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Jackson Lincoln Lopes

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Jackson Lincoln Lopes venceu a última vez em Fevereiro 17

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62 Excelente

Sobre Jackson Lincoln Lopes

  • Data de Nascimento 12-05-1984
  1. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    @vanio.tonussi RomasPass: como fiquei apenas 3 dias em Roma, só foi possível utilizar o RP apenas nas duas atrações inclusas no cartão. Sim, você tem descontos de 20% a partir da 3ª atração. Não sei quanto a questão de furar fila nessas outras atrações, acredito que tem sim algum benefício. Horário do Café em geral que pegamos: 06h00 as 10h30. Mas a maioria começava as 07h. Na rede Íbis todos começavam as 06h. Bilhetes de trem: www.trenitalia.com (existe o trenitalia.com.br que é uma "terceirizada" deles aqui no Brasil, mas não optei por eles). Sim, tem o IOF (imposto) de 6,38% em qualquer compra internacional que fizer com cartão, seja pela internet ou lugar físico que esteja em qualquer parte do mundo. se você pagou 100 dólares em um produto, vai pagar 100 dólares do produto + 6,38 dólares de IOF. O meu cartão é da Caixa e ele tem a opção de escolher se quero pagar o valor da conversão no dia da compra. Acho isso muito interessante, pois assim você já sabe o quanto vai pagar no cambio. Meu outrao cartão do Santander não tem essa opção, apenas a tradicional forma de pagar no final do mês, o que pode ser um tiro no pé, pois você compra hoje algo de 100 dólares (com o dólar a 3,20 por ex.) e no dia do fechamento da fatura pode estar a 3,40, o que vai dar muita diferença. Qualquer dúvida, pergunte.
  2. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Cara, boa tarde! Sim, muitos falam inglês sim. Estude um pouco o italiano. No YouTube você tirando meia hora por dia já vai conseguir fazer um grande avanço. Italiano é gostoso de estudar. Espanhol só encontrei nos hotéis da rede Íbis. Português é nulo. Não existe praticamente. Mas dá pra se virar sim mesmo sem saber. Abs
  3. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Quarta-feira, 10 de janeiro de 2018. Regione de la Emilia Romanga – Luogo molto speciale per me. Este era nosso décimo dia na Itália. Só pra variar? Acordamos cedo! Próximo das 5h30. Nosso trem partia as 06h57. É, lá tem esses horários quebrados. Sabe-se lá porque. Não podemos tomar café no hotel, pois só serviria depois das sete da manhã. Mas, estávamos preparados, tínhamos as coisas que compramos no mercado. Aqui, uma pausa: este foi o dia que deixei aberto até a noite anterior. Sou fanático por esportes, carros e corridas. Estava na dúvida entre ir a Maranello ou Ímola. Ferrari ou monumento Ayrton Senna? As passagens de Venezia a Bologna eu já tinha comprado há meses, mas falatva comprar Bologna – Modena ou Bologna – Ímola. Lá na Ferrari eu iria gastar bastante e seria estressante pegar trem e ônibus para chegar a Maranello, pois lá não tem trem. Embora um amigo aqui do fórum deu bastante dicas em seu relato e contou tudo certinho, ainda fiquei com medo. Dava tempo de ter ido sim para lá. Mas, resolvemos ir para Ímola. A pequena Imola: a cidade perdeu muito em turismo depois que a Fórmula deixou a cidade em 2006. O dia começou a clarear por volta das 8 da manhã. E que dia! Só em Roma vi o sol tão radiante e forte como nesta manhã em Bologna. E ele nos acompanhou durante todo este dia na região da Emilia Romagna. Chegamos em Bologna às 08h30. O trem não atrasou nada. A estação de Bologna parecia ser bem simplesinha. Assim que descemos fomos ao guarda volumes. Deixamos nossas malas lá. 6 euros por mala nas 5 primeiras hora + 1 euro por hora a partir da sexta hora. Comprei a passagem naquelas maquininhas da Trenitalia. Super fácil. E pela primeira vez precisei covalidar a minha passagem, pois até então todos nossos bilhetes eram comprados da internet, que não necessita de tal mecanismo. De Bologna a Imola era mias ou menos 30 minutos de trem regionale. A estação de Imola é pequetita de tudo. Parece rodoviária daquelas cidadezinhas do interior do nosso Brasil. Mas aconchegante. Estavam reformando para melhor conforto. Acho que tinha apenas 4 binários. Eu já tinha visto na internet a possibilidade de ir de taxi ou ônibus. Ah, os ônibus em Imola são estranhos, pequenos, com um pouco da roda de traz coberta (parecido com os Omegas antigos), mas... são elétricos! Por isso. O ônibus é bem mais leve. Como era menos de 3 km da stazione até o autódromo logo fomos a pé mesmo, claro. O dia lindo, a cidade bonita e só andar em linha reta, o convite estava feito a ir a pé. Autodromo de Imola! Atravessamos a cidade e em menos de 30 minutos estávamos em frente ao autódromo Enzo e Dino Ferrari. Local onde Ayrton Senna da Silva perdeu sua vida naquele trágico acidente da Tamburello em primeiro de maio de 1994. Eu sabia que tinha um museu no autódromo, mas parecia estar fechado embora as informações no site é que estivesse aberto naquele horário em que estávamos lá. Consegui ver apenas um carro da Minardi do Alonso de 2001 pelo vidro. O autódromo em si é aberto como o de Monza, pois é um parque também. Neste, não tem visitação como lá em Monza. Mas você tem acesso a algumas partes no interior do autódromo, menos a pista. São duas cercas de alambrado de contenção. Placa indicando o caminho para chegar ao monumento Ayrton Senna. Pegamos uma rua que levaria em direção ao interior do circuito e logo já tinham placas falando onde era o caminho para se chegar ao monumento Ayrton Senna. Próximo a curva Tamburello. Era um parque bem bonito, não tão belo quanto de Monza, mas ainda muito legal. Andamos uns 10 minutos e logo já vimos aquela enormidade de bandeira e um ou outro olhando a estatua do Senna. É um lugar tão simples, tão simples, que se não fosse pela quantidade de bandeiras deixadas no alambrado, poderia até passar desapercebido pelos menos atentos. Mas gente, aquele lugar carrega uma energia muito diferente. É indescritível. É um lugar único. Quem ama corrida, Fórmula 1 e se estiver perto: Vá! Sabe aquelas paisagens que você fica olhando e pensando na vida. Pois bem, fiquei uma meia hora parado olhando para tudo que é lado, a pista, o parque, a estátua, as bandeiras, para minha mulher e só pensava em uma coisa: por que ele se foi tão cedo? Não sei explicar se é um lugar triste, eu diria reflexivo. Por que você foi embora tão cedo? Mesmo o tempo maravilhoso, estava um pouco frio, mais ou menos 8º C.Muitos idosos fazendo caminhada, mas a cada 5 minutos parava uma pessoa e ficava olhando a estatua do Senna, pessoas que moravam em Imola sabe. Pessoas que devem passar ali e admirar o cara ou também ficar pensando. Senna era um cara tipo o Michael Jordan, Roger Federer, Usain Bolt, Pelé, Messi, independente de clubismo ou nacionalidade, todos gostam pelo talento. Claro que também deixei minha marca ali, aliás, sigam no twitter @BlogdaIndy Andamos no parque um pouco, mas eu estava louco de vontade de fazer o numero um. Cara, na Itália tem muitas fontes e bicas de água, mas banheiros são poucos. Isso é um problema. Ali do lado do monumento mesmo, tinham duas bicas e nada de banheiro. Aliás, próximo a curva Tamburello que hoje é uma curva bem leve passa um rio. Visão em 180º do monumento Ayrton Senna em Imola. Saímos do autódromo e voltamos a estação pela mesma rua. Tudo que não é planejado, pode dar errado, né? Como disse, este dia tinha as variáveis. Eu pensava que gastaria o dia todo quase em Ímola, mas não. Meio dia já estávamos na estação e as 12h23 nosso trem chegou e as 13 horas já estávamos em Bologna. Atração móve: Porsche GT4 em Bologna hehehe Bologna não estava em nosso roteiro para passear, apenas chegar na estação. Nosso trem para Firenze era apenas as 18h40, ou seja, teríamos a tarde toda em Bologna. Fomos ao centro da cidade e la pelas 13h40 almoçamos. O legal de Bologna é que assim como Torino, tem muitas calçadas cobertas, no frio, na chuva ou no calor ajuda e muito. Mais uma vez, fizemos tuidinho a pé. Andamos mais ou menos uns 3km de um lado ao outro tirando fotos e turistando. Fomos até a piazza maggiore, as torres de Bologna, fonte de netuno, enfim, as coisas ali do centro histórico mesmo. Melhor sorvete do mundo! VENCHI! Também em Bologna. Já estávamos cansados, pois acordamos cedinho e andamos muito em Imola e Bologna, então, lá pelas 16h00 já fomos a estação e ficamos lá. Lembra que eu tinha dito que a estação era simplesinha no início deste relato do dia? Então, para os trens de alta velocidade foi construída uma parte nova os binários 17 ao 20 que são subterrâneos, coisa espetacular. Tudo novo! Banheiros gratuitos, primeira estação que vi isso. Em todas tínhamos que pagar 1,50 euros para usar os banheiros. Due torre di Bologna: lugar péssimo para fazer fotos. As duas torres e a Basílica de San Bartolomeu e Gaetano. Muito ruim tirar foto. É tudo apertado lá perto. Fontana del Nettuno Palazzio D'arcusio Ruínas históricas perto do Parco Montagnola. Basilica di san Petronio Parco Montagnola Achamos um banco que tinha um carregador de tomada por perto e ficamos lá quase duas horas sentados na internet e vendo as pessoas. Eu tinha comprado bem antes os bilhetes do trem. Fomos de “primeira classe” pensa no conforto. Tinha até serviço de bordo incluso. Um show, só que a viagem era apenas 45 minutos. Nosso trem de Bologna Centrale/Firenze S.M. Novella. Saímos da Emilia Romagna e chegamos a Toscana (que chato né? hehehe) nosso hotel era praticamente a 2km de distancia da estação Santa Maria Novella. Não ia pagar Taxi nem a pau. Lá fomos rodando as malas (eram 3). Nosso hotel ficava bem afastado do centro histórico, mas ficava no centro de Firenze. Perto daquele famoso restaurante Perseus (da bisteca Fiorentina). Peguei indicação aqui do fórum também. Chama-se Savonarolla. É simples, básico, tanto é que no Google maps aparece como albergue. Mas é um hotel duas estrela eu acho. Eu adorei. Jantamos ali por perto mesmo e descansamos. Jantinha típica italiana! Gastos do dia: €19,80 – Trenitalia: Venezia/Bologna – Comprado no Brasil. €15,40 – Trenitalia: Bologna/Ímola/Bologna – Dinheiro. €39,80 – Trenitalia: Bologna/Firenze – Comprado no Brasil. €36,50 – Almoço – Dinheiro. €25,00 – Guarda volumes (malas) €7,00 – Sorvete – Dinheiro. €35,00 – Jantar – Dinheiro. Total: €178,50
  4. COMPREI UMA PASSAGEM PRA LAS VEGAS POR R$109,00 E PRECISO DE AJUDA!!!

    Me diga uma coisa, você sempre fica pesquisando ou foi muita sorte isso hem? Caramba, que loucura. Parabéns. Eu não consigo achar mais nada barato. E olho que entro sempre. Boa viagem Anna, vai dar tudo certo. Corra atrás que vai dar certo sim. E faça um relato depois de como foi. Tenho muita vontade de conhecer a Califórnia e Vegas também.
  5. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Po @Dan Wollker valeu cara! Hoje vou postar mais uma parte!!! Obrigado!!! Faltam 3 capítulos ainda (Emilia Romagna, Firenze e Paris).
  6. PORTUGAL (Lisboa, Sintra, Porto, Braga, Coimbra)-Jan.2018-PARTE 1/2

    Obrigado pelo relato! Estou pensando seriamente em ir a Portugal e Espanha em janeiro de 2019. Mas o euro nesse valor é impossível. Nos dias que vocês estavam em Portugal, eu e minha mulher estávamos na Itália e em Paris. É muito difícil viajar nesse cambio e olha que consegui fazer o cambio entre 3,87 e 4,00 comprando euros desde agosto.
  7. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    @Heidy Prado Pracz Obrigado! Vou dar continuidade.
  8. Itália, Toscana de Carro em 5 dias... Preciso de dicas sobre Aluguel e Roteiros

    Acabei de voltar da Itália faz mais ou menos 20 dias (estou escrevendo o relato, o próximo é Firenze)... Eu sai de Venezia e fui a Firenze. Esse trajeto, eu iria fazer de carro. Tinha reservado e tudo, mas li bastante aqui e preferi não fazer, justamente pelos motivos acima. Eu pesquisei e vi que todos os destinos que eu iria passar entre Venezia e Firenze, seriam possíveis fazê-lo de trens. Que foi parar em Bologna e ir para Ímola. Eu já dirigi em São Paulo, Santiago e Buenos Aires, confesso que nunca vi um transito tão caótico e desorganizado como em Roma, acredito que é um dos piores do mundo, só não deve ser pior que aqueles cruzamentos que vemos em vídeos no Facebook naqueles países asiáticos. Todos os dias que eu estava em Roma, vi guardas aplicando multas em condutores. A melhor coisa que eu fiz, foi descartar o carro. Não quero te desencorajar, eu sou amante de carro e amo (tanto é que sou fã de dirigir pelas estradas, como fiz na américa do sul em 2016, também relatado aqui), mas é complicado. Em Firenze você disse sobre os preços dos hotéis que é caro, foi uma cidade que eu estava com muita dificuldade de encontrar hotéis. Eu paguei 163 euros para duas pessoas por 3 noites, incluindo café da manhã e o sogiorno. Talvez o que você vá gastar com gasolina, estacionamento e multas não valerá a pena ficar em outra cidade. Dê uma pesquisada no Tripadvisor e Booking neste hotel chamado Savonarola. Ele fica próximo daquele restaurante famoso da bisteca Fiorentina, o Perseus. É afastado do centro histórico, mas nós chegavamos a estação SM Novella ou o Duomo em 20 minutos caminhando. E a dica final: faça tudo de trem! Tudo o que puder! São maravilhosos. Eu li que eles atrasavam muito. Em umas 12 viagens que fizemos apenas um atrasou 15 minutos. Os outros, nenhum atrasou um segundo se quer. Saia em cima da hora marcada. Abraço e boa viagem. Você vai amar a Itália seja de carrro, trem, ônibus, barco, avião... As cidades pequenas são as mais fantásticas.
  9. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Fala cara, obrigado! Espero que ajude você e os demais que estão indo. Imigração: exatamente isso. Só imprimi no site a passagem de volta como as cias aéreas ou agencia de viagem mandam o "bilhete" o que importa é ter o código localizador e o número do bilhete, caso o fiscal da alfandega queira conferir com as cias. RomasPass: Então, o escritório deles fica logo na saída (ou entrada) do aeroporto. Qualquer um tem acesso seja pela rua ou vindo da estação de trem. Mercado: Em Roma foi onde menos fiz compra, mas era onde tinha os menores preço. Olhe isso, 950 gramas por 25 reais. Não sei exatamente o que você deseja comprar no mercado, mas como disse tem vinhos a partir de 1,7 euros... Lanches a partir de 2 euros... Salgadinhos a partir de 1 euro. Agua de 1,5L a partir de 30 centavos de euro... Eu achei o mercado muito acessível (mesmo fazendo as contas em reais). Carne é o mais caro. Yakult também é caro (para nós) na europa, 3 euros... Macarrão barrilla de 1kg é 70 centavos de euro. Biscoitos a partir de 1 euro. Não sei se você vai em dois ou sozinho. Mas, caso for em dois, onde as refeições saíram na casa dos 30 euros, você faz uma compra para 4 dias no mercado com este valor. Aqueles queijos que no Brasil você paga 20 reais em 100gramas, lá pagava 1 euro. Pão francês (baguete) 70 centavos de euro. Estações: Velho, é complicado. Digo, é complicado a opinião das pessoas. Eu moro no Brasil e em uma cidade onde tem muitos problemas de infraestrutura (Ponta Grossa/PR) e olha que moro no "poderoso e belo" sul do Brasil. Onde tudo é "lindo, maravilhoso e funcional". Eu achei as estações ótimas. Como disse, Roma Termini é meio loucura, mas é A estação da Itália né. Utilizei sim para guardar as malas. Em Bologna. São 6 euros por mala para 5 horas. A partir da 6ª hora, é um euro por hora por mala. Deixamos duas malas das 09h às 16h. Foram 16 euros. Eles pedem passaporte, colocam uma fitinha e levam lá para dentro. As estações são super tranquilas e seguras. Minhas malas voltaram do mesmo jeito que deixei. Não são todas estações que tem o serviço, entra aqui no site da Trenitalia que mostra:http://www.trenitalia.com/tcom/Offerte-e-servizi/Il-servizio-portabagagli-in-stazione Mas, por ex... aí no site diz que não tem o serviço em Bologna e tinha. Qualquer coisa, pergunte aí @ricardo.barros
  10. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Segunda-feira, 08 de janeiro de 2018. Aspettata più di Venezia. Solo Acqua, ponte e chiesa. Venezia: diferente de tudo, igual no todo. Acordamos bem cedinho (mais uma vez) e fomos pela última vez a estação Milano Centrale, próximo das 06h30. Nosso trem seria para Venezia, onde passaríamos duas horas dentro do Trem, parando em Bréscia, Verona, Vicenza e Padova, antes de chegar a Venezia. Não paramos em Venezia Mestre, e sim Venezia Santa Lucia, já fora do continente. Neste trajeto de trem conhecemos um casal de brasileiro que coincidentemente compraram as passagens de frente para as nossa, estávamos naqueles vagões onde tinham as mesinhas. A Emily, que conhecemos mora na Itália há 20 anos, e conversamos muito sobre a situação do país. Estação Venezia Santa Lucia Nos ajudaram, nos deu dicas de italiano, enfim foi bem legal conhecê-los. Tinha reservado pelo Booking o hotel Il Mercadante di Venezia, que ficava mais ou menos 300 metros de distância da estação. Como estávamos com malas (e a maior delas não era mala de rodas giratórias) foi um alívio saber que estávamos tão perto do hotel. Logo nos binários, tem uma saidinha pela lateral nesta estação Santa Lucia onde não é pela saída principal (que são escadarias), utilize esta saída caso tenha malas, pois é uma rampa de acessibilidade. Basílica Simeone Picollo. Primeira coisa que você vê quando sai da estação de trem. Logo que deixamos a estação o que mais tinha em Venezia eram aqueles caras que te pedem para carregar as malas, lógico que o serviço é pago. Eu jamais gastaria um euro com isso. Nosso hotel era um dos becos, o segundo beco (via) que a esquerda da estação. Confesso que comecei a ficar assustado com os locais da proximidade do hotel, de ser muito velho, pequeno e estranho. Mas, eu tinha escolhido esse hotel pelo preço (claro) e porque no Tripadvisor tinha lido que havia uma recepcionista que falava português. Por azar, em nossa chegada a Fabíola que fala português, não estava trabalhando pela manhã. Mas fomos super bem atendidos. Eram 10 da manhã, e já deixaram fazer o check-in e tudo mais. O hotel era maravilhoso. Velho, mas grande, espaçoso. Tínhamos duas sacadas em duas janelas. Cama grande, banheiro grande e novo. Frigobar. O café da manhã deixou um pouco a desejar, mas o resto era excelente. Super indico a quem vai a Venezia. Fiquem no hotel Il Mercadante di Venezia. Luxo não terá, mas tudo é limpinho e o atendimento é de primeira. Não me lembro de ter elevador neste hotel, mesmo com malas grandes, no meu modo de ver isso não foi um problema. Talvez alguns se importa com isso, eu não, estava na Itália, em Venezia. Entrada do Hotel Il Mercadante di Venezia: atendimento em português. Logo que saímos já fomos nos perdendo. Por alguns minutos eu esqueci o Google maps e segui os conselhos: se perca em Venezia. Nos perdemos mesmo. É quase impossível não ser perder. A única coisa que fiz (no segundo dia lá) foi ir a praça San Marco pelas plaquinhas das ruas. Conseguimos! Alguma das dezenas de igrejas de Venezia. Estávamos sem rumo, apenas conhecendo e apreciando os becos, vielas, canais, pontes. Venezia é isso. Ponte e água, água e ponte. É diferente de tudo, mas é tudo muito igual. Um dia inteiro lá acredito que seja suficiente. Não fomos em nenhuma das ilhas. Alias, Venezia, Monza, Imola e Bologna foram as cidades que não utilizamos transportes públicos. Para um barco (vaporetto) de 90 minutos eram 7 euros. Se não me engano 20 euros daria direito a 24 horas de vaporetto. Nos dois dias em Venezia passamos pela Piazza San Marco umas 8x. Esperava mais deste local: cheio de pombos e camelos. La pelas 13h00 encontramos novamente os conhecidos brasileiros e fomos almoçar. Um rapaz na porta do restaurante nos convidou para entrar em português. Claro que caímos na isca né. O bom é que o cardápio era todo em português. Pedimos uma garrafa de vinho, carinha por sinal, mais ou menos 25 euros, mas como estávamos em quatro ficou acessível. Foi um dos poucos locais em toda a viagem que vimos o restaurante lotar e continuar lotado sem mesas para as pessoas entrarem. Assim que saímos, logo chegaram outras pessoas. Eu indico este restaurante: Trattoria al Leoncini. A noite começa a surgir em Venezia. Uma outra reflexão aqui: li muito antes de viajar sobre onde comer na Itália. Osteria, Tratoria e Restaurante. Locais próximos ou distantes dos monumentos turísticos. Vamos lá! Não senti diferença alguma de preços entre osteria, tratoria e restaurante, sinceramente para mim todos os preços era parecidíssimos. É claro que você vê o o nível do restaurante pelas mesas, garçons, tamanho, decoração. Também não vi tanta diferença de preços em locais próximos a pontos turísticos e mias distantes, mais uma vez, claro, o nível do restaurante. Tem restaurante que não é para o nosso bolso. Eu por exemplo, não vou pagar 15 euros em uma pizza em qualquer restaurante italiano, já é nítido que é um restaurante mais luxuoso e para outro tipo de público, sendo que em restaurantes normais a pizza variava de 6 a 10 euros. esse restaurante que almoçamos em Venezia era ao lado da Piazza San Marco e os preços dele era mais ou menos iguais a restaurantes do mesmo nível próximo ao nosso hotel e em em outros pontos mais afastados de pontos turísticos. O mesmo vale para osteria, pensava que seria o mais barato, mas não foi isso que vi. E tinha café brasileiro na Itália. Voltamos ao hotel e fomos passando por vários locais que já tinha visto pela internet e outros que não imaginava. Passamos por uma das principais vias que era a “strada nuova” tipo um calçadão que daria acesso a estação Santa Lucia e no terminal rodoviário também. Ali encontramos vários mercadinhos da rede italiana Coop. Ali também havia McDonalds, Burger King, Subway. Pensava que Venezia teria preços exorbitantes por ser tão turística, mas não. Normal. Nada muito alto, nada baixo. Achei os preços das comidas na Itália iguais em todos os locais. Sem vinho, para duas pessoas dava para se alimentar com 27 euros, normalmente 10 de um prato (x2), coperto em média 2 euros (x2) e uma água na casa dos 3 euros. Com o vinho, geralmente a jarrinha de meio litro do vinho da casa era mais 6 ou 7 euros. uma garrafa saia a partir dos 12 euros (750ml). O tempo colaborou no primeiro dia: nenhuma gota de água. Temperatura na casa dos 8ºC. Andamos e andamos mais e jantamos em um restaurante que pensávamos ser italiano, mas era de um chinês. Tudo no restaurante era italiano, a atendente, o caixa e o garçom. Inclusive o nome, era alguma tratoria, confesso que não anotei o nome. A comida estava muito boa. Fomos para a parte da cidade até onde os carros e ônibus chegam e passamos pela ponte mais moderna de Venezia. Logo depois disso fomos ao hotel e dormimos. Gastos do dia: €39,90 – Trenitalia: Milano/Venezia – Comprado no Brasil. €141,00 – Hotel Il Mercadante di Venezia – Comprado no Brasil. €50,00 – Almoço – Dinheiro. €5,00 – Mercado – Dinheiro. €38,00 – Jantar – Dinheiro € 6,00 – Sorvete – Dinheiro Total: € 279,90. Terça-feira, 09 de janeiro de 2018. Era o dia que a Niceia mais esperava, dia de andar de gôndola. Tentamos encontrar algum gondoleiro que falava português, mas não os encontramos, mesmo pedindo referência ano hotel. Só para variar, andamos por toda Venezia! Passamos por Santa Croce, Dorsoduro e Accademia, chegando a Punta della Dogana e a Basílica di Santa Maria della Salute. Passamos por vários lugares residenciais, com moradores nativos, escolas e alguns locais que faziam as gôndolas. Bem legal. Poucos turistas estavam por ali, apenas um grupo com um guia. Um ou outro gato pingado como nós estava ali. Mais uma Basílica: São Paulo Futebol Clube? Basílica Santa Maria della Salute. Interior da Basílica di Santa Maria della Salute: esta não paga para entrar. Voltamos por outro caminho com ajuda do Google maps, começou um leve chuvisqueiro. Nos escondíamos conforme aparecia partes cobertas. Almoçamos ao lado do hotel que estávamos hospedados, pois tinha a Osteria al Cicheto. Local bem legal, pequeno e que muitos nativos de lá comem. Mais da gastronomia italiana. Venezia é cansativo da forma que fizemos, mas penso que é a melhor forma de conhecer tudo. Acredito que andamos em uns 20% de todos os becos, ruelas e canais. Andamos pra caramba mesmo. Ai, descansamos um pouco a tarde. Lá pelas 15h saímos em busca da gôndola. Fomos próximos da Ponte Rialto, pois lá tinha muitos gondoleiros. Os preços são tabelas um passeio de 25 minutos durante a luz solar são 80 euros. Após as 19h, o valor aumenta se não me engano para 120 euros. Já tinha ouvido falar que os gondoleiros são meio xaropes. Fomos até San Marco ver como estava o movimento das gôndolas e praticamente sem ninguém. Esqueci de mencionar que Venezia era das cidades turísticas que fomos, a que menos turistas tinha. Realmente estava deserta. Para nós, achamos muito bom. Voltamos a Ponte Rialto para encontrar um gondoleiro. Fabricação de gôndolas em Venezia. Tinha a opção de dividir a gôndola com outras pessoas. Até poderíamos fazer isso caso encontrasse algum brasileiro que topasse, mas o momento era nosso também né, então, resolvemos ir só nós dois. O passeio não demorou nem 25 minutos e tínhamos que pagar antes. O gondoleiro falava um pouco de espanhol, mas pedi para ele falar em italiano mesmo. Ele ia falando algo de alguns locais e em determinado momento arriscava cantarolar. Essa não precisa de legenda... Sobre o passeio de gôndola: fui por conta que era um sonho da Niceia. Eu mesmo não fazia questão nenhuma de ir. Fui por ela, assim como ela foi no jogo por mim. É aquilo, um cede aqui e outro cede ali. Mas assim, talvez para a mulher a gôndola tem aquela magia, talvez para o homem não tanta. Acho muito dinheiro para tão pouco tempo e algo meio sem graça. No final da tarde fomos agraciados com o por do sol na Ponte Rialto. O pessoal vai em peso para lá ver o sol indo embora. Andamos pelo grande canal e por canais pequenos próximo a Ponte Rialto. Logo na sequencia andamos mais e mais e passamos no mercado comprar salames e queijos para comer com um vinho que comemos. Também comemos um pedaço de pizza que vendia próximo ao hotel em um fast food chamado QB (Quanto Basta) que também era sorveteria. O atendente sabia falar algumas gírias em português e era super animado. Bem legal e a comida era boa e baratíssima. O pedaço era grande, não era um pedacinho qualquer, por 2,5 euros. Escolhendo os frios no mercado. Levamos os pedaços de pizza par ao hotel junto com os queijos, salames e vinho. Então, já sabem que fizemos nossa ultima refeição em Venezia dentro do quarto do hotel. Gastos do dia: €39,00 – Almoço – Dinheiro. €80,00 – Gôndola – Dinheiro. €9,50 – Mercado – Dinheiro. €5,00 – Pizza – Dinheiro. Total: € 133,50. Prêmio após um dia com alguns chuvisqueiro.
  11. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Então @Lulusilveira , o RomaPass pelo que eu saiba não inclui nada da Trenitalia. Tanto é que, nem o trem Leonardo Express (o mais utilizado) para deixar o aeroporto até a estação Termini é incluso no RomaPass. Para pegar este trem são 14 euros. Eu peguei outro trem e fui para a estação Tiburtina que era no bairro onde me hospedei, pagando 8 euros a passagem. Entrei aqui no site da Trenitalia e vi que esse local onde você quer ir, tem passagens a partir de 7,80 euros para Orvieto. Então, o RomaPass não cobre isso com toda certeza. Entrando no site do RomaPass diz seguinte: Is valid on all means of local public transport operated by ATAC (bus, metro A, B, B1 and C and railway lines Roma-Lido, Roma Flaminio Piazza del Popolo-Viterbo, Roma-Giardinetti), within the territory of the Municipality of Rome. All special connections tpl Atac, the railway lines Trenitalia FL, the connection Tiburtina/Termini/Fiumicino Airport, the connection Trenitalia “No stop” Roma Termini-Fiumicino Airport (Leonardo Express) and all connections to and from Fiumicino Airport are not included.
  12. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Domingo, 07 janeiro de 2018. Monza, più che il tempio della velocità! Brava ciità! A bela Monza! Ninguém esperava por uma cidade tão limpa, bonita e organizada. A rotina de acordar cedo continuava! Depois de mais um belíssimo café da manhã com muito corneto de Nutella, pão francês com salames e queijos, sucos de laranja, iogurte, bolos, entre muitas outras coisas... Ah, e o café? Cappuccino? Gente, eu estava na terra dos cafés, mas eu não bebo café. Já conheci pessoas que não bebem café e outras que não bebem cerveja. Eu, não bebo os dois. Talvez o único no mundo. Mas enfim, este sou eu. Interior de um "treno regionale" da Trenord. Trem regional mas que iria para a Suiça. Nossa passagem era na região apenas. Nossa passagem para a pequenina (mas não minúscula) Monza seria às 08h00 de um domingo frio. Chegamos na estação bem em cima da hora, pois nestes trens regionais de viagens curtas, você tem quatro horas para entrar em um trem com o mesmo valor e que faz a mesma rota, ou seja, o trem era as 8h, mas eu poderia pegar até o trem das 11h40, que poderia utilizar a mesma passagem. O mesmo servia para a volta, que estava marcada para as 13h23. Mas só conseguimos voltar depois das 14h. Stazione di Monza. Monza era uma das maiores incógnitas dessa viagem. Estava morrendo de medo da Niceia me excomungar por conta deste dia. Ela não é fã de automobilismo, mas me entende e respeita meus gostos, também respeito os gostos dela. Eu não fazia questão de ir a Venezia e andar de gôndola, então, o fiz, claro. Sempre um cede ao outro certas coisas. Monza foi uma destas coisas. Li na internet como pegar ônibus, vi vídeos no youtube, mas ainda não sabia como chegar ao autódromo, pois da estação central até lá eram 5km. Milano a Monza são apenas 10 minutos de trem. É como uma cidade da região metropolitana. Chegamos na estação e estava bem parada. Poucas pessoas. Na Itália você vê várias pessoas que são refugiadas e estão buscando alguma oportunidade no país, em Monza também tinha. Alguns desceram do trem e “nos seguiram”, eu estava bem tranquilo. A estação fica próxima ao centro da cidade. E que centro. Bem bonito! Conforme fomos andando, fomos conhecendo a cidade. Estava tudo fechado, pois não era nem 08h30 ainda. As pessoas que achávamos que estavam nos seguindo, logo foram se espalhando e nunca mias as vimos. Proximidades entre o centro e a estação central. Passeamos pelo calçadão da cidade e começamos a encontrar TODAS as lojas de marcas que tinha em Roma, Torino e Milano. Fiquei espantado, pois é uma cidade de pouco mais de cem mil habitantes. Em alguns minutos chegamos no Duomo da cidade. Para variar, estava em reforma, e parece que está em reforma desde 2014. Pelo vídeo que vi de uma garota no youtube há um ano, os andaimes continuam no mesmo lugar que eu vi. Não é só no Brasil que as obras públicas são lentas. Não sei se pelo período que fui na viagem, mas nunca tinha ninguém trabalhando em todas as obras que vi na Itália, a não ser em Firenze. Entramos no Duomo e a igreja era bem bonita. Estavam cantando os mesmos cantos da igreja católica no Brasil, “Hosana, Hosana nas alturas”. Poucos fieis na igreja. Esta, não pagava. Era missa mesmo. E olha que é famosa na região “il Duomo di Monza”. Il duomo di Monza. Em reformas... Conforme fomos, o google maps apontava que já tínhamos andado 1,5km e faltava 3,5km. A nossa frente estava o acesso ao Parco di Monza, então, continuamos a caminhada. Conforme andávamos, a distancia diminuía até que confirmamos o que já estava sendo confirmado: vamos a pé mesmo. Entramos no parque próximo das 09h30 da manhã. Estava frio, muito frio, uns três graus, com sensação de temperatura negativa. É impressionante a quantidade de pessoas que faziam caminhada e corrida no parque. Tinha pista de corrida de 3, 5, 10 e 21 km. Incrível! Vila Reale di Monza. Saindo do centro da cidade e chegando próximo da Vila Reale. Chegamos aos 5km de caminhada e surgiu o acesso ao circuito! Mas, para entrar no circuito, tínhamos que passar por toda a reta dos boxes, praticamente mais um quilometro. A Niceia já me olhava com aquele olhar de querer me matar. Eu já começava a me arrepender e louco para voltar, mas já estava lá. O circuito estava “abandonado”, passamos por um túnel que passa embaixo da arquibancada, da pista e dos boxes que pela televisão ninguém fala que existe. Cachorros aos montes! Italiano ama muito cachorros. Esquilos aos montes nós vimos próximo ao autódromo. "Entrada" subterrânea no circuito de Monza. Só para contextualizar, o autódromo fica dentro do Parco di Monza, que é gigantesco. Até ali tudo é de graça. Então, você não paga nada para estar até ali. Chegamos e fomos muito bem atendidos por uma italiana na recepção, tudo em italiano, mas ela falava inglês. Ela gostou do meu italiano meia boca. Pagamos 15 euros pelo tour guiado e o passeio na pista (uma volta apenas) depois do tour, que seria de van. Mais ou menos as 10h30 começou nosso tour. A mesma mulher que nos atendeu era a guia, surpreendentemente havia mais pessoas para o tour, duas famílias, somando umas doze pessoas no total. Achei até bastante pela época e pelo clima. Depois do nosso tour, já tinha mais um tanto igual ao nosso. Não imaginava que era tão usado o autódromo. Enquanto isso no Brasil. Interlagos para ser vendido, no Rio sem autódromo, enfim. Por isso eles são europeus e nós sul-americanos. Fazem dinheiro com tudo. Sempre vai ter alguém para gastar com qualquer coisa. Pedalando por uma das pistas de corrida mais famosa do mundo. O tour consistia em passar pelas áreas vips do circuito, a sala de coletiva de imprensa, as arquibancadas principais, os boxes, a sala de reuniões dos pilotos, a sala onde os comissários de prova ficam, e claro, a pista. O tour durou uma hora. E finalmente iríamos para a pista dar uma volta. O mais legal é que podia escolher como andar na pista: van ou bicicleta. Como o tempo estava bom, todos concordaram em ir de bicicleta. Isso foi a parte mais legal. A Niceia amou tudo, o tour e o passeio de bicicleta foi uma das coisas mais top da viagem! Por incrível que pareça as coisas mais simples se tornam as mais legais. Para mim, nossa senhora eu estava em Monza acelerando (uma bicicleta apenas) nas retas do circuito que está na Fórmula desde 1950. Tiramos fotos, fizemos vídeos. Um monte de coisa! Coletiva com os pilotos. Cara, foi inacreditável fazer toda a volta em Monza. Passar pelas chicanes, a famosa parabólica e as retas oposta e dos boxes. Depois disso, fomos conhecer o antigo circuito oval que tinha inclinação de até 80º (não onde estávamos). Após o final do passeio, fomos na lojinha de Monza. Comprei 100 euros em produtos. Camiseta da Ferrari, camiseta do circuito, boné do Lewis Hamilton e um gorro do Valentino Rossi. Mais igrejas italianas em Monza! A parte “triste” foi depois. Voltar para a estação. Já era mais de meio dia. Demoramos muito para chegar ao circuito, pois não podíamos ver uma arvore diferente e já tirávamos fotos. Na volta não, aumentamos a passada e estávamos no espírito da Fórmula 1 para andar rápido. Estava louco para ir ao banheiro até que finalmente na metade do caminho, na saída do parque encontrei um. A fome batia também, mas como sempre, levávamos os lanchinhos San Marco e água. Muita água. Não me lembro se comentei na parte de Roma, mas cara, o gosto das águas das fontes na Itália são ruim demais. Eu não consegui beber. Tem fontes de água em todas as cidades. O que mais senti falta eram banheiros, em toda Itália. Muito lugar para beber água e poucos lugares para tirar a água do corpo. Nas estações de trem, a maioria era cobrado 1 euro para utilizar o banheiro. Voltamos a pé mesmo. Chegamos na estação de Monza próximo das 13h30. Monza também tem suas vielas como Roma e Venezia. Um pouco mais moderna. Logo chegou o trem e em 15 minutos estávamos saindo da Milano Centrale. Descansamos no hotel e pela primeira vez comemos um fast food na Itália. Eu fui de batata frita e a Niceia de dogão. Era uma franquia que vendia batata fritas Queens’ Chips Milano. Vimos em Firenze também. Algo diferente, que dá pra ganhar dinheiro com isso no Brasil. Tive até umas ideias de empreendedorismo com esse lugar. Isso já era lá pelas 15h. Era nosso último dia em Milano. Pois iríamos cedo para Venezia na segunda. Ainda não tínhamos conhecido o Castelo Sforzesco que estava em nosso roteiro. Pegamos o metro (compramos o bilhete único) e andamos apenas 3 estações. Mas estávamos cansados, tínhamos andado muito em Monza. Chegamos a estação que da praticamente na frente do castelo e logo vimos como é magnífico. Castelo Sfozesco Assim como em Roma, ali tinham varias daqueles caras vendendo flores. Olha, de todos os ambulantes que vimos na viagem, esses eram os piores – os vendedores de flores. Talvez para amigos que vão em viagem é menos pior, mas para quem vai em casal, esses caras são um pé no saco. Os caras que vendem as torres em Paris são gente fina perto desses xaropes. Eles ficam seguindo e encostando as flores nos braços, sorte que eu já tinha lido e visto vídeos sobre isso no youtube. Também vimos os das fitinhas, mas não eram tão chatos como esses das flores. Esses das flores eram chatos em tudo que é canto, mas em Roma e Milano são piores. Estávamos fazendo uma selfie e o cara do nada colocou a flor na frente do celular. Ah cara, a Niceia ficou muito brava. E mandou um “Noooooo” Sai daqui. Mesmo ele não entendendo português, o bicho vazou embora e saiu reclamando. Eu só dava risada. Eu sou daqueles que falo, “No, grazie, buona giornata”, sinceramente eu sou meio pastelão nessas horas, a Niceia já é mais grossa. Mas fui aprendendo que só assim funciona. E na metade da viagem, eu já nem olhava mais para quem pedia ajuda. Porque se eu fosse dar um euro para todos que me pediram dinheiro, eu não teria dinheiro nem para comer, nem para me hospedar, nem para passear. Arco da Paz. Para entrar no Castelo Sforzesco se não me engano era na faixa dos 15 euros. Entramos só nos jardins e depois continuamos pelo Parco Sempione. Ficamos la mais ou menos umas duas horas. Por incrível que pareça conseguimos nos perder no parque. Depois de ir até o Arco da Paz, estávamos voltando para o castelo e quando vimos, estávamos no Arco da Paz novamente. Um dos jardins do Castelo. De todos os lugares que passamos, neste parque foi o local onde mias vimos refugiados africanos na Itália. Eu não sei o que eles fazem, pois eles não estavam vendendo nada. Eles ficam em grupos de três as cinco pessoas. Cantam músicas na língua deles e são bem arrumados. Há muito policiamento no parque. A sensação de segurança é gigante. Mesmo conforme foi escurecendo, você não tem medo de nada. Muitas meninas de 13 a 25 anos passeando pelo parque na maior tranquilidade. Parte interna do castelo. Com iluminação de Natal na frente do Castelo. Saímos pelo castelo e fomos para a estação do metro, mais uma vez fomos na corso Venezia, a Niceia comprou uma bota e eu paguei 14 euros em uma calça jeans da Zara de elastano. Aqui no Brasil uma calça daquela (sem ser de grife, apenas o material) é 150 reais fácil . Saiu menos de 60 pra mim. Loja da Benetton na corso Venezia em Milano. Tudo estava em Saldi. Muito movimento nas ruas. Fomos para o hotel mas nem tomamos banho e fomos direto a uma pizzaria que eu tinha visto desde quando chegamos a Milano que se chamava Pianeta Luna, ficava dez minutos do hotel e uns 3 minutos da Milano Centrale. Surpreendentemente um dos garçons arranhava o português. Meu italiano era melhor que o português dele. Mas eu me esforçava e ele também, ficou legal a comunicação. O bom da Itália é que mesmo eles atendendo muito bem (todos os locais que fomos) você não precisa dar gorjeta, pois já tem o coperto. Nesta pizzaria tinha uma equipe de alguma modalidade esportiva de crianças. Os responsáveis por eles eram alemães que já tinha tomado varias canecas de chopp e estavam mais loucos que o Batman e o Coringa juntos. Mais pizza! Mais vinho! Deliciosa. A comida e o vinho maravilhosos. Eu confesso que doía no coração pagar caro no vinho. Digo caro em alguns locais, pois como neste lugar só vendiam a garrafa, nessa pagamos 18 euros. quase 80 reais., mas não tem como comer essas coisas deliciosas da Itália sem ter vinho. Ah, mas 80 reais é o que você pagaria no Brasil em um bom restaurante! Sim! Mas, na Itália, você encontra vinhos a partir de dois euros nos mercados. Vinho na Itália é mais barato que cerveja no mercado (depende qual é claro). Em Roma em todos os restaurantes que fomos, nos pedíamos o vinho da casa, que vinha em uma jarrinha de meio litro e era na casa dos seis a oito euros. Já era mais acessível. Mas, reclamação a parte. Estava tudo maravilhoso. Aqui uma reflexão: Eu tinha lido bastante sobre o que comer na Itália, onde comer e quanto gastar. Eu coloquei 20 euros por pessoa e por refeição. Ou seja, como estávamos em dois, seriam 80 euros por dia. Nossa, 320 reais. Sim. É caro! É caro mesmo? Não, é que vocês não viram quanto custa comer em Paris. E só coloquei duas refeições porque em todos nossos hotéis havia café da manhã incluso nas diárias. E que prima colazione tínhamos na Itália. Era um banquete. Devido a nossa correria e ao café da manhã ser farto, nem todos os dias estávamos almoçando ou jantando. Com isso, sobrava mais dinheiro, pois a média como disse, seria de 80 euros por dia. Tínhamos “economizado” quase 150 euros nessa primeira semana. É gente, as comprinhas do mercado ajuda e ajuda muito mesmo. Imagina encontrar bons vinhos a R$8,00 no mercado de sua cidade? Sonho né. Foi esse o relato de nossa estadia em Milano galera. Ficamos 3 dias e meio na cidade. Todos falam que não tem o que fazer em Milão. Em nossa estadia um dia foi bate e volta para Torino. Sinceramente queria ter ficado dois dias em Torino. A cidade tem muito a oferecer. Outro dia em Milão ficamos para ver o jogo e conhecer o centro. Ficamos duas tardes/noites que foi nossa chegada na quinta e este domingo depois de Monza. A próxima parada é Venezia. Gastos do dia: €8,80 – Trenitalia: Milano/Monza/Milano – comprado no Brasil. €30,00 – Passeio em Monza – Dinheiro. €6,00 – Metro – Dinheiro. €9,50 – Almoço – Dinheiro. €39,00 – Jantar – Dinheiro €5,00 – Mercado – Dinheiro. Total: €98,30
  13. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    @Lulusilveira Obrigado!!! Jajá coloco mais uma parte do relato! Semana que vem é minha última semana de férias. Se eu não fizer isso logo, não consigo terminar. E tudo está tão vivo em minha mente que lembro de tudo. Foi tudo maravilhoso. Você vai amar a Itália. Não tem como não gostar daquele lugar. Juro que me da vontade de largar tudo e ir pra lá. Mas pelo que conversei com alguns brasileiros na Itália e pelo que vi nas ruas, não está fácil a questão de empregos. Eu vi apenas um lugar dizendo que havia vagas de trabalho. Um restaurante em Venezia.
  14. Itália + Paris: 16 dias – Janeiro de 2018 com muitas fotos e custos.

    Sábado, 06 de janeiro de 2018. Giorno del gioco! Milan sempre per te! Acordamos um pouco mais tarde, primeiro dia da viagem, afinal nos outros oito dias anteriores estávamos acordando cedo. Não acordamos muito tarde. Próximo das oito da manhã. Depois do café saímos em direção do Duomo. Naquele primeiro dia apenas passamos na frente a noite, hoje, era dia se subir até o topo dele. Na Itália sempre as informações e vendas de ingressos ficam próximo das atrações, nunca dentro delas ou em barraquinhas. No teto do Duomo. Compramos o ingresso que daria direito para subir no topo/telhado/teto, como preferirem. Estava meio úmido, todo cuidado era pouco, por mais que fosse seguro, era melhor ir com calma e cuidado. Em Roma vimos um chinês se contorcendo de dor após torcer o pé no fórum romano (eu vi ele caindo) e no Vaticano uma senhora caiu naquelas famosas escadas em espirais e foi atendida por três médicos. Para nossa viagem continuar tranquila, fomos com calma. Ficamos mais ou menos uma hora ali em cima. Havia inclusive grupo de brasileiros com guia em português. Até escutei um pouquinho das informações. Detalhes da arquitetura gótica do Duomo. Detalhes da imagem no topo do Duomo. Como disse antes, alguns monumentos sempre em obras. Milano com certeza foi a cidade da Itália que mais encontramos brasileiros. Tem uma visão panorâmica da cidade muito bacana lá no teto da catedral, o tempo estava nublado e tinha um pouco de nevoa, então não era possível ver locais tão distantes. Vista para o lado residencial de Milano. Ah, nesse dia optamos por comprar o bilhete de transporte urbano como em Torino, valido por 24 horas, podendo usar circular, tran e metro. Diferente de todos os metros da Itália, de Santiago, de Paris, de São Paulo e do Rio (locais que já usei o metro), em Milano você precisa ter o ticket do metro para sair das catracas, ou seja, se você não guardar o bilhetinho, você terá problemas para sair das estações. Para nós não era problema, pois estávamos com o bilhete de 24 horas, então não iríamos jogá-lo fora mesmo. Vi muita gente utilizando o bilhete normal de um metro apenas e jogando o ticket no chão após sair da estação. Lá também tem gente sem educação, em menor quantidade, claro. Mas tem. Piazza San Siro nas proximidades do estádio. Como nós fizemos o café da manhã lá pelas 9 da manhã, não almoçamos. Ficamos vendo algumas lojas ali perto da piazza del Duomo e la pelo meio dia fomos ao San Siro assistir o jogo do Milan. Tentei comprar o ingresso pela internet de todas as formas, pois poderia escolher o lugar e economizar 10 euros comprando antecipadamente. Não sei o que acontecia que o cartão não passava. Liguei no Santander (ainda no Brasil) e não resolvia meu problema. Dizia que a data de validade do cartão estava incorreta, mas comprei ingressos para o Louvre e para a Torre Eiffel pela internet no mesmo cartão, com a mesma validade. Não sei o que houve, se era o site ou o que. Enfim, comprei na bilheteria do estádio, ou melhor. Quase. Todo feliz por pensar que entraria no estádio San Siro. Chegamos no estádio exatamente às 12h45, um pouco mais de duas horas antes de começar a partida do Milan contra o Crotone válida pela 20ª rodada do campeonato italiano. Olhei o estádio por fora, lindo, maravilhoso, comprei um cachecol do Milan e as 13h abriram os portões para dar inicio a entrada dos torcedores. Fomos a bilheteria. Até chegar na bilheteria inúmeros cambistas queriam vender ingressos. Claro que não comprei né (na Argentina um ano antes comprei de cambista e deu tudo certo, mas jurei a mim mesmo que não faria mais isso). Na bilheteria pedi dois ingressos, escolhi o lugar e tal. Quando “Il tuo documento per favore, il passaporto”. Cara, gelei na hora. Disse “senza passaporto”, por sorte estava com minha identidade do Brasil (expedida em 1997, quando a foto era preta e branca e tinha muito cabelo, mas com cara de criança) ele foi a um superior dele e com muita conversa viu que éramos turistas, ok, liberaram. Respirei aliviado. Mas ai veio o problema. A Niceia não estava nem com a identidade dela. Resultado? Não podemos comprar. A Niceia perguntou se eu queria ver o jogo e ela ficaria la fora. Eu disse lógico que não né. Já tinha desistido do jogo, quando olhei no relógio era 13h10. Falei, vamos tentar ir buscar os passaportes no hotel. Se chegarmos até as 14h no hotel, da tempo de voltar, pois a bilheteria fechava as 15h (horário do apito inicial). Por sorte tem uma linha (roxa) novinha de metro na porta do estádio (na realidade uma esquina antes, uns 300 metros). Eram 15 estações de metro até nosso hotel. Saímos da estação San Siro linha roxa e fomos até a linha vermelha na estação Porta Venezia. Além de andar mais 6 minutos no hotel e gastar mais 5 minutos lá dentro. Saímos do hotel com os passaportes em mãos às 14h50. Falei, vai dar tempo de sobra. Mas vamos nos manter em ritmo acelerado. Pensa em uma loucura chegando no estádio de metro. A estação nova, é como em Torino, o metro é pequeno. Parecia que era de graça de tanta gente que tinha. Estava tipo em horário de pico em SP. Mas o metro lá é quase a metade do tamanho. Uma mão eu ficava na carteira e a outra no celular. Nem tinha onde segurar. Chegamos as 14h40 na bilheteria, compramos o ingresso finalmente com o passaporte. O chuvisqueiro apertava. Não podemos entrar com pau de selfie e nem água. Tivemos que jogar no lixo. Entramos, era enorme para achar nossos assentos. No que sentamos o jogo começou. Estádio San Siro, em Milano: AC Milan 1 x 0 Crotone. O jogo não foi dos melhores, o time do Milan está péssimo este ano, mesmo contratando Bonucci, Biglia, Kalinic, Borini. O ex zagueiro da Juventus fez o único gol da partida – Bonucci 1x0 no fraco Crotone. Deveria ter mais ou menos umas 40 mil pessoas no estádio. Atrás de nós, havia uma família de brasileiros de Minas Gerais. Conversamos um pouco, o rapaz que estava lá também era louco por futebol. Saímos exatamente quando deu 45minutos do segundo tempo, para evitar a massa saindo do estádio. Pegamos o tran pela primeira vez em Milano. E nos deixou no centro, próximo da estação Montenapoleone. Resolvemos entrar no metro ali e descer na Porta Venezia. Estávamos com fome né, afinal, não almoçamos. Encontramos um restaurant da Renzo e Lucia, pizzeria forno a legna. Foi ali mesmo que pedi uma pizza chamada Italia e a Niceia uma lasanha bolonhesa. Pedimos vinho, batata frita e água. Como não amar essas massas italianas? Scusami, il conto per favore! Demos umas voltas no comércio ali perto da corso Venezia e olhamos umas lojas. Passamos em um mercadinho e fizemos a comprinha de água e salgadinhos. Próximo a alguma estação de Metro. Chegamos mais cedo ao hotel e desmaiamos, o cansaço começava a aparecer, por um lado foi bom ter um dia mais curto, nem por isso deixou de ser intenso. Gastos do dia: €9,00 – Metro – Dinheiro. €80,00 – Milan x Crotone – Dinheiro. €35,00 – Jantar – Dinheiro €5,00 – Mercado – Dinheiro. Total: €129,00
  15. Portugal + Barcelona - Fevereiro 2018

    @798791 Opa. Período: primeiras semanas de janeiro 2019. Digo assim. A mesma qualidade de hotel em Roma ou Paris no centro de Lisboa. Restaurantes perto de atrações turísticas comparadas a estas duas cidades, entende? Valeu @Kaio Gomes OPA! Pode deixar! Chegando mais próximo vou pedir ajuda sim. Ainda está muito no início dos planos. Começar a guardar dinheiro o ano todo novamente hehehe.
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