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Mariana Por Aí

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Tudo que Mariana Por Aí postou

  1. Olá Bruno, bom dia. Que pergunta difícil de responder, rsrsrs. Como vc vai no verão, verá a cidade de uma forma completamente diferente. E imagino que será ainda mais legal, já que tudo estará funcionando a pleno vapor. Minhas recomendações para um dia na cidade seria: visita ao vulcão Villarica, principalmente pela estrada da esquerda (que não é a base); mergulho nas águas termais da termas Los Pozones; uma passadinha na ponte de Quelhue para avisar os vulcões; passeio pelo mirador la poza e pela playa grande de Pucon, passando pela calle fresia. Muitas visitas por lá são distantes, o que as tornam inviaveis em somente um dia na cidade... Se não se importar em pesar muito o dia, vale a pena dar uma passada os ojos del Caburgua, que estão a poucos quilômetros de distância do caminho das Termas. Espero te ajudado. Às ordens! Um abraço.
  2. Mariana Por Aí

    Pucón

    Letícia, bom dia. Estive em Pucon a três meses. Na época, valia mais a pena trocar dólares no aeroporto de Santiago do que na cidade. De qualquer forma, se precisar trocar em Pucon (eu precisei), a melhor cotação que encontrei foi em rua paralela a principal, direção lago. Na principal a diferença de preço foi bastante significativa. Às ordens no que precisar. Um abraço.
  3. Crédito: http://www.marianaporai.com/dicas-para-viajar-pelo-chile-com-bebe/ Vai viajar com o seu bebê para o Chile? Nós acabamos de voltar de lá! E, para piorar (ou melhorar, depende do ponto de vista, rsrsrs), foi a nossa primeira viagem com o pacotinho. O resultado da viagem, para nossa felicidade e tristeza dos pessimistas de plantão, foi ultra positivo. Eu e o papai Junior amamos cada momento, cada risada, cada olhar curioso. Ela, que acabara de completar quatro meses, se esbaldou com todas as novidades. Se você, assim como aconteceu comigo, não sabe por onde começar a se organizar, aqui é o seu lugar. Para te ajudar nessa tarefa, que pode ser bastante desafiadora, vou compartilhar 12 dicas para viajar pelo Chile com bebê. Mais barato e descomplicado! Vem comigo e se joga! Dicas para viajar pelo Chile com bebê Antes de mais nada, quero deixar uma coisa clara: o Chile não é uma país barato. Nessa hora, você deve estar se perguntando, mas esse blog não fala de viagens baratas? Bom, como eu disse no sobre do blog, o objetivo principal do Mariana Por Aí é te dar subsídios para "baratear" o custo médio da sua viagem. Para que você possa curtir as viagens dos seus sonhos. Sempre! Vamos às dicas! DICA #1. SE PLANEJAR É O CANAL! Essa dica, figurinha carimbada no blog, é o ponto essencial para baratear e descomplicar qualquer viagem. Principalmente com bebês! Por isso, planeje-se! Você se sentirá mais segura e, com certeza, viajará com mais tranquilidade. No Mariana Por Aí você encontra: [list=]Dicas incríveis para planejar uma viagem com bebê; Nossos erros e acertos na primeira viagem com o pacotinho; O que levar na mala de viagem do bebê para o frio; Roteiro por vinícolas chilenas com bebê; Roteiro por Pucon com bebê; Roteiro por Puerto Varas com bebê; Roteiro por Santiago com bebê. DICA #2. QUANDO IR? Se você busca uma viagem barata e descomplicada pelo Chile com bebê, fuja da alta temporada! E das estradas com trânsito interminável. Das filas. Das aglomerações. Dos preços altos. Ganhe, em contrapartida, mais tranquilidade. E, com sorte e boa vontade, muitos upgrades em hotéis. Para tanto, prefira viajar nos meses de abril ou novembro, se quer estar mais perto do verão. E no final de setembro, se quer estar mais perto do inverno. Ah, viajando na baixa temporada, não se esqueça de reservar hotéis com cancelamento gratuito. Vai que você encontra o hotel dos seus sonhos por uma pechincha de última hora? DICA #3. ALUGUE UM CARRO PARA PERCORRER O INTERIOR Alugar o carro para percorrer as regiões do interior foi um super acerto. Primeiro, por que barateou muito o nosso acesso aos pontos turísticos. O nosso carro era a diesel e o consumo girava em torno de 20 k/l. Uma pechincha!!!!! E o custo de acesso pelas agências de turismo é bastante salgado. Segundo, por que tivemos total mobilidade para curtir os lugares com a princesa. Fugindo do frio e da chuva. E tendo sempre um lugar quentinho para as trocas e amamentação. Além disso, facilita, e muito, a viagem no tempo do bebê. Afinal, você não vai ter que sair às 7 da manhã e voltar às 7 da noite naqueles passeios pré-agendados quando seu bebê quer dormir tranquilamente até às 9 horas, não é verdade? DICA #4. ÔNIBUS INTERESTADUAL Se você tem a intenção de desbravar o Chile, aproveite os preços e a comodidade dos ônibus interestaduais, conhecidos pela sua excelente qualidade. Nós comprovamos, como você pode conferir no nosso roteiro por Pucon com bebê. Além disso, você pode evitar gastar com algumas diárias de hotel, curte todos os dias por inteiro e ainda dorme agarradinha com o pacotinho. Quer coisa melhor? Comprando suas passagens pela internet, com antecedência, você pode garantir descontos que ultrapassam os 50%! Sério, seríssimo! Entretanto, somente algumas companhias permitem a compra de bilhetes pela internet por estrangeiros, como a Turbus. DICA #5. "MENU DEL DIA" O "menu del dia" é o canal para gastar pouco e comer bem. Primeiro, por que normalmente oferece entrada, prato principal e sobremesa por um preço fixo, bem mais em conta. Segundo, por que normalmente incluem pratos da região, comida local. E uma das maravilhas de uma viagem é conhecer os sabores locais, não é verdade? DICA #6. DÓLARES, REAIS OU CARTÃO INTERNACIONAL? Nós comprovamos que levar dólares vale mais a pena. Mas não é tanta coisa assim, foram poucos centavos economizados por cada real gasto. Mas, você sabia que turista, no Chile, pode se livrar do imposto sobre serviço no pagamento de hospedagem? E olha que o imposto é alto, hein, são 19% adicionais sobre o valor contratado. Para tanto, você deve pagar o hotel em dólares, euro ou cartão de crédito internacional. Eu, por experiência, recomendo sempre ter uns dólares em mãos. Primeiro, por que é a moeda mais aceita por lá. Segundo, por que muitos hotéis no interior não dispõe de máquina de cartão de crédito. Vale dar uma consultada nas condições do seu hotel para se planejar melhor. DICA #7. EM SANTIAGO, HOSPEDE-SE EM UM BAIRRO LEGAL Por onde você possa caminhar com o seu pacotinho com tranquilidade. Por lá, o que não faltam são parques deliciosos para curtir o seu bebê. Nós nos hospedamos no Lastarria e amamos. Passeamos também por Providencia e Bellavista e super indicamos! DICA #8. EM SANTIAGO, OPTE PELO TRANSPORTE PÚBLICO Santiago tem um moderno sistema de metrô. A combinação de metrô e caminhada é ideal para a maioria dos trajetos. O metrô é limpo, tem diversas estações e atende muito bem aos turistas. Além disso, hospedar-se próximo a uma estação é uma ótima ideia para evitar longas caminhadas. Se você pretende ir a um local onde o metrô não alcança, considere combinar metrô e táxi. Não se esqueça que para utilizar os ônibus você precisar comprar o cartão do transporte público com antecedência. DICA #9. VIAJANDO NO INVERNO, FIQUE DE OLHO NA CALEFAÇÃO Como contamos aqui, ficamos muito inseguros (e passamos muito frio, diga-se de passagem) com a calefação do hotel que reservamos em Pucon. Por isso, atente-se ao tipo de calefação disponibilizado pelo hotel. Imprescindível para vencer o frio! DICA #10. RESERVE PASSEIOS OBRIGATÓRIOS COM ANTECEDÊNCIA Mesmo na baixa temporada. Como contamos aqui, nós quase perdemos um almoço incrível no restaurante da vinícola Montes por não termos reserva. DICA #11. DICA BÔNUS 1 Se você é amante de gastronomia e de novidades, como nós, não perca o sushi com abacate. Ou palta para os chilenos. É uma delícia! DICA #12. DICA BÔNUS 2 Para qualquer lugar que você vá, aprenda umas palavrinhas básicas no idioma local. É educado, ajudará na socialização e ainda pode te livrar de alguns perrengues.
  4. Créditos: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-santiago-com-bebe/ Nosso roteiro por Santiago com bebê Nos despedimos do Chile pela cidade que nos acolheu: Santiago. Não esperávamos muito da capital. Na verdade, o feedback de muitos amigos não foi positivo. Por isso, decidimos ficar apenas dois dias por lá. Felizmente, Santiago foi uma grata surpresa. De verdade! Nossos dois dias resultaram serem poucos para todas as maravilhas (leia-se, principalmente, parques e restaurantes, kkkkk) que a cidade tem a oferecer. Voltamos com um super gostinho de quero mais. Quer saber por quê? Aqui te conto tudinho, em detalhes. Com vocês, a nossa última parada no Chile: Santiago! Roteiro por Santiago com bebê Os nossos últimos dois dias de viagem foram pela cidade que nos recebeu: Santiago. Como eu contei no nosso manual prático com 28 dicas essenciais para planejar uma viagem com bebê, nós preferimos sempre passar um tempo de “descanso” nas cidades de conexão obrigatória. Por isso, fizemos um roteiro por vinícolas chilenas com bebê na ida, e decidimos curtir Santiago na volta. Nosso roteiro por Santiago com bebê foi de dois dias, com direito a muitos parques e barriguinha cheia, rsrsrs. Espia só! DIA #1. LASTARRIA Nossos dias por Santiago começaram no Terminal Alameda, onde chegamos após uma viagem tranquila vindos de Temuco. Do terminal, pegamos o metrô (cuja estação, por incrível que pareça, não era acessível) e nos dirigimos ao bairro Lastarria. Como chegamos muito cedo ao apartamento onde nos hospedaríamos, o Rukasa Lastarria, fomos “obrigados” a dar uma passeio, meio sem rumo, pelas redondezas. Foi assim que descobrimos que o bairro que nos hospedou era um misto delicioso de gastronomia e arte. Um centro gastronômico cool, por assim dizer. Durante o nosso mini roteiro sem rumo certo, conhecemos a estação de metrô Bellas Artes, com seus grafites. E encontramos uma obra de Botero pelo Parque Florestal, junto ao Museo Nacional de Bellas Artes. No japonês Republica Nikkei, almoçamos a melhor sopa Miso da vida, com o prato típico local, o Okonomiyaki. E, o melhor, vendo uma fila gigantesca, descobrimos o maravilhoso e super barato New Horizon, que foi a nossa super opção de jantar. Passamos pela loja Miniatura, cheia de coisinhas lindas e descoladas para bebê, localizada no pátio interno de um edifício antigo das redondezas. E, por último antes do checkin, caminhamos pela linda praça de acesso ao Museo de Artes Visuales (MAVI). A tarde, saímos para conhecer o pouco charmoso centro, com a Plaza de Armas e os calçadões das ruas Ahumada e Huérfanos. Antes de voltar para o apartamento, jantamos no delicioso, incrível, espetacular indiano New Horizon. O lugar é super pequeno e simples, sempre tem fila (sempre mesmo!) mas vale muuuuito a pena. Pensa num frango ao curry de lamber os beiços. E o chicken masala?! Jesus, salivando só de lembrar. Indescritível! Dados: Todos os passeios foram gratuitos; O Rukasa Lastarria é um apartamento. Nos atendeu bem, mas achei a manutenção do apartamento muito ruim. Faltavam lâmpadas e limpeza; Almoço e jantar custaram em torno de $4.000 pesos cada por pessoa. DIA #2. CERRO SAN CRISTÓBAL Começamos o nosso segundo dia dando uma voltinha de reconhecimento pelo Centro de las artes, la cultura y las personas Gabriela Mistral, que ficava ao lado do apartamento. Pensa num edifício incrível! Arquitetura super contemporânea, acolhedora, pública. Com fechadas em concreto e aço corten. Lá, pegamos o metrô em direção ao Cerro San Cristóbal. Não descobrimos antes a subida pelo funicular, cujo acesso estava bem pertinho do nosso apartamento. De qualquer forma, curtimos muito a caminhada pelo bairro entre a estação Pedro de Valdivia e a estação Oasis do Teleférico Metropolitano. Um bairro residencial super charmoso e agradável. Depois de uma manhã super agradável curtindo as vistas do cerro, fomos para o Mercado Central, na intenção de comer centolla. O que, na nossa opinião, não vale o que custa… Além da centolla, comemos o que nos disseram ser a maior iguaria chilena: locos. Não sei se foi pela preparação do restaurante, mas me pareceram duros e insossos. E caros! Após uma relaxada rápida no apartamento, passeamos pelo Pátio Bellavista, um centro de gastronomia, cultura e entretenimento agradável, bonito e bem estruturado no bairro de mesmo nome. E pelo parque Florestal, a caminho de casa. Na volta, pegamos uma pad thai para comer no apartamento. O escolhido foi o Thai Street Food, um restaurante tailandês delicioso e barato que encontramos pelo caminho do New Horizon. Desses lugares que a gente gosta de encontrar, parar e se deliciar. Dados: Teleférico de acesso ao Cerro San Cristóbal: $3.010 por pessoa ida e volta; Prato de centolla com salada: $12.000 pesos; Prato com três locos: $8.000 pesos; Pad thai: $4.000 pesos; Demais atrações gratuitas. Destaques SERVIÇOS O metrô de Santiago chega a quase todo canto e é limpo e tranquilo (fora do horário de pico). Possui tarifas diferenciadas dependendo do horário. E, infelizmente, nem todas as estações são acessíveis. Para pegar qualquer ônibus na cidade, é necessário ter em mãos o cartão de transporte público local. Não é possível pagar a passagem com dinheiro, o que só descobrimos ao tentar entrar no bus. Com pena, o motorista nos levou até o Mercado Central. LEVANDO DÓLARES Nós fizemos as contas, ainda no Brasil, e decidimos levar dólares durante a viagem. E foi um super acerto! Não só por que conseguimos ganhar um pouquinho a mais encima de cada real gasto (foi bem pouquinho). Senão por que pagando os hotéis em dólares você, como turista, não precisa pagar o adicional de 19% de imposto sobre serviço. Isso mesmo, se você pagar o hotel em pesos eles, obrigatoriamente, te cobram um adicional de 19% sobre a tarifa contratada. O QUE DEU CERTO Nós adoramos a cidade. Caminhar pelas ruas do bairro Lastarria foi super agradável. A cidade está repleta de parques que tornam o caminhar muito leve e tranquilo. O QUE FARÍAMOS DIFERENTE Escolhemos nos hospedar em um apartamento, o Rukasa Lastarria, para testar vários tipos de hospedagem com o pacotinho. Apesar de gostarmos de poder curtir o cafe da manhã em vários lugares diferentes, a comodidade de dispor do café no próprio hotel é imbatível. Considerando, principalmente, que não temos pressa para sair com o pacotinho. Mas que a minha fome não se dá conta disso, rsrsrs. Além disso, tivemos que esperar até o último minuto do horário do checkin para entrar, eles não nos deram nenhuma folga… Mesmo com o pacotinho. Por isso, trocaríamos a hospedagem. Mas não a sua localização.
  5. Thomas, boa tarde. Quando fui, há quase dois anos, não consegui encontrar uma conexão direta entre os dois destinos.
  6. Com certeza Maria Emília, uma das experiências mais gratificantes que eu já vivenciei. [sMILING FACE WITH HEART-SHAPED EYES][sMILING FACE WITH HEART-SHAPED EYES]
  7. Quer um lugar gostosinho para curtir uns dias de relaxamento? . Puerto Varas é o seu lugar. . A cidade, uma das mais conhecidas e bonitas da Região dos Lagos chileno, é considerada a porta de entrada para o sul gelado daquele país. . Por lá, parques nacionais, lagos de águas cristalinas, vindas do descongelamento de geleiras, e vulcões com picos nevados formam uma paisagem exuberante. . É pra lá que você vai? . Então vem com a gente e se delicie com o nosso roteiro por Puerto Varas com bebê. http://www.marianaporai.com/roteiro-por-puerto-varas-com-bebe/
  8. Créditos: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-puerto-varas-com-bebe/ Quer um lugar gostosinho para curtir uns dias de relaxamento? Puerto Varas é o seu lugar. A cidade, uma das mais conhecidas e bonitas da Região dos Lagos chileno, é considerada a porta de entrada para o sul gelado daquele país. Por lá, parques nacionais, lagos de águas cristalinas, vindas do descongelamento de geleiras, e vulcões com picos nevados formam uma paisagem exuberante. É pra lá que você vai? Então vem com a gente e se delicie com o nosso roteiro por Puerto Varas com bebê. Roteiro por Puerto Varas com bebê O último dia que planejamos em Pucon prometia bastante chuva. Por isso, decidimos adiantar a nossa saída para Puerto Varas, como contamos no nosso roteiro por Pucon com bebê. Aproveitamos o horário da soneca da princesa, depois do café da manhã, para pegar o carro e percorrer os 320 km que separam as cidades. No caminho, porém, decidimos por uma parada estratégica em Frutillar. Nosso roteiro por Puerto Varas com bebê foi de quatro dia com direito a neve, lua cheia e um baita programa de índio. Confere aí! DIA #1. FRUTILLAR Estávamos super ansiosos para conhecer Frutillar, mais precisamente Frutillar Bajo, uma cidadezinha super charmosa que foi indicada por vários amigos que já estiveram na região. Por isso, decidimos fazer uma parada estratégica no nosso caminho e ir direto ao lugar, onde “aportamos” pouco antes do almoço. Fomos recebidos por um sol tímido. Que não demorou para se soltar e mostrar todo o seu esplendor. Com ele, percorremos a pé todos os cantinhos do centro de Frutillar, um lugarejo às margens do lago Llanquihue que guarda com maestria traços da colonização alemã. Os edifícios, cuidadosamente mantidos, são um caso de amor <3. Além, é claro, dos charmosos cafés (não deixe de comer uma kuchen, torta típica produzida por lá), do lindíssimo pier e do grandioso e contemporâneo Teatro del Lago. Você deve estar se perguntando o que leva um lugar tão pequeno a ter um teatro tão grande, não é verdade? Bom, um dos destaques da cidade é a sua estreita relação com a música. Por isso, ela recebe festivais e importantes apresentações ao longo do ano. Entendeu agora? Ahhh, nos disseram que um dos cartão postal de lá é a vista dos vulcões Osorno, Calbuco e Puntiagudo. Pena que o dia estava nublado e não tivemos essa sorte… Depois de almoçar e caminhar um pouco pelo lugar, saímos de Frutillar com vontade de ficar. Mas, também, com vontade de curtir a piscina aquecida do hotel que reservamos de última hora. Somente para essa noite, rsrsrs. Para chegar ao hotel, decidimos percorrer um caminho mais longo, pela costa, que nos pareceu mais interessante. E acertamos em cheio! O trajeto foi lindo e repleto de paisagens incríveis. Chegamos ao hotel Cabañas del Lago no final da tarde. O suficiente para curtir a linda e deliciosa piscina aquecida. Após um banho super relaxante, com direito a uma passada rápida pelo ofurô, jantamos no restaurante do próprio hotel, com direito a centolla e tudo. Mesmo que o preço fosse mais elevado, valeu super a pena! Pela comodidade de não precisar tirar a princesa dormindo do hotel. E com chuva… Dados: Todos os nossos passeios foram gratuitos. Mesmo que o preço fosse mais elevado, valeu super a pena! Pela comodidade de não precisar tirar a princesa dormindo do hotel. E com chuva… Dados: Todos os nossos passeios foram gratuitos. DIA #2. RECONHECIMENTO Começamos o nosso segundo dia por Puerto Varas realizando o checkin no nosso novo hotel, o Weisserhaus. Como o dia amanheceu para poucos amigos, nublado e cinzento, aproveitamos para fazer um passeio de “reconhecimento” pela região. Foi um dia bem leve e tranquilo, digno de uma viagem com bebê. Demos uma volta pela cidade, incluindo lojinhas de souvenirs e praça principal. Subimos o Monte Calvario que, diga-se de passagem, não tem muita vista para a cidade. Caminhamos pela calçada Mirador, de onde se pode apreciar uma bela vista da cidade e do vulcão Osorno. E finalizamos o dia no Sushi Bay, um restaurante japonês delicioso. Onde provamos pela primeira vez, o sushi com abacate que é bastante comum por lá. Dados: O hotel Weisserhaus está super bem localizado. Mas a estrutura deixou bastante a desejar, quarto um pouco velho e café da manhã pobre; Todos os lugares que percorremos são de acesso gratuito. O Monte Calvario não valeu muito a pena, visto que as árvores impedem que vejamos o vulcão. DIA #3. PELA RUTA 225 O nosso terceiro dia, como prometido pela meteorologia, amanheceu lindo e ensolarado. Por isso, corremos para visitar os lugares que nos pareciam mais interessantes. Começando pelos Saltos del Petrohue, um conjunto de quedas d`água mágico, incrível, lindo, no caminho para Petrohue. Os saltos estão localizados no interior do Parque Nacional Vicente Pérez Rosáles, um dos parques mais antigos do Chile. O acesso é super fácil. Basta parar o carro no estacionamento que está na mesma estrada de acesso, atravessar o edifício de entrada e percorrer alguns poucos metros em trilha (uns 5 min). Voilá, os saltos estarão à sua frente, bem pertinho mesmo. A estrutura de acesso é muito boa, com várias passarelas de ferro e concreto que permitem fácil circulação por cima do rio e das pedras do local. Nós aproveitamos que o sol ainda não estava iluminando as águas azuis turquesas do rio Petrohue para percorrer outra das trilhas do parque. As trilhas são três, no total, todas bem fáceis, curtas e tranquilas de serem percorridas com o pacotinho pendurado, rsrsrs. Saindo do parque, continuamos pela estrada em direção à Petrohue. Diferente do que acreditávamos, não é um lugarejo, senão somente o porto de onde saem os passeios de barco pelo Lago de Todos los Santos, incluindo o Cruce Andino. Como ventava muito, ficamos com receio de levar nosso pacotinho com os barcos pequenos, cujos passeios são mais acessíveis financeiramente. E, por acharmos que o passeio pela Cruce Andino estava muito caro, decidimos não arriscar, com medo de ser do tipo turisticão. Nos disseram que o passeio de barco pelo lago é fantástico. Foi recomendado por muitas pessoas que conhecemos. Se você estiver com um dinheirinho sobrando, talvez valha a pena arriscar. De qualquer forma, valeu a pena curtir a vista do vulcão às margens do lago. Além disso, é interessante ver o impacto das lavas no local. Saímos de Petrohue direto para o vulcão Osorno. Depois de percorrer alguns quilômetros em uma sinuosa e íngreme estrada, chegamos à base do vulcão, de onde se tem uma visão completa e livre de toda a região. De lá, pegamos o teleférico direto para o topo do vulcão, onde caminhamos um pouquinho pela neve. Nós curtimos o passeio, apesar do frio. Adoramos observar toda a região do topo do vulcão! Descemos do vulcão felizes, prontos para mais aventuras, rsrsrs. Na estrada de volta para Puerto Varas, paramos para uma visita nada básica ao Hotel Awa. Um hotel incrível, super especial, com uma arquitetura contemporânea e aconchegante. E as vistas… Ahhhh, as vistas para o lago e o vulcão. Lindo de viver! Um brasileiro nos conduziu por um passeio pelo hotel e nos mostrou todas as suas dependências, inclusive um quarto. Um luxo só! E para poucos bolsos, rsrsrs. De volta a Puerto Varas, paramos para um “almojanta” no restaurante La Marca, indicado por uns amigos. Pensem numa comida gostosa. O menu estava divino. Foi o único que conseguimos com comida típica chilena e o preço estava super acessível. Delícia! Com as energias renovadas, fomos à beira do lago, de onde observamos o pôr do sol e o nascer da lua cheia. Um espetáculo da natureza oferecido para poucos, rsrsrs. Para fechar o dia com chave de ouro, tomamos um delicioso chocolate quente italiano, super cremosos no Café Mawen. Dia lindo, completo e indescritível. Só vivendo pra crer! Dados: Os Saltos del Petrohue ficam no km 64 da Ruta 225, Parque Nacional Vicente Perez Rosales, Puerto Varas, Chile; Pagamos 4.000 pesos por pessoa para acessar os saltos. Ah, o estacionamento você paga a parte: 1.500 pesos pelo carro; Em Petrohue há estacionamento gratuito, apesar de não ser fácil encontrá-lo. Você deve seguir pela estradinha até o final. Não se acanhe com os muitos pedidos para você parar pelo caminho; O passeio pelo Lago de Todos los Santos pode ser feito tanto pelos barcos pequenos, contratados no local, quanto pela empresa Cruce Andino. Esse último pode ser contratado em Puerto Varas, com direito a deslocamento, ou diretamente em Petrohue; O acesso ao topo do vulcão Osorno pode ser feito de várias formas, incluindo a pé, por bicicleta ou teleférico. Esse último é dividido em dois tramos. Para ambos, o valor é 16.000 pesos por pessoa. Não vale a pena, na nossa opinião, subir somente a primeira parte, que custa 12.000 pesos; Para subir ao topo, vá bem agasalhado, com bota impermeável e que permita escalada. É bem íngreme, coberto de neve e venta bastante; Os passeios e atividades oferecidos no vulcão você pode conferir aqui. DIA #4. PROGRAMA DE ÍNDIO No nosso segundo dia por Puerto Varas, fomos ao Centro de Informações Turísticas, localizado na beira do lago, para analisarmos as possibilidades de passeios pela região. Como opções, além dos tradicionais pontos turísticos, eles nos indicaram ir até Ralun OU seguir até o final da Carretera Austral, passando por Puerto Montt. “Dá para ir por um lado e voltar pelo outro. Assim, podemos curtir os dois trajetos!” Pensamos. Um baita erro! Primeiro, descobrimos que o trajeto por Puerto Montt não era nada bonito. Nadica de nada! E, após atravessar de balsa a Carretera Austral, descobrimos que a maior parte do caminho até Ralun era em estrada de cascalho. Pensa num trajeto longo! Affff Para o nosso alívio, a paisagem era linda. E o pacotinho ficou super bem. Os pontos altos da estrada foram, com certeza, o Lago Tagua Tagua e a chegada a Cochamó. Valeu a pena? Valeu, claro. Viajar sempre vale a pena. E descobrir novos lugares mais ainda. Eu recomendo? Recomendo o trajeto de Puerto Varas ao Parque Tagua Tagua, se você estiver com tempo disponível e em alta ou média temporada. De preferência, com uma parada para dormir pela região. Como não podia deixar de ser, fizemos um super achado pelo caminho, a cervejaria Malta Chocolate. Um lugar super agradável para curtir, com calma, a vista do vulcão Osorno e de quebra tomar uma cervejinha produzida por lá. DIA #5. TERMAS GEOMÉTRICAS O nosso quinto dia foi de estrada pela manhã, em direção às famosas e indescritíveis Termas Geométricas, como contamos no nosso post com o roteiro por Pucon com bebê. Imperdível! Destaques TRAJETO Para não encarecer o aluguel do carro, decidimos pegá-lo e entregá-lo no mesmo lugar, o aeroporto de Temuco. Por isso, tivemos a oportunidade de escolher passar pelas Termas Geométricas na volta. Como o nosso ônibus de volta para Santiago saía somente à meia noite, tínhamos bastante tempo disponível. Aproveitamos para dar uma voltinha por Pucon e comer outra tortinha no Café de La P, como contamos aqui. No trajeto do aeroporto à rodoviária, ainda tivemos tempo para um jantar no incrível restaurante La Pampa, em Temuco. Ah, há pedágio pelo caminho. Algo em torno de 1.400 pesos cada um. Clique aqui para acessar o mapa completo do nosso roteiro por Pucon com bebê. CÂMBIO O câmbio em Puerto Varas estava bastante razoável. Ainda demos a baita sorte do dólar ter subido enquanto estávamos por lá. PARQUE TAGUA TAGUA Para curtir o Parque Tagua Tagua é necessário realizar reserva prévia. Chegar até ele não é muito fácil. Além do percurso em estrada de cascalho, o trajeto inclui uma balsa entre os portos Canelo e Maldonado. Certifique-se dos horários da balsa antes de ir. Dá uma olhada no trajeto aqui. O QUE DEU CERTO Sair para Puerto Varas um dia antes foi um acerto. Primeiro por que por lá não chovia. Segundo, por que pudemos aproveitar as deliciosas águas do hotel Cabaña del Lago. Mas, reservar o dia mais ensolarado para o vulcão Osorno e os Saltos del Petrohue foi o maior acerto de toda a viagem! Não deixem de conferir a previsão do tempo. O trajeto de volta, com paradas nas Termas Geométricas, em Pucon e em Temuco também deu super certo. A volta de ônibus foi super tranquila, assim como a ida. Valeu a pena! O QUE FARÍAMOS DIFERENTE Com certeza, viajando em baixa temporada, reservaríamos um hotel com cancelamento gratuito. Vimos que haviam hotéis melhores com preço promocional. Infelizmente o nosso não permitia cancelamento… Ah, e não daria a nossa volta programa de índio passando por Puerto Montt. Teria, com certeza, ido direto para o Parque Tagua Tagua, com uma noite para curtir o lugar.
  9. Olá Fabio, boa tarde! Tudo joia por aqui... Com uma vontade louca de fazer mais viagens com o pacotinho, rsrsrs. Com 10 meses vai ser uma delícia, já reconhecendo um monte de coisas! Muitíssimo obrigada, fico feliz que goste dos nossos relatos. Acabei de disponibilizar o novo post no blog mas ainda não tive tempo de passar tudo pra cá. Daqui a pouco vou colocar aqui. Respondendo suas perguntas. Nós alugamos o carro pelo aeroporto de Temuco. Como fomos de ônibus, tivemos que pegar um táxi até o aeroporto, o que acabou encarecendo um pouco o trajeto, além de ficar mais trabalhoso. Pagamos mais ou menos 41 dólares pela diária, mas levamos o nosso próprio bebê conforto. Primeiro, por que as locadoras não confirmavam a disponibilidade. Segundo, por que ficaria um pouco mais barato e poderíamos utilizá-lo em táxi tb. Eles cobram sim pela cadeirinha. Em torno de 6 dólares a diária. Se precisar de qualquer coisa estou à disposição.
  10. Planeja ir à Pucon com o seu bebê? Então você está no lugar certo! . . Nossos deliciosos quatro dias por Pucon te esperam. . Vem com a gente e viaje pelo nosso roteiro entre termas, vulcões, parques e cachoeiras: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-pucon-com-bebe/
  11. Mariana Por Aí

    Pucón

    Olá, boa noite. Nós acabamos de voltar do Chile. Estivemos em Pucon durante 4 dias. Alugamos o carro no aeroporto de Temuco, que estava mais barato, por que fomos primeiro para lá. Pelos preços dos passeio acreditamos que vale super a pena alugar o carro. Vale alugar por menos tempo para percorrer os lugares principais que precisam de carro. O nosso carro era a diesel e fazia 20km/l! A gasolina foi uma pechincha. Entretanto, com relação às Termas Geométricas, concordo com o Nathan. Elas estão bem distantes de Pucon e você gastaria uma diária do carro somente para ir até elas. Vale pesquisar que horas o passeio chega já que antes das 12h o ticket de entrada às termas é mais barato. Pode compensar... Qualquer coisa estou a disposição. Abraços, Mariana Ei Mariana, obrigada pelas dicas! Fui no seu blog, achei bem legal! Vou tirar minhas dúvidas sobre o Vale Colchagua lá! Olá Glau, boa noite. Fico feliz, obrigada! Estou a disposição para o que puder ajudar. Um abraço.
  12. Créditos: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-pucon-com-bebe/ Chile com bebê: quatro dias em Pucon entre vulcões, termas e parques A configuração geográfica do Chile é um prato cheio para as mais diversas e, por que não dizer, lindas paisagens. De norte a sul, deserto, vinhedos, lagos e vulcões, dentre outros, nos convidam a trilhar, a contemplar e a curtir. Na nossa primeira viagem com o pacotinho, decidimos lhe apresentar as delícias que a natureza chilena pode nos proporcionar. [Roteiro por Pucon com bebê] Como falamos no post anterior, nossa primeira parada foram as vinícolas chilenas. Agora, a nossa segunda parada: Pucon. Com vocês, a primeiro parte do nosso roteiro com bebê pelos lagos andinos: em Pucon entre termas, vulcões, parques e cachoeiras. Vem com a gente! Roteiro por Pucon com bebê Após os nossos dois deliciosos dias por vinícolas chilenas com bebê, deixamos o carro no aeroporto de Santiago e nos dirigimos à Estação Alameda, onde nos esperava o ônibus da TurBus para Temuco. [Turbus no Terminal Alameda] Ainda estava escuro quando chegamos à cidade, às 7 da manhã, após uma viagem tranquila com o pacotinho agarradinha na mamãe. No aeroporto de Temuco, onde alugamos o carro, fazia um frio de trincar os dentes. Por lá, retiramos o veículo com tranquilidade e rumamos para Pucon. Nosso passeio, de quatro dias, incluiu vulcões, lagos, cachoeiras, parques e termas. Espia só! DIA #1. DIA DE SOL A cidade de Pucon, conhecida por sua riqueza natural e esportes de aventura, nos recebeu com um lindo dia ensolarado. Por isso, ainda na estrada, conseguimos visualizar o Vulcão Villarica em toda sua plenitude. Chegamos ao nosso hostal, o Donde German, perto das 11 horas da manhã. Após deixarmos as malas, em um quarto cuja janela emoldurava lindamente o vulcão, saímos em direção ao centro da cidade. O nosso passeio pela cidade incluiu: Uma visita ao centro de informações turísticas; Umas comprinhas de macacões quentinhos para a pequena; e Um delicioso almoço no Club 77, restaurante indicado por muitos como o melhor custo benefício do lugar. Um grande acerto! Além, claro, de um passeio de “reconhecimento” pela rua principal. O qual nos levou ao Mirador La Poza, ao final, com uma das vistas mais incríveis para o vulcão Villarica. [Mirador La Poza] De lá, seguimos de carro para os Ojos del Caburgua. Após percorrer um pequeno tramo de trilha muito bem sinalizado, chegamos ao lago de águas azuis cristalinas que dá nome ao lugar. Não conseguimos ver o reflexo do sol, que estava escondido atrás das árvores. Vale uma visita próxima ao meio dia! Seguindo pela estrada que dá acesso aos Ojos, chegamos às praias preta e branca, no Lago Caburgua. O acesso à praia preta é fácil, com estacionamento público em frente. Para chegar à praia branca, por outro lado, o estacionamento é privado. [Praia Preta do Lago Caburgua] Por estarmos no outono, com temperatura bastante baixa, ambas praias estavam vazias. Não haviam restaurantes abertos na ocasião. A vista, entretanto, vale a visita! Voltando para Pucon, aproveitamos para tomar um delicioso chocolate quente no Café de La P, acompanhado de uma cheesecake impressionante! O preço é um pouquinho salgado mas o sabor, hum, compensa o sacrifício, rsrsrs. [Café de la P] Não dá vontade de comer a foto?! Aproveitamos o final da tarde para caminharmos sem rumo pela cidadezinha. No caminho, nos deparamos com a simpática Plaza 12 de Octubre cheia de crianças e jovens. À noite, para a alegria do Junior, comemos uma parrilla uruguaia no restaurante La Maga. O acompanhamento de batatas ao forno estava de lamber os beiços! A parrilla do La Maga, infelizmente, não foi suficiente para aquecer a nossa noite. Que terminou um tanto quanto gelada. Literalmente! Dados: Acesso aos Ojos del Caburgua: 1.500 pesos; Acesso gratuito aos demais pontos turísticos. DIA #2. DIA DE TERMAS A calefação do nosso hostal não era nada legal. A noite foi um pouco complicada. O frio estava de enlouquecer! Por isso, amanhecemos cedo em busca de outro hotel. E, para a nossa felicidade (e um viva à baixa temporada) encontramos um hotel incrível por uma pechincha: o Cumbres del Sur. [Hotel Cumbres del Sur] Pensa num hotel gostoso. Pensa num atendimento super atencioso. E o café da manhã. Huuummm, só de pensar me dá água na boca. Saímos de lá direto para o almoço, no restaurante Trawen. Tenho que confessar que não foi um acerto, a comida não estava das melhores… Para compensar, seguimos para o conjunto de termas mais próximo à Pucon. Visitamos três termas antes de chegarmos ao nosso destino final, incluindo a Peumayen, a Huife e a Quimey-co. [Termas Huife] Todas elas, diferente do que buscávamos, dispõem de uma ampla infraestrutura de piscinas. Nada naturais… Ao final, finalmente encontramos o que queríamos: as termas Los Pozones, um conjunto de piscinas termais rodeadas de pedras com pouquíssima intervenção humana. E as mais baratas! [Termas Los Pozones] O percurso do estacionamento às piscinas é um pouco complicado (uma infinidade de degraus de pedra). Mas vale a pena! Eu, infelizmente, não consegui curtir as águas termais nesse dia. A natureza e o aprendizado do que levar para as termas, por outro lado, foi suficiente. À noite, fomos à pizzaria Cala. A “mais cara do mundo”, na minha opinião, rsrsrs. Na opinião dos puconinos, a mais gostosa. Não vale o que custa… Dados: Acesso às termas Los Pozones: 8.000 pesos por pessoa; Acesso às demais termas: entre 14.000 e 16.000 pesos por pessoas (entramos somente para conhecer e por isso não pagamos). DIA #3. ENTRE PONTES E VULCÕES O terceiro dia, que anunciava um céu menos nebuloso, dedicamos a subir o Vulcão Villarica. [Vulcão Villarica] Primeiro, pelo acesso da direita, que leva à estação de esqui (fechada nessa época do ano). De onde se pode apreciar o vulcão por completo, sem muita vida (diga-se vegetação, consumida pelo vulcão ao longo dos anos). Segundo, pelo acesso da direita, com umas trilhas bem legais em meio à natureza criada e reinventada pela passagem das lavas do vulcão. [base do Vulcão Villarica] De lá, seguimos para a ponte de acesso a Quelhue, de onde avistamos lindamente os vulcões Villarica e Quetrupillan. Voltamos para o centro de Pucon com um gostinho de quero mais, já com o céu completamente limpo de nuvens. Para aproveitar, fomos caminhando até a Playa Grande Pucon. E voltamos, com os olhos hacia arriba, de olho no vulcão, pelas ruas perpendiculares. [Playa Grande em Pucon] Escolhemos jantar em um restaurante mais local, de carnes, em busca de um preço mais camarada, o La Revancha Del Chino Lee Chong. Apesar das boas referências no Trip Advisor, não achamos o restaurante nem bom, nem barato. Engraçadinho, para dizer o melhor. Dados: Acesso gratuito a todos os pontos. DIA #4. DIA DE CHUVA Os dias seguintes prometiam chuva. Por isso, decidimos deixar o hotel um dia antes do planejado, no que seria o nosso dia #5 por lá. Não sem antes curtir um pouquinho dos parques naturais da região. Para tanto, o escolhido foi o Parque Nacional Huerquehue, que fica a poucos quilômetros do centro da cidade. Para chegar, percorremos uma estrada agradável, de ripio (cascalho) em sua maior parte, o que aumenta bastante o tempo de percurso. Apesar de bordear o Lago Caburgua, não há mirantes pelo caminho. A chuvinha que caía quando chegamos não nos animou a percorrer as muitas trilhas que o parque disponibiliza. A visita ao Lago Tinquilca, de fácil e acessível acesso a partir do estacionamento, foi o suficiente para nos alegrar. [Parque Nacional Huerquehue] De lá, pegamos uma estrada alternativa direto para outro ponto turístico da região: Los tres saltos, um conjunto de três lindas cachoeiras. [Los tres saltos] Ahhh, foi lá que eu e nosso pacotinho percorremos a nossa primeira trilha juntas. Não foi fácil, mas valeu a pena, rsrsrs. [Trilha pelos Los tres saltos] Após um saboroso menu de “almojanta” no El Fogón, fomos direto para o hotel. Descansar e curtir a chuva, que a essa hora já estava forte. Dados: Acesso aos Los tres saltos 1.500 pesos por pessoa; Demais pontos gratuitos. Lembrando que, caso queira percorrer trilhas pelo Parque Nacional Huerquehue será necessário pagar a taxa de entrada vigente. TERMAS GEOMÉTRICAS Havíamos planejado conhecer as famosas termas geométricas no nosso quinto dia em Pucon. A previsão de chuvas, entretanto, nos desanimou. E decidimos adiantar a nossa chegada a Puerto Varas. Mas a vontade de conhecê-las não foi embora. Mesmo depois de uma piscininha aquecida (sobre isso contamos no nosso próximo post). Por isso, decidimos inclui-las em um desvio nada básico no nosso caminho de volta à Temuco. Que valeu cada minuto! Ficamos embasbacados com a beleza do lugar. As piscinas de águas termais estão cuidadosamente inseridas em meio a uma “fenda” natural, rodeadas por vegetação. Para completar, uma cachoeira derrama suas águas geladas ao final da característica passarela vermelha. Lindo de viver! Como chovia fraco no dia, fiquei com o pacotinho na lanchonete até que dormisse. Quando ela finalmente caiu no sono, coloquei sobre o carrinho, pela primeira vez, a capa de chuva que havíamos comprado a meses para uma emergência. Santa capa! Ela foi providencial e certeira! A princesa dormiu como um anjinho por horas, no quentinho, escutando o barulhinho gostoso das águas que escorriam sob a passarela. E nós pudemos curtir com tranquilidade algumas horas de descanso nas águas termais. Por que ninguém é de ferro! [Termas Geométricas] Dados: As termas não ficam exatamente em Pucon. Na verdade, são duas horas de viagem. Que valem SUPER pena. Com letras garrafais mesmo; O acesso é bastante caro: 22.000 pesos para entrada antes do meio dia. Se entrar depois paga mais caro. Na nossa opinião, vale cada peso gasto; Eles disponibilizam toalha e cadeado para o locker; Tem uma lanchonete na entrada que é razoavelmente quentinha quando faz frio fora. Foi onde fiquei com a princesa até que dormisse. Destaques SANTIAGO A PUCON: ÔNIBUS, TÁXI E CARRO ALUGADO Para baratear a nossa chegada a Pucon, o percurso foi um pouco mais cansativo do que gostaríamos. Dá uma olhada: Aeroporto de Santiago ao Terminal Alameda (Santiago) em ônibus urbano (se fosse hoje, iríamos de táxi. O cansaço não vale a economia); Santiago à Rodoviária deTemuco em ônibus interurbano (eu repetiria, mas iria direto à Pucon); Rodoviária de Temuco ao Aeroporto de Temuco em táxi (não havíamos planejado o táxi, o que encareceu bastante o trajeto. Ao final, perdemos a economia por retirar o carro no aeroporto. E ainda foi muito mais cansativo. Valeria a pena pagar mais caro e retirar o carro diretamente em Pucon). Além disso, ainda tivemos que esperar no aeroporto de Temuco até que a locadora abrisse. Um baita trampo que realmente não vale a economia! O percurso total desde a chegada à rodoviária de Temuco até Pucon durou em torno de três horas e meia. De qualquer forma, valeu pelos testes que fizemos com o pacotinho pelos mais diversos meios de transporte. OJOS DEL CABURGUA: DUAS ENTRADAS Os Ojos del Caburgua possui duas entradas. E só as percebe quem percorre um pouquinho mais a estrada de acesso. Vale a pena perguntar na cidade de onde se tem as melhores vistas. Ou simplesmente visitar as duas, se for possível. COMO SE EQUIPAR PARA AS TERMAS Se tem uma coisa que demos sorte foi em deixar as termas Geométricas por último, após visitar a Los Pozones. Simplesmente por que aprendemos a nos equipar para não desanimar com o frio. Se você vai visitar uma termas no frio, vá com o biquini no corpo e deixe o chinelo na mão. Ah, e não esqueça de levar uma toalha por se acaso. O QUE DEU CERTO Alugar o carro foi um super acerto. Primeiro, por que barateou muito o nosso acesso aos pontos turísticos. Afinal, o nosso carro era a diesel e o consumo girava em torno de 20 k/l. Uma pechincha!!!!! E o custo de acesso pelas agências de turismo é bastante salgado. Segundo, por que tivemos total mobilidade para curtir os lugares com a princesa. Fugindo do frio e da chuva quando necessário. E tendo sempre um lugar quentinho para as trocas e amamentação. Além disso, o carro nos permitiu deixar Pucon antes do planejado sem transtornos. O QUE FARÍAMOS DIFERENTE Com certeza, viajando em baixa temporada, reservaríamos um hotel com cancelamento gratuito e ficaríamos de olho em promoções de última hora. E nos atentaríamos ao tipo de calefação disponível no hotel. Imprescindível para vencer o frio! Ah, e com certeza iríamos de ônibus de Santiago a Pucon, mesmo pagando a mais pela diária do carro. A economia, nesse caso, não vale a pena.
  13. Olá Manueli, boa tarde. Me desculpa a demora, mas o Mochileiros não me avisou sobre o seu questionamento. Vamos lá! Em Pucon o câmbio estava bastante pior do que em Santiago. Valia mais a pena trocar o dinheiro no aeroporto de Santiago do que em Pucon. De qualquer forma, se for imprescindível (como aconteceu conosco no último dia), prefira uma casa de câmbio que está em uma rua paralela à principal direção praça. Lá o câmbio estava bastante superior às demais. Nós alugamos o carro no aeroporto de Temuco, pelo site da rentalcars.com por que estava muito mais barato. Somente recomendo alugar em Temuco se você for passar por lá de fato. Nós fizemos um pouco de rolo. Vou disponibilizar agora o nosso relato de Pucon. Qualquer outra dúvida é só perguntar, estou a disposição. Um abraço.
  14. É amante de vinhos e vai ao Chile? Com certeza visitar uma vinícola está nos seus planos, certo? . . Te garanto que vale a pena, mesmo com um bebê. . Confira no nosso roteiro por vinícolas chilenas com bebê: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-vinicolas-chilenas-com-bebe/ . Imperdível!
  15. Mariana Por Aí

    Santiago

    Voltou a funcionar. E, na minha opinião, é uma ótima alternativa para subir ao cerro passando caminhando por aquele bairro delicioso nas redondezas.
  16. Olá, boa tarde. Nós também alugamos bike. Ficamos muitos dias por lá e decidimos provar das duas formas. Na parte sul da ilha passamos um pouco de perrengue com a bike por causa do vento. Foi muuuuito difícil pedalar com o vento contra. Parecia que a gente não saía do lugar [FACE WITH TEARS OF JOY].
  17. Olá, tudo joia? Meu nome é Mariana Menezes e sou a fundadora do Mariana Por Aí (MaPA para os íntimos). Se você quer dicas para: Realizar viagens memoráveis com criança e o melhor custo/benefício; Otimizar ao máximo os gastos de sua viagem sem passar perrengue; E ainda rir bastante com as nossas histórias de viagens vividas… … Então você está exatamente onde deveria estar. Um pouco da minha história Arquiteta por vocação, escritora por diversão, viajante de corpo e alma. Brasileira, capixaba, paulista, mineira, espanhola, canadense. Enfim, uma viajante apaixonada. Fui picada pelo “vírus” viajante quando ainda era estudante. Os recursos eram escassos mas a vontade de viajar era enorme! Numa época em que o “doutor Google” era para poucos, pesquisar e aprender com as experiências alheias não era lá, assim, tão fácil. Por isso, os tropeços foram enormes e os perrengues vieram a galope. Foram necessárias muitas viagens e, consequentemente, muitos perrengues, para que eu conseguisse, finalmente, descobrir o caminho das pedras para viajar bem gastando pouco. Eu não queria que ninguém passasse pelo que eu passei. Ou deixasse de viajar por causa de grana. Nada mais justo do que compartilhar os meus aprendizados com o mundo, não é verdade? O Mariana Por Aí E foi assim que decidi criar o blog. Que nasceu recheado de aromas, sabores e texturas com a ajuda incansável do Junior. Escolher um nome para o blog não foi tarefa fácil. Ele merecia algo leve, facilmente compreensível e que representasse um pouco de mim. Mariana sou eu. Por Aí representa os cantos que me encantam, aqui e acolá. Pode ser algum lugar escondido lá na Colômbia ou uma descoberta incrível aqui do ladinho. A sigla MaPA, não por acaso, possui como essência a descoberta, o poder “caminhar” com as próprias pernas, além de estar diretamente conectada a uma das minhas maiores paixões, o urbanismo. Ajudá-lo a caminhar com as próprias pernas, rumo à viagens memoráveis que coubessem no seu bolso. Essa era a missão do Mariana Por Aí. Mas algo sobrenatural aconteceu para mudar o rumo dessa história… A NOSSA FAMÍLIA CRESCEU! Tenho que confessar que a gravidez foi um tanto quanto complicada. E os primeiros meses da nossa pequena não foram muito fáceis, rsrsrs. Escrever se tornou uma tarefa quase impossível e “acabei” tendo que me ausentar do blog. Deixar de viajar nunca passou pela minha cabeça. Muito menos abandonar o blog. Pelo contrário, essa grande novidade só fez aumentar a minha vontade por conhecer mais e melhor esse nosso mundão, mostrando pra minha pequena todas as maravilhas que a vida pode nos oferecer. Mas ambos projetos precisariam mudar para se adaptar à minha nova e linda realidade. Por isso, o Mariana Por Aí passou por uma bela reestruturação. Se tornou o lugar ideal para podermos dividir contigo o caminho da nossa Grande Guerreira rumo a novas e maravilhosas descobertas. Compartilhando dicas de viagens baratas e descomplicadas, temos como missão incentivar outros papais e mamães a burlarem o medo de viajar com os seus pequenos. Para que possamos criar uma rede de grandes seres humanos, conectados com o mundo e com a humanidade. E agir em prol de um mundo melhor! Criar um serumaninho completo e pleno, pronto para encher esse mundão com as mais lindas atitudes e brilho nos olhos, é o que nos motiva diariamente. Essa é a nossa jornada. Vamos juntos? VIAJAR BARATO (O NOSSO CONCEITO) Dividir o quarto do hotel com outros 19 desconhecidos e comer sucrilhos com leite, sem açúcar, no café da manhã já fez parte da viagem dos meus sonhos. Na verdade, eu sempre acreditei que devemos sonhar sonhos possíveis, para que possamos sentir o prazer de realizá-los. E dividir o quarto com outros 19 desconhecidos era o que eu podia, naquela época. Viajar desta forma, entretanto, não faz mais parte do meu sonho. Tampouco é intenção do Mariana Por Aí te “ensinar” a viajar dessa maneira. A missão do Mariana Por Aí sempre foi, e continua sendo, te dar subsídios para que a viagem dos seus sonhos caiba no SEU bolso. Independente do estilo da viagem. O que importa, nesse caso, é “baratear” o gasto médio da viagem. Vale comer um menu delicioso e barato durante dois dias e jantar naquele restaurante que está entre os melhores do lugar mas que vale mais do que um dinheirinho, rsrsrs. Para isso, o blog estará sempre recheado de dicas mais, digamos, econômicas, destacando o que vale ou não a pena gastar em um lugar. Contribui com este Blog O pontapé inicial para escrever este blog foi dado pelo Júnior, companheiro incansável (ou quase) das minhas andanças, parceiro de impressões e fotógrafo responsável pelas lindas imagens do MaPA. Menino “pequeno” (com seus 1,90 m de altura), ele adora dar pitaco (fala pouco o menino) e estará sempre por aqui. O blog conta agora, também, com a presença ilustre do nosso pacotinho de gostosuras! Quer receber mais dicas de viagem? Cadastre-se no blog e não perca nenhum post. Um abraço, Mariana Menezes
  18. Não é necessária habilitação em absoluto! O carrinho anda tão devagar que o que você precisa é de paciência, rsrsrs. Tem alguns carrinhos muito mais caros que são mais rápidos, mas também não exigem habilitação. E é super tranquilo dirigir o carrinho. Abraços, Mariana.
  19. Mariana Por Aí

    Santiago

    D Fabiano, nós acabamos de voltar de Santiago e subimos ao Cerro San Cristoban com o teleférico. É a esse que você se refere?
  20. Mariana Por Aí

    Pucón

    Olá, boa noite. Nós acabamos de voltar do Chile. Estivemos em Pucon durante 4 dias. Alugamos o carro no aeroporto de Temuco, que estava mais barato, por que fomos primeiro para lá. Pelos preços dos passeio acreditamos que vale super a pena alugar o carro. Vale alugar por menos tempo para percorrer os lugares principais que precisam de carro. O nosso carro era a diesel e fazia 20km/l! A gasolina foi uma pechincha. Entretanto, com relação às Termas Geométricas, concordo com o Nathan. Elas estão bem distantes de Pucon e você gastaria uma diária do carro somente para ir até elas. Vale pesquisar que horas o passeio chega já que antes das 12h o ticket de entrada às termas é mais barato. Pode compensar... Qualquer coisa estou a disposição. Abraços, Mariana
  21. Créditos: http://www.marianaporai.com/roteiro-por-vinicolas-chilenas-com-bebe/ Chile com bebê: dois dias entre as vinícolas do Valle del Colchágua e a Concha y Toro Se você é amante de vinhos e vai ao Chile, com certeza visitar uma vinícola estaria entre suas atividades preferidas, não é verdade? Afinal, o Chile consagrou-se, nas últimas décadas, como um dos melhores produtores de vinhos do mundo. Mas, amamentando, o que raios vou fazer em uma vinícola, você pode estar se perguntando. Ainda mais com um bebê… Eu, que já não bebia antes da gravidez, optei por realizar um pequeno roteiro por vinícolas chilenas com bebê. Amei o passeio. E super recomendo! Primeiro, por que visitamos uma região de uma beleza paisagística muito singular. Linda demais da conta! Segundo, por que tive a oportunidade de conhecer um pouco sobre a cultura vinícola. E novos aprendizados e conhecimentos são alguns dos maiores “presentes” de uma viagem. Terceiro, por que fomos muito bem recebidos com a nossa pequena por onde passamos. Te convenci? Sim? Então bora “vivenciar” um pouco do nosso roteiro por vinícolas chilenas com bebê. O Valle del Colchágua te espera! Ao final do artigo você poderá conferir nossos destaques, como o que deu certo e o que faríamos diferente. Antes, entretanto, eu vou te contar um pouquinho do por que escolhemos ir para essa região… O Valle del Colchágua A produção vinícola no Chile se divide, basicamente, em vales. Cada vale possui uma identidade geográfica única, que influencia diretamente as características das uvas produzidas na região. Localizado a aproximadamente 170 km ao sul de Santiago, encravado no coração da zona central, o Valle del Colchágua é um dos mais reconhecidos vales do país. O clima quente e seco da região, aliado ao uso da tecnologia, permitiram um desenvolvimento incrível da indústria vinícola local. Com uma produção de vinhos brancos e tintos internacionalmente premiada e reconhecida por prestigiosas revistas e publicações especializadas (fonte: Colchagua Valley). Tal tradição levou a região a criar a mais organizada rota de vinhos do país. Cuja visita pode, inclusive, incluir uma excursão com o Tren del Vino. A beleza paisagística da região, com videiras centenárias e fazendas encantadoras, aliada às inúmeras premiações que os vinhos locais receberam, nos animaram a visitá-la. Roteiro por vinícolas chilenas com bebê Saímos de Vitória num domingo pela manhã e chegamos à Santiago poucas horas depois, no final da tarde, após dois voos super tranquilos. Retiramos o carro alugado no próprio aeroporto e rumamos em direção à Santa Cruz. A cidade, central para o acesso às vinícolas do Valle del Colchágua, abriga vinícolas famosas como Clos Apalta, Viu Manent e Montes. Muitas delas realizam passeios guiados, os quais podem incluir degustação, cavalgadas, pique-nique e até hospedagem. A nossa escolha para passar a noite foi mais barata, o Hostal Cruz del Valle, uma pousada simples e simpática que nos acolheu super bem. Nossos passeios, no primeiro dia, incluiram um tour guiado pela Lapostolle, um almoço na Montes e um café na Viu Manent. Desfrutamos, assim, das comodidades das vinícolas sem elevar muito o custo médio da nossa viagem. O segundo dia dedicamos a voltar para Santiago, com uma parada estratégica na Concha y Toro. DIA #1. VINÍCOLA LAPOSTOLLE: TOUR DE VINHOS Nos encontramos no edifício central da vinícola, uma construção de mais de cinco pavimentos encravada em uma rocha. Exatamente onde é produzido o vinho Clos Apalta, o mais importante da marca Lapostolle e um dos melhores e mais premiados vinhos da América do Sul. O tour, que pode ser reservado em português ou espanhol, se inicia pelo mirante, onde contemplamos a linda paisagem marcada pelos vinhedos. De lá, descemos para a sala onde as uvas são manualmente selecionadas. Descendo um pouco mais, visitamos a sala onde as uvas são “pisadas”. Abaixo, conhecemos a sala onde os vinhos de cada tipo de uva (Carmenére, Merlot e Cabernet Sauvignon) descansam separadamente por até dois anos em barris de carvalho importados da França. No pavimento inferior, na sala onde os vinhos são mesclados para compor o Clos Apalta, degustamos três tipos de vinhos: um Sauvignon blanc, um Merlot e o famosinho da marca. Gostamos muito do passeio e acreditamos que vale o investimento. Além de podermos visitar todas as instalações da vinícola, conhecemos o processo de produção do vinho em detalhes. O ponto alto da vinícola são as práticas de produção sustentáveis e totalmente manuais. Destacamos que o tour não inclui visita aos vinhedos. Uma curiosidade: a situação do edifício, encravado em uma rocha, além de auxiliar na manutenção da correta temperatura de cada sala, permitiu que a vinícola suportasse, sem maiores perdas, um terremoto de mais de 8 pontos na escala richter. Segundo o guia, a maioria das vinícolas locais sofreram sérios prejuízos durante esse terremoto. Dados: - Localização: o tour ocorre na Clos Apalta e não no edifício central da Lapostolle; - Reserva: necessária e imprescindível; - Preço do tour (2017): $22.000 pesos; - Restaurante e hospedagem disponíveis e super exclusivos. DIA #1. VINÍCOLA MONTES: O ALMOÇO Realizamos o tour na Lapostolle com um simpático casal de brasileiros que, durante cinco dias, visitou incansavelmente as vinícolas da região. Foram eles que, para nossa sorte, nos indicaram almoçar no restaurante Fuegos de Apalta, na vinícola Montes. O restaurante, com vista para os montes que dão nome à vinícola, está localizado em um lindo e contemporâneo edifício, de estrutura metálica e vidro, rodeado por belos vinhedos. Comandado pelo chef Francis Mallmann, o restaurante possui como protagonistas carnes, peixes e vegetais preparados em um tipo de churrasqueira que é destaque na entrada do lugar. Comemos uma massa com recheio de carne de carneiro ao molho de vinho. O prato tinha um sabor bastante peculiar e estava super bem preparado. Uma daquelas visitas imperdíveis que vale cada peso, como contamos no nosso conceito sobre viajar barato. Como não havíamos realizado reserva, Sofia foi o nosso coringa: com dó da nossa princesa, o maitre nos colocou em uma mesa interna que estava reservada para um horário posterior. Ponto para nossa viagem com bebê! Dados: - Localização: vinícola Montes; - Reserva: necessária e imprescindível; - Preço médio do prato (2017): $18.000 pesos. DIA #1. VIU MANENT: UM CAFÉ Com o objetivo de conhecer e desfrutar de mais lugares durante as nossas viagens, separamos o almoço em partes que vivenciamos em locais diferentes: refeição e café/sobremesa. Por isso, após a refeição na Montes, partimos para um café com bolo na cafeteria da Viu Manent. A cafeteria, com vista para os vinhedos e área de cavalos, está em um gracioso edifício antigo. Há diversas opções de bolos por lá. O que comemos, de chocolate com doce de leite (eles chamam o doce de leite de manjar), estava uma delícia. De comer ajoelhada! A vinícola Viu Manent ganhou, em 2015, o prêmio Wine Tourism Awards, concedido por uma importante revista britânica como melhor centro enoturístico do mundo. Eles disponibilizam diversos tipos de passeios, até de balão! DIA #1. PASSEIO POR SANTA CRUZ No final da tarde, saímos para um passeio por Santa Cruz, a cidade que nos acolheu. Como era feriado, não havia praticamente nada aberto. Ao contrário do que imaginamos, a cidade não está muito preparada para receber os turistas e há poucas atrações para visitar. O que mais gostamos foi do passeio que fizemos pelas instalações do Hotel Santa Cruz Plaza, na praça central. O restaurante que nos recomendaram, o Casa Colchágua, estava fechado (segunda feira). Por isso, jantamos no acolhedor Etiqueta Negra, onde fomos muito bem recebidos. O prato, uma carne na grelha com acompanhamento de creme de milho, estava delicioso. DIA #2. CONCHA Y TORO: TOUR DE VINHOS No dia seguinte, pegamos o carro e nos dirigimos à Santiago, o ponto de partida para o nosso próximo destino. Antes, contudo, paramos para um tour na vinícola Concha y Toro. Afinal, é a maior e mais conhecida dentre todas as vinícolas chilenas. Depois de passar o dia anterior entre vinícolas incríveis e super interessantes, nos decepcionamos muito com o tour da Concha y Toro: turisticão, sem graça e pobre. Nos arrependemos por não aproveitar o dia na região do Valle del Colchágua. Destaques SERVIÇOS O trajeto do aeroporto de Santiago à Santa Cruz durou cerca de duas horas e vinte, grande parte pela Ruta 5 Sul. Conseguimos conectar o GPS do celular no aeroporto, com WIFI gratuito, o que tornou o percurso bastante tranquilo. Todos os carros de Santiago possuem um sistema de pedágio obrigatório para trafegar pela região metropolitana. Por isso, só pagamos o da saída da Ruta 5. A Ruta 5 é muito boa, com limite de 120km/h na maior parte. E bem sinalizada! Os postos de combustível são um pouco mais raros que no Brasil, mas muito limpos e com ótimos serviços. Clique aqui para acessar o mapa completo do nosso roteiro por vinícolas chilenas com bebê.O QUE DEU CERTO Amamos a região de Santa Cruz. E voltaríamos com certeza! Alugar o carro foi um grande acerto. Como eu não bebo, conseguimos fazer todos os trajetos que desejamos, a vontade e sem horário. O QUE FARÍAMOS DIFERENTE O processo de checkin para retirada do carro, na Sixt, foi muito lento (durou mais de uma hora!). Saímos do aeroporto tarde, depois das 21 horas. Nosso pacotinho estava super cansada, o que tornou o trajeto um pouco complicado, com acessos de choro. Se fizesse de novo, optaria por passar a noite próxima ao aeroporto e pegar estrada somente no dia seguinte. Por ser baixa temporada, acreditávamos que seria tranquilo acessar os passeios e restaurantes sem reserva. E só reservamos o tour da Lapostolle e o da Concha y Toro. Entretanto, se não fosse pelo feriado, não conseguiríamos almoçar no Fuegos de Apalta. Por isso, eu recomendo montar um roteiro e fazer as reservas obrigatórias e mais concorridas. Para que você não fique com água na boca, . E como a cidade não tem grandes atrativos, vale a pena procurar um hotel com melhor custo benefício, independente da localização. Acreditávamos que íamos passear bastante com a princesa pela cidade, no carrinho, mas não valeu a pena. Ah, e como disse antes, trocaríamos o tour na Concha y Toro por mais tempo em Santa Cruz.
  22. Pensar em planejar uma viagem com bebê não parece uma tarefa das mais fáceis, não é verdade? Na prática, tudo o que envolve a vida de um bebê, principalmente para nós, pais e mães de primeira viagem, resulta em infinitas perguntas e poucas respostas. Os bebês, feliz ou infelizmente, não chegam ao mundo com manual de instruções. Para burlar o stress do dia a dia do papai, envolto entre os pensamentos na paternidade e as tarefas da empresa, e aproveitar a licença maternidade e dar uma relaxada na mamãe, nós decidimos fazer a primeira viagem com a nossa pequena, de 4 meses. A viagem, realizada entre os dias 30 de abril e 14 de maio para o Chile, foi um sucesso! Como era nossa primeira viagem, planejamos tudo com bastante detalhe. Não queríamos que muita coisa desse errado (como pais de primeira viagem, literalmente, seria impossível que nada desse errado, rsrsrs). O nosso roteiro ficou assim: 2 noites no Vale do Colchágua; 1 noite entre Santiago e Pucon (ônibus); 4 noites em Pucon; 4 noites em Puerto Varas; 1 noite entre Puerto Varas e Santiago (ônibus); 2 noites em Santiago. O nosso relato será por localidade. Começando pelo nosso roteiro de vinhos. Clique no link "Acompanhar tópico" para não perder nenhum detalhe do nosso relato. Boa leitura!
  23. Boa noite. Em agosto do ano passado estivemos em Bogotá, Medellin, Cartagena e San Andres. Na última, ficamos 7 dias, como você está planejando. E a minha experiência por lá não foi muito positiva. Achei a cidade muito feia e com poucos atrativos. Se não quer deixar de ir, te recomendo ficar menos dias ou ir para a ilha de Providência. Bogotá, Medellin e Cartagena foram destinos incríveis. Muitos lugares incríveis para conhecer e paisagens deslumbrantes. Entre as cidades, nós utilizamos uma das companhias aéreas locais de baixo custo, a Viva Colombia. Vale o custo benefício. Abraços, Mariana Por Aí.
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