Ir para conteúdo

fmiri1975

Membros
  • Total de itens

    11
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra
  1. Olá. Talvez tenha gente aqui no fórum com mais experiência e pode ajudá-la também, eu darei minha pequena experiencia. Bom, eu fiquei 3 dias em Florença, sendo que um dia eu fui a Pisa. Acho que 2 dias lá e ainda visitar San Giminiano, Assis, Pisa e Siena é muito corrido. Não vai dá tempo para ver nada. As cidades não são longes, mas mesmo assim, vc perde um tempinho no trem, mas um tempinho para se localizar, enfim, eu acho muita correria, mas se vcs tem disposição, então é só encarar. Só para ter uma idéia, quando chegamos na estação de Florença para comprar o ticket para Pisa, tivemos que esperar 25 minutos o horário do trem. A viagem (era um trem pinga pinga, demorou 1:30h) Eu acho que 1 dia para Veneza é pouco. Foi uma cidade surpreendente. Eu não esperava que fosse tão legal. Em relação ao meio de transporte na Itália, eu achei o trem o mais prático e mais tranquilo. Gostei muito. Até pensei em alugar um carro, mas não valia a pena. Eu não comprei aqueles passes, que vc pode viajar não sei quantas vezes, para mim foi mais barato comprar os trecho separados. Também tinha essa dúvida, se comprava aqui na internet ou lá mesmo. Acabei comprando por lá, no final, não sabia se dava muita diferença, acho que não deu. (só comprei pela internet um trecho do TGV na França). É tranquilo, um dia antes passava na estação, e tem umas máquinas que vc escolhe o trecho, o horário e compra a passagem. Sossegado. Ah, e trechos como Roma - Florença, Florença - Veneza, que eu fiz, não compre o regional, pois embora seja mais barato é mais lento e para num monte de estação. Acho que é isso. Se tiverem mais alguma dúvida, é só perguntar. Fabiano
  2. Edver e Cacius, muito obrigado pela resposta. Entrei em contato com as pousadas e vou conhecer a cidade. Fabiano.
  3. Olá. Agora em julho to pensando em passar uns dias em Cambará. Dei uma olhada no cambara on line e fiquei na dúvida entre 3 pousadas. Alguém já ficou em alguma delas e pode dar uma opinião? 1) Recanto dos Amigos 2) Pousada Corucacas 3) Estalagem da Colina. Obrigado.
  4. Olá Danikas, eu estive nessas 3 cidades no ano passado. Fiquei 2 dias em Chamonix, 1 em Annecy e 1 em Lyon. Annecy vc mata numa tarde. É uma cidade muito agradável com um lindo visual dos Alpes. Chamonix vale a pena ficar no minimo 1 dia inteiro. Tem que pegar o teleférico do Mont Blanc que é sensacional. Se precisar de alguma dica, entre em contato. Fabiano.
  5. Olá, ela não pediu nenhum adiantamento para mim. Acertei tudo com ela na hora que entrei no apartamento. Vai ver que alguém confirmou e não apareceu e ela está pedindo adiantamento. Não teve atraso nenhum. Ela apareceu no horário acertado, passou as instruções, recebeu e zarpou. O endereço é bem tranquilo e sossegado para sair a noite. Não percebi nada de errado, pelo contrário. Até mais. Fabiano.
  6. Olá, colega, o endereço é: 26 boulevard de Sebastopol 75004. Da pra ver direitinho o prédio no street view do google maps Se vc for no link que coloquei, tem as fotos do studio. Eu achei a localização excelente. Perto de tudo. Em relação a segurança, achei a Europa em si muito tranquila. Não saia de madrugada, mas andava a noite sem problema nenhum. Boa sorte. Fabiano
  7. Eu calculo que gastei no total algo em torno de 16 mil reais, para tudo, transporte, hospedagem, alimentação, passeios, compras e tudo mais. Vou colocar alguns preços que me lembro (por pessoa). Parte aérea São Paulo - Roma. Paris - São Paulo: US$ 830,00 + taxas. Roma Roma Pass (entrada em 2 atrações (menos Vaticano) e transporte ilimitado por 3 dias): € 23. Basílica de São Pedro: € 7 para subir com elevador (até um trecho apenas). Museu do Vaticano: € 14. Elevador do Monumento Vittorio Emanuelle: € 8. Passagem de trem Roma – Florença: € 42 (comprada na máquina da estação. Trem alta velocidade, o regional era mais barato). Florença. Jardim de Boboli: € 10. Duomo: € 8 (sem elevador). Igreja Santa Croce: € 5. Museu da Ciência: € 6. Trem Florença – Pisa: €5,70 (o trecho). Passagem Florença – Veneza Mestre: € 37. Veneza Trem Mestre – Veneza Santa Luzia: € 1 por trecho. Passe Vaporetto 12 horas: € 14. Campanário Praça São Marcos: € 8. Ônibus Mestre – Aeroporto Marco Pólo: € 3,50. Vôo Baboo Veneza – Nice: € 65.00. Nice Lavanderia: lavar e secar : € 8. Passeio de Ferrari: €89. Estacionamento Casino Mônaco: € 7. Chamonix Teleférico Auguille du Midi: € 40 (esse foi doído). Pedágio Tunel do Mont Blanc: € 33. Pedágio Nice - Chamonix: € 36. Annecy Passeio de barco no lago: € 12. Pedágio Annecy - Lyon: € 12,90. Lyon Passe de metrô para um dia: €4,50. TGV Lyon – Paris: € 32 (tarifa de internet, sem alteração nem cancelamento). Primeira classe. 3 euros mais caro que a segunda. Paris Carnê de 10 tickets metrô: € 11,60. Louvre: € 9. Arco do Triunfo: € 9. Torre Eiffel: € 13. Opera: € 8. Invalides: € 8,50. Palácio de Versalles: € 15. Acho que é isso.
  8. Olá Claudinei. O preço da voltinha é 89 euros. Dá, mais ou menos, uns 15 minutos dirigindo a Ferrari. Tem outras opções, porém o preço aumenta. Vale muito a pena. Só não cometa o mesmo erro que eu fiz, de não reservar o horário. Quase que eu perdia a brincadeira. O site com todas as informações é: www.livenupmonaco.com O e-mail é: [email protected] Até. Fabiano
  9. Segue uma pequena descrição dos locais onde ficamos hospedados. Espero que possa ser útil. Fiz todas as reservas pela Internet e me baseie principalmente nos comentários do Tripadvisor e do Hostelworld. 1) ROMA B&B Bologna (http://www.beb-bologna.it/index.html). Para minha surpresa, a primeira resposta que recebi no e-mail veio em português. A família que é dona, morou muitos anos no Brasil e inclusive a filha é brasileira. Paguei 80 euros por um quarto com banheiro privado, ar condicionado, café da manhã e uma sacada para a praça. Nunca tinha ficado em B&B e estava preocupado. Excelente pedida. Achei melhor que hotel. Tinha uma geladeira pequena na cozinha que podia ser utilizada. Wifi gratuita. A localização não é turística, pelo contrário, vocês praticamente só encontrarão locais nas redondezas, mesmo assim, o metrô, que fica as portas do B&B, está a 3 estações da Termini e acho que 5 do Colosseo. Para a reserva é apenas solicitado o número do cartão de crédito. 2) FLORENÇA Plus Florence (http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Plus-Florence/Florence/22996). Fiquei num quarto com banheiro privado e uma sacada por 55 euros. O hostel tem também quartos coletivos. Eles não fornecem toalhas, nós compramos 2 meia-boca por 3,50 euros cada. Eles oferecem algumas excursões para as cidades próximas. O café da manhã custa 5 euros. O restaurante não funciona meio dia, acho que a partir das 18:00. Os pratos são bons e um preço bem justo, vale a pena, bem como o serviço de lavanderia. O grande diferencial é a sauna e a piscina, que não é térmica. Basta pegar uma sauna, esquentar e cair n’água. Também tem uma esteira e uma bicicleta ergométrica, as quais apenas olhamos. Fica uns 10 minutos do mercado público. Bem legal também é o terraço. Lá o pessoal se reúne para fazer um agito, todo dia tem uma promoção diferente. O copo grande de chopp custava 4 euros. Tem uma bela vista da cidade. Wifi gratuita. Para a reserva, você tem que pagar 10% do valor. O resto você acerta lá. 3) VENEZA B&B Romântica Venezia (http://www.venezia-bb.it/en_bb_home.htm). Esse B&B fica em Mestre, 5 minutos da estação de trem, em 15 minutos você está na estação de trem de Veneza. Pagamos 50 euros por um quarto com banheiro coletivo e café da manhã. Na real, trata-se de um apartamento de 3 quartos que o dono transformou num B&B. O banheiro é muito limpo e tudo é muito organizado. Cada quarto tem seu espaço na geladeira e na estante do café da manhã. Ao lado tem um bom supermercado, que você pode comprar mantimentos e colocar na sua parte da geladeira. Wifi gratuita. Fiz a reserva pelo e-mail e não me pediu cartão de crédito. Pagamento na hora. 4) NICE Hotel Regence (www.hotelregence.com) Localizado no calçadão, com vários restaurantes e comércio bem na porta. Menos de 300 metros da Promenade des Anglais. 63 euros por um quarto com banheiro privado. O hotel não tem garagem, mas outro hotel da rede, que fica perto tem e você pode utilizar caso não esteja ocupado. O preço é 10 euros por dia. A Internet custa 3 euros por 24 horas. O café da manhã custa 6 euros, não posso dizer se é bom pois não tomamos. Para fazer a reserva é necessário informar o número do cartão de crédito. 5) CHAMONIX Hotel Les Aiglons (http://www.aiglons.com) Esse hotel na alta temporada deve ser muito concorrido, ele inclusive tem um SPA. Como outubro é um mês sem nada, conseguimos uma diária de 70 euros. O quarto é alto nível, muito amplo e extremamente confortável. O hotel tem sauna úmida e seca, uma piscina térmica e jacuzzi. A piscina não estava muito quente, porém tem uma linda vista do Mont Blanc. Wifi gratuita. O hotel tem estacionamento (10 euros), mas tinha um público na frente que é de graça. Café da manhã custava 12 euros, muito caro. No ato da reserva, você tem que pagar 30%. 6 ANNECY Ibis (www.ibishotel.com) Bom, Ibis é ibis, no Brasil e em qualquer lugar. A tarifa de 49 euros foi da Internet, com pagamento total e sem direito a alteração ou cancelamento. Excelente localização, com estacionamento noturno gratuito bem embaixo do hotel. A calefação do nosso quarto não estava funcionando e rapidamente nos colocaram em outro quarto. Wifi gratuita. 7 LYON Campanile Lyon Centre Part-Dieu (http://www.booking.com/hotel/fr/campanile-lyon-centre-forum-part-dieu.html?aid=304142) Necessitava de um hotel ao lado da estação de trem, para devolver o carro e pegar o TGV. Pelo que percebi, o hotel é utilizado principalmente para turismo de negócios. O restaurante é muito bom. Diária de 54 euros, sem café da manhã (custava 9 euros). Fiz a reserva pelo booking sem necessidade de antecipar nenhum valor. Wifi gratuita. 8 PARIS Studio (http://www.homelidays.com/paris-04/studio243351fr1.htm) Parecia que estava em casa. Procurei vários apês até chegar nesse ai. A proprietária, extremamente educada, negociou o preço de 80 euros a diária. Não precisei dar numero de cartão nem antecipar nada, tudo acertado na hora. Elevador, cozinha completa, máquina de lavar roupa, máquina de lavar louça, aquecimento, wifi, TV com uns 300 canais (não sei pra que), vista para a torre e excelente localização no bairro 4, do lado do Georges Pompidou, no 6º andar e pertinho da estação Chatelet (uma das maiores). Você consegue uma boa economia comprando nos mercados e nas padarias da região. Abastece a geladeira e pronto.
  10. No inicio de outubro, fui com a minha esposa para nossa primeira viagem para a Europa. Ficamos no total 20 dias. Eu queria conhecer Paris, ela Roma. Marquei o inicio em Roma e o fim em Paris. O meio da viagem fui fazendo de acordo com o que já sabia e o que eu ia vendo na internet (site mochileiros e algumas comunidades no orkut tem muita informação). Como tinha estudado francês, já tinha idéia de onde queria ir. Andamos muito a pé, de trem, metrô, avião e alugamos um carro para andar pelo interior da França. Ficamos em hotéis, B&B, hostel e alugamos um studio em Paris. Fiz tudo pela internet, só comprei a passagem pela agencia de viagem. Não coloquei os valores aqui no relato (não anotei, mas tenho quase tudo de cabeçca), caso alguém tenha interesse, pode entrar em contato no meu e-mail. Tentei colocar algumas fotos aqui e não deu certo. Vou tentar mais tarde. 02/10 e 03/10 Saída de Florianópolis tudo no horário, por incrível que pareça. Tudo certinho, 12:30 já estava no saguão de Guarulhos. Já tinha feito o check in pela Internet (sempre que é possível aconselho fazer, no vôo da volta tinha muita gente viajando separado porque não estavam marcando o lugar), só tinha que passar para pegar o cartão de embarque e despachar as malas. Almoçamos no restaurante ao lado do guichê da Air France. , aonde vimos a escolha do Rio como sede das Olimpíadas de 2016. O tempo passou bem rápido e ainda fomos à receita federal registrar o notebook, ipod e câmera fotográfica. Passadinha no free shop, só para não perder o costume. Embarcou no horário, mas não sei porque, demorou 40 minutos para levantar vôo (esse atraso que atrapalhou a nossa vida em Paris). A viagem é bem tranqüila, classe econômica, como sempre, lotada e apertada. O serviço de bordo da Air France é muito bom: Champagne, a janta muito boa, vinho francês e o escambau a quatro, nota 10. Assisti o Assalto do Mêtro 123, nada demais. Na hora que o avião pegou o oceano atlântico, parecia que estávamos numa estrada esburacada. Não parava de trepidar, isso até que atrapalhou o pouco sono que tivemos. O avião pousou 8:45 hora local. O fuso é de 5 horas e o piloto avisou que a temperatura era de 10 graus. Achei estranho que não tem nenhum papel para fazer a imigração. Andamos, andamos, passamos pela imigração, tudo sossegado e chegamos na fila quilométrica do raio x. Aí foi que nós se ferramos. Pô, demorou bagaraio. Uma lerdeza sem fim. Eu falei com a moça e ela me disse que havia outros passageiros na mesma situação. Fiquei tranqüilo, achei que por ser um vôo da Air France, eles esperariam. Coisa nenhuma. Chegamos as 9:55, ou seja, 10 minutos de atraso, e o vôo já estava fechado. Vai ao guichê da Air France, a moça disse que todos os vôos para Roma estavam lotados, achei que era cascata, pedi para ela ver alguma coisa, mas nada, tinha um vôo às 15:15. Ok, paciência, chá de aeroporto ferrado . Depois de toda essa demora, o avião até que saiu na hora, com apenas 10 minutos de atraso. Durante o vôo, consegui tirar algumas fotos bonitas dos alpes. Chegando em Fiumicino, tudo certo, nossas malas foram as primeiras a chegar. Saímos e procuramos o trem regional com direção a Tiburtina. Tudo tranqüilo. Chegamos na estação, compramos o ticket do metro e na próxima já estávamos na Piazza Bologna. Chegamos num bagaço. Tomamos um ótimo banho e nossa reserva na cantina da Enrico já estava feita pela Micaela (brasileira que é dona do B&B que ficamos). Chegamos com uma cara de sono, pedimos uma birra Moretti e mandamos ver no spaguetti e no penne. Chegamos e boa noite. 04/10 Acordamos às 8 da manhã, eu já estava bem recuperado da viagem. Pedimos todas as dicas com a Micaela e fomos à direção contrária comprar o Roma Pass (não compramos no aeroporto porque o cara não tinha troco (!?!?!?!?!??!)). Pegamos o metro e por volta das 11:30 chegamos na estação Colosseo. Quando vc sai do metro e vê o Coliseu, é uma bela emoção, indescritível. Fomos direto ao Palatino, com o Roma Pass, vc pode entrar sem fila nenhuma. A partir daí, andamos, andamos pra caramba. Era caso do Augusto, da Lívia, Jardim não sei das quantas, era pedra e velharia para tudo que é lado (peço desculpa aos professores de história). Na saída do Palatino, fomos direto ao Coliseu, comemos uma pizza meia boca e a Fabiola tirou umas fotos com um soldado da legião romana, maior paga mico turistão, mas deixa pra lá, afinal de contas, nós somos isso mesmo. Entramos no Coliseu e passamos por tudo que é buraco. Realmente deve ser muito legal pegar aqueles aparelhos que conta toda a história. Volta e meia eu ficava ao lado de algum guia escutando o que ele falava. Na saída do Coliseu, tentamos ir à praça que a Micaela tinha indicado, que era perto da “Boca de la Veritá”, mas era longe bagaraio. Como tínhamos, o Roma Pass, pegamos o primeiro ônibus que passou que nos deixou na Piazza Venezia. Lá tinha o Monumento ao Soldado Desconhecido e um museu bem legal. Tiramos umas boas fotos. Passando isso, fomos caminhando até o Panteon. Muito legal, gente enterrada e tudo, mais fotos, vale a pena. Fomos caminhando até a Piazza Novana, aonde tem a embaixada Brasileira. Dali pegamos o ônibus 62 e saltamos na Fontana di Trevi. Pô, era turista que não acabava mais. Jogamos a tradicional moeda e curtimos muito, depois na Piazza Barberini, aonde a Fabiola fez um lanchinho. Partimos para a Igreja da Nossa Senhora da Conceição, dica do meu primo, aonde tem um Cemitério a céu aberto dos padres capuchinhos. Era esqueleto para tudo que é lado. Passadinha rápida no Hard Rock e caminhada até a Piazza Spagna e já era 6:30 da noite, tínhamos que voltar para o B&B. Duas opções: 1) Metrô até Termini e Metrô B, ou metrô até Barberini e ônibus 62 para Piazza Bologna. Optei pela 2, pois queria conhecer a cidade. Após esperar uns 10 minutos, passa o 62 com gente saindo pela janela. Depois de muito sufoco, conseguimos entrar para saltar na próxima estação e fazer a opção 1. Chegamos no B&B, banho rapidinho e já saímos para tirar as fotos noturnas do Coliseu, que ficaram ótimas. Tranqüilo, é só pegar o metrô e, em 4 paradas estávamos lá. Voltamos e fomos comer uma pizza e tomar umas birras Moretti no restaurante da Enrico. Pronto, bagaço total e lá vamos dormir para amanhã visitar o Vaticano. 05/10 - Roma Acordamos as 07h45min numa boa, recuperados do dia anterior, sem imaginar que o pior está por vir. Por volta das 9 horas, pegarmos o ônibus 62 da Piazza Bologna, que já saiu cheio. Em aproximadamente ½ hora, ele nos deixa ao lado da Basílica de São Pedro. Realmente, a fila é grande, mas nada assustador, ela até que anda rápido. Resolvi pegar o fone que vai explicando a basílica, joguei 5 euros fora, porque a naba, em 10 minutos tinha descarregado. Muito bonita, andarmos por tudo, Pietá, tinha até uma missa, aonde encontramos o casal de velhinhos que estavam no mesmo ônibus. Então, fomos subir a cúpula da basílica. Com elevador, 7 euros, sem, 5. Fomos no elevador, o que não te livra de subir 320 degraus. O visual lá de cima é muito bonito, tem uma visão de toda a cidade de Roma. O tempo passa rápido, descemos e zarpamos para o museu do Vaticano, é uma caminhada de uns 15 minutos, aqui, já estávamos dando sinal de cansaço. O museu é enorme, gente pra cacete (a gente olhava os corredores enormes, e lotados, parecia uma micareta, em certas horas, nem precisava andar, os outros te levavam), pra tudo que é lado, muita coisa bonita, tapetes, pinturas, estátuas e vc anda muito, acredito que ficamos mais de uma hora andando até chegar à tão falada Capela Sistina. Ela é toda pintada, com uns detalhes impressionantes. Ali todo mundo fica tentando tirar uma foto e os carinhas do museu correndo atrás. Hehehehhe. Depois, passamos no serviço postal do Vaticano, aonde enviamos um cartão para as nossas famílias. Resolvemos comer uma pizza ali perto mesmo. Um restaurante com um dono que estava enlouquecido e dava esporro em todo mundo . O cara não queria me vender uma pizza para viagem (eu tinha visto uns malucos comendo numa escadaria e queria fazer a mesma coisa). No fim, deu tudo certo. Saímos e fomos tirar as ultimas fotos da basílica de São Pedro. Um detalhe, ao lado dos muros do Vaticano, apareceu um monte de gente vendendo umas bolsas e óculos “originais”, quando do nada, saiu um policial a paisana dando o rapa em todo mundo. Hahahahahahaha. A negada corria mais que o Usain Bolt. Preparem-se para deixar uma grana no Vaticano (subida a Cúpula, 7 euros, 14 do museu, fora as lembrancinhas). Fomos tirar umas fotos no Castelo San Ângelo, passamos a ponte e pegamos um ônibus (182) que passava ali e deixava na estação do metrô. O legal de Roma, é que em cada parada, tem o itinerário do número da linha, era só esperar um pouco e pronto. Paramos na estação Lepanto e fomos para Termini comprar a passagem para Florença. Compramos na máquina (um pouco salgado, 42 euros por pessoa). A Micaela, tinha falado, que na Piazza Cavalieri di Malta, tinha um buraco, com uma surpresa. Ficamos com uma curiosidade enorme, e mesmo sendo um pouco contramão, pegamos o metrô de Termini até Circo Massimo, já estávamos no bagaço sem tamanho, com as pernas explodindo e o tiozinho da banca ainda deu o caminho errado para gente, porra, andamos muito, e quando chegamos lá, a imagem do buraco valeu todo o esforço. Tão pensando que eu vou contar??? Hahahahahah Venham a Roma e descubram. Saímos dali e passamos na “Boca de la Verita”. Uma fila gigante para tirar foto, optamos apenas por tirar a foto de fora. Ao lado, voltamos ao Monumento Vittorio Emanuelle, para subirmos no elevador e ver as ultimas panorâmicas da cidade. Passamos na igreja de Cosme e Damião para tirar umas fotos, metro Coliseo e chegamos na Piazza Bologna,. O menu gastronômico do dia foi fraco, um prato estranho no árabe ao lado do prédio. 06/10 Saída de Roma, ultima visão da Piazza Bologna, que deixará saudades. Pegamos o metrô, e em menos de 10 minutos estávamos em Termini. Esperamos mais ou menos uma hora e logo chegou o nosso trem. A segunda classe é bem boa. Embarcamos na carroça de numero 11. As 10h30min. como previsto o trem estava saindo. A viagem é muito tranqüila, bem sossegada, em uma hora me meia estávamos desembarcando em Firenze. Aproximadamente, uma e meia da tarde, já estávamos caminhando pela cidade. Logo fomos almoçar num restaurante bem perto do hostel (ficamos no Plus Florence). Achei a conta um pouco salgada, 28 euros. Passamos por umas ruas cheias de barraquinhas, que vendem de tudo, bolsas, camisetas, jaqueta de couro, pinóquios, enfim quase tudo que vc imaginar. Demos de cara com o Duomo e a Igreja Santa Maria del Fiori. Muito bonita. Continuamos caminhando e logo estávamos passando pela Ponte Vechio, com todos os ourives e a estátua com os cadeados, seguimos em frente, e como um amigo tinha falado, fomos visitar o Jardim de Bobini. Sei lá, achei muito caro, 10 euros por pessoa, não valeu a pena. É uma boa pernada para subir tudo. Lá de cima tem uma bela vista da cidade e dos campos. Dá até para ver uns castelos. Saímos e passamos por uma outra ponte para tirar as fotos da Ponte Vechio. Voltamos vendo todo o movimento dos turistas e passamos no mercado, compramos um queijo, salame, pão e fizemos um lanchinho no quarto, então, o cansaço bateu e dormimos; que belo descanso. O hostel, mais parece um hotel, nosso quarto é muito bom e aqui só da juventude, acho que somos uns dos mais velhos, ainda encontramos 2 catarinas perdidos por aqui. Fizemos uma sauna, tomamos um belo banho de piscina e depois fomos ao terraço curtir um chopp e o visual noturno da cidade. 07/10 – Firenze Hj acordamos um pouco mais tarde, algo em torno de 9 horas. A Fabiola resolveu tomar café no hostel eu preferi esperar um pouco e comer um panini de queijo e mortadela no mercado que fica aqui próximo. Saímos e fomos direto para a subida do Duomo. Tinha pouca gente, compramos o ingresso e encaramos os 463 degraus. O visual lá de cima é muito bonito. Arrumamos um lugar para sentar e ficamos curtindo o visual. Subiu??? Agora tem que descer. Esse negócio de sobe e desce ta matando a gente. Tentamos ir na Galeria Ufizzi, mas a fila estava assustadora. Fomos então na Igreja da Santa Croce. Tenho que pegar no livro o nome das figuras que estão enterradas lá (me lembro do Galileu e do Maquiavel). É uma bela igreja, pena que estava com muitas partes em reforma. Tentamos novamente entrar na Ufizzi, a fila estava maior ainda. Demos uma voltinha e entramos no Museu da Ciência. Quem gosta de física, matemática, astronomia vai curtir bastante. Pena que 2 andares estavam fechados. Queríamos ir à loja de perfumes dos padres do ano de 1600. Aqui, demos uma bela errada, fomos caminhando para o lado errado, e andamos bastante até perceber a cagada. Já estávamos bem cansados e ainda voltamos tudo com muita fome. Eu queria voltar para o mercado para comprar outro panini. Para nossa surpresa, chegamos lá e estava fechado . Quase voltamos ao hostel, mas na Piazza da Independenza, encontramos uma padaria e fizemos um bom lanche. Passamos na estação de trem para dar uma olhada nos horários do trem para Veneza e fomos direto para a perfumaria. Vale a pena conhecer, pena que não compramos nada, porque o preço não era para o nosso bico. Só para variar, chegamos no bagaço no hostel. Caímos na cama e capotamos, ainda assisti um pouco do jogo Brasil x Uruguai no sub-20. Para dar uma relaxada, só mesmo uma sauna úmida e um bom banho de piscina com jacuzzi, enquanto esperávamos nossa roupa ser lavada. Hj estava agitado o terraço. Uma galera muito louca estava enchendo a cara. Eu só tomei um chopp depois da janta que fizemos no restaurante do hostel. Vale a pena, o preço é bom e a comida tb. 08/10 – Firenze Acordamos no mesmo horário de sempre, algo em torno de 08h30min, nos arrumamos e zarpamos para comer um sanduba no mercadão de Firenze. Estava muito gostoso, aproveitamos para encher as garrafas de água na bica da rua e zarpar para o terminal de trem, compramos as passagens para Veneza e a ida para Pisa. O próximo trem regional saia em aproximadamente meia hora. Foi o maior pinga pinga, demorou aproximadamente uma hora e meia. Chegamos lá, sem mapa nenhum, apenas fomos seguindo as placas e o fluxo. É bem legal quando vc da de cara com a imagem da torre. O engraçado é ver todo mundo tentando tirar aquelas fotos clássicas. É óbvio que também tiramos as nossas, e foi de tudo que é jeito, de pé, deitado, empurrando... ãã2::'> Voltamos para a estação e comprei o passe para o próximo trem, que saia em 15 minutos. Dessa vez, o regional não era pinga-pinga, em uma hora estávamos desembarcando em Firenze. Uma coisa importante é não esquecer de validar os tickets do trem, pois passa um cara conferindo, e a não validação, da uma multa de 50 euros. Chegamos no hostel e descarregamos a mochila. Tínhamos que fazer as compras das lembrancinhas e aproveitamos para ver o por do sol na Piazza Michelangelo. É uma pernada e tanto, mas o visual é muito bonito, vc não deve perder. Mais uma pernada para chegar no hostel e no meio do caminho mais algumas fotos na ponte vecchio. Só achei ruim que as Igrejas não têm iluminação para tirar umas fotos legais. No hostel, tudo aquilo que fizemos nos outros dias, sauna e piscina, muito boa a pedida. Jantamos e agora estamos aqui no terraço, curtindo o visual do Duomo e tomando uma geladinha pra relaxar. 09/10 – Veneza Saímos do hostel em Firenze um pouco antes das 10 da manhã e fomos direto para a estação de trem. A cidade estava movimentada, tinha um protesto dos comunistas e outros malucos da região, passamos até por uma molecada anarquista comendo uma batata do McDonalds. Chegamos na estação e o trem estava na hora. Esse veio lotadinho, até com gente em pé. Aqui um comentário. Acho estranhos esses trens de alta velocidade. A gente entra e não vem ninguém conferir as passagens. Poderíamos ter feito esses trechos na faixa. Sei lá, deve ter algum esquema. A viagem de trem é bem agradável e rápida, com um visual muito legal do interior da Itália. Nossa hospedagem fica muito próxima a estação de Mestre, aproximadamente uns 200 metros. Na hora que chegamos o dono não estava, ficamos um pouco preocupados, tentei entrar em contato e voltei ao B&B (Romântica Venezia) onde ele já estava. Passou todas as coordenadas, que não foram poucas. Nos arrumamos e saímos para almoçar num restaurante de frutos do mar. Embora não seja barato, foi muito engraçado. De cara já tomamos um esporro do dono, um senhor enorme de gordo. Por não termos entendido o menu . Para nossa sorte não foi só a gente, uns turistas tb tomaram um esporro porque sentaram na hora errada. O risoto de camarão estava muito bom. Pegamos o trem para Veneza. 1 euro para ir e 1 euro. para voltar. Mesmo esquema do trem, ninguém pede nada. Por via das duvidas, sempre validávamos os tickets, assim não corríamos o risco da multa e do mico. A chegada tb é bem marcante. Com um monte de barco, para cima e para baixo é coisa de cinema. Saímos caminhando até a ponte de Rialto. Não tem como descrever, só andando pelas ruelas que vc sente o que é estar em Veneza. Erra um pouco, acerta mais e logo estávamos na ponte. Resolvemos ir até a Praça São Marcos. No caminho, por acaso, passamos no Bacaro Jazz., um barzinho bem interessante, aonde a mulherada troca o soutien por uma camisa. Mais um pouco, estávamos na Praça. Que coisa de maluco, uma bandinha tocando uma música clássica, um monte de turista e pombo, enfim, é indescritível. Ficamos ali curtindo o visual do canal. Já estava tarde e tínhamos uma longa pernada pelas ruelas até chegar na estação de Santa Lucia e comprarmos nossos passes do vaporetto para amanhã. Passamos no mercado aonde compramos uns mantimentos para preparar uns paninis. 10/10 – Veneza Durante a madrugada, senti que o dia poderia ser atrapalhado pela chuva. Quando acordamos, estava uma chuva bem fininha, nada que atrapalhasse, porém, quando estávamos nos preparando para sair resolveu chover mais forte. Fomos obrigados para parar no china e comprar 2 guarda-chuvas. No trem para Veneza eu percebi que o negócio ia ser complicado. Chove pra cacete. Para pegar o vaporetto, já chegamos ensopados. Fomos direto para a Piazza San Marco, ficamos zanzando um pouco e almoçamos com a companhia de meia dúzia de pombos. Como a chuva tava forte, entramos num vaporetto e fomos passear. Pegamos um bom lugar na rabeira e fomos até Lido. Chegamos lá, voltamos, hehehehe. Resolvemos parar na Salute para ver uma estátua, baita cagada. Outro barquinho até Rialto, aonde compramos uns badulaques e seguimos para a estação Fonte Nuova, para pegar o vaporetto para Burano. Nessa hora, o sol resolveu aparecer. A viagem dura cerca de 40 minutos. Ficamos lá o tempo suficiente para o outro barco passar para nos levar de volta. Vale a pena, a cidade é bem interessante, pitoresca, e tem uma torre torta também. Na volta, pegamos o 42 e fomos até San Marco de novo, aonde subimos no campanário para ter uma vista legal da cidade. Outro vaporetto para Rialto, aonde voltamos caminhando para a estação, se perdemos pelas ruelas escuras da cidade, mas valeu a pena, de volta a estação, bagaço total para o hotel se recompor e sair para comer. Tudo fechado, voltamos para o restaurante da Bepe Veneziana e seus donos loucos. Queríamos comer uns frutos do mar e fomos na conversa do maluco. Moral da história, comemos um variado de frutos do mar adriático (tinha até corrupto) em conserva e outro prato igual frito, comida bem típica. De volta ao quarto para arrumar as malas e dormir. 11/10 Nice Acordamos cedo e zarpamos para a estação de ônibus, que leva direto ao aeroporto Marco Pólo. É rapidinho, em 20 minutos estávamos lá ansiosos para pegar o vôo da Baboo. Parecia que estávamos num vôo fretado. Era muito chique: canapés, pão sírio, abacaxi, mais um monte de frescurada. A vista aérea de Veneza é bem legal. Dá para ver direitinho tudo por onde a gente passou. Chegamos em Nice e fomos direto para o outro terminal pegar nosso carro. Aqui a minha primeira preocupação: como íamos devolver o carro e Lyon, queriam me cobrar 150 euros de taxa de devolução no GPS. Nada disso. Fiquei puto, porque tinha me programado todo para usar o GPS, mas paciência. Fomos direto para Cannes, paramos no primeiro posto e compramos uns mapas da Michelin. Na real, até agora não ajudaram muito. Cannes é bem legal, demos uma voltinha, tiramos umas fotos básicas e voltamos pelo litoral (na ida pegamos a auto-estrada). Resolvemos ir aonde eu tinha visto que alugava a Ferrari. Primeira errada para pegar a Promenade des Anglais (nessas horas o GPS faz uma baita falta). O transito estava complicado, estava começando a achar que foi uma roubada alugar o carro aqui. Então andamos, andamos, andamos pra cacete e como não me lembrava direito, óbvio que não encontramos o cara da Ferrari. Só tinha um porém, agora tínhamos que voltar tudo, a estrada estreita, em reforma, foda, mó tranqueira. Eu me lembrava mais ou menos onde ficava o hotel e paramos o carro num estacionamento perto da praça. Fizemos o check in (Hotel Regence, bem no calçadão), voltamos para o estacionamento para levar o carro para outro estacionamento, da rede do hotel. Perto e até que foi tranqüilo achar. Já estava tarde e acabamos indo ver o por do sol na praia. Na volta paramos num restaurante do calçadão e comemos um rango delcicioso. Chegamos no bagaço e capotamos. 12/10 Depois das cagadas de ontem, hj nos organizamos direitinho. Peguei os telefones do cara da Ferrari e zarpamos. Hj fomos pela auto-estrada. Tranqüilo, uma pequena errada para sair do hotel (maldito GPS). Mônaco é uma coisa de maluco, toda aquela riqueza reunida. BMW é carro popular, Audi também. Porsche tem bastante. Peguei as coordenadas e conseguimos chegar no estacionamento do Casino. Passeamos pela cidade, várias fotos, fizemos um bom trecho do circuito da F1. Numa rua perdida, por acaso, encontrei o escritório do aluguel da Ferrari. A secretária do médico veterinário do prédio foi muito prestativa. Do seu telefone celular ela conseguiu contatar o pessoal. Falei com eles (pô, meu francês até que ta bom, eu entendi a mulher, e ela me entendeu), o que não serviu para nada. Ela disse para eu ligar para o numero da reserva, mas eu não ia abusar da secretária. Cascamos fora direto para Eze Village, que é aonde pega o carro. Dessa vez acertamos e chegamos na boa. Entendi-me no telefone com o cara da reserva, em 10 minutos ele estaria lá para a gente passear. Feito os trâmites, lá estava eu sentado na Ferrari e pilotando. É indescritível. O cara ficava falando para mim: push, push, push toda hora (era para acelerar) e eu tocava o pau. Fiquei numa adrenalina danada depois de pilotar esse bólido. Hehehehe Uma estrada bem estreita e o cara mandando eu tocar o pau, o pior não era isso, a Ferrari não se freia. Chegando cada curva fechada e ele dizendo que tava de olho no meu pé, hehehe, fiquei meio cagado, mas o dono do carro mandando eu usar apenas o freio motor, foi o que fiz. A aceleração do carro é foda, uma hora tive que tirar o chapéu porque tinha certeza que ele ia voar. O que é bom dura pouco, não foi barato, mas faria tudo de novo. Dessa vez voltamos por uma outra estrada, foi bem mais rápido. Sabia que tinha que chegar no porto e voilá, rapidamente estávamos na garagem. Chegamos no hotel e a moça nos indicou um lugar para lavar as roupas (a pilha tava grande). Apanhamos um pouco para aprender como funcionava a máquina, mas deu tudo certo. A lavação seria 40 minutos. Ai para completar o dia da realeza, enquanto o tempo passava, resolvemos pegar uma praia na riviera. Colocamos as toalhas nas pedras e ficamos lá torrando um pouco. É óbvio que tínhamos que cair naquela mar azul piscina (nunca vi mar tão azul). Que água deliciosa, ficamos lá, mergulhando (mesmo com pedra e tudo). Tivemos nosso dia de turistão pegando praia. Voltamos e colocamos as roupas para secar (mais meia hora para ficar pronto). Sentamos no calçadão e ficamos curtindo aquele mar azul e o solzão que tava batendo. Que sensação boa. Deu meia hora, pegamos as roupas e fomos para o hotel. Nos arrumamos e a Fabiola foi para a galeria Lafayette procurar algumas roupas. Eu fiquei pesquisando na internet o melhor caminho para ir para Chamonix. Encontramos-nos na praça e saímos caminhando pela beira mar, curtindo o por do sol e, tirando umas fotos e tentando ver o caminho que temos que pegar amanhã. Voltamos para o hotel, arrumamos toda a tralharada e saímos para jantar. Depois de uma janta muito boa, fomos à beira mar, tirar umas fotos noturnas. 13/10 – Nice Chamonix Essa viagem tinha me deixado bem preocupado. Com a ausência do GPS e sem um mapa da Itália, tinha medo de perder um bom tempo rodando. Decidi fazer o caminho mais curto e usando o máximo de auto-estradas. Foram quase 500 km. A estrada é um tapete, uma cacetada de viadutos e túneis. Nota 10 para minha navegadora. Um pequeno parêntese: entrei no guia michelin, imprimi o roteiro e a Fabiola ia conferindo tudo. Não demos uma errada. Optei por usar apenas auto-estradas. É um pouco mais caro, mas muito rápido. Seguimos as placas e deu tudo certo. Só fiquei meio cagado quando passei num túnel e vi numa placa que o túnel do Mont Blanc estava fechado. Eu andava na estrada e não tinha um carro, nadinha. Chegamos lá, o túnel tinha acabado de abrir, tranqüilo, ele é bem grande, quase 11km. Essa brincadeira toda não é barata. De pedágio foi 36 euros mais 33 do túnel, mas valeu a pena. Chegando em Chamonix, que é uma cidade muito pequena, demos uma voltinha para nos localizar. O hotel (Les Aiglons) fica ao lado do teleférico do Auguille de Midi. Fizemos um lanche e resolvemos subir os 3482 metros. É incrível todo o visual dos alpes, coisa mais linda, todas aquelas montanhas nevadas. Sensacional. O frio tb era muito forte, perguntei para um trabalhador da estação, e ele me disse que estava -7, mas com a ventania, a sensação era de -15. Chegando no hotel, curtimos uma sauna e a banheira do quarto. Fizemos uma hora e saímos para jantar. A cidade parece uma cidade fantasma, heheheheh, só dava nós na rua. A Fabiola perguntou se a gente não tinha que ter medo. Eu disse que eram eles que tinham que ter medo da gente. Um friozinho bem gostoso de 2 graus. 14/10 – Chamonix Justamente, como já tinha previsto, essa etapa da viagem seria bem tranqüila. Como muitas coisas estão fechadas, sobraria tempo para descansar um pouco. Acordamos por volta das 8:30 e saímos para tomar um café numa padaria aqui perto. Estava muito frio. Uma geada forte por tudo e o termômetro marcava -4 graus. Voltamos e arrumamos as coisas para ir para a Suíça. Primeira coisa a fazer, era tirar o gelo de todas as janelas do carro. Perdemos um tempinho fazendo isso, mas deu tudo certo. Embora a distância seja pequena, não da para ir rápido, a estrada é muito sinuosa e tem algumas obras. Rapidamente estávamos parados na fronteira França Suíça. Nem precisava parar, o guardinha já mandou a gente seguir. Bem na fronteira, já paramos numa loja para trocar os euros por francos suíços. Dirigindo, parece que vc está numa paisagem de filme, com todas as cores do outono e ao fundo, todas aquelas montanhas nevadas. Logo estávamos em Martigny. Resolvi tentar ir até a travessia do Grande St Bernardo. Era o caminho que eu queria fazer ontem, mas ainda bem que deu para ir hj. O interior da Suíça é bem interessante, com um monte de vaquinhas com seus sinos. A estrada é bem tortuosa e a medida que vai subindo, a temperatura cai e começa a aparecer gelo na pista. Vc chega no alto e parece que está no congelador. É neve para tudo que é lado. Meia dúzia de gatos pingados por lá, mas muito interessante. Lá tem uma hospedagem de uns padres aonde alguns malucos gostam de ficar isolados e congelando. Tiramos várias fotos, enquanto conseguimos ficar, a temperatura marcava -4, mas o vento era terrível além de ter de andar com muito cuidado para não escorregar no gelo. Compramos umas lembrancinhas na loja que estava fechando e tomamos um chocolate quente para esquentar um pouco. Segundo o atendente, a passagem fecha amanhã e para chegar ali só caminhando ou usando esqui. Passamos a fronteira de Itália e paramos no restaurante, bem quentinho e a comida parecia boa, pena que não estávamos com fome. Voltamos e no caminho paramos em algo parecido com as nossas barracas de produtos coloniais. Compramos um doce de leite, queijo e uma caixinha de framboesas. Essa parte da Suíça parece que o tempo é em câmera lenta. Tudo devagar, pouquíssimas pessoas, quase ninguém, mas valeu muito a pena,. É uma viagem curta, mas o visual compensa tudo. Na volta a Chamonix demos uma role no calçadão, compramos lembrancinhas e voltamos para o hotel. Já era quase 5 horas. Eu fiquei decepcionado com a piscina, pensei que ia conseguir tomar banho, mas não tivemos coragem. Segundo o atendente, ela está aquecida a 28 graus. Sei lá, para nós não deu. Nos contentamos com a banheira do quarto. 15/10 – Annecy Acordamos e o dia não estava tão frio como o anterior, algo em torno de 2 graus. Arrumamos toda a tralha, check out e fomos na padaria tomar um café para esquentar. A distância entre Chamonix e Annecy é algo em torno de 100km, bem tranqüilo. Optamos por andar apenas nas auto-estradas. É rápido e os pedágios não são tão caros. Eu tinha uma noção aonde era o hotel, mas sem GPS é complicado. O hotel (Íbis) é bem no meio da muvuca da cidade (o que não quer dizer grandes coisas). Como já fizemos antes, paramos o carro num estacionamento e saímos a pé para encontrar o hotel. Excelente localização, voltamos para pegar o carro, pois bem embaixo do hotel tem um estacionamento. Fomos almoçar e pegamos o barco para fazer uma volta no lago. O passeio é em torno de 1 hora. Começamos fora, mas não agüentamos o frio e voltamos para dentro do barco, aonde curtimos a paisagem muito bonita e aproveitamos para tirar uns cochilos. Passeamos pelo lago e pelo calçadão da cidade, aonde paramos para tomar um chocolate quente e comer uns macarons numa cafeteria muito chique. Curtimos as lojas com produtos da região, que infelizmente não estava ao nosso alcance financeiro. Chegamos no hotel, descansamos um pouco e saímos para procurar alguma coisa para a bóia.. A cidade não estava tão vazia como Chamonix, mas tinha muito pouca gente circulando. Achamos um simpático e entramos. Boa comida e lá pelas tantas o casal de franceses do nosso lado começou a puxar papo. Eram bem simpáticos e valeu a penas as minhas aulas de francês. Estávamos trocando altas idéias. Como era tarde, fechamos a conta e eles nos convidaram para ir tomar um chopp. Andamos um pouco e chegamos numa boatezinha. Meia dúzia de gato pingado (a maioria molecada de 20 e poucos anos). Divertimos-nos muito. Eu enchi a cara, e o francês não queria deixar a gente ir embora, sempre querendo pagar mais um drink, mas já tava na hora de zarpar. 16/10 – Annecy – Lyon Acordei com um pouco de ressaca, mas nada demais. Fizemos tudo com calma e nos arrumamos para pegar a estrada e devolver o carro em Lyon. A distância entre as cidades é mais ou menos 120 km. Eu já estava um pouco agoniado para devolver o carro e ainda mais sabendo que a gente chegaria em Lyon sem mapa nenhum. Eu me lembrava do google que tinha um prédio muito grande ao lado da Gare e fomos seguindo as placas. Foi um pouco complicado para encontrar a devolução da Hertz. Tive que parar o carro no estacionamento e consegui uma informação. Tudo certinho, o hotel (Campanille) ficava bem em frente da estação, já escolhido justamente para isso. Malas guardadas, almoçamos um peixe no bom restaurante do hotel. Fomos conhecer um pouco da cidade de Lyon. Na estação de metrô, compramos o ticket para um dia, era 4,50 euros por pessoa. O metrô é bem interessante, muito limpo e organizado. Passeamos um pouco, fomos na Notre Dame,. Anfiteatro Romano e até no Estádio de Gerland. Muito fácil andar e final de tarde estávamos de volta ao hotel para descansar um pouco. Sabia que Lyon é uma cidade conhecida pela ótima gastronomia. Pedi uma dica de algum lugar para o recepcionista do hotel. Rapidamente estávamos na praça central. Região bem agradável. Começou a chover um pouco, e logo encontramos um restaurante com um bom preço. Comemos muito bem, pegamos o metrô e voltamos para o hotel. 17/10 – Paris Hj começaria a nossa ultima etapa da viagem, Paris. Deixei o mais aguardado para o final. Como nosso hotel era na frente da estação, logo estávamos esperando o TGV chegar. Muito organizado, logo já conhecíamos o nosso ramal. O trem saiu na hora, e como o próprio nome diz, ele é muito rápido. Em 2 horas estávamos na Gare de Lyon, aonde a Patrícia (prima da Fabiola, que mora lá) nos esperava. Chegamos no studio e aguardamos um pouco. Logo a dona, muito prestativa, apareceu e passou todas as coordenadas. O studio é muito bem organizado, bem decorado e confortável, tem máquina de lavar roupa e louças, aquecimento e uma cozinha toda equipada. Muito bem localizado, ficava uns 200 metros da estação Chatelet, George Pompidou 50 metros, uma caminhada de 25 minutos e está no Louvre. Almoçamos no Mac (única vez de toda a viagem) e fomos caminhar. Na hora que percebemos, já tínhamos passado pelo Louvre e lá estávamos caminhando na Champs Elysée, passeando, olhando as vitrines, os bares, todo o visual. Fomos também no Arco do Triunfo. Pegamos um metrô e voltamos. Passamos no super, para abastecer a geladeira com algumas especiarias francesas, queijos, salames, geléias, vinhos, água, cerveja e alguns supérfluos. 18/10 – Paris Combinamos com a Patrícia de nos encontrarmos em MontMartre. O metrô de Paris é ótimo, a princípio assusta um pouco, mas é uma barbada, com o mapa vc chega em tudo que é lugar da cidade. Optamos por comprar o carnê de 10 tickets, o que se provou muito bom. Rapidamente saltamos na estação (que não me lembro o nome) e começamos a subir a rua para chegar na Igreja Sacre Coeur. Aqui tem que ficar esperto, já tinha lido em algum lugar, que ficam vários africanos nas escadarias tentando aplicar o golpe do barbante: você passa e eles tentam fazer um anel no seu dedo com o cordão, é óbvio que logo após você tem que deixar uma colaboração. É só não olhar na cara deles e passar batido. Lá no alto, o visual é muito bonito, bem como a Igreja. Tive que fazer esse percurso 2 vezes, pois chegamos lá no alto e a Patrícia não aparecia (ela apenas se atrasou um pouco). Atrás da Igreja tem uma pracinha que da para tirar umas boas fotos. Seguindo por ali, passamos na lojinha para comprar as lembrancinhas para o pessoal do Brasil. Passamos na Praça dos Pintores e descemos até a região do Moulin Rouge, aonde tem alguns inferninhos e o Museu do Sexo. A fome estava batendo, e a Patrícia sugeriu de comer um crepe num grego lá perto da Sorbonne. Pegamos o metro e rapidamente estávamos lá, uma caminhada pela região, Panteon, vários prédios da universidade e algumas feirinhas de objetos usados. Almoçamos e fomos curtir o bode no Jardim de Luxemburgo. Pegamos as cadeiras, ficamos tomando um sol para esquentar. Voltamos caminhando para o apê, aonde passamos na Igreja Notre Dame, que por acaso, no momento, estava tendo uma missa. Demos uma rápida parada na padaria e levamos nossa baguete (todo dia fazíamos isso). Depois de comer, fomos para a Champs Elyseé tirar umas fotos e ir até o Arco do Triunfo. Subimos e tiramos umas fotos bem legais. 19/10 Paris Hoje estava muito frio de manhã, marcava 2º e ventando. Sinceramente, não esperava pegar todo esse frio em Paris. Pegamos o metrô e fomos conhecer a Ópera. É bem legal, pena que não podemos entrar no teatro porque estava tendo ensaio, mas mesmo assim deu pra ver muita coisa. Na saída, fomos passear nas Galerias Lafayette. As meninas foram para um lado e eu fui para outro, marcamos de nos encontrar no terraço depois de um tempo. A loja é gigante, eu passei em uns 2 setores com algumas marcas que eu gosto mas percebi que não era para o meu bico. Como tinha muito tempo sobrando, fui numa loja de eletrônicos que ficava ao lado, mas também nada compensava. Nos encontramos e resolvemos ir almoçar em casa. Paramos no mercado e levamos uns congelados que estavam ótimos. Nessa, a Patrícia foi pra casa dela. Como o dia estava claro, resolvemos ir subir a Torre Eiffel. Pegamos o RER e logo estávamos lá. É muito legal a primeira imagem ao lado dela. Fila de 1 hora e pronto, estávamos no elevador indo para o alto. O vento lá em cima estava cortando, mas isso era um pequeno detalhe. Lá no alto vimos algumas pessoas tomando champagne, e a Fabiola achou que estavam dando (que tolinha). Logo encontramos o bar que vendia uma pequena taça pela bagatela de 10 euros. É claro que compramos, ta no inferno, abraça o capeta. Ficamos um bom tempo lá no alto curtindo o momento. Descemos e ficamos com o tripé tentando tirar fotos em baixo (ficaram bem legais) e se esquivando da infinidade de vendedores que tem nessa região. Fomos ao Trocadero e tiramos as fotos mais legais da Torre. Já era tarde, pegamos o metrô e voltamos para o apê. 20/10 – Paris. Dia 20 e 21, a Patrícia tinha aula e não nos acompanharia. Acordamos cedo e o RER para Versailles passava na estação Chatelet, só tem que ficar ligado nos monitores, porque nem todos os RER vão para o castelo, tem que confirmar para não ir para o lugar errado. É uma viagem bem gostosa, acho que em torno de 40 minutos estávamos lá. A fila era pequena e logo estávamos passeando pelos aposentos reais. O nosso ingresso dava direito ao fone com todas a explicações. Descobrimos isso depois de passar por quase tudo. Voltamos, pegamos o fone e fizemos o caminho novamente. Vale a pena, é bem explicativo e da para entender tudo (tinha em português). Fomos passear pelo jardim, o frio ainda incomodava um pouco, mas andamos bastante. Já tava na hora de voltar, queria passar no Museu dos Invalides. O RER para bem na frente. Era o museu que eu estava mais curtindo, me interesso muito por guerras e lá tem muita coisa sobre isso. Vimos as armaduras e toda a primeira guerra, na metade da segunda guerra, que eu estava adorando, fomos convidados a nos retirar, pois era 5 da tarde e o museu fechava. Fique chateado, mas paciência. Ainda nesse dia, queria ir ao Louvre. Após as 18:00, o ingresso é mais barato. Como não somos conhecedores profundos de artes, queríamos ver a Monalisa, a Vênus de Milo e o que desse tempo. Voltamos para apê, enganamos a fome, pegamos o metrô e chegamos lá. Demos com os burros n’água. Naquele dia o museu fechava as 18:00. Pegamos o metrô e fomos dar uma volta no Marais, que era bem perto de casa. É o bairro judeu e também dos viadinhos. Várias lanchonetes com comidas hebraicas. Tinha alguns de Falafel, que pareciam bem gostosos. Como era perto, voltamos caminhando pelas ruas. Tinha muitos bares gays, com a bicharada toda curtindo. 21/10 – Paris Estávamos muito cansados e vi que estava chovendo, então acordamos um pouco mais tarde. Fomos direto ao Louvre. Uma sugestão, entre pelo metrô e compre o ingresso na tabacaria. Não pegamos fila nenhuma. Como estava chovendo, todo mundo teve a mesma idéia. A fila dentro era bem grande. Do lado de fora, ao lado da pirâmide, a fila era gigantesca. Ficamos pouco tempo, o museu é enorme. Selecionamos alguma coisa e pronto. Na saída mais chuva. Pegamos o barquinho e demos uma boa volta pelo rio Sena. Saltamos na Torre, aonde tiramos mais umas fotos e voltamos com o barco. Saltamos na Notre Dame e voltamos caminhando para o apê. Chegamos um pouco molhados. De noite, com a chuva bem fraquinha, saímos caminhando pela região. Não demoramos muito, porque tínhamos que fazer nosso jantar de despedida. Comemos e bebemos muito bem. Que pena que estava acabando. 22/10 – Paris Ultimo dia, o negócio era arrumas as malas. Tinha limitado tudo a uma mala pequena de rodinha e uma mochila de costas para cada um, além de uma mochila pequena para levar o notebook e os eletrônicos. Nossos últimos souvenires foram comprados no supermercado, chocolates, doces, mostardas, essas coisas. Tudo certinho e saímos para dar a última caminhada. Resolvemos ir até o grego para comer outro crepe (era barato e muito gostoso). Quando a gente percebeu, já era metade da tarde e voltamos para o apê para pegar as malas e ir embora. Para ir ao Charles de Gaulle, pegamos o RER B. É 8,50 por pessoa. Também passava no Chatelet. De novo aqui, tem que olhar para os letreiros que indicam os pontos e a direção que o RER para. Passou uns 3 trens até chegar um que ia para o aeroporto. Estava lotadinho e lá fomos nós com nossas tralhas. Em duas estações quase todo mundo tinha descido. Ficaram apenas uns manos escutando hip hop bem alto e um cara com um lenço na cara, que saltaram na próxima estação e ficamos praticamente sozinho no vagão. Logo estávamos no aeroporto e voltando para casa.
  11. Mauro, estive em Veneza agora em outubro. Em Veneza vc não faz nada de carro. Vc só vai gastar com garagem e aluguel. Eu estava em Mestre e tinha que ir para o Aeroporto Marco Polo. Peguei um onibus que saia da estação de trem e ia direto para lá. Acho que a passagem foi 3 euros. Como estava com pouca mala, foi tranquilo. Entre no site http://www.actv.it/english/home.php que é da empresa de transportes e verifique as linhas de barco. Eu me lembro que tinha uma que saia direto do aeroporto e ia para Veneza. A opção do taxi é bem cara. Vc vai ter que carregar as malas sim, mas é algo bem normal. Vi um monte de gente fazendo isso. Fabiano
×
×
  • Criar Novo...