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Vagner Machado

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Sobre Vagner Machado

  • Data de Nascimento 19-09-1990

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  1. 23/04/2019 – Dia de ir embora Acordamos, terminamos de arrumar as coisas, comemos nossos snacks no quarto. Nem fomos tomar café da manhã, porque como logo iríamos para o aeroporto, íamos comer bastante na sala VIP. Fizemos o checkout e fomos para o carro. Eu não sabia como funcionava devolver carro alugado, e fiquei com medo de eles cobrarem por taxa de lavagem, então demos uma limpada no carro por dentro. O tanque estava bem cheio, então nem fomos abastecer de novo. Partimos para o lugar de devolução, e como eu não fazia ideia de como funcionava, achei meio confuso, mais uma vez. Chegando lá o rapaz só deu uma olhada por fora, muito rápida, e entregou um recibo para a gente e já foi atender outro pessoal. Não entendi o que tinha que fazer, então saímos do estacionamento e fomos no balcão onde havíamos reservado o carro para perguntar. Estava muito cheio, demorou bastante, mas enfim, não tínhamos que fazer nada, estava tudo certo, era só ir embora. Então fomos, pegamos o ônibus de volta para o aeroporto, no mesmo lugar que chegamos no inicio da viagem. Chegando no aeroporto, fizemos check-in, despachamos o mochilão e fomos para a sala VIP, que foi a melhor da viagem! A comida era muito boa! Hahaha Nosso voo fazia conexão no México, onde iríamos dormir, para chegarmos no Brasil no outro dia. Nosso fim de viagem foi comer muito e fuçar muito na internet dentro das salas VIPS. Quando chegamos em Guarulhos, a Avianca nos direcionou para um voo da Gol, então deu tudo certo. bem nossa viagem foi assim, espero poder contar as próximas aqui novamente. Um grande abraço a todos.
  2. 22/04/2019 – Passeios por Las Vegas Acordamos às 08h30, fomos tomar café, e descobrimos na hora que não era incluso, não me atentei a isso quando fiz a reserva, mas ok. Pegamos panquecas e um café cada por $ 34,64. Decidimos que era uma boa ideia ir conhecer a loja de penhores do programa "Trato Feito" a pé (713 S Las Vegas Blvd.), achei que seria difícil achar onde estacionar. A caminhada até lá levou 25 minutos, e foi até legal, passamos por umas capelas decoradas, bem de filme. Chegando lá, a loja tinha estacionamento, mas estava tão lotado que não sei se íamos conseguir. Gastamos um bom tempo dentro da loja, tem bastante coisa diferente para ver, mas só para ver, porque os preços são absurdos. A volta foi mais difícil, porque o sol estava muito forte. Voltamos para o quarto, nos refrescamos um pouco e partimos fazer compras. Primeiro passamos na Dd’s Discounts, onde eu tinha lido relatos de ter malas mais em conta. E realmente tinha, compramos duas e pagamos menos de $ 25 cada. Depois dali passamos por uma loja de lembranças, o nome era Bonanza, tem bastante coisa para dar de lembrança, a loja é bem grande, mas é tudo da China, então não espere muita qualidade. Compramos imãs de geladeira e chaveiros ali, tinha bastante modelo legal. Saindo de lá, fomos comer no Burguer King, pois já passava das 16h, pegamos dois combos por $ 18,38. Depois passamos na Ross Dress for Less para mais umas comprinhas e de lá iniciamos nosso passeio. Fomos de carro até o hotel Venetian e estacionamos no estacionamento do hotel, é gratuito, e de lá passeamos por tudo a pé. Primeiro pelo próprio Venetian, que é muito lindo, achei o hotel mais legal, porque é todo decorado para simular que estamos em Veneza. É tão bem feito que quando você está andando dentro parece que é dia. Dentro do hotel achamos uma loja de presentes com coisas de mais qualidade e pelo mesmo preço mais ou menos da Bonanza, o nome da loja é Welcome to Las Vegas, acabamos comprando mais umas coisinhas kkk Saímos e começamos a caminhar por fora para irmos vendo todos, já que o sol já estava baixando. Entramos no Paris, que também é temático dentro, mas não tanto quanto o Venetian. Também entramos no New York e no Cezar's, os dois são bem bonitos por dentro, mas a temática é mais por fora. Passamos também pelas lojinhas da Coca-Cola e do MM’s. Paramos para ver o show de aguas do Bellagio, que é lindo! E depois a apresentação de fogo do Mirage, que também é legal. Enfim, terminamos o dia passeando pela Strip. Quando voltamos para o hotel já era tarde, mas ainda tínhamos que organizar tudo nas malas kkk E conseguimos! Bem organizadinho deu certo. Foi bom porque assim não pagamos taxa de bagagem, já que tínhamos ido só com o mochilão, que já estava incluso para despachar, e mochila que conta como item pessoal. Enfim, cansados de tanto andar fomos dormir, porque o outro dia ia ser longo.
  3. 21/04/2019 – Estrada entre San Diego e Las Vegas Acordamos, tomamos café da manhã, fizemos checkout e partimos às 10h30 para o último destino do nosso roteiro: Las Vegas. Como o destino era um tanto longo, inclui diversas paradas aleatórias no caminho para distrair e esticar as pernas. A primeira foi em San Bernardino, onde conhecemos o Historic site of the Original McDonald's Museum (endereço: 1398 N E St. Aberto das 10h às 17h, entrada grátis). Não sou fã de McDonald's, mas eu e o Vagner tínhamos assistido o filme “Fome de Poder” tem no Netflix que conta a história, e ficamos curiosos para conhecer o lugar, que é bem interessante. Inclusive por fora, tem alguns carros e pinturas bem legais para fotos. E dentro tem tudo o que se possa imaginar que envolve o McDonald's, de tudo quanto é país, e, também, alguns itens antigos da Coca-Cola. Conversamos um pouco com o funcionário, ele disse que o número de visitantes aumentou bastante depois do filme, e que o filme é 90% realidade. Achamos bem legal, e como é uma cidade da rota até Las Vegas, não custou dar uma paradinha. Como já passava de 12h30, aproveitamos e fomos almoçar no Burguer King próximo, pedimos um combo Whopper + 1 sanduíche Whopper por $ 11,97. Nossa próxima parada foi em Victorville, para conhecer o Museu da Rota 66. Por fora tem diversas pinturas legais também para foto, não sei como é por dentro, pois estava fechado, já que era feriado de Páscoa. Depois passamos por Barstow, onde tem um McDonald's, outras lanchonetes e algumas lojinhas que funcionam num vagão de trem (1611 E Main St Barstow), aproveitamos para pegar um sorvetinho. A última cidade que paramos, antes de chegar a Vegas, foi Baker. Lá vimos o maior termômetro do mundo, tem 41 metros (72157 Baker Blvd, Baker) e a loja Alien Jerky (72242 Baker Blvd, Baker) que é uma loja de presentes cujo tema são ETs, bem criativa também. A loja parece uma nave espacial por fora, e eles estavam construindo um hotel nos fundos. Dali seguimos para Vegas, chegamos lá passado das 18h. Primeiro fomos no Walmart, nossa água tinha acabado, acabamos comprando mais batatas e sorvete e gastamos $10,22. Depois fomos abastecer, gastamos $42 (Posto Arco, $ 3,19 o galão). E por fim, para o nosso hotel, que era o Stratosphere, (2000 South Las Vegas Boulevard), pagamos $ 138,94 num quarto com cama de casal. Eu tinha lido relatos de que no 8º andar do hotel tinha a piscina que proporcionava lindas vistas de Las Vegas, porém nem chegamos a ir ver, porque tivemos muita sorte MESMO nessa noite! Nossa reserva era para um quarto com cama de casal, num dos primeiros andares, quando o check-in já estava concluído, o rapaz que nos atendia viu que o Vagner estava jogando um jogo no celular que ele também jogava, e começamos a conversar sobre o jogo, o atendente simpatizou com a gente e deu um upgrade do quarto!!! Acabamos num quarto com duas camas gigantes, no 19º ANDAR!!!!!!! Pensa na alegria!! Dava pra ver tudo do nosso quarto, vista linda! Nunca pensei que um jogo fosse ajudar tanto em uma viagem kkk Com o check-in pronto pegamos absolutamente tudo o que tínhamos no carro e levamos para o quarto, porque ainda tínhamos a missão de fazer caber tudo na nossa mala. Nisso vimos que não seria possível hahaha Então resolvemos pesquisar nossas passagens para ver que mala valia a pena comprar e descobrimos que nosso voo de Guarulhos para Foz do Iguaçu, que era com a Avianca havia sido cancelado!! Ficamos muito de cara por não termos recebido aviso algum. Mas enfim, decidimos nos estressar só quando chegássemos em SP. Resolvemos que no outro dia íamos comprar uma mala de mão cada, para não pagar para despachar.
  4. 20/04/2019 – Estrada entre Los Angeles e San Diego Acordamos, tomamos nosso café da manhã, descobrimos que tinha mais brasileiros no hostel e conversamos um pouco, organizamos nossas coisas, pegamos nossa roupa lavada e partimos às 10h. Nosso destino final era San Diego, mas íamos fazer muitas paradas antes. Saindo do hostel, encontramos o cara estranho andando na rua do hostel, vei ele estava parado na calçada igual você vem em filmes os cara vendendo drogas então concluímos que ele vendia droga e que ali era o ponto dele kkk Pegamos a rodovia que beirava a costa e seguimos nela. Nossa primeira parada foi Huntington Beach, estacionamos o carro numa rua próxima do píer com parquímetro, pagamos $2. Demos uma andada pelo píer e tiramos fotos. Voltamos para o carro e fomos a procura de um lugar para almoçar e abastecer. Encontramos o posto mais barato pelo Google Maps, completamos o tanque por $ 33 (Posto Arco $ 3,79 o galão). Dali fomos num Burguer King almoçar, pedimos um combo Whopper com queijo + 1 sanduíche Whopper por $ 14,31. Dali partimos para a segunda parada: Newport Beach, chegamos lá às 14h, estacionamos perto do píer, não tinha parquímetro. Demos uma andada pelo píer, que é bem bonito, tiramos fotos e partimos. ] A última parada, antes de San Diego, era Laguna Beach, chegamos às 15h. Coloquei no Google Maps: Victoria Beach, que tinha lido relatos de ser uma praia linda. Mas foi difícil de achar, porque o Google Maps mandava virar numa rua, que parecia ser a única rua com acesso a praia, mas não era uma rua, era a entrada de um resort ou clube. No fim das contas, decidimos estacionar o carro na rodovia mesmo, que tinha parquímetro, pagamos $2, e tentar descobrir a pé. Chegamos a conclusão que era pelo resort mesmo o acesso, na entrada tinha uma placa, que não tínhamos visto quando passamos de carro, escrito que era permitido o acesso ao público a pé. Pensa num lugar lindo! O clube era lindo, e a praia também. Valeu a pena teimar um pouquinho. A praia ali é a Treasure Island Beach, que fica no finalzinho da Victoria Beach. Saímos dali às 16h, tocamos reto para San Diego, chegamos lá às 17h30. Queríamos conhecer La Jolla, mas foi impossível encontrar estacionamento, era um sábado a tarde, então estava super lotado. Andamos bastante por ali tentando estacionar, mas nada, desistimos e resolvemos seguir para Pacific Beach, onde conseguimos estacionar numa avenida sem parquímetro. Ficamos bem perto do Crystal Pier Hotel, que, como o nome já diz, é um hotel que fica no píer. Andamos um pouco por ali, até que vimos uns patinetes e resolvemos testar kkk Baixamos o aplicativo e começamos a andar por ali. Nós nunca tínhamos andado, na nossa cidade não tem, então foi bem divertido, ficamos meia hora andando com eles e deu $4 cada um. Quando o sol começou a se por, sentamos num banquinho comer nosso snacks e curtir o pôr do sol, e que pôr do sol! Depois daquele espetáculo, voltamos para o carro e fomos para o nosso hostel. Ficamos essa noite no HI San Diego Point Loma Hostel (3790 Udall Street, Point Loma), num quarto com 12 camas e pagamos $ 32,82 cada. O hostel não tinha estacionamento, então tivemos que deixar na rua, porém, como era um bairro residencial, era bem tranquilo. Deixamos em frente à uma igreja, na quadra ao lado. Curtimos muito esse hostel, estrutura muito boa e staff simpáticos.
  5. 19/04/2019 – Passeios por Los Angeles Acordei ouvindo o Vagner conversar, fui ver, ele estava conversando com o cara estranho kkk vai entender...O rapaz era de San Diego e estava viajando sozinho, porém já estava a duas semanas nesse hostel. Descemos para o café e o rapaz da recepção era brasileiro, então o Vagner fez amizade com ele. Depois disso, o Vagner fiou mais tranquilo. Tomamos café, pedimos ajuda, pois o Vagner queria conhecer o Staples Center e fomos. Chegando lá foi meio difícil de achar onde estacionar, porque, como estava tudo vazio, nós não sabíamos onde podia estacionar, fomos pedindo informação, até que achamos um que cobrava por hora, pagamos $4 nas 01h30 que ficamos lá. O Staples Center não é aberto para visitas, mas o Vagner já se contentou em passear por fora, que tem bastante estátuas dos jogadores. Fomos na lojinha tentar achar uma camiseta do Lakers para ele, mas não tinha, porque o Lakers estava fora do campeonato, só tinha do Clippers, o Staples center é divido por 4 times das cidade, 2 times da NBA, 1 WNBA e uma equipe de roquei no gelo, vou deixar um vídeo abaixo da mudança de dentro do ginásio em dias de jogos é bizarro. Aí eles indicaram a outra loja deles, que ficava um pouco longe dali, umas 5 milhas, mas o Vagner quis ir mesmo assim. Lá tinha estacionamento próprio, compramos a camiseta, por $ 42,69. Como já era 13h, aproveitamos para comer num Burguer King próximo, pedimos um combo Whopper + 1 sanduíche Whopper por $ 11,22. Depois dali fomos para o píer de Santa Monica, pelo Google Maps procuramos um estacionamento mais em conta. Estacionamos no endereço: 333, Civic Center Drive, é por hora, pagamos $4 nas quase 3h que ficamos lá e fica a 15 minutos a pé do píer. A ideia era ir de bicicleta do píer de Santa Monica até Venice, são 12 km ida e volta, porém estava um vento tão cabuloso e gelado que acabamos desistindo de pegar bike, porque íamos congelar, e fomos a pé mesmo, não paramos pra pensar a distância que era, só fomos. O píer estava lotadíssimo, tiramos a tradicional foto na placa do fim da Rota 66. Demos mais uma andada por ali, descemos para a areia e seguimos para Venice. O vento não nos deixou curtir tanto, eu quase não conseguia abrir os olhos e estava muito frio! Tivemos o mesmo incomodo de andar pela calçada da fama, um monte de gente se enfiando na sua frente pra te oferecer coisas e bastante gente mal encarada. Mas enfim, fomos conversando, curtindo o lugar, e quando vimos estávamos na pista de skate de Venice, ficamos um bom tempo lá vendo os skatistas e suas manobras. Los Angeles 2.mp4 Na volta foi mais uma luta contra o frio e o pessoal estranho. Teve um momento que estávamos passando por um grupinho e um deles puxou o Vagner e começou a falar, mas o Vagner não entendia, ele estava chamando o Vagner para brigar! Nisso os amigos já abriram espaço para os dois ficarem no meio. Quando ouvi o que ele queria, puxei o Vagner e o cara foi atrás simulando como se fosse bater nele. Aí o Vagner ficou mais de cara, acabamos nem voltando para o píer, subimos numa rua antes que dava para o estacionamento e fomos embora dali. Resolvemos passar por Beverly Hills e tirar foto. Ali estava outro clima, céu azul e calor. Que lugar maravilhoso! Tranquilo, com as famosas palmeiras. Logo se vê porque os ricões moram ali. Estacionamos na rua mesmo, não tinha parquímetro. Depois de tirar fotos no famoso lugar, demos uma volta de carro pelo bairro, uma casa mais mansão que a outra. Nisso já estava anoitecendo e resolvemos fazer umas comprinhas na Ross For Less e depois fomos para o hostel. Chegando lá, o cara estranho tinha ido embora. Na verdade, conversando com o rapaz brasileiro da recepção descobrimos que ele tinha sido convidado a se retirar hahaha Diz que tem uma regra de que não pode ficar hospedado mais de 15 dias num mesmo hostel. Como no outro dia íamos partir, arrumamos o que deu no carro a noite já. O Vagner resolveu aproveitar que o rapaz da recepção entendia a língua dele e pediu para lavar umas roupas, a taxa para usar a máquina de lavar do hostel era $5. E depois ficamos de papo na recepção. Enfim, até curtimos ficar no hostel aquela última noite e dormimos super tranquilos kkk. Vou colocar minhas considerações sobre a cidade, eu estava muito ansioso por Los Angeles, na boa, desanimei valendo, alguns conselhos que vou deixar, Calçada da Fama, façam o passeio de manhã ou logo após o almoço, Pier de Santa Monica de manhã. Acredito que ai vocês vão aproveitar mais. Nossa experiência foi horrível, eu tirei dias de San Diego para ficar em Los Angeles, então se tem um lugar se vocês quiserem cortar do roteiro não tirem San Diego, cortem em Los Angeles.
  6. 18/04/2019 – O divertido tour pelos Studios Warner Era meu aniversário(Patricia) e para comemorar, marquei a visita na Warner bem para esse dia, o horário era 12h30, mas tinha que estar lá meia hora antes. A ideia era acordar bem cedo para dar tempo de fazer paradas no caminho, porém o café da manhã era a partir das 8h, então resolvemos acordar só um pouco antes para ajeitarmos tudo antes do horário do café. Quando saímos do quarto, o rapaz da recepção, que era português, já estava preparando a massa das panquecas e fazendo o café. Assim que deu 8h, fizemos uma fila para cada um preparar a sua panqueca, estava bem gostosa. Terminamos o café, nos despedimos e partimos. Queria muito ter passado por Solvang e por Santa Bárbara, mas não conseguimos pela falta de tempo, fizemos o trajeto San Luis Obispo - Los Angeles direto, sem paradas. Chegamos na Warner às 11h30. Eu tinha visto num roteiro, uma pessoa comentando sobre um estacionamento grátis por ali: bem próximo da entrada, na frente da New York Film Academy Los Angeles existem algumas vagas sem parquímetro, então, é só chegar e parar. Porém demos uma volta por ali e não achamos, resolvemos estacionar no estacionamento dos visitantes mesmo, pagamos $15 (3400 Warner Blvd., Burbank, CA). Fizemos um lanchinho no carro, para aguentar as muitas horas de passeio e fomos. Ficamos um tempo aguardando, pois chegamos antes do horário, mas não demorou muito. Logo começaram a separar os grupos e apresentar os guias. Pegamos um guia espanhol, para o Vagner poder entender também, gostamos dele, bem animado e explicava bem. O tour iniciou pontualmente às 12h30. Logo no início, o guia pergunta as preferências do grupo, para decidir as paradas do tour. Amamos o passeio. O tour guiado terminou às 15h30 e o guia nos deixou num prédio em que tinha, além de muitas outras coisas, o cenário do café do Friends! Nesse prédio você fica livre para andar por tudo e ficar quanto tempo quiser. Tiramos a tradicional foto no sofá do Friends, tiramos com o fotografo e com o celular também, aí eles dão um cartão para retirar a foto, que custou $27,38. Também participamos, como figurantes, de uma cena. De tempo em tempo (se não me engano a cada 30 minutos) eles refazem uma cena de Friends com as pessoas que quiserem participar, fomos de figurantes para não ter diálogo né, meu inglês não ia dar conta hahaha mas foi bem legal da mesma forma, tive mais tempo para curtir o cenário. Depois dali decidimos ir comer alguma coisa na cafeteria do prédio, que é baseada na cafeteria do Friends, para depois continuar o passeio. Pedimos um cappuccino e um cupcake cada por $21,84. Depois de dar uma enganada no estômago, voltamos para ver o resto das coisas, tem bastante coisa para ver nesse prédio, achei ótimo não estar mais com guia ali para poder curtir bem. Saímos do prédio já era 17h. Fomos na frente da entrada da Warner para tirar fotos com as estátuas do Pernalonga e Patolino e depois fomos para o hostel. Ficamos no H California (6118 Carlos Avenue, Hollywood, CA), ele é bem legal também, é uma casa. O ruim é que era só um banheiro para tomar banho, mas não tinha muita gente, então foi de boa. Pegamos um quarto com 4 camas por $ 40,02 cada e mais $15 por dia pelo estacionamento. Tinha um cara bem estranho no nosso quarto, mas enfim... Deixamos nossas coisas no quarto e fomos andar pela calçada da fama, que era bem pertinho do hostel. Começamos super animados procurando os artistas e tals, ainda estava claro. Depois de um tempo, quando já estava noite começou a surgir um povo muito estranho, e ficavam mexendo com a gente e tals, caçando briga. O Vagner começou a andar só de cabeça baixa pra não dar problema, mas foi tenso. Teve um cara que olhou pro Vagner, viu que ele estava de boa e se jogou em cima de mim para ver a reação dele. Achei bem chato, nos desanimamos mesmo. No outro dia conversando com o cara da recepção, ele falou que era assim mesmo a noite, que era só não dar bola que eles não faziam nada, mas mesmo assim achei chato. Cara é chato demais isso, eu (Vagner), tive que andar na minha o tempo inteiro, cuidado para quem olhar, imagina a merda arrumar uma confusão nas ruas de Los Angeles, imaginar ir preso por bobeira kkkkk, ai fiquei bem tranquilo e continuamos a andar em direção ao que queríamos. Fomos comer num In-N-Out Burger, com medo, porque a rua era meio deserta. Pedimos um combo + 2 sanduíches e pagamos $ 13,30. Dali fomos direto para o hostel. Fomos para o quarto e o cara estranho tinha saído, porém tinha um outro rapaz, que era da Colômbia, dizendo que o tal cara estranho tinha roubado dinheiro dele de manhã, que ele tinha deixado a doleira em cima da cama quando foi tomar café, total descuido, mas ok. O Vagner ficou mais de cara ainda com a cidade (detalhe eu estava muito ansioso por Los Angeles), fomos na recepção pedir por um quarto privativo, mas não tinha. Conclusão, colocamos tudo de valor na mochila de costas e dormimos abraçados com ela. No meio da madrugada o cara estranho chegou, ficou fazendo barulho procurando alguma coisa na mochila, saiu, voltou, enfim, ele incomodou um pouco, mas não foi tão ruim quanto eu pensava.
  7. 17/04/2019 – As lindas paisagens do Big Sur Começamos nosso dia tomando café da manhã no Denny's, que ficava pertinho do hotel. Pedimos um brunch completo para cada (ovos, bacon, batata, panquecas e suco de laranja) e deu $ 28,88. Era muita comida para um café da manhã, mas resolvemos comer bem para passar o dia na estrada só com os nossos lanchinhos. Começamos a descida em direção Big Sur já era 10h30 da manhã. São 215km até San Luis Obispo, leva em torno de 6h de viagem, com todas as paradas. O caminho rende uma parada mais linda que a outra, e cada pouco tem uma parada, paramos em quase todas. Chegando na Bixby Bridge, a famosa ponte, não tinha mais vaga para estacionar do lado direito da pista, que tem pouco espaço, mas aí vimos que os carros na nossa frente entraram numa ruazinha do lado esquerdo e fomos atrás, era tudo estacionamento. De lá mesmo já tiramos algumas fotos, que aparece bem a ponte, aí atravessamos a rua para tirar mais, a ponte é super linda! Depois seguimos até Julia Pfeiffer Burns State Park, que é onde tem a Mcway Falls, não entramos no parque, estacionamos na estrada mesmo e estava bem cheio. A cachoeira é muito linda, pena que não dá para ver mais de perto. Dali seguimos para Sand Dollar Beach, que é uma praia com acesso de escada. Estacionamos na estrada e descemos. A praia não tem areia, é de pedrinhas. Curtimos um pouco e seguimos viagem. Fizemos ainda algumas paradas. Numa delas paramos para comer nossos lanchinhos. O Vagner resolveu estacionar de ré e sei lá o que deu nele que pensou que o carro estava muito próximo do barranco e entrou em desespero. Quando descemos do carro, estava bem longe e tinha uma pedra na frente, não tinha como cair kkk Enfim, passado o nervoso, sentamos nas pedras comer e logo apareceram os esquilos esperando por migalhinhas. Teve uma garota que ficou oferecendo comidinhas para eles e fazendo eles andarem nos braços dela, todo mundo parou pra ver. Pra nós eles parecem tão fofos, mas os americanos acham os esquilos meio nojentos. Enfim, continuamos por aquelas paisagens lindas e chegamos em San Luis Obispo, que era a cidade que iríamos dormir, às 17h. Antes de ir para o hostel, passamos na Target comprar comidas para o outro dia. Gastamos $40,82, porque também compramos shampoo, condicionador e um remédio para a gripe. Depois passamos abastecer, $ 29,85 ($ 4,05 o galão). Ficamos no hostel: HI - San Luis Obispo Hostel (1617, Santa Rosa Street), pagamos $ 68,15 no quarto de casal. Achei bem fofinho, parecia casa de vó. Inclusive tinha mais idosos no hostel do que jovens. Saímos dar uma volta, bairro super tranquilo também. Depois de nos ajeitarmos, fomos para a sala e ficamos o resto da noite batendo papo com os senhorzinhos hahahah Foi legal.
  8. 16/04/2019 – O aquário de Monterey e a incrível 17 Miles Drive Acordamos e fomos para a recepção tomar nosso café da manhã, que na reserva dizia ter. Chegando lá tinha água quente, sachê de café solúvel e leite e um tipo de pãozinho doce que vinha num pacote. Comparando os cafés da manhã da viagem toda, esse foi o pior. Enfim, pegamos um para cada e saímos para os nossos passeios do dia. Primeiro iríamos conhecer o aquário. Tem vários estacionamentos no píer, mas decidimos estacionar na rua e pagar o parquímetro, pois como iriamos ficar só algumas horas, ficava mais em conta, era $1,50 a hora, colocamos 4 horas para garantir. Chegamos perto das 11h e tinha fila para comprar o ingresso, mas foi bem tranquilo. Achei interessante o fato de ter muitos idosos fazendo trabalho voluntário lá, acho que o único lugar que tinham jovens trabalhando era na bilheteria. Chegou nossa vez, pagamos os $ 49,95 cada. O atendente pediu de onde éramos, falamos que éramos do Brasil e ele nos indicou para irmos no guichê de informações solicitar um mapa em português. Entramos e fomos reto numa senhorinha simpática que nos deu um mapa. O aquário é incrível! Achamos que valeu super a pena. Andamos um pouco e logo estava no horário da alimentação dos peixes, então nos acomodamos no chão, como todos ali e esperamos. Logo uma senhorinha começou a explicar sobre o processo de alimentar os peixes, e nisso apareceu a mergulhadora com as comidas, que também era uma senhorinha, e começou a alimentá-los. Foi bem interessante e lindo. Depois dali fomos conhecer o restante. O aquário é bem grande e levamos umas 2 horas para conhecer tudo. Saindo dali avistamos um Carl’s Jr. E fomos almoçar. Pagamos $ 22,82 por dois combos. De barriga cheia fomos conhecer a 17 Miles Drive. Tem várias entradas, é só jogar no Google Maps. O trecho todo tem 21 pontos de parada, portanto para se ter uma ideia, parando 10 minutos em cada local, serão praticamente 4 horas para percorrer este trajeto, nós pulamos uns 2 pontos, que eram apenas campo de golfe. Chegando lá tem um guichê para pagar a taxa de entrada, que é cobrada por carro, $10,50. Pagamos e recebemos um mapa, com todos os pontos de parada. Iniciamos o trajeto às 14h. Já nos perdemos logo no início e fomos parar no hotel do povo rico hahahha. Estacionamos e saímos andando de camiseta e tênis procurando onde era o ponto de parada, com todo mundo lá super bem arrumado olhando estranho para nós kkkk Mas logo percebemos que estávamos errados e voltamos para o carro. Voltamos para a “rua principal” e avistamos a nossa rota, depois daí não teve mais erro. O trajeto todo é lindo, mas os principais pontos, na nossa opinião foram: Spanish Bay, Fanshell Overlook, The Lone Cypress, The Ghost Tree e Piscadero Point. Fizemos o trajeto todo com bastante calma, curtindo bem, ao final tem a Pebble Beach (principal parada para banheiros). Ao final desse trecho lindo, fomos visitar Carmel. Eu tinha lido que na Ocean Drive, o estacionamento é pago, mas nas ruas transversais é grátis pelo período de até 2 horas. Acho que demos sorte, porque fomos seguindo o fluxo e acabamos numa rua que não tinha parquímetro. Descemos às 17h e andamos pela praia, que é mesmo linda. cara eu vou falar para você eu nunca coloquei meu pé em uma água tão gelada que chegava a doer os ossos kkkkkkkkkkk Curtimos um pouco Carmel e voltamos para Monterrey para dormir. Queríamos ver o por do sol em Carmel, mas não aguentamos o frio. Fomos dormir cedo, pois no outro dia iríamos conhecer o Big Sur.
  9. 15/04/2019 – Vale do Silício e o início da descida pela Highway 1 até Monterey Acordarmos mais tarde do que pretendíamos. Tomamos café, fizemos checkout, e partimos às 10h rumo ao Vale do Silício. Antes de sair da cidade passamos conhecer as famosas Paint Ladies. Estacionamos na frente da praça, não tinha parquímetro, tiramos fotos e partimos. A primeira parada, no Vale do Silício, foi para conhecer o Facebook (1 Hacker Way, Menlo Park), porém não foi bem uma parada. Andamos o estacionamento inteiro e não achamos um lugarzinho para estacionar, mas nesse meio tempo conseguimos ter uma noção do tamanho da empresa, cheia de prédios coloridos e bicicletas azuis. Queria ter andado por lá um pouco e tirado foto nossa lá, mas não rolou. A próxima parada foi para conhecer a Garagem da HP (367 Addison Avenue, Palo Alto), amei o lugar! Não pela garagem em si, porque não tem nada de mais, mas pelo bairro, achei lindo, queria morar lá! Enfim, tiramos algumas fotos e partimos para o próximo destino, a Universidade de Stanford (Stanford Oval, 20 Palm Dr, Stanford), e mais uma vez tivemos azar. Acho que estava bem no horário de intervalo, ou estava tendo algum evento, porque estava bem cheio, e novamente não encontramos lugar para estacionar. Nessa parada eu senti de não ter conseguido descer do carro, porque pelas fotos que vi, o lugar é lindo e cheio de pontos para visitar, mais um motivo para voltar. [ nossas fotos de dentro do carro =( A última parada foi para conhecer o Google (981 Landings Dr, Mountain View). Nesse destino conseguimos estacionar e andar bastante por lá. Tiramos fotos no jardim dos Androids, conhecemos a lojinha, que é super cara, e andamos por vários dos prédios. Como era de se esperar, a empresa é gigante e super bonita. Depois de conhecer um pouco do que é o Vale do Silício, começamos a descida pela Highway 1 às 13h. Nisso o tempo mudou completamente e o sol lindo deu lugar a chuva e frio, o que deu uma desanimada, mas mesmo assim paramos em quase todos os pontos que pretendíamos. A primeira parada foi Halfmoon Bay, descemos e tiramos algumas fotos, tinha bem pouca gente, acho que por conta do tempo. O próximo ponto foi conhecer Pigeon Point Lighthouse, em Pescadero (30km de Halfmoon Bay), lugar bonito e calmo, deve ser interessante se hospedar no hostel que tem ali. O próximo destino foi Santa Cruz. Vimos muitas paradas antes disso, a Highway 1 toda tem muitas paradas com lugares incríveis, mas com aquela chuva e a fome, acabamos não parando. Antes de passearmos pela cidade paramos num Burguer King, pois já era 15h, e comemos um combo Whopper + 2 sanduíches Whopper por $ 19,64. Aproveitamos que tinha um mercado perto, Safeway, e compramos algumas coisas para comer no carro e um barbeador, e gastamos $ 28,17. Depois fomos abastecer, $23,75 ($3,79 o galão). De volta aos passeios, fomos visitar o Natural Bridges State Beach, a praia do arco. Havia pesquisado que pedestre não pagava para entrar, mas que se entrasse de carro pagava e que próximo a entrada do parque teria uma região de casas onde seria possível estacionar. Acabou que estacionamos próximo da entrada e entramos a pé, para não ter que pagar, já que só íamos dar uma olhadinha e ir embora. Depois que já tínhamos tirado fotos e estávamos indo embora, enxergamos uma placa que dizia que podia estacionar ali dentro sem pagar por 20 minutos, mas se for descer para a praia tem que pagar, sorte que, como não tinha quase ninguém, estacionamos perto, porque estava uma garoa chatinha. Saímos dali e seguimos pela W Cliff Drive, que é a rua beira-mar. Paramos tirar fotos no Museu do Surf, que estava fechado. Nisso a chuva engrossou e resolvemos tocar direto até Monterey, onde iríamos dormir. Ficamos no Rodeway Inn Monterey (2041 North Fremont Street), pagamos $62,50 no quarto de casal. Esse definitivamente foi o pior hotel da viagem. O coitado do recepcionista era novato, aparentemente, e toda pergunta que fazíamos ele ligava para pedir para alguém, logo que fomos para o quarto já precisamos voltar para a recepção porque a porta não abria de jeito nenhum, aí o atendente foi lá com a gente e o trinco da porta abria para cima, vai entender. O quarto era simples, mas ok. Quando pensamos que iríamos descansar, o Vagner viu que tinha sido descontado o valor da diária do nosso cartão de crédito, sendo que tínhamos acabado de pagar em dinheiro. Lá fomos nós para a recepção novamente. Chegando lá o rapaz dizia que não tinha como isso ter acontecido e tal, ligou para o chefe, me deu o telefone para eu falar com o chefe, que dizia a mesma coisa, no final das contas desistimos de discutir e o Vagner resolveu que era mais fácil ele solicitar o cancelamento para a operadora do cartão, foi o que fizemos e deu tudo certo. Depois dessa, resolvemos ficar quietinhos dentro do quarto, para descansar bem, pois o outro dia iríamos conhecer lugares lindos e queríamos estar bem descansados.
  10. 14/04/2019 – Passeio de bicicleta pela Golden Gate Acordamos, tomamos nosso café tranquilamente e fomos para a recepção fazer checkout. Íamos ficar mais uma noite no hostel, mas inicialmente, quando fui reservar, reservei apenas para duas noites, e acabamos decidindo ficar mais uma noite depois. Porém quando fui reservar essa outra noite, só o quarto misto com 20 camas (os dois primeiros dias ficamos num misto com 10) estava disponível, ou seja, tivemos que fazer checkout de manhã antes de sair, deixar nossas malas no guarda-volumes, para fazer check-in quando voltássemos do passeio. Deixamos nossas coisas no guarda-volumes, o Vagner ficou com a mochila dele para levar água e coisas para comer. Saímos em torno das 9h30 e seguimos a pé, com a ajuda do Google Maps, para alugar as bikes no Blazing Saddles. Tínhamos lido bastante comentários bons a respeito dessa empresa, e, além disso, o dono é brasileiro. Chegando lá teve a explicação de como seria, e depois nós tínhamos que preencher um formulário com nossos dados, e sobre se queríamos ou não o seguro. Alugamos uma bike mediana, não era a top, mas também não era a mais básica, e ficou $ 100, as duas bikes ($ 32 cada, capacete incluso), mais o seguro das duas ($5 cada), e mais duas passagens do Ferry Boat para voltarmos de Salsalito ($ 13 cada). Recebemos um mapa da rota também, mas como eu pretendia fazer alguns desvios, fomos de Google Maps novamente. Descemos empurrando as bikes até a rua que beira o mar, pois não pode pedalar na calçada. Logo no início do trajeto eu já estava arrependida de ter ido de lente, o vento não parava um segundo, e quando eu ficava de frente para o vento, não conseguia abrir os olhos. Fora isso o passeio foi bem legal. O primeiro desvio que fizemos foi para conhecer o Palace of Fine Arts (endereço: 3301 Lyon St.), achamos lindo! A próxima parada foi para conhecer o Lucasfilm, tivemos que ver só por fora, porque era domingo e estava fechado, mas tiramos uma foto na fonte do Yoda e demos uma espiada na recepção pela porta de vidro. Depois dali voltamos para o trajeto normal, pela San Francisco Bay Trail, que é a rua que beira o mar. Achamos interessante que na beira da praia tem a estrada em que pedalamos e um gramado com mesas e churrasqueira e, mesmo com aquele vento frio, tinha muitas famílias preparando o almoço de domingo ali, bem de frente para a Golden Gate, curtimos muito aquele lugar. Dali pegamos uma super subida para chegar na Golden Gate. O acesso para quem está de bike é pelo lado direito da ponte, foi lindo atravessá-la. Se você seguir sentido a Sausalito a primeira rua a direita te levará ao Fort Baker, a localização é super privilegiada, com um vistão da ponte inteira e da parte de baixo dela. desculpa a filmagem, a GO PRO estava sem bateria e tivemos que filmar com a câmera normal =(, ai tive que andar com a bike em uma mão e a outra segurar a câmera para filmar kkkkk Continuamos até a estação que sai o Ferry de retorno para San Francisco. O trajeto dá reto lá, é muita gente indo para o mesmo lugar e tem muitas placas indicando, então é difícil se perder. Chegamos lá 14h30 e vimos que às 14h55 saia um Ferry para o Píer 41, que é onde alugamos as bikes, então já entramos na fila. Logo o pessoal do Ferry começou a organizar para a entrada, quem estava de bike entrava primeiro. Lá dentro nós tínhamos que deixar as bikes, uma escorada na outra, fiquei até preocupada de como iria achar minha bike depois, mas deu tudo certo, a dica é: preste atenção na cor da sua bike, marca e tals, pra ser mais fácil para achar depois. Deixamos nossas bikes e subimos para o andar de cima, sentamos numa mesinha e ficamos comendo as coisas que tínhamos levado na mochila e curtindo a vista da volta. É bem demorado para chegar, porque ele passa antes pegar o pessoal que foi para as outras cidadezinhas próximas. E quando chega no destino, os que entraram por último tem que descer primeiro para poder pegar as bikes, ou seja, fomos quase os últimos a sair do Ferry. Saímos do Ferry já eram 16h15. Fomos direto devolver as bikes, porque imaginei a fila que iria estar, mas foi bem rápido o processo, o pessoal é bem ágil. Saindo de lá, fomos no In-N-Out Burger, pegamos um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches e pagamos $ 18,07. Nesse dia estava super lotado, foi quase impossível conseguir uma mesa lá, achei até estranho, porque era super cedo. Depois dali, fomos para o hostel, fazer check-in para o quarto com 20 camas, que no final tinha menos pessoas no quarto do que no quarto de 10 camas. Tomamos banho, deixamos nossas coisas arrumadas para pegar a estrada no outro dia e fomos bater perna numa loja razoavelmente perto do hostel, Ross For Less. Amamos a loja. Como não somos muito ligados em moda, achei a loja ótima, com preços ótimos e com muitas coisas de marca, apesar de serem de coleções passadas. Fomos com uma mochila, com a intenção de trazer na mochila as coisas, mas acabou que nos empolgamos nas compras, e saímos de lá tarde e cheios de sacolas. A rua estava deserta, deu um medinho de andar às 22h30 da noite cheios de compras, mas foi tudo bem hahahha No caminho deixamos as compras no porta-malas do carro, pra ter menos coisas pra carregar no outro dia. Depois dessa aventura fomos dormir, pois no outro dia começaríamos a descida pela Highway 1.
  11. 13/04/2019 – Passeio por San Francisco e jogo de basquete Acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos tomar café da manhã. Como era o dia do jogo e queríamos sair cedo para lá, resolvemos gastar a manhã conhecendo os píeres, que seria um passeio mais rápido. Saímos a pé, nos guiando pelo Google Maps às 9h da manhã. Primeiro fomos conhecer a Lombard Street, chegando pelo topo dela. Lá foi o primeiro lugar da viagem que encontrei brasileiros, o Vagner diz que ouviu alguém falando em português no hotel de Las Vegas, mas eu não ouvi. Conversamos um pouco com eles, descemos a rua pelas escadas da lateral, tiramos algumas fotos e subimos a rua pelas escadas do outro lado. A rua é bem bonita, o Vagner queria ter descido de carro, mas deixamos pra passar por lá quando fossemos embora da cidade e acabamos esquecendo. Do topo da rua pegamos o Cable Car, $7 por pessoa, não deu certo de irmos sentados do lado de fora, o que pegamos era meio fechado e estava meio cheio, mas valeu a experiência igual, a ideia era ir até a Union Square, mas ele fez uma parada no Museu do Cable Car e nós acabamos descendo de curiosos. A visita ao museu é grátis e é bem interessante, tem alguns Cable Car antigos. O sistema de funcionamento do Cable Car fica dentro do museu. Aproveitamos para comprar um imã de geladeira por $ 4,30. Dali começamos nossa caminhada em direção ao Ferry Building. No caminho passamos, sem querer, pelo Chinatown, mas foi legal. Chegamos no Ferry Building e seguimos caminhando pelos píeres, parando para visitar e tirar fotos dos mais interessantes. Acredito que levamos uma hora para conhecer tudo. No píer 39, além das diversas lojinhas, tem os leões marinhos que chamam a atenção, ficamos um tempo observando-os. No píer 45 fica o Museé Mechanique, que é um museu de Arcade, super legal, eles funcionam com moedas de $ 0,25. Conseguimos ver todas as máquinas e observar algumas pessoas jogando, mas não conseguimos ficar mais, porque não tínhamos tempo. Saímos dali e fomos almoçar. O In-N-Out Burger estava lotado, e como estávamos sem tempo, resolvemos comer ao lado, no Crepe Cafe SF. Pedimos 2 crepes salgados + 1 crepe doce + 1 copo de refrigerante e gastamos $ 40,12. O valor foi bem mais salgado do que estávamos acostumados a gastar, mas estava bem gostoso. Depois de almoçar, fomos para o hostel nos arrumar e pedir um Uber para ir até o Oracle Arena. Decidimos ir de Uber porque não tínhamos muita noção de como seria para estacionar lá, e também para evitar o tumulto na volta. O Uber nos deixou no estacionamento, de lá tinha um trechinho a pé. Estávamos indo tranquilos até que um rapaz com um carrinho daqueles de golfe veio até nós e nos ofereceu carona até lá. Nós não aceitamos na hora, porque não entendíamos direito o que ele estava falando, mas ele insistiu e acabamos indo hahahah foi bem legal! Ele nos deixou bem na frente da entrada, descemos e agradecemos. Depois que fomos parar e pensar que ele devia estar querendo gorjeta, mas aí ele já estava longe. Enfim, mostramos nosso ingresso e entramos. Logo na entrada tinha uma loja das camisetas do Golden State Warrions, e já compramos a nossa. Achamos bem em conta, era $ 20,00 cada, de uma loja oficial. eu não conseguia esconder a minha alegria em estar indo em um jogo da NBA kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk as camisetas são muito boas, comprei também um casaco azul que vocês vão ver em muitas fotos daqui para frente kkkkkkkkkkkkkkkkkkk era quente kkkkkkkkkkkkkkk paguei $ 35,00 em um casaco na loja oficial do Golden State Warrions, praticamente de graça kkkkkkkkkkkkkk Depois dali saímos procurando por onde ir para os nossos lugares. Achamos super organizado o evento, muita gente auxiliando nos corredores. A única decepção do dia foi descobrir que nossos lugares eram em pé! Não sei se na hora da compra apareceu essa informação, e nós não nos atentamos, porque no ingresso aparecia o número do assento, ficamos sem entender na hora, questionamos o cara que estava auxiliando ali próximo, mas era ali mesmo. Enfim, foi cansativo, mas nossa visão era muito melhor do que muitas fileiras que estavam sentados para trás de nós. Digamos que a divisão lá dentro é assim: muitas fileiras de cadeiras bem próximas da quadra (dos privilegiados que tem condições de pagar caro pelo ingresso), uma fileira em pé (que foi onde ficamos), e muitas fileiras de cadeiras longe da quadra (dos ingressos mais baratos). Ou seja, nós pagamos bem menos por uma visão bem mais privilegiada, porém não tínhamos cadeira. Como chegamos bem antes, sentamos no chão mesmo para ficarmos bem descansados para quando começasse hahahaha e depois que começou, ficamos tão empolgados que nem percebemos mais as pernas cansadas. O evento realmente é um espetáculo! Tem apresentações antes e durante os intervalos, interação com a torcida, realmente vale a pena. O jogo era do Golden State Warrions contra Los Angeles Clippers, e acabou com o resultado de 121 a 104 . Como o time da casa abriu a serie, no final foi aquela festa, tudo muito bonito. cara agora você imagina que o primeiro jogo que eu vou assistir na minha vida da NBA o Curry me bate um recorde 😃 ai eu quase morri de vez kkkkkkkkkkkkkk vou colocar a matéria abaixo e o que apareceu para nós no ginásio: https://sportv.globo.com/site/nba/noticia/marca-historica-e-cestas-incriveis-curry-tem-noite-monstruosa-e-warriors-fazem-1-a-0-nos-clippers.ghtml Pra sair da Arena foi bem tranquilo. Como imaginamos que estaria um super trânsito na ponte, resolvemos ir comer antes de chamar o Uber, já que vimos que tinha um Burguer King ali pertinho, era só atravessar a avenida. Nesse momento nos sentimos muito importantes kkk Ia ser difícil atravessar com aquele transito todo, mas nisso tinha uma viatura da policia cuidando do transito, e quando eles nos viram tentando atravessar, de prontidão o guarda fez todos os carros pararem e nós atravessamos tranquilamente. Comemos nossa habitual refeição, Vagner pediu um combo Whopper e eu só o sanduíche Whopper, por $ 15,88. Comemos tranquilamente e pedimos o Uber ($21, pago com cartão), quando o trânsito do jogo já tinha acabado. Acabou que nosso Uber era um brasileiro. Ele morava próximo de San Francisco e já estava lá há um ano e meio. Vagner ficou feliz de encontrar com ele, acho que ele não aguentava mais conversar só comigo hahaha (mentira isso kkkkkk). Chegamos no hostel e fomos dormir, o outro dia seria o dia de pedalar pela Golden Gate.
  12. 12/04/19 – Parque Yosemite com sol e a estrada até San Francisco Acordamos cedo e o dia estava lindo!! Pegamos a estrada um pouco depois das 8h da manhã. Esse hostel não tinha café da manhã, então fomos comendo nossas coisinhas no caminho para o parque. Quando montei o roteiro, a ideia era fazer a trilha do Mirror Lake no primeiro dia (teria dado tempo, se não fosse pelo clima) e um trecho da trilha Mist Trail no segundo dia. Porém, acabei não me informando no Centro de Visitantes como funcionava para chegar até o início da trilha Mist Trail. Então resolvemos deixa-la para uma próxima oportunidade, já que ela é bem comprida e teríamos tempo para fazer só um trecho dela, e fazer a trilha do Mirror Lake, que não tínhamos feito no dia anterior. Chegamos no parque, estacionamos próximo do início da trilha (nos baseamos no mapa que recebemos do parque). Era cedo ainda, estava bem frio e tinha bem pouca gente. Como o tempo estava ensolarado, o lago estava refletindo bem. A paisagem é linda e a trilha super tranquila, gastamos um bom tempo admirando o lugar e tirando fotos. O engraçado é que a trilha não acaba no lago, ela continua, e claro que continuamos caminhando, até chegar num desvio que dava para a areia, pegamos o desvio e continuamos um bom trecho até resolvermos voltar (na verdade o Vagner já queria voltar fazia tempo, mas eu estava muito curiosa para saber até onde a trilha ia). Teve um casal que não pegou o desvio, continuou, sinceramente não sei onde dava aquela trilha. No caminho de volta, já não era mais tão cedo, então nos deparamos com muitas famílias com crianças fazendo a trilha, é bem tranquila. Saindo dali, resolvemos parar no Centro de Visitantes e refazer a trilha da Lower Yosemite Fall Vista Point, dessa vez com sol. E foi uma ótima escolha, porque no dia anterior, por conta do frio, acabamos não admirando muito o trajeto, que é lindo! Logo no começo, nos deparamos com alguns cervos que estavam bem próximos do cercado, todo mundo ficou em silêncio para não assustá-los, enquanto tirávamos fotos e filmávamos. Nisso três deles resolveram pular o cercado para ir para o outro lado, passando bem pertinho da gente, foi demais! Depois disso, continuamos a trilha e encontramos um desvio que dava pra um banquinho, e do banco dava pra ver certinho as duas cachoeiras, lindas, gastamos mais um tempinho ali até que resolvemos continuar. Chegando na Yosemite Fall Vista Point, ela estava ainda mais linda, mas estava bem mais cheio de gente, e não conseguimos tirar fotos sem que aparecesse alguém atrás, mas enfim, valeu igual! Depois dali íamos encarar 4h de estrada até San Francisco, então aproveitamos bem os últimos minutos no parque, deu até tristeza ao ir embora. Numa próxima oportunidade pretendemos voltar com mais tempo. Saímos às 13h30 rumo a San Francisco. O Vagner estava super animado, pois íamos passar ao lado da Arena do Golden State Warriors no caminho, e ele já teria uma ideia do que nos esperaria no dia seguinte, que era o dia do jogo. No caminho só paramos para abastecer, não lembro em que cidade foi, mas pagamos $30 ($ 3,69 o galão). Acho que já estávamos acostumados com as horas de carro que nem percebemos o tempo que levamos, quando nos demos conta já estávamos passando pela lateral da Arena, que fica na cidade de Oakland, vizinha de San Francisco. para quem não gosta muito de basquete não deve estar entendo nada, cara mais para mim, era emocionante kkkkkkk, pedi para minha esposas tirar o máximo de fotos possíveis (cara nessa hora eu não queria nem saber se eu estaria ali alguns dias depois kkkkkkkk) Logo que fomos chegando perto da ponte que passaríamos para chegar no nosso destino, começou um engarrafamento gigante. Aí que fomos nos dar conta que eram quase 6h da tarde, ou seja, justamente a hora de maior trânsito. Mas quando vocês estão viajando, ainda mais para fora do país, até o engarrafamento fica interessante hahahah Era uma fila gigantesca de carros, daquela que não dá pra enxergar o fim, levamos uma hora para andar 9 milhas, mas para o tanto de carros que tinha achei que foi super rápido. Era umas cinco filas, os caminhões eram obrigados a ficar na primeira fila da direita. Logo chegamos no pedágio, o único da viagem toda, pagamos $7. Achei interessante porque não tinha chancela. Logo que passamos percebemos que os carros pararam, aí que fomos enxergar que tinha um semáforo para cada fila, ia liberando um de cada fila por vez. Depois dali acabou o engarrafamento. Seguimos para o nosso hostel, HI San Francisco Fisherman's Wharf Hostel (240 Fort Mason), pagamos $47,50 cada por dia. Chegamos perto das 19h. Esse foi um dos hostels que mais gostamos, é enorme, bem aconchegante, a localização é ótima, e quando reservamos dizia não ter café da manhã, mas tinha! E era um café da manhã muito bom. Paramos o carro próximo do hostel e fomos fazer check-in para pedir onde era o estacionamento. O rapaz da recepção nos deu um mapa do estacionamento, sinalizando onde podíamos deixar o carro. Na frente das casas era proibido. Deixamos um tanto longe, mas era bem seguro o local, então não nos preocupamos. Enfim, largamos nossas coisas e fomos a pé comer no In-N-Out Burger, que era pertinho, pedimos um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches por $ 18,07. Tinha bastante opção para comer por perto, mas como nosso orçamento era curto, nem procurávamos outra coisa que não um lanche. Saindo dali dava para curtir o por-do-sol junto ao mar tivemos que aproveitar um pouquinho kkkk Voltamos para o hostel, e logo fomos dormir, pois o próximo dia seria o dia memorável da viagem para o Vagner.
  13. 11/04 – O incrível parque Yosemite com frio e chuva Acordamos cedo, recolhemos nossas coisas e descemos. Na noite passada o cara do hostel falou que podíamos fazer café e comer umas barras de cereal que estavam em cima da bancada (o hostel não disponibilizava café da manhã), porém não tinha ninguém no hostel (acho que estavam todos dormindo), e nós não conseguimos descobrir como ligava o fogão, que era antigo e bem diferente dos do Brasil, e não tinha micro-ondas, então acabamos pegando a barra de cereal e comendo com agua no carro mesmo kkk Saímos do hostel às 07h30. O dia estava lindo e o caminho até o parque era bem bonito, quando nos demos conta já estávamos na entrada. Pagamos os $35 e ganhamos um mapa, como no Grand Canyon. Logo avistamos a placa sinalizando Mariposa Grove, acredito que levamos uns 40 minutos do hostel até lá. Chegando lá, estacionamos o carro, e a recepção estava fechada. Ficamos bem perdidos, pois, eu sabia que os ônibus não estariam funcionando por conta da neve, e que teríamos que ir a pé, mas não sabia exatamente para que direção ir. Não tinha ninguém lá, além de uns homens fazendo a limpeza do lugar. A gente até tentou se comunicar com eles, mas eles estavam com uns aparelhos barulhentos e com abafador nos ouvidos. Nisso vimos uns caras que estacionaram mais para cima de onde estávamos e sumiram a pé por trás da recepção, sei lá pra que direção. Então voltamos para o carro e estacionamos próximo do deles e pra tentar descobrir para onde eles tinham ido kkk. Nisso um dos caras da limpeza finalmente nos enxergou perdidos por lá e explicou por onde deveríamos ir. Iniciamos nossa caminhada depois das 8h30 da manhã, dá umas 4 milhas até lá. Era por uma estrada, que estava totalmente limpa, na hora eu nem entendi o porquê de não podermos ir de carro até lá, mas chegando lá eu entendi, se tivesse muita gente, não teria onde estacionar, e eles estavam fazendo a limpeza do lugar lá, então não queriam muitos visitantes pra não atrapalhar. Enfim, fizemos o trajeto em uns 40 minutos, tirando muitas fotos. A medida que subíamos a neve nas laterais da rua aumentava. Chegando lá nos deparamos com aquelas arvores gigantes, lindas! Eu sabia que elas eram grandes, mas não imaginava que fossem daquele tamanho. Enfim, começamos a andar por uma trilha, um caminho bem bonito. Tinha um casal de senhores andando na nossa frente (acho que nesse momento só estava nós quatro nessa área do parque), logo eles avistaram dois esquilos e começaram a tirar fotos e nos chamaram para ver. Foram os primeiros esquilos da viagem, achamos o máximo, tiramos fotos deles e depois descobrimos que eles aparecem em todos os lugares kkk. detalhe que eu tenho 1,81 kkkkk fiquei anão kkkkkk Andamos um bom pouco por ali, admirando a beleza das arvores, até que resolvemos fazer o caminho de volta, não queríamos cansar muito, pois tínhamos o dia todo pela frente. No caminho de volta tinha uma galera indo pra lá, novamente tivemos sorte em ir antes, porque tiramos milhares de fotos sem ninguém aparecendo no fundo kkk. Chegamos de volta no carro às 10h40, e o tempo já não estava mais bonito como antes e estava ficando mais frio. Dirigimos uns 40 minutos até Tunnel View, quando chegamos no túnel eu já preparei o celular para filmar. É surreal a visão quando você sai do túnel. Estacionamos o carro e fomos curtir o lugar, já tinha bem mais pessoas ali (acho que poucas pessoas queriam encarar o trajeto a pé até Mariposa Grove). Saindo dali, dirigimos mais uns 5 minutos até a Bridalveil Fall, aqui já estava bem lotado de gente. Estacionamos e fomos conferir a cachoeira, uma caminhada curta, ela é linda, mas não conseguimos ficar admirando muito, porque estava chuviscando demais e muito frio, voltamos correndo para o carro. Mais a frente tinha um lugar aberto, chamado Sentinel, que dava pra ver bem a cachoeira (não sei qual delas), estacionamos ali e resolvemos caminhar, isso era quase 12h30. Apesar do frio tinha bastante gente caminhando por ali, tinha excursão de escola com muitas crianças fazendo piquenique e umas brincando ao redor de um lago. Caminhamos um monte até chegar numa área do parque com casas para o povo alugar, e mais a frente tinha um restaurante e um Starbucks, pegamos um café, $9 cada, e voltamos fazendo o mesmo trajeto, o lugar era lindo, pena que o tempo não colaborou. Dali fomos direto para Yosemite Valley, chegamos às 13h45. Aproveitamos para carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque no Centro de Visitantes, comprar nosso imã de geladeira ($7, foi o imã mais caro da viagem!) e descansar um pouco por lá. Descansados, fomos fazer a trilha Lower Yosemite Fall Vista Point, que fica bem pertinho do Centro de Visitantes, e bem fácil de encontrar, cheio de placas indicando o caminho. A trilha é bem curta e bem bonita. Chegamos lá e estava lotado de gente, e muuuito frio! Mas ainda conseguimos tirar umas fotos e curtir, a cachoeira é linda! Pena que o tempo não colaborou. No caminho de volta começou a chuviscar. Aí acabamos resolvendo ir embora, já era 16h30 e estávamos cansados e com frio. Resolvemos ir pro hostel, dormir cedo e voltar no outro dia, se o tempo estivesse melhor. Nosso hostel era o Yosemite Internacional Hostel, em Groveland, pagamos $84. Chegamos lá às 18h e era umas 3 casas no mesmo pátio. Tínhamos reservado um quarto compartilhado com 10 camas, quando fui pagar percebi que estava um pouco mais do que quando reservei, mas achei que era pela cotação do dólar. Quando fomos para o quarto entendi que, não sei porque, o rapaz colocou a gente em um quarto com apenas 3 camas, e a terceira estava desocupada, então ficamos só nós dois no quarto, inclusive ele nos deu a chave do quarto para trancarmos quando fossemos sair. Nós estávamos tão cansados que nem reclamamos de ficarmos sozinhos. Nessa parte do hostel que ficamos tinha dois quartos, cozinha e banheiro. Largamos nossas coisas e fomos atrás de algo para comer, encontramos uma pizzaria quase ao lado do hostel. Quando entramos vimos uma porta cheia de Arcade, e acabamos ficando por lá um tempo antes de pedir o que comer, era $0,25 para jogar. Depois de gastar nossas moedinhas com os jogos, pedimos uma pizza com 6 fatias e um copo de refrigerante, que deu $ 20,60. Não era super boa, mas deu bem pra encher a barriga. Depois voltamos para o hostel, tomamos banho e fomos dormir, na expectativa de que o dia seguinte tivesse sol.
  14. 10/04/2019 – Dia de estrada de Las Vegas a North Fork Acordamos e nos arrumamos sem pressa (foto que coloquei do hotel era do dia de hoje tá kkkkkkk), afinal de contas, esse ia ser um dia só de estrada. Descemos tomar café e estava bem cheio, acho que todos foram tomar café ao mesmo tempo. Terminando o café, colocamos as coisas no carro, colocamos o trajeto no Google Maps e partimos para as 7h de viagem até nosso hostel em North Fork. Saímos umas 8h do hotel. No meio do trajeto paramos em dois lugares na cidade de Yermo, para dar uma esticada nas pernas. No EddieWorld (36017 Calico Rd, Yermo), que é uma loja de doces. Na frente tem um cupcake gigante, que dá pra ver de longe da rodovia. Mas a ideia de passar lá foi porque o dono é um super fã do time de basquete Lakers, e dentro da loja de doces tem um espaço com algumas recordações do time, inclusive tem um pedaço da quadra em que o Lakers venceu alguns titulos da NBA . O Vagner que é super fã de basquete curtiu a parada (treinei basquete dos 8 aos 17 anos, não tem como não ser fã kkkkk). Também demos uma parada para conhecer a Lanchonete Peggy Sue, ela é toda decorada por dentro ao estilo anos 80, e na parte de trás tem um jardim com dinossauros de metal, o povo americano é muito criativo kkk. Essas paradas parecem aleatórias, mas são ótimas para dar uma quebrada na monotonia de tantas horas dentro do carro. Depois disso, paramos apenas em Bakersfild para abastecer, $45 ($ 3,45 o galão, segundo o Google Maps estava mais barato do que em Fresno), e em Fresno para comer no In-N-Out, $14,36 (um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches). Chegamos em North Fork por volta das 19h, ainda abastecemos $7 (não lembro quanto estava o galão, mas era mais caro), por medo de faltar nos dois dias que íamos para Yosemite. North Fork é uma cidade bem pequena, acho que a única rua era a rodovia mesmo. Ficamos no Jackass Hostel, pagamos $ 71,04 nós dois, mas dormimos numa cama de casal em um quarto compartilhado. Nós gostamos do hotel, parecia casa de vó, bem aconchegante, acho que estávamos em 7 na casa, contando com o cara que nos recepcionou. Ele estava fazendo nachos para o pessoal e nos convidou, mas eu e o Vagner tínhamos acabado de comer. Nessa noite tinha liberado para comprar os ingressos dos playoffs da NBA, e o cara da recepção foi super gente boa e emprestou o notebook dele para comprarmos. Pagamos com o cartão de crédito em reais e deu R$ 493,16 cada ingresso. É caro, mas já imaginávamos. E o Vagner é tão fã, que estava fora de cogitação não ir. sabe quando acontece algo que você nunca imaginou que um dia poderia acontecer, então você me entende quando eu recebi esse e-mail, assistir um jogo da NBA e ainda Playoffs e do time que iria a final de 2019 a meu amigo, meu coração não ia aguentar não kkkkkkkkkkkkkkkkk Fomos dormir cedo nesse dia para darmos conta de acordar cedo no dia seguinte.
  15. 09/04/2019 – Grand Canyon e a estrada até Las Vegas Acordamos antes do despertador novamente. Essa nossa dificuldade em nos acostumar com o fuso horário nos primeiros dias foram ótimos, porque justamente os primeiros dias da viagem eram os mais corridos, então era bom começar antes. Fomos tomar café da manhã, que era junto na recepção, não tinha ninguém lá aquele horário, então comemos bem à vontade. Achei o máximo uma máquina de fazer panquecas (acabei encontrando em outros hotéis, mas até ali, era novidade). Terminamos o café e partimos às 07h40, tínhamos 1h30 de estrada até o Grand Canyon. Mas, antes de começar o trajeto, paramos num posto tirar uma dúvida sobre o óleo do carro, achamos que estava acabando, mas estava tudo certo. O caminho até lá era bem bonito, mas bem diferente do que eu imaginava, eram campos abertos e arvores para todos os lados, e eu imaginava que seriam as mesmas paisagens dos dois primeiros dias: rochas e deserto. Chegamos lá umas 09h30, pagamos a taxa de entrada ($35 por carro), ganhamos o mapa com todos os mirantes e as linhas de ônibus que temos que pegar para chegar neles. O parque estava bem vazio, mais uma vez a vantagem de ir cedo. Fomos direto no Centro de Visitantes carimbar nosso passaporte com o carimbo do parque. Como só tínhamos algumas horas para a visita, decidimos pelos mirantes da linha vermelha, Hermits Rest Route, que dizem ser os mirantes mais bonitos, são 11 km e, segundo o mapa, levaria 80 minutos sem descer do ônibus. Mas para pegar o ônibus da linha vermelha, primeiro era preciso pegar o ônibus da linha azul, que fica no Centro de Visitantes, e ir até o ponto final, e de lá pegar o ônibus da linha vermelha. Pegamos o ônibus da linha azul, não tinha fila nenhuma, bem tranquilo. Chegando no ponto de pegar o da linha vermelha tinha uma fila, mas foi bem rápido, porque são vários ônibus fazendo o trajeto. Como não tínhamos muito tempo, resolvemos fazer a ida toda dentro do ônibus, ele vai parando em todos os mirantes, então dá pra ver todos, e na volta, descermos no mirante Mohave Point e caminharmos até o mirante Powell Point, o que dava menos de 2km, e se estivéssemos dispostos, poderíamos voltar a pé até a Village, o que seriam mais 3km, para pegar o ônibus azul para voltar ao Centro de Visitantes e de lá caminhar pelo trecho entre o Mather Point e o Yavapai Point. No fim das contas o que aconteceu é que estava um vento que não dava nem para abrir o olho, principalmente eu que estava de lente, era abrir o olho que começava a lacrimejar, era muito vento mesmo! Na ida, descemos nas últimas 3 paradas, tiramos fotos, curtimos e esperamos os próximos ônibus. Na volta descemos no mirante Mohave Point e caminhamos só até o próximo ponto, tentando admirar a paisagem, mas era impossível curtir com aquele vento, tanto que tinha bem pouca gente caminhando, e de lá subimos no ônibus novamente para o Centro de Visitantes e acabamos indo embora. Acabamos não curtindo o parque da forma que queríamos, eu gosto de ir caminhando para curtir mesmo o lugar, mas deu para ter uma boa noção da grandiosidade daquele lugar. Acabou que agora temos motivos para voltar! Tínhamos 4h de viagem pela frente, mas, como saímos do parque antes do previsto, fizemos o caminho até Las Vegas com calma e parando em tudo, esse trajeto passa por muitas cidades da rota 66, e são bem legais de conhecer. A primeira parada foi a cidade de Willians, super fofa. Na entrada da cidade já tinha uma placa sinalizando ser a rota 66, e é claro que paramos tirar fotos! Depois paramos no Centro de Visitantes da cidade comprar um imã de geladeira, pagamos $ 3,30 (fazemos coleção de imãs de viagem). Aproveitamos e fomos no mercado, nosso estoque de comida no carro tinha acabado, gastamos $ 17,75. ainda vou comprar um tripé para tirar fotos legais nossas kkkkkkk A próxima parada foi na cidade de Seligman, essa cidade foi inspiração de muitos cenários e personagens do filme Carros, é bem legal, cheia de carros antigos. Depois dessa cidade, paramos em Kingmans, que também faz parte da rota 66, na lanchonete Mr. D’z, que é bem decorada, cheia de peças antigas. O Vagner pediu um cachorro-quente, que eu não prestei atenção se estava descrito no cardápio, acredito que sim, mas veio com macarrão dentro do pão junto com a salsicha, bem estranho, mas o Vagner disse que estava bom. Eu pedi um sanduíche de frango, e também estava bom. O total, com dois copos enormes de Coca-Cola e mais a gorjeta, deu $ 26. Em Kingmans também abastecemos o carro e pagamos $ 29. Depois dali ainda passamos por Chloride (precisa fazer um desvio de 5 minutos da rodovia), que é uma cidade de 1860, e é onde está o correio mais antigo do Arizona em funcionamento. A cidade era bem pequena, e meio fantasma, vimos 4 pessoas ao passarmos por lá apenas. Saindo dali, logo chegamos em Las Vegas, ficamos hospedados no hotel Travelodge by Wyndham Las Vegas Airport No/Near The Strip, pagamos $ 55,99 no quarto de casal. Como o nome já diz, esse hotel não fica na Strip, pois como ficaríamos dois dias em Las Vegas no fim da viagem, optamos por ficar num hotel mais barato nesse dia. Antes de ir para o hotel passamos no Walmart, comprar um adaptador de tomada e mais algumas coisas para comer, porque o próximo dia da viagem ia ser todo na estrada, gastamos $18,65. Do lado do Walmart tinha uma 99¢ Only, aproveitamos para conhecer, e acabamos comprando umas coisas. Depois fomos para o nosso hotel, que também tinha aquela vibe de motel de filme, até ficamos no segundo piso, pra curtir a vibe, o problema foi subir as escadas com as malas hahahah agora era só descansar para mais um dia o/
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