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Silvana_23

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  1. Silvana_23

    Belém - PA nov2017

    Belém – PA 18 a 22 de novembro de 2017 Chegar de avião em Belém já é bem interessante: imensidão de rios!!! Deixei a bagagem no hostel (Grand Hostel Belem) e fui caminhando até a estação das Docas ver o pôr do sol. Foram uns 10min de caminhada pela avenida do hostel, mas é um lugar perigoso para caminhar à noite, à tarde ainda tinha movimento do comércio, mas precisa caminhar como quem vai ao centro de São Paulo, sem dar bobeira. Tomei sorvete carimbó: sorvete de castanha do Pará com doce de cupuaçu!!! Amei!!! Comi no Amazon cervejaria (queijo marajó) e cerveja cupulate. Os pratos eram caros e não estava com fome...por isso comi só o queijo que também era muito para quem vai sozinha. Voltei para o hostel de taxi. 19/11/17: Dormi muito mal no hostel, toda hora chegava alguém, uma pessoa roncava e o ar condicionado estava forte...senti frio ... Acordei às 8h cansada...tomei café e fui andando em direção à praça princesa Isabel. Passei pela feirinha da praça da república, fiz a visita no Teatro da paz. Peguei começado, mas valeu! Começava às 9h, perdi uns 10 min... O piso na entrada tem formato da cruz suástica que significa paz, acredita! Infelizmente está mais associada ao nazismo que à paz... As classes mais ricas ficavam embaixo. No último andar ficavam os servos, nem tinha cadeira para eles... Tirei fotos da praça da república e fui andando em direção à praça princesa Isabel...parei no caminho pois era uma região esquisita, sem calçada... fiquei com medo...perguntei numa barraca de tapioca e indicaram pegar ônibus... No mapa parecia fácil chegar caminhando, mas nada como quem conhece para falar... Peguei o barco até Ilha de Combu (R$:5,00). Parei no Saldosa maloca (o restaurante sobre o qual havia lido) a ilha em si não tem muita coisa, você precisa ir já sabendo onde quer descer...o legal foi ver pé de cacau e de cupuaçu. Suco de taperebá..(=cajá). No Saldosa, tem algumas atividades como tiro ao alvo, rapel na árvore gigante...escalada...tudo bem simples e caro. Almocei arroz com jambu (verdura) e camarão, pirarucu fresco e purê de pupunha (pupunha parece uma castanha portuguesa mas tem gosto de milho Depois de voltar de barco para a Praça Princesa Isabel, peguei uber para Mangal das Garças que é um lugar bonitinho, tem um restaurante e um mirante para o rio que para mim foi o lugar mais gostoso do parque. As garças são muito bonitas, parecem esculturas... O chato é em todo lugar falarem...é deserto, melhor não ir andando... então esta foi a viagem em que menos caminhei.... 20/11/17: dia da consciência negra. Não é feriado aqui em Belém. Caminhada do hostel até rodoviária valeu a pena. É um lugar movimentado, bem diferente de ontem. Caminhei pela Av Nazaré até o final, depois ela muda de nome e logo chega na rodoviária. Total de 1h com parada no supermercado e fotos na basílica. Parei na basílica de Nazaré e como estava começando uma missa fiquei. Comprei uma fitinha e fiz 3 desejos. Onibus para mosqueiro: empresa condor ou coopetran 11,00. Fui de coopetran 10:15 (é a que saiu primeiro). Tem para voltar a cada 30 min e a viagem dura 2 h. Me indicaram descer na praia do chapéu virado que é onde tem mais movimento. Demorou 2h até chapeu virado. O cobrador que ia me avisar desceu antes!!!! Ainda bem que eu tinha celular e deu para ver no maps quando cheguei. Tem vários quiosques, parei no Lambretta 62 que tinha cara boa e toca mpb. Pratos são para 2 pessoas, mas faz 1/2. Comi o tal filhote grelhado. Gostei desse peixe e o dono é muito atencioso, é de Curitiba. Fiquei encantada com a praia de rio!!! Tem ondas, areia, mas é rio! Do outro lado está a Ilha de Marajó. Caminhei 1 h até a vila, onde fica a rodoviária...pensei que poderia ter algo interessante...mas só passei calor. Tem uma praça mas nada q valesse tanto o esforço... peguei ônibus de volta pela mesma companhia que sairia antes. Depois vi um blog que dizia uma linha que leva para Mosqueiro e que era mais barata, mas se é o que eu vi passando não compensa, sem ar condicionado, ônibus urbano que pega estrada... 21/11/17: depois do café caminhei até o ver o peso (um cheiro horrível, loucura... Caminhei até catedral que fica em frente ao forte do presépio e casa das 11 janelas. Os palácios Lauro Sodré e antonio lemos ficam um ao lado do outro. No Lauro Sodré tem o museu de história do Pará, que eu queria conhecer, mas está fechado para reforma. No Antônio Lemos tem o museu de arte, mas não quis ver. Passei pela rua Siqueira Mendes, onde tem saídas de barco para lugares que eu nunca ouvi falar...a única q eu já ouvi mas não lembro direito por que chama Barcarena. Os barcos para Marajó saem de perto das Docas... Terça é dia de museu grátis!!! Dei sorte. Visitei a casa das 11 janelas (já abrigou um hospital, restaurante) que tem um acervo permanente e exposição temporária. Depois fui ao Forte do Presépio. Havia formandos tirando fotos por ali! Depois fui ao museu de arte sacra (funciona onde já foi igreja de São Francisco, só entrei porque era grátis) e museu do Círio (gostei, bem pequeno). Voltei para o Ver o peso e comprei bombom de carimbo. Almocei no Point do açaí (em frente estação das docas). Filhote grelhado na manteiga, arroz, farofa e açaí. O garçom foi muito atencioso, mostrou que o açaí tenho que deixar na cumbuca, não é para colocar como molho "ele mistura com o peixe na boca" kkkk. Comi como ele falou, mas não gostei. O peixe e a farofa eram uma delícia, o açaí comi com açúcar no fim, como sobremesa, uma delícia tb... voltei para o hostel e deixei os chocolates para não derreter. Deitei para fazer a siesta porque depois daquele açaí e com o calor ficou difícil de andar... Depois caminhei até a rua onde tem a loja do Bombom do Pará. Comprei mais alguns chocolates, doce de cupuaçu e casadinho de cupuaçu...esses são realmente melhores que aqueles do Ver o peso Tomei sorvete de Muruci na Cairu do shopping Patio belem. Caminhei até a av Nazaré e comprei o tacacá da d. Maria. Achei um bom atendimento, ninguém foi grosso, não tinha fila, tinha cadeiras pra sentar....(eu havia lido sobre opiniões bem contraditórias). Pedi o meu para viagem Tomei no hostel, sentada na mesa. O cheiro é estranho, tem tucupi, goma de tapioca, jambu e camarão. O jambu deixa a boca dormente. Experimentar foi bom, mas não gostei como gostei do sorvete de carimbó ou do filhote.... Ia ver o preço do barco para Marajó mas uma senhora me botou medo "vc vai por ali sozinha!" Voltei na hora, ... fiquei sem saber...vi um senhor oferecendo barco para Manaus (300,00 dura 5 dias) pra Santarém dura 2 dias!!! E com risco de ser atacado por piratas. No centro de turistas no aeroporto pedi informação: empresa Arapari leva para Ilha do Marajó. Tem dois horários: 6h e 14h. Saida do terminal hidroviário. Há também uma lancha que sai às 8:30 e custa 50,00...segundo ele, não vendem por internet. Essa viagem foi bem diferente. Hostel estava lotado de estudantes e professores que tinham ido para seminário de museologia!!!. Sobre o hostel: banheiro fica em cima ou embaixo, armário fica nos halls...mas tem tomada em cada cabeceira, café é bom, staff atencioso (Neuma e Rafael) e café da manhã ok! Localização muito boa, já que pelo visto qualquer lugar aqui é perigoso... O Manga hostel do qual ouvi falarem também, fica perto da rodoviária.... achei o meu melhor. 22/11/17: Tomei café e já peguei uber pro aeroporto. O motorista comentou sobre o restaurante chalé da İlha (em Cumbu) que tem umas piscinas e redes ( não cobram como o saldosa..) É mais novo, deve ser menos caro. Não achei tão fácil ter informações sobre os passeios em Belém...no aeroporto o guiche de informações turísticas estava fechado na chegada. No aeroporto, enquanto aguardava o embarque meu nome foi chamado. A Gol teve problemas em Congonhas, teve que retirar alguns passageiros do voo, eu fui uma delas. Teria que voar pela latam num voo para Guarulhos! Muito pior, pois Congonhas é muito mais perto de casa...mas a gol ia pagar o taxi até em casa... O pior foi ter que sair da área de embarque e fazer novo check in na latam, passar no rx e implicarem com minha tesourinha! Sendo que eu já havia passado pelo mesmo rx. Com o tempo extra de espera fiz pesquisa no site da anac e descobri o significado da “preterição” que foi o que a gol fez comigo ao me impedir de embarcar...na verdade eles não me deram opção, eu aceitei o que me foi imposto, já que não havia pelo jeito opção muito melhor... O lado bom foi fazer amizade com um casal que foi ao meu lado no vôo. Trabalham com turismo rodoviário, excursões para o nordeste e sul do país. Iam ficar uma semana em São Paulo, dei várias dicas. O marido morria de medo de avião... Conversando, o avião pousou e eles nem sofreram tanto!
  2. 16/8/2017: São Paulo – Aracaju - Piranhas Alugamos carro no aeroporto de Aracaju e fomos almoçar na orla de Atalaia, antes de pegar estrada rumo a Piranhas. Minha amiga queria ir ao restaurante Parati, que já conhecia e achava bom. Mas era um pouco distante e os restaurantes no caminho estavam fechados...voltamos e comemos no Paraíso do baixinho, restaurante na beira da praia, tinha guaximum e caranguejos que são pratos típicos de lá, mas não tive coragem de provar...principalmente por ver os bichos vivos... Comemos um peixe (Vermelha) na brasa, com arroz, farofa e legumes. Gostoso, principalmente porque estávamos com muita fome. Pegamos estrada usando gps (sou meio atrapalhada com tecnologia, mas consegui ser boa copiloto). Pegamos a BR101, saída para areia branca e Itabaiana (br235). Paramos no posto em Rondonópolis para abastecer e usar banheiro. Passamos por dentro da cidade N. Sra Aparecida. Como já era noite, nos atrapalhamos, mas não atrasamos tanto. A estrada não tinha iluminação alguma, muitas lombadas sem sinalização. Mas foi uma viagem tranquila (umas 5 h de estrada) Ficamos na Pousada Sol Nascente que fica em Piranhas nova, tem fácil acesso, estacionamento e é novinha. Existe há 2 anos e seu dono Cícero é muito solícito e gentil! Contou histórias sobre a região, explicou sobre os passeios. Contratamos ali mesmo a Rota do cangaço e os Cânions do Xingó. Fomos ao centro histórico, jantamos e ficamos vendo o forró na praça. Teve também apresentação de dança de garotos vestidos de cangaceiros. 17/08/2017: Passeio Rota do cangaço O catamarã empresa MF Tur saía às 8:45h do centro histórico de Piranhas e navegava pelo Rio São Francisco até o Cangaço Eco Parque, fica na cidade de Poço Redondo (vimos essa cidade na estrada que vem de Aracajú). É um lugar bem bonito, onde se pode fazer slack line, stand up, trilha para grota do angico e pegar o barco que leva a Entremontes. Fizemos a trilha que demorou cerca de 1h30min, uma guia vestida como cangaceira ia contando histórias do local. Depois ainda pegamos o barco até Entremontes (vilarejo de rendeiras) e tivemos 1h para andar pelo local até o barco nos levar de volta ao parque. Esses dois passeios eram extras, gostei dos dois. Depois do almoço, às 14h, o catamarã retornou para Piranhas. Chegamos quase às 15h. No centro histórico de Piranhas, caminhamos pelo museu do sertão, casa de cultura, Iphan. Tudo isso fica onde antes funcionava a estação ferroviária. Subi e desci a escadaria para a igreja Nossa Sra do Bonfim. Depois subi a escadaria para o mirante, onde fica o restaurante Flor de cactos. Minha amiga foi de carro, pela estrada em direção à Pousada Pedra do Sino que leva ao mirante. À noite voltamos ao centro histórico para comer e vimos mais forró de graça na praça. 18/08/2017: Cânions do Xingó/ Aracaju Fizemos check out na pousada e saímos ruma a Canindé de S. Francisco que fica em Sergipe e é a cidade de onde saem os catamarãs para os Cânions do Xingó. Na estrada pudemos avistar a Usina Hidrelétrica de Xingó (para os interessados é possível fazer um passeio guiado, mas não teríamos tempo, só tiramos fotos por fora). Primeiro catamarã saía às 10:30 (aos finais de semana e feriados tem barco mais cedo). A saída é do restaurante Karrancas, uma estrutura muito bem montada, almoço buffet e a la carte, voos panorâmicos, tudo dominado por essa empresa MF Tur. O catamarã navega pelo Rio São Francisco até os cânions, onde fica parado e os turistas podem fazer um passeio extra de barco pequeno até próximo dos paredões e podem mergulhar numa região delimitada com boias. Próximo aos paredões tem uma parte de terra que pode ser acessada por quem faz a trilha do Mirante do talhado, pelo que entendi é uma trilha só para hospedes de uma pousada de mesmo nome na cidade Delmiro Gouveia. Após almoço, pegamos estrada rumo a Aracaju. Chegamos à noite, viagem tranquila também. Jantamos tapioca maravilhosa na orla de Atalaia. Ficamos na pousada Aguas Douradas, bem próxima à orla. 19/8/2017: Centro histórico Aracaju Pegamos ônibus sentido centro histórico. Visitamos a catedral, andamos pela ponte do imperador e depois visitamos o Museu da Gente Sergipana: grátis, interativo, gostei muito. É um prédio muito bonito onde foi uma escola (Colégio Atheneu Pedro II) e atualmente tem exposição sobre os sergipanos e exposições temporárias. Comemos na lanchonete do museu: petit gateau de macaxeira e charque, adorei! Estava chovendo muito e esperamos um pouco para ver se diminuía para voltarmos a andar...iríamos visitar o mercado central. Mas como era sábado, fecharia às 13h...não deu tempo. Pegamos taxi até o Oceanário e Projeto Tamar em Atalaia. A parte mais interessante no projeto Tamar foi ver a alimentação dos peixes e tubarões. Um monitor explicou sobre as espécies que vivem lá. Durante a alimentação dos tubarões era possível passar a mão neles junto com o monitor. Tubarão lixa...bem áspero! Tirei foto clássica nas letras da palavra ARACAJU. E à noite fomos jantar no restaurante Cariri ( passarela do caranguejo). Nesse lugar tinha música ao vivo na parte de restaurante e tem um local para show de forró após 22h. Na pousada havia folder de agencias que fazem passeios de 1 dia para os cânions por 150-170,00. Sai mais barato do que o que fizemos, mas fica muito cansativo ficar tanto tempo na estrada! Gostei de ficar em Piranhas e de fazer a rota do cangaço também! A partir de Aracaju também é possível ir a Mangue seco (Bahia) e conhecer o parque dos falcões, na serra de Itabaiana. Próximo de Piranhas tem as cachoeiras na cidade de Paulo Afonso, mas ficou para outra viagem também...
  3. 13/06/2017: Chegamos no aeroporto de Petrolina às 17:30 (voo com conexão em Salvador). O visual aéreo já era o máximo, com o Rio São Francisco, por do sol!!! Deixamos as malas no hotel e saímos para caminhar até a orla, ali próximo. Pegamos ônibus para o Bodódromo. Esse local tem vários restaurantes de comida típica (entre elas o bode). Jantamos no restaurante Beira d’água onde tocavam forró e a comida foi muito boa, muito bem servida (pedimos ½ prato, deu para 2 pessoas e sobrou!). Voltamos para a praça da catedral onde havia apresentação de sanfoneiros, preparativos para festa junina. 14/06/2017: fomos à vinícola Terra Nova contratamos esse passeio com a agência Criatur (guia Talita). Saímos às 8h da pousada. Só eu e minha amiga no carro. Demorou cerca de 1 h para chegar na cidade de Casa Nova que fica na Bahia. Tem mais 5 vinícolas no Vale do S. Francisco do lado de Pernambuco. Só a Terra Nova fica do lado da Bahia. Faz parte do grupo miolo. Uma funcionária da vinícola (Mara) nos guiou e deu informações sobre o processo de fabricação dos vinhos e brandys. Estávamos com outro grupo de 2 casais de Manaus (eles haviam alugado carro e chegaram lá por conta própria). A visita foi bem interessante. A principal bebida de lá é o espumante Moscatel e o vinho Shiraz (comprei a embalagem à vácuo que vem numa caixa de papelão e tem torneira para ser consumido aos poucos, sem estragar como aconteceria se fosse uma garrafa aberta). Vimos os carvalhos onde ficam os brandys e vinho reserva. Vinho espumante não fica nos carvalhos, fica sob pressão para formar o gás. Fizemos degustação: começa com água e vai do menos doce para o mais doce (terminou com suco de uva, ótimo!!!). Saindo da vinícola fomos à barragem de Sobradinho, onde tem lago artificial a partir das águas do S. Francisco e Usina Hidrelétrica. Talita mostrou o processo de eclusagem, sair do Rio S. Francisco para área em que a água está mais alta, barco vai subindo...esses passeios de barco só saem nos fins de semana e feriados. Tem outro passeio que é com catamarã e vai para vinícola Rio Sol (nesse tem almoço e muita bebida!), mas também só sai aos finais de semana. Na volta para Petrolina ficamos na rodoviária, compramos passagens para arco verde e comemos lanche lá perto. Perguntamos como chegar na casa de Mestre Quincas (artesão), que pelo mapa da cidade é um ponto turístico. Ninguém sabia informar direito. Um senhorzinho que vendia coco até se esforçou para entender e tentar ajudar...”você quer ir na casa desse cidadão”? perguntou ele...Acabamos pegando um taxi. Taxista também não conhecia, mas mostrei o endereço no mapa e lá fomos nós. Na chegada achei um lugar bem sem graça. Mas conversando com uma senhora de lá e depois com um artesão que parou seu trabalho para conversar, ficou mais interessante. Tinha o Roque Santeiro (só faz santos) e o cara que fez carrancas para a novela Velho Chico. De lá pegamos ônibus para voltar ao hotel. Deixei o vinho e carranca que comprei e saímos para ver a Catedral por dentro e passar por outra igrejinha. Fomos caminhando pela ponte e cruzamos até Juazeiro. Paramos na ilha do sol (que fica no meio do caminho), fomos alertadas sobre risco de assalto, mas foi tranquilo... Fomos ao centro de informações de Juazeiro que fica dentro de um barco, que foi o primeiro barco a vapor a navegar pelo S. Francisco. A pessoa que nos deu informação foi super solícito, falou sobre o peixe Caru e Surubim e necessidade de melhorar o turismo e aproveitar o potencial do lugar. Vimos pôr do sol ali perto da ponte. Andamos até a catedral e depois jantamos Cari na brasa no Mac beto. Gostei desse peixe! Atravessamos de barco para Petrolina. Caminhamos pela Orla, tomamos sorvete e passamos por um restaurante (Haus?) que parecia bem legal e tinha música ao vivo! 15/06/2017: pegamos ônibus para Arco Verde às 8h. Foram 8h 30 min de estrada, várias paradas. A estrada não é tão ruim como eu imaginava, a paisagem era interessante...caatinga. Passamos por Santa Maria da Boa Vista (pagamos 1real para usar um banheiro onde não tinha água nem sabão, tinha uma placa avisando que só era permitido fazer xixi!!!). Paramos em Cabrodó, Salgueiro (onde almoçamos), Serra Talhada (tinha uma serra que lembrava Pico das Agulhas Negras, depois soube da importância dessa Serra para o cangaço e cultura do Sertão). Depois dessa cidade o clima já estava diferente e em Arco Verde estava chovendo. Pegamos taxi e o hotel é uma gracinha. Bem no centro. Mas como é área bem comercial, demorou para encontrarmos local aberto para comer. Comemos num restaurante oriental. Gostei: salmão com legumes e arroz com brócolis. Perguntamos para a garçonete sobre a festa em Ipojuca (zona rural) e ela disse que “tem muito pistoleiro por lá” afff....desistimos de tentar ir. 16/5/17: Saimos do hotel para pegar a van para Buique (saída da van era na rua atrás do hotel). A van esperava chegar no mínimo 7 pessoas para sair, saímos às 8h. Chegamos em Buique às 8:55. Passamos por um mercadinho, usei o banheiro dos funcionários (horrível!) e fomos pegar a van para a Vila do Catimbau. Essa van esperou juntar 10 pessoas para sair, ficamos esperando mais de 1h!!! A van passou por estrada de terra, ainda bem que não estava chovendo, mesmo sem chuva estava deslizando por causa da chuva do dia anterior. Encontramos o guia na Praça do Catimbau, onde tem um local para passeios (associação de guias). Ele estava com um carro para nos levar às trilhas. A primeira trilha foi a do Chapadão que depois emendava com o sítio arqueológico (1 pintura de homens sem cabeça). Duração total:1h (ele considerou 2 trilhas!). Como não estava chovendo, fomos até a estrada do outro lado, numa parte fora do parque, para caminhar até a “cachoeira” da gruta e depois até uma gruta cheia de pichações. Essa caminhada levou cerca de 50 min ao todo e ele também considerou 2 trilhas diferentes... Ao final, o guia nos levou de carro até Buique, já que a van que nos levou à vila do Catimbau só voltaria no dia seguinte!!! Gostei de conhecer o lugar, mas não considero imperdível. Só recomendo se já estiver pela região, de preferência se estiver de carro, já que ir com transporte local é muito perrengue. Na volta para Arco Verde, caminhamos um pouco pela cidade que já estava com preparativos para a festa junina e à noite fomos atrás do bar “Delegacia do bode” que havíamos visto na internet... Descobrimos que ele mudou de dono e de nome para “Na ladeira”. Nesse dia estavam comemorando um ano de funcionamento, tinha uma banda boa tocando forró e mpb. Jantamos ali e tomamos cerveja muito boa. Comemos arrumadinho misto, que é diferente do arrumadinho de São Paulo: tinha feijão, calabresa, milho, queijo e carne seca! Muito bem servido. Depois fomos a um café e comi “cartola” de sobremesa (banana com açúcar, canela e queijo manteiga por cima). Coisas interessantes do passeio para o Vale do Catimbau: diferenças entre cactos (mandacaru, facheiro e quipa). Mandacaru tem várias funções medicinais. Facheiro é usado com fogo na ponta, depois de seco, como um facho de luz. Sobre o quipa não lembro nada... Da estrada avistamos a pedra do cachorro ou morro do Pititi, avistamos o cavalo marinho, o camelo e morro do elefante. Parque Nacional desde 2002. Catimbau significa terra de caboclo, cachimbo pequeno ou feitiçaria. Pititi tinha água, hoje secou. 17/6/2017: Começava a festa junina com vários polos pela cidade: Estação, Raizes do coco, Cultural, Pé de serra, Principal). Gostei do Raizes do coco e do Pé de serra, apesar deles dançarem forró diferente. As comidas típicas são diferentes: a canjica é o nosso cural, mugunzá é parecido com nossa canjica, mas feito com milho amarelo. Tinha queijo manteiga, vatapá com bacalhau, escondidinho, milho assado, milho cozido... Essa foi minha única noite de festa junina nordestina. As festas mais importantes são dias 23 e 24/6 (dia 23 tinha Lenine na programação de Arco Verde!!!), mas já foi legal para conhecer. Gostei da decoração que eles fazem, gostei de como toda a cidade se volta pra festa, tem apresentação das quadrilhas das escolas na rua, mas prefiro as comidas do sudeste. 18/6/17: Peguei ônibus para Recife. A partir dali estava sozinha pois minha amiga ia passar mais alguns dias no sertão e minhas férias já estavam acabando. Peguei taxi da rodoviária até a pousada Julieta, em Boa Viagem. Deixei as malas e fui de ônibus até o centro da cidade. Como era domingo, os ônibus não chegam no Marco Zero. Desci num ponto próximo e caminhei uns 10 minutos até lá. Há 10 anos atrás fui ao carnaval de Recife, mas passava o dia em Olinda e só ia para o centro de Recife à noite, não havia visto nenhum prédio histórico, não lembrava de nada. Há prédios muito bonitos, mas no geral estão muito mal conservados. Vi skatistas fazendo pichação em placas de transito, tinha muito lixo nas ruas e cheiro ruim. Fui ao Cais do Sertão, museu novo sobre o sertão com histórias contadas a partir da vida de Luiz Gonzaga. Queria ter ido ao Paço do Frevo, mas já estava tarde e como estava sozinha quis sair daquela região antes de escurecer. Na volta, caminhei um pouco por Boa Viagem mas como começou a chover voltei logo para pousada e jantei ali perto. Ainda há coisas para conhecer em Recife...fica para a próxima! Fim das férias.
  4. Chapada Diamantina 01 a 08 de junho de 2017 01/06/2017: Vôo de Congonhas para Lençóis com conexão em BH e em Salvador. Cheguei em Lençóis às 14h. Havia uma van da agencia Chapada Adventure Daniel que levava do aeroporto até Lençóis por R$20,00. O aeroporto é minúsculo, nem tem esteira para entrega da bagagem, acho que só há vôos às quintas e domingos. Fica a 30 min de Lençóis. A outra forma de chegar na chapada seria com ônibus a partir de Salvador ou alugando carro. Aproveitar a promoção desse vôo foi a melhor alternativa! Fiquei num hostel bem simples (meu Canto Hostel), mas fui muito bem recebida pela Mary. Fiquei de ir à agência Volta ao Parque nesse dia às 19h, já havia reservado o trekking do Vale do Pati de 5 dias/4 noites. Passei no centro de informações turísticas e peguei o mapa da cidade. Naquela hora da tarde, o único passeio possível era o Serrano (cerca de 15 min caminhando) onde havia umas quedas d’água, “piscinas”. Na agencia, quando fui conversar sobre o trekking, fui apresentada ao guia que iria comigo (Tiago) e um outro guia fez um city tour cortesia por Lençóis (falou um pouco sobre a época do garimpo). 02/06/2017: Saí de Lençóis às 6h, demorou mais de 1 h de carro até o Vale do Capão onde encontrei o guia (Tiago) e a namorada dele que também iria no trekking (Gi). Fomos de carro até a entrada da trilha (Bomba). O vale do Pati pode ser feito de várias maneiras, entrada pelo Capão é a mais difícil. Caminhamos por uma região muito bonita com vista para o morro do castelo. Paramos no “Rancho” para tomar banho, descanso e lanche. De lá caminhamos mais, subimos o “quebra-bunda” e chegamos ao mirante do Vale do Pati. Vista linda!!!! Até ali havíamos caminhado mais de 5h. De lá se podia avistar a “Igrejinha” (onde já havia sido igreja e hoje é uma das casas para hospedagem), mas nós iríamos para a casa de D. Raquel. Descemos por uma parte bem íngreme, com pedras e que exigia 5 apoios. A mochila estava pesada, o que incomodava um pouco, mas foi tranquilo. O guia foi na frente correndo pois disse que teria que reservar jantar até às 17h, mas no trecho em que caminhamos sem ele não tinha erro. Chegamos na casa de D. Raquel umas 17:40. Tomei banho frio, mas regenerador! E a comida então...hum...tinha palma (lembra vagem mas é um cacto), batatinha com queijo, arroz e feijão feitos em fogão à lenha!!! 03/06/17: Após ótimo café da manhã na casa da d. Raquel, começamos a caminhada rumo ao Morro do Castelo. Tem várias escalaminhadas, mas o visual compensa todo o esforço. Passamos por dentro da gruta, fiquei com muito medo nesse lugar, mas o mirante no final foi “massa” como eles dizem por lá. Depois caminhamos até a cachoeira dos Funis (tem uma parte antes de chegar nela, mas não soube o nome). Caminhamos ao todo 5h40 min (14,89km), mas bem tranquilo pois só tinha a mochila de ataque. Outro banho frio e outro jantar maravilhoso na casa de D. Raquel. Acabei combinando com o guia ficar as 3 noites lá e não ter que andar tanto com minha cargueira que estava um pouco grande...o lado ruim foi não conhecer outros moradores, mas gostei de qualquer forma. 04/06/2017: choveu à noite toda, amanheceu chovendo também...Começamos a caminhada na chuva rumo ao Cachoeirão (parte de cima). Foram 3h30 de caminhada contando um trecho em que ficamos perdidos por causa da visibilidade...fiquei um pouco tensa nessa hora...Mas conseguimos chegar e ver a paisagem sob a neblina...Alguns minutos depois o tempo abriu e o visual foi maravilhoso!!! Tirei foto na pedra (lembra um pouco a pedra da Fumaça, que eu veria depois....mas gostei mais do Cachoeirão). Fizemos um lanche ali e logo voltou a chover. Andamos até uma toca que tinha no caminho e na qual muita gente faz pernoite (mesmo sendo proibido). Esperamos mais um pouco ali, mas durante quase todo o trajeto teve chuva e barro. Foram muitos escorregões! O bastão me salvou nessa caminhada. No jantar dessa noite teve godó de banana que é típico da chapada. Gostei! 05/06/2017: amanheceu chovendo de novo...esperamos até umas 10:30 para começar a caminhada para o Pati de baixo, ruma à casa do Sr. Jóia. O guia havia dito que seriam 2h de caminhada...mas foi 1h40 só até a prefeitura (onde havia sido prefeitura e atualmente é um ponto de hospedagem). Ali a hospedagem era 130,00 com meia pensão. Nas outras casas 110,00. Paramos um pouco para descansar e fiquei admirando a vista do Castelo dali...dava para ver a “janelinha”. Se algum dia voltar ao Pati quero me hospedar na prefeitura. Continuamos a caminhada até a casa do Jóia. Paramos numa ponte para comer e tirar fotos, lugar lindo! A caminhada durou 4h30 total. Deixamos as coisas e fomos ao Poço do Raí. Não entrei, mas o lugar é legal para tomar banho (tenho medo de água fria, uiiii!!!). Jantar bem gostoso também, fomos dormir cedo para acordar cedo no dia seguinte. 06/06/2017: choveu forte a madrugada toda. Acordei às 5h e estava escuro e chovendo. Descemos para tomar café da manhã e até sair já eram umas 6h15. Logo que sai da casa tem um descida bem escorregadia e depois é só subir a ladeira do Império. 6km de subida, mas chão de pedras, provavelmente colocadas lá pelos escravos. Essa subida demorou 1h27min. Não achei pior que a subida do morro do Castelo, acho que a expectativa de que fosse tão difícil fez até parecer fácil...só cansativa. Foi bom estar tempo fechado, com sol seria muito mais desgastante. Até chegar em Andaraí, caminhada totalizou 4h 40 min. Andaraí é uma cidade pequenininha, gracinha! Comi pastel e tomei sorvete de coalhada com calda de maracujina. De lá, o carro da agencia nos levou ao Poço Azul, onde eu faria a flutuação. São 20 min para ficar no poço, chegamos numa hora muito boa, em que os raios do sol entravam na gruta e mostrava todo o azul do poço! Lindo! Depois voltei para Lençóis. Para as próximas noites eu havia reservado quarto na Pousada Roncador (mais próxima na Praça central), bem perto da agência. É simples também, mas gostei. Caminhei pelo centro e jantei estrogonofe de palmito de jaca. Conversei na agência Volta ao Parque e queria fazer o passeio da Cachoeira da Fumaça com Morro do Pai Inácio no dia seguinte. Disseram que era possível. 07/06/2017: Fui à agência pensando que faria o passeio Cachoeira da Fumaça/Morro do pai Inácio. No carro estava eu e mais um casal. O motorista e guia era o Babal (só lembro o apelido...). O começo da trilha para Fumaça é no Capão. Paramos na cidade Palmeiras no caminho, para comprar lanche (1 pão de hambúrguer + 2 pães de queijo por 5reais!!!). A entrada da trilha também é entrada para quem vai fazer a travessia Capão Lençóis e para quem vai para a parte baixa da Fumaça (mas que precisa ser feita em mais de 1 dia, acampando). Todos registram sua entrada na trilha e para onde irá. Já houve muitos casos de desaparecimento e suicídios na Fumaça, triste...O começo é mais difícil por ser subida, mas depois fica um caminho plano quase por completo. Infelizmente estava chovendo e nublado. Na ida não conseguimos ver muita coisa. Mal consegui ver a cachoeira ao chegar lá, mas depois de lanchar, quando estávamos quase indo embora o tempo abriu novamente e o visual ficou incrível!!!! Essa é a segunda maior cachoeira do Brasil. A caminhada de ida demorou 2h 10 e a volta 1h30. Ao terminar temos que registrar a saída. A associação que cuida do local não cobra entrada mas pede doação para auxiliar no trabalho deles...eu não tinha nada trocado, acabei dando a bolacha que estava fechada na minha mochila e deu pra ver que alegrei a galera!!! No caminho de volta, descobri que o casal que estava comigo havia comprado o passeio Fumaça + Riachinho (que é o padrão de todas as agências). E a subida no Morro do Pai Inácio só pode ser feita até 17h...como ficamos mais tempo na Fumaça porque demorou para abrir o tempo e passamos na Riachinho, não consegui ir ao Pai Inácio ver o pôr do sol...o que me consola é que mesmo se tivesse dado tempo, eu não veria nada pois estava chovendo...mesmo assim fiquei um pouco chateada...de qualquer forma tenho motivos para voltar à Chapada! Jantei risoto de carne seca num restaurante na esquina da rua da pousada, um dos poucos que tinha espaço interno, pois estava chovendo e a maioria dos restaurantes coloca mesas nas ruas. Encontrei duas pessoas que também estavam no Pati no período em que eu estava, jantamos juntos e depois comemos sobremesa numa doceria muito fofa (D. Sonia). A filha dela também é guia, ficamos conversando, ela falou mais sobre a chapada e seus atrativos. Com certeza quero voltar para conhecer a cachoeira do Buracão, Igatu e grutas e Pai Inácio. Pelo menos o Pati que eu mais queria já fiz, mas voltaria de novo também, ficaria na igrejinha, casa do sr. Wilson e prefeitura. Gostei da agencia que contratei, o preço estava razoável por ser Chapada (infelizmente é preço para estrangeiro). Mas agora que já conheço um pouco, gostaria de ir de carro, sem pressa, parando nas cidadezinhas que gostar...aproveitando mais esse lugar encantador.
  5. 17/05/2017: voo de São Paulo para Lima (5h). Taxi (empresa taxi green, 50 soles) do aeroporto ao Terminal Los Olivos (empresa Movil Tours). A região em torno desse terminal é bem feia, fiquei dentro do terminal esperando até às 10h a saída do ônibus para Huaraz. O ônibus era convencional, foram cerca de 8h de viagem, com uma parada para almoço. Senti dor de cabeça e um pouco de enjoo no caminho, efeitos da mudança de altitude, mas nada insuportável. Em Huaraz, peguei táxi do terminal da Movil tours (4 soles) até o Hotel America onde eu havia reservado 3 noites. Após check in, saí para procurar agencias e decidir os passeios que faria. Ainda estava indecisa sobre o trekking Santa Cruz. 18/05/17: saída às 9h para o Glaciar Pastoruri. Fechei esse passeio com a agência Pablo Tours (35 soles). Na ida a van estava perdendo um pouco de óleo, motorista parou para olhar, mas deu tudo certo. Fomos e voltamos em segurança. Teve parada na zona de água gaseificada Pumapampa. Vimos as Puias Raymondis (árvores gigantes que vivem cerca de 100 anos e só florecem uma vez, morrem após florescer, possuem muitos espinhos e receberam esse nome em homenagem a um geógrafo italiano). Avistamos um pico nevado com imagem semelhante ao rosto de Cristo (Mururu). Finalmente a van parou onde se iniciaria a caminhada até o Glaciar Pastoruri. A caminhada é tranquila, cerca de 35 minutos. Mas a altitude mostra seus efeitos e por ser o primeiro dia, senti um pouco de cansaço. No final da caminhada estamos a mais de 5000 metros de altitude. O Glaciar Pastoruri é patrimônio natural da Humanidade desde 1985. Foi bom e necessário para aclimatação. A caminhada é sobre umas passarelas e no trajeto há fotos contando a história do Glaciar (“La ruta del cambio climático”), mostrando como ele está desaparecendo. Há cerca de 30 anos atrás era possível caminhar sobre a neve. Hoje só se pode avistá-lo de longe. Na volta paramos para almoçar: truta frita, arroz, batata e salada. Prato muito bem servido, lugar simples. Chegando em Huaraz, fui ao centro de informações turísticas e à casa de guias perguntar sobre o trekking Santa Cruz. A única agência que contraindicaram foi a Perudiamonds (fiquei curiosa, mas não descobri por que). Falaram que o preço razoável seria 250 dolares pelos 4 dias/3 noites. Empresas que cobram 350 soles provavelmente teriam equipamentos de má qualidade, guias que são mal pagos, não seriam confiáveis. E nas agencias por onde havia perguntado, os preços eram todos 350 ou 400 soles, mal sabiam informar sobre o trekking. Percebi que todas vendiam o mesmo “grupão”. Fiquei com receio de ficar 4 dias sem banheiro, de tomar chuva e passar muito frio. 19/05/17: ônibus passou às 5:30 no hotel para o passeio da Laguna 69. Fiz pela agencia Quechua Andes (35 soles). O ônibus foi lotado, parou no caminho para tomarmos café da manhã. Fui usar o banheiro e tinha um buraco na parede...só vi depois que estava lá dentro...quem estava lá fora poderia ver as pessoas ali, se prestasse atenção...abaixei a cabeça para que pelo menos não reconhecessem o rosto, kkkk.... O ônibus fez mais uma parada no caminho para tirarmos fotos na Laguna Chinancocha (lagoa mulher) que é linda! Há alguns passeios só até ali, eles chamam de Quebrada Llanganuco (onde estão as Lagunas Chinancocha e Orconcocha - lagoa homem). Avistamos o Huascarán, tiramos fotos e seguimos de ônibus até Cebollapampa (3900m de altitude), início da trilha para a Laguna 69 (esta fica a 4600m de altitude). Foram cerca de 3h de caminhada na ida!!! Cansativo, mas muito bem recompensado pelas belas paisagens no caminho e na lagoa. O tempo estava frio, com períodos de chuva, mas estando com roupas adequadas dá para ir muito bem. Não é recomendável para o primeiro dia. No ônibus, fui ao lado de uma suíça que iria fazer o trekking sta Cruz. Ela havia reservado pela agencia ECO ICE, pela internet, cerca de 240 dol. Pensei em procurar essa agencia para ver se ainda haveria vaga... No trajeto de ônibus voltando para Huaraz estava chovendo e frio...acabei decidindo que não queria passar perrengue. Nessa época do ano não seria mais tempo de chuva, mas como o clima está louco...estava chovendo todos os dias...eu preciso de banheiro pelo menos dia sim dia não...decidi ficar mais 3 noites no mesmo hotel, com banheiro privativo e TV e desisti do trekking. 20/05/2017: tive uma noite péssima, acordei com barulho de hóspedes bêbados chegando no hotel de madrugada, além de música de alguma casa noturna que ficou com som alto até 5h da manhã!!! Conversei na recepção e me mudaram para o andar de cima que foi mais tranquilo nas outras noites. Nesse dia fui por conta própria para a Laguna Churup. Peguei van às 8:30h até Pitec. A van sai da esquina da Av. Prorrogação Augustin Gamarra com Av. Antonio Raimondi; passa por uns bairros bem simples. Passa por Llupa e até ali seriam 5 soles, mas como estávamos em 5 pessoas que iriam até Churup ele continuou por mais 5 soles até a entrada do Parque. Eu havia sido informada no Centro turístico que era possível fazer essa trilha sozinha, mas não achei fácil! Teve um trecho com cordas e que precisava cruzar a água, contei com ajuda de um grupo. Teria desistido se não fossem eles. Também exige bom condicionamento devido altitude (fica a 4480m) e trechos com pedras. Demorei 1h40 no trecho de ida. Estava nublado, mesmo assim a vista era linda! A Lagoa é verde, bem diferente da Laguna 69. Recomendo as duas igualmente. Mas a sensação de vencer desafio na Churup foi maior. Além de ter menos muvuca que na 69. Eu havia comprado o bilhete de 65 soles pois a princípio faria o trekking santa cruz. Esse bilhete valia para qualquer parte do parque Huascaran. Mas como só utilizei em 3 partes, teria sido mais vantajoso pagar os 10 soles de cada entrada. Tinha horário para voltar, a van que nos levou ficaria esperando. Sem ela não havia outro tipo de transporte. Então comecei a fazer a trilha da volta sozinha, pois o grupo que me ajudou era de moradores de Huaraz que estavam fazendo picnic e iriam ficar mais tempo por lá. Na volta conheci uma brasileira que estava morando no Peru e faz escaladas e sua amiga peruana. Perguntei sobre o Nevado Mateo, que haviam me falado ser um local em que se podia caminhar na neve. A peruana me indicou a agencia Andeankingdom e fui me informar...seria uma experiência muito diferente. Na agencia disseram que faziam o passeio a partir de 2 pessoas, ainda não sabiam se teria mais uma pessoa para fazer comigo...fiquei na espera. À noite jantei um ¼ monstrito no restaurante ao lado do hotel: era um prato muito grande, ¼ de frango assado, arroz chaufa (ovo, moyashi, pimentão), batatas e salada. 21/05/2017: fiz o passeio para Ruinas de Chavín com a agencia Pablo Tours (35 soles + 10 entrada no parque). Sai de Huaraz às 9h, a van foi lotada e eu era a única não peruana! Paramos no caminho para tirar fotos na laguna Querococha (3980m) que é linda também! No trajeto tem passagem por um túnel sob a cordilheira, incrível o caminho. Gostei muito. É o passeio que menos exige esforço físico. O Sítio Arqueológico de Chavín de Huántar é Patrimônio Histórico da Humanidade. O povo Chavín teve grande importância histórica para a civilização peruana, por isso tantos peruanos visitando o local. E quem entende de arqueologia fica mais fascinado ainda. Passamos também no Museu Nacional de Chavín, que foi uma doação do governo japonês em 2008, onde se conta de forma mais didática como funcionava a civilização Chavín. Algumas informações interessantes desse passeio: Estela de Raimondi é uma escultura pétrea, original está no museu em Lima; El Lánzon é uma escultura esculpida em granito irregular, mede 4,54m; Cabezas clavas eram esculturas de cabeças que ficavam na parede dos templos com feições de felinos. Xamãs tomavam chá do cacto de San Pedro, alucinógeno, e possivelmente a imagem das cabeças clavas poderiam ser as imagens formadas após o efeito do chá. 22/05/2017: a agencia não conseguiu outra pessoa para o passeio do Nevado Mateo, mas me fez a proposta de fazer sozinha com o guia e eu aceitei! Foram 210 dol pelo passeio com alimentação e equipamentos. Caro, mas valeu por ser algo totalmente diferente e pela alegria que senti ao ver tanta beleza. Passei um pouco de medo também e muito frio, mas adorei! O taxi com o guia me pegou no hotel às 3:45!!!! Foram 2 horas de estrada, passamos por Carhuaz e depois Ulta, até a base para subir o nevado. Dava para sentir que a estrada tinha muitas curvas, o tempo estava ruim, com chuva e o carro quase bateu numa vaca no caminho, não tinha quase nada de visibilidade! Ao chegarmos no alto, onde teríamos que começar a caminhar, estava nevando! Eram 6h da manhã...esperamos uma hora e como melhorou um pouco iniciamos a caminhada. Havia mais um turista com seu guia no local! Passeio super vip!!!! Desde o início fui ligada ao guia com equipamento de segurança. Tem uma parte em que se caminha por pedras e depois começa o trecho com neve (nessa parte coloquei os sapatos especiais e os grampos e óculos escuros). Senti até calor com a quantidade de roupa que estava usando, fui tirando as camadas conforme subia... Lá do alto consegui avistar 3 lagoas e estava em frente ao Huascaran! Fiquei um pouco até recuperar energias e descemos de volta. Cair na neve até era gostoso, mas fiquei imaginando como saber se naquele trecho não teria um buraco sem fim? O guia disse que a textura da neve indica por onde é possível caminhar e nos trechos mais íngremes a chance de avalanche é maior...correu tudo bem, voltei cansada, mas feliz!!! Os donos da agencia são também donos do Hostel e bar Campo Base e eu e o guia ganhamos uma porção de pasteis e um pisco sour cortesias por termos subido ao cume do nevado Mateo. Achei muito gentil! E gostei da região onde fica esse hostel, é um tipo de vila com vários restaurantes, agencias, hostels...O guia que me acompanhou é o Jack Sierralta, super gente boa. 23/05/2017: dia de descanso para andar por Huaraz. Passei pela Praça Soledad onde está a igreja Soledad, padroeira de Huaraz. Caminhei até a Rua José Olaya, que foi a rua onde permaneceram intactas casas após o último terremoto em Huaraz. Aos domingos tem feira gastronômica ali. Como não era domingo, o mais interessante nessa rua foi ver 2 vacas andando soltas e um rebanho de ovelhas sendo tocadas por ali!!! Caminhei até a Igreja S. Francisco, fui ao mercado Central e fiquei horrorizada como eles deixam carnes expostas sem refrigeração e as cestas de pão no chão. Almocei no Bistro de Los Andes. Fica numa esquina na Praça das Armas, no andar superior, de onde se pode avistar a praça e as cordilheiras. Tomei Shacue (sopa de feijões andinos com ovo e queijo). Visitei o museu arqueológico de Ancash onde vi um resumo do que já havia visto em Chavín. Descansei um pouco no Hotel até o horário de jantar e pegar o ônibus para Trujillo. O jantar foi no Café Andino, que ficava próximo ao hotel e achei bem aconchegante. Comi quinaufa (parecido com arroz chaufa, mas com quinua no lugar do arroz). O ônibus para Trujillo saia do quarteirão atrás do hotel, era da companhia Linea (50 soles), executivo, consegui descansar. Apesar de um trecho cheio de curvas no início e não ter nenhuma parada, a viagem foi tranquila. 24/05/17: tomei taxi (5 soles) até o hostel Munay Wasi. Encontrei um casal de franceses que havia feito o trekking santa cruz, mas havia se queixado de terem tomado ônibus público!!! Não havia um transporte contratado para eles, então tiveram que esperar muito para chegar do fim da trilha em Huaraz. Além disso disseram que o guia não explicava nada no trajeto, só caminhava e os turistas iam cada um por si...não me arrependi de não ter feito, ao saber disso. Gostei dos passeios que fiz, mas se algum dia tiver companhia pretendo ir com alguma agencia melhor. Encontrei a suíça que também fez o trekking, mas pela eco ice e disse que foi melhor, era um grupo menor, os equipamentos eram ok, transporte real para o grupo. No hostel me deram informações sobre os passeios que conseguiria fazer em Trujillo sem agencia. Fui para Huaca de La Luna, visitei o museu e depois visitei a Huaca. A visita guiada está inclusa no valor do ingresso e foi ótima. A Huaca del Sol está fechada para investigação, está bem destruída. As Huacas foram provavelmente pirâmides. Templos administrativos (Sol) e religioso (lua) da civilização Moche, que viveu de 100 a 600 dC. Viviam entre a montanha (pai) e rio (mãe). Cerro Branco: pessoas de Trujillo subiam no cerro, mas demorou para saberem que ali haviam as Huacas. Civilização fazia sacrifícios (sangue dos guerreiros em troca de água) pelos Deuses, quando demorava muito para chover faziam as oferendas. Huaca del sol: 11 andares. Desenhos simétricos, muitas aves, répteis, coloridos. Há uma teoria de que os Moches teriam se mudado e virado o povo de Chan Chan... 25/05/2017: fui a Chan Chan. Estava sozinha, então não paguei pelo guia. Comprei um folheto informativo. A grandiosidade do lugar é interessante, mas gostei mais das Huacas. Caminhei até o Museu de Chan Chan, mas não compensa, não tinha quase nada. Peguei o ônibus até Huanchaco, mas também não gostei dessa praia. Ela é cheia de pedras, não se pode caminhar molhando os pés na água, só pelo calçadão. O céu é cinza, deve ser boa para surfistas (tinha muitos). Caminhei um pouco, passei por uma igrejinha e peguei o ônibus de volta para almoçar em Trujillo. Fui ao restaurante que me recomendaram como tendo o melhor ceviche da cidade: El Rincón de Vallejo. Foi gostoso, não sei se é realmente o melhor pois não comi em outros lugares. Mas gostei do ambiente. Depois do almoço caminhei pelo centro histórico, entrei na casa de la Emancipación e no Centro cultural de Trujillo. À noite voltei à Casa de la Emancipación pois havia um show gratuito de lançamento do cd de uma cantora de Trujillo. 26/5/2017: Fui ao Palácio Iturregui que atualmente é um clube privado e abre das 8-10:30 para visitas ao seu interior. Cobram 5 soles. Não gostei. Em compensação, fui também na Casa Urquiaga, onde a entrada é gratuita e tem guia que explica cada cômodo, nessa Casa valeria pagar para entrar! Caminhando pela Calle Pizarro, vi uma apresentação de marinera na Plaza de la Merced. Teve um mini-aula também, mas não participei, só fiquei olhando como as pessoas se empolgam! Almocei e à noite peguei o ônibus para Lima. 27/5/17: O ônibus da viação Cruz del Sur era o único que chegava na Javier Prado, em Lima. O hostel havia me dito que esse seria o local mais próximo deles. Mesmo assim precisei pegar um taxi (cerca de 20 min). O hostel ficava em Miraflores e saí para encontrar o tour a pé que sairia dali até o centro de Lima. Há mais de um grupo que realiza esse tour, eu fiz com o guia de colete amarelo e gostei muito. O tour foi pelo centro histórico e o guia contou um pouco sobre a história de Lima. Terminou com uma degustação de Pisco Sour e explicação sobre o Pisco. De lá fui ao bairro Barranco, onde almocei e à tarde fiz outro tour a pé. Eu já havia ido nesse bairro boêmio à noite, na minha outra viagem a Lima. Foi interessante vê-lo durante o dia e conhecer um pouco mais sobre sua história. Vi um cara pedindo a namorada em casamento na ponte! Não lembro o nome da ponte, mas dizem que as mulheres que atravessam a ponte com a respiração presa e fazendo pedido tem esse pedido realizado em 2 horas! Não consegui passar sem respirar, kkkk. Nesse bairro fiz tour com pessoal de colete verde (disseram ser o primeiro grupo a fazer tour a pé em Lima), gostei muito também. 28/5/17: Não gostei do hostel onde me hospedei em Lima, pior custo benefício da viagem. Fiquei num quarto individual, mas o banheiro só ficava no andar de cima. O hostel era uma casa grande, o quarto individual era a provável despensa onde colocaram uma cama. Tinha cheiro de mofo. Nesse local teria sido melhor ficar no quarto coletivo. Nesse dia caminhei por Miraflores, pela costa e fui até o Museu de Arqueologia e história do Peru (vi mais uma vez a Estela Raimondi, dessa vez a original). O museu fica no bairro Pueblo Livre, é muito bonito e didático. Fiquei com vontade de conhecer Ica e Nazca...Depois do museu fui à Huaca Pucllana, uma pirâmide. Lembro de passar por ela à noite e vê-la iluminada da outra vez que estive em Lima. Mas dessa vez fiz o passeio por dentro. Ela existe há 1500 anos, feita de adobitos, construção resistente a sismos (tem espaço entre as pedras). Vi as tumbas dos Wasi (crianças sacrificadas!!! Eram da família ou não? Mistério...). À noite fui ao Larcomar, comi lanche no Papachosperu. No Peru, pelo menos em todas as cidades que visitei, não há um terminal rodoviário para todas as companhias, portanto é bom se assegurar do endereço do embarque e desembarque. A tarifa mais barata pode sair cara pelo tempo de deslocamento (e custo do taxi). Essa foi minha segunda vez no país (na primeira fui a Puno, Cusco e Machu Pichu e Lima) e com certeza voltarei. Ancash me encantou com a Cordillera Blanca, ainda há muito que ver por lá. E conversando com outras pessoas fiquei com vontade de conhecer Ica, Arequipa, Nazca...
  6. Não lembro...mas tem o contato dele no post...de qualquer forma a melhor época pra ir é de abril a setembro. Melhor verificar ano que vem.
  7. Esse é o relato da viagem em que os planos deram errado, mas mesmo assim foi maravilhosa! Planejamento inicial era: - chegar dia 21/4 pela manhã no Parque Nacional de Itatiaia e fazer alguma trilha curta - dia 22/4 fazer o circuito Couto- Prateleiras (talvez subir ao topo das Prateleiras) - dia 23/4 fazer alguma trilha pela manhã, almoçar em Penedo e voltar para São Paulo. O realizado foi: 21/4/17: viajei 5h de São Paulo até o Hostel Picus, em Itamonte. Fui sozinha, meus amigos saíram de Campinas e chegaram mais tarde, perto de 12h. Para ir ao parque àquela hora não seria possível ver nada além do que já iríamos ver no dia seguinte, não compensava ver duas vezes....então andamos pelo bairro do hostel. Almoçamos no restaurante Pinhão Assado, chegamos a uma fonte ferruginosa (disseram que princesa Isabel já tomou daquela água para ter boa saúde...nenhum de nós teve coragem). Passamos por uma cachoeira simples, mas que já dava a graça de estar no mato. Pelo caminho, era possível avistar a Pedra do Picú. O dia estava lindo! Na volta ao hostel conhecemos seu dono que também era o guia que iria conosco na trilha planejada: Felipe. Teríamos que estar às 7h na entrada do Parque (Portaria do Marcão). Preparamos o lanche para o dia seguinte e o jantar: risotto de funghi com queijo. Não tinha estrelas no céu, mau sinal. 22/4/17: Durante a noite acordei com barulho de chuva, choveu praticamente a noite toda. Mesmo assim levantamos e saímos para encontrar o Felipe conforme combinado. O hostel fica na beira da estrada que leva à Garganta do Registro, 5km de distância. Chegando na Garganta do Registro precisa pegar uma estrada de terra à esquerda e após cerca de 15 km chegamos na portaria do parque. Demora cerca de 50 min. A chuva não parou. Com aquele tempo não compensava fazer a trilha e havia risco de acidentes. Voltamos para o hostel para dormir! Às 11:30 a chuva havia parado e esboçavam raios de sol. Decidimos voltar ao parque e fazer qualquer caminhada possível. A Tatá, esposa do Felipe, indicou ir à Cachoeira das Flores ou ir ao Morro do Couto onde era possível chegar sem guia (até antena). Decidimos fazer Morro do Couto, já que não sabíamos se o tempo estaria bom no dia seguinte para qualquer caminhada. Foram 2h40 min ida e volta. Tempo nublado, lama no chão, mas com paisagens bonitas mesmo assim! Era possível avistar Agulhas Negras, Asa de Hermes lá longe... Na volta compramos pinhão, queijo, vinho e licor de Prestígio nas lojinhas que ficam na estrada (Garganta do Registro). Jantamos no hostel, tomamos vinho e essa noite já dava mais esperança: céu estrelado! Combinamos com Felipe que se pela manhã não estivesse chovendo queríamos ir a Prateleiras! 23/4/17: às 5:30 não chovia e o chão estava seco. Fomos para o parque e encontramos o Felipe e Tatá para finalmente conhecermos as Prateleiras. Chegamos na portaria umas 7:40, entramos com o carro até o abrigo Rebouças (estrada ruim para carro pequeno) assim ganhamos tempo e passamos na frente de um grupo de 30 pessoas que ia fazer o mesmo caminho que o nosso, mas estava caminhando da portaria até o abrigo. Saindo do Abrigo Rebouças, caminhamos por uma estradinha e avistamos a Cachoeira das Flores, passamos por um ponto onde se fazem fotos clássicas das Prateleiras, mas com as nuvens não ficaram muito boas. Passamos por um ponto para pegar água e depois de cerca de 1h 30 chegamos na Base das Prateleiras (2460m). Nesse local eu já estava muito feliz: paisagem maravilhosa!!! Olhei para cima e fiquei pensando: o topo deve ser muito legal, mas tenho medo e aqui está muito bom! Um dos meus amigos não ia subir, dois iriam e eu estava indecisa. A Tatá disse que da base ao topo pode levar de 20 min a 3 h, dependendo do grupo. Pelo que nós havíamos caminhado ela achava que levaríamos 40 min. Decidi subir! A parte boa é que a mochila podia deixar na base, com F. que não subiu. Só coloquei uma bolacha e garrafinha de água na mochila do T. E a câmera no bolso. Esse trajeto foi uma escalaminhada que dá medo pela altura, mas as pedras não são escorregadias e a Tatá foi me dando superdicas e demonstrando como se encaixar na pedra. Eu comecei com luvas (de musculação), pra não machucar a mão, mas elas atrapalham, melhor segurar direto nas pedras (e não me machuquei). O guia e os meninos iam em pé em vários trechos em que fui sentada. Eu só queria chegar! Houve um trecho em que usamos cadeirinha, corda e o Felipe fez a segurança para descer uma pedra e depois seguramos na corda para subir até o topo (altitude 2539) e assinar o livro de visitas que fica lá para os corajosos que alcançam. Na subida ficava pensando que na volta também teria que passar por ali...e como disse Felipe: "pensa na volta quando estiver voltando". Descer foi mais fácil que eu pensei! Levamos 1 hora. Tempo total (subida, tempo de descanso e descida) igual 3h. Depois da base fizemos um pequeno desvio para tirar fotos na Pedra da Tartaruga e Pedra da Maçã. Valeu muito a pena! A caminhada durou total de 6 h ida e volta, conforme orientam na entrada do parque. Voltamos para o hostel, tomei banho e às 16:30 estava pegando estrada para voltar a São Paulo. Como era volta de feriado foram 6 horas até São Paulo. Mas não sentia cansaço, pelo contrário, caminhada nas montanhas aumentou minha disposição pra semana!!! Quero voltar!!!! Dicas: Hostel picus: (35) 991142525; (35) 99119-9153 http://www.picus.com.br http://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia
  8. 16 e 17/2/2017: viagem de ônibus pela empresa Eucatur. Comprei passagem de São Paulo a Imbituba (descer no trevo de Araçatuba) Parou em várias cidades, inclusive Florianópolis, onde o trânsito atrasou bastante a viagem. Saída de São Paulo às 22:15, chegada no trevo de Araçatuba às 12:30h do dia 17/2/17. De lá teria que pegar ônibus da empresa Paulo tur que vem de Floripa para Garopaba. Entretanto, esperei mais de 1h e acabei dividindo taxi com uma argentina que também esperava. O taxi do trevo até Garopaba custa R$ 45,00 (ônibus = R$ 2,80...). Cheguei no Hostel Garopaba (Cidade Baixa) onde ficaria por 4 noites (R$ 70,00 diária quarto coletivo), pelo que pesquisei era o local mais em conta (não cogitei camping), bem localizado e com staff muito bom. No dia 17/2 caminhei até a Praia do Vigia e praia de Garopaba e comprei alimentos para os dias em que faria caminhadas. 18/2/17: Peguei ônibus até Praia do Rosa (verifique os horários pela empresa Expresso Garopaba, eles mudam conforme época do ano). Desci no ponto final e caminhei em direção ao ponto sul da Praia do Rosa. A praia é linda! Tem a lagoa do meio (adoro água doce para tirar sal e areia) e caminhei sentido ponto norte de onde tem trilha para atravessar até praia Vermelha. A partir dessa trilha se tem uma vista linda da praia do Rosa! A praia vermelha é bem vazia, para quem quer sossego. E continuando a caminhada é possível chegar na praia do Ouvidor. Essa última não tem muita graça, não gostei de ver os carros estacionados na areia (lá é permitido) e povo fazendo churrasco na praia! Tem uma trilha de lá até a praia da Barra e Ferrugem. Mas como eu estava sozinha, não tinha mais gente fazendo esse trajeto e eu não encontrei o caminho direito, voltei até praia do Rosa e peguei ônibus para Garopaba. Essa caminhada durou 3h ida e volta, com paradas para lanche (7,6km ida e volta). Nessa noite teve churrasco no hostel! Esqueci de falar que os donos são gaúchos, tche!!! 19/2/17: No hostel me contaram de um rapaz que tinha ido caminhando até guarda do Embaú, olhando os mapas e depois de conversar com ele decidi que faria o mesmo! Saí às 7:30 do hostel e fui caminhando pela praia de Garopaba, Siriú, atravessei o morro através da estrada para a praia da Gamboa e segui pela praia até a Guarda. Total: 5h 30 min (parei para tomar um suco em Gamboa e lanche), 21km! Fiquei por cerca de uma hora caminhando sem encontrar ninguém, dá um pouco de aflição essa solidão... Foi interessante fazer essa caminhada, mas ao chegar na Guarda não tinha mais pique para aproveitar o local que é bem legal!!! Fiquei um pouco pela praia, não subi o morro de onde deve ter uma vista linda. Peguei o ônibus de Pinheira para Florianópolis. Pedi para descer quando chegou na BR 101. De lá atravessei pelo viaduto para pegar ônibus da Paulo Tur para Garopaba. Uma pessoa que estava no ponto que me deu essa dica, a princípio eu achava que teria que ir até Floripa e de lá pegar o ônibus, mas descendo na BR101 economizei tempo (era domingo e o transito para Floripa já estava parado naquele trecho, pessoas voltando das praias). O rapaz do hostel havia voltado de carona para Garopaba, mas eu não tenho tanta coragem... À noite comi no Panquecas (muito bom) e tomei sorvete (não lembro o nome...mas era numa esquina perto do Panquecas). 20/2/17: Peguei ônibus pela manhã até a Praia da Ferrugem que é separada da Praia da Barra por uma lagoa. Linda! Adorei as árvores no canto norte e pude descansar ali da caminhada do dia anterior. Almocei um La minuta com peixe (o conhecido PF de são Paulo) e voltei pro hostel. No fim da tarde caminhei até a praia do Silveira (30 min a partir do hostel, coragem para subir a ladeira que a vista compensa!!!). É praia de surfista, mar bravo. Só fiquei na areia. À noite comi pastel de siri na pastelaria próxima à igreja S. Joaquim (a pequena, perto da praia) 21/2/17: Voltei a caminhar pela praia de Garopaba até Siriu, até a lagoa, dessa vez para aproveitar a água que é uma delícia! Esse trecho demora 1h30min só a ida. Voltei para tomar banho, almoçar e peguei o ônibus para o trevo de Araçatuba onde pegaria o ônibus de volta para São Paulo às 17:50. Uma dica: o ônibus das 18:35 não passa por Floripa, então teria sido mais rápido que esse que peguei mais cedo, infelizmente só soube disso depois de ter comprado a passagem.... Adorei esse litoral de Santa Catarina e quero voltar. Mas de preferência de carro e me hospedando pelo menos uma noite na Guarda do Embaú e uma na Praia do Rosa. Foi bom ficar em Garopaba por ter ido sozinha e para conhecer vários lugares em pouco tempo usando transporte público.
  9. Mil desculpas, não vi sua mensagem a tempo...Mas também não saberia maiores informações. Espero que tenha dado certo sua trilha.
  10. 31/5/2016: Saída de Guarulhos para S. Luis às 21:35. Fiquei no aeroporto aguardando o translado que eu havia contratado para barreirinhas (van me pegou às 5h! havia reservado com a agencia Vale dos Lençóis) 01/06/16: Cheguei em Barreirinhas às 9h, fiquei no hostel Casa do Professor. O hostel é bem simples, pequeno, acolhedor. Fui na agencia Vale dos Lençóis e conheci pessoalmente a Elielma e Jocelino com quem havia trocado e-mails e que são super atenciosos. Fechei o passeio para Lagoa Bonita para aquela tarde. Uma jardineira passou no hostel às 14h. Guia Carlos foi mostrando as diferenças do Buriti, Carnaúba...Após mais de 1h, a jardineira parou próximo a uma duna bem grande, uma subida íngreme, mas com corda para facilitar. Valeu a pena, a vista lá de cima foi maravilhosa! A Lagoa Bonita em si não estava bonita, mas há várias lagoas próximas. Tomei banho na Lagoa do maçarico. Ficamos lá até o por do sol. No hostel tomei banho frio, o que não é nenhum sofrimento pois o calor é de matar! O cachorro do hostel (Vaga-lume) é um fofo! O professor e a Bena (que trabalha lá) são muito prestativos! 02/06/2016: peguei o barco de Barreirinhas que vai pelo R. Preguiças até Atins. Eu havia reservado esse passeio com antecedência, seguindo as orientações do Jocelino. Teve 3 paradas: Vassouras, Mandacaru e Caburé. Em Vassouras havia muitas barracas de artesanato, lagoas e macacos que atacam em busca de comida. Em Mandacaru tem um Farol que estava fechado para reforma, a tocha olímpica iria passar por ali, também tem artesanato e tomei sorvete de Bacuri (fruta do cerrado). Caburé é um povoado que tem ligação com o mar. Almocei ali e depois um barco iria me levar para Atins. Muitas pessoas só fazem esse passeio de barco, ida e volta para Barreirinhas, sem ir para Atins. Achei interessante, mas muito turisticão. Se estivesse com mais alguém poderia ter fechado com um barqueiro o trecho no rio direto para Atins, sem as paradas para turistas. Achei interessante saber que o Mangue Vermelho é o que deixa o caranguejo vermelho e o pássaro Guará (que nasce branco) também fica vermelho pois se alimenta do caranguejo. Em Atins tem passeio para ver a “revoada dos Guarás”. Eu vi alguns pássaros no caminho, achei desnecessário o passeio. A Pousada do Irmão (onde eu havia reservado uma noite) foi me buscar no local onde pára o barco. É importante ter reservado alguma pousada, não é tão simples sair do barco procurando onde ficar. Na pousada conversei com o guia Francisco, que iria fazer a travessia de Atins-Santo Amaro comigo. Teríamos que sair pela madrugada, ir de carro até depois do Canto de Atins e então começar a caminhada em si. Mesmo sendo caro, tudo saiu muito mais barato do que se eu fosse com uma agencia. Além da preparação da viagem ser uma das partes que mais gosto!!! Caminhei um pouco pela praia de Atins (tem muita madeira, não é bom para ficar na areia), jantei na pousada e fui descansar cedo. 03/06/2016: tomei café da manhã às 3h, foram 45 min de carro até o início da caminhada: às 4:15 estava com os pés nas dunas, mochila nas costas e lanterna na cabeça. Tomei o primeiro susto por passar em areia movediça (não sabia que elas realmente existiam!!!) mas depois já peguei o jeito de passar sem ser engolida. Muito legal ver o nascer do sol no meio do nada! Paramos para descansar e tomar banho numa lagoa. Passamos por árvores secas que pareciam esculturas e havia cabritos no caminho. Um cabritinho começou a nos seguir e se perdeu da mãe!!! Fiquei com dó, ele estava muito magrinho... Às 10:15 chegamos em Baixa Grande. Foi ótimo, apesar da mochila grande, caminhei bem e nem cansei tanto. Foi ótimo chegar sem ter caminhado com sol tão forte. Ficamos na casa da D. Maria Losa, uma simpatia! Ela pediu para eu assinar o livro de visitas de sua casa e desde 16/01/16 já passaram mais de 280 pessoas por ali. Eu fui número 285. Almocei peixe assado, arroz, feijão, comida muito boa. À noite comi tapioca com ovo. A energia elétrica é com gerador movido a óleo diesel, o que é caro. Eles ligam por poucas horas e quando não tem hóspedes nem ligam, usam lamparinas a óleo!!! Dormi na rede, tudo muito rústico, mas gostei! 04/06/2016: Após café da manhã, começamos a caminhar rumo Queimada dos Britos. Foi um trecho muito mais bonito que o do dia anterior, mas com muitas subidas e descidas. Demoramos 3 h para fazer esse trecho, contando o tempo de banho nas lagoas. Fiquei na casa do Sr. Raimundo Brito e Sra. Joana. É um local mais rústico que Baixa Grande. Tem uma parte separada da casa onde ficam as redes para os hóspedes. Ducha (fria, claro) fica em local descoberto! Essa família hospedou a equipe de filmagem do filme “Casa de Areia” e d. Joana mostra orgulhosa a foto que tem daquela época. Almoço teve galinha caipira. Nessa casa ficaram hospedados um casal que viajava com outro guia e na noite anterior havia ficado em outra casa n Baixa Grande. Era um italiano e uma francesa. Não haviam gostado muito da outra casa e o guia deles não conversava muito (não sei se era o idioma o problema...) Fizemos amizade e no dia seguinte seguiríamos todos juntos até Santo Amaro. Fomos ver por do sol de cima da duna e tomamos caipirinha de Tiquira (tapioca) à noite. 05/06/2016: Acordamos às 3:20 para começar a caminhada do dia. Comi tapioca no café da manhã e seguimos. Foi melhor caminhar com mais pessoas! Paramos para banho em 3 lagoas maravilhosas, uma era de uma cor verde estonteante! Nenhum passeio de Barreirinhas se compara às paisagens da travessia. As paisagens parecem pinturas, a areia das dunas não é quente como eu imaginava e descer as dunas pisando na areia fofinha era uma delícia. A melhor forma de fazer a caminhada é descalça. Comecei a caminhar com chinelo, mas meu pé ficou com bolha e depois fui descalça. Nada de papete ou tênis pois a areia faz atrito e destrói o pé! Além de toda hora ter que caminhar por dentro da água, vai descalço mesmo! Quase chegando na Lagoa da Betânea, onde iríamos almoçar, encontramos grupos de turistas que chegavam de 4X4 em algumas lagoas...fim do sossego! De Betanea fui de carro (o guia do casal tinha uma Hilux e fazia esse trecho!) até a Pousada S. José em Santo Amaro. O meu guia que indicou essa pousada, simples mas boa para descansar até a saída para S. Luís que seria de madrugada. Andei um pouco procurando lugar para comer e só encontrei local de lanche ou de sorvete. 06/06/2016: A jardineira que leva até o povoado de Sangue passou na pousada às 4:20. De lá partem vans para Barreirinhas ou para S. Luis. Foram mais 5 h de viagem até S. Luis. Fiquei no Hostel da rede HI, Solar das Pedras, no centro. Almocei no restaurante do Senac (muito bom!!!) e caminhei pelo centro. A visita guiada que eu queria fazer no teatro Artur de Azevedo não acontecia na segunda feira, então mandei mensagem para avisar o casal que conheci em Lençóis e nos encontramos num barzinho perto do teatro João do Vale. À noite, fomos no teatro Artur de Azevedo ver a abertura do 39 Guarnice (festival de cinema). Teve apresentação de música da Cecília Leite em homenagem a Papete que era importante para a festa do boi e eu nem sabia das histórias. Cineasta Neville D’Almeida também estava presente e teve apresentação do filme “A frente fria que a chuva traz”. 07/06/2016: uma dica fundamental para quem vai pra S. Luis: não dá pra ficar em lugar que não tenha ar condicionado! O calor é infernal, dormi mal, muito pior que nas redes em Baixa Grande ou Queimada dos Britos. No hostel tinha um grupo de uns 20 cariocas que havia feito uma travessia nos Lençóis sentido norte-sul (Atins-Lagoa Azul), acampando, bem mais rústico do que a que eu fiz! Certeza que nessa eu não iria! Fui pegar o catamarã para Alcântara. O horário de saída varia conforme a maré. Haviam me dito que a saída seria 8:30 com retorno às 13:30. Fiz amizade com uma francesa/ brasileira que viajava sozinha também (nasceu no Brasil e foi para França quando era pequena), caminhamos juntas pela vila de Alcântara. Logo que descemos do barco, tinha muitos taxistas, guias e ambulantes se oferecendo. A vila é pequena, fomos caminhando mesmo. Mas teve uma pessoa meio suspeita que se ofereceu para ser guia e depois fomos alertadas por uma pessoa que era bandido! Era para ser um local incrível, muita história, ruinas, paisagens bonitas...mas o medo de assalto e as pessoas mal educadas entragaram o lugar. Caminhamos pela rua principal, fomos à casa de cultura aeroespacial, tomamos sorvete e voltamos para o Catamarã. A dica que deram é que a parte turística não tem fiação suspensa e as ruas são de pedra. Disseram para não sair desse trecho pois tinha perigo de assalto!!! No trajeto de ida, no catamarã, usamos coletes salva vidas e demorou 1h30min. Para voltar, se arrependimento matasse, teria morrido com certeza. E em geral relevo muita coisa viajando, mas fiquei muito irritada. O catamarã era o “Sabor de Mel”. Voltou lotado de pessoas moradoras de Alcantara que estavam indo para S. Luis. Não recebemos coletes salva vidas pois ficaria evidente a superlotação. A maré estava baixa e o desembarque seria numa praia (Ponta da Areia), não no píer de onde saímos. Isso já havia sido avisado, mas não imaginei que seria o perrengue que foi: demoramos 1:20 para chegar até próximo de onde a embarcação deveria atracar e ficamos aguardando mais 1h30min para chegar a um ponto que pudéssemos descer!!! A falta de educação e falta de respeito foram a pior parte: vi pessoas tomando cerveja e jogando a lata no mar sem nenhum pudor. Bêbados falando sem parar e eu parada ali, só tendo que esperar a maré subir!!! Um barco menor passou por nós e chegou mais fácil. O nosso, além de ser maior, estava superlotado. Algumas pessoas pularam na água e foram nadando até a praia (aqueles moradores de Alcantara). Eu estava com fome, sede e torcendo para aquele tormento acabar logo. Imagina se tem criança ou alguém passando mal? Essas saídas deveriam ser proibidas nessas condições. Eu não recomendo esse passeio, especialmente se falarem que a volta será numa praia! Não havia condições para navegar, ponto final, eles não poderiam ter vendido o passeio. Depois que desci na Ponta da Areia pensei em caminhar pela praia e ir até Calhau. Parei para tomar água de coco e fui alertada para pegar ônibus. Que era perigoso caminhar sozinha, tinha muitos moleques que assaltam usando bicicletas....Então peguei ônibus mas nem desci na praia. Olhei de longe e parecia Santos, voltei pro hostel. Não gostei de S. Luis. É extremamente quente, tinha pessoas muito mal educadas, é suja. O centro era para ser muito bonito, mas o fato de ficarem toda hora me alertando “não vai por ali que tem assalto” me incomodou demais. O motorista de ônibus não parava nos pontos, dirigia feito louco. Os motoristas em geral eram muito mal educados, não dão passagem para pedestres na faixa, mesmo que não consigam atravessar a via e tenham que parar, nunca param a tempo de deixar o pedestre passar. 08/06/2016: Pela manhã ainda consegui visitar o Museu Histórico e Artístico do Maranhão. Ele foi um Solar, moradia de um grande fazendeiro do sec XXIX. A visita é acompanhada por uma monitora que vai contando as histórias de cada cômodo (sala masculina, sala feminina, diferença entre Solar e sobrado, tipos de azulejos). Solar: formato em U, parte de cima era dos senhores e embaixo ficava a cozinha e os escravos. Sobrado: em baixo comercio e em cima moradia. Tinha sala para os saraus com acústica e ventilação diferentes. Mulheres desenvolviam habilidades para o casamento: costura, artes. Homens estudavam. Carranca no berço, no quarto das crianças, onde também tinha lugar para a escrava e ama de leite cuidar do bebê. Banhos eram tomados apenas 1 vez por semana, higiene feita com paninhos. Não havia banheiro, usavam urinol e escarradeira, aff!!! Sobre azulejos: azulejo português: em geral são necessárias várias peças para montar um desenho. Azulejo alemão já tinha um desenho em uma só peça. Azulejo francês tinha desenho em uma só peça e era bem delicado. Só os portugueses fizeram azulejos em alto relevo. Saindo do museu, caminhei em busca da praça Gonçalves Dias. Não sei se encontrei, passei por uma praça que não tinha graça e nenhuma referência a Gonçalves Dias. Passei em frente ao Hospital Português que achei bem bonito. Voltei para o hostel e fui para o Aeroporto. Algumas observações: Buriti: árvore com tronco “enrugado”, folha usada como telhado, é mais resistente que carnaúba, tronco usada para lavar rouca. Do fruto se faz doce, suco, sorvete. Bacuri: fruta do cerrado, suco é azedinho. Carnaúba: tronco espinhoso. Pousada do irmão em Atins: Gilvana e Irmão são os donos. É uma boa pousada, confortável, tem restaurante (R$ 150,00 diária do quarto) Nas casas em Baixa Grande e Queimada dos Britos não lembro se era 40,00 ou 50,00 a hospedagem com café da manhã...e almoço 25,00 ou 30,00... Pousada S. José em Santo Amaro=R$ 50,00 Guia na travessia Atins-Santo Amaro: R$ 600,00 ( Francisco Santos Nascimento (98) 98720-6806, super recomendo!) Transporte Sto Amaro-S. Luis: 60,00 Passeio Lagoa Bonita: R$70,00 Qualquer informação sobre passeios procurem pela agência Vale dos Lençóis. Jocelino e Elielma foram muito gentis. A travessia eu contratei direto com o guia, mas eles indicaram a pousada e a pousada conhecia o guia. Deu tudo certo e sairia muito mais caro fechando com agencia desde São Paulo. Transporte de Santo Amaro a S. Luis: (98) 9882-6951 (Maria/Denilson); (98) 98784-4044; (98) 99148-8904.
  11. Essa trilha seria o início do nosso feriado prolongado, iríamos caminhar até Bonete ficar por lá 3 dias e voltar de barco. Mas a chuva mudou nossos planos... Foram 9h na estrada/balsa até chegar no bairro de Borrifos, sul da Ilhabela-SP. Estava chovendo, sem nenhum indício de que iria parar. A chuva já vinha durante a semana, mandamos mensagem perguntando ao hostel se a trilha seria possível de ser feita com chuva e a resposta foi “com chuva leve é possível, há pontes para atravessar as cachoeiras”. Éramos 4 pessoas: L., G., A. e eu. Meu pressentimento era de teríamos que procurar outra hospedagem em Ilhabela. G. perguntou no restaurante Nova York (onde termina o asfalto, caminho pra Sepituba) se era possível fazer a trilha com aquele tempo. Lá disseram não. Havia uma pousada e estacionamento ao lado, fomos ver se havia quartos vagos e o que diziam sobre fazer a trilha. Não havia hospedagem disponível. O dono do lugar disse que a trilha era possível de ser feita, seriam umas 3 a 4h de caminhada, acabamos animando. Como o barco na volta ficaria próximo a esse local, usamos o estacionamento (R$10,00/dia) e iniciamos a trilha a partir dali mesmo (2km até Sepituba, onde tem uma porteira identificando a Fazenda da Laje e inicia a trilha para Bonete, cerca de 11km). Fomos preparados: dentro da mochila tudo estava em sacos plásticos ou estanque, tínhamos capas de chuva e capas nas mochilas. Saímos do estacionamento às 13:30h. Caminhamos cerca de 30 min até a porteira e início da trilha para Bonete. Após cerca de 1h 10min de subidas e descidas, chegamos na primeira cachoeira: Cachoeira da Laje. Os borrachudos estavam fazendo a festa apesar de todo repelente que passamos. Ao abaixar para lavar o rosto, G. perdeu seus óculos de sol para a água...infelizmente eles não fizeram falta por aqueles dias... Essa cachoeira parece bem gostosa para banhos, mas não foi possível aproveitar por causa do tempo: chuva e pressa para chegar antes de escurecer. Passamos pela ponte suspensa e caminhamos mais 2h até a Cachoeira do Areado. Nesse caminho atravessamos várias quedas de água, muito barro, mais subidas, descidas e borrachudos. Após mais uma 1h30 atravessamos a última cachoeira, Cachoeira do Saquinho. Essa trilha seria impossível se não houvessem as pontes nas cachoeiras. Após a terceira cachoeira, caminhamos por trilha aberta e já conseguimos visualizar a praia de Bonete. Tínhamos reserva no Hostel Sambaqui, foi fácil de chegar. Tudo é muito perto. Vilarejo é bem simples, com gerador a óleo e placas de captação de energia solar. Após 23h em geral acaba energia, não esqueçam de levar lanternas. O lixo orgânico é enterrado e dejetos despejados em fossas. O lixo não orgânico é levado de barco, uma vez por semana, até S. Sebastião. O dia seguinte amanheceu chuvoso, desde a noite anterior chovia sem parar. Após café da manhã, ficamos no hostel e jogamos baralho por horas. Saímos para almoçar tarde e andamos um pouco pela praia mesmo com chuva. As ondas do mar estavam muito fortes. No restaurante disseram que não tinha mandioca porque estava perigoso sair de barco para buscar. Logo começamos a pensar na volta: e se não saísse barco por causa do mar? Voltar pela trilha e chegar de madrugada, com transito da volta de feriado??? Decidimos antecipar a volta e fazer a trilha novamente no dia seguinte. Mesmo com os 3 dias de chuva contínua, tínhamos mais medo do barco do que da caminhada! Afinal, já sabíamos que seriam umas 6h, conhecíamos o caminho e não haveria risco de ter que caminhar no escuro, já que sairíamos logo após o café da manhã. No dia seguinte, no hostel, avisaram que os barcos conseguiriam sair pela manhã. Mas como dizia G. “prefiro encarar a trilha que o ‘titanic’”, voltamos caminhando mesmo. Esse dia teve menos chuva que em todos os outros e foi mais tranquilo que o trecho da ida. Encontramos dois rapazes no caminho, um israelense e um brasileiro dono de um hostel que o acompanhava. Eles não tinham muita informação sobre Bonete, quando dissemos que já estávamos caminhando havia 3 horas, desistiram e voltaram pra Sepituba. Como estavam com uma pick up corsa, ofereceram carona na caçamba desde a saída da trilha até o local onde o carro estava estacionado. Foi um anjo que surgiu para aliviar 2km das nossas pernas!!! No estacionamento / pousada, pedimos para tomar um banho (R$5,00 cada) Conseguimos voltar a ter cara de gente! Como é bom ficar limpo e seco! Nesse dia era aniversário da A. e merecíamos um almoço para comemorar tanto o aniversário quanto nossas aventuras! Paramos no All Mirante, restaurante maravilhoso, com vista pro mar e comida ótima. É caro, mas vale cada centavo! E como falamos que era o aniversário da A., ela ganhou a sobremesa! Teve até foto do por do sol!!! Temos que voltar para Bonete, com tempo bom para aproveitar melhor o lugar. Gostei da caminhada, mas por lá não conseguimos fazer nada com chuva. A praia é mais para surfistas, mas disseram que há uma trilha de 40 minutos para praia de Anchovas que é bem tranquila e muito bonita também. Tem mirante do lado oposto do que chegamos e uma cachoeira bem próxima da vila (Poço Encantado), que também ficou para próxima. O staff do hostel Sambaqui é muito atencioso, gostamos! Eles nos recomendaram na próxima deixar o carro na av. principal de S. Sebastião, atravessar a balsa a pé e pegar o ônibus até Borrifos para fazer a trilha. Ou pegar o barco direto de S. Sebastião para lá, sem precisar passar pela Ilha. Frases da viagem: “vai com cautela” e “já era previsto”... Frase inspiradora: “tudo vale a pena se a alma não é pequena”
  12. Olá!!! A hospedagem nos refúgios foi 50dol sem refeições. Eu levei comida/lanches. Lembro que era cara, mas melhor confirmar direitinho no site das empresas fantastico sur e vertice patagonia que administram os refugios e campings. É possível alugar barraca nos campings também, sai mais barato que ficar no refugio ( e não precisa carregar) Eu gostei muito do trajeto paine grande-grey sim! Não sei sobre barcos...Dá uma olhada no site parquetorresdelpaine.cl, pode ter havido mudanças desde que fui. E sobre gastos, não lembro exatamente, mas com certeza menos da metade do que eu via em algumas agencias (principalmente pra quem vai sozinho). Boa viagem pra vocês. Vale cada pesito chileno!
  13. Entrada no núcleo e trilha é grátis, mas precisa agendamento prévio ([email protected] tel: (11) 5975-2000). Esse núcleo localiza-se no extremo sul da cidade de São Paulo (Parelheiros!). Éramos 4 pessoas e lá havia mais um casal que se juntou a nós. Antes de começar a caminhada, um monitor explicou um pouco sobre o monitoramento ambiental e pesquisas científicas desenvolvidas no local. Fizemos a trilha do mirante (1,6km) até onde haveria vista do litoral de Itanhaem, mas como havia neblina, não pudemos avistar nada. Trilha fácil, cerca de 3h ida e volta, circular. Passamos por uma pequena capela onde se faziam as missas muitos anos atrás, maior parte do trajeto foi fácil e na volta passamos pela trilha da bica. É necessário levar lanche e água, só é possível pegar água na volta, passando pela trilha da bica. Não tem lanchonete no local nem nas proximidades. Para chegar no núcleo curucutu seguimos as orientações do googlemaps e também há placas indicando o parque no trajeto. Tem um trecho de estrada de terra, mas sem dificuldades para carros comuns. Conversando com o monitor descobrimos que a trilha que fazia a descida pela serra até Itanhaem está atualmente interditada, infelizmente...aguardamos liberação, já está na lista de trilhas a fazer. http://www.parqueestadualserradomar.sp.gov.br/pesm/nucleos/curucutu/
  14. Travessia Petro-Tere 26 a 28/05/2016 26/5/16: sede Petrópolis- castelos do Açu: 8,5km; altitude Castelos do Açu: 2216m Nosso ônibus de São Paulo chegou em Petrópolis antes das 6h. Íamos pegar um taxi, mas um morador local disse que sairia uns 200,00, pois a entrada do Parque Serra dos Órgãos ficava longe. Disse que seria fácil ir de ônibus (tarifa R$3,50), e assim fomos nós. Pegamos ônibus até o centro e de lá outro até o terminal Correias e de lá pegamos o Pinheiral (616) que seria o mesmo para ir até a entrada do parque, porém descemos na Praça Correias onde iríamos encontrar o guia Wilson. Foi interessante passar pela cidade Petrópolis, ver algumas construções antigas e como quase tudo se remete ao Império. Na entrada do parque o guia entrega um termos de responsabilidade com o nome dos integrantes do grupo e dizendo que é conhecedor do trajeto. Começamos com uma subida, passamos por fonte de água, a trilha era uma subida longa, mas fácil. A dificuldade era o peso da mochila, precisa ter um bom condicionamento e organização para levar o mínimo possível (não era o meu caso, minha mochilar tinha 15kg, pelo menos o condicionamento era bom). Paramos na Pedra do Queijo e Ajax, paramos num local de onde seria possível avistar o Rio e baia de Guanabara (morro do Marco), se não tivesse nuvens. Terminando a subida tinha a pedra “ Graças a Deus”. Subimos pelos Castelos do Açú e fomos para o Refúgio. Ficamos cada um em uma barraca, a minha estava mofada e não fechava , mas não ter que carregar mais um peso compensava. A água desse refúgio era amarela e o banheiro bem ruim, mas pelo menos tinha um...Estreei o fogareiro essa noite: macarrão 4 queijos e frango!!! Cansaço é um ótimo tempero. 27/05/2016: Castelos do Açu – Pedra do Sino:10km; altitude da Pedra do Sino:2263m Esse seria o dia mais puxado, muitas subidas e descidas. Subida até Vale da Luva. Depois dessa primeira subida paramos um pouco, descansamos, mas as partes mais difíceis ainda estavam por vir. Tivemos ajuda do Diego e da Monique (guias e amigos do Wilson), principalmente no “Mergulho” e no “cavalinho” e “pônei”. Esse “Mergulho” é uma pedra bem inclinada. O guia colocou uma corda e o primeiro a passar que era o F. (homem e forte), desceu fácil só segurando na corda. Eu fui a segunda, desci de um jeito um pouco diferente, segurando na corda e com apoio do guia na descida. A última, A., era a mais insegura de nós. O guia colocou uma cadeirinha e ela ia descer sentada. Mesmo assim, estava com medo. Nessa hora apareceu o Diego com o grupo dele e ajudou colocando seu tronco para ser uma ponte e ela passar!!! E pensar que tem uma galera que faz a travessia em 1 dia e passa por ali correndo, sem corda e sem ajuda!!! O “Elevador” é a subida de uma pedra mega inclinada onde alguns anos atrás as pessoas subiam sem nada para apoiar. Agora tem uns ganchos que facilitam muito, mesmo assim é um lugar que exige esforço e coragem (altura) e muitas vezes as pessoas empacam por ali. Outro fator é uma água que fica minando, as pedras estão sempre com uma lama. Tivemos ajuda de gente que estava descendo, desconhecidos que nunca mais vou ver. Esse é o legal da trilha, camaradagem, as pessoas se ajudam e pronto. Passamos pela pedra do Dinossauro, vale das Antas, Portal dos Ecos, e chegou o famoso “Cavalinho”! O “cavalinho” era uma das partes mais esperadas pois diziam ser difícil. É difícil, mas bem controlado. O guia ajudou com uma corda que passou pelas costas. Tinha que fazer um esforço para “pular um muro”. Passamos a mochila para frente, o que facilitou, mas dava um medo combinado com cansaço, pois até chegar ali tínhamos passados por muitas pedras e subidas! Era a parte final...Depois do “Cavalinho” apelidamos uma subida de “pônei” pois era difícil mas não usava corda. Pronto, já estávamos embaixo da Pedra do Sino, quase chegando no Alojamento. Nesse alojamento tinha banho quente (R$20,00 por 5 min, super válido depois de todo esforço!). Dormimos no “bivak”, parte de cima do alojamento. Nesse local também tem opção de barraca e beliche, mas as beliches estavam esgotadas quando fiz a reserva (5 meses atrás!). Tem cozinha super equipada, foi muito bom ficar nesse local! Deixamos algumas comidas que não usamos por ali, afinal tudo que eles tem vem carregado nas costas, inclusive o gás usado para aquecer a água e cozinhar. Não podem usar animais de carga no parque e não tem outra forma de transporte. Papudo: montanha que se avista a partir da pedra do Sino. A vista da Pedra do Sino é muito bonita. Vista do pico dos 3 (parque em Teresopolis onde se pode fazer trilhas e tem refugio para hospedagem, está na lista!) 28/05/2016: Pedra do Sino- parque Teresopolis: 11km (+3km até a portaria do parque) Fomos à pedra da Baleia (5 min de caminhada a partir do alojamento) pela manhã ver o nascer do sol (ficou encoberto...nunca tenho muita sorte com alvoradas e crepúsculos...). Depois de tomar café da manhã fomos à Pedra do Sino (1h ida e volta). A vista de lá é maravilhosa, imperdível, seja lá quanto se esteja cansado! Estava nublado, mas mesmo assim conseguimos lindas fotos. A descida para a sede Teresópolis demorou 4h 20 min, caminho sem graça, principalmente se comparado com o que tivemos no dia anterior. Tomamos banho no camping da parte baixa do parque e fomos comer numa churrascaria ali perto enquanto não dava o horário para ir à rodoviária. A dica é ficar por perto da sede do parque mesmo, perto da rodoviária não vimos boas opções de lugar para comer. link para reservas e mais informações:http://www.parnaso.tur.br
  15. Esse parque é uma propriedade privada com várias trilhas curtas e uma mais longa para o mirante com vista para Bertioga e foi essa última a nossa escolhida. As informações foram muito gentilmente cedidas por email e podem ser obtidas no site: http://blog.ecofuturo.org.br/conheca-o-parque-das-neblinas. É necessário confirmar pagamento com antecedência e reservar a atividade que pretende fazer no parque. Se não reservar almoço vai se arrepender! E se chegar sem reserva terá que voltar! Eles comportam número limitado de visitantes por dia. Especificamente para a trilha do mirante, permitem no máximo 20 pessoas. (Valores: trilha: 50,00; almoço: 42,00) Formamos um grupo de 9 pessoas e como havíamos sido informados de que a trilha duraria 5h, marcamos o início para 8:30. De São Paulo até lá foram quase 3 h e não 2h como prevíamos. O parque envia orientação de como chegar, foi bem fácil. Passa pela mogi-bertioga e o caminho com lindas paisagens já compensa (Serra do Itapeti). Tem um trecho de terra que leva quase 1h (talvez com 4X4 seja mais rápido, mas eu fui com cuidado com meu corsinha...). Na chegada tinha café da manhã, incluso na reserva da trilha. Atrasei e começamos quase às 10h...mas como o café tinha muita coisa gostosa, ninguém ficou com cara feia, rs! A caminhada foi bem mais fácil do que prevíamos: maior parte plana e leve descida para o mirante. Foram aproximadamente 12km ida e volta, 1h30 para chegar no mirante e algum tempo aproveitando a vista de Bertioga, dia MARAVILHOSO sem neblinas! A trilha foi acompanhada por dois monitores: Andréia e Gilson. Foram mostrando as pegadas de onça nas árvores, orquídeas com “beija flor” e explicaram um pouco sobre a ong ecofuturo e preservação do local. Foram ótimos!!!! Queremos voltar para fazer canoagem e aproveitar o lugar mais uma vez. Ótima opção perto de São Paulo.
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