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angelita.galli-pereira

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1 Neutra
  1. Pelo que vi tem algumas baladas.. não dei muita atençao pq não curto muito... mas varios locais oferecem ceias e balada eletronica.. Fora isso tem uma queima de fogos em Pocitos.. E durante o dia 31 eles comemoram nas proximidades do mercado del puerto, bebendo mto e jogando sidra e agua nas pessoas!! [emoji4]
  2. Nós conhecemos o shopping... não subimos até o mirante do Costanera.. Preferimos ver a cidade e as montanhas pelos cerros mesmo.. Uma pelos custos e também pq já tinhamos visto do alto. Claro, é uma vista diferenciada, no meio da cidade, com vidros.. é outro panorama...
  3. Vai um resumão da minha experiência no Chile. O Chile me encantou desde as pesquisas, até a execução da viagem. Não tenho o que reclamar. Não é perfeita, tem algumas coisas ruins, mas as coisas boas se sobressaem. O país é lindo, rico em sua história, suas paisagens, diversidade, hospitalidade. Com certeza recomendo desbravar. Vamos lá... Santiago tem de tudo para todos. Se é uma viagem cara? Depende de cada um, da forma que cada um leva uma viagem. Eu não achei absurdo. Mais de 6 meses planejando, peguei passagem fim de janeiro por 1600 reais – LATAM. Hospedagem fechamos em março, um apart pelo AIRBNB, 10 diárias, deu 2067 reais por 3 pessoas. Apart no centro, Calle Hermanos Amunategui, próximo a mercado, metro e principais pontos turísticos. Levamos apenas reais, trocamos o necessário para transporte no aeroporto de Santiago, com uma cotação baixa, 168 pesos. Nos demais dias fomos trocando na Agustinas, melhores cotações sempre na Afex. Transporte aeroporto até apart, pegamos Delfos, logo que sai do desembarque encontra o guichê. Preço fixo para o centro 6900 pesos. Santiago não é frio, obvio que tem pessoas mais sensíveis em virtude do local onde moram, mas no geral as temperaturas se mantem durante o dia em torno dos 15 graus, bem tolerável. Já em Embalse el Yeso ou Valle Nevado faz frio, ainda mais se tem vento. É de congelar as orelhas.. então usem sim cachecóis e toucas, além da luva. Alimentação, fica muito difícil falar ou sugerir, depende dos gostos... Eu topo comer qualquer coisa em qualquer lugar. Tivemos algumas refeições tipo PF, você escolhe salada ou sopa, principal, acompanhamento, bebida e sobremesa... encontra facilmente na média de 3500 pesos. Comemos vários lanches, nunca sendo mais de 3500 pesos. Restaurantes: super recomendo La Picola Italia, próximo ao cerro Santa Lucia. Preço justíssimo, atendimento ótimo, comida boa em quantidade certa. Média de preços dos pratos – 3000 a 6000 pesos. Vale a pena. Ocean Pacific’s, restaurante temático, simula um navio, super decorado, com garçons vestidos de marinheiros. Vale a experiência, temática bem diferente. Preços não são absurdos, visto que os pratos são grandes e se divide. Castillo del Mar, restaurante em Vina del Mar, famoso, indicado por muitos, geralmente empresas levam para almoçar lá. Odiei esse lugar... talvez não tivemos sorte. Estava super lotado, atendimento demorou demais, prato minúsculo, preço absurdo. City tour, fizemos por conta. Tínhamos vários dias para passear pela cidade. Gente, pensamos que é fácil, mas a cidade é imensa, ruas sem fim, nos perdemos várias vezes. Não resistam como resistimos, o seu melhor amigo vai ser o metro, podem confiar. Barato e leva para pertinho dos principais pontos. Usamos taxi apenas uma vez, não tivemos problemas, e fomos aconselhados a pegar a notinha eletrônica com o motorista, caso seja necessário contestar o valor, ali está a prova. Cerros, os dois são incríveis. Cerro Santa Lúcia fomos pela manhã após um dia de chuva, então a vista para a cidade e as cordilheiras estava limpa e linda. Cerro San Cristobal fomos fim da tarde, fila gigantesca, demorou, mas subimos a tempo de apreciar o por do sol. Indico esse por do sol, é maravilhoso. Fizemos a visita guiada ao Palácio de la Moneda, pouco falado, e de uma riqueza incrível. Vale a pena conhecer um pouco da história desse país maravilhoso. Abaixo do Palácio, no Centro Cultural, tem exposições, no momento do Antigo Egito... bom recordar a história e transportar para aquela época. Ainda sobre o Palacio, a clássica troca de Guardas. Dia sim, dia não, as 10hs nos fundos do Palácio. Alugamos um carro e fomos até o Parque Safari em Rancagua. Safari com leões, herbívoros e dinossauros. Parque é pequeno, mas foi um passeio pro dia todo. Foge um pouco da rota turística, mas pra quem gosta de animais vale a pena. Vale lembrar que esses animais foram resgatados, por isso são mantidos ali. Valparaiso e Viña del Mar fomos por conta. Pegamos o metro até estação Pajaritos, de lá pegamos um ônibus da Turbus que nos deixou no terminal de Valparaiso. Passagem ida e volta 9200 pesos. Lá pegamos o tour da Rodotour, 10000 pesos para visitar as duas cidades, vale a pena pois Valparaiso é grande e difícil, então ganha-se tempo. Ficamos em Viña del Mar até o fim da tarde, assistimos o pôr do sol mais lindo da vida, indescritível, imperdível. Vinícola escolhemos Undurraga, fomos de metro até a estação central, de lá pegamos um ônibus para Talaganda que nos deixou em frente a vinícola. Eu adorei. Quanto a época, dizem que não é bom ir no inverno, porem acredito que cada estação tenha a sua beleza e encanto, tudo depende da maneira que você olha para aquilo, tudo é lindo, em suas variadas formas. Embalse el Yeso, o lugar mais incrível de todos, sem dúvida não pode faltar no tour. Fomos com a empresa do Jose, Lahuentour. Impecável. Não alugamos roupa. Não é necessário, mas é bom um calçado impermeável. Caminhada boa pela neve, gelo, e barro, até chegar no grande lago. Tem que cuidar no percurso, escorrega demais... eu até cai. Vista maravilhosa. No fim, uma deliciosa tabua de frios com vinho. Guia José é demais, conhecedor de toda a região, esclarece todas as dúvidas e dá ótimas dicas de vinhos. Valle Nevado e Farellones, as tão sonhadas montanhas. Tour também pela empresa do José. Aqui aluguei a calça. Fui com meu tênis impermeável.. um pouco molha, mas me virei com ele.. Conhecemos o Valle, muito bonito, porem nada pra fazer se não for esquiar. Paramos entre Valle e Farellones para brincar em alguns morros. É bom... você aluga uma prancha por 5000 pesos e fica brincando de esquibunda, onde quiser. Em Farellones tem o parque, que dificilmente consegue ingresso para as atividades. Conseguimos realizar somente o teleférico por 9000 pesos. Melhor local para comprar lembrancinhas do Chile é na feirinha na frente do Cerro Santa Lucia. Preços justos e produtos para todos os gostos. Vinhos comprem em mercados, mais barato. Compramos no Lider, fizemos uma comparação com o mercado Santa Isabel, e estava mais em conta. LATAM, 23 kg em bagagem despachada... o peso das garrafas de vinho contam junto na bagagem despachada. Bagagem de mão são 5kg, pode levar vinho na bagagem de mão, apesar da LATAM informar que não, todo mundo passa, inclusive com sacolas das vinícolas com vinhos e taças. OBS, bagagem de mão não foi pesada... Um resumão do que o pessoal mais tem dúvida.. Se precisarem de mais informações, fiquem vontade para perguntar. Terei prazer em ajudar, ainda mais nesse grupo que tanto me ajudou.. nada mais justo que contribuir...
  4. Dia 10 Dia de comprinhas... Saímos passada das 10hs, fomos até o mercado Líder, indicação de melhores preços nos vinhos... sim, vinhos, porque ir ao Chile e não comprar vinhos é um crime. Já tínhamos uma base dos valores dos vinhos do mercado Santa Isabel, e no Líder estavam mais em conta, pouca diferença, 200 a 300 pesos.. Pegamos alguns vinhos, Santa Rita, Santa Carolina, Undurraga, Cousin Macul, Concha y Toro, Cachapoal, Emiliana, Carmen.. Alguns chocolates da Vizzio, alfajor da Calaf e um tal de salgadinho Tika, chips de beterraba e batata. huuummm... acho que já temos coisas demais pra levar... Deixamos as coisas no apart e fomos sentido Santa Lucia, Almoçamos novamente no La Picola Italia, vale repetir pela comida boa e com preço justo. Pedi um risoto de camarão com uma salada, pratos super fartos e muito gostosos, sem falar no suco de framboesa, delicioso. Voltamos a feirinha de Santa Lucia... Dinheiro pra gastar e pouco espaço na mala... kkk mesmo assim nos aventuramos em mais algumas coisinhas... que encheram as mochilas, só para constar... Caminhamos e caminhamos pelas ruas... existe barraquinha em todo canto, existe também muita barraquinha com roupas pra cachorro (vale lembrar que o povo do chile ama cachorros, eles cuidam muito dos cachorros de rua, que são todos grandes, gordos, fortes, usam roupas.. um amor que deve ser copiado) fui em várias barraquinhas, e nada de encontrar uma roupa pro meu Sam, queria uma que fizesse referência ao país... Estava desistindo, até que surgiu uma barraca com roupa do jeito que eu queria! Ufa... o Sam ficaria muito chateado se eu não levasse nada né!? Fomos para o apart dar jeito de arrumar as malas.. Quando vi tudo o que acumulamos nesses 10 dias, entrei em desespero... como não ultrapassar os 23kg?! Conseguimos arrumar tudo nas malas, com muita dificuldade... mas não sabíamos o peso.. o jeito era rezar.. kkkk Mais tarde Sander foi no nosso ape para tomarmos o último vinho no Chile.. Bebemos, aperitivamos, conversamos... hora de dormir, nosso transporte chega as 4:50hs. “Bom é não saber o quanto a vida dura, ou se estarei aqui na primavera futura. Posso brincar de eternidade agora, sem culpa nenhuma."
  5. Dia 9 Dia de curtir mais um pouco Santiago. Saímos perto das 10 da manha, necessitávamos de um pouquinho de descanso depois de muitos dias acordando antes das 6h. Visitamos o Centro Cultural do palácio La Moneda, tinha uma grande exposição do antigo Egito.. bem bacana... se transportar para aquela época e relembrar o que estudamos em história. Trocamos mais um pouco de dinheiro.. 182 por 1.. sempre a AFEX, melhores cotações... Caminhando encontramos um carrinho vendendo o famoso Mote com huesillos, gostei muito... grão de trigo com uma calda muito semelhante a calda de pêssego em conserva e um pêssego desidratado. É doce, mas bom... muito barato, 100 pesos. recomendo. Resolvemos ir a pé até o mercado central, como bons turistas precisávamos conhecer... fomos caminhando, atravessamos a Plaza de Armas e seguimos pela lateral do correio, poucos minutos estávamos lá. O que dizer... um mercado bem grande, com muitos estandes, vários restaurantes... Muitos falam que os garçons atacam os turistas.. não achei isso.. eles realmente oferecem, falam do cardápio, mas é só passar e falar não, obrigado, que está tudo certo... O lugar realmente tem cheiro de peixe, entende-se, porque é basicamente o que vendem... o local é bem antigo... tem uma estrutura bonitinha... os restaurantes na região central são mais ajeitados.. mas não nos encorajamos a comer.. Andamos mas um pouco e conhecemos o Vegas Central, um mercado público mais tradicional... nada turístico... frutas, verduras e tudo mais pra todo lado, muita gente.. terrível.. Decidimos sair o mais rápido possível dali.. kkkk Pegamos o metro e fomos até a estação Bellas Artes, almoçamos em um restaurante chamado La Vuelta, tipo PF, sendo que você escolhia a entrada, o principal e dois acompanhamentos + bebida e sobremesa.. menos de 4000 pesos.. Escolhi salada, frango grelhado, batata frita e arroz.. ótima combinação, lembrando o Brasil. Após o almoço visitamos o Museo Bellas Artes. Museu belo, imenso.. várias salas com diversas exposições.. incrível como tudo vira arte mesmo.. até pedaços de madeira velha. Novamente pegamos o metro para a última parada da linha vermelha, Los Dominicos para conhecer a feirinha artesanal.. muito bonitinha, produtos muito lindos, mas caros demais.. não deu para comprar nada... entendo e concordo que deve ser valorizado o trabalho artesanal.. mas os preços eram absurdos... Dali partimos para o famoso Sky Costanera, shopping gigantesco de Santiago.. Chegamos já indo para a praça de alimentação, tomamos um café cortado no Gatsby, uns 1500 pesos.. e então começamos a caminhada loja a loja... é muita coisa.. muita loja de 2 pisos.. tudo bem caro, os preços tão piores que no Brasil.. nosso dinheiro está bem desvalorizado no Chile. O que não é segredo pra ninguém. As 21hs as lojas fecharam, então fomos jantar na praça de alimentação.. eu peguei uma comida chinesa, me deixou bem satisfeita por menos de 4000 pesos. Hora de ir embora, antes de fechar o metro! "Bom é não saber o quanto a vida dura, ou se estarei aqui na primavera futura. Posso brincar de eternidade agora, sem culpa nenhuma." Zélia Duncan
  6. Olá.. Peguei essa citação da internet mesmo.. mas pelo que vi é do livro Mar sem fim!
  7. No passeio para Embalse seria só a caminhada.. vc nao se atola na neve... umideceu um pouco sim... mas isso se vc for ficar brincando mesmo na neve.. eu e meus irmãos no jogamos e ficamos tempo... O tenis impermeavel é suficiente pra esse passeio.. Mas assim, eu nao sou implicante com isso.. ficou um pouco umido e nao deu nada.. Ja no passeio pro valle optei por pegar a calça impermeavel.. imaginei muito mais contato com a neve.. e foi util sim..
  8. Continuando!! Dia 8 "Você quer brincar na neve??" Mais um dia de neve, dessa vez conhecer o famoso Valle Nevado. Também fizemos esse tour com a empresa do José, Lahuentour, 25000 pesos. A van nos pegou 7:10hs, passamos pegar mais algumas pessoas, totalizando um grupo de 11, com pouco interação diga-se de passagem. Seguimos caminho, parando somente na km 4, loja para aluguel de roupas e acessórios para neve. Aluguei somente a calça, fui de tênis mesmo. Cada peça alugada 8 mil pesos. Logo já estávamos ao pé da montanha, iniciando uma sequência de curvas, aquelas super curvas, piores do que a Serra do Rio do Rastro, sendo ao todo 64. Geralmente as pessoas reclamam que dá muito mal estar e náuseas, nós 4 não sentimos nada. Fomos tranquilos apreciando a paisagem e conversando. Chegamos ao Valle e combinamos 1:30min para conhecer, já que ninguém do grupo ia esquiar. Era uma vontade minha esquiar, porem era tudo desconhecido, preferi me familiarizar com tudo, para em um outro momento me aventurar. Subimos mais um pouco da montanha com um caminhão de transporte. Conhecemos um pouco do Valle, muito bonito, muitos hotéis, muitas áreas para caminhar, muitas pistas de esqui. Gente, incrível ver a facilidade das pessoas lidando com aquilo, subindo em um esqui levemente, como se fosse algo extremamente fácil.. kkk mais incrível ainda é ver crianças de uns 5 anos arrasando nisso, como se já nascessem sabendo, fiquei encantada. Dali, descemos um pouco a montanha até uma área com bastante neve, uma área que o pessoal acaba indo para brincar mesmo, sem custos. Ficamos mais 1h nessas áreas, vários morros. Alugamos uma prancha de esquibunda, 5mil pesos, e ficamos lá brincando de subir e descer os morros. Cansa demais, gela bastante também, mas é muito divertido... para todas as idades... Nesse momento, vamos nos permitir... é único, é mágico e não faz mal a ninguém. Adiante paramos no Parque de Farellones, área de diversão na neve com várias atividades, esquiar, tubbing, bicicleta, teleférico, tirolesa, entre outras. Conseguimos comprar ticket apenas para o teleférico, 9 mil pesos. Queríamos o tubbing, mas estava esgotado... Isso acontece muito, ainda mais nessa época do ano, férias escolares, então a população local acaba subindo a montanha. Fomos para o teleférico, eu tava com medo, suando frio já.. kkkk subi e fui, confesso que demorou pra eu me adaptar a altura... meio tenso, perninhas voando e aquele monte de neve abaixo... ai você vai percorrendo o caminho e observando o tanto de coisa caída, luvas, gorros, bastão de câmeras, entre outros... assusta não?? Lá em baixo caminhamos e paramos em uma área para construir nosso boneco de neve, fizemos um super boneco de 1,50m. virou sensação, várias pessoas pedindo pra bater foto!! Kkkk Retornamos pelo teleférico, agora sem medo.. Apreciei melhor a vista.. divina! Voltamos tranquilamente para Santiago. Todos podres... mas valeu muito a pena. A noite decidimos ir até o Pátio Bella Vista e rua Pio Nono... bebemos uma cerveja e caminhamos até a Plaza da Aviacion, onde tem um espelho d’agua com luzes e chafariz de águas dançantes, vale a pena conferir. “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” Amyr Klink
  9. Olá Jana.. Era classe econômica sim.. No voo de Floripa para SP serviram torradinhas, e SP para Santiago foi aquela refeição do post.. Retorno foi sanduíche, frutas, bolachas, café, suco.. Seu voo sai da onde? será que não tem a ver com isso?
  10. Dia 7 Mais um dia acordando bem cedinho... 7:10h nossa van chegou.. destino: Embalse el Yeso, uma represa que abastece toda Santiago. Águas congelantes, num azul turquesa de se apaixonar, rodeada de montanhas nevadas e paisagens lindas. Escolhemos a empresa Lahuentour do José Adolfo, 30.000 pesos... Era pra ser um tour compartilhado, mas virou privado pq as demais pessoas cancelaram o tour.. poderia ter coisa melhor?? Van confortável, com cobertores quentinhos, motorista simpático e o guia, José, o melhor.. super atencioso, explicando tudo sobre a região, e fazendo fotos. Pegamos a estrada pra São José del Maipo, região linda, muitas montanhas, muita neve. Fizemos uma primeira parada em um posto combustível, onde tomamos um café e fomos ao banheiro. Paramos no Túnel Tinoco, túnel esse que em 98 teve o suicídio de um garoto. Contam as lendas que ele é assombrado, as pessoas não tem coragem de entrar.. nós entramos até um pedaço, mas a escuridão era total, então voltamos. Andamos mais um pouco com a van e começou a surgir um caminho rodeado de neve... os olhos brilharam... Paramos para contemplar um pouco... A van foi até uma altura na estradinha, havia neve e estava proibida a passagem de carros, a partir dali seguimos a pé, é onde está a graça do passeio. Caminhamos pela estradinha estreita, com neve, gelo escorregadio, apreciando a paisagem. Caminhávamos e parávamos para bater umas fotos. Aquele represa é enorme. O contraste céu, sol, montanha, neve e águas é maravilhoso, mágico. Dali voltamos a estradinha, eu estava arrumando minha luva e escorreguei, cai de bunda e fiquei com os pezinhos na ponta do peral, elaiaaaaaa!! mas a queda foi leve, estava caminhando bem devagar, cai sentada, não conseguia levantar pq não parávamos de rir... Passou e seguimos, com leves dores.. kkkk Pegamos a van e fomos até o antigo refúgio militar, hoje abandonado. Quase em ruínas, as construções são belas. Por ali as "crianças" brincaram na neve, fizemos nosso boneco, e logo voltamos para a van. Nosso guia José preparou uns aperitivos e nos serviu vinho.. não preciso nem falar nada sobre o vinho né?! Ficamos na neve mais um pouco e logo retornamos para Santiago. Chegamos a tempo de trocar mais dinheirinho!!! Cotação mais baixa, 180 para 1. A Noite decidimos ir para o famoso Ocean Pacific’s, restaurante temático, lindo. Dentro simula um navio em sua decoração, com muitos itens marítimos espalhados pelo restaurante. Os Garçons vestem roupas de marinheiros. Pratos grandes, quando se divide não sai algo absurdo. Na hora de pagar deu um rolo, o garçom exigindo a propina, ainda colocou a mais no pagamento com cartão da amiga do Sander... fora isso é lindo e vale a experiência. Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos. (Fernando Teixeira de Andrade)
  11. Dia 6 Os planos seriam duas vinícolas de carro, mas novamente mudamos. Já tínhamos agendada visita na Undurraga e Santa Rita. Pegamos o metro e ônibus, o que foi fácil, prático e rápido também.. ônibus sai o tempo todo, é só pegar sentido Talaganda e parar em frente a Undurraga. 1100 pesos. baratinho. Tour na Undurraga, 9000 pesos Ainda chegamos com tempo de sobra.. andamos ao redor da vinícola, algumas fotos e iniciamos o tour. Percorremos o vinhedo conhecendo o plantio. Cenário incrível, Árvores enormes, grama verdinha e vinhedo seco... um frio delicioso... aaaaah esse friozinho que queria sentir... à quem se frustra e diga que não vale a pena ir no inverno... mas eu afirmo que vale sim, e mais uma vez digo, tudo depende da maneira que você olha para aquilo, tudo é lindo, em suas variadas formas. Nossa guia explicou sobre a barreira contra pra pragas, utilizam rosas, se caso tiver praga, atacarão a rosa e não a plantação de uva. Explicou sobre cada tipo de uva e a fermentação. Conhecemos uma bodega com aqueles barris lindos e um perfume do vinho. Visitamos o museu Andino com várias peças e adereços do povo Mapuche, existente naquela região. Por fim chegamos na área de degustação, provamos 4 qualidades de vinho, deliciosos. Adivinha quem ficou tonta?!?! mais algumas fotos, comprinhas e voltar para Santiago. Decidimos por não fazer Santa Rita, difícil chegar lá pelo transporte público. Onibus, metro, paramos na estação Santa Lucia, caminhamos umas quadras e almoçamos no La Picola Italia, aaahh, ai sim!!! nos direcionaram a mesa, um garçom somente na nossa área, pedido rápido, prato mais rápido ainda.. Pedi uma tripasta, massas deliciosas. Meu almoço 7000 pesos com propina, tive prazer em pagar dessa vez... Voltamos para o apart caminhando, passamos pelos calçadões, varias barraquinhas de venda, bastante gente caminhando, mesmo com o comercio fechado. Presenciamos muitas apresentações nas ruas, artistas das diversas formas, pintores, cantores, instrumentistas, danças típicas, todos ali mostrando sua arte e ganhando seu dinheiro, é bonito, e o Jordan deixou algumas moedas.. hehe Pra variar, nos perdemos, nao achávamos a nossa rua.. ohhh sofrimento.. wifi ou 3g cadê vcs minhas lindas, necessitamos do gps.. kkkkk é brabo.. Mercado e descansar... Amanhã posto os últimos 4 dias.. Neve, neve, compras e despedida do Chile!
  12. Dia 5 Dia de conhecer as cidades litorâneas Valparaiso e Viña del Mar. Mudamos os planos, pensávamos em alugar um carro para esse tour, mas resolvemos encarar o metro e ônibus. Programamos sair 7:30hs para o metro, chegando lá demos de cara com o portão da estação fechado, feriado no Chile, dia da Virgen del Carmen (16 de julho). Aguardamos até as 8hs e embarcamos para estação Pajaritos, sendo necessário uma troca de metro em Banquedano. Chegando em Pajaritos já encontramos os postos de venda das passagens de ônibus, escolhemos turbus, ida e volta por Valpo, 9200 pesos. Detalhe, se fosse voltar por Vina, ou deixasse pra pegar lá a passagem, era o dobro do preço. Passamos no Dunkin Donuts e pegamos um café + donuts, 2190 pesos. As 9:20hs embarcamos, percorremos uma linda estrada, paisagens marcantes, passamos por alguns vinhedos, todos secos, mas mantendo certo charme. Chegamos perto das 11h. No terminal ofereceram o tour pelas duas cidades, acabamos aceitando pq estávamos atrasados e não conseguiríamos ver as duas cidades. Empresa Rodotour - 10mil pesos. Percorremos algumas ruas com prédios históricos e paramos em um píer desativado onde pudemos apreciar o oceano pacifico com seu mar azul escuro. Observamos também os leões marinhos, preguiçosos, descansando. Tempo fechado, bastante vento. Subimos os cerros, ruas estreitas, muitas curvas, bastante sujas, muitos grafites e pichações, a maioria dessas fazem parte da arte da cidade. É uma cidade portuária e muito antiga, pouco conservada, mas não concordo com os comentários negativos de quem foi, ela tem sim sua beleza, mas tem que saber olhar, ou sentir o que tem por trás de tudo aquilo. Fomos até a casa La Sebastiana do poeta Pablo Neruda - ganhador do nobel, devido o pouco tempo e muita gente, não visitamos o museu, apenas conhecemos os jardins da casa, bonitos por sinal, sem falar na vista privilegiada da sacada. Passamos na feirinha e retornamos ao ônibus. Hora de passar na Plaza Sotomayor e observar a linda construção da Armada de Chile o Monumento a los Héroes de Iquique (mausoléu) homenagem aos soldados navais que lutaram nos combates de Iquique e Punta Gruesa em 1878. Fomos até o Cerro Baron, subimos com o famoso ascensor, “apenas una moneda” (100 pesos). Lá em cima contemplamos mais um pouco da linda paisagem portuária. Partimos para Vinã del Mar. Parada obrigatória, marca registrada da cidade, famoso relógio das flores, presente dado pela Suiça na copa de 62, que o Brasil foi campeão. Fizemos algumas fotos e seguimos. Passada das14hs, paramos no famoso restaurante Castillo del Mar, lugar lindo, mas lotado, atendimento ruim, muita demora. Tinhamos 1h15min para almoço, o grupo ficou mais de 2hs, atrasando todo o tour, todos frustrados com a demora, sem falar que foi caríssimo. Não paguei a propina, não sou obrigada! kkkk Avistamos o castelo Wulff mas não fomos até lá. Estávamos revoltados... Adiante, paramos na praia, pequena faixa de areia, grossa e muito suja, muito lixo jogado. Aqui começa a sessão comédia do quarteto, Priscila foi fazer pose pra foto no oceano pacifico e tropeça caindo naquela areia molhada, sujeira e risos pra todo lado. kkkk Não molhei os pés, era muito empenho, mas molhei as mãos. Não achei a água tão gelada como falam. Tive um momento fofo com um pássaro, subiu na minha mão e até me deu um beijinho.. Atração do um vendedor de bolinhas de sabão.. uma graça.. Seguimos para o museo Fonk, onde encontra-se um dos Mohai retirados da Ilha de Pascoa. Museu estava fechado, podendo apenas conhecer o Mohai. Fomos até o parque Quinta Vergara, onde acontece o Festival de Vina del Mar, uma área bonita, muitas arvores e jardins.. tem um gigantesco anfiteatro em estrutura moderna, bonito de se ver. Tour pela empresa encerrado, ficamos em Viña para ir ao cassino. Pegamos a rua Norte 2 e caminhamos, muito... pra continuar as micagens, Priscila perdeu a sola do tênis, hahaha, mas continuamos.. Aquela rua não acabava mais, conseguíamos ver no fim dela o sol se pondo, caminhávamos muito rápido pra chegar a tempo na costa, e o sol caia cada vez mais rápido, próximo ao cassino corremos, cansamos, mas valeu cada esforço.. uma das paisagens mais lindas que já vi.. Perfeição da natureza. Em seguida entramos no cassino, jogamos, Sander foi o único que saiu no lucro. Jeeeesus, quanta gente viciada naquele lugar, fazendo mandinga na tela das maquinas, coisa de louco.. perdemos a grana e caímos fora. Voltamos ao terminal de Valpo em um bus que voava pelas ruas, meeedo!! e de lá retornamos a Santiago.. Mais uma vez correndo pq o metro ia fechar... pela primeira vez fomos extremamente certeiros em entrar nas estações e pegar a direção certa do metro e conexões. Por fim, dormir.
  13. Dia 4 Dia de pegar a estrada até Rancagua, no Parque Safari. Agendamos no dia anterior o aluguel de um carro na empresa Alamo. 280 reais dividido para os 4.. Pegamos um taxi até a Alamo, assinamos os papeis e caímos na estrada. Seguimos pela Ruta 5, rodovia bem pavimentada, sinalizada, ótimo fluxo, maravilha andar por ali... no caminho pudemos presenciar um cortejo fúnebre, nos chamou atenção porque tinham balões nos carros, mensagens como adios papi, hasta la vista e coroas. O povo e suas culturas, tanta coisa que desconhecemos né?! 1h e 15min chegamos no parque, realizamos a compra dos ingressos e entramos (você precisa comprar a entrada do parque e cada atração, na época estava 3500pesos cada um deles.. me parece que aumentou, em torno de 5000 pesos cada). Na na entrada tinha uma cobra que você poderia bater foto segurando-a, não tivemos coragem, observamos e seguimos. Vimos os demais animais, nos chamando atenção os belos leões e os tigres brancos... beleza única. Embarcamos no safári de leões, um passeio curto, com poucos leões, porem interessante, o público fica dentro de uma gaiola enquanto os leões sobem, sendo possível ver bem de perto o grande rei da selva e até toca-lo. Almoçamos no restaurante do parque, comi o barros luco (prato famoso do Chile) com papas fritas, ou seja, um pão sovado com carne fininha e queijo + batatas, é gostoso mas pequeno. Seguimos para o safári de herbívoros, gostei muito desse, saímos em um trem aberto com bastante feno para alimentar os animais, ficamos cara a cara, podendo servir na boca e passar a mão. Conheci de pertinho a lhama, são fofas. Para finalizar fizemos o safári jurássico, aproveitar a oportunidade e conhecer o parque todo.. um carro leva para uma mata mais fechada e lá tem dinossauros mecânicos, algo bem para crianças, faz um barulhão, e dá graça ver as crianças se assustando. O parque não esta tão na rota turística, poucas pessoas falam. Eu gosto de animais, então gostei da experiência. Abastecemos e pegamos a estrada para voltar a Santiago. Maravilhosa volta, cenário único, campos gigantescos, montanhas ao fundo, topos nevados, por do sol de babar... Chegamos em Santiago, após nos perdermos no caminho... devolvemos o carro e seguimos pelo metro, onde nos perdemos novamente pegando o errado.. Logo estávamos em casa tomando um vinho.. fazendo jus aos vinhos chilenos. Dizem que tenho lá meus exageros, que não sou realista. Mas veja bem: o mundo é tão grande pra se ver minimalista. (Clarice Freire)
  14. Dia 3 Iniciamos o dia as 10 horas da manhã, assistindo a troca de guardas no Palacio de La Moneda, evento cívico tradicional de Santiago, acontece em dias intercalados, é gratuito e o local lota todas as vezes, então para ter uma vista central, mais privilegiada, deve-se ir um pouco mais cedo pra não ficar nas laterais, como aconteceu com a gente. Apresentação muito bonita, bem emocionante com duração de uns 40 minutos Retornamos ao apart pra agendar via internet o carro para os passeios dos dias seguintes, tivemos certa dificuldade em encontrar locadoras, então “perdemos” um bom tempo pesquisando. Diante disso, tivemos a brilhante ideia de tentar ver passagens de trem para ir até o Parque Safari no dia seguinte, então resolvemos caminhar por uns 40 min até a Estação Central. Caminhada longa, trajeto nada turístico, conhecemos uma parte mais acabadinha de Santiago. Chegamos e fomos informados que tem apenas um trem que sai para Rancagua as 20h. Abortamos a ideia. Apesar da frustração a ida até lá não foi totalmente perdida, conhecemos uma bonita estação de trem com um lindo carrossel. Aproveitamos e almoçamos no KFC - 2990 pesos. Resolvemos ir até o Cerro Santa Lucia com o metro devido o cansaço. Nos rendemos em fim a ele... até agora não entendo pq demoramos tanto pra usar... Prático, barato.. nos deixa exatamente onde precisamos... Eu não conhecia metro, achei o mundo subterrâneo um máximo, ao meu ver, organizado, limpo e rápido. Não compramos o cartão BIP tão recomendado, preferimos comprar o ticket - 660 pesos. O cerro é lindo, logo no inicio da subida já podemos avistar a cordilheira (ahhh, a cordilheira, finalmente... demorou pra essa hora chegar..), como choveu no dia anterior, a montanha estava bem visível, dava para apreciar perfeitamente, é incrível, e parece que está logo ali de tão imensa que é. Existem vários pontos de parada no cerro, e muita gente em todos eles. A partir daqui começou a complicar a nossa vida, não tínhamos internet nem como chegar no Cerro San Cristobal, perdidos total, andando em círculo, e o mais engraçado era ver que os próprios chilenos não sabiam onde estava o cerro... hehehe Desistimos de ir a pé e enfrentamos novamente o metro. 660 pesos. Após enfrentarmos uma fila gigantesca, subimos o Cerro com o famoso funicular, dá um medinho. Sobe e desce com muitas pessoas, bate um pouco, parece que vai desabar, mas é bacana, vale experiência. Neste cerro também vários pontos pra apreciar a vista. Pudemos contemplar um lindo pôr do sol. Possível refletir um pouco, e diante daquelas montanhas lindas e um sol divino, agradecer por estar ali, isso tudo é alimento pra alma. O ideal é se programar para subir ainda dia e pegar o pôr do sol, o mais lindo de Santiago... É incrível, inexplicável. A última descida com o funicular é as 19h, então cuidado para não perder a hora! Passamos no recomendado Schopdog na Pio Nono, pedimos um prato para 3, tal da Titánicas, serviu tranquilamente 4. A comida era boa, mas não gostamos muito do atendimento. Ahhh, bebemos o famoso pisco sour, o que não curti muito... porem ouvi dizer que ele não era o pisco certo... em fim.. Passamos no Patio Bella Vista para conhecer, pegamos mais uma vez o metro e apart descansar.
  15. Dia 2 Santiago com tempo feio, pancadas de chuva durante o dia, não tão frio, mantivemos o nosso roteiro e fomos as ruas. Realizamos a visita guiada no Palacio de la Moneda - sede da Presidência do Chile, conhecemos os pátios e alguns de seus principais salões, e ouvimos um pouco da história política do país... Ao meu ver, visita imperdível, pouco falada por quem já visitou a cidade, mas riquíssima. Bem simples, basta fazer um agendamento prévio via internet. http://visitasguiadas.presidencia.cl/ É preciso agendar com antecedência, são vagas limitadas, a visita é gratuita. Seguimos para Plaza de Armas, linda praça, rodeada de prédios antigos, por sinal, a cidade tem muitos prédio antigos, imensos, conservados e lindos. Na plaza conhecemos a Catedral Metropolitana de Santiago, a dizer: magnifica. Visitamos o Correo Central e o Museo Postal, acervo bastante interessante. Aproveitamos e visitamos o museu que fica ao lado, Museo Historico Nacional, contando a história desse país único. Passada das 14hs fomos almoçar ao lado do palacio de la moneda, restaurante simples com comida farta, 4700 pesos. Não recordo o nome, mas é um restaurante onde os locais almoçam. Em baixo de chuva, continuamos pelas ruas de Santiago.. Sander resolveu comprar um guarda chuva, adivinha só.. parou de chover.. kkk.. Pela Av. Libertador Bernardo O'higgins, a pé, chegamos até a Iglesia São Francisco, você não dá nada por ela, ao entrar ela se torna totalmente encantadora, apesar de sua pouca conservação. Igreja toda de pedra, linda. Super recomendo. Ao lado da igreja está o bairro Paris-Londres, poucas e pequenas ruas com um ar Europeu, região bastante charmosa, vale a visita. Ainda na região, fomos até a Biblioteca Nacional do Chile, prédio histórico, lindo.. entramos para conhecer, imenso, arquitetura impecável, tem até uma sala de estudos que mais parece cenário do Harry Potter. obs: essa visita também com poucas recomendações, mas penso ser imperdível, pois fiquei encantada. Iamos subir o Cerro Santa Lucia, porem fecharam os portões mais cedo, então deixamos pro dia seguinte, mas aproveitamos e conhecemos a feirinha Santa Lucia, tipo camelo do Brasil.. Pra finalizar, passamos no mercado, compramos algumas coisinhas e uns vinhos para tomarmos a noite, mas Sander foi pro ape dele e não voltou mais, decidimos que estávamos podres demais, e todos foram dormir! Fizemos tudo a pé, todas as atrações gratuitas... nosso gasto foi apenas com o almoço. "A verdadeira arte de viajar... A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa, Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo. Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali... Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!" - Mario Quintana
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