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Camila Furtado

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  1. [t1]4º Capítulo - Se sentindo parte da história - 1º dia em Cusco[/t1] Nós chegamos em Cusco por volta das 7 da manhã. A estrada de Arequipa para Cusco tem algumas (muitas) curvas e dormir não foi tão gostoso assim, mas deu para descansar! Como acabamos comprando o ônibus muito em cima da hora pegamos uma poltrona que inclinava 140º só (o que seria equivalente ao nosso ônibus executivo aqui no Brasil). O ônibus tinha banheiro, servia jantar e tinha uma televisão passando um filme qualquer dublado em espanhol. A primeira coisa que fizemos ao sair do ônibus foi comprar nossa passagem para Puno. Demos uma olhada aqui e ali e acabamos comprando passagem com a Mer Turismo e o ônibus cama custou 60 soles com saída às 20h da noite. Como qualquer rodoviária, quando decidimos sair fomos encurralados por milhões de pessoas oferecendo taxis. Acabamos pegando um de um grupo que tinha várias pessoas com a mesma camiseta da empresa. Ele ofereceu 8 soles da rodoviária até o Wild Rover. Não sei se paguei além do que deveria mas 8 soles dividido por três pessoas foi barato demais para uma corrida que deve ter durado uns 10 minutos. Embora nosso check-in só fosse oficialmente às 14h, o Wild Rover nos deixou entrar para tomar café da manhã antes de sairmos em busca de agências para fecharmos os passeios. De café tomado fomos atrás do que queríamos. Cusco foi o lugar onde precisávamos fechar mais coisas. Nós queríamos: um city tour, o Valle sagrado, um guia em Machu Picchu e um translado de Ollantaytambo para Cusco. E o mais importante: queríamos um passeio que fizesse Maras Moray e Ollantaytambo no mesmo dia. Nós entramos em umas 10 agências facilmente! No fim decidimos fechar com a Soncco Tours por ser a única que nos deu a possibilidade de ir a Maras Moray e Ollantaytambo no mesmo dia. No total, depois de muito choro e a vantagem de estar em grupo, fechamos tudo que precisávamos por 110 soles incluindo o almoço buffet no passeio do Valle Sagrado. Com os tours fechados, Patricia nos acompanhou até o outro lado da rua para comprarmos nossos boletos turísticos. Para fazer praticamente tudo em Cusco você precisa desse boleto e mesmo que alguém na agência não te avise, SIM, você precisa disso para fazer os passeios. Durante nosso City Tour tivemos um caso de uma mulher que não foi avisada pela agência (no Peru você fecha em agências diferentes mas na van vai todo mundo misturado) e não fez nada no City Tour porque não tinha levado dinheiro suficiente para comprar o boleto turístico. Super chato! O valor do boleto é de 130 soles e com carteirinha de estudante você pode pagar meia. Como já era quase 13h quando terminamos de fechar tudo, pedimos para Patricia uma indicação de onde almoçar que fosse mais em conta. Ela nos deu a direção e fomos rumo ao restaurante. Quando chegamos lá o restaurante estava super cheio e nós definitivamente eramos os únicos gringos no local . O restaurante funcionava no estilo menu e custava 9 soles. O valor incluía: entrada, sopa, prato principal e chincha morada. Não vou dizer que foi ruim mas também não vou dizer que foi bom, rs. Pelo valor pago foi uma refeição super ok. A entrada (um bolinho de legumes) e a sopa (de quinoa com legumes) estavam gostosos. Mas o prato principal era Aji de Galinha (aji é um tipo de pimenta e o prato parece um strogonoff amarelão) e isso foi algo que fugimos a viagem inteira sempre que achávamos em um cardápio! Nesse restaurante ganhamos um dos bordões da viagem. Quando perguntamos o que vinha junto da galinha e do arroz a garçonete nos respondeu com algo que não entendemos... Perguntamos "é papas?" e ela "não" e mais uma vez disse algo que não entendemos. Na terceira tentativa ela desistiu e simplesmente disse "sim, papas mas o menos". A partir de então sempre que tinha batata como opção de acompanhamento pedíamos com "papas mas o menos" Com a tarde livre decidimos que iriamos fazer duas coisas naquele dia: ir ao Museu Inca e fazer a visita guiada a catedral de Cusco. Começamos pelo Museu Inca. O valor do ingresso é 10 soles e o museu conta um pouco da história inca desde o seu inicio. Ele não é muito grande e vale a pena fazer! No pátio do museu tinha um senhor tecendo um looooongo tapete. Ficamos uns bons minutos observando seu trabalho. Cusco é uma cidade muito bonitinha e incrível. A sensação que você tem é que tudo é histórico, até mesmo as coisas que visivelmente não são por serem construções recentes. Você se sente dentro da história mesmo, sabe? Você não está só lendo sobre algo você está vivendo aquilo. E achei isso absurdamente incrível! Saindo do museu fomos curtir um pouco a Plaza das Armas antes de começarmos nosso tour na catedral. O tour custa 25 soles com direito a um tablet que vai te guiando e te explicando toda a igreja. Sei que pode assustar um pouco o mochileiro que procura a economia e pode pensar "25 soles para ver uma igreja?" ... Mas deixa eu falar uma coisinha: a basílica de Cusco é uma das coisas mais lindas que eu já vi em toda a minha vida. A igreja é uma viagem no tempo... ela é tão grande, e demorou tanto para ser construída que tem reúne características góticas, renascentista e barrocas tudo no mesmo lugar! Existem púlpitos todos de madeira assim como todos em ouro maciço. O local é divido em três partes e possuí 12 capelas. É absurdamente incrível e lindo! Só visitando para saber já que, infelizmente, é proibido tirar fotos lá dentro. Saímos e já era finalzinho da tarde e aproveitamos parar tirar fotos da praça iluminada. Paramos para um rápido café e fomos para o Wild Rover tomar banho e descansar. Se você fica em mais de uma unidade do Wild Rover na mesma viagem eles te dão de presente uma bebida de graça. Como ficamos lá em Arequipa, ganhamos uma bebida em Cusco. Decidimos jantar no albergue mesmo e vou dizer que de longe o bar do Wild Rover de Cusco foi o mais animado de toda a viagem. Jantamos, bebemos nossos drinks de graça e por volta de 0:30 fomos dormir já que a van passaria para nos buscar às 7h para o Valle Sagrado.
  2. [t1]3º Capitulo - Últimas voltas por Arequipa e hora de ir para Cusco![/t1] Já que no dia anterior tínhamos acordado de madrugada e passamos o dia todo na rua, nos demos o direito de acordar um pouquinho mais tarde no nosso terceiro dia em Arequipa. Acordamos por volta de 9 horas, tomamos nosso banho e café da manhã - que é incluído no Wild Rover e conta com café solúvel, chá, pão, manteiga e geleia - e esperamos o Grely nos buscar para darmos nossas últimas voltas por Arequipa. No primeiro dia entramos bem rapidamente na catedral que fica na Plaza das Armas e descobrimos que existia um tour por lá. O preço era bem em conta e decidimos fazer. Se não me engano o preço do passeio foi 15 soles e o Grely pagou 5 por ser peruano. Nós visitamos muitas igrejas durante nosso mochilão e de todas essa era a mais europeia delas. Com pouco mais de 10 minutos de tour entendemos porque... A guia disse que na época que a igreja ia ser construída houve uma confusão e ficou no Peru a planta de uma igreja que seria construída na Espanha e foi para a Espanha o planejamento da igreja peruana. Uma das coisas mais lindas da igreja é o órgão que ainda é original da construção (a igreja é de 1700 e tal) . Ele sofreu poucas modificações na estrutura para que pudesse continuar sendo tocado e atualmente é possível ouvi-lo em ocasiões especiais como páscoa e natal. A vista de cima da catedral para a Plaza das Armas e os vulcões faz o tour valer a pena só por isso se você não for muito fã de visitas a igrejas. É uma opção mais real para os mochileiros que não tem como ir ao mirante de Sachaca! Com o fim do tour decidimos dar nossas últimas voltinhas pelas ruas ao redor da plaza antes de sairmos para almoçar. O sol estava brilhando a toda e o dia estava bem quente! Aproveitamos o calorzinho para provar o famoso Queso Helado! Se eu pudesse descrever o sorvete diria que é tipo uma canjica versão geladinha. Achei bem gostoso! Como já era quase 15h decidimos ir almoçar! O Grely nos levou no El Cebillano. Como já disse, nos reservamos um pouquinho a mais de dinheiro para comer em Arequipa. O El Cebillano é uma das melhores cevicherias da cidade e o ambiente do restaurante é super gostoso. Mais uma vez fomos na opção do americano que vem com um pouquinho de tudo! O prato veio com arroz de mexilhões, peixe frito e três tipos de ceviche. Depois pedimos outro americano que vinha com lula frita, outros três tipos de ceviche e uma salada de batatas. Tudo estava absurdamente gostoso! Decidimos que pagaríamos a conta do Grely, do CheChe e da namorada dele novamente. Dividindo por 9 a conta deve ter dado uns 42 bolivianos para cada um. Se você puder gastar um pouquinho mais em uma refeição em Arequipa e quiser comer o tradicional cechive peruano, recomendo demais esse restaurante! Saímos por volta das 17h e fomos conhecer a casa do Grely que era perto do terminal rodoviário. Ficamos aproveitando nossos últimos minutos com um cara que em poucos dias tinha se tornado quase um irmão pra gente. Nosso ônibus era às 20h30. Fomos para o terminal, pagamos nossa taxa no quiosque e fomos despachar nossa mala no guiché da Oltursa. Essa foi a única empresa de ônibus que tinha um guichê de despache dentro do terminal mesmo e não precisamos ir ao ônibus levar nossas malas. Com malas despachas e passagens na mão, tivemos então o provável momento mais difícil dessa viagem, nos despedir do Grely. Entramos no ônibus e fomos rumo a Cusco mais dias incríveis!
  3. Olha... provavelmente! Ela ajudou horrores E aí, Juliana! Olha, eu não arriscaria. Nós não pegamos trânsito chegando em Arequipa mas na volta do passeio você pode ter o azar de pegar trânsito e se enrolar com a hora.
  4. Que bom que você tá curtindo, Sara! O restaurante não era rodízio não, nós pedimos os rolls individualmente. Acredito que a gente tenha pedido toda a carta do restaurante... No fim acabamos ganhando algumas coisas de cortesia! :'>
  5. Que legal que tu fez as montanhas, Rômulo! Nós queríamos muito ter feito... Mas nosso tempo era curto e a moça que nos vendeu os outros passeios nos assustou bastante quando falamos que minha irmã era asmática... Fica para a próxima!
  6. CARAAAAACAAAAAA Rômulo!!!! Que legal encontrar você por aqui! Claro que lembro! Continuamos usando o crocs do gringo como tapete depois que vocês foram embora! Foi ótima! Morrendo de saudade já Valeu, Rodrigo!
  7. [t1]2º Capítulo - Canyon del Colca e o melhor japonês da vida.[/t1] Ouvir um despertador às 2h40 da manhã é algo muito estranho. Seu corpo sabe que são 2h40 da manhã e que não faz sentido você levantar naquela hora. Com muito esforço levantamos, nos arrumamos e fomos para a recepção do Wild Rover encontrar o Grely que já estava lá para esperar a van conosco. Como era a madrugada de sábado para domingo, quando saímos a caminho da van às 3h30 encontramos a galera voltando da noitada bem loucas pela rua. Entramos na van e em questão de poucos minutos todos os sete apagaram. Até que... as curvas começaram. São muitas curvas, muitas. E a cada curva íamos subindo mais um pouquinho e mais um pouquinho e em um determinado ponto nós chegamos a 5000 metros de altitude. Neste momento percebi que o Yan estava inquieto para lá e pra cá. Perguntamos se tava tudo bem e ele disse que estava passando mal. Este foi o primeiro sinal do mal de soroche no nosso grupo. Yan começou a mastigar umas folhas de coca e a controlar melhor a respiração. O combo dos dois o ajudou a aos poucos ir melhorando! Paramos para tomar o café da manhã - que era bem simples e contava com pão, geleia, manteiga, café e chá - e seguimos rumo a Maca onde paramos em uma feirinha de artesanatos e em uma igrejinha. Ali vimos as primeiras llhamas/alpacas da viagem e não resistimos: paramos para tirar fotos! Não lembro exatamente quanto dei de "propina" para a moça que estava com a alpaca para tirar foto. Mas todos nós tiramos fotos com a mesma mulher... Então juntamos um monte de moedas e demos para ela. Provavelmente cada um deu uns 2 soles já que abusamos e tiramos muitas e muitas fotos! Antes de chegarmos ao Canyon (e até mesmo depois) nossa van parou em diversos lugares para tirarmos fotos. Em um momento o guia nos explicou que estávamos entrando no Vale do Colca. Ali a vegetação tem aparência de vale mesmo, lembrando um pouco o que veríamos depois no Vale Sagrado dos Incas. Tudo dentro da área que envolve o Vale é lindo demais. Finalmente depois de bastante tempo da nossa saída de Arequipa chegamos ao ponto mais esperado do passeio: A Cruz del Condor! Como era domingo o local estava absolutamente lotado! Mas ao mesmo tempo que estava lotado de gente também estava lotado de Condors! Em alguns momentos tomávamos susto com os bichos passando pela nossa cabeça. Descemos para curtir a paisagem do mirador que fica na parte debaixo que, mesmo com a quantidade de pessoas que dá para ver na foto acima, ainda estava um pouco mais vazio que a parte que fica a cruz. Aproveitamos que teríamos que descer para ir aos banheiros que ficam ali embaixo já que até então nossa única parada de banheiro tinha sido no café da manhã há umas 4 horas! Esse provavelmente foi meu grande problema na viagem: banheiro! Não o estado do banheiro porque pós Bolívia aprendi a relevar isso... Mas a falta de banheiro pelo caminho mesmo. Depois de algum tempo curtindo bastante o visual incrível do lugar e o voo dos condors, começamos a subir para voltar para a van e pararmos novamente em Maca mas dessa vez para almoçar. Nosso almoço estava incluído no pacote e era buffet. O restaurante era simples mas tinha muita opção de comida! Acho que de todos os restaurantes buffets incluídos em passeios esse provavelmente era o mais farto. Um dos ajudantes da cozinha ficou perto o tempo todo para explicar o que eram os pratos disponíveis. Tinha mesmo de tudo! De ceviche a macarrão a bolonhesa. De barriga cheia voltamos para a van onde fizemos mais duas paradas. A primeira foi um mirador onde podemos observar diversos vulcões no horizonte. Um deles, que está semi ativo, inclusive soltava algumas fumacinhas. Aqui a paisagem era completamente diferente do que estávamos vendo até então. Era seca e com muitas pedras, sem uma arvore para contar história. Ficamos ali uns 15 minutinhos e partimos para o último destino do passeio: as águas termais. Nós não levamos roupa de banho e por isso não entramos lá. Mas no lugar de ficar esperando na van, descemos e ficamos sentados nas pedras do rio que passava ali por baixo. Foi uma hora bem gostosa já que estava bem quente e colocar os pés na água foi bem gostoso. Perto do complexo onde ficam as águas termais tem um albergue popular com local para dormir, tomar banho e lavar a roupa para os locais. Achei isso super legal e tinham algumas pessoas ali lavando e esperando suas roupas secarem. Chegamos em Arequipa no finalzinho da tarde e a tentação de tomar banho e deitar era bem grande! Mas essa era nossa última noite na cidade e desde que chegamos Grely ficou colocando minhoquinha na nossa cabeça para comermos comida japonesa no Peru. Quando falamos para o Grely que ficaríamos alguns dias em Arequipa ele nos pediu que separássemos um dinheirinho a mais para a alimentação na cidade por conta da ótima gastronomia Arequipenha. E foi exatamente o que fizemos! No nosso planejamento fomos preparados para gastar um pouco mais com comida em Arequipa e não me arrependo em momento algum. Sem duvida as melhores refeições que fiz na viagem foram em Arequipa. Fomos para o Wild Rover, tomamos um banho, trocamos a roupa e conseguimos descansar por uns 30 minutinhos até o Grely chegar para nos buscar. Reencontramos o CheChe e sua namorada que não puderam ir ao Colca com a gente e então fomos comer no Meiji Sushi e cara... foi amor a primeira mordida. Esse foi provavelmente um dos melhores japonês que já comi na vida. A grande diferença é a fusão da comida peruana com a japonesa. Diferente daqui do Brasil onde o sushi é basicamente o peixe com arroz, lá os peixes são temperados e condimentados. E alguns vem com molhos para complementar o sabor do peixe. É uma mistura de sabores surreal de gostosa! Sei que muita gente prefere ter a experiência do país e das comidas típicas e isso foge um pouco disso. Mas se você gosta bastante da culinária japonesa e quiser provar algo bem diferente, recomendo muito! Caso tenha batido a curiosidade de quanto foi a conta, deu 47 soles para cada um. Sendo que, embora fossemos 9, nós dividimos a conta por 6 e pagamos a parte do Grely, do CheChe e da sua namorada em agradecimento por tudo que eles estavam fazendo por nós. Comparado aos 15 soles do almoço do dia anterior, foi caro... Perto do preço de um restaurante japonês no Rio, barato! Mas valeu absurdamente a pena! Cada centavinho foi muito bem investido e escrever esse post me deu muita saudade do Meiji <3 Saímos do restaurante e fomos para um bar que tinha ali perto para fechar à noite com alguns piscos! Voltamos para o albergue de madrugada para descansar antes do nosso último dia de Arequipa!
  8. Ai que legal te ver por aqui Rodrigo! Tu super me ajudou com umas questões da ida de La Paz para Uyuni! Brigadão!
  9. Isso de não poder dançar em San Pedro ainda é muito surreal pra minha cabeça! Fomos convidados para uma festa ~clandestina~ enquanto estávamos lá mas infelizmente não estávamos na cidade mais haha
  10. [t1]1º Capítulo - O começo da viagem e os encantos por Arequipa[/t1] Pagar barato em uma passagem geralmente tem uma única desvantagem: conexões. Nosso voo saiu do Rio de Janeiro no dia 5 de agosto às 15h55. Nós chegamos em Arequipa às 6h do dia 6, mais de 12 horas depois que saímos do Rio ãã2::'> Nosso trajeto foi: RJ - FOZ - LIMA - AREQUIPA. Sendo que em Lima tivemos seis horas de espera *durante a madrugada* antes de seguirmos para Arequipa. Mas faz parte, tudo valeu a pena no momento que saímos do avião. A Gabi tinha feito intercâmbio nos EUA e lá ficou amiga de um peruano que morava em Arequipa, o Grely. Durante nosso tempo em Arequipa Grely foi nosso guia particular ao lado do seu amigo CheChe, que morou no Rio por 6 meses para fazer um intercâmbio na PUC. Os dois foram incríveis. Mais que incríveis, eles nos receberam como família. Grely e CheChe nos pegaram e do aeroporto fomos direto para o Wild Rover fazer check in e deixar nossas malas no storage enquanto não poderíamos entrar no quarto. Assim que chegamos Grely perguntou se queríamos dormir e em uníssono dissemos "não!" . Check in feito, mochilas guardadas e rosto lavado, era hora de conhecer Arequipa! Saímos do albergue e em uma casa de câmbio ali perto (existem várias!) trocamos $100 por 3,31 se não me engano e fomos tomar café da manhã. Paramos em uma padaria/restaurante bem fofo na rua do Wild Rover seguindo para a Plaza das Armas. Ali Grely deu sua primeira dica Arequipenha: Chicharron de Chancho! O sanduíche é composto de um pão tipo francês, chancho (carne de porco) e batata doce. Sim, batata doce. Literalmente todas as pessoas que estavam dentro da padaria estavam comendo isso de café da manhã. Embora eu não coma carne de porco, e nem goste de batata doce, provei um pedacinho do sanduíche que não é ruim e nem é bom para o meu gosto... é apenas diferente. Se você gosta de carne de porco provavelmente vai curtir o Chicharron... Yan, Rapha e Rodrigo falaram do sanduíche (com muito saudosismo) a viagem inteira. Outra coisa que aproveitamos para provar na padaria foi uma fruta chamada Lúcuma. Pedimos um suco (por recomendação do Grely também, claro!) batido com leite que vem numa cor amarela que lembra um pouco gema de ovo que chega a te assustar até. O suco (quase que uma vitamina na realidade) é bem gostoso e a Lúcuma lembra um pouquinho abacate. De barriga cheia era hora de passear por Arequipa. Eu tenho um amor e sentimento de orgulho muito grande pelo Rio de Janeiro... Eu amo Rio! Amo mostrar a cidade, ser guia e levar quem não conhece para passear... O Grely tem esse mesmo amor e orgulho por Arequipa. Ele fazia questão de parar em todos os detalhes, de contar todas as histórias e passar o máximo de conhecimento possível sobre a cidade pra gente. Tivemos uma aula gratuita sobre o Peru e Arequipa. Desde o motivo das pessoas comerem aquela comida até os exemplos de arquitetura e as casas que foram feitas com lava de vulcão e por isso a cidade tem apelido de cidade branca. Com apenas 5 horas na cidade nós já estávamos completamente apaixonados por Arequipa. Da Plaza das Armas, Grely nos levou para o Claustros de La Compañia. O local que antigamente era uma igreja tem arquitetura bem típica arequipenha e é incrível. Os arcos da praça são extremamente detalhados e lindos de morrer. Atualmente lá ficam exposições de arte, cafés, restaurantes... E é possível subir para ter uma vista um pouquinho mais alta da cidade. Chegamos em Arequipa em um sábado e a cidade estava muito cheia. A Plaza das Armas lotadas e praticamente todos os outros pontos turísticos também. Esse foi um dos poucos lugares que pegamos vazio... Saímos do Claustros e fomos fechar o pacote para ir ao Canyon Del Colca no dia seguinte. Como estávamos com o Grely nem pesquisamos uma agência de turismo. Fomos direto para a GSA Peru Travel por que ele conhecia e sabia que teríamos um bom serviço e bom preço. Entramos na agencia , conversamos com dona e choramos um desconto já que seriamos 7 pessoas no passeio. Grely já tinha ido ao Colca 5 vezes mas disse que fazia questão de ir com a gente. O passeio saiu por 90 soles por pessoa incluindo o transporte, café da manhã e almoço buffet. A única coisa não incluída era a entrada para as águas termais. Na própria agencia tentamos fechar as passagens para Cusco mas a taxa cobrada era absurda. Grely então entrou no site da Oltursa e reservou as passagens online. Assim precisávamos só passar em um stand da empresa e efetuar o pagamento. A GSA fica pertinho na Plaza das Armas. O endereço é Portal de San Agustin, 111. Com passeio fechado e passagem de ônibus resolvida era hora de voltar a passear por Arequipa! Saímos da Plaza das Armas, entramos nos carros e fomos rumo a Yanahuara! Além de ir em alta temporada para o Peru, estava em Arequipa durante o final de semana... Pegamos o mirador de Yanahuara cheio. Enquanto estávamos lá, Grely mostrou as frases que estão inscritas nos arcos do mirador e falou de uma em específico. "Não se nasce aos pés de um vulcão à toa". O Arequipenho tem muito orgulho de ter nascido em Arequipa. Eles tem uma relação com a cidade bem parecida com o sentimento que o gaúcho tem com o Rio Grande do Sul... Acho que essa seria a melhor maneira de descrever. A cada minuto ia chegando mais gente no mirador. Isso desanimou um pouco a gente... Já devia ser por volta de 13h e o cansaço começou a bater em todo mundo. Resolvemos ir para a pracinha que fica em frente do mirador e sentar um pouquinho para descansar. Sentamos e ficamos quase uma hora jogando conversa fora antes de sairmos para o nosso último ponto turístico do dia. De Yuanuara partimos para o Mirador de Sachaca. O mirador fica um pouco distante da cidade, na parte industrial, e custa apenas um sole para entrar. Aqui pela primeira vez sentimos que fazer exercício físico na altitude não é brincadeira. Perto dos outros lugares que passamos na viagem, Arequipa está "só" a 2300 metros de altitude. Mas subir 5 andares de escada a 2300 metros foi cansativo para os cariocas acostumados com o nível do mar. A vista do mirador é demais! Além de poder ver a cidade toda de longe, a vista dos vulcões é incrível. Pena que no dia, apesar do céu azul, tinha uma leve neblina na cidade que deixava o visual um pouco embaçado. Infelizmente o mirador fica longe do centro da cidade e as ladeiras para chegar até lá sejam enormes complicando um pouco chegar a pé. Mas se você gosta de andar e tem disposição para subir ladeira, fica a dica de um lugar bem legal para ver Arequipa de cima! :'> Quando saímos do Sachaca já deveria ser por volta de 16h. Estávamos todos zonzos de fome. Entramos no carro e fomos para um restaurante que ficava ali perto chamado La Cau Cau. Tomamos um leve susto entrando no restaurante quando nos deparamos com um varalzinho de Cui só esperando para entrar no forno. Perguntamos pro Grely o que era e quando ele disse porquinho da índia todo mundo fez um "aiiiii". Cui é uma comida típica no Peru e segundo o Grely é algo que é comido mais em épocas de festas e comemorações. Como há uma semana havia sido o feriado de independência do Peru e em 10 dias seria comemorado o aniversário de Arequipa, os restaurantes estavam cheios de Cuis. Passado o susto, pedimos uma Cusqueña e deixamos por conta do Grely e do CheChe a responsabilidade de pedir o que comeríamos. Muitos restaurantes em Arequipa possuem a opção de pedir "americanos". O americano nada mais é que um pouquinho de tudo que eles oferecem e foi isso que o Grely pediu. A comida do restaurante era maravilhosa! Mas mais maravilhosa que a comida foi a conta. Depois de muita comida, cusquenãs e bate papo pedimos para fechar nossa conta. Quando o papel chegou na mesa tomamos um susto. Por um breve momento achei que o garçom tinha errado e esquecido de adicionar alguma coisa. Eramos nove pessoas almoçando e o total da conta foi 136 soles. 136 soles! 15 soles por pessoa com entradas, prato principal e muitas cervejinhas. Felizes com a comida, a conta e os passeios saímos do restaurante e fomos pagar nossas passagens no stand da Oltursa que ficava em um shopping. Pagamos 70 soles no bus cama e pegamos os últimos assentos para Cusco. Por pouco nosso planejamento não ia por água baixo já no primeiro dia! Do shopping voltamos para o Wild Rover. A ideia aqui era tomar um banho, descansar um pouquinho para sairmos à noite. Mas quando chegamos no hotel quase às 18h o desanimo bateu em todo mundo e cancelamos os planos da noite... Até porque no dia seguinte a van nos buscaria às 3h30 da manhã para o passeio do Colca. De banho tomado e um cochilo tirado só saímos de novo por volta das 21h para comer algo. Comemos, voltamos e fomos tirar um novo cochilo já que em 5h teríamos que estar de pé!
  11. Oi xará! Sim, corta vento e impermeável. Ele me salvou em diveeeeeeeersos momentos... Peguei uma chuvinha chatinha dois dias em Cusco e não passou nada. Esse foi o modelo que comprei. http://www.decathlon.com.br/trilha-trekking/roupas-de-inverno-femininas/roupas-impermeaveis-e-quentes-camada-3/jaqueta-raincut-fecho-feminino?skuId=2021370 Não é lindo. Mas aqui a questão não é ser fashion é estar quentinha e protegida. E o preço é ótimo! Fora que, com paciência, eu conseguia dobrar ele de uma maneira que quase não ocupava espaço.
  12. Faaaaaaaaaala mochileiros! Tudo bem com vocês? Depois de muito planejamento, contas, mudanças e a vinda das #carnaolímpiadas, em Agosto de 2016 fiz meu tão esperado mochilão pelo Peru, Bolívia e Chile. Vou ser bem sincera ao dizer que todo o planejamento do meu mochilão foi por um propósito: realizar o sonho de conhecer Machu Picchu! Em 2015 tive a oportunidade de conhecer a Cidade do México e ir a Teotihuacan mexeu muito comigo. Voltei pro Brasil só pensando em uma coisa: realizar esse sonho! Maaas… ao começar a pesquisar sobre a viagem vi que Machu Picchu era apenas um pedacinho incrível do que a América do Sul tem para oferecer. E com isso decidi fazer Peru, Bolívia e Chile e não apenas ir a Cusco para conhecer a cidade perdida. O mochileiros foi funnnnnnndamental no meu planejamento e tenho muito a agradecer a vocês. Principalmente ao relato incrível do RodrigoVix e a paciência e fofura da Bárbara Fábris que me ajudou em várias coisas. Obrigada por tudo! Eu falo bastante e vou tentar relatar o máximo de coisas possíveis. Mas se faltar algo, só perguntar! Vamos lá! [t1]ROTEIRO[/t1] Combinar a agenda de férias de todo mundo foi o mais difícil. Então nós decidimos viajar durante o período das Olimpíadas no Rio, ou seja, duas semanas. Sim, é pouco, eu sei... Mas é o que tínhamos disponível e aproveitamos nossa viagem ao máximo! Por conta do tempo menor, meu roteiro foi um pouquinho diferente do convencional que aparece por aqui. Eu não teria tempo de fazer todo o deslocamento de Sucre a Uyuni e nem do Atacama para Arequipa. Então comecei no Peru e terminei no Chile e não entrei e sai pela Bolívia. Depois de muito planejamento para encaixar tudo, nosso roteiro ficou assim: 05/08 - Rio de Janeiro - Lima - Arequipa 06/08 - Arequipa 07/08 - Arequipa 08/08 - Arequipa / Cusco 09/08 - Cusco 10/08 - Cusco / Aguas Calientes 11/08 - Machu Picchu / Cusco 12/08 - Cusco / Puno 13/08 - Puno / Copacabana 14/08 - Copacabana / La Paz 15/08 - La Paz 16/08 - La Paz / Uyuni 17/08 - Uyuni 18/08 - Uyuni 19/08 - Uyuni / Atacama 20/08 - Atacama 21/08 - Atacama / Rio de Janeiro Se fosse possível, teríamos ficado mais uns dois dias em Arequipa e também no Atacama. [t1]CUSTOS[/t1] "Mas e aí, quanto custou?" junto com "Qual lugar você mais gostou?" são as perguntas campeãs que me fazem pós viagem. A parte financeira também foi o maior estresse pré viagem. No fim acabamos fazendo a viagem no valor imaginado e até sobrou dinheiro. Os gastos ficaram divididos assim: PASSAGEM - R$1251 (com taxas incluídas) - Compramos a passagem com quase três meses de antecedência e acho que pagamos um preço absurdamente excelente! Lembrando que nosso fizemos o que é chamado de roundtrip. Nós entramos por Arequipa e saímos por Calama. Ficamos muito contentes com o valor pago! SEGURO VIAGEM - Umas três semanas antes da viagem a Mondial estava com 30% de desconto. Fechamos com eles e o seguro saiu por R$119. Pensamos em acionar o seguro em três momentos (que explicarei melhor no relato) mas Graças a Deus não precisamos utilizar o serviço! TREM E INGRESSO PARA MACHU PICCHU - Viajamos em época de altíssima temporada. Por conta disso (e de um susto bem grande que também contarei no relato) decidimos comprar antecipadamente o trem e o ingresso para MP. O ingresso convertendo para real saiu por R$120 e o trem R$410. Com o tempo curto o trem foi prático e muito mais rápido que a van. Além disso um dos motivos da ida de trem foi uma viagem traumática onde, por uma economia de poucos reais, quase perdi minha vida. Também conto mais detalhes depois! (Sou jornalista, tenho prazer em deixar os outros curiosos! rs) GASTOS POR LÁ - Com apenas MP pago antecipadamente, todo o resto da viagem foi pago diretamente lá. Eu levei $1.200 (a conversão foi R$3,41) em espécie + R$400 na conta do Raphael para sacar lá se fosse necessário + um cartão de crédito internacional. Não toquei nos reais e nem no meu cartão de crédito e ainda voltei com $200. Sendo que cheguei no duty free de Santiago com pesos equivalentes a $68 que gastei por lá com presentes para os meus pais. Mas, se não tivesse gasto, teria sobrado $268 do dinheiro que levei. Levando em consideração que ficamos algumas vezes em quartos privados, não economizamos para valer em comida e fomos para Machu Picchu de trem, o preço da viagem ficou ótimo. O total gasto ficou em torno de R$5300 contanto com passagens e seguro viagem. [t1]DOCUMENTOS[/t1] Viajamos com o passaporte e por precaução tínhamos uma cópia dele guardada. Levei uma pastinha para ir colocando todos os papéis que ia recebendo ao longo da viagem (e não são poucos). Em alguns momentos você vai receber um papel que precisará entregar daqui 4, 5 dias... Então é bom ter um local para deixar tudo guardado. Eu já tinha tomado a vacina de febre amarela porque fui para o Acre em 2012, como a vacina vale por 10 anos não precisei de outra dose. Tirei meu certificado de vacinação no Galeão (Aeroporto internacional do Rio) uma semana antes da viagem e entrei e sai da ANVISA em menos de 10 minutos. Embora seja obrigatório, como todo mundo já falou, em momento algum nos cobraram os certificados. [t1]MAL DE SOROCHE[/t1] O mais alto que chegamos na viagem foi o Chacaltaya com 5400m de altitude. Eu particularmente não senti enjoos, dor de cabeça, náusea nada... Apenas o cansaço de fazer esforço físico na altitude. Mas isso vai do corpo de cada um. Alguns dias tomamos o soroche pills antes de irmos para locais mais altos por precaução e mantivemos a folha de coca na bolsa o tempo todo. [t1]RESERVAS PRÉ VIAGEM[/t1] ALBERGUES: Como fomos em alta temporada e num grupo grande (6 pessoas) sai do Brasil com todos os albergues reservados. Sim, todos. "Ah, mas e se algo acontecesse no seu roteiro?" Não teria problema... Nenhum albergue pediu meu cartão de crédito e a reserva era puramente por e-mail, ou seja, se eu não aparecesse só perderia a reserva. Em Arequipa o Wild Rover estava lotado e diversas pessoas que chegaram no mesmo dia que nós não conseguiram ficar no albergue. A pre-reserva aqui foi essencial. Tivemos um dor de cabeça absurda em La Paz e ter uma reserva também foi essencial para nós. PASSEIOS: O único passeio que também reservamos foi Uyuni. Também por conta da alta temporada ficamos com medo de nós 6 não conseguirmos estar juntos em um jeep. Então enviei um e-mail para a Esmeralda Tours e deixei tudo reservado com um mês e pouquinho de antecedência e combinamos que o pagamento seria lá. A Yaneth foi muito querida e a Esmeralda nos surpreendeu muito em Uyuni. Fizeram algo que jamais esquecerei. [t1]O GRUPO:[/t1] Vejo que muitas pessoas fazem a viagem sozinho ou então com mais uma ou duas pessoas. A viagem começou com eu e minha irmã e foi crescendo até formar nosso grupo final de seis pessoas. Eu, Gabi (minha irmã), Rodrigo, Raphael, Tati e Yan. Eu, Gabi, Rodrigo e Raphael nos conhecíamos há bastante tempo e já havíamos viajado mais de uma vez juntos. Maaaas…. Eu só tinha visto a Tati e o Yan uma vez na vida antes de viajar, o que criou um pouco de receio, super normal, tanto da minha parte quanto da deles. Ainda no aeroporto do Rio todo o medo foi quebrado… Percebi ali que tinha as melhores cias para a viagem que eu poderia ter. Tudo foi incrível. Não tivemos nenhum probleminha a viagem toda. Nem mesmo com discordância de coisas para fazer, onde comer… nada! Fora que em grupo conseguimos chorar M-U-I-T-O descontos. Muitos mesmos. Fizemos passeios com as vezes 30% de desconto :'> [t1]O QUE LEVEI[/t1] Assim como a maioria das pessoas deixei um dinheiro bacana na Decathlon antes de viajar. Comprei corta vento, fleece, calça térmica... o essencial para o frio que poderíamos pegar. A mochila consegui emprestado com uma amiga (Muito obrigado Sy ) e foi uma Quechua 60L. Foi espaço mais do que suficiente para nossos dias de viagem! Faltando 10 dias para viajar decidi que não compraria a famosa bonitinha de trekking. Não é algo que eu usaria pós viagem e decidi investir minha grana em algo que fosse usar novamente. Comprei um tênis impermeável em "promoção" na New Balance. Paguei R$300 e ele não me deixou na mão em momento algum! Ele é muito confortável e vou usar muitas vezes ainda. Fica a dica para quem não quiser investir em uma botinha que nunca mais vai usar. A mochila foi composta de: 8 blusas 2 leggings 1 calça térmica 2 calças jeans 2 fleeces 1 casaquinho de lã 1 corta-vento 8 calcinhas 3 tops (optei por não levar sutiãs) 5 pares de meia 1 luva 1 cachecol 1 havaiana 1 óculos de sol caixinha de remédios* necessaire** Toalha de microfibra*** A mochila de ataque tinha: 1 câmera Canon T3i (Com case, lente extra, duas baterias e carregador) 1 Go Pro Hero 4 (com duas baterias, "pau de selfie" e case a prova d'gua) Pastinha de documentos Álcool Gel Colírio e Sorine Celular Fone de Ouvido * De remédio levei: Sorine, Colírio, Plasil, Floratil, Allegra, Tylenol (febre, dor de cabeça e dor muscular) e dois remédios passados pela minha otorrina para usar durante a viagem por conta do clima seco (ambos salvaram minha vida durante a viagem) ** Levei um kit shampoo/condicionador/sabonete/perfume desses de viagem que se compra em farmácia e deu a conta certinha. No último banho usei o restinho de tudo. Levei um kit básico de maquiagem (corretivo, rímel, pó e blush), bepantol, desodorante (decidi levar roll on), hidratante e protetor solar de rosto e corpo. *** Comprei na decathlon por uns R$35 e foi essencial. Só o hotel em Copacabana ofereceu toalha. Assim como fui ao médico antes da viagem, recomendo que qualquer pessoa alérgica faça o mesmo. Além do tempo muito seco, dos albergues nem sempre limpos a poeira das estradas na viagem pode castigar! Acho que é só tudo isso de inicio, pessoal! Espero que vocês curtam tanto ler o relato quanto curtirei escrever ele! Qualquer coisa é só perguntar! Beijos!
  13. Consegui. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuito muito obrigada! Tudo reservado. Sexta-feira é hora de partir e aproveitarrrr Valeu! <3
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