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Lucas Vysk

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  1. 3k euros para um mês amigo? Que isso... É para ser um mochilão barato. Eu calcularia gasto médio de 17eur/dia
  2. Nos países balcãs eu também tive muito problema na imigração. Ainda que estava com um visto de residência europeu, me perguntavam tudo. Quando viam que era Brasil, já me perguntavam se eu estava lá para futebol. Amiga minha quase foi barrada na Sérvia porque o agente ainda achava que a gente precisava de visto para entrar. Ela precisou chamar o "chefe" lá para conseguir. Acho que no seu caso seria um poouco mais fácil por ser casal. Ainda assim, garante sua passagem de volta!
  3. Os sites que eu recomendaria para você comprar é o da Bahn ou Raileurope. No site da Bahn não é possível comprar ticket internacional online, só na hora. Passes de trem: http://www.raileurope.com.br/pass/franca-espanha-passe Eu, pessoalmente, acho que é muito caro. Se você tem tempo e disposição, da uma olhada em ônibus, blablacar, etc. Tudo depende do estilo que você quer viajar também..
  4. Dólar você troca em qualquer lugar, mais seguro que Real. Pessoalmente, acho que viajar sem cartão de crédito é loucura! Emergências sempre podem acontecer. Pagamento com cartão de débito ou crédito em lojas e restaurantes praticamente não existe na Bolívia e no Peru. É tudo no dinheiro na mão. Leva doleira e não tira por nada. Dorme com ela. Não sei te informar muito sobre segurança e seguro de sáude. Eu viajei um ano sem seguro e foi de boa, eu quebrei um osso pequeno do pé, está quebrado até hoje, mas fora isso de boa. Depende...
  5. Neuschwanstein, que na verdade é em Schwangau, é espetácular no início da primavera (abril) e início do inverno (outubro). Os alpes ficam cheios de neves no topo enquanto tudo em volta continua verde. E se prepare lá para MUITO asiático. O bom também é que início de inverno, os lagos estão cheios por causa do degelo. Final de inverno eles ficam muito secos! Pessoalmente, acho que a Marienbrücke e Tegelberg vale mais que o castelo. E o lago Alpsee é fantástico. Seguindo o rio Lech você também pode encontrar a Lechfall. Eu morei numa pequena cidade acima de Fussen chamada Kaufbeuren e pude frequentar bastante ao redor. Augsburg não tem nada demais, poderia sugerir você seguir por Stuttgart passando por Ulm, a paisagem é bem mais bonita e você não perde tanto tempo assim, mas quando precisar dormir, o melhor lugar é Rothenburg mesmo. Ou aproveitar mais Fussen e seguir de lá direto para Rothenburg - que na real acho que seria o melhor. Também, se você tivesse tempo ou fosse mais caminho, a área da Garmisch-Partenkirchen é ainda mais bonita. Agora, entre a rota romântica e Neuschwanstein, acho que Neuschwanstein vale mais. Lembre-se que a primavera alemã é linda, tudo verde e vibrante. Mas entre setembro e outubro já começa a morrer quase tudo. E é, tá um poucoo apertado!
  6. Acordamos com alguém batendo na janela. O trem estava completamente vazio e a gente se perguntava se era Belgrado. Saímos do trem e nada dizia que era Belgrado, a internet não funcionava, a gente estava preocupado do trem ter seguido viagem com a gente dentro e a gente estivesse numa cidade aleatória. Perguntei alguém e ela confirmou, estávamos em Belgrado. A cidade era uma bagunça, difícil de achar wifi na rua, eu tive que andar até a estação de ônibus para conseguir um wifi e pegar um hostel. Eles conseguiram um Couchsurfing. Chegando no hostel, a menina me ofereceu Rakia de cara, 8h da manhã e percebo que só tinha eu lá. Só e somente. Eu estava cansado, então foi até bom. De noite, os funcionários me convidaram para jantar e ficamos horas conversando. É perceptível os reflexos da Guerra da Iugoslávia, você ainda consegue ver até prédios totalmente destruídos. Belgrado também é famosa pela “nightlife”, mas eu não tive muito por dentro de bares ou boates, apesar de muita gente ter insistido para eu ir. As famosas festas no barco são festas normais, só que em um barco (parado aliás). No primeiro dia, eu dei a minha volta na cidade e assisti ao pôr do sol de uma ladeira. Tinha uma galera lá também. A lua, por sinal, também é maneiríssima lá todos os dias. Segundo dia, eu troquei de hostel. De tarde, andando, eu passei por um flash mob de estudantes dos bombeiros. Esses mesmos estudantes mais tarde eu viria a encontrar num parque, todos bebendo álcool. Lá, eu comecei a conversar com um grupo. Tudo aconteceu porque um menina estava cantando Lambada em português (?!). Aconteceu também de um cara cantar “ai se eu te pego” na Romênia num karaokê. A galera foi embora e ficou só eu a menina, a gente bebeu muito. Chegando 19h, a garota ia embora e me convidou para ir com ela. Nós estávamos no ônibus e ela explicava o que ia acontecer. “Lucas, eu sei, nós vamos para mim casa, você vai ficar lá, a gente vai transar. Mas eu não quero que você fique bolado, por que a gente tem que entrar de ‘fininho’, meus pais não podem te ver. E olha, eu divido o quarto com a minha irmã, ela vai estar lá o tempo todo, mas é tudo bem” Eu ria!! Mas no meio do caminho a irmã dela ligou de volta e falou que não ia dar por causa de alguns problemas. Enfim, desci do ônibus e voltei para o hostel. No novo hostel eu conheci 2 coreanos, um alemão e um britânico. A gente foi para um parque, o coreano tinha uma guitarra e o mlk britânico tocava MUITO. Não muito depois a gente se juntou com um pessoal local e ficamos conversando. A gente conversou por horas, eles explicaram o estilo de vida lá, que eles são muito mais “relaxados” e muita gente diz que é o Brasil sem praia da Europa. Eu comecei a ver lucro com os caras e falei com o alemão para gente puxar eles para a principal e fazer um dinheiro para comprar cerveja, enquanto eles tocavam. Foi bem engraçado, eu falava “vamos para principal conhecer gente, ganhar dinheiro para comprar cerveja”. Quase deu certo, mas faríamos isso em outro dia. No dia seguinte eu conheci duas alemãs e nós conversamos bastante. Chegamos a dar uma volta na cidade e à noite um britânico que também viaja sozinho se juntou com a gente. Eu me dei muito bem com uma das meninas, a Anna, e estava até para reencontrá-la na Alemanha, mas não consegui. (detalhe de quão bronzeado eu estava) Eu continuava conversando com Zack e Kim e a gente marcou de se encontrar. Eles estavam num couch muito longe, fora de Belgrado. Disseram que tinha um rio perto e me disseram como chegar lá. Na rodoviária não faz sentido nenhum, eu fui na bilheteria e comprei um ticket. Quando eu cheguei no ônibus, eles me diziam alguma coisa que eu não entendia. Procurei alguém que falava inglês e ninguém falava. Até então uma menina passageira apareceu e falou que meu ônibus era outro e eu tinha que esperar. O ônibus estava cheio depois e eu mostrei para o piloto onde eu queria saltar e ele, como outras pessoa do lado, me ajudaram. Eles falavam um inglês muito fraco, mas funcionou. Várias perguntas sobre eu ser brasileiro e porque estava andando por lá. Quando a menina veio checar os tickets, eu mostrei para ela. Mas ela disse que o ticket que eu tinha era só para entrar na rodoviária (?????????). Não tinha fiscal, não tinha porta, tinha nada. Eu paguei e entrei pela entrada de carro na rodoviária e só. Ai eu fui no motorista para pagar, expliquei à ele, ele deixou eu seguir viagem sem pagar. Chegando no meu ponto, eu desci e lá estavam Zack e Kim. Não tinha nada em volta, eu desci praticamente na estrada, não era ponto. De lá a gente foi andando até o rio. Tinha várias pessoas que morava em casa flutuantes e até restaurantes. Inclusive almoçamos lá e foi consideravelmente barato. Numa espécie de cais nós ficamos conversando e acabou que nós 3 caímos no sono. Tentamos roubar um barco também, mas não funcionou. Acordamos com uma dupla de velhinhos vindo, um com 79 anos e outro com 80. O de 79 estava bem inteiro e eles estavam indo nadar. Nenhum falava inglês e eu tentei falar com o mais novo em espanhol. Ele me contou que já esteve no Rio e que tem alguns amigos aqui, e até falou o nome de alguns bairros. Ele contou também que ele e o outro eram amigos há 70 anos e haviam se conhecido exatamente ali. Na volta, eu voltei sozinho para a cidade e nem paguei. Tive andar muito até a cidade mais próxima e espera o ônibus. Como fiz antes, eu ia ficar perto do motorista fugindo do fiscal. Deu certo, voltava à Belgrado. Depois viria à encontrar eles novamente e ir até o Fortress, etc. Os brasileiros de Budapest me ligaram e falaram que estavam indo para Oktoberfest em uma semana. Então eu tinha uns 7-9 dias para sair da Sérvia até Munique, acho que era o suficiente. Resolvi sair e fui tentar hitchhiking. Peguei um ônibus sem pagar e tive que trocar 2x para fugir do fiscal. Estava muito longe e no papelão eu podia ir para Croácia ou Sarajevo. Eu queria muito ir para Bósnia, mas acabou que não deu. Eu consegui umas 3 caronas e estava quase na fronteira da Croácia. Um cara me deixou na auto-estrada e me avisou de um pedágio. Eu andei até depois e fiquei esperando alguém parar. Pessoas passavam andando aleatoriamente (na auto-estrada?!) e sempre perguntavam se eu era refugiado! Ninguém parava, eu com um pouco de fome, começou a chuviscar. A polícia veio, tentou me expulsar, a gente discutiu. Eles só falavam sérvio e eu só inglês. Fiquei puto e comecei a falar português mesmo, virei as costas e fui andando para o outro lado. Eles seguraram meu braço e queriam me carregar até uma delegacia. Eu ri na cara deles, falei (em português) “amigão, sou brasileiro de cria, eu não entro nessa delegacia nem à caralho”. A gente discutiu de novo e eu tive que ir embora por um buraco na cerca, andei no meio do mato, saí numa estrada e mudei meu papelão para "Belgrado". Em 5 min estava em um carro indo de volta. Fiquei em outro hostel e conversei muito com o pessoal. No dia seguinte a gente fez um monte de chá para mendigo/refugiado e fomos ajudar! Foi muito legal e até pude ajudar algumas crianças com idioma, tipo inglês, alemão... A noite eu consegui uma carona do hostel até Zagreb, na Croácia. **Continua...
  7. Eu peguei um trem feio desse, mas para a minha surpresa, os bancos normais, que nem o da foto, davam para puxar. Fiz isso com todos os bancos e ficou que nem uma cama de casal! Eu tive sorte que estava na cabine sozinho também... Mas ficou top! A parada de Vienna eu nem olhei, só vi se tinha trajeto mesmo. Concordo que é furada parar em Vienna! Tem outro com parada em Brno, é "caminho", mas tu vai dormir pouco no bus. Nesse site da para ver várias opções: https://www.busradar.com/search/?From=budapest&To=Krak%C3%B3w&When=2017-04-01&WhenReturn=&Passengers=1&Radius=15000&WithChangeover=true É um site bom para você ver quem faz o trajeto, mas recomendo pagar no site próprio da empresa ou até na loja mesmo. Como o Adriano falou, pela Polski sai mais em conta e é uma empresa regular.
  8. Citar também, as paredes das casas geralmente são ruins em Portugal. Já passei mais frio dentro de casa que fora!! Entre abril e maio, já está começando a esquentar. Mas é um pouco frio.
  9. Não deveria pesar mais que 11kg. Como Adriano falou, roupa de inverno pesa, mas a principal você tem que levar no corpo, então é menos peso na mochila. Roupa de inverno leve é cara! Minha mochila sempre ficou com 18+ kg. Mas eu acampo. Ainda é muito pesado!!
  10. Slovakia, aliás, é um país lindo! Me arrependo de não ter ficado lá mais tempo....
  11. Já viajei 16h de trem em assento normal. É cruel, mas torcendo para ninguém sentar do seu lado, você só pega os dois bancos e boa noite. (trem de Porto para Lisboa) Não conheço a Orange Ways. As companhias mais populares são a Eurolines e Flixbus. A flixbus faz o trajeto: https://shop.flixbus.com/search?adults=&children=&bikes=&departureStation=&arrivalStation=&departureCity=1795&arrivalCity=1915&rideDate=01.04.2017&backRideDate=31.03.2017&currency=EUR
  12. Eu altamente não recomendo viajar de carro na Europa sem olhar pedágio antes. Na Alemanha não existe pedágio, em Portugal eles são cruéis, mas não sei dos outros países. Sobre o custo, como o amigo falou, depende do estilo de viagem. Acho que casal dividindo o preço consegue um hotel pelo preço de 2 em hostel. Eu achooo... Apesar de nunca ter ido nem na Bélgica, nem na Inglaterra, acharia mais legal fazer França > Inglaterra > Holanda. Os dias que o Adriano recomendou são bons. E da uma olhada nos aeroportos, que se não for longe, você consegue vôos pela Ryanair bem em conta.
  13. Ao voltar para Budapest, era hora de ir embora. Afinal, eu estava lá há quase 10 dias. Fui para a auto-estrada tentar pegar carona, peguei um metrô e um ônibus para mais na estrada. Meu papelão estava escrito “Belgrade”, e fiquei lá por horas. Um táxi parou e me cobrou 50eur para me levar até a fronteira, eu quase ri! Estava muito quente e uma hora eu olhei para trás e vi 3 pessoas há uns 300m de distância pedindo carona também. Eles estavam indo para Szeged, cidade húngara na fronteira com a Sérvia. Falei com eles e me juntei, eram um iraniano que morava na Eslovênia, e uma garota e um cara do País de Gales. Todos entre 18 e 20 anos. Éramos quatro tentando fazer hitchhiking (loucura). Ficamos mais horas lá. Dançamos, brincamos, subimos em algo alto para chamar a atenção, nenhum carro parava. Decidimos então pegar um ônibus e ir mais a dentro da cidade, para ficar numa autro-estrada melhor. Pegamos o ônibus até o pronto final e andamos uns 3-4km. Achamos um saco de frutas no meio do mato e o iraniano pegou, cheirou e guardou para comer mais tarde. O céu, nessa hora, estava espetacular. Como era um lugar distante, muita gente de casa que via a gente andando com mochila nas costas saíam por curiosidade ou até para nos ajudar, mesmo sem falar absolutamente nenhum inglês. E depois de quase uma hora andando, chegamos à um grande cruzamento na auto-estrada com um posto de um lado. Fomos na lojinha do posto, comemos algo simples e pegamos água. Como na Europa a água da bica é bebível, apenas perguntava se o funcionário podia encher a garrafa. Ninguém parava e estava começando a escurecer. Quando finalmente um carro parou, no meio da curva, e chamou a gente. Era um senhor já e ele disse algumas coisas em húngaro, mas deu a entender que a gente estava no lugar errado. Entramos no carro, quatro pessoas com mochilas grandes. O carro estava abarrotado, eu não sentia minha perna. (na real essa foi no outro dia, mas é para ter uma idea de como estava. E sim, eu estava ali) Ele deixou a gente num posto de gasolina de uma cidade próxima. E falando húngaro, inglês e alemão ao mesmo tempo, ele deu a entender que a lá era um bom lugar para conseguirmos uma carona, principalmente por causa dos caminhoneiros. Era noite já e nada conseguimos. Ficamos no posto e íamos dormir por lá mesmo. Como o posto tinha uma lojinha 24h, era até mais fácil, carregamos celular, etc. Eu, camper, carregava meu fogão e macarrão, a gente só comprou um molho de tomate e tivemos uma refeição perfeita. Eu tinha até Tabasco. Logo mais tarde a gente comprou cerveja e depois vinho, que era mais barato comparando preço x percentagem de álcool. A gente bebeu umas 6 garrafas de vinho. O iraniano puxou uma droga e eu só perguntei o que era, ele me disse "DMT". Eu nunca tinha nem ouvido falar. Tempos depois eu vim descobrir que é o princípio ativo da ayahuasca. Não usei, mas vi, e a "trip" é intensa, ainda misturado com álcool, mas dura pouco. Um pouco ao contrário da ayahuasca, onde durabilidade é mais longa. Ps: Respeitem os "objetivos" de certas drogas. Quando íamos dormir, o pessoal do posto ficou bolado e falou que a gente não podia, então, a gente simplesmente atravessou a rua. Tínhamos duas barracas e éramos quatro, mas acabamos montando apenas uma e colocamos todas as mochilas lá dentro. Trancamos a barraca e dormimos nós quatro do lado de fora, na frente. Acordamos com os mesmos caminhoneiros da noite voltando de manhã e buzinando para a gente. Estava bastante calor e ali estávamos novamente tentando pegar carona, cheguei a colocar a canga na minha cabeça para “proteger” do sol. Quatro pessoas é um tanto quanto difícil. Em certo momento, eu coloquei minha placa “anywhere” (qualquer lugar) e era muito engraçado a reação das pessoas. Depois de um tempo, colocamos o nome da cidade mais próxima, e conseguimos uma carona em 10min. Lá a gente conseguiria outra carona, onde o motorista deixaria a gente na beira da auto-estrada. O que foi bem ruim! Na auto-estrada nenhum carro iria parar, além deles estarem muito rápidos, é proibido. Tinha uma casa abandonada na beira e umas árvores em volta, seria até um bom lugar para ficarmos. Eu não faço ideia de que parte da Hungria estávamos, mas arrisco dizer que metade do caminho entre Budapest e Szeged. Alguns caminhões pararam na curva, mas éramos quatro pessoas, o que faz ser impossível. Passamos outra noite. Tínhamos que nos separar. Shepard, o iraniano, teve um problema e iria voltar para a Slovenia. Eu, Zack e Kim optamos por voltar com ele até Budapest. A gente conseguiu carona em 10min. De volta em Budapest², a gente foi para um protesto onde o pessoal estava acampando para evitar a demolição de um prédio histórico. A gente ficou um dia lá e foi muito bom poder conversar. Apesar da galera ser meio maluca, todos são bem gente boa e com boas histórias, inclusive quando foram presos por causa desses protestos, etc. No entanto, o pessoal me questionava sempre o que eu fazia ali, acho por causa daquela história de preconceito. E, porr, eu era brasileiro. No camping, tudo era divido. Toda a noite, alguém passava com um chapéu pedindo doação para quem estava presente, podia ser dinheiro, comida, qualquer coisa. Esse dinheiro ia ser usado para comprar o almoço/janta do dia seguinte. Era um panelão e a comida era dividida para todo mundo, inclusive até morador de rua. Também tinha um “palco” para quem quisesse ir cantar e uma tenda chamada “luggage” alguma coisa, onde você podia deixar sua mochila. Não tinha segurança nenhuma, mas era cheio de mochila de todo mundo. Eu precisava de um banho depois de dois dias e perguntei como fazia. Zack veio e comigo e a gente pegou uma mangueira no camping, que eles tinham exatamente para isso. A gente foi até o meio do parque e abriu uma espécie de bueiro, ali tinha o encaixe da mangueira e a torneira. Era uma m*, eu tomei um banho só tentando encaixar a parada. Tomei meu banho de cueca mas na hora de se secar e vestir, eu fiquei complementa nu ali no parque mesmo. Me sequei, me vesti, e voltei para o camping. De noite, nós três iríamos de trem até a Sérvia. *Continua....
  14. Ela vai dividir o volante contigo? Quantos km vc espera por dia?
  15. Seu vôo tem escala em algum país? No caso do visto de residência você pode dar entrada como turista e depois mudar, mas para isso o primeiro carimbo do seu passaporte dentro da área Schengen tem que ser da Alemanha. No seu caso, já com visto, não acho que tenha problema nenhum. Verifica com o consulado. Bons estudos!
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