos coloridos e muita paz! NOSSO CRONOGRAMA NO PARAÍSO DIA 1: Chegamos na ilha por volta das 9:30 da manhã e o barco do nosso hotel estava a nossa espera no pier. Cinco minutinhos depois e já estávamos fazendo o check-in.Subimos para o quarto, colocamos a biquini/sunga e fomos jacarezar na praia. Ao colocarmos os pés na água, surprise, surprise: água deliciosamente morninha e centenas de peixinhos coloridos! São centenas mesmo, sem exagero, e nada de precisar ir até o fundo, eles nadam a centímetros da faixa de areia. Isso porque bem em frente ao nosso hotel fica o Shark Point, um aglomerado de pedras onde é possível ver pequenos e inofensivos tubarões (na teoria né, na prática não li relatos de ninguém que tenha visto e também não vimos). Subimos para o quarto para descansarmos um pouco do sol e, uma hora depois, quando voltamos para a praia, outra surpresa! Cadê a praia que estava aqui?! O efeito da maré em Phi Phi é uma coisa que eu nunca havia visto na vida! O mar sobe e desce muito rápido e de forma muito intensa! Então, antes de qualquer passeio CONSULTE A TÁBUA DE MARÉS! DIA 2: Acordamos cedo e alugamos um kaiak no próprio hotel por uma hora. Passeamos por toda long beach. Aproveitamos o resto da manhã na praia do hotel e fizemos o check-out as 13:00. De lá, o barco do hotel nos deixou no pier e aproveitamos o tempo para passearmos pelo centrinho de Phi Phi. As 14:00 deixamos a mala no escritório e seguimos para o aguardado passeio de Sleep Aboard em Maya Bay! Rumo A Praia, literalmente a praia das praias!!!!!!!!!! Nela foi gravado o famoso filme A Praia com o Léo DiCaprio! O passeio do Sleep Aboard em Maya Bay é realizado por apenas uma agência e apenas um barco por noite, com 30 pessoas, tem permissão de permanecer na baía de Maya Bay para o pôr do sol e a pernoite. Por isso, é muito importante reservar com antecedência (pelo site http://www.mayabaytours.com/) !! O passeio funcionou da seguinte forma: -15:00- Saída do píer em direção a Phi Phi Lee -15:30 – Passamos pela Viking Cave e seguimos para o no lado oposto da ilha, para snorkel. No dia do nosso passeio não fizemos essa parada porque o mar estava muito agitado no local. Em vez disso, paramos na entrada de Maya Bay para fazermos snorkel lá. O snorkel foi muito bacana, a água é absurdamente transparente e os corais e a diversidade dos peixinhos é impressionante. Infelizmente não tenho nenhuma foto porque não levamos uma GoPro (ou equivalente). Dica: vale muito a pena levar uma nesse passeio. É um investimento que nós nos arrependemos bastante de não termos feito. -16:30 – Voltamos do snorkel para o barco e um bote nos leva até A Praia, finalmente!! Chegamos com a maré baixa, mas, na minha opinião, isso não tirou nenhum pouco do charme daquele paraíso. A Praia é realmente A praia! Maya Bay é incrível, é linda de chorar! E vê-la totalmente vazia, tê-la só para nós, sem disputar espaço com centenas de turistas ávidos pela foto perfeita foi impagável! Descemos do bote e após alguns segundos de contemplação seguimos para Lo Sama, uma espécie de tablado onde pode-se ver o lado oposto da ilha, uma vista linda. Ficamos lá alguns minutos e voltamos para Maya Bay, para esperar o sol se pôr. Uma vantagem da maré baixa nesse horário foi a possibilidade de irmos a pé até uma faixa de areia que fica a direita da praia principal e na qual tem-se o melhor ângulo do pôr do sol (com maré alta só se chega de barco). Foi demais… o sol se pondo no paraíso e apenas nós e outras 15 pessoas lá para vermos… -18:00- O jantar foi servido na praia, em esteiras na areia. Havia um curry de frango e arroz com legumes que estava surpreendentemente saboroso! Depois do jantar eles deixam um tempo para jogar cartas, conversar ou andar pela praia. Fizemos um pouco de cada. -20:00- É servido um churrasco de frango ao barbecue (muuuito bom!) e um bucket de bebida é dado para cada pessoa. Logo após começam os jogos em grupo. Se você não tiver na vibe, sem problemas, o pessoal deixa todo mundo bem livre para andar na praia. Eu recomendo interagir com a galera um pouco e depois ir deitar na praia, longe do barulho, no meio do nada e ficar olhando as estrelas… fizemos isso e foi demais. Deitar na areia, ouvir o mar, ver o céu estrelado e não ouvir nenhum barulho além da natureza… incrível! -22:00- Botes vieram para nos levar de volta ao barco principal para o aguardado mergulho com os plânctons fluorescentes!! Algumas pessoas do nosso grupo não quiseram mergulhar porque não queriam dormir molhadas e salgadas (é galera, não tem chuveiro, tá) e também porque a brisa do mar estava fria. Entretanto, o mar estava muito morno e gostoso, não se deixem enganar pela brisa!! Na minha opinião, quem está na chuva é para se molhar… nesse caso, quem está no meio do oceano é para se molhar ainda mais!!!!! Pegamos o snorkel e pulamos na água! Gente, FOI INDESCRITÍVEL! Não há câmera que consiga captar o brilho emitido pelos plânctons, por isso não temos foto. É uma experiência para ficar na apenas memória pelo resto da vida. A medida que você e as pessoas ao seu redor se movimentam, a água brilha em um tons de azul e verde. É como estar nadando no céu e poder tocar as estrelas… sério, o passeio todo vale muito a pena por causa desse momento!!! -22:30- Voltamos para o barco, tomamos “banho” de lenço umedecido, trocamos de roupa e fomos dormir. Essa parte não foi legal. Dormimos em colchonetes e sacos de dormir e podíamos escolher entre ficar na parte de cima do barco ou na parte inferior, coberta, na qual ocorre uma festinha até as 3:00 da manhã (não estávamos no clima, ainda estávamos muito cansados da longa viagem de avião). O dia estava muito quente, mas de madrugada a brisa do mar estava congelante. Estávamos de blusa de frio e com sacos de dormir até o pescoço, mas foi quase impossível pegar no sono devido ao frio e ao barulho da festinha. -8:00 dia seguinte- “Acordamos” e tomamos café da manhã (simples, mas honesto). Pegamos o snorkel e fizemos mais uma horinha de mergulho. -9:30- Pegamos os botes e fomos de volta a Maya Bay. Pegamos a praia com a maré cheia e o cenário se transformou de maravilhoso para indescritível. O sol batendo naquela água e refletindo as nuances verdes e azuis é demais. É uma pena que a parada é bem rápida, tempo suficiente apenas para as últimas fotos (inclusive para a famosa foto do grupo pulando, como na cena final do filme). Maya Bay deixou um gostinho de quero mais, uma sensação de quão pequenos somos perante a grandiosidade da natureza. É um lugar que quero voltar sem dúvidas!!! Li relatos de muitas pessoas que detestaram o lugar devido ao volume de turistas numa praia que é bem pequena. Minha dica para você não se decepcionar é chegar cedo, cedo mesmo, as 6:00 da manhã! Mesmo que a maré esteja ruim no dia, chegue esse horário e curta um pouco da praia só para você. -10:00- Voltamos para o barco rumo a Phi Phi Don. Fim de passeio. VALE A PENA FAZER O SLEEP ABOARD? Depois de fazermos o passeio, Rafa e eu ficamos conversando sobre se valia a pena ou não, se faríamos de novo ou não. Honestamente é difícil dizer. Ter a praia só para nós, sem disputarmos com mil turistas foi fantástico, ver o pôr do sol de lá foi um privilégio e nadar com os plânctons foi inesquecível. Entretanto, passar a noite em claro, tremendo de frio, com o corpo cheio de sal e molhados do mergulho noturno não foi legal. O barulho da festa dentro do navio incomodou bastante quem queria descansar (e éramos a maioria). A festinha deveria ser feita na praia e não no barco. O preço do passeio foi bem salgado (foi o mais caro de toda a viagem)… com o que gastamos nele, poderíamos ter ficado em um resort e termos alugado um barco privado para nos levar até Maya Bay ao amanhecer e termos a praia só para nós da mesma forma (mas perderíamos o snorkel com os plânctons, que é fenomenal). Rafael faria de novo? Não. Camila faria de novo? Sim. Honestamente, na dúvida, faça e tire suas conclusões. Dica: sua bagagem ficará no escritório deles, então leve uma mochila com tudo que possa precisar. Indico: lenço umedecido, álcool em gel, toalha de natação, uma troca de roupa, uma blusa de frio, tampão de ouvido, pente, escova de dente,protetor solar, repelente e câmera fotográfica/celular carregados. DIA 3: Chegamos do Sleep Aboard por volta das 11:00 e fomos deixar nossas coisas no hotel. Almoçamos numa padaria e seguimos pegar uma praia por volta das 14:00. Desta vez, fomos para Loh Dalam, a mais badalada das praias de Maya Bay. Por conta da maré, tratamos logo de alugar um kaiak lá e fomos remando até Monkey Beach (fica a uns 20 minutos de remada, dá para ir tranquilo). Essa praia fica escondida e é repleta de macacos – que são atraídos pela comida dos turistas. Fique atento porque os danados roubam as mochilas para verem se tem comida. Aqui vai um pedido: não seja irresponsável, não alimente os macacos! Isso deixa os animais ociosos e a nossa alimentação não é apropriada para eles!!! Pegamos só uma hora de kaiak, então foi o tempo de irmos, darmos um mergulho e voltarmos. Peguem de 2 a 3 horas de kaiak para curtir de verdade essa água incrível e cheia de peixinhos. Novamente: cheque a tábua de marés para não ter que voltar com o kaiak nas costas! Voltamos ao hotel por volta das 16:00 e fomos tirar uma sonequinha (já que não havíamos dormido) antes de subirmos para ver o pôr do sol no View Point. Não colocamos despertador… acordamos as 21:00. =/ Fomos tentar aproveitar a noite em Phi Phi. Passamos rapidamente nos bares de Loh Dalam e também fomos ao Reggae Bar (Muay Thai bar). Esse bar tem um ringue de Muay Thai no meio do salão e quem luta são os clientes! Qualquer um pode lutar (e ainda ganhar um bucket na faixa). É super engraçado sentar á e ficar vendo as lutas… algumas pessoas lutam super bem, mas outras… só risos! DIA 4: Nosso barco rumo à Krabi saía as 10:30 da manhã, então acordamos cedo e fomos conhecer o View Point. De dia ele perde parte da magia que tem ao pôr do sol, mas mesmo assim vale a passada. Aqui fica mais uma dica: são dois os caminhos que levam do centro ao View Point, um de escadas, curto e rápido e outro no qual você sobe uma ladeira de terra e é muuuito mais longo. Não sabíamos da existência desse caminho e adivinha qual pegamos?! Então peça informações antes de sair seguindo as placas. Do View Point é possível ter uma idéia do porque o Tsunami foi tão devastador… todo o centro da ilha, onde fica a maior parte dos hotéis, fica nessa faixinha de terra entre as duas praias. Basicamente não havia para onde correr. =( Outro passeio muito bacana e que não conseguimos fazer devido ao tempo curto foi o das ilhas de Mosquito e Bamboo. Conhecemos um casal de brasileiros que achou tão incrível quanto Maya Bay, então vale dar uma conferida. E aqui termina nosso tempo em Phi Phi! Em resumo: leu que o lugar é cheio de gente e muito turistico, que vale a pena ir para outras praias e está na dúvida? Esqueça! Phi Phi é demais! Se quiser fugir da badalação, escolha Long Beach ou uma praia bem na ponta norte da ilha e contrate um barco para fazer os passeios pelas diversas ilhas e praias ao redor. Este post é um resumo, veja o relato na íntegra e com mais fotos em: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/03/10/tailandia-phi-phi/
  25. Bruh, meu caso foi semelhante ao do Diego: estava sem nenhuma expectativa, mas me apaixonei pela cidade. Sim, Veneza é IMPERDÍVEL!!! Vale muito a pena sair da sua rota, você não irá se arrepender. Falo um pouco sobre ela e sobre a Toscana no meu blog, dá uma olhada que pode te ajudar. https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/01/12/a-linda-veneza/
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