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Chicotn

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  1. Conhecemos a Terra Ronca no site da UOL, numa chamada que dizia 10 lugares que os brasileiros ainda nāo conhecem direito. Achei legal demais e combinamos a viagem com a Chapada dos Veadeiros. Tem pouca informaçāo sobre o lugar, aprendemos algumas coisas com o Anderson aqui dos mochileiros que tem um relato muito legal e detalhado da Terra Ronca e Mambaí. Escolhemos julho porque esta época do ano nāo chove nunca na regiāo Centro Oeste e é certeza de visitar todos os lugares planejados sem correr risco. Em Terra Ronca somente a caverna Angélica pode ser feita quando chove. As outras ficam interditadas ou parcialmente abertas. Somos de Sāo Paulo, viajamos até Brasília de aviāo, alugamos um carro que demos o nome de Caverninha, um fiat novo 1.0. Este carro é perfeito para lá porque é mais alto e ajuda bastante para andar na terra. E andamos muito na terra. Saindo do aeroporto tem que pegar a Br 020 em direçāo à Posse. A estrada é super boa, somente um trecho pequeno ruim. Demoramos umas cinco horas até chegar em Posse. Muito caminhāo nos dois lados da estrada. Completamos o tanque do caverninha, compramos coisas para o lanche nas trilhas e daí para frente o melhor gps que você tem é perguntar para as pessoas como chega em Terra Ronca. Mais 35 kilometros até Goianinha e depois uma estrada de terra e por 45 kilômetros, cruzando por dentro do rio com o carro, porque a ponte quebrou (isto é tranquilo nesta época do ano porque o rio está bem baixo) até o povoado de Sāo Joāo, onde ficava a nossa pousada chamada Estaçāo Lunar. No povoado, basicamente, nāo tem nada. Somente as pousadas, alguns lugares para camping, escola, um comércio minúsculo e a casa dos moradores. Celular e Internet pegam somente num mirante que tem ali perto, onde no dia que fomos ver o pôr do sol tinha umas quatro pessoas que nem prestaram atençāo a este pequeno detalhe do pôr do sol. Ali no mirante o que pegava mesmo era o zapzap. A pousada, como todas ali sāo simples e é pensāo completa. Café da manhā, almoço na hora que a gente chegava do passeio e um caldo de noite. Comida excelente preparada pela Marilene. Silêncio gigante na hora de dormir. As atraçōes do local sāo o papagaio que canta parabéns para você e um burrico que foi abandonado pelo dono porque ficou velho e entra toda tarde na pousada para pastar e tem também o Seu Lucas que vai contar causos toda noite na hora do caldo. Nosso guia foi o caseiro da pousada o Misandro. Nota dez. Super paciente e tranquilo. Super recomendamos. Olha o guia aí na foto. Fora as cavernas. Fomos a cachoeira do Palmeira e na prainha de Sāo Matheus. Dicas importantes: 01 - Levar lanterna de cabeça ou māo para as cavernas. Como nāo somos especialistas compramos umas de 89 reais que deram bem conta do recado. Levem pilhas reservas porque se acabarem nāo tem onde comprar; 02 - Capacete obrigatório dentro das cavernas. Pelo tanto que levanta e abaixa, fatalmente, vai acabar dando suas cabeçadinhas, que podem machucar sem o capacete. A pousada que ficamos emprestava; 03 -Nem preciso dizer que o guia é obrigatório e necessário; 04 - Sempre levar lanche nas cavernas; 04 - Ter um preparinho físico básico ajuda bem; 05 - O resto é só alegria e tranquilidade. Segue um resumo das cavernas. Angélica - é a mais distante do povoado de Sāo Joāo, aproximadamente uns 25 km de distância. É também a mais curta para visitaçāo. Tranquila e sem grandes perrengues. Foi a única que encontramos outras pessoas visitando e que tinha cobrança para entrar. Cinco reais por pessoa. Nāo entra na água nunca. Poderia nem ser visitada, mas tem duas partes que sāo incríveis. O salāo dos espelhos, onde numa poça de água e com o reflexo das estalactites temos a impressāo de estar no alto de uma montanha e lá embaixo tem um cidade medieval. Incrível mesmo. E o outro super destaque é o Salāo das Cortinas. Talvez o salāo mais bonito de todo o Parque Estadual. Sāo Bernardo - foi a primeira caverna de verdade que fui na minha vida e a gente nunca esquece. Fica a uns 18 km do povoado. Grande parte dela é feita dentro da água, que raramente, passa da cintura. Demora umas três horas para completar. Mal você entra na caverna e tudo já fica escuro. Ali tem o Salāo dos Canudos e das Pérolas. Tem lugares lindos dentro dela. Nosso guia acendia a carbureteira e ficava uma cor linda para as fotos. A única chatice desta caverna é uma quantidade grande de mosquitos em alguns pontos, mas totalmente Superável. Sāo Matheus - é a mais caverna de todas. Fica a uns 15 km de Sāo Joāo. Precisa estar em uma forma física razoável para fazer toda ela. Tem uma coisa que nāo sei bem como dizer, mas vamos tentar da melhor maneira. Se você estiver assim um pouquinho acima do peso vai ter muita dificuldade para entrar na caverna, porque ela é literalmente um buraco pequeno na terra. Vale a pena perguntar para o guia antes de sair para o passeio. Todas as formaçōes sāo incríveis. Os canudos sāo lindos demais e as colunas impressionam. Para percorrer toda caverna demora em torno de duas horas e meia. Provavelmente, um apaixonado por cavernas vai dizer que esta é a mais linda de todas. Terra Ronca 1 e 2 - é a mais próxima do povoado. Uns 11 km. Grande parte destas duas cavernas é feita dentro da água. Fazer as duas demora em torno de 7 horas. Você entra pela Terra Ronca 1 que tem um abertura de caverna incrível. Uma boca de, aproximadamente, 90 metros. É linda demais. Gigantesca. É o cartāo postal do Parque. Ela tem um kilômetro de distância e uma boa parte você anda pela parte de cima das pedras. É muito legal. As formaçōes nāo impressionam tanto na Terra Ronca 1. Depois deste kilômetro você sai do outro lado da caverna. Uma saída imensa também e pega uma trilha de uma hora até encontrar a boca da Terra Ronca 2. Como ela é muito alta todas formaçöes sāo gigantescas. Indiana Jones, fundo do mar, parque de diversōes, ruínas gregas e vikings foram expressōes que utilizamos para definir o local. Depois de um tempo pelas águas nos deparamos com o Buraco das Araras, onde fizemos nosso lanche e talvez as melhores fotos da viagem. Partimos entāo para a parte final da visita a Terra Ronca 2 que foi visitar o final da caverna e o famoso Salāo dos Namorados. Regressamos entāo para o Buraco das Araras e depois de uma trilha de quase uma hora terminamos o passeio na parte de cima da entrada da Terra Ronca 1. Tudo incrível demais. A fome era gigante depois disso tudo. Depois disso fomos para a Chapada dos Veadeiros, onde passamos dez dias. Adoramos demais Terra Ronca e recomendamos a todos que quiserem passar dias incríveis e tranquilos neste lugar, que é super pouco divulgado para turismo. Chico e Carol
  2. Super parabéns pela sua viagem e disponibilidade em relatar. Vou usar várias dicas para Julho 2016 quando estiver lá. Obrigado.
  3. Gostei muito do seu relato. Vou para Manaus e regiåo em julho e suas dicas foram super valiosas para eu montar meu roteiro. Super obrigado.
  4. Que bom que gostou do relato Edu1379. Nunca tinha feito nenhum. Sempre a gente acha que pode ajudar mais. Se precisar de alguma dica ou informaçāo é só pedir. Tenho aquele mapa das cachoeiras que peguei no hotel. Se quiser posso te enviar. Grande braço e boa viagem.
  5. De tanto que uso o Mochileiros para obter informaçōes sobre as viagens que faço, é muito justo que eu retribua da mesma forma com um relato. Nāo por obrigaçāo, mas por agradecimento. Prudentópolis foi o local escolhido. Estive lá em janeiro de 2016 por quatro dias. Antes de falar dos locais, quero dar uma geral da viagem. Decidi fazê-la em janeiro porque esta época do ano é possível visitar as cachoeiras e tomar banho. Mesmo correndo o risco de pegar todos os dias com chuva, sem possibilidade de chegar a base das trilhas que escorregam muito com a mesma e ter problemas nas estradas de terra com meu carro 1.0 arrisquei fazer neste período. Dei uma sorte danada porque nāo choveu uma só gota nos quatro dias e isso ajudou muito. As trilhas para as bases estavam um tanto quanto perigosas, mas consegui chegar a base de todos Saltos. Fiquei hospedado no Hotel Elite. Duas coisas excelentes no hotel. Silêncio gigantesco para dormir e um grupo de funcionários muito acima da média em termos de gentileza e disponibilidade para ajudar. Comer em Prudentópolis é para gente grande. Todos os pratos vem com muitaaaaaa comida, mas muita mesmo. Dizem que é um costume ucraniano, cuja populaçāo representa 70% da cidade. O Pão de queijo e o sanduíche são desproporcionais de grande. Do mapa de cachoeiras e recantos que tinha em māos, só nāo fui ao Recanto Perehouski porque tinha falecido o proprietário do local e, embora, estivesse aberto tinha uma placa avisando que estavam de luto e nessa hora vale muito a gente respeitar. Aqui vai um quadro de dicas para todos os passeios: 01) Tênis, inclusive para entrar na água das cachoeiras. 02) Todas cachoeiras tem mirantes, mas a curtiçāo mesmo é chegar na base. Somente no Salto Sāo Joāo nāo é possível chegar lá. 03) Repelente meu amor. Se nāo usar é créu velocidade cinco. 04) Sem carro é difícil, porque os Saltos e Recantos ficam distantes. Tem gente que faz de bike. 05) Sempre leve água, frutas e um lanche para comer nas trilhas. Somente o Salto Sete tem estrutura boa de alimentaçāo. O Salto Sāo Sebastiāo serve almoço. Salto Barāo do Rio Branco nāo tem nada nunca e Salto Sāo Francisco tem um restaurante que funciona só nos finais de semana. 06) Salto Sāo Sebastiāo trilha mais difîcil de chegar na base. Cascuda mesmo. Salto Sāo Francisco a mais longa para ir e voltar. 07) Pessoas que recebem nos locais sāo, extremamente, simpáticas e prestativas. 08) Fiz tudo nos dias de semana. Nāo tinha quase ninguém nas Cachoeiras. Final de semana dizem que é mais cheio. 09) Faça tudo com calma e aprecie a natureza. 10)Para chegar na base do Sāo Sebastiāo/Mlot e Sāo Francisco precisa de um preparinho físico básico. 11)Nos recantos é mais fácil encontrar locais para banho, pois as cachoeiras sāo mais mansas. 12) O Mapa dos atrativos se encontram nos hotéis e centro de apoio ao turista. Com ele em mãos é facílimo chegar aos saltos, recantos e cachoeiras. Meu roteiro foi: Dia 1 - Cheguei em Prudentópolis de tarde e fiz Salto Barāo do Rio Branco e Manduri Dia 2 - Sāo Sebastiāo/Mlot e Salto Sete Dia 3 - Ninho do Corvo, Saltos Gêmeos (só dá para ver de muito longe pela estrada) e Salto Sāo Joāo Dia 4 - Salto Sâo Francisco Por fim, uma breve de cada lugar que fui. Salto Sāo Sebastiāo e Salto Mlot - Uma trilha e ganha de brinde duas cachoeiras.Duas cachoeiras de mais de 100 metros cada e uma de frente para a outra. Por 10,00 reais, na parte de cima, dá para visitar os dois mirantes e com uma caminhada tranquila chegar a uma gruta com possibilidades de um banho. Se quiser parar por aí, pode ir embora, ou dependendo do horário combinar o almoço com os donos do local, que sāo mega simpáticos e atenciosos.. Para ir até a base das cachoeiras tem que descer uma trilha cascuda. Demora quarenta minutos para chegar. Ela é de grau médio para difîcil e que pela época chuvosa escorrega muitoooo nas pedras. Tem vários trechos bem íngremes e que tem usar e pendurar nas cordas. Com um preparo físico mínimo vai que vai. A chegada é demais. Duas cachoeiras gigantes e lindas. Como as quedas estāo com bastante volume de água, você nāo precisa nem se aproximar muito para estar completamemte molhado. Que é uma bela recompensa pelo esforço. Escalando uma pedra aqui e outra ali consegui chegar bem embaixo da Mlot. A subida da trilha é bem mais fácil, por incrível que pareça, porque nāo escorrega. Demora 30 minutos para subir num bom passo. Dicas gigantes: fazer as trilhas e os banhos de tênis e com o repelente fica tudo bem. Sem repelente, os borrachudos dominam. Local tem banheiro e a estrada para chegar é de cascalho. Estrutura básica e que atende às necessidades. Salto Sete - Estrada para chegar é tranquila, metade cascalho e metade de asfalto. No local, funciona também uma pousada, com bom restaurante, banheiros, etc. Sem dúvida nenhuma, a melhor estrutura de todas as cachoeiras e recantos que fui em Prudentópolis. 10,00 para entrar. Na parte de cima tem o mirante do Salto Sete. Super bonita. Peguei a trilha para ir a base. Trilha de uns trinta minutos para chegar. Nível fácil com algumas descidas e subidas. Quem tá legal fisicamente chega na boa. Assim como as outras cachoeiras da regiāo a queda da cachoeira é pesada. O spray molha tudo quando você ainda está na trilha. Dá para chegar bem pertinho pelas pedras. Para tomar um banho tem que descer um pouquinho e achar um espaçinho no meio das pedras da cachoeira para achar uma "jacuzzi" possível de entrar. Subida em trinta minutos. Este Salto de 76 metros nāo tem avaliaçâo no Tripadvisor, mas é bem legal mesmo. Retorno da trilha em trinta minutos. Tênis e repelente essencias. Gerente do local muito gente boa demais. Salto Sāo Joāo - Uns doze kilôlometros distante do Salto Sete. Estrada parte de cascalho e parte de asfalto. Local tem restaurante e banheiros. 10,00 para fazer a trilha. Trilha super tranquila. 20 minutos para descer e vinte e cinco para subir. Tem muito passarinho na trilha. Só dá para ir até a cabeceira do Salto. Lugar muito bonito. Nāo dá para tomar banho em nenhum ponto e nem descer para a base do Salto. Para apreciar a beleza da natureza. Na saída do local, vale a pena ir ao Mirante, que fica uns trezentos metros para frente do sítio. Local incrível. Além das fotos rola ficar um bom tempo apreciando aquela beleza. Repelente é fundamental. Salto Sāo Francisco - Caraca - Fui de carro pela estrada de Guarapuava. Estradinha asfaltada de 40 km sinistra. De verdade de verdade é uma pista só para os dois sentidos. Depois tem mais seis kilômetros de terra batida. Quando passei tinha umas poças. Nāo sei como fica quando chove muito. Aí quando você acha que nâo vai chegar aparece o Parque Municipal. Sāo duas trilhas. Uma pelo alto passando pelo mirante do Sāo Francisco e por uma cachoeira menor chamada Salto dos Cavaleiros. Ela é bonita, mas com o volume de água muito forte tive que cavar um espaçinho num cantinho para tomar um banho. Antes de fazer a parte de cima, fui até a base da Sāo Francisco. Uma hora e quarenta descendo para ver a quinta maior cachoeiras do Brasil. 3,2 km até o rio de uma trilha bem tranquila em termos de perrengue e 800 m pelas pedras subindo contra o Rio para chegar a base da cachoeira. Tem bastante marcaçāo com pedaços de fita plástica que indicam que está na rota certa. O máximo que cheguei foi uns 40 metros do poço. O spray da queda do Salto nāo deixa avançar mais. Lindo demais e querendo ou nāo vai ficar todo ensopado. Natureza perfeita. Para quem gosta de trekking, natureza e cachoeira é perfeito. Subida de volta demorei duas horas. Tudo isso de graça. No local tem banheiro e estacionamento. Dicas "gigantes" - tem que ir de tênis, levar água, alguma coisinha para comer, repelente e se nāo tiver um preparinho físico mínimo é melhor nāo descer. Ninho do Corvo -Estrutura legar para se iniciar em rapel e outras atividades "radicais". Fácil de chegar. Saindo de Prudentópolis uns dez kilometros de asfalto e dez de estrada de chāo bem batida e com bastante cascalho. Tem que ligar antes de ir, porque eles só abrem se tiver gente agendada. Tem site do local. Estrutura legal de recepçāo com estacionamento e banheiros. Tem um combo de atividades para fazer. Se quiser só passar o dia custa 20,00. Fiz o Rapel que custou 90,00. Se fizer qualquer atividade nāo precisar pagar os 20,00 da entrada. Rapel de 70 metros super seguro. Ótimo para inciantes como eu. Depois tem a trilha que te leva de volta a sede. Pode ficar quanto tempo quiser para subir a trilha. Tem local para banho. Tem que dar uma cavadinha aqui e ali mas rola um bom e gostoso banho. Água gelada, mas bem refrescante. Tem que ir de tênis e levar repelente. Se quiser passar o dia por ali rola fácil. Me arrependi de nāo ter ficado mais neste lugar. Salto Barāo do Rio Branco - Estrutura quase zero. Custo zero. Relativamente fácil de chegar pela rodovia. Volume de água está gigantesco. O spray causado pela queda da água é incrível. Banho nem pensar. Tem a escadaria que é tranquila para quem tem um preparinho físico. Andar pelas pedras para chegar perto da queda está perigoso e escorregadio, mas fui com cuidado e cheguei próximo. A força do spray de água já garante o banho. Muitas borboletas. Na parte de cima de um mirante improvisado, na hora que estava indo embora abriu o sol e apareceu um arco íris incrível. Recanto Rickli - Salto Manduri - O lugar tá meio desmaiado. Vale a pena se você for fazer um churrasco com os amigos porque tem uma estrutura para isso. As piscinas estāo interditadas. O Salto Manduri, que é um bonita cachoeira, fica distante e cercada. Cobra-se dois reais para visitá-la. Fica na entrada da propriedade. Nem precisa de trilha para se ver o Salto. Para o meu gosto pessoal foi uma visita super rápida. Tem um restaurante que funciona no local, com banheiros e estacionamento. Para chegar é fácil partindo de Prudentópolis tem placas e é bem indicado. Metade do percurso de asfalto e metade terra batida com cascalho. Saltos Gêmeos - Num ponto da estrada de terra você avista bem de longe as cachoeiras. Dizem que é dificílimo chegar. Parei o carro, estendi a toalha e fiz um belo piquenique de frente para os Saltos. É isso. Curti muito a viagem e deu tudo certo. Francisco
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